A fábrica, situada na província de Qom (centro-norte do Irão), "fabricava motores de turbina a gás para drones de ataque e componentes de aeronaves utilizados pela Guarda da Revolução Islâmica do Irão", afirmou o CENTCOM na rede social X.
comando norte-americano partilhou imagens da fábrica antes e depois do ataque, nomeadamente uma fotografia datada de 06 de março de 2026, que mostra as instalações aparentemente intactas, e outra tirada "três dias depois, após um ataque devastador".
A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, iniciada a 28 de fevereiro, continua a intensificar-se. No domingo, Telavive lançou uma onda de ataques contra Teerão e o sul do Líbano e Teerão atingiu com mísseis no passado sábado duas cidades no sul de Israel, Arad e Dimona, próximas de uma instalação nuclear, em alegada resposta a ataques israelitas no sábado contra instalações nucleares em Natanz, no Irão.
Entretanto, a navegação pelo estreito de Ormuz, fundamental para o comércio energético global, continua no epicentro do conflito, com o Irão a manifestar-se disposto a fechar "completamente" esta via, em resposta ao ultimato que o Presidente norte-americano, Donald Trump, deu na madrugada de sábado ao país persa para que o abrisse "totalmente" em 48 horas.
Caso contrário, escreveu Trump na rede social que lhe pertence, Truth Social, as centrais de energia iranianas serão "obliteradas", a "começar pela maior".
Se Washington cumprir a sua ameaça, reiterou hoje a Guarda da Revolução Islâmica, "o Irão responderá" com retaliações correspondentes contra infraestruturas diretamente ou indiretamente ligadas aos Estados Unidos na região do Golfo e em Israel.

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