segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Maduro já está no tribunal em Nova Iorque. As imagens da transferência... Nicolás Maduro vai ser hoje presente a tribunal para responder à acusação de narcoterrorismo. Nas últimas fotografias tiradas ao agora ex-presidente da Venezuela este foi visto a sorrir a caminho da audiência.

Por noticiasaominuto.com 

Nicolás Maduro já foi transferido do centro de detenção para o tribunal de Nova Iorque, onde está agendada uma audiência, às 17h00 de Lisboa. O presidente venezuelano vai responder às acusações de narcoterrorismo usadas pelo governo de Trump para justificar a sua captura e extradição para os Estados Unidos.

Maduro e Cilia Flores, a sua mulher, foram levados de helicóptero para o tribunal em Manhattan.

A Reuters captou o momento, sendo estas as imagens mais recentes de Maduro, depois de ter sido capturado (pode vê-las na galeria).

Nas fotografias é possível ver o momento em que Maduro chega a um heliporto, em Nova Iorque. Depois disso, foi escoltado até uma carrinha.

A chegada ao tribunal fez num veículo blindado, refere a CNN internacional. O veículo foi filmado a entrar em marcha-atrás num edifício ladeado por agentes da DEA (Administração de Controlo de Drogas, na sigla em português).

O ex-líder venezuelano e a mulher vão ser ouvidos pelo juiz federal Alvin K. Hellerstein, de 92 anos, 

Maduro passou a noite num centro de detenção em Nova Iorque depois de ter sido capturado por militares norte-americanos em Caracas, conforme relataram autoridades dos Estados Unidos. 

Prisão é descrita como um inferno

A prisão de Brooklyn onde o presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, é descrita como "o inferno na terra" por muitos dos detidos e condenados que por lá passaram. O estabelecimento prisional, aliás, tem tantos problemas (de segurança e saúde) que certos juízes se recusam a enviar reclusos para as instalações.

Aberto no início dos anos 90, o Centro de Detenção Metropolitano (conhecido pela sigla MDC, em inglês), alberga, neste momento, 1.300 prisioneiros - uma descida considerável dos 1.580 que tinha em janeiro de 2024.

A prisão, localizada perto de um centro comercial numa zona industrial e perto da linha costeira, tem sido frequentemente descrita como "inferno na terra" e uma "tragédia em curso"

A captura de Nicolás Maduro

Os Estados Unidos lançaram no sábado "um ataque em grande escala contra a Venezuela" para capturar e julgar o líder venezuelano e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Horas depois do ataque, e não sendo ainda claro quem vai dirigir o país após a queda de Maduro, o presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.

Nicolás Maduro e a sua mulher, Cília Flores, foram transportados para Nova Iorque e o ex-presidente vai comparecer hoje num tribunal em Manhattan.

A vice-presidente, Delcy Rodriguez, assumiu a Presidência interina do país.

A comunidade internacional dividiu-se entre a condenação ao ataque dos Estados Unidos a Caracas e saudações pela queda de Maduro e o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que a ação militar dos EUA poderá ter "implicações preocupantes" para a região.


Leia Também: "Inferno na terra". A prisão onde Nicolás Maduro está detido

Nicolás Maduro, o presidente deposto da Venezuela, está detido numa prisão de Brooklyn descrita como um "inferno na terra" e uma "tragédia em curso". A prisão tem tantos problemas que alguns juízes se recusam a enviar reclusos para as instalações.


Hospital Nacional Simão Mendes: TÉCNICOS ESTAGIÁRIOS SOB AMEAÇA DE SUSPENSÃO

Por  RSM 5/01/2026

Os técnicos de saúde estagiários afetos ao Hospital Nacional Simão Mendes (HNSM) afirmam estar sob ameaça de suspensão das suas funções, na sequência de um despacho do Ministério da Saúde.

A informação foi avançada à Rádio Sol Mansi por Singhaté Dam Cabi, porta-voz do grupo de estagiários, que denunciou o clima de incerteza e preocupação vivido pelos jovens profissionais no maior centro hospitalar do país.

Segundo Dam Cabi, a decisão de suspender os estagiários terá partido do próprio Ministério da Saúde, sem que, até ao momento, tenha sido comunicado qualquer motivo concreto aos visados.

Questionado sobre as razões da eventual suspensão, o porta-voz explicou que o grupo ainda não recebeu qualquer notificação oficial que esclareça as causas da medida.

A Rádio Sol Mansi tentou ouvir a direção do Hospital Nacional Simão Mendes para obter esclarecimentos, mas sem sucesso. A responsável pelos Recursos Humanos informou que o diretor da instituição se deslocou ao Ministério da Saúde precisamente para tratar deste assunto.

Entretanto, o porta-voz dos estagiários apelou aos colegas para se manterem em casa caso a decisão venha a ser oficialmente confirmada.

“Pedimos a todos os técnicos estagiários que aguardem em casa até que haja esclarecimentos oficiais”, reforçou Singhaté Dam Cabi.

Fontes contactadas pela Rádio Sol Mansi indicaram que a medida poderá estar relacionada com um processo de controlo dos efetivos e dos contratados que não se encontram a exercer funções de forma regular.

A possível suspensão dos estagiários está a gerar preocupações quanto ao funcionamento normal dos serviços hospitalares, bem como ao futuro profissional de dezenas de jovens técnicos que têm desempenhado um papel importante no apoio às unidades de saúde do país.

Dinamarca avisa que ataque dos EUA a país da NATO seria "fim de tudo"... A primeira-ministra dinamarquesa alertou hoje que um ataque norte-americano a um país da NATO seria "o fim de tudo", comentando a reafirmação do Presidente dos EUA, Donald Trump, da intenção de anexar a Gronelândia.

Por  LUSA  05/01/2026

"Se os Estados Unidos optarem por atacar militarmente outro país da NATO, será o fim de tudo, incluindo da nossa NATO e, por conseguinte, da segurança estabelecida desde o final da Segunda Guerra Mundial", disse Mette Frederiksen à estação televisiva TV2, classificando a situação como grave.

A chefe do Governo dinamarquês afirmou estar a fazer "tudo o que for possível" para impedir uma escalada, rejeitando as alegações de Washington sobre falhas de segurança no Ártico e sublinhando que a Dinamarca alocou cerca de 90 mil milhões de coroas (1,2 mil milhões de euros) à segurança na região até 2025.

O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, reagiu no domingo com um "já chega!", reiterando que o território (tutelado pela Dinamarca) não está à venda e pretende decidir o seu próprio futuro.

Questionado pela revista The Atlantic sobre as implicações para a Gronelândia do ataque militar norte-americano à Venezuela de sábado passado, Trump afirmou que caberia aos aliados avaliar a situação, reiterando depois que os Estados Unidos "precisam da Gronelândia do ponto de vista da segurança nacional".

A representante da Gronelândia no Parlamento dinamarquês, Aaja Chemnitz, considerou "essencial estar preparado para todos os cenários", incluindo ameaças externas ou sabotagens a infraestruturas estratégicas.

Hoje, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China instou Washington a deixar de usar a "ameaça chinesa" como pretexto para ganhos estratégicos, após Trump ter denunciado alegada presença de navios russos e chineses junto à costa da Gronelândia.

Os líderes europeus manifestaram apoio à Dinamarca e à Gronelândia, com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, a solidarizar-se com Copenhaga, enquanto a Comissão Europeia apelou ao respeito pelos princípios da soberania e da integridade territorial.

A tensão intensificou-se após a nomeação, no final de dezembro, de um enviado especial norte-americano para a Gronelândia e depois de uma publicação nas redes sociais associada à Casa Branca sugerir uma futura anexação.

Segundo uma sondagem divulgada em janeiro de 2025, 85% dos gronelandeses opõem-se à anexação aos Estados Unidos, contra apenas 6% favoráveis.


Leia Também: Anexação da Gronelândia? "Estamos a falar de um cenário 'horribilis'"

O especialista e consultor da NATO Manuel Poêjo Torres defendeu hoje que a eventual anexação da Gronelândia, controlada pela Dinamarca, pelos Estados Unidos deixará a organização paralisada, já que os dois Estados são membros da Aliança Atlântica.


Transportadores aplaudem fim das cobranças ilegais... O vice-presidente da Associação dos Transportadores reagiu com entusiasmo às novas medidas do Governo, considerando-as um passo decisivo para acabar com a corrupção e o caos no setor. Em destaque, a ordem clara dada pelo Executivo: nenhum transportador deve pagar qualquer valor nas mãos de indivíduos, reforçando que os únicos pagamentos válidos são os feitos diretamente no Tesouro Público.

Governo Declara Tolerância Zero no Setor dos Transportes: Fim dos "Documentos Livres" e Reforço de Fiscalização

O Governo, liderado pelo Primeiro-Ministro Ilídio Vieira Té, anunciou medidas rigorosas para pôr fim à desordem no setor dos transportes públicos. Durante uma reunião com operadores, reguladores e forças de segurança, foi decretado o fim definitivo dos chamados “todos os documentos” e imposta a obrigatoriedade de circulação apenas com viaturas legalizadas e seguradas.

O Ministro do Comércio e Indústria visitou hoje a Direção-Geral da Indústria, no quadro da implementação do Programa de Emergência para o setor industrial. Durante o encontro com os técnicos da Indústria, Jaimantino Có apresentou os objetivos definidos pelo Governo, com vista à revitalização do setor industrial, que enfrenta atualmente condições difíceis, reafirmando o compromisso do Executivo em relançar a produção nacional e fortalecer a economia do país.

Governo reforça legalidade e segurança rodoviária no sector dos transportes públicos

Bissau – O Governo, sob a presidência do Primeiro-Ministro, Ilídio Vieira Té, realizou uma reunião alargada dedicada à situação dos transportes públicos, envolvendo instituições públicas, forças de segurança, entidades reguladoras, seguradoras, operadores privados e associações profissionais do sector.

No encontro, o Chefe do Governo sublinhou que a mobilidade nacional deve assentar no respeito rigoroso pela lei, na segurança rodoviária e na protecção da vida humana. Ilídio Vieira Té afirmou que o Estado não pode tolerar práticas que fragilizam a autoridade pública, nomeadamente a emissão ilegal de documentos e a circulação de viaturas sem os requisitos legais exigidos.

O Governo reiterou o fim definitivo dos chamados “todos os documentos” e determinou a obrigatoriedade de todas as viaturas circularem devidamente documentadas e seguradas. Foi igualmente anunciado o reforço das acções de fiscalização, que passarão a ser realizadas de forma periódica e também de surpresa.

O Primeiro-Ministro determinou ainda que nenhuma viatura importada poderá sair dos parques das Alfândegas sem o cumprimento integral das normas legais em vigor, tendo ordenado às Direcções-Gerais competentes o cumprimento rigoroso desta orientação. Face a fortes indícios de irregularidades, foi também anunciada a abertura de investigações às escolas de condução e à Direcção-Geral de Viação.

No plano operacional, o Executivo decidiu proibir as operações de carga e descarga de grandes camiões durante o período diurno, passando estas a ocorrer exclusivamente à noite, com o objectivo de reduzir congestionamentos e riscos na circulação rodoviária.

As preocupações apresentadas pelos sindicatos e operadores do sector foram escutadas, tendo o Governo reafirmado a sua disponibilidade para o diálogo, desde que este decorra no respeito pela legalidade. Foi ainda destacada a necessidade de reforçar a coordenação institucional, promover campanhas de sensibilização e melhorar o comportamento e a formação dos condutores de transporte público.

O Governo assegurou que as medidas adoptadas não têm como objectivo o aumento de receitas, mas sim a garantia da ordem pública, da segurança rodoviária e da defesa do interesse nacional, reiterando o compromisso de continuar a reformar o sector dos transportes públicos com responsabilidade, firmeza e sentido de Estado.

COMUNICAÇÃO DE DESVINCULAÇÃO DE MILITÂNCIA – MADEM-G15... O Deputado Nhina Mendes Pereira, até então Coordenador Regional do MADEM-G15 na Região de Cacheu, decidiu desvincular-se do partido, juntamente com toda a estrutura regional do MADEM na Região de Cacheu.

Esta decisão marca o fim da sua militância política no MADEM-G15 e representa uma tomada de posição coletiva, assumida de forma consciente e responsável.



"Não acredito". Trump defende que Kyiv não atacou residência de Putin... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que a Ucrânia tenha realizado um ataque contra a residência do presidente russo, Vladimir Putin. A afirmação vem após a divulgação de um relatório da CIA que não encontrou provas do suposto ataque.

Por noticiasaominuto.com 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite de domingo, que não acredita que a Ucrânia tenha levado a cabo o ataque contra a residência do presidente russo, Vladimir Putin.

Em declarações aos jornalistas a bordo do seu Air Force One, o chefe de Estado considerou que "aconteceu algo lá perto", mas que as autoridades norte-americanas não encontraram provas de que a casa tinha sido o alvo.

"Eu não acredito que o ataque tenha acontecido", disse taxativamente.

A afirmação de Trump vem dias depois de ser conhecido o relatório da CIA ao incidente, onde fica registado que não foram encontradas provas do alegado ataque. Os serviços de informação de Washington concluíram que Kyiv tinha como alvo um objetivo militar na região de Novgorod (onde se encontra a residência de Putin) e não a casa do líder russo.

Rússia diz que ataque aconteceu a 29 de dezembro. Trump "muito zangado"

O alegado ataque, segundo Moscovo, aconteceu no passado dia 29 de dezembro durante a noite, pouco depois de Volodymyr Zelensky se ter reunido com Donald Trump na Flórida para discutir o plano de paz para a Ucrânia.

"Na noite de 28 para 29 de dezembro de 2025, o regime de Kyiv lançou um ataque terrorista e, para isso, utilizou 91 drones de longo alcance contra a residência presidencial russa na região de Novgorod", anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov.

Na mesma declaração, o governante disse também que a "posição de negociação da Rússia será revista à luz da tentativa de Kyiv de atacar a residência presidencial russa" e alertou ainda que as "ações imprudentes" da Ucrânia "não vão ficar sem resposta".

A Ucrânia reagiu rapidamente às acusações, defendendo desde a primeira hora que não tinha atacado a residência do presidente da Rússia, e acusando Moscovo de "inventar" o incidente para justificar futuros ataques e prejudicar as negociações de paz.

"Esta suposta história do 'ataque à residência' é uma completa invenção destinada a justificar ataques adicionais contra a Ucrânia, incluindo Kyiv - assim como a própria recusa da Rússia em tomar as medidas necessárias para pôr fim à guerra. Típicas mentiras russas", afirmou Zelensky na rede social X.

do lado norte-americano, Donald Trump, numa reação inicial, tinha dito estar "muito zangado" com o ataque: "Não gostei. Não é bom. Ouvi falar disso esta manhã. O presidente Putin contou-me. Ele disse que o atacaram, não é bom".

E acrescentou: "Uma coisa é ser ofensivo porque eles [os russos] são ofensivos. Outra coisa é atacar a casa dele. Não é o momento certo para isso. Fiquei muito zangado".

CEDEAO evita condenar ataque dos Estados Unidos à Venezuela... A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) reconheceu hoje o direito dos Estados de combater o crime internacional e evitou condenar diretamente o ataque norte-americano à Venezuela.

Por LUSA 

Em comunicado, a organização apelou ao respeito pela soberania e integridade territorial da Venezuela, tal como consagrado no direito internacional, especialmente na Carta das Nações Unidas.

O bloco regional africano constituído por 12 membros disse ainda que apoia integralmente a declaração da União Africana (UA) que apelou à moderação e ao diálogo inclusivo com o povo venezuelano. 

A União Africana evitou também condenar diretamente a agressão dos Estados Unidos, embora tenha apelado ao respeito pela ordem internacional e afirmado que os problemas internos da Venezuela devem ser resolvidos através do diálogo.

Por outro lado, outros países africanos reagiram ao ataque de Washington, como a África do Sul, que declarou que as ações minaram o princípio da igualdade entre as nações.

Para o Governo do Gana o ataque norte-americano evocou a era colonial e imperialista e estabelece "um precedente perigoso" para a ordem mundial.

Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Venezuela, Yván Gil Pinto, afirmou através das redes que recebeu mensagens de apoio de Angola, Namíbia, Burkina Faso, Libéria, Chade, Níger, Gâmbia e Burundi.

No sábado, as forças militares norte-americanas realizaram com êxito um ataque contra a Venezuela, capturando o Presidente do país, Nicolás Maduro, e a mulher, a congressista Cilia Flores.

Maduro e Flores foram transferidos para o Centro de Detenção Metropolitano de Brooklyn, em Nova Iorque, Estados Unidos, e devem comparecer hoje pela primeira vez em tribunal, onde vão enfrentar várias acusações relacionadas com tráfico de droga e corrupção.



O tipo de dieta que pode aumentar risco de cancro do fígado... Segundo um novo estudo, existe uma dieta que pode estar a aumentar o risco de cancro do fígado. O problema pode estar no consumo em excesso de gordura e menos carboidratos.

Por noticiasaominuto.com 

De acordo com um estudo publicado na revista Cell existe um tipo de dieta que pode aumentar o risco de cancro do fígado. Em causa poderá estar o consumo de gordura em excesso e a falta de alguns carboidratos. A doença pode acabar por aparecer ao longo de 20 anos.

Em causa, segundo a investigação, está a dieta cetogénica. Algumas pessoas afirmam que pode ajudar na perda de peso sem a sensação de fome. Contudo, os cientistas descobriram que este tipo de regime rico em gordura pode acabar por alterar as células do fígado e aumentar o risco de cancro.

O estudo aponta que quando o fígado é exposto a uma dieta rica em gordura, as células passam para um estado mais primitivo. É uma mudança que pode acabar tornar as células mais vulneráveis.

“Se as células forem forçadas a lidar repetidamente com um fator de stress, como uma dieta rica em gordura, farão coisas que as ajudam a sobreviver, mas com o risco de maior", explicou o professor Alex Shalek, aqui citado pelo Daily Mail.

Cancro do fígado pode aumentar com esta dieta

A dieta cetogénica envolve o evitar por completo a ingestão de carboidratos para que o organismo queime a gordura armazenada no corpo de forma a obter energia e ajudar à perda de peso.

Segundo os resultados obtidos, dietas que sejam ricas em gordura estão associadas à esteatose hepática, com o excesso de gordura no fígado que pode levar à inflamação.

"Isto realmente parece uma troca, priorizando o que é bom para a célula individual sobreviver em um ambiente de stress, em detrimento do que o tecido coletivo deveria estar a fazer", continua Constantine Tzouanas.

Pela saúde do seu fígado, veja o que deve ter sempre em casa

Ao agregador de blogues HuffPost, a especialista em nutrição Ana Luzón revela alguns dos alimentos em que deve apostar para evitar inflamações e doenças graves no fígado.

Em primeiro lugar, explica que vegetais como brócolos, couve-flor e couves de Bruxelas são perfeitos. "Promovem a desintoxicação e reduzem o stress oxidativo."

Por outro lado, o alho e a cebola também são perfeitos. "Estimulam as enzimas hepáticas que são responsáveis por eliminar as toxinas." Aposte também em frutas cítricas e ainda em cozinhar com azeite.

Alimentos ricos em ómega-3 são outros nos que deve apostar. É o caso do salmão, da cavala, sardinha ou dos frutos secos. Tenha ainda em casa aveia e grãos integrais.

O chá verde é mais um dos alimentos que vão fazer a diferença. "Ajuda a reduzir a gordura acumulada." Frutos vermelhos, como mirtilos e amoras, deixam também o fígado protegido.

Por fim, explica que não se deve esquecer das leguminosas, da curcuma e do gengibre.

Taiwan com média diária de 2,6 milhões de ciberataques da China em 2025... Taiwan sofreu, em média, 2,63 milhões de ciberataques diários China continental, em 2025, um aumento de 6% em termos anuais, segundo um relatório da Agência Nacional de Segurança da ilha (NSB), que responsabiliza o "exército cibernético" chinês.

Por LUSA 

Divulgado no domingo, o relatório acusa as forças de ciberespionagem chinesas de conduzirem ataques à "infraestrutura crítica" taiwanesa através de "táticas diversas e em constante evolução".

No total, Taiwan registou mais de 960 milhões de ciberataques ao longo de 2025 -- mais do dobro face a 2023 --, com particular incidência nos setores da energia e dos serviços de emergência e saúde, que registaram aumentos de 1.000% e 54%, respetivamente.

Entre as quatro principais táticas identificadas estão a exploração de vulnerabilidades em 'software' e 'hardware', ataques de negação de serviço (DDoS), "engenharia social" e ataques à cadeia de fornecimento.

"Os ataques que exploram vulnerabilidades em sistemas representaram mais de metade das operações de pirataria da China, demonstrando um esforço crescente para utilizar estas falhas como arma", lê-se no documento.

A NSB indica ainda que muitos destes ataques ocorreram em paralelo com ações de coerção política e militar, incluindo patrulhas militares chinesas em torno de Taiwan, mostrando "correlação direta" entre atividades cibernéticas e exercícios de combate.

"A China intensificou as operações de pirataria durante cerimónias oficiais em Taiwan, declarações governamentais importantes ou visitas ao estrangeiro de altos responsáveis", acrescenta o relatório, apontando maio -- mês do primeiro aniversário da tomada de posse do Presidente William Lai -- como ponto alto da atividade cibernética.

Taiwan tem denunciado, nos últimos anos, o aumento de táticas na chamada "zona cinzenta" por parte de Pequim, incluindo o envio de balões de vigilância além da linha média do Estreito, disseminação de desinformação e ataques a dados sensíveis, visando pressionar o Governo e semear medo na população.

Pequim considera Taiwan uma "província rebelde" e parte inalienável do seu território, não descartando o uso da força para a reunificação. Taipé rejeita esta posição, afirmando que apenas os seus 23 milhões de habitantes podem decidir o futuro político da ilha.


Leia Também: Taiwan diz estar a acompanhar com "muita atenção" a situação na Venezuela

Taiwan afirmou hoje estar a acompanhar "com muita atenção" a situação política, económica e social na Venezuela, após a operação militar norte-americana que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da esposa, Cilia Flores, no sábado.


Preço do petróleo bruto cai após intervenção dos EUA na Venezuela... Descida surge após o Trump ter exigido 'acesso total' aos recursos naturais da Venezuela e a OPEP+ ter confirmado a manutenção dos níveis de produção. O Secretário de Estado dos EUA não esconde interesse no petróleo bruto, defendendo que as "refinarias na Costa do Golfo dos EUA são as melhores para o efeito".

Por sicnoticias.pt

Os preços do petróleo caíram esta segunda-feira, após o Presidente dos EUA ter exigido "acesso total" aos recursos naturais da Venezuela, e de a OPEP+ confirmar a manutenção dos níveis de produção até abril.

O Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, descia 0,6% às 06:00 (hora de Lisboa, para cerca de 60,4 dólares (51,67 euros) por barril, enquanto o West Texas Intermediate, referência nos EUA, descia 0,5% antes da abertura formal do mercado, para cerca de 57 dólares (48,76 euros) por barril.

Os preços do petróleo tinham subido no início da sessão, mas caíram nas horas seguintes.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu, no domingo, à nova líder venezuelana, Delcy Rodríguez, "acesso total" aos recursos naturais da Venezuela.

"O que precisamos [de Delcy Rodríguez] é de acesso total. Acesso total ao petróleo e a outras coisas no país que nos permitirão reconstruir o país", sublinhou.

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, explicou que um dos principais interesses da Administração Trump é refinar o petróleo bruto pesado da Venezuela, o país com as maiores reservas de petróleo do mundo, nas refinarias dos EUA.

"As nossas refinarias na Costa do Golfo dos EUA são as melhores para refinar este petróleo bruto pesado. De facto, tem havido escassez de petróleo bruto pesado em todo o mundo, por isso penso que haveria uma enorme procura e interesse por parte da indústria privada se lhes fosse dada a oportunidade de o fazer", disse Rubio à televisão norte-americana ABC News.

Horas antes, a OPEP+, que agrupa os membros da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e outras potências petrolíferas como a Rússia, tinha confirmado a decisão de manter estável a oferta de petróleo bruto pelo menos até abril, sem reagir à captura do Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, pelos EUA.

A decisão foi tomada numa breve teleconferência no domingo pelos ministros da Energia e do Petróleo da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.

Estes oito países implementaram cortes voluntários na produção em 2023 para sustentar os preços. No entanto, em abril de 2025, começaram a inverter gradualmente essas reduções com aumentos mensais, numa mudança estratégica para recuperar a quota de mercado.

O aumento total entre abril e dezembro ascendeu a 2,9 milhões de barris por dia, o que representa cerca de 2,8% da produção mundial.


Foi no arranque do ano, este sábado, que o mundo acordou com a notícia de que os Estados Unidos tinham lançado um "ataque em grande escala" contra Caracas e capturado o presidente Nicolás Maduro. Dois dias volvidos e a pergunta que fica é: terão os EUA consequências? Especialistas em direito internacional acreditam que serão residuais.


Trump diz que "muitos cubanos" morreram na operação contra Maduro... O presidente dos Estados Unidos afirmou no domingo que um grande número de membros da equipa de segurança cubana de Nicolás Maduro foram mortos durante a captura do líder venezuelano.

Por LUSA 

Donald Trump lamentou as mortes e revelou que as forças de segurança que protegiam Maduro sofreram pesadas baixas durante a operação norte-americana.

"Muitos cubanos morreram ontem [sábado] a proteger Maduro", disse Trump, a caminho da Casa Branca. A segurança de Maduro era composta por um grande número de agentes cubanos.

Havana confirmou no domingo que 32 cubanos, incluindo militares, foram mortos no ataque.

Fontes venezuelanas citadas pelo jornal norte-americano New York Times revelaram que 80 pessoas morreram na operação na Venezuela, enquanto as autoridades de Washington indicaram que meia dúzia de soldados norte-americanos ficaram feridos, embora Trump não tenha confirmado estes números.

As autoridades venezuelanas não confirmaram quantas pessoas foram mortas ou feridas durante os ataques, mas o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, disse que "uma grande parte" da equipa de segurança de Maduro foi morta "a sangue frio" e que estavam a reunir informações sobre as vítimas.

O ministro venezuelano dos Negócios Estrangeiros, Yván Gil, também denunciou a morte de civis e militares perante a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC).

"O direito internacional humanitário foi violado ao realizar ataques que causaram a morte de pessoas que não participaram das hostilidades, violando os princípios de distinção, proporcionalidade e necessidade militar", disse o responsável.

Os Estados Unidos lançaram no sábado "um ataque em grande escala contra a Venezuela" para capturar e julgar o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Horas depois do ataque, e não sendo ainda claro quem vai dirigir o país após a queda de Maduro, o presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.

Nicolás Maduro e a mulher foram transportados para Nova Iorque e o ex-presidente vai comparecer hoje num tribunal em Manhattan.

A vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assumiu a presidência interina do país.

A comunidade internacional dividiu-se entre a condenação ao ataque dos Estados Unidos a Caracas e saudações pela queda de Maduro e o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que a ação militar dos EUA poderá ter "implicações preocupantes" para a região.


Leia TambémChina rejeita papel dos EUA como "juiz do mundo" após captura de Maduro

O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, afirmou hoje que a China "não aceitará que nenhum país se assuma como juiz do mundo", após a detenção do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, numa operação norte-americana.


domingo, 4 de janeiro de 2026

Guiné-Conacri: Mamadi Doumbouya foi oficialmente declarado vencedor das eleições presidenciais

Por TV VOZ DO POVO _ AFP

A Suprema Corte da Guiné Conacry confirmou este domingo a vitória de Mamadi Doumbouya nas eleições presidenciais de 28 de dezembro. O líder da junta venceu no primeiro turno com 86,72% dos votos, de acordo com os resultados finais.

Chefe da junta general Mamadi Doumbouya, venceu amplamente o primeiro turno das eleições presidenciais de 28 de dezembro, de acordo com os resultados finais anunciados no domingo, 4 de janeiro, pela Suprema Corte, uma coroa sem suspense.

No final desta eleição adaptada para ele - os tenores da oposição no exílio foram excluídos da votação, em um contexto de forte estreitamento das liberdades -, o general Doumbouya legitima seu reinado indivisível sobre a Guiné Conacry que ele lidera com mão de ferro desde um golpe de Estado em setembro de 2021 que derrubou o presidente civil Alpha Condé.

Apesar de sua promessa de devolver o poder aos civis no final de um período de transição, Mamadi Doumbouya concorreu a esta eleição, que venceu sem fazer campanha no campo e sem grandes oponentes. Esta eleição presidencial deve completar o retorno à ordem constitucional, quatro anos após a tomada do poder pelos militares.

"O Sr. Mamadi Doumbouya, candidato independente, recebeu 86,72% dos votos", anunciou no domingo à noite o primeiro presidente da Suprema Corte, Fodé Bangoura, durante uma audiência para proclamar os resultados finais que confirmam a pontuação do candidato dada na terça-feira à noite quando o anúncio dos resultados provisórios pelo órgão que supervisiona as eleições.

Mandato de sete anos

O primeiro presidente do Tribunal proclamou então "o candidato Mamadi Doumbouya eleito presidente da República da Guiné Conacry por um mandato de sete anos". O general Doumbouya enfrentou oito adversários pouco conhecidos do público em geral.

De acordo com esses resultados finais, Abdoulaye Yéro Baldé, líder da Frente Democrática da Guiné (Frondeg), ficou em segundo lugar com 6,59% dos votos, pontuação também inalterada em relação aos resultados provisórios.

Fodé Bangoura indicou que o candidato Baldé, que havia apresentado um recurso contestando os resultados provisórios perante o Supremo Tribunal, "desistiu voluntariamente deste recurso" no sábado em uma carta.

Colosso de 41 anos, Mamadi Doumbouya prometeu "paz e estabilidade" aos cerca de 13 milhões de guineenses em seu clipe de campanha, o único discurso do líder da junta que fez apenas uma breve aparição de uma hora em uma reunião no último dia da campanha. Mamadi Doumbouya também não tomou a palavra para enviar seus votos aos guineenses para o ano novo.

Investigação a corte de cabo na Finlândia confirma marcas de arrasto do navio... A investigação ao Fitburg, navio com bandeira de São Vicente e Granadinas suspeito de danificar um cabo submarino de telecomunicações entre a Finlândia e a Estónia, encontrou marcas de arrasto no fundo do mar, informou hoje a polícia finlandesa.

Por  LUSA 

"As investigações marítimas descobriram uma marca de arrasto com dezenas de quilómetros de comprimento", indicou a polícia numa informação sobre os últimos avanços da investigação ao corte do cabo submarino de telecomunicações, desenvolvida no Golfo da Finlândia com o apoio das Forças Armadas, da Guarda de Fronteira e das autoridades da Estónia.

"As investigações subaquáticas examinaram, entre outras coisas, marcas de arrasto no leito marinho que parecem coincidir com a rota do navio", precisou a polícia no comunicado, divulgado pela agência EFE.

As análises indicaram que "há motivos para suspeitar que a âncora e a corrente da âncora do Fitburg foram arrastadas antes de chegar ao ponto de danos no cabo da Elisa".

Desde o início da invasão russa à Ucrânia, em fevereiro de 2022, o país nórdico sofreu vários incidentes em que infraestruturas submarinas críticas foram danificadas em circunstâncias estranhas e que Helsínquia atribui a ataques híbridos orquestrados por Moscovo.

Na quarta-feira da semana passada foi noticiada a rutura do cabo da empresa finlandesa Elisa e a Polícia da Finlândia confirmou a apreensão do Fitburg por suspeitas de causar os danos na infraestrutura de telecomunicações.

Na sexta-feira as autoridades daquele país adiantaram ter centrado a investigação nos tripulantes e numa análise ao fundo do mar onde se encontrava o cabo danificado.

A polícia interrogou então os 14 tripulantes do navio, que transportava aço da cidade russa de São Petersburgo para o porto israelita de Haifa, composta por marinheiros da Rússia, Geórgia, Azerbaijão e Cazaquistão.

"Os interrogatórios esclareceram a sequência dos acontecimentos e os diferentes papéis dos tripulantes", afirmou o inspetor-chefe do Departamento Nacional de Investigação da Finlândia, Risto Lohi, sem adiantar que conclusões foram tiradas.

As autoridades finlandesas acusaram preliminarmente a tripulação do navio de sabotagem agravada, tentativa de sabotagem e interferência agravada nas telecomunicações.

Dois tripulantes foram detidos e outros dois foram proibidos de sair da Finlândia.

Para a perícia no fundo do mar, os investigadores estão a utilizar vários equipamentos subaquáticos, incluindo robôs submersíveis, sonar de varrimento lateral e ecobatímetros multifeixe (sistema avançado de sonar).

Segundo a polícia, o cargueiro navegou várias horas com uma das suas âncoras submersa no mar, desde que foi detetada a avaria no cabo submarino de telecomunicações até ser travado pela Guarda Costeira.

O antes e depois do ataque dos EUA ao complexo militar de Fuerte Tiuna... O complexo militar venezuelano Fuerte Tiuna, situada na zona sul de Caracas, foi o alvo principal dos ataques aéreos lançados pelos Estados Unidos. É neste complexo que se situa, por exemplo, o ministério da Defesa venezuelano, assim como diversas residências oficiais. Nicolás Maduro foi capturado neste local.

Por noticiasaominuto.com 

O complexo militar venezuelano Fuerte Tiuna, situada na zona sul de Caracas, foi o alvo principal dos ataques aéreos lançados pelos Estados Unidos. Há, aliás, imagens de satélite que mostram o antes e depois da operação militar norte-americana na Venezuela. 

A base de Fuerte Tiuna, note-se, é o maior complexo militar da Venezuela. Foi também neste local que Nicolás Maduro e a mulher, Cilica Flores, foram capturados.

Nas imagens - que pode ver na galeria -, há fotografias datadas a 22 de dezembro e fotografias de 3 de janeiro.

As fotografias - captadas pela empresa norte-americana de inteligência espacial Vantor - mostram vários edifícios do complexo militar, assim como vários equipamentos danificados na sequência dos ataques dos Estados Unidos.

O ministério da Defesa venezuelano, por exemplo, está inserido no completo de Fuerte Tiuna, assim como outros comandos importantes, residências oficiais e outras infraestruturas estratégicas de grande relevância para a Venezuela.

De recordar que o presidente norte-americano, Donald Trump, assistiu à operação militar na Venezuela desde a sua residência de Mar-a-Lago, na Florida. 

Trump partilhou, inclusive, imagens na sua plataforma Truth Social, onde surgia acompanhado de, por exemplo, o diretor da CIA (Central Intelligence Agency), John Ratcliffe, do secretário de Estado, Marco Rubio, do secretário de Guerra, Pete Hegseth, e do chefe do Estado-maior norte-americano, Dan Caine.

"Eu assisti, literalmente, como se estivesse a assistir a um programa de televisão", disse, em entrevista à Fox News, citado pela agência Associated Press.

O que se sabe sobre a operação militar? E sobre a detenção de Maduro? 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a mulher, Cilia Flores, foram capturados pelos Estados Unidos e retirados do país à força durante a madrugada de sábado. O líder venezuelano foi acusado de vários crimes, incluindo narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e crimes relacionados com armas automáticas.

A captura de Maduro aconteceu na madrugada de sábado, dia 3 de janeiro, após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos lançar ataques aéreos em várias zonas da Venezuela, incluindo a capital Caracas. Na altura, houve relatos de explosões e movimentos de aeronaves militares sobre a cidade.

De salientar que Nicolás Maduro e a mulher chegaram no sábado à noite a Nova Iorque e encontram-se detidos no centro de detenção metropolitano (MDC, sigla em inglês), uma prisão federal em Brooklyn.

Estados Unidos vão governar a Venezuela?

O presidente norte-americano afirmou, durante uma conferência de imprensa realizada no sábado, que os Estados Unidos vão "dirigir a Venezuela" até estar concluída uma transição de poder e admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.

"Vamos dirigir o país até que seja possível aos Estados Unidos proceder a uma transição segura, apropriada e sensata", disse Donald Trump, em conferência de imprensa, na Florida.

Donald Trump acrescentou que Washington estava pronta a lançar "um segundo ataque mais importante se necessário".







O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado pelos Estados Unidos e acusado de vários crimes. Da captura à incerteza do futuro do país, eis o que se sabe até ao momento.

Tentativa de golpe de Estado é frustrada no Burkina Faso; manifestantes ocupam as ruas em apoio às autoridades.🇧🇫🚨... As forças de segurança do Burkina Faso anunciaram ter neutralizado uma tentativa de golpe de Estado nas últimas horas.

Em resposta, centenas de cidadãos mobilizaram-se em Ouagadougou para expressar apoio ao governo de transição e às autoridades do Burkina Faso.

Por RTB/  Digital Mídia Global TV  Bissau, 04 de janeiro de 2026

MADEM-G15 (Ala de Braima) – Sede do Coqueiro encerrada em Bissau por ordem militar.🇬🇼🚨

Fonte: CNEWS / Digital Mídia Global TV  ​Bissau, 04 de janeiro de 2026

 A sede do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15), da ala liderada por Braima Camará, foi encerrada na manhã deste domingo, 4 de janeiro. 

O encerramento terá ocorrido supostamente por ordem das novas autoridades militares no país, avançou ao Capital News uma fonte partidária que, no entanto, não precisou dos motivos da decisão.

​"Mandaram fechar a sede sem qualquer informação adicional", revelou a fonte, acrescentando que a estrutura aguarda agora por orientações da Direção Superior e do Coordenador Nacional, que se encontra atualmente no estrangeiro.

De recordar que Camará havia pedido recentemente aos militantes da sua ala que não o tratassem pelo título de coordenador.

Na ocasião, o líder reunia a sua estrutura nacional no decurso da campanha para as eleições gerais — processo que acabou por ser interrompido pelos militares que tomaram o poder e suspenderam o calendário eleitoral.

 Durante o período de campanha, as duas alas do MADEM-G15 tinham-se unido, num esforço de reconciliação interna, à Plataforma Republicana NÓ KUMPU GUINÉ.

Esta coligação agrupa partidos leais a Umaro Sissoco Embaló, ex-Presidente da Guiné-Bissau, que concorria a um segundo mandato antes da interrupção do processo democrático.

𝙋𝘼𝙍𝙏𝙄𝘿𝙊 𝘼𝙁𝙍𝙄𝘾𝘼𝙉𝙊 𝘿𝘼 𝙄𝙉𝘿𝙀𝙋𝙀𝙉𝘿𝙀̂𝙉𝘾𝙄𝘼 𝘿𝘼 𝙂𝙐𝙄𝙉𝙀́ 𝙀 𝘾𝘼𝘽𝙊 𝙑𝙀𝙍𝘿𝙀: 𝗡𝗢𝗧𝗔 𝗜𝗡𝗙𝗢𝗥𝗠𝗔𝗧𝗜𝗩𝗔

O PAIGC, através do seu Departamento de Informação e Comunicação, informa a todos os seus dirigentes, militantes e simpatizantes que os rumores sobre a convocação da reunião do Comité Central são falsos e sem fundamentos. 

Ainda, informa que a convocação de qualquer reunião dos órgãos de partido deve respeitar escrupulosamente os Estatutos do PAIGC. 

Outrossim, o PAIGC, o maior partido da Guiné-Bissau, esclarece que dispõe de meios e canais próprios para divulgar todo tipo de comunicação oficial do partido.

Por outro lado, o PAIGC apela ao povo guineense para manter o foco na luta pela libertação imediata dos sequestrados, pelo retorno à ordem constitucional e pelo respeito de vontade e escolha popular.

Bissau, 4 de janeiro de 2026
𝗢 𝗗𝗲𝗽𝗮𝗿𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗜𝗻𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗖𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖

Musk quer acelerar procedimento para colocar 'chips' em cérebros humanos... Elon Musk fez uma publicação onde indicou que, além de iniciar a produção em larga escala destes ‘chips’, a Neuralink também pretende automatizar o procedimento cirúrgico para colocar ‘chips’ em cérebros humanos.

Por noticiasaominuto.com 

Mais conhecido pela Tesla, pela SpaceX e pelo X, a verdade é que Elon Musk está também ocupado com a Neuralink - uma empresa dedicada ao desenvolvimento de ‘chips’ para serem implantados em cérebros humanos com o objetivo de ajudar pessoas que sofram com paralisia ou condições neurológicas.

Pois bem, parece que 2026 será um ano importante para a Neuralink na medida em que a empresa deverá começar a aumentar a produção destes ‘chips’. Mais ainda, o procedimento cirúrgico para a implantar estes ‘chips’ nos cérebros de pacientes também deverá ser automatizado.

Estas informações foram partilhadas pelo próprio Elon Musk numa publicação partilhada na respetiva página na rede social X.

“A Neuralink iniciará a produção em larga escala de dispositivos de interface cérebro-computador e passará para um procedimento cirúrgico, quase totalmente automatizado, em 2026”, pode ler-se nesta publicação de Musk.

Serve recordar que o primeiro paciente da Neuralink foi Noland Arbaugh, uma pessoa tetraplégica a quem foi implantado um destes ‘chips’ em janeiro de 2024 e que, desde então, afirmou ao Business Insider que o procedimento o ajudou a reconquistar mais alguma independência.

A última atualização sobre o número de pessoas com ‘chips’ implantados no cérebro foi partilhada em setembro de 2025, quando a Neuralink fez uma publicação no X onde afirmava que 12 pessoas já tinham feito o mesmo procedimento de Arbaugh.

Com a intenção de escalar a produção de ‘chips’ e com a automatização do procedimento cirúrgico, acredita-se que a Neuralink possa vir a aumentar significativamente o número de clientes em 2026.