sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Neurocirurgiões revelam 6 pilares da saúde que ajudam a viver mais tempo... Com o início de um novo ano muitas pessoas aproveitam para estabelecer novas metas, sobretudo em relação à saúde. No entanto, neurocirurgiões revelam o porquê de se colocá-las de lado, focando-se antes em objetivos a longo prazo.

Por noticiasaominuto.com 

São muitos aqueles que aproveitam o início de um ano para estabelecer objetivos e a saúde é sempre um dos temas mais visados. Contudo, conforme realça a Fox News, são poucos aqueles que se mantêm fieis às suas resoluções, acabando por desistir logo na primeira semana. 

A pensar nestas pessoas, dois médicos aconselharam que o melhor é deixar de lado "soluções rápidas", uma vez que o foco deve ser métodos que visem o bem-estar a longo prazo.

Vida saudável: 6 pilares que os especialistas defendem

1. Não se reforme antecipadamente

A reforma pode potenciar o declínio físico e cognitivo, realçou Joseph Maroon, neurocirurgião de 84 anos, sobretudo quando significa o afastamento de atividades com um significado especial. 

"Estudos mostram que o envolvimento contínuo no trabalho — seja em tempo integral, parcial ou mesmo em projetos com propósito — está associado a uma melhor resiliência cognitiva, saúde cardiovascular e longevidade geral", defendeu o médico. 

O ideal - no caso de se querer mesmo reformar - é procurar outros desafios que estimulem o metabolismo cerebral, a neuroplasticidade e a saúde vascular. 

"Por outras palavras: manter-se ativo profissionalmente treina o cérebro, assim como o exercício faz com os músculos", afirmou. 

Não se trata de trabalhar por obrigação, mas com propósito. 

2. Equilibrar os níveis de stress

Maroon, professor de neurocirurgia no Centro Médico da Universidade de Pittsburgh, destaca a importância do controlar o stress para o bem-estar. 

"O segredo é equilibrar as prioridades — trabalho, família e amigos, espiritualidade e exercícios regulares — para reduzir o stress crónico, que, segundo a minha experiência, contribui para problemas como problemas de sono, ansiedade e doenças cardiovasculares", notou. 

"Na minha experiência, esse 'equilíbrio do stress' é fundamental para a saúde e longevidade, podendo também ajudar a reduzir o risco de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer", completou. 

3. Encontre um propósito

Para Efrati, um "forte senso de propósito é um dos indicadores de longevidade mais poderosos e subestimados".

Estudos mostram que pessoas que exercem atividades com significado apresentam níveis mais baixos de inflamação crónica e um risco reduzido de morte prematura. 

"O propósito ativa vias tanto psicológicas, quanto biológicas. Ele influencia a regulação do stress, o equilíbrio imunológico e até mesmo os mecanismos de reparação celular", realça o especialista. 

"Seja qual for o propósito – trabalho, família, criatividade, serviço ou aprendizagem – atua como um estabilizador biológico, dando ao corpo um motivo para investir em manutenção e reparação a longo prazo", completa. 

4. Abrace a espiritualidade

Estudos sugerem que a "prática espiritual ou comunitária regular" está ligada a um risco reduzido de morte prematura, notou Maroon.

"Acredito que possa ser um fator importante para o bem-estar", sublinhou.

"Seja por meio da fé, do serviço ou de uma rotina comunitária consistente, estas práticas podem proporcionar conexão, perspetiva e resiliência", explicou. 

5. Trate os alimentos como combustível

Efrati realça que os alimentos devem ser vistos não apenas como calorias, mas como combustível para a produção e reparação de células.

"Dietas ricas em alimentos integrais e não processados, particularmente a dieta mediterrânica, fornecem os nutrientes que dão apoio à função mitocondrial, à saúde vascular e ao metabolismo cerebral", notou.

"O objetivo não é a restrição, mas sim a nutrição — fornecer ao corpo o que ele precisa para se reparar, se adaptar e prosperar ao longo do tempo", aconselha. 

6. O sono é - mesmo - muito importante

Para o neurocirurgião o sono é um "pilar da saúde cerebral e da longevidade". 

"Quando se dorme bem contribui-se para um metabolismo saudável e para a função imunológica, além de melhorar o humor, a concentração e a resistência ao stress", fez saber. 

"Uma boa noite de sono facilita a manutenção de hábitos diários que protegem a saúde a longo prazo, incluindo melhor nutrição, exercício físico regular e tomada de decisões mais consistentes", completou. 


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