sábado, 3 de janeiro de 2026

Presidente argentino saúda queda de Maduro, "maior inimigo da liberdade"... O Presidente da Argentina saudou hoje a "captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro", cujo Governo descreveu como "o maior inimigo da liberdade" no continente americano.

Por LUSA 

Num comunicado divulgado pelo seu gabinete, Javier Milei acusou o regime liderado por Maduro de fazer como Cuba "nos anos 70, exportando o comunismo e o terrorismo para toda a região".

O chefe de Estado argentino e um reconhecido aliado do Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou ainda que a Venezuela patrocinou "estratégias de infiltração em vários países do continente através de ataques de imigração em massa".

Apontou ainda a Maduro "vínculos com o Irão e com [o grupo islamita libanês] Hezbollah" e alegado "apoio logístico ao [grupo radical palestiniano] Hamas e à guerrilha da Colômbia, tudo financiado com lucros do narcotráfico".

Javier Milei declarou o seu apoio à oposição venezuelana liderada por María Corina Machado e Edmundo González e afirmou esperar que a deposição de Maduro e os ataques militares à Venezuela conduzidos pelos Estados Unidos esta madrugada permitam "ao povo venezuelano recuperar plenamente a democracia".

O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou hoje que Nicolás Maduro e a mulher estão a bordo de um navio de guerra americano e que o seu homólogo será julgado em Nova Iorque por tráfico de droga.

Donald Trump anunciou que os Estados Unidos realizaram hoje "com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela", que incluiu a captura de Maduro e da sua mulher, Cilia Flores.

Trump confirmou o ataque poucas horas depois de terem sido relatadas explosões e sobrevoos de aeronaves militares em Caracas e outras zonas do país.



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O Presidente dos Estados Unidos anunciou que irá prestar declarações numa conferência de imprensa a partir da sua mansão de Mar-a-Lago, na Florida, sobre o ataque norte-americano à Venezuela, que resultou na detenção de Nicolás Maduro e da sua mulher, Cilia Flores.


Venezuela? Dinamarca condena, Itália considera "legítima" ação dos EUA... O ministro dos Negócios Estrangeiros de França condenou hoje a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelas forças norte-americanas, durante uma operação que "viola" o direito internacional.

Por  LUSA 03/01/2026

O Presidente francês, Emmanuel Macron, está a acompanhar "de perto a situação na Venezuela e mantém contactos com os seus parceiros regionais", informou a equipa do chefe de Estado.

Embora Nicolás Maduro, no poder desde 2013, tenha "atentado gravemente contra a dignidade e o direito à autodeterminação" do povo venezuelano, "a França reitera que nenhuma solução política duradoura pode ser imposta de fora e que os povos soberanos decidem sozinhos o seu futuro", escreveu o ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, numa mensagem na rede social X.

"A operação militar que conduziu à captura [de Maduro] viola o princípio da não utilização da força, que está na base do direito internacional", afirmou o ministro, acrescentando que "a multiplicação das violações deste princípio por nações investidas da responsabilidade principal de membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas terá graves consequências para a segurança mundial, que não pouparão ninguém".

Também a Dinamarca manifestou hoje preocupação com a situação na Venezuela, país que tem vivido "acontecimentos dramáticos" cuja evolução Copenhaga acompanha de perto, indicou o ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, que também apelou à "desaceleração" da operação dos Estados Unidos

"Precisamos de voltar à desaceleração e ao diálogo, o direito internacional deve ser respeitado", frisou o político dinamarquês na rede social X, citando um comentário da alta representante dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), Kaja Kallas, na mesma rede social, que também apelou à moderação após o ataque aéreo norte-americano em Caracas e depois de ter mantido uma conversa com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.

Opinião diferente tem a primeira-ministra de Itália, Giorgia Meloni, que considerou "legítimo" o ataque dos Estados Unidos à Venezuela para se defender do narcotráfico.

Meloni precisou, todavia, que a intervenção militar de um país estrangeiro não é "o caminho" para acabar com uma ditadura.

"O Governo acredita que a ação militar externa não é o caminho a seguir para pôr fim a regimes totalitários, mas, ao mesmo tempo, considera legítima uma intervenção de natureza defensiva contra ataques híbridos à sua própria segurança, como no caso de entidades estatais que alimentam e favorecem o narcotráfico", afirmou num comunicado.

Já em Madrid, perto de uma dezena de venezuelanos concentraram-se frente ao Consulado da Venezuela na capital espanhola para celebrar a captura de Maduro pelas autoridade norte-americanas.

"Maduro, narcotraficante, usurpador, assassino, chegou a tua hora" ou "liberdade, liberdade, liberdade!", gritavam os manifestantes, apoiados por motoristas que buzinavam em sinal de apoio e por transeuntes que paravam para dar os «parabéns» pela captura do presidente venezuelano.

Outro manifestante também pediu calma, alegando que há ainda "muito trabalho pela frente" para "terminar de tirar todos os que faltam" da Venezuela.

De acordo com os números do Censo anual da população do Instituto Nacional de Estatística, em 01 de janeiro de 2024 residiam em Espanha 325.254 pessoas com nacionalidade venezuelana.

Nicolás Maduro foi formalmente acusado nos Estados Unidos por corrupção, tráfico de drogas e outras acusações em 2020.

Horas antes, o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, apelara à "desescalada e à responsabilidade", bem como ao respeito pelo Direito Internacional, após ataques norte-americanos na Venezuela e a captura do líder, Nicolás Maduro.

Donald Trump anunciou hoje um "ataque em grande escala" na Venezuela para a captura do chefe do Estado venezuelano, Nicolás Maduro, que foi retirado à força do país.

Numa conferência de imprensa na Florida, o Presidente norte-americano afirmou hoje que os Estados Unidos vão "dirigir a Venezuela" até estar concluída uma transição de poder e admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.


A dica de Zelensky após captura de Maduro: "EUA sabem que fazer a seguir"... O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que os Estados Unidos "sabem como lidar com os ditadores", numa referência à captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, numa operação militar em Caracas.

Por  LUSA 03/01/2026

"O que posso dizer? Se se pode lidar com os ditadores dessa forma, então os Estados Unidos da América sabem o que fazer a seguir", disse Zelensky em declarações à imprensa, após reunir-se com conselheiros de segurança de países europeus, bem como da NATO e da União Europeia, para preparar um novo encontro da chamada "Coligação dos Dispostos", previsto para terça-feira em Paris.

Kyiv tinha já dito que defende "o direito das nações de viver livres de ditadura, opressão e violações dos direitos humanos".

"O regime de Maduro violou todos esses princípios", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sibiha, numa mensagem publicada numa rede social.

Sibiha destacou que "a Ucrânia, como dezenas de países, não reconheceu a legitimidade de Maduro após as eleições fraudulentas e a violência contra manifestantes", referindo-se às eleições presidenciais de 28 de julho de 2024.

Os Estados Unidos lançaram hoje "um ataque em grande escala contra a Venezuela", para capturar e julgar o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher Cilia Flores, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

O anúncio foi feito pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, não sendo ainda claro quem vai dirigir o país após a queda de Maduro. O chefe de Estado norte-americano admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.

O Governo venezuelano denunciou a "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos e decretou o estado de exceção.

A comunidade internacional tem-se dividido entre a condenação aos Estados Unidos e saudações pela queda de Maduro e o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou a sua "profunda preocupação" com a recente "escalada de tensão na Venezuela", alertando que a ação militar dos Estados Unidos poderá ter "implicações preocupantes" para a região.

Donald Trump "nada satisfeito" com Vladimir Putin: "Banho de sangue"... Donald Trump disse que não está "nada satisfeito" com Vladimir Putin, apontando que a Rússia "está a matar muitas pessoas" e caracterizando a guerra na Ucrânia como um "banho de sangue". No entanto, sem adiantar muito sobre o assunto, disse que estão a ser feitos progressos nas negociações de paz.

Por LUSA 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, este sábado, estar insatisfeito com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, apontando que a Rússia "está a matar muitas pessoas". 

"Não estou nada satisfeito com Putin", disse, quando questionado sobre Vladimir Putin, durante uma conferência de imprensa, em Mar-a-Lago, sobre a operação militar que decorreu na Venezuela e culminou na captura do presidente venezuelano, Nicolas Maduro, e da sua mulher. 

Donald Trump sublinhou ainda que a Rússia "está a matar muitas pessoas" na sequência da guerra com a Ucrânia, denominando-a de "banho de sangue".

O norte-americano destacou, no entanto, que estão a ser feitos progressos nas negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia, não adiantando mais detalhes sobre o assunto aos jornalistas.

De recordar que, no início da semana passada, foi avançado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, que uma das residências de Vladimir Putin tinha sido atacada, tendo culpado a Ucrânia. 

No entanto, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, negou o ataque e afirmou que se tratava das "típicas mentiras russas".

Vladimir Putin chegou mesmo a telefonar a Donald Trump para lhe contar sobre o sucedido, notando que as negociações para a paz poderiam estar em causa.

Não foram encontrados indícios de ataque contra casa de Putin

Já na quinta-feira, dia 1 de janeiro, responsáveis norte-americanos disseram que a CIA revelou não encontrou provas de que a Ucrânia tivesse atacado uma residência do presidente russo, Vladimir Putin.

As fontes dos serviços de informação de Washington consultadas pelo jornal norte-americano afirmam que a Ucrânia estava a visar um objetivo militar que já tinha atacado anteriormente na região de Novgorod, onde se encontra a residência de campo de Putin, mas não nas proximidades do alvo de Kyiv.

Zelenksy diz que "acordo de paz está a 90%"

O presidente ucraniano afirmou, também na quinta-feira, no seu discurso de Ano Novo, que a proposta de um acordo de paz com a Rússia está 90% pronta, embora observe que a parte determinante está nos restantes 10%.

"O acordo de paz está 90% pronto. Faltam 10%. (...) Estes 10% contêm tudo, na verdade. São estes 10% que vão determinar o destino da paz, o destino da Ucrânia e da Europa", declarou numa mensagem vídeo na rede Telegram, na qual sublinha "10% para a paz".

Zelensky afirmou que o seu país quer o fim do conflito, mas não "a qualquer preço", e que um acordo deverá incluir fortes garantias de segurança para impedir a Rússia de lançar outra invasão.


O Presidente ucraniano disse hoje que os esforços para travar a guerra desencadeada pela invasão russa da Ucrânia devem resultar numa paz que dure décadas, após uma reunião de representantes de Kiev e conselheiros de segurança nacional europeus.


Maduro foi detido em "fortaleza militar" no centro de Caracas... O Presidente norte-americano afirmou hoje que as forças militares norte-americanas detiveram o seu homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, "numa fortaleza militar" no centro da capital, Caracas.

Por LUSA 

Em conferência de imprensa, Donald Trump indicou que a operação incluiu ataques de helicóptero na capital venezuelana e arredores, depois de "todas as capacidades militares venezuelanas terem sido neutralizados".

Estava tudo escuro, a maior parte das luzes de Caracas estava apagada graças a uma técnica especializada que conhecemos", indicou Trump, destacando que "nenhum militar norte-americano morreu" na operação.

O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Dan Caine, afirmou na mesma conferência de imprensa que a operação batizada "Determinação Absoluta" foi "preparada durante meses" e que Maduro foi espiado para se perceber "como se movia, onde vivia, para onde viajava, o que comia, o que vestia".

Na madrugada passada, aviões norte-americanos atacaram as defesas antiaéreas venezuelanas para que helicópteros conseguissem passar. Um dos aparelhos foi atingido, mas pôde continuar a voar.

A operação terá durado cerca de duas horas e meia e terminou no navio anfíbio Iwo Jima, onde Trump afirmou que Maduro e a mulher, Cilia Flores, estão detidos para responderem nos Estados Unidos por acusações de alegado narcotráfico e terrorismo.

Com 150 meios aéreos envolvidos no total, tratou-se de uma operação "discreta, precisa e realizada durante as horas mais escuras de 02 de janeiro, no culminar de meses de preparação e treino".

Dan Caine acrescentou que Maduro e a mulher foram detidos por membros do Departamento de Justiça norte-americano "sem resistir".

O responsável militar garantiu que o dispositivo militar que os Estados Unidos colocaram nas Caraíbas para alegadamente combater o narcotráfico vai continuar em "elevado estado de alerta".


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A Delta Force, a unidade de elite que capturou o Presidente da Venezuela e a mulher, atua em missões sensíveis e de alto risco. É uma tropa ultra secreta.


"Seria muito difícil para Corina Machado liderar o país. Não tem apoio".... O Presidente norte-americano afirmou hoje que a vencedora do Prémio Nobel da Paz e líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, não "goza do apoio e respeito" necessários para governar o país.

Por LUSA 

"Acho que seria muito difícil para ela liderar o país. Não tem apoio nem respeito no país", disse Donald Trump em conferência de imprensa, na Florida (sudeste).

María Corina Machado "é uma mulher muito simpática, mas não inspira respeito", disse Trump, acrescentando que os EUA não tiveram nenhum contacto com a vencedora do Prémio Nobel da paz.

A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, defendeuque o antigo candidato opositor Edmundo González Urrutia deverá "assumir de imediato" o mandato presidencial, depois de os EUA terem capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro.

"Esta é a hora dos cidadãos. Quem arriscou tudo pela democracia no 28 de julho [de 2024]. Quem elegeu Edmundo González Urrutia como legítimo Presidente da Venezuela, que deve assumir de imediato o mandato constitucional e ser reconhecido como comandante supremo das Forças Armadas" venezuelanas, afirmou María Corina, distinguida com o Nobel da Paz 2025, num comunicado divulgado nas redes sociais.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos realizaram "com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela" e disse ter capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, Cilia Flores.

Trump confirmou o ataque poucas horas depois de terem sido relatadas explosões e sobrevoos de aeronaves militares em Caracas e outras zonas do país e garantiu que Maduro e Cilia, estão detidos no navio USS Iwo Jima e a caminho de Nova Iorque para serem julgados por tráfico de droga.


O responsável pelas Relações Internacionais do PS, Francisco Assis, considerou hoje "absolutamente inadmissível" a intenção dos Estados Unidos de dirigirem a Venezuela, qualificando-a como "um retrocesso" e apelando a uma condenação por parte da União Europeia.


Edmundo González deve assumir presidência "de imediato", diz María Corina... A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, defendeu hoje que o antigo candidato opositor Edmundo González Urrutia deverá "assumir de imediato" o mandato presidencial, após os Estados Unidos terem capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro.

"Esta é a hora dos cidadãos. Os que arriscaram tudo pela democracia no 28 de julho [de 2024]. Os que elegemos Edmundo González Urrutia como legítimo Presidente da Venezuela, que deve assumir de imediato o seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante supremo das Forças Armdas nacionais", afirmou María Corina, distinguida com o Nobel da Paz 2025, num comunicado divulgado nas redes sociais.

Por LUSA 

Trump diz que Maduro está a bordo de navio de guerra americano... O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou hoje que Nicolás Maduro e a mulher estão a bordo de um navio de guerra americano e que o seu homólogo será julgado em Nova Iorque.

Por LUSA 

Donald Trump disse também hoje ter assistido ao vivo à operação para capturar e retirar da Venezuela o seu homólogo, Nicolás Maduro: "Eu assisti, literalmente, como se estivesse a assistir a um programa de televisão", disse, em entrevista à Fox News, citado pela agência Associated Press (AP).

"Assistimos numa sala e acompanhámos todos os detalhes", acrescentou, segundo a Agência France-Presse (AFP), sem especificar quem mais estava presente.

Donald Trump adiantou ainda, na entrevista telefónica, que Maduro foi capturado quando se encontrava "num local muito bem guardado, como uma fortaleza".

O Presidente dos Estados Unidos afirmou que um helicóptero do seu país foi alcançado durante o ataque lançado sobre a Venezuela, mas conseguiu regressar à base "com êxito".

Segundo Trump, nenhum americano terá sido morto durante o ataque e dois militares foram feridos, "mas já se recuperaram e estão bem".


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O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, ofereceu ao Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, "várias saídas", afirmou hoje o vice-presidente norte-americano, JD Vance.



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O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os Estados Unidos não deixarão nenhum membro do regime venezuelano suceder ao seu homólogo, Nicolás Maduro.


Venezuela, "captura" e julgamento de Maduro nos EUA: O vídeo do ataque... As primeiras imagens do ataque na Venezuela começaram a circular nas redes sociais quando ainda era desconhecido o nível de gravidade na escalada de tensão entre o país e os EUA. Agora, Washington já confirmou o ataque e não deverá levar a cabo mais ataques. Maduro foi capturado.

Por Noticiasaominuto.com

As imagens dos ataques em Caracas, na Venezuela, durante a madrugada, invadiram as redes sociais quando a situação ainda era confusa e não confirmada. Várias explosões atingiram a capital e, mais tarde, o governo venezuelano afirmou que outros três estados - Miranda, Aragua e La Guaira - tinham sido atingidos.

Quase 12 horas após as primeiras explosões a aeronaves ouvidas nos locais atingidos, os Estados Unidos já confirmaram a autoria do ataque, tendo Donald Trump referido que esta foi "bem sucedida."

Nicolás Maduro já não está no país, tendo sido "capturado" por forças de elite norte-americanas, juntamente com a esposa, Cilia Flores.

Sabe-se agora, da parte da administração Trump, que o presidente da Venezuela vai agora ser julgados nos EUA, apesar de a vice, da Venezuela, Delcy Rodríguez, ter dado uma conferência de imprensa a dizer que o paradeiro de Maduro era desconhecido - e ter pedido provas de que Maduro estava vivo.

À medida o tempo vai passando vai sendo atualizada a situação, que pode ser consultada aqui, não havendo, para já, um número oficial de vítimas dos ataques.

Veja acima as imagens das explosões.☝

Note-se que, logo de início, o governo venezuelano considerou que esta era uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos, após explosões na capital durante a noite, e decretou o estado de exceção.

Foi decretado de início o estado de exceção e apelou-se no país a que "todas as forças sociais e políticas do país para ativarem os planos de mobilização."

Na declaração, o governo convocou ainda os seus apoiantes a irem para as ruas. "Povo às ruas!"

"O governo convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem planos de mobilização e a repudiarem este ataque imperialista", acrescentava uma nota.

A Venezuela solicitou, entretanto, uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, após o ataque e Espanha ofereceu-se para mediar esta crise.

A diplomacia espanhola afirmou-se, "a este respeito (...) disposta a oferecer os seus bons ofícios para chegar a uma solução pacífica e negociada para a crise atual".

A Espanha "acolheu e continuará a acolher dezenas de milhares de venezuelanos forçados a deixar o seu país por razões políticas e (...) está disposta a ajudar na busca de uma solução democrática, negociada e pacífica para o país", referiu ainda o Ministério dos Negócios Estrangeiros espanhol.

Já o Governo português disse à Lusa que não há, até ao momento, indicações de que cidadãos portugueses tenham sido afetados pelos ataques aéreos dos Estados Unidos contra a Venezuela.

Os consulados-gerais portugueses na capital venezuelana e em Valência disponibilizaram "canais destinados a situações urgentes", nomeadamente contactos telefónicos, correio eletrónico ou através da plataforma de mensagens Whatsapp, "reforçando o compromisso do Estado português com a proteção e assistência" dos cidadãos nacionais.


O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, deverá ser julgado nos Estados Unidos por acusações de terrorismo e tráfico de droga, afirmou hoje a procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi.


Trump afirma que Maduro foi "capturado" após ataque dos EUA ... O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um "ataque em grande escala" no país.

Por LUSA 

Na plataforma Truth Social, Trump adiantou que o Presidente da Venezuela e a respetiva mulher foram transportados para fora do país - o destino não foi revelado - pelas tropas norte-americanas.

"A operação foi realizada em conjunto com as autoridades policiais dos Estados Unidos", referiu Trump na mensagem na rede social Truth Social, em que indicou que daria mais informações hoje numa conferência de imprensa às 11h00 de Mar-a-Lago, na Florida (16h00 em Lisboa).

Múltiplas explosões foram ouvidas e aviões voando a baixa altitude sobre Caracas, a capital, enquanto o Governo de Maduro acusava imediatamente os Estados Unidos de atacar instalações civis e militares. O Governo venezuelano classificou o ataque como "imperialista" e incitou os cidadãos a protestarem nas ruas.

Por esclarecer está saber quem está agora no comando do país, com o paradeiro de Maduro a ser desconhecido.

Trump já vinha ameaçando há meses que poderia em breve ordenar ataques contra alvos em território venezuelano, após várias semanas de ataques a barcos acusados de transportar drogas. Maduro denunciou as operações militares dos EUA como uma tentativa velada de destituí-lo do poder.

Entretanto, indivíduos armados e membros uniformizados de uma milícia civil tomaram as ruas de um bairro de Caracas, há muito considerado um reduto do partido governamental.

Mas noutras áreas da cidade, as ruas permaneceram vazias horas após o ataque. Partes da cidade ficaram sem energia elétrica, mas os veículos circulam livremente.

Entretanto, a Colômbia enviou reforços militares para a fronteira com a Venezuela, após o Presidente colombiano, Gustavo Petro, ter denunciado o ataque com mísseis contra Caracas e pedido uma reunião "imediata" da Organização dos Estados Americanos (OEA).

"Alerta Geral, eles atacaram a Venezuela", escreveu o Presidente colombiano, próximo de Maduro, sublinhando que, quer a OEA quer a ONU, "devem pronunciar-se sobre a "legalidade internacional" dessa "agressão" contra o país vizinho.

Também Cuba condenou o "ataque criminoso" dos Estados Unidos e pede uma tomada de posição da comunidade internacional favorável à Venezuela.

"A nossa #ZonaDePaz está a ser brutalmente atacada" pelos Estados Unidos, frisou o Presidente de Cuba, Manuel Díaz-Canal, na conta pessoal na rede social X.

"#Cuba denuncia e exige uma reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos Estados Unidos à Venezuela. A nossa #Zona de Paz está a ser brutalmente atacada. O terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a nossa América", acrescentou.

Por sua vez, o ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodríguez, condenou veementemente "a contínua agressão militar dos EUA contra a Venezuela".

"Os bombardeamentos e atos de guerra contra Caracas e outros locais do país são atos cobardes contra uma nação que não atacou os Estados Unidos nem qualquer outro país", afirmou Rodriguez.

Entretanto, a televisão estatal iraniana noticiou as explosões em Caracas e mostrou imagens da capital venezuelana. O Irão mantém uma relação próxima com a Venezuela há anos, em parte devido à sua inimizade comum com os EUA.

Até agora, Rússia e China, aliados da Venezuela, não se pronunciaram.


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A Guarda Nacional em colaboração com a Polícia da Ordem Pública, detiveram no início da tarde de 02 de janeiro do ano em curso, 19 pessoas de nacionalidades estrangeiras por suspeita de emigração clandestinas, dos quais 17 se identificaram como malianos, 01 da Gâmbia e 01 da Guiné-Conacri, incluindo 03 mulheres.

De acordo com as informações da Secção de Investigação Criminal da Brigada Costeira, essas pessoas estavam alojadas numa residência arrendada, sita no Bairro Cuntum, em Bissau, cujo proprietário um cidadão nacional que se encontra igualmente sob custódia da GN.
Por  GN-GUARDA NACIONAL

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Brasileiro ruma a Moscovo para ser motorista... e acaba soldado na guerra.... Marcelo Pereira, um brasileiro de 29 anos, recebeu uma proposta de trabalho como motorista em Moscovo. No entanto, ao chegar à Rússia, descobriu que, na verdade, ele tinha sido recrutado como atirador na frente da guerra com a Ucrânia.

Por  noticiasaominuto.com   02/01/2026

Foi em novembro que o engodo teve início. Marcelo Pereira, um brasileiro de 29 anos, que morava em Boa Vista, Roraima, no Norte do Brasil recebeu uma proposta de trabalho de um amigo para ser motorista na Rússia.

As condições - e o salário - eram melhores do que as que tinha no seu emprego no Brasil e, por isso, Marcelo depressa tomou a decisão de se despedir e rumar a Moscovo.

"A gente tinha planos de ter nossa casa e nosso carro", contou a parceira de Marcelo, Gisele, ao g1. Em breve, aliás, planeavam também formalizar o seu casamento.

A mãe de Marcelo, Alessandra, revelou que o casal passava por dificuldades financeiras, com o jovem a ter várias dívidas que lhe chegavam a penhorar o salário. "Ele estava muito perturbado aqui", confessou.

Ao aceitar a proposta, Marcelo obteve o apoio de uma empresa, que nas redes sociais se apresenta como assessoria do exército de Moscovo focada, em particular, na entrada de novos recrutas nas forças armadas russas. Com o seu apoio, Marcelo obteve rapidamente o passaporte e foi-lhe comprado o bilhete de avião.

"Foi tudo muito rápido com essa viagem", afirmou Giselle.

A passagem chegou às mãos do jovem no dia 28 de novembro, com data marcada para dois dias depois, no dia 30, mas foi só a 3 de dezembro que Marcelo chegou a Moscovo. Quase uma semana depois, a 9 de dezembro, contou a Giselle que assinou o contrato com o Ministério da Defesa da Rússia - contrato esse que estava em russo.

"Ele não fala outra língua. Só fala português", revelou Giselle.

As letras cirílicas, indecifráveis aos olhos de Marcelo, não estipulavam o início de um contrato com o ministério como motorista, mas sim como atirador na frente da guerra, munido com um fuzil AK-74.

Ao se aperceber do engano, Marcelo dirigiu-se ao consulado do Brasil na Rússia para tentar retificar a situação e regressar a casa. Contudo, lá ter-lhe-ão dito que "esses casos acontecem" e que ele "não é o primeiro".

Giselle tem conseguido falar esporadicamente com Marcelo, especialmente através do Telegram, onde vai recebendo algumas novidades suas - mas demoram a chegar e são sempre poucas.

"Não estou conseguindo entrar em acordo com o pessoal, pois eles não me entendem e nem eu entendo eles", disse Marcelo numa dessas mensagens. "Já pedi para o subcomandante me tirar daqui e expliquei que vim por uma falsa promessa de emprego civil. Mas eles não me estão dando ouvidos", continuou.

No Brasil, a família de Marcelo também já alertou as autoridades competentes, nomeadamente o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que está a acompanhar o caso, mas ainda sem avanços no processo.

"Tu na luta aí, eu na luta aqui, para nada acontecer. Espero em Deus que o mais rápido possível me tire daqui", pode ler-se numa das mensagens do jovem.

A família acredita que Marcelo esteja em Luhansk - que fica na Ucrânia, mas que está atualmente a ser ocupado pela Rússia - e que seja lá que esteja a receber treino militar.

Em novembro (precisamente no mês em que Marcelo embarcou para a Rússia) a embaixada do Brasil em Moscovo publicou um alerta contra o alistamento voluntário de brasileiros em forças armadas estrangeiras. O aviso surgiu depois de um aumento no número de brasileiros mortos em combate ou que tiveram dificuldade em quebrar contratos com exércitos estrangeiros.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros desmentiu a autenticidade do documento que tem estado a circular sobre a situação de Domingos Simões Pereira junto da CEDEAO…👇

@RTB
TV VOZ DO POVO

O Governo informou à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) que três cidadãos políticos foram libertados pelas autoridades nacionais, em cumprimento das condições legais e operacionais exigidas para a sua saída imediata.

Segundo uma carta enviada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades, João Bernardo Vieira, ao presidente da Comissão da CEDEAO, Omar Alieu Touray, os três cidadãos recusaram, no entanto, abandonar as instalações onde se encontravam detidos. A recusa deveu-se à exigência de que a libertação só ocorreria caso o cidadão Domingos Simões Pereira fosse igualmente libertado.

No mesmo documento, o Governo esclarece que Domingos Simões Pereira permanece detido por estar sujeito a processos judiciais em curso, conforme determinação dos órgãos judiciais competentes, o que, segundo as autoridades, impede a sua libertação imediata.

A missiva sublinha ainda que o Governo da República da Guiné-Bissau reafirma a sua total disponibilidade para continuar a cooperar com a CEDEAO, garantindo transparência, legalidade e pleno respeito pelo Estado de Direito.

A carta foi datada de 2 de janeiro de 2025, em Bissau, e enviada para Abuja, sede da Comissão da CEDEAO.

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CONFERÊNCIA DE IMPRENSA DO MINISTÉRIO DO INTERIOR

Governo Impõe Medidas Rigorosas para Reforçar a Segurança Rodoviária e Acaba com Documento de Livre-Trânsito.

O Governo, através do Ministério do Interior, anunciou esta sexta-feira (02.01) um pacote de medidas duras com vista a reforçar a segurança rodoviária em todo o território nacional. Entre as decisões mais impactantes, destaca-se o fim da emissão e uso do controverso documento de "Livre-Trânsito", frequentemente utilizado para escapar ao controlo policial nas estradas.

Primeiro-Ministro de Transição, Ilídio Vieira Té, visitou nesta sexta-feira (02.01), o Hospital Nacional Simão Mendes .

MINISTRA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REFORÇA AMBIÇÃO PARA 2026

A Ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social efectuou esta sexta-feira, [02.01] uma visita à vários departamentos deste pelouro, no âmbito de boa entrada aos funcionários.

Durante a visita, a Ministra, Assucénia Donate de Barros dirigiu palavras de encorajamento aos colaboradores, reforçando a importância da união, do compromisso e do foco no trabalho, como pilares fundamentais para o bom funcionamento da Administração Pública guineense.

Na ocasião, Donate de Barros desejou um ano de muito empenho, colaboração e resultados positivos, sempre em prol do fortalecimento da Administração Pública e da melhoria dos serviços prestados aos cidadãos.

Por: GABINETE DE COMUNICAÇÃO

A Guiné-Bissau já contou com 24 primeiros-ministros em 52 anos, desde a independência proclamada em 1973.

A Galeria dos Primeiros-Ministros da República da Guiné-Bissau revela uma longa lista de antigos chefes do Governo, sendo que, em alguns casos, as mesmas figuras ocuparam o cargo por 4, 3 ou 2 vezes. 

Esta repetição de lideranças reflete os períodos de instabilidade política vividos pelo país ao longo de mais de cinco décadas, marcadas por golpes de Estado, crises institucionais e uma guerra civil, que condicionaram a continuidade da governação e o desenvolvimento nacional.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO VÍDEO 

Guiné-Bissau - Aumento da criminalidade em Mansaba preocupa líderes comunitários e é associado à delinquência juvenil

Por Radio TV Bantaba

Mansaba, Oio — Líderes comunitários do setor de Mansaba manifestaram preocupação com o aumento da criminalidade na região, fenómeno que, segundo relatos locais, está fortemente ligado à delinquência juvenil. Casos de agressões físicas, roubos, consumo de drogas e alcoolismo entre jovens têm-se tornado mais frequentes, gerando insegurança e apreensão entre os moradores.

A situação foi debatida durante um encontro comunitário dedicado aos temas da delinquência juvenil e da liderança feminina, promovido por organizações locais de promoção da paz. Na ocasião, representantes comunitários alertaram para o agravamento de pequenos furtos que, com o tempo, evoluem para crimes mais graves, afetando a convivência social e a tranquilidade das famílias.

De acordo com a coordenadora do grupo Kumpuduris de Paz de Oio San-Bontche no núcleo de Mansaba, Lalia Tcham, a falta de orientação, o desemprego juvenil e a influência de comportamentos de risco têm contribuído para o envolvimento de jovens em práticas ilícitas. “Há uma necessidade urgente de trabalhar com a juventude, reforçando valores cívicos e alternativas de inclusão social”, defendeu.

Moradores ouvidos pela reportagem relatam medo crescente e pedem maior presença das autoridades, bem como programas de prevenção voltados para educação, formação profissional e apoio psicossocial aos jovens. Para as lideranças locais, a resposta ao problema deve ir além da repressão, apostando no diálogo comunitário e em políticas públicas que criem oportunidades.

O encontro terminou com um apelo à responsabilidade coletiva, envolvendo famílias, escolas, autoridades e organizações da sociedade civil, no sentido de orientar os jovens para a legalidade e promover a paz social em Mansaba.

MOTORISTAS AMEAÇAM PARALISAR TRANSPORTES PÚBLICOS DEVIDO A MULTAS CONSIDERADAS ILEGAIS

Rádio Sol Mansi   02/01/2026

A Federação Nacional das Associações dos Motoristas Transportadores da Guiné-Bissau ameaçou paralisar todos os serviços de transporte público caso persista a cobrança de multas que considera ilegais.
O anúncio foi feito esta sexta-feira , em Bissau, durante uma conferência de imprensa convocada para manifestar o desagrado da organização face às multas de 50.000 francos CFA, aplicadas pelas forças da Guarda Nacional devido à falta de documentação dos veículos.
De acordo com o porta-voz da federação, Marcelino José Same, se o Governo mantiver a cobrança das referidas multas, os motoristas irão suspender as suas atividades como forma de evitar possíveis confrontos com as autoridades.
“Se o Governo continuar a aplicar multas de 50.000 francos CFA, seremos obrigados a parar os nossos serviços para evitar conflitos com as forças de segurança”, afirmou Marcelino Same.
A federação exige ainda que o Governo aplique as coimas em conformidade com a lei, e não de forma arbitrária.
“Pedimos ao Governo que respeite a legislação e que as sanções sejam aplicadas com base no que está previsto na lei”, acrescentou o porta-voz.
Apesar do tom de descontentamento, a organização manifestou abertura ao diálogo com o Executivo, com o objetivo de encontrar uma solução que evite a paralisação.
“Estamos disponíveis para dialogar e encontrar uma saída pacífica para esta situação”, garantiu.
Entretanto, nesta semana festiva, foi possível observar centenas de pessoas a deslocarem-se a pé até ao centro da cidade de Bissau, devido à escassez de transportes públicos, situação que tem causado transtornos à população.

SAÚDE - BALANÇO DO FINAL DE ANO: Durante a quadra festiva, o Hospital Nacional Simão Mendes registou 87 casos, sem qualquer óbito. Segundo o diretor dos Serviços do Banco de Socorro do Hospital, Bubacar Sissé, a situação é menos preocupante quando comparada com o ano transacto, período em que a unidade hospitalar havia registado 136 casos e 1 óbito.

Bissau, 02 de janeiro de 2026 - O Hospital Nacional Simão Mendes, maior unidade hospitalar do país, não registou nenhum óbito durante a “cambansa” de Ano Novo. A informação foi tornada pública pelo diretor do Serviço do Banco de Socorro, Bubacar Sissé, em conferência de imprensa realizada na instituição.

Segundo o responsável, entre os dias 31 de dezembro e 1 de janeiro deram entrada 87 pacientes, sem qualquer perda de vida, um dado considerado encorajador quando comparado com o mesmo período do ano anterior, em que foi registado um óbito.

“De 31 de dezembro a 1 de janeiro registámos 87 casos, sem nenhuma perda de vida. É um facto positivo em relação ao ano passado, quando tivemos um óbito. Esperamos que esta tendência se mantenha, com o cumprimento das regras e celebrações responsáveis”, afirmou Sissé.

Apesar do balanço global positivo, o diretor alertou para o aumento do número de acidentes de viação durante as festividades, passando de oito casos no período 2024/2025 para 15 no atual ano, e apelou ao reforço das medidas de segurança.

“Houve um aumento significativo dos acidentes. Por isso, apelamos às autoridades competentes para reforçarem os controlos, sobretudo nas zonas mais movimentadas, limitando a circulação de viaturas que muitas vezes está na origem de acidentes evitáveis”, sublinhou.

De acordo com os dados divulgados, dos 87 casos registados no Hospital Nacional Simão Mendes, a maioria esteve relacionada com acidentes de viação e agressões físicas. Ainda assim, o número representa uma redução significativa face ao ano anterior, quando a unidade hospitalar registou 136 atendimentos no mesmo período festivo.


"A situação no Donbass está extremamente complicada": russos avançam e ucranianos tentam "consolidar posições

A enviada-especial à Ucrânia Carla Rodrigues faz o ponto da situação do Donbass, numa altura em que as forças ucranianas tentam consolidar posições, à medida que as tropas russas avançam, sobretudo na zona centro e sul do Donbass.

Neurocirurgiões revelam 6 pilares da saúde que ajudam a viver mais tempo... Com o início de um novo ano muitas pessoas aproveitam para estabelecer novas metas, sobretudo em relação à saúde. No entanto, neurocirurgiões revelam o porquê de se colocá-las de lado, focando-se antes em objetivos a longo prazo.

Por noticiasaominuto.com 

São muitos aqueles que aproveitam o início de um ano para estabelecer objetivos e a saúde é sempre um dos temas mais visados. Contudo, conforme realça a Fox News, são poucos aqueles que se mantêm fieis às suas resoluções, acabando por desistir logo na primeira semana. 

A pensar nestas pessoas, dois médicos aconselharam que o melhor é deixar de lado "soluções rápidas", uma vez que o foco deve ser métodos que visem o bem-estar a longo prazo.

Vida saudável: 6 pilares que os especialistas defendem

1. Não se reforme antecipadamente

A reforma pode potenciar o declínio físico e cognitivo, realçou Joseph Maroon, neurocirurgião de 84 anos, sobretudo quando significa o afastamento de atividades com um significado especial. 

"Estudos mostram que o envolvimento contínuo no trabalho — seja em tempo integral, parcial ou mesmo em projetos com propósito — está associado a uma melhor resiliência cognitiva, saúde cardiovascular e longevidade geral", defendeu o médico. 

O ideal - no caso de se querer mesmo reformar - é procurar outros desafios que estimulem o metabolismo cerebral, a neuroplasticidade e a saúde vascular. 

"Por outras palavras: manter-se ativo profissionalmente treina o cérebro, assim como o exercício faz com os músculos", afirmou. 

Não se trata de trabalhar por obrigação, mas com propósito. 

2. Equilibrar os níveis de stress

Maroon, professor de neurocirurgia no Centro Médico da Universidade de Pittsburgh, destaca a importância do controlar o stress para o bem-estar. 

"O segredo é equilibrar as prioridades — trabalho, família e amigos, espiritualidade e exercícios regulares — para reduzir o stress crónico, que, segundo a minha experiência, contribui para problemas como problemas de sono, ansiedade e doenças cardiovasculares", notou. 

"Na minha experiência, esse 'equilíbrio do stress' é fundamental para a saúde e longevidade, podendo também ajudar a reduzir o risco de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer", completou. 

3. Encontre um propósito

Para Efrati, um "forte senso de propósito é um dos indicadores de longevidade mais poderosos e subestimados".

Estudos mostram que pessoas que exercem atividades com significado apresentam níveis mais baixos de inflamação crónica e um risco reduzido de morte prematura. 

"O propósito ativa vias tanto psicológicas, quanto biológicas. Ele influencia a regulação do stress, o equilíbrio imunológico e até mesmo os mecanismos de reparação celular", realça o especialista. 

"Seja qual for o propósito – trabalho, família, criatividade, serviço ou aprendizagem – atua como um estabilizador biológico, dando ao corpo um motivo para investir em manutenção e reparação a longo prazo", completa. 

4. Abrace a espiritualidade

Estudos sugerem que a "prática espiritual ou comunitária regular" está ligada a um risco reduzido de morte prematura, notou Maroon.

"Acredito que possa ser um fator importante para o bem-estar", sublinhou.

"Seja por meio da fé, do serviço ou de uma rotina comunitária consistente, estas práticas podem proporcionar conexão, perspetiva e resiliência", explicou. 

5. Trate os alimentos como combustível

Efrati realça que os alimentos devem ser vistos não apenas como calorias, mas como combustível para a produção e reparação de células.

"Dietas ricas em alimentos integrais e não processados, particularmente a dieta mediterrânica, fornecem os nutrientes que dão apoio à função mitocondrial, à saúde vascular e ao metabolismo cerebral", notou.

"O objetivo não é a restrição, mas sim a nutrição — fornecer ao corpo o que ele precisa para se reparar, se adaptar e prosperar ao longo do tempo", aconselha. 

6. O sono é - mesmo - muito importante

Para o neurocirurgião o sono é um "pilar da saúde cerebral e da longevidade". 

"Quando se dorme bem contribui-se para um metabolismo saudável e para a função imunológica, além de melhorar o humor, a concentração e a resistência ao stress", fez saber. 

"Uma boa noite de sono facilita a manutenção de hábitos diários que protegem a saúde a longo prazo, incluindo melhor nutrição, exercício físico regular e tomada de decisões mais consistentes", completou. 


Os problemas de bexiga podem ser facilmente ignorados, mas podem levar a graves consequências. Evitar esses problema