Por LUSA
"Oito drones foram intercetados e destruídos após entrarem no espaço aéreo" e outros seis foram neutralizados "a leste de Riade", anunciou o porta-voz do Ministério da Defesa saudita na rede social X, citado pela agência de notícias Agence France-Presse (AFP).
Já o Qatar foi alvo de 10 mísseis balísticos e dois mísseis de cruzeiro iranianos, segundo o Ministério da Defesa do país, que indicou que oito foram intercetados.
"As Forças Armadas do Qatar, pela graça de Deus, intercetaram com sucesso seis mísseis balísticos" e os mísseis de cruzeiro, segundo um comunicado do Ministério.
Ainda segundo o Ministério da Defesa do Qatar, dois mísseis balísticos "caíram nas águas territoriais" do país e outros dois "numa área desabitada, sem causar vítimas",
Também no sábado à noite, o Ministério da Defesa do Kuwait informou que os reservatórios de combustível do aeroporto internacional foram alvo de um ataque com drones.
"As Forças Armadas do Kuwait responderam a um ataque de drones hostis que invadiram o espaço aéreo do país. Os tanques de combustível do aeroporto internacional do Kuwait foram atacados por drones", escreveu um porta-voz do Ministério na rede social X, falando numa operação contra "uma infraestrutura essencial".
Alguns minutos após a publicação da mensagem do porta-voz do Ministério, o exército revelou na mesma rede social que estava a enfrentar "ataques de mísseis e drones", sem quantificar.
Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo abatido durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989. O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a direção o país.
O Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.
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O presidente norte-americano Donald Trump afirmou hoje que Teerão é responsável pelo bombardeamento de uma escola na cidade de Minab, no Irão, no primeiro dia da guerra, questionando a "falta de precisão" do exército iraniano.


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