© Lusa 05/07/2026
Netanyahu rejeitou uma notícia publicada esta semana pelo jornal "Israel Hayom", que apontava para o lançamento de um programa-piloto para gerir "abrigos humanitários" - um prelúdio para habitações permanentes - em zonas da Faixa de Gaza que não estão sob o controlo do Hamas, como Tel Sultan, perto de Rafá, no sul do enclave, sob controlo do exército israelita.
"Não haverá reconstrução em Gaza sem a desmilitarização da Faixa", afirmou o primeiro-ministro no início da reunião semanal do Conselho de Ministros.
O Conselho de Paz de Gaza, liderado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se no início da semana em Chipre, num contexto de abrandamento das iniciativas destinadas a tentar, de alguma forma, atenuar a enorme crise humanitária no enclave e consolidar um cessar-fogo acordado em outubro, que tem sido interrompido em numerosas ocasiões pelo exército israelita.
Os esforços de reconstrução e os planos para substituir o Hamas por um comité de tecnocratas palestinianos encontram-se praticamente paralisados.
O Hamas deixou a porta aberta à possibilidade de entregar as armas, mas em caso algum o fará perante este comité, que considera um fantoche de Washington e de Telavive, ou sem o consenso das fações palestinianas.
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O chefe do exército israelita prometeu, hoje, uma ação "decisiva" contra o movimento armado pró-iraniano Hezbollah, durante uma visita às suas tropas nas proximidades do castelo de Beaufort, no sul do Líbano.


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