terça-feira, 15 de setembro de 2020
É óbvio que cada país procura a onde ganhar, é preciso muita capacidade intelectual formidável, para enfrentar esses desafios, tenho confiança nas ações da Suzi Barbosa, é visível o enorme talento que ela nos mostrou.......O Democrata Osvaldo Osvaldo
Povo da Guiné-Bissau
9/- Cidadãos estão a fazer muito barulho nas redes sociais, sobre a realização de acordos com parceiros internacionais, francamente, sinto-me a obrigação de falar a respeito.
10- Bem agora, vou falar sobre as prioridades das prioridades, na minha opinião, para o Governo liderado pelo Engenheiro Nuno Gomes na biam, e a sua equipe, incluindo o Presidente da República sua excelência General Umaro Sissoco Embalo, que tem um papel fundamental, e sem esquecer excelentíssima Suzi Barbosa, Ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, primeiro passo vou explicar a crise POLÍTICA econômica Guineense, as novas autoridades devem convidar todos os eleitores para debater o país, com objetivos táticos, práticos, e sublinhar as metas para alcançar o progresso, isso é a finalidade do executivo, por isso exige grande responsabilidade.
20- Dizer que, cada tratado assinado é um acordo resultante da convergência das vontades de dois povos, com objetivo de produzir efeitos jurídicos no plano interno e externo.
30- Sobre o meu olhar, é urgente debater racionalmente o país, que somos e o país, que desejamos ser. É minha contribuição pessoal a uma reflexão inadiável sobre a Guiné-Bissau, as raízes das suas graves problemas e as pistas para sua solução.
40- É necessário refletir o espírito do nosso problema estrutural: Não só oferecer diagnósticos das principais questões que atrapalharam o nosso desenvolvimento com a democracia, liberdade e justiça, como também apresentar um vasto conjunto de ideias capazes de direcionar a Guiné-Bissau, rumo a um futuro promissor.
50- Isso só pode e vai acontecer com um novo Projeto Nacional de Desenvolvimento – ele segue a linha de pensadores nacionais-desenvolvimentismo de que, para superar o atraso e a desigualdade, não basta crescimento econômico: É necessário criar condições para promover a justiça social, isso vai nos permitir reparar dívidas históricas com o próprio povo, gerar oportunidades menos desigualdades e, ao mesmo tempo, garantir dinamismo a este gigantesco mercado interno Guineense, que hoje está sobre olhar da CEDEAO, pela fraqueza do nosso Estado, o PAIGC assinava os acordos para beneficiar o partido e não o Estado e o povo.
60- Guiné-Bissau que desejamos com Projeto Nacional: Possibilidade de resultados positivos relacionados com eventos e circunstâncias da vida pessoal dos Guineenses racionalmente no país que somos, e o país que desejamos ser daqui a mais 20 anos tendo o PAIGC na oposição. A Guiné-Bissau e as raízes das suas graves problemas e as pistas para sua solução como eu disse em cima: É bom lembrar de que, esses problemas estruturais dramaticamente agravados pelos sucessivos Governos genocidas que sequestraram o país, com as suas façanhas atraíram a atenção do público durante a era dos inimigos públicos que todos nós conhecemos na praça pública.
70- Na minha opinião, o país está muito fraco e não tem a menor energia potencial para responder os desafios do mundo contemporâneo, porquê? Porque não temos economia sustentável, o país está quebrado falido e pobre, e agora com os acordos internacionais que estão sendos celebrados com benefícios para ambas partes chamado relação de reciprocidade de vantagens, eu aconselho o Presidente da República e o executivo Nuno Gomes na biam, como também Suzi Barbosa, trabalharem juntos institucionalmente em coordenações com inteligência territorial e priorizarem os interesses supremas da nação.
80- Não é só oferecer um diagnóstico das principais questões que vai ultrapassar problemas que vai facilitar o acesso a salários, no país, porque se não isso mais tarde atrapalha o nosso desenvolvimento com a democracia, liberdade e justiça, como também apresentar um vasto conjunto das ideias capazes de direcionar a Guiné-Bissau rumo a um futuro progressista, para isso devemos assumir os problemas no seu todo, com a legitimidade democrática de redemocratização do país, e a sua industrialização.
90- O Desenvolvimento nacional – ele segue a linha de pensadores do nacional-desenvolvimentismo de que, repito, para superar o atraso e a desigualdade, não basta crescimento econômico: é necessário criar condições para promover a justiça social Guineense, isso nos permite recuperar bens públicos adquiridos de forma vultuoso, eu me refiro furto qualificado, todos esses bens uma vez recuperados pela justiça e devolvidos ao seu dono legítimo que é o povo, e colocar tudo no portal de transparência.
100- Gerar oportunidades menos desiguais e, ao mesmo tempo, garantir dinamismo a este gigantesco país, que há muitos anos foi roubado, pelos seus próprios filhos, eu sendo um cidadão atento sobre a realidade do meu país tenho noção das coisas e apresento ideias como Ativista da causa política, eu estudei os problemas do país, não sou um qualquer miserável menos estudioso, tenho visão alargada sobre o assunto.
200- Com a desenvoltura que exibe na fala e a formulação permanente de propostas em diferentes áreas, que pode tornar-se uma das vozes mais relevantes no debate público nas redes sociais, minhas ideias sintetizes, com preocupação, a proposta que pode fazer a Guiné-Bissau fora durante esse período que eu considero dramático na história do nosso país, dos Governos que apenas roubaram o povo e o país.
300- Escapar da polarização que restringe a Guiné-Bissau a muitos anos ao lado dos antagônicos que não dialogam e bloqueiam o progresso da República, e não têm coragem para debate racional sobre problemas e combater com as soluções e encarar os desafios porque são vazios.
400- A maioria dos Guineenses, eles lembram, esperam e merecem mais do que essa polarização irracional.
500- De maneira esclarecedora, eu sendo um democrata em ação, percorre quase das áreas do país durante período da campanha eleitoral, e vi coisas bem diferentes, que o nosso povo Soberano nem se quer sabe interpretar, para eles é normal, a história econômica e POLÍTICA para produzir seu diagnóstico de como interrompemos o sonho dos patriotas Guineenses para ver o desenvolvimento na Guiné-Bissau está muito longe do que o nosso povo pode imagina – de vargas.
600- O país agora aguarda por um Plano Real, da devastação promovida pelo neoliberalismo às crises na POLÍTICA e na economia Guineense gerou um rombo de um buraco no fundo do poço, pelo Governo anarquista liderado pelo Aristides Gomes, o que visa uma pobreza extrema.
700- A queda do PAIGC e a ascensão do General Umaro Sissoco Embalo a Presidência da República, a partir daí, a sua excelência Nuno Gomes na biam, assumiu a missão e deve enumerar diversos pontos que considera fundamentais para um Projeto Nacional de Desenvolvimento, abordando questões como o papel do Estado que nunca o PAIGC tinha pensado, impostos, educação, cultura, meio ambiente, superação da pobreza, a agenda necessária de reformas, segurança e a defesa da democracia.
800- Oferece um roteiro de trabalho para devolver a Guiné-Bissau, a esperança, a possibilidade de voltarmos a acreditar na política como uma forma de chegar a um futuro melhor. Com ideias expostas para serem debatidas – a cortina aberta para a divergência civilizada que busca não destruir o inimigo, mas (re)construir uma nação por meio do consenso.
900- O Governo deve ter muito cuidado em termos das assinaturas dos acordos com novos 'parceiros' internacionais, eu sei que isso vai trazer muito emprego para jovens mas é preciso muita contenção e providência, analisar as vantagens e ganhos.
001- É óbvio que cada país procura a onde ganhar, é preciso muita capacidade intelectual formidável, para enfrentar esses desafios, tenho confiança nas ações da Suzi Barbosa, é visível o enorme talento que ela nos mostrou, portanto que ela sejá mais forte e concistente em analisar as cooperações, porque vamos estabelecer relações com vários Estados isso existe muita concentração responsabilidade sem que amanhã Guiné-Bissau saia nisso fragilizando.
002- Do resto, vamos aprofundar mais e mais as nossas relações, porque é claro que no mundo actual, todos querem e andam à procura de novos mercados para gerar riquezas, cada país está a procura do melhor, e na Guiné-Bissau devemos e temos que apelar pela boa qualidade, com objetivos muito desenvolvido em termos agrícola, pecuária, pesca e indústria metalomecânica! E trabalhar para fazer as 'coisas' profunda e sérias reflexões exigidas para o bem estar SOCIAL coletivo.
O Democrata em ação, I Feel like I'm doing God's work, afirma O. C. D-Organização Cívica da Democracia. On SeT 🎥 😍. I am still a student learning about life.
Fonte: O Democrata Osvaldo Osvaldo
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terça-feira, setembro 15, 2020
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Ano letivo 2020/2021: ISENÇÃO DE PROPINAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS

O ministério da Educação Nacional e Ensino Superior (MENES) decidiu isentar do pagamento de propinas dos alunos nas escolas públicas na Guiné-Bissau, por considerar que o ano letivo 2019/2020 foi abalado por sucessivas greves e acabou por ser interrompido pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
A decisão consta de um documento denominado Orientações para o ano letivo 2020/2021 que o Democrata consultou, esta terça-feira, 15 de setembro de 2020.
Pode ler-se ainda no documento que os alunos do terceiro ciclo (7°, 8° e 9 ° ano) e os do Ensino Secundário (10°, 11° e 12° ano) devem pagar a matrícula no valor de 2.500 francos, o boletim de matrícula a 500 francos cfa e os selos também a 500 francos CFA.
Para o presente ano letivo, o MENES vai reativar a distinção dos melhores alunos, através de Quadros de Honra, cuja média final do período seja igual ou superior a 15 valores, sem nenhuma nota negativa a todas as disciplinas que constituamo plano de estudos do aluno.
Outra novidade é a instituição de prémios para melhores diretores de escola, melhores professores e melhores quadros do setor da educação. Para estas categorias, propôs-se que a cerimónia de entrega de prémios seja no dia 17 de fevereiro de cada ano, assim como a promoção e o desenvolvimento de atividades extra–escolares que atraiam e retenham os alunos na escola, em particular as raparigas, nomeadamente a horta escolar, repovoamento florestal, corte e costura, rendas, bordados, culinária, jogos escolares nacionais, trabalhos oficinais e reciclagem de lixo.
Segundo o documento, os professores devem ter a carga horária mínima de 20 horas semanais e máxima de 24 horas, com exceção dos professores de Educação Física que devem ter 16 horas semanais, devendo o rácio aluno/ turma ser de 30 alunos no máximo e as escolas devem funcionar no regime de três turnos diurnos (Manhã e Tarde) e um (noturno) nas escolas que tenham condições de funcionar à noite.
O MENES pretende ainda adotar uma política nacional para o subsetor de ensino pré–escolar, em parceria com as ONG´s, associações religiosas e iniciativas privadas vocacionadas para esse nível de ensino e recomenda às escolas o uso obrigatório do programa em vigor Ensino Básico Unificado (EBU) do 1° a 6° ano em todas as áreas curriculares, série ciência e tecnologia II, edição 2001, com exceção da disciplina da Língua Portuguesa que será ministrada, através, dos manuais comunicar em Língua Portuguesa 5° e 6° anos de escolaridade (aluno e professor), a implementação do manual do conselho escolar em escolas de autogestão, assim como a formação de equipas em diferentes modalidades desportivas, nomeadamente Andebol, Basquetebol, Voleibol e Futebol e a promoção de campanha de sensibilização da comunidade, pais e encarregados de educação dos alunos sobre a gestão participativa da escola.
Lê-se ainda no documento que deve realizar-se a planificação mensal, em colaboração com os Coordenadores Nacionais de Disciplinas do Ensino Básico (3° ciclo) e Secundário no seio do coletivo de cada círculo e é obrigatório o hastear e o ariar da Bandeira Nacional com a entoação do Hino Nacional nas escolas públicas e privadas, assim como o uso de uniforme escolar nas escolas públicas, comunitárias e privadas, do pré – escolar ao Ensino Secundário.
Por: Tiago Seide
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terça-feira, setembro 15, 2020
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Greve dos enfermeiros, técnicos de saúde e afins
Fonte: ditaduraeconsenso
Leia Também:
SINETSA PARALISA SETOR DE SAÚDE PARA RECLAMAR SALÁRIOS E PROTEÇÃO EM TEMPOS DA COVID-19
16/09/2020 / Jornal Odemocrata

As reivindicações do sindicato surgem no primeiro dia dos sete da greve dos técnicos de saúde e enfermeiros, iniciada esta quarta-feira, 16 de setembro de 2020. Apesar de reconhecer que o país está a enfrentar um vírus delicado, o sindicalista disse que isso não justifica que os técnicos de saúde continuassem a trabalhar sem a proteção, nem salários nem subsídios de risco.
“Os técnicos de saúde juraram salvar vidas, não sacrificar as suas”, disse, revelando que os técnicos envolvidos no combate à covid-19 não recebem seus subsídios de risco há três meses e os profissionais de novo ingresso não receberam os seus salários.
Para além dessas exigências, o sindicato frisou a falta de materiais e de equipamentos de proteção para permitir que os técnicos de saúde possam exercer as suas funções cabalmente no terreno e face à Covid-19.
Numa entrevista concedida ao nosso semanário na quarta-feira, 16 de setembro de 2020, Yoio Correia sublinhou que a greve resultou do incumprimento, da parte do governo, do memorando de entendimento assinado no dia 28 de agosto de 2019 e da adenda ao memorando de entendimento assinada a 11 de março de 2020, entre o governo e as centrais sindicais do país, sendo filial da UNTG.
“Essencialmente, reclamamos o pagamento dos subsídios de vela, atraso salarial e também a questão da aprovação de instrumentos de ações socioprofissionais porque, de acordo com as adendas, todas essas situações deveriam estar regularizadas desde maio último”, notou.
Segundo o sindicalista, apesar da reunião mantida como o ministério da Saúde Pública e o das Finanças, concluiu-se que o ministério da saúde não está interessado em ultrapassar essa situação porque, segundo avançou, o responsável da tutela, António Deuna, não demostrou vontade de dar seguimento aos trabalhos iniciados anteriormente, “particularmente sobre a carreia de saúde”.
Confrontado com a situação do ministro das Finanças, Yoio Correia afirmou que o ministro das Finanças “mostrou-se disponível para liquidar as questões financeiras”, mas está preocupado com a questão da legislação, a carreira de saúde e ética profissional.
“Queremos um documento que balize o setor e seus profissionais, para que possamos ter uma classe diferente e organizada”, enfatizou, lembrando que o sindicato tinha advertido ao ministro da Saúde Pública sobre a paralisação, mas este não tomou nenhuma medida para evitá-la.
“Não ficamos contentes com a paralisação, mas não tínhamos como, a situação levou-nos a isto”, referiu.
A nossa equipa de reportagem esteve no Laboratório Nacional de Saúde Pública (LNSP) para constatar se realmente a greve havia afetado aquele serviço, mas constatamos que o serviço de atendimento funcionava normalmente, onde se podia ouvir alguns técnicos a recomendar aos pacientes que estivessem atentos às rádios, porque também poderiam vir a aderir à greve.
O Democrata circulou no interior das instalações do LNSP e ouviu alguns funcionários que simplesmente disseram que não tinham conhecimento da paralisação.
Na sua observação, o Diretor Técnico do Laboratório, Mamadú Bari Camará, considerou a greve “inoportuna”, devido às necessidades que o setor tem neste momento de combate ao coronavírus, por isso sugeriu que os técnicos de saúde dessem benefício de dúvida ao governo.
“Temos muitos doentes que procuram o nosso serviço e já tínhamos tirado as amostras dos pacientes antes de termos conhecimento da greve, portanto vamos trabalhar hoje para concluir o processamento dessas amostras”, disse, indicando que os profissionais daquela instituição têm condições de proteção contra a Covid-19 para exercer cabalmente as suas funções.
Por: Epifânia Mendonça
Foto: E.M
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terça-feira, setembro 15, 2020
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AUTORIDADES GUINEENSES E PORTUGUESAS PREPARAM-SE PARA UMA VISITA OFICIAL DO PRESIDENTE GUINEENSE À LISBOA.
Posted On: 15/09/2020 Por radiobantaba.com
Autoridades guineenses e portuguesas preparam-se para uma visita oficial do Presidente guineense à Lisboa.
Sem data marcada, a visita de Umaro Sissoco Embalo à Portugal visa a retoma plena da cooperação entre os dos dois estados, com laços históricos, e tradicionais relações de amizade e cooperação. A data e a agenda estão a ser ultimadas por via diplomática.
O Portugal como colonizador, tem mantido as relações de cooperação com a Guiné-Bissau, figurando como porta de entrada da Guiné-Bissau na União Europeia, um dos principais parceiros do desenvolvimento do país.
Sissoco Embalo responde assim um convite do seu homólogo português, Marcelo Rebelo Sousa que a seguir poderá retribuir a visita oficial à Bissau em data a fixar e agenda a definir também por via diplomática.
O Presidente da Guiné-Bissau, UMARO CISSOCO EMBALO está em Paris, França em visita privada de alguns dias.
Por Aliu Cande
Fonte: presidência guineense
Autoridades guineenses e portuguesas preparam-se para uma visita oficial do Presidente guineense à Lisboa.
Sem data marcada, a visita de Umaro Sissoco Embalo à Portugal visa a retoma plena da cooperação entre os dos dois estados, com laços históricos, e tradicionais relações de amizade e cooperação. A data e a agenda estão a ser ultimadas por via diplomática.
O Portugal como colonizador, tem mantido as relações de cooperação com a Guiné-Bissau, figurando como porta de entrada da Guiné-Bissau na União Europeia, um dos principais parceiros do desenvolvimento do país.
Sissoco Embalo responde assim um convite do seu homólogo português, Marcelo Rebelo Sousa que a seguir poderá retribuir a visita oficial à Bissau em data a fixar e agenda a definir também por via diplomática.
O Presidente da Guiné-Bissau, UMARO CISSOCO EMBALO está em Paris, França em visita privada de alguns dias.
Por Aliu Cande
Fonte: presidência guineense
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terça-feira, setembro 15, 2020
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Guiné-Bissau: ECOMIB será substituída por tropas estrangeiras, vaticina DSP
© e-Global Notícias em Português 15/09/2020
O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira (DSP), em entrevista a e-Global disse que a decisão do Supremo Tribunal de Justiça é a “ultima palavra” sobre o contencioso eleitoral, mas espera que o mesmo critério da aplicação da lei sirva para “corrigir todos os actos que foram cometidos à margem da lei”.
Domingos Simões Pereira dá também a sua opinião sobre a “nova maioria”, o Projecto de Constituição, as divisões internas no PAIGC e sua liderança posta e causa, bem como outros temas.
DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
Domingos Simões Pereira: Sobre as eleições presidenciais o Supremo Tribunal de Justiça já deu a última palavra. O que nós esperamos é que, da mesma forma que nós expressemos o nosso respeito e que assinalamos todas as questões com as quais não pactuamos, também esperamos que a separação dos poderes seja respeitada e as outras instâncias reconheçam que houve eleições em Março de 2019, e essas eleições produziram um vencedor e esse vencedor tem o direito de ter o seu governo.
Sendo esta decisão válida, temos de ter isso como ponto de partida e corrigir todos os actos que foram cometidos à margem da lei. Ou, tudo isto foi uma farsa para se ajustar um acto consumado.
PAIGC RECONHECE USE COMO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?
O PAIGC reconhece que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) é a instância máxima do recurso. Recurso este que tinha sido depositado, assim está resolvido. Vamos aguardar se os actos sequentes são respeitados. Se forem respeitados, sendo ele investido no cargo de forma oficial, cumprindo todas as regras, sendo presidente da Guiné-Bissau, será o Presidente da República de todos os militantes do PAIGC incluindo o Domingos Simões Pereira.
Se não respeitar estes preceitos, põe em causa o Estado de Direito, e o Estado de Direito é a lei, a mesma lei que eventualmente ele não respeita para reconhecer ao PAIGC a vitória nas eleições legislativas, e obriga também a qualquer cidadão não respeitar aquilo que em outras circunstancias deveriam respeitar.
NOVA MAIORIA
Numa leitura conceptual, teórica, pode-se admitir que há uma nova maioria porque o parlamento votou contra um programa do governo que resulta das eleições.
O problema é que o ponto de partida é o resultado das eleições, e as eleições ditaram que o PAIGC venceu as eleições. Se o parlamento vota desaprovando o programa e como consequência isso dá um derrube do Governo, as consequências disso devem ser retiradas, e se acabar por resultar na formação de uma nova maioria, assim seja.
No entanto, não pode ser um presidente autoproclamado que como primeiro acto desaloja um governo eleito num regime semipresidencial de pendor parlamentar. Não faz qualquer sentido.
Portanto, vamos aguardar mais uma vez para ver quais são os próximos passos. Vamos embarcar numa tentativa de repor a normalidade e todos nós temos de reconhecer que mesmo não estando de acordo com determinadas decisões, se elas correspondem ao nosso edifício jurídico, devem ser respeitadas. Ou continuamos a escolher aquilo que nos é agradável e negar o que não nos convém. Se é isso, então todos os cidadãos são convidados a fazer o mesmo.
PROJECTO DE CONSTITUIÇÃO
O PAIGC já reagiu e eu alinho-me com essa posição. Essa proposta não existe. Primeiro, quem a propõe não tinha competência para isso. Poderá vir a ter, mas ainda não a tinha. Pode ter opinião, mas não tem o direito de iniciativa da proposta de uma revisão constitucional. Não tem competência para o efeito, aquilo que ele propõe, não faz qualquer sentido. Além disso o edifício do referendo não está legislado nesse sentido, tem de ser a Assembleia Nacional Popular a propor, através das respectivas comissões, e se entender deve auscultar o povo, que na minha opinião é o caminho a seguir. Nessa altura todos nós, enquanto cidadãos, teremos a oportunidade de sermos auscultados e dar a nossa opinião em função das estruturas a que pertencemos.
A minha reacção é que não existe proposta nenhuma, não existe referendo nenhum, existe sim uma comissão criada pela ANP que deve avançar com a sua proposta de revisão constitucional e a sede da assembleia decidir conforme aquilo que está previsto na nossa Constituição. Tudo que vem de outras proveniências, eu não tenho conhecimento, não me diz respeito e não tenho qualquer ligação a isso.
DIVISÕES INTERNAS NO PAIGC E LIDERANÇA POSTA E CAUSA
Sempre disse que um partido como o PAIGC, histórico e com a sua dimensão, assim como com todo o percurso do PAIGC, nem todo o mundo pode estar alinhado em todos os assuntos.
Mas o PAIGC tem os seus princípios e os seus estatutos, tem o seu regulamento disciplinar, tem os seus órgãos competentes onde os militantes, os dirigentes, têm o direito de defender as suas opiniões, incluindo opiniões que possam ser contrárias à direcção e particularmente o seu líder.
Sempre disse e repito, que se um órgão superior do partido, quando me refiro a órgão superior do partido, estou a referir-me à comissão permanente, ao Bureau Político, ao Comité Central e, em última instância, ao Congresso, tomarem uma decisão que contraria e entenda que devo mudar de rumo, eu serei o primeiro a reconhecer isso e a conformar-me, por que isso é uma expressão da democracia e expressão da própria pluralidade, que deve existir numa estrutura como do PAIGC.
Mas não pode ser fretes. Não pode ser gente que um dia sai do PAIGC, porque não consegue lugares de ministros, no dia seguinte está no partido da oposição. Quando nos aproximamos das eleições presidenciais voltam ao partido, depois de fazerem as contas e perceber quem ia ganhar essas eleições, e não sabiam que iria haver a fraude que houve.
Apareceram para se juntarem ao PAIGC, mas assim que são lançados os resultados afinal pensam que não estavam no lado certo e toca a correr rapidamente para ver se ainda conseguem satisfazer o outro lado.
Eu não falo dessa gente, mas sim dos militantes e dos dirigentes do PAIGC, que me conhecem muito bem, que sabem que eu não estou preso ao lugar e que vou respeitar os órgãos superiores do partido, em observância daquilo que as nossas regras internas decidirem.
PAIGC ABERTO A ACORDOS, ALIANÇAS OU COLIGAÇÕES
Temos afirmado o nosso principio de abertura e de inclusão, de sermos capazes de trabalharmos juntos, mas também nós provamos isso desde 2014 sob a minha liderança.
Num primeiro momento o PAIGC com uma maioria absoluta não teve problemas em convidar o PRS a integrar o Governo, porque nós reconhecemos que depois de tantos anos de instabilidade que vivemos, as reformas que são necessárias exigem um entendimento alargado, por um lado, e por outro exigem que todas as competências nacionais possam ser agregadas nesse trabalho conjunto de resgatar o país e promover o seu desenvolvimento.
Nós tivemos um excelente resultado na mesa redonda de negociações em Março de 2015, não foi só porque o Domingos, e as pessoas que o acompanharam, escreveram um bom documento. Foi porque estávamos lá todos, foi porque fomos capazes de falar numa mesma voz e convencer os nossos parceiros que estavam em frente de um povo que sabe o que quer e que está unido no sentido de atingir esses propósitos.
O PAIGC já provou que tem essa capacidade e está disposto a fazer esse caminho. Estamos dispostos a falar com todas as formações políticas e eventualmente estabelecer as relações que sejam necessárias.
O MADEM é um partido político, conseguiu um resultado importante nas últimas eleições, não pode haver a intenção de o ignorar. Mas penso que aquilo que tem sido as afirmações do MADEM, aquilo que tem sido os propósitos dos líderes do MADEM, é que torna essa questão (aliança com o MADEM) interessante.
Ou seja, saber se o MADEM tem essa disponibilidade, para reconhecer primeiro onde está a ordem, quem é a estrutura que foi vencedora das eleições legislativas, porque só assim nós teremos o Estado de Direito democrático. O Estado de Direito democrático não pode ser feito apenas com base naquelas leis que nos podem ser favoráveis.
Hoje eu não estou satisfeito com o Supremo Tribunal de Justiça, nem um pouco mais ou menos, e não acho que tenha sido coerente a posição que o Supremo Tribunal de Justiça assumiu, mas sou obrigado a reconhecer que é a instância máxima, não vou agora inventar um outro mecanismo de recurso judicial.
POSIÇÕES DA CEDEAO
A CEDEAO é o nosso espaço de integração regional. A Guiné-Bissau não está em condições de fazer frente aos colossos da sub-região. Mas um estado é um estado e esperávamos mais respeito, maior dignidade, maior capacidade de articulação com essa estrutura.
Por exemplo. Como é que se pode acreditar que o presidente de uma comissão da CEDEAO reclama-se no direito de poder decidir de um contencioso eleitoral, substituindo os órgãos se soberania nacional. É impressionante.
Mas também. A vocação primeira das organizações internacionais é reforçar as instituições democráticas dos estados membros. Não podemos compreender se logo depois da proclamação dos resultados provisórios, nós não criamos um motim, não estivemos barricados em sitio algum, pondo em causa a segurança interna.
Nós fizemos recurso ao STJ conforme está plasmado na nossa Constituição. Nós devíamos receber por parte da CEDEAO aplausos e dizerem que assim é que deve ser, e vamos trabalhar no sentido de se criarem as condições objectivas para que o STJ possa decidir de forma livre e respeitado as leis.
O que é que nós vimos? Vimos alguns presidentes da República de estados membros convidarem um dos candidatos e o receberem já com pompa e circunstância, tratando-o como Chefe de Estado. Isto põe em causa o próprio edifício democrático do nosso país, mas também a própria carta de constituição da CEDEAO.
Temos de ver também a aberração daquilo que acontece no Mali. Talvez embalados por aquilo que fizeram na Guiné-Bissau, tentaram fazer exactamente a mesma coisa no Mali. Só que desta vez a forças armadas estavam numa posição contrária e que disseram aqui é a nossa soberania. O que aconteceu foi que a CEDEAO perdeu o rosto, perdeu legitimidade, perdeu capacidade de intervenção.
Eu não sou a favor dessa imagem da CEDEAO. Espero que deixem de ter agendas próprias e a CEDEAO compreenda a necessidade de colaborar com os estados membros.
O QUE ESTÁ PIOR E O QUE MELHOROU?
O que piorou é o facto de nós perdermos muito tempo. Estamos a perder tempo com coisas que não interessam ao povo guineense. O que interessa ao guineense é ir para a frente e que o país se consolidasse, que o país se tornasse num país de paz, de tranquilidade e que de facto o desenvolvimento pudesse ocorrer.
Nós temos no país grandes programas que foram desenhados desde a independência até agora. Tais como “Djitu Ten”, desenvolvido pelo INEP; o programa de combate à pobreza; e o programa “Terra Ranka”. Como todos sabem esses programas não são independentes. Quando desenhamos o programa “Terra Ranka”, fomos beber nos outros programas e fazer um trabalho bastante mais integrado e completo.
Em 2015, os guineenses sonharam juntos, e sonharam com um país que iríamos construir juntos. Todos os povos do mundo encontrando-se nessas condições espera que aquilo que nós propusemos na altura que fosse substituído por algo melhor, fosse substituído por outra dinâmica. Por isso perdemos muito tempo e perdemos a confiança dos nossos parceiros.
Hoje pode surgir um novo programa, mas quando formos falar aos nossos parceiros de desenvolvimento, provavelmente vão estar um pé atrás. Isto é uma derrota colectiva de nós todos e um retrocesso muito grande.
O que é que ganhamos? O consulado do José Mário Vaz foi tão caótico, tão contrário às aspirações do povo guineense, que pôs à prova todas as instituições. Pôs à prova a Constituição, pôs à prova os tribunais, pôs à prova a ANP, pôs à prova todas as instituições.
Felizmente, apesar de tudo, que não será alheio à postura que o PAIGC tem tido desde 2015 até agora, fomos capazes de tratar isso sempre nas instâncias competentes. Hoje nós sabemos o que funciona e o que funciona menos na nossa Constituição, assim como na articulação entre os órgãos da soberania, quais são os riscos e as ameaças quando um órgão de soberania tenta ingerir-se nas áreas de intervenção de outros órgãos de soberania. Portanto, nós devíamos ter crescido democraticamente e estar bastante mais robustos em termos da nossa capacidade de implementar a nossa constituição e as nossas leis. Isto poderia ter sido uma vantagem.
GUINÉ-BISSAU, REGRESSO DO NARCOESTADO
O crime organizado, nomeadamente o narcotráfico, tem sinais na Guiné-Bissau. Sinais que estão relacionados com as entradas e saídas de aviões sem passarem pelos circuitos normais. Concessão de passaportes diplomáticos a pessoas que não têm qualquer ligação com a Guiné-Bissau, nem nada que os faz merecer conceder a atribuição desses documentos, que são recebidos diariamente, não só no Palácio da República como no Palácio do Governo.
O narcotráfico tem um padrão, procura instituições que são frágeis e administrações que são frágeis. A fragilidade não está só na falta de meios para o combate, mas na própria determinação e na predisposição das autoridades em fazer esse combate. Provavelmente o que estamos a assistir é o recrudescer dessa situação que provavelmente as actuais autoridades são tão propensas à existência desse crime organizado que as instâncias do crime organizado sentem-se confortadas em voltar à Guiné-Bissau.
INGERÊNCIA EXTERNA E POPULISMO ÉTNICO
Toda a fraude que nós denunciamos teve participações e implicações que não vieram exclusivamente de dentro do nosso território.
Durante a nossa campanha eleitoral pelo menos um país vizinho, e mesmo países limítrofes, enviaram elementos de fora para fazerem campanha, porque estava em concorrência alguém que se identificava com os seus objectivos. Este assunto foi debatido na televisão nacional do Senegal, em que falavam que na Guiné-Bissau havia um candidato que era mais um candidato do Senegal que da Guiné-Bissau.
Encontramos viaturas que por baixo dos cartazes da campanha na Guiné-Bissau tinham esfinges com o rosto do presidente de um estado limítrofe à Guiné-Bissau. É uma ingerência directa.
Logo a seguir à declaração dos resultados pela CNE nós apresentamos uma impugnação, isto não impediu que no mesmo momento juntassem-se pessoas de uma mesma etnia, com reesposáveis políticos de vários países aqui da sub-região para verem que tipo de estratégias deviam montar para que esse processo não voltasse atrás, e isso foi levado à própria CEDEAO. Uma agenda de um determinado candidato com uma determinada etnia e religião, passou a ser a agenda de determinados países e ter sido levada à nossa organização sub-regional.
Por outro lado, será que estão a tirar as tropas da CEDEAO (ECOMIB) para serem colocadas tropas de um país que tem uma agenda concreta com o novo inquilino? É uma questão que os guineenses têm de pôr. De Gabu chegam também informações preocupantes da chegada de estrangeiros. Quanto à divisão étnica no país, está cada vez mais acentuada e todos o dizem.
© e-Global Notícias em Português
O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira (DSP), em entrevista a e-Global disse que a decisão do Supremo Tribunal de Justiça é a “ultima palavra” sobre o contencioso eleitoral, mas espera que o mesmo critério da aplicação da lei sirva para “corrigir todos os actos que foram cometidos à margem da lei”.
Domingos Simões Pereira dá também a sua opinião sobre a “nova maioria”, o Projecto de Constituição, as divisões internas no PAIGC e sua liderança posta e causa, bem como outros temas.
DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
Domingos Simões Pereira: Sobre as eleições presidenciais o Supremo Tribunal de Justiça já deu a última palavra. O que nós esperamos é que, da mesma forma que nós expressemos o nosso respeito e que assinalamos todas as questões com as quais não pactuamos, também esperamos que a separação dos poderes seja respeitada e as outras instâncias reconheçam que houve eleições em Março de 2019, e essas eleições produziram um vencedor e esse vencedor tem o direito de ter o seu governo.
Sendo esta decisão válida, temos de ter isso como ponto de partida e corrigir todos os actos que foram cometidos à margem da lei. Ou, tudo isto foi uma farsa para se ajustar um acto consumado.
PAIGC RECONHECE USE COMO PRESIDENTE DA REPÚBLICA?
O PAIGC reconhece que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) é a instância máxima do recurso. Recurso este que tinha sido depositado, assim está resolvido. Vamos aguardar se os actos sequentes são respeitados. Se forem respeitados, sendo ele investido no cargo de forma oficial, cumprindo todas as regras, sendo presidente da Guiné-Bissau, será o Presidente da República de todos os militantes do PAIGC incluindo o Domingos Simões Pereira.
Se não respeitar estes preceitos, põe em causa o Estado de Direito, e o Estado de Direito é a lei, a mesma lei que eventualmente ele não respeita para reconhecer ao PAIGC a vitória nas eleições legislativas, e obriga também a qualquer cidadão não respeitar aquilo que em outras circunstancias deveriam respeitar.
NOVA MAIORIA
Numa leitura conceptual, teórica, pode-se admitir que há uma nova maioria porque o parlamento votou contra um programa do governo que resulta das eleições.
O problema é que o ponto de partida é o resultado das eleições, e as eleições ditaram que o PAIGC venceu as eleições. Se o parlamento vota desaprovando o programa e como consequência isso dá um derrube do Governo, as consequências disso devem ser retiradas, e se acabar por resultar na formação de uma nova maioria, assim seja.
No entanto, não pode ser um presidente autoproclamado que como primeiro acto desaloja um governo eleito num regime semipresidencial de pendor parlamentar. Não faz qualquer sentido.
Portanto, vamos aguardar mais uma vez para ver quais são os próximos passos. Vamos embarcar numa tentativa de repor a normalidade e todos nós temos de reconhecer que mesmo não estando de acordo com determinadas decisões, se elas correspondem ao nosso edifício jurídico, devem ser respeitadas. Ou continuamos a escolher aquilo que nos é agradável e negar o que não nos convém. Se é isso, então todos os cidadãos são convidados a fazer o mesmo.
PROJECTO DE CONSTITUIÇÃO
O PAIGC já reagiu e eu alinho-me com essa posição. Essa proposta não existe. Primeiro, quem a propõe não tinha competência para isso. Poderá vir a ter, mas ainda não a tinha. Pode ter opinião, mas não tem o direito de iniciativa da proposta de uma revisão constitucional. Não tem competência para o efeito, aquilo que ele propõe, não faz qualquer sentido. Além disso o edifício do referendo não está legislado nesse sentido, tem de ser a Assembleia Nacional Popular a propor, através das respectivas comissões, e se entender deve auscultar o povo, que na minha opinião é o caminho a seguir. Nessa altura todos nós, enquanto cidadãos, teremos a oportunidade de sermos auscultados e dar a nossa opinião em função das estruturas a que pertencemos.
A minha reacção é que não existe proposta nenhuma, não existe referendo nenhum, existe sim uma comissão criada pela ANP que deve avançar com a sua proposta de revisão constitucional e a sede da assembleia decidir conforme aquilo que está previsto na nossa Constituição. Tudo que vem de outras proveniências, eu não tenho conhecimento, não me diz respeito e não tenho qualquer ligação a isso.
DIVISÕES INTERNAS NO PAIGC E LIDERANÇA POSTA E CAUSA
Sempre disse que um partido como o PAIGC, histórico e com a sua dimensão, assim como com todo o percurso do PAIGC, nem todo o mundo pode estar alinhado em todos os assuntos.
Mas o PAIGC tem os seus princípios e os seus estatutos, tem o seu regulamento disciplinar, tem os seus órgãos competentes onde os militantes, os dirigentes, têm o direito de defender as suas opiniões, incluindo opiniões que possam ser contrárias à direcção e particularmente o seu líder.
Sempre disse e repito, que se um órgão superior do partido, quando me refiro a órgão superior do partido, estou a referir-me à comissão permanente, ao Bureau Político, ao Comité Central e, em última instância, ao Congresso, tomarem uma decisão que contraria e entenda que devo mudar de rumo, eu serei o primeiro a reconhecer isso e a conformar-me, por que isso é uma expressão da democracia e expressão da própria pluralidade, que deve existir numa estrutura como do PAIGC.
Mas não pode ser fretes. Não pode ser gente que um dia sai do PAIGC, porque não consegue lugares de ministros, no dia seguinte está no partido da oposição. Quando nos aproximamos das eleições presidenciais voltam ao partido, depois de fazerem as contas e perceber quem ia ganhar essas eleições, e não sabiam que iria haver a fraude que houve.
Apareceram para se juntarem ao PAIGC, mas assim que são lançados os resultados afinal pensam que não estavam no lado certo e toca a correr rapidamente para ver se ainda conseguem satisfazer o outro lado.
Eu não falo dessa gente, mas sim dos militantes e dos dirigentes do PAIGC, que me conhecem muito bem, que sabem que eu não estou preso ao lugar e que vou respeitar os órgãos superiores do partido, em observância daquilo que as nossas regras internas decidirem.
PAIGC ABERTO A ACORDOS, ALIANÇAS OU COLIGAÇÕES
Temos afirmado o nosso principio de abertura e de inclusão, de sermos capazes de trabalharmos juntos, mas também nós provamos isso desde 2014 sob a minha liderança.
Num primeiro momento o PAIGC com uma maioria absoluta não teve problemas em convidar o PRS a integrar o Governo, porque nós reconhecemos que depois de tantos anos de instabilidade que vivemos, as reformas que são necessárias exigem um entendimento alargado, por um lado, e por outro exigem que todas as competências nacionais possam ser agregadas nesse trabalho conjunto de resgatar o país e promover o seu desenvolvimento.
Nós tivemos um excelente resultado na mesa redonda de negociações em Março de 2015, não foi só porque o Domingos, e as pessoas que o acompanharam, escreveram um bom documento. Foi porque estávamos lá todos, foi porque fomos capazes de falar numa mesma voz e convencer os nossos parceiros que estavam em frente de um povo que sabe o que quer e que está unido no sentido de atingir esses propósitos.
O PAIGC já provou que tem essa capacidade e está disposto a fazer esse caminho. Estamos dispostos a falar com todas as formações políticas e eventualmente estabelecer as relações que sejam necessárias.
O MADEM é um partido político, conseguiu um resultado importante nas últimas eleições, não pode haver a intenção de o ignorar. Mas penso que aquilo que tem sido as afirmações do MADEM, aquilo que tem sido os propósitos dos líderes do MADEM, é que torna essa questão (aliança com o MADEM) interessante.
Ou seja, saber se o MADEM tem essa disponibilidade, para reconhecer primeiro onde está a ordem, quem é a estrutura que foi vencedora das eleições legislativas, porque só assim nós teremos o Estado de Direito democrático. O Estado de Direito democrático não pode ser feito apenas com base naquelas leis que nos podem ser favoráveis.
Hoje eu não estou satisfeito com o Supremo Tribunal de Justiça, nem um pouco mais ou menos, e não acho que tenha sido coerente a posição que o Supremo Tribunal de Justiça assumiu, mas sou obrigado a reconhecer que é a instância máxima, não vou agora inventar um outro mecanismo de recurso judicial.
POSIÇÕES DA CEDEAO
A CEDEAO é o nosso espaço de integração regional. A Guiné-Bissau não está em condições de fazer frente aos colossos da sub-região. Mas um estado é um estado e esperávamos mais respeito, maior dignidade, maior capacidade de articulação com essa estrutura.
Por exemplo. Como é que se pode acreditar que o presidente de uma comissão da CEDEAO reclama-se no direito de poder decidir de um contencioso eleitoral, substituindo os órgãos se soberania nacional. É impressionante.
Mas também. A vocação primeira das organizações internacionais é reforçar as instituições democráticas dos estados membros. Não podemos compreender se logo depois da proclamação dos resultados provisórios, nós não criamos um motim, não estivemos barricados em sitio algum, pondo em causa a segurança interna.
Nós fizemos recurso ao STJ conforme está plasmado na nossa Constituição. Nós devíamos receber por parte da CEDEAO aplausos e dizerem que assim é que deve ser, e vamos trabalhar no sentido de se criarem as condições objectivas para que o STJ possa decidir de forma livre e respeitado as leis.
O que é que nós vimos? Vimos alguns presidentes da República de estados membros convidarem um dos candidatos e o receberem já com pompa e circunstância, tratando-o como Chefe de Estado. Isto põe em causa o próprio edifício democrático do nosso país, mas também a própria carta de constituição da CEDEAO.
Temos de ver também a aberração daquilo que acontece no Mali. Talvez embalados por aquilo que fizeram na Guiné-Bissau, tentaram fazer exactamente a mesma coisa no Mali. Só que desta vez a forças armadas estavam numa posição contrária e que disseram aqui é a nossa soberania. O que aconteceu foi que a CEDEAO perdeu o rosto, perdeu legitimidade, perdeu capacidade de intervenção.
Eu não sou a favor dessa imagem da CEDEAO. Espero que deixem de ter agendas próprias e a CEDEAO compreenda a necessidade de colaborar com os estados membros.
O QUE ESTÁ PIOR E O QUE MELHOROU?
O que piorou é o facto de nós perdermos muito tempo. Estamos a perder tempo com coisas que não interessam ao povo guineense. O que interessa ao guineense é ir para a frente e que o país se consolidasse, que o país se tornasse num país de paz, de tranquilidade e que de facto o desenvolvimento pudesse ocorrer.
Nós temos no país grandes programas que foram desenhados desde a independência até agora. Tais como “Djitu Ten”, desenvolvido pelo INEP; o programa de combate à pobreza; e o programa “Terra Ranka”. Como todos sabem esses programas não são independentes. Quando desenhamos o programa “Terra Ranka”, fomos beber nos outros programas e fazer um trabalho bastante mais integrado e completo.
Em 2015, os guineenses sonharam juntos, e sonharam com um país que iríamos construir juntos. Todos os povos do mundo encontrando-se nessas condições espera que aquilo que nós propusemos na altura que fosse substituído por algo melhor, fosse substituído por outra dinâmica. Por isso perdemos muito tempo e perdemos a confiança dos nossos parceiros.
Hoje pode surgir um novo programa, mas quando formos falar aos nossos parceiros de desenvolvimento, provavelmente vão estar um pé atrás. Isto é uma derrota colectiva de nós todos e um retrocesso muito grande.
O que é que ganhamos? O consulado do José Mário Vaz foi tão caótico, tão contrário às aspirações do povo guineense, que pôs à prova todas as instituições. Pôs à prova a Constituição, pôs à prova os tribunais, pôs à prova a ANP, pôs à prova todas as instituições.
Felizmente, apesar de tudo, que não será alheio à postura que o PAIGC tem tido desde 2015 até agora, fomos capazes de tratar isso sempre nas instâncias competentes. Hoje nós sabemos o que funciona e o que funciona menos na nossa Constituição, assim como na articulação entre os órgãos da soberania, quais são os riscos e as ameaças quando um órgão de soberania tenta ingerir-se nas áreas de intervenção de outros órgãos de soberania. Portanto, nós devíamos ter crescido democraticamente e estar bastante mais robustos em termos da nossa capacidade de implementar a nossa constituição e as nossas leis. Isto poderia ter sido uma vantagem.
GUINÉ-BISSAU, REGRESSO DO NARCOESTADO
O crime organizado, nomeadamente o narcotráfico, tem sinais na Guiné-Bissau. Sinais que estão relacionados com as entradas e saídas de aviões sem passarem pelos circuitos normais. Concessão de passaportes diplomáticos a pessoas que não têm qualquer ligação com a Guiné-Bissau, nem nada que os faz merecer conceder a atribuição desses documentos, que são recebidos diariamente, não só no Palácio da República como no Palácio do Governo.
O narcotráfico tem um padrão, procura instituições que são frágeis e administrações que são frágeis. A fragilidade não está só na falta de meios para o combate, mas na própria determinação e na predisposição das autoridades em fazer esse combate. Provavelmente o que estamos a assistir é o recrudescer dessa situação que provavelmente as actuais autoridades são tão propensas à existência desse crime organizado que as instâncias do crime organizado sentem-se confortadas em voltar à Guiné-Bissau.
INGERÊNCIA EXTERNA E POPULISMO ÉTNICO
Toda a fraude que nós denunciamos teve participações e implicações que não vieram exclusivamente de dentro do nosso território.
Durante a nossa campanha eleitoral pelo menos um país vizinho, e mesmo países limítrofes, enviaram elementos de fora para fazerem campanha, porque estava em concorrência alguém que se identificava com os seus objectivos. Este assunto foi debatido na televisão nacional do Senegal, em que falavam que na Guiné-Bissau havia um candidato que era mais um candidato do Senegal que da Guiné-Bissau.
Encontramos viaturas que por baixo dos cartazes da campanha na Guiné-Bissau tinham esfinges com o rosto do presidente de um estado limítrofe à Guiné-Bissau. É uma ingerência directa.
Logo a seguir à declaração dos resultados pela CNE nós apresentamos uma impugnação, isto não impediu que no mesmo momento juntassem-se pessoas de uma mesma etnia, com reesposáveis políticos de vários países aqui da sub-região para verem que tipo de estratégias deviam montar para que esse processo não voltasse atrás, e isso foi levado à própria CEDEAO. Uma agenda de um determinado candidato com uma determinada etnia e religião, passou a ser a agenda de determinados países e ter sido levada à nossa organização sub-regional.
Por outro lado, será que estão a tirar as tropas da CEDEAO (ECOMIB) para serem colocadas tropas de um país que tem uma agenda concreta com o novo inquilino? É uma questão que os guineenses têm de pôr. De Gabu chegam também informações preocupantes da chegada de estrangeiros. Quanto à divisão étnica no país, está cada vez mais acentuada e todos o dizem.
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terça-feira, setembro 15, 2020
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LIFESTYLE BEBÉS: Bebés que nascem no outono com maior risco de sofrerem destas doenças
© Shutterstock
Notícias ao Minuto 15/09/20 POR LILIANA LOPES MONTEIRO
Crianças que chegam ao mundo no outono apresentam uma probabilidade mais elevada de sofrerem de alergias alimentares, asma e de febre do feno, aponta um estudo norte-americano recente.
Aligação foi estabelecida por pediatras, que admitem ainda desconhecer as causas para a relação entre nascer no outono e o desenvolvimento de determinadas condições de saúde.
Todavia, acreditam que a associação possa estar conectada às bactérias que entram no organismo do bebé através da pele seca e gretada.
A médica Jessica Hui disse em declarações ao jornal britânico The Sun: "quando as partículas dos alimentos penetram na pele, ao invés de serem digeridas, o corpo encara-as como elementos estranhos e cria anticorpos contra as mesmas, o que faz com que a criança se torne alérgica".
Os nascimentos no outono foram associados a concentrações mais elevadas de bactérias danosas.
Atualmente, médicos do hospital National Jewish Health, nos Estados Unidos, estão a conduzir ensaios clínicos de modo a tentarem desvendar a 'misteriosa' conexão.
Notícias ao Minuto 15/09/20 POR LILIANA LOPES MONTEIRO
Crianças que chegam ao mundo no outono apresentam uma probabilidade mais elevada de sofrerem de alergias alimentares, asma e de febre do feno, aponta um estudo norte-americano recente.
Aligação foi estabelecida por pediatras, que admitem ainda desconhecer as causas para a relação entre nascer no outono e o desenvolvimento de determinadas condições de saúde.
Todavia, acreditam que a associação possa estar conectada às bactérias que entram no organismo do bebé através da pele seca e gretada.
A médica Jessica Hui disse em declarações ao jornal britânico The Sun: "quando as partículas dos alimentos penetram na pele, ao invés de serem digeridas, o corpo encara-as como elementos estranhos e cria anticorpos contra as mesmas, o que faz com que a criança se torne alérgica".
Os nascimentos no outono foram associados a concentrações mais elevadas de bactérias danosas.
Atualmente, médicos do hospital National Jewish Health, nos Estados Unidos, estão a conduzir ensaios clínicos de modo a tentarem desvendar a 'misteriosa' conexão.
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terça-feira, setembro 15, 2020
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MALI - Prazo da CEDEAO para Mali nomear Presidente de transição termina hoje
© Reuters
Por LUSA 15/09/20
O prazo dado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) ao Mali para a nomeação de um Presidente de transição termina hoje, assim como o embargo ao comércio e às transações financeiras com o país.
Numa cimeira que reuniu chefes dos Estados-membros da organização regional em 07 de setembro, o presidente da Comissão da CEDEAO, Jean-Claude Brou, afirmou que "o Presidente da transição e o primeiro-ministro da transição devem ser designados, o mais tardar", até 15 de setembro.
No comunicado da cimeira, Jean-Claude Brou acrescentou que a conferência manteve as decisões sobre as sanções adotadas contra o Mali, em particular quanto a trocas financeiras e comerciais e o encerramento de fronteiras.
As sanções foram adotadas após um golpe, realizado por militares em 18 de agosto, que derrubou o então Presidente, Ibrahim Boubacar Keita, tendo a liderança do país sido assumida por uma junta militar, que se auto designou Comité Nacional para a Salvação do Povo (CNSP).
No domingo, a oposição maliana, através do movimento M5-RFP, distanciou-se de um plano de transição acordado no sábado por militares e várias forças políticas.
O roteiro de transição política do Mali, com uma duração proposta de 18 meses, começa com a nomeação de um Presidente interino e vice-presidente, por um conselho eleito pelo CNSP, mas deixa em aberto a possibilidade de serem os militares a dirigir o período de transição.
O chefe da junta militar do Mali, o coronel Assimi Goita, prometeu no sábado instituir um Governo para restaurar o poder civil num prazo de 18 meses, após a adoção de uma carta de transição.
Além da instabilidade política, o Mali regista uma situação de violência intercomunitária e de frequentes ataques 'jihadistas' contra o Exército maliano e as forças estrangeiras, incluindo francesas, destacadas em extensas zonas do centro e norte do país.
Além da CEDEAO e da União Africana, a ação militar foi rejeitada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela União Europeia (UE).
Portugal tem no Mali 74 militares integrados em missões da ONU e da UE.
Antigo primeiro-ministro (1994-2000), Ibrahim Boubacar Keita, 75 anos, foi eleito chefe de Estado em 2013, e renovou o mandato de cinco anos em 2018.
Por LUSA 15/09/20
O prazo dado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) ao Mali para a nomeação de um Presidente de transição termina hoje, assim como o embargo ao comércio e às transações financeiras com o país.
Numa cimeira que reuniu chefes dos Estados-membros da organização regional em 07 de setembro, o presidente da Comissão da CEDEAO, Jean-Claude Brou, afirmou que "o Presidente da transição e o primeiro-ministro da transição devem ser designados, o mais tardar", até 15 de setembro.
No comunicado da cimeira, Jean-Claude Brou acrescentou que a conferência manteve as decisões sobre as sanções adotadas contra o Mali, em particular quanto a trocas financeiras e comerciais e o encerramento de fronteiras.
As sanções foram adotadas após um golpe, realizado por militares em 18 de agosto, que derrubou o então Presidente, Ibrahim Boubacar Keita, tendo a liderança do país sido assumida por uma junta militar, que se auto designou Comité Nacional para a Salvação do Povo (CNSP).
No domingo, a oposição maliana, através do movimento M5-RFP, distanciou-se de um plano de transição acordado no sábado por militares e várias forças políticas.
O roteiro de transição política do Mali, com uma duração proposta de 18 meses, começa com a nomeação de um Presidente interino e vice-presidente, por um conselho eleito pelo CNSP, mas deixa em aberto a possibilidade de serem os militares a dirigir o período de transição.
O chefe da junta militar do Mali, o coronel Assimi Goita, prometeu no sábado instituir um Governo para restaurar o poder civil num prazo de 18 meses, após a adoção de uma carta de transição.
Além da instabilidade política, o Mali regista uma situação de violência intercomunitária e de frequentes ataques 'jihadistas' contra o Exército maliano e as forças estrangeiras, incluindo francesas, destacadas em extensas zonas do centro e norte do país.
Além da CEDEAO e da União Africana, a ação militar foi rejeitada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela União Europeia (UE).
Portugal tem no Mali 74 militares integrados em missões da ONU e da UE.
Antigo primeiro-ministro (1994-2000), Ibrahim Boubacar Keita, 75 anos, foi eleito chefe de Estado em 2013, e renovou o mandato de cinco anos em 2018.
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terça-feira, setembro 15, 2020
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GUINÉ-BISSAU: ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO - ANP, 14%, - AGRICULTURA, 2%.
Escritor Marcelo Aratum JUSTIÇA SOCIAL E EXERCÍCIO DA CIDADANIA NA GUINÉ-BISSAU
Com certeza, daqui a alguns anos, extinguirá o maior problema dos guineenses: FOME.
Então, vamos todos, em coro, parabenizar os nossos gênios políticos. Políticos de todos os tempos.
Pois é,
O mundo luta dia e noite contra a miséria e pobreza, logo, a Guiné-Bissau não pode ficar de fora nessa luta: OS POLÍTICOS, 14%, AGRICULTURA, 2%.
Muito emocionante, viu.

Fonte: Escritor Marcelo Aratum
ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO
ANP, 14%,
Agricultura, 2%.
Isso demonstra a verdadeira preocupação dos nossos governantes com as mazelas sociais.Com certeza, daqui a alguns anos, extinguirá o maior problema dos guineenses: FOME.
Então, vamos todos, em coro, parabenizar os nossos gênios políticos. Políticos de todos os tempos.
Pois é,
O mundo luta dia e noite contra a miséria e pobreza, logo, a Guiné-Bissau não pode ficar de fora nessa luta: OS POLÍTICOS, 14%, AGRICULTURA, 2%.
Muito emocionante, viu.

Fonte: Escritor Marcelo Aratum
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terça-feira, setembro 15, 2020
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OPINIÃO - É bom recordar que antigo presidente senegalês, Léopold Sédar Senghor tinha desaconselhado, a luta armada como a única solução ideal para a independência, e, aconselhava aposta num diálogo directo com as autoridades coloniais lusa...

Saúdo e comemoro o nascimento de Amílcar Cabral, bem como lamento a forma bárbara como foi assassinado com as armas que ele introduziu na antiga colônia portuguesa na África Ocidental, para a luta armada, com objetivo à independência.
Condeno a hipocrisia e oportunismo de muitos aqueles que perfilam outras ideologias sem critérios próprios refugiam na figura do malogrado Amilcar Cabral que hermeticamente escolheu a via da violência com objetivo político.
É bom recordar que antigo presidente senegalês, Léopold Sédar Senghor tinha desaconselhado, a luta armada como a única solução ideal para a independência, e, aconselhava aposta num diálogo directo com as autoridades coloniais lusa...
Muito se avançou, encontros em Casamance etc., mas as reticências de Amilcar Cabral não permitiram avanços significativos...
A opção da luta armada para a libertação do jugo colônia português foi fatal para ele, bem como as severas consequências nefastas para a Guiné, que até hoje perduram...
O Amilcar Cabral não foi a única vítima do vício da violência.
Também foram as vítimas da violência armada, muitos mesmo os mais emblemáticos guerrilheiros da luta da libertação que não escaparam da morte traidora e violenta perpetrados pelos os próprios colegas da luta de libertação...
Mas, no entanto, quêm assumiu e assume até atualidade os maiores prejuízos dos efeitos da guerra de libertação é o próprio povo guineense...
Se abrissem a porta para emigração a Portugal duvido que alguém ficaria na Guiné Bissau...
As estatísticas geram números dramáticos depois da independência:
Mais de 50% da população nativa originária optou à emigração para os quatro cantos do Mundo.
O Ensino, Saúde, Habitação, o Emprego, a Economia, Emprego e a Estabilidade Política são dos mais precários do Mundo, apesar da imensa riqueza que a Guiné Bissau possuí...
Pior ainda é a herança do "cabralismo" que perdura até a data.
O "cabralismo" imprimiu na Guiné Bissau, a destruição da nossa natural edioncracia multiculturalista...
Instalou-se o ódio, inveja, maldade cruel, e a ignorância...
Por isso, ficamos presos a práticas que tem vindo a destruir a nossa identidade multicultural, a nossa genomana resiliência solidária e societária, etc etc...
Hoje e como no passado, República da Guiné Bissau fugiu dos verdadeiros caminhos para um desenvolvimento perene e autossustentável, apesar da imensidão dos recursos multipolar que a natureza dispõe à República da Guiné Bissau...
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terça-feira, setembro 15, 2020
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segunda-feira, 14 de setembro de 2020
Representante do Poder Tradicional de Bubaque critica aumento do preço dos transportes para a ilha
Bissau, 14 set 20 (ANG) – O Representante do Poder Tradicional do Setor de Bubaque considera de “exagerado” o preço de cinco mil francos cfa praticado pelo proprietário do navio privado Bijagós, que faz ligação entre Bissau e Bubaque.
Joãozinho Major Conó que falava em exclusivo à ANG, no último fim de semana, em Bubaque, pediu ao governo para disponibilizar um barco,o mais rápido possível, para minimizar o sofrimento da população daquela zona insular.
O Preço oscilou de 3.500 fcfa para 5 mil fcfa.
“Não temos o poder económico aqui nas ilhas, o barco é cobrado ao preço mínimo de 5 mil francos cfa, imagina se uma pessoa tiver uns 20 mil e se tirar os 10 mil francos de transporte, o resto não chega para resolver outros problemas, e isso contribui para o aumento da pobreza aos populares das ilhas”, lamentou.
Questionado sobre o conflito da posse de terra que nos últimos tempos tornou-se frequente naquela localidade, Major Conó disse que essa situação existe sobretudo na praia de Bruce, mas que já se resolveu com a intervenção dos líderes das comunidades, em colaboração com as autoridades administrativas locais.
Major Conó explicou que a origem do conflito da posse da terra no setor se deve a atitude de quem foi concedido o espaço à título de empréstimo para trabalhar ou construir a casa, mas que acabou por vender o espaço sem conhecimento do proprietário.
“Antes, se uma pessoa chegar a Bubaque é cedido um espaço para que possa construir a sua casa ou praticar a agricultura sem nenhuma contrapartida, mas as divergências começam quando essa pessoa vende o espaço ao terceiro sem conhecimento do verdadeiro dono, e sem lhe dar nada”, explicou.
Afirmou que actualmente registam-se poucos casos de roubo de gados graças a situação geográfica do setor, indicando que mais se verificam casos de roubos de cabras, porcos e galinhas.
Falou ainda da situação do Tribunal Setorial que foi construído mas que até agora não está a funcionar.
Segundo a informação que à que a ANG teve acesso, a Iniciativa Voz de Paz realizou auscultações no fim de semana nesse setor sobre o Conflito da posse da terra e foi criada uma Comissão de Seguimento do trabalho no setor.
Como um dos membros da referida Comissão, Joãozinho Major Conó promete colaborar para se poder tirar bom resultado relativamente aos conflitos sobre posse de terra na ilha.
ANG/DMG/ÂC//SG
Joãozinho Major Conó que falava em exclusivo à ANG, no último fim de semana, em Bubaque, pediu ao governo para disponibilizar um barco,o mais rápido possível, para minimizar o sofrimento da população daquela zona insular.
O Preço oscilou de 3.500 fcfa para 5 mil fcfa.
“Não temos o poder económico aqui nas ilhas, o barco é cobrado ao preço mínimo de 5 mil francos cfa, imagina se uma pessoa tiver uns 20 mil e se tirar os 10 mil francos de transporte, o resto não chega para resolver outros problemas, e isso contribui para o aumento da pobreza aos populares das ilhas”, lamentou.
Questionado sobre o conflito da posse de terra que nos últimos tempos tornou-se frequente naquela localidade, Major Conó disse que essa situação existe sobretudo na praia de Bruce, mas que já se resolveu com a intervenção dos líderes das comunidades, em colaboração com as autoridades administrativas locais.
Major Conó explicou que a origem do conflito da posse da terra no setor se deve a atitude de quem foi concedido o espaço à título de empréstimo para trabalhar ou construir a casa, mas que acabou por vender o espaço sem conhecimento do proprietário.
“Antes, se uma pessoa chegar a Bubaque é cedido um espaço para que possa construir a sua casa ou praticar a agricultura sem nenhuma contrapartida, mas as divergências começam quando essa pessoa vende o espaço ao terceiro sem conhecimento do verdadeiro dono, e sem lhe dar nada”, explicou.
Afirmou que actualmente registam-se poucos casos de roubo de gados graças a situação geográfica do setor, indicando que mais se verificam casos de roubos de cabras, porcos e galinhas.
Falou ainda da situação do Tribunal Setorial que foi construído mas que até agora não está a funcionar.
Segundo a informação que à que a ANG teve acesso, a Iniciativa Voz de Paz realizou auscultações no fim de semana nesse setor sobre o Conflito da posse da terra e foi criada uma Comissão de Seguimento do trabalho no setor.
Como um dos membros da referida Comissão, Joãozinho Major Conó promete colaborar para se poder tirar bom resultado relativamente aos conflitos sobre posse de terra na ilha.
ANG/DMG/ÂC//SG
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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Guiné-Bissau: Director de Segurança Rodoviária reafirma interdição de entrada directa ao centro de Bissau de camiões porta-contentores
Bissau, 14 Set 20 (ANG) – O Director de Serviço de Segurança Rodoviária afirmou hoje que devido as más condições das estradas a instituição que dirige decidiu que os camiões porta-contentores passam a utilizar a estrada de via Guimetal /São Paulo para se chegar ao centro da cidade.
“Todas as viaturas pesadas com mais de 10 toneladas são proibidas de utilizar a via Avenida dos Combatentes da Liberdade da Pátria para entrar para Bissau”, disse Ângelo da Costa, em entrevista esta segunda-feira à ANG.
Da Costa disse que os acidentes que têm estado a acontecer nos últimos tempos e que envolvem esses tipos de viatura ocorrem por negligência por parte dos condutores que violam as placas.
Avisa que quem violar vai ter que pagar multas uma vez que muitas destas viaturas não passam pela inspecção para avaliação do seu estado.
Disse que colocaram sinais na Rotundo de Guimetal que indica que as viaturas de 10 toneladas ou mais são proibidas de entrarem para Bissau acrescentando que todas as ruas, desde o porto de Bissau, têm sinais de proibição de transporte dos veículos com mais de 10 toneladas ,com exceção da via que vai para São Paulo.
Falando da recolocação do monumento Che Guevarra na antiga estátua de Honório Barreto, removido por colisão de um camião porta-contentor, o Director do Serviço de Segurança Rodoviária disse que o assunto está nas mãos da Polícia de Trânsito.
“É a Câmara Municipal de Bissau que cuida dos monumentos e é ela que deve dar a orientação para mandar fazer os trabalhos da sua recuperação”, referiu.
Ângelo da Costa pede aos motoristas para levarem as suas viaturas à Inspecção rodoviária.
“No mundo todas as viaturas que vão para a estrada, são controladas e as que não possuem vinhetas de aprovação de inspecção não podem circular. Não entendo porquê que não pode ser assim na Guiné-Bissau”, referiu.
No último fim de semana um contentor caiu por cima de um táxi
, e os ocupantes do ligeiro tiveram tempo de se salvar mas a viatura ficou arrasado.
ANG/MSC/ÂC//SG
“Todas as viaturas pesadas com mais de 10 toneladas são proibidas de utilizar a via Avenida dos Combatentes da Liberdade da Pátria para entrar para Bissau”, disse Ângelo da Costa, em entrevista esta segunda-feira à ANG.
Da Costa disse que os acidentes que têm estado a acontecer nos últimos tempos e que envolvem esses tipos de viatura ocorrem por negligência por parte dos condutores que violam as placas.
Avisa que quem violar vai ter que pagar multas uma vez que muitas destas viaturas não passam pela inspecção para avaliação do seu estado.
Disse que colocaram sinais na Rotundo de Guimetal que indica que as viaturas de 10 toneladas ou mais são proibidas de entrarem para Bissau acrescentando que todas as ruas, desde o porto de Bissau, têm sinais de proibição de transporte dos veículos com mais de 10 toneladas ,com exceção da via que vai para São Paulo.
Falando da recolocação do monumento Che Guevarra na antiga estátua de Honório Barreto, removido por colisão de um camião porta-contentor, o Director do Serviço de Segurança Rodoviária disse que o assunto está nas mãos da Polícia de Trânsito.
“É a Câmara Municipal de Bissau que cuida dos monumentos e é ela que deve dar a orientação para mandar fazer os trabalhos da sua recuperação”, referiu.
Ângelo da Costa pede aos motoristas para levarem as suas viaturas à Inspecção rodoviária.
“No mundo todas as viaturas que vão para a estrada, são controladas e as que não possuem vinhetas de aprovação de inspecção não podem circular. Não entendo porquê que não pode ser assim na Guiné-Bissau”, referiu.
No último fim de semana um contentor caiu por cima de um táxi
, e os ocupantes do ligeiro tiveram tempo de se salvar mas a viatura ficou arrasado.
ANG/MSC/ÂC//SG
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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Covid-19: TÉCNICOS DE BAFATÁ ESTARÃO A BLOQUEIAR OS DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DA REGIÃO
14/09/2020 / Jornal Odemocrata
A alta comissária de luta contra a Covid-19, Magda Robalo, revelou esta segunda-feira, 14 de setembro de 2020, que os técnicos da região sanitária de Bafatá envolvidos na luta contra a covid-19, decidiram bloquear os dados epidemiológicos de coronavírus, não os enviando ao Centro Operacional de Emergência em Saúde (COES), estrutura responsável pela gestão dos dados da pandemia.
Em causa, segundo Magda Robalo, estará à falta de pagamento de subsídios e a disparidade registada nos valores e na lista relativa aos dias laborais e presume-se que estejam a reter os dados há já três semanas.
As reivindicações dos técnicos surgem numa altura em que a Guiné-Bissau regista 2303 casos acumulados de coronavírus, dos quais 1472 estão recuperados, 39 óbitos por Covid-19, 06 com Covid-19, cuja causa da morte deriva de outras patologias e 786 casos ativos.
Aos jornalistas, Magda Robalo confirmou que apenas os técnicos de Bafatá não receberam os seus subsídios.
“Se não me engano esta é a terceira semana que os agentes de resposta rápida da região sanitária de Bafatá retêm os dados epidemiológicos, porque ainda não receberam os respetivos subsídios. Na verdade há uma discrepância muito grande entre o montante orçado e enviado e o número de dias que trabalharam”, detalhou a alta comissária.
A explicação foi dada durante a conferência de imprensa para a apresentação do boletim semanal da evolução da situação da epidemiológica do coronavírus na Guiné-Bissau,
Magda Robalo assegurou que 275 agentes já receberam os seus subsídios estimados em 276 milhões e 290 mil francos CFA.
Por seu lado, o secretário do Alto Comissariado para a luta contra a Covid-19, Plácido Cardoso, explicou que durante a semana de 06 a 12 deste mês, foram analisadas 1828 novas amostras, das quais 28 resultaram positivo.
De acordo com o boletim apresentado, os dados indicam que a região sanitária de Bissau conta com um total de mil e novecentos e noventa e três (1993) casos, dos quais 1322 estão recuperados, 28 óbitos por COVID- 19 e 671 casos ativos. A região sanitária de Biombo segue com 135 casos, 90 recuperados, 07 óbitos e 38 ativos. A região de Cacheu tem um registo de 42 casos, 29 estão recuperados e 13 ativos.
A região sanitária de Bafatá aparece no gráfico com 52 casos, dos quais 12 recuperados, quatro óbitos e 36 ativos. Oio com 20 casos, dos quais 09 recuperados e 11 ativos A região de Quinara apresenta 37 positivos, dos quais dois recuperados e 35 ativos. A região de Tombali tem 09 casos, um recuperado e oito ativos. A região sanitária de Gabú conta com 03 casos, 02 recuperados e um ativo. A região sanitária de Farim com 11 casos, dos quais um recuperado e dez ativos. E a região sanitária de Bolama tem um caso positivo ativo.
Os dados estatísticos continuam a indicar que o sexo masculino é o mais afetado pelo vírus com uma taxa de 59% e o género feminino com 41%.
Por: Epifânia Mendonça
A alta comissária de luta contra a Covid-19, Magda Robalo, revelou esta segunda-feira, 14 de setembro de 2020, que os técnicos da região sanitária de Bafatá envolvidos na luta contra a covid-19, decidiram bloquear os dados epidemiológicos de coronavírus, não os enviando ao Centro Operacional de Emergência em Saúde (COES), estrutura responsável pela gestão dos dados da pandemia.
Em causa, segundo Magda Robalo, estará à falta de pagamento de subsídios e a disparidade registada nos valores e na lista relativa aos dias laborais e presume-se que estejam a reter os dados há já três semanas.
As reivindicações dos técnicos surgem numa altura em que a Guiné-Bissau regista 2303 casos acumulados de coronavírus, dos quais 1472 estão recuperados, 39 óbitos por Covid-19, 06 com Covid-19, cuja causa da morte deriva de outras patologias e 786 casos ativos.
Aos jornalistas, Magda Robalo confirmou que apenas os técnicos de Bafatá não receberam os seus subsídios.
“Se não me engano esta é a terceira semana que os agentes de resposta rápida da região sanitária de Bafatá retêm os dados epidemiológicos, porque ainda não receberam os respetivos subsídios. Na verdade há uma discrepância muito grande entre o montante orçado e enviado e o número de dias que trabalharam”, detalhou a alta comissária.
A explicação foi dada durante a conferência de imprensa para a apresentação do boletim semanal da evolução da situação da epidemiológica do coronavírus na Guiné-Bissau,
Magda Robalo assegurou que 275 agentes já receberam os seus subsídios estimados em 276 milhões e 290 mil francos CFA.
Por seu lado, o secretário do Alto Comissariado para a luta contra a Covid-19, Plácido Cardoso, explicou que durante a semana de 06 a 12 deste mês, foram analisadas 1828 novas amostras, das quais 28 resultaram positivo.
De acordo com o boletim apresentado, os dados indicam que a região sanitária de Bissau conta com um total de mil e novecentos e noventa e três (1993) casos, dos quais 1322 estão recuperados, 28 óbitos por COVID- 19 e 671 casos ativos. A região sanitária de Biombo segue com 135 casos, 90 recuperados, 07 óbitos e 38 ativos. A região de Cacheu tem um registo de 42 casos, 29 estão recuperados e 13 ativos.
A região sanitária de Bafatá aparece no gráfico com 52 casos, dos quais 12 recuperados, quatro óbitos e 36 ativos. Oio com 20 casos, dos quais 09 recuperados e 11 ativos A região de Quinara apresenta 37 positivos, dos quais dois recuperados e 35 ativos. A região de Tombali tem 09 casos, um recuperado e oito ativos. A região sanitária de Gabú conta com 03 casos, 02 recuperados e um ativo. A região sanitária de Farim com 11 casos, dos quais um recuperado e dez ativos. E a região sanitária de Bolama tem um caso positivo ativo.
Os dados estatísticos continuam a indicar que o sexo masculino é o mais afetado pelo vírus com uma taxa de 59% e o género feminino com 41%.
Por: Epifânia Mendonça
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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Organizado pelo Governo da GUINÉ-BISSAU em colaboração com o Banco Mundial, teve início esta manhã na sala de reuniões da ENA, o SEMINARIO DE FORMAÇÃO E DE CAPACITAÇÃO destinado a 90 AGENTES ADUANEIROS do País, divididos em três grupos.
Durante o ato da abertura o S.E.O.A.F. DR. JOSÉ CARLOS CASIMIRO, em representação do Ministro das Finanças, para além de agradecer aos organizadores apelou a determinação dos formandos.
.
O Diretor Geral das Alfandegas da Guiné Bissau, DR. DOMENICO SANCA, defende a formação dos agentes Aduaneiros.
No seu discurso de abertura do seminário destinado aos 90 agentes Aduaneiros, Domenico Sanca, passo a citar disse: A DIREÇÃO ADUANEIRA DA GUINÉ-BISSAU, SOFRE DE FALTA DE FUNCIONARIOS ADUANEIROS FORMADOS NO DOMINIO.
Durante o ato da abertura o S.E.O.A.F. DR. JOSÉ CARLOS CASIMIRO, em representação do Ministro das Finanças, para além de agradecer aos organizadores apelou a determinação dos formandos.
.
O Diretor Geral das Alfandegas da Guiné Bissau, DR. DOMENICO SANCA, defende a formação dos agentes Aduaneiros.No seu discurso de abertura do seminário destinado aos 90 agentes Aduaneiros, Domenico Sanca, passo a citar disse: A DIREÇÃO ADUANEIRA DA GUINÉ-BISSAU, SOFRE DE FALTA DE FUNCIONARIOS ADUANEIROS FORMADOS NO DOMINIO.
Fonte: Antonio Iaia SEidi
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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Guiné-Bissau: Atualização semanal do Alto comissariado para a COVID 19 na Guiné-Bissau e no mundo - Semana 37
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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MALAM GOMES ARTIGO DE OPINIÃO Nº 32 – 2020 O PASSADO É O PASSADO E É, PARA INTERPRETAÇÃO – OS INTELETUAIS ACADÉMICOS, PESSOAS COM FORMAÇÃO ACADÉMICAS CONSOLIDADAS BEM LETRADOS (AS) OU MELHOR OS PROFESSORES DOUTOTRES ENCARREGAM DE ESCREVER A HISTÓRIA NOS LIVROS E OFORECER-NOS, MAS VAMOS CONTINUAR A – TRABALHAR COM A SERIEDADE, FALAR, LER E ESCREVER – NÃO PODEMOS DEIXAR NADA PARA FAZER, PARA DIZER E NEM PARA ESCREVER E PEDIR O PUBLICAÇÃO.
Declaração do Secretário – geral das Nações Unidos, Eng. António Gutierres, antigo secretário – geral do nosso grande em Portugal o (PS - Partido Socialista) e antigo PM português, o – Homem equilibrado, bom, inteligente, de missão impossível, de confiança, solidário o Homem ou PM de Portugal que criou o RMG – Rendimento Mínimo Garantido, actual Rendimento Social de Inserção, é verdade Ele bom e é inteligente, mas as suas declações, continuou a cair como uma bomba na sociedade (povo) guineense e amigos da Guiné - Bissau – nós todos guineenses esperávamos o levantamento das sanções dos nossos oficiais militar sancionados desde 12 de abril de 2012, na sequência do golpe de estado, porque chegou-se a conclusão que os problemas dos - golpes, contragolpes, intentonas que têm verificados no nosso país RGB, a muito e muito tempo – são feitos e fabricados pelos nossos políticos ou corruptos, problemas estão nos nossos políticos, líderes e governantes e não nos nossos militares, foi aprovado com o comando do nosso general - mais bem preparado, mais brilhante no seio das nossas forças armadas e da região, mais educado, mais inteligente, mais pacífico, solidário, mais determinado, mais humano e da confiança com visão de – CURTO, MÉDIO E LOGO PRAZO, O GENERAL BIAGUE NAN TAM (CEMGFA – GUINEENSE) RECONDUZUDO NO CARGO PELO NOSSO PR – USE BOA.
O QUE O NOSSO IRMÃO O SECRETÁRIO - GERAL DAS NAÇÕES, ENGº ANTÓNIO GUTERRES, TEM ESTADO A FAZER, FALAR, PRONUNCIAR E ESCREVER SE É PARA AJUDAR A SOCIEDADE GUINEENSE O (POVO) OU AJUDAR OS NOSSOS POLÍTICOS E GOVERNANTES APROXIMAR-SE, ENTENDEREM É BEM VISTO, MAS SE É PARA BENEFICIAR UMA PESSOA OU GRUPINHOS DE PESSOAS, EM DETRiMENTOS DOS GUINEENSES COMO POVO, COMO SERES HUMANOS, VAMOS DIZER EM VOZ ALTO E BOM-TON NÃO E NÃO.
Todo mundo sabe e a própria Secretário – geral das nações Unidas a sua Ex. Engº António Guterres - actual responsável número um (1) da nossa planete ou do mundo, sabe no nosso país RGB – há casos a mais e princípio a menos e as coisas, não podem ficar assim, nós guineenses estamos cansados das crelas políticas, dos nossos políticos e governantes, o que alguns fazem, não se faz e não pode continuar assim.
ALGUNS POLÍTICOS E GOVERNANTES QUEREM ENTERRAR-NOS VIVOS E DEPOIS VERDER O NOSSO PAÍS RGB EM SALDOS, ALGUNS TÊM ESSES COMPROMISSOS, MAS VAMOS DIZER NÃO E NÃO.
Se o tempo é dinheiro, nós guineenses, não podemos fazer mais contas, o que é que já perdemos, o mundo querem para o povo guineense continuarem assim ou continuarmos a perder? Deixo a pergunta aos responsáveis mundiais, países vizinhos, países amigos e amigos dos guineenses e do nosso pais RGB – caros (as) compatriotas guineense (dentro e fora da porta) é o tempo para dizermos chega, basta, mas mesmo basta com – B GRANDE, PORQUE É DE MAIS E CHEGA.
O QUE FAZER COM ALGUNS DOS NOSSOS POLÍTICOS, LÍDERES, E GOVERNANTES OU OS (GESTORES E SERVIDORES DA SOCIEDADE O (POVO) E DO NOSSO PAÍS RGB), ACOMPANHADOS (AS) COM ALGUNS MALANDROS, QUE SÓ QUEREM BOA VIDA E NÃO VIDA BOA – BOA VIDA TER TUDO SEM DAR NADA EM TROCA OU SEM TRABALHAR, VIDA BOA TRABALHAR COM SERIEDADE, PARA PODERMOS TER O MÍNIMO DOS MÍNIMOS INDISPENSÁVEL PARA VIVÊNCIA DO SER HUMANO.
Até que em fim, possivelmente, vamos ficar ou estamos ficar um pouco satisfeito, mas ainda não estamos convencidos, no nosso país RGB, tudo pode acontecer, os nossos políticos, líderes e governantes mudam de opinião constantemente e alguns malandros, manipuladores de opinião pública, que querem e têm tudo e nunca deram nada em trocas, além de aqueles (as) que fazem parte do sistema e da governação (atuais e antigos) a sociedade e o nosso país RGB e são acompanhados com algumas pessoas e países que não querem ver a sociedade (povo) guineense e o nosso país RGB dar um paz rumo ao:
DESENVOLVIMENTO, COMO OUTROS PAÍSES DO MUNDO.
Gostaria ver as novas autoridades pôr toda sociedade guineense o (povo) a movimentar – trabalhar, coisas que alguns guineense não querem e querem tudo, base de mentiras graxas e (bla, bla e bla), nunca se vê o que é que, alguns o têm feito, tirando as suas formações - profissionais, académicas – tudo pago e feito pelo nosso trabalho, das nossas contribuições, do nosso dinheiro os – (formadores (as) ou professores (as), infra-estruturas, equipamentos utilizados, salários pagos são frutos ou os resultados do nosso trabalho, dos trabalhadores sérios ou dos contribuintes limpos (cá fora e la dentro do país), não caiu no céu e não saiu no solo é o trabalho sério de dia e a noite, que as vezes são feitos vinte quatro sobre vinte quatro (24/24) horas pelos trabalhadores (as)
COMO É POSSÍVEL ALGUNS PESSOAS QUE NÃO TINHAM NADA, ENTRAR NA GESTÃO DE BENS PÚBLICA, NA POLÍTICA E NA GOVERNAÇÃO DO PAÍS EM POUCOS TEMPO AUTOMÁTICAMENTE FICAREM RICOS (DONDE É QUE SAIRAM COM TUDO?
Têm que justificar, se não justificarem para (cadeias) e confiscar todos os bens adquiridos (as) – capital, materiais e patrimoniais a favor do estado.
Levantamentos que se falou, de todos os bens do estado, devem ser feitas dou a quer doer, tudo o que é de estado é de estado é para devolver o estado – se alguém disse que comprou ao estado, tem que aprovar a compra, com os documentos da compra (escritura pública) e como pagou? Incluindo antiga sede de Associação dos Comerciantes Guineenses, que é agora sede do PAIGC – tudo tem que ser aprovados, se não forem aprovados para o estado, não só o dinheiro do estado no cofre de estado, todos os bens do estado é para devolver ao estado.
Atenção caças as bruxas não, humilhação não, justiça na praça pública também não – tudo tem que ser feitas base das normas, da constituição, e das leis vigente do nosso país e respeitar normas internacionais, direitos humanos, mas queremos justiça justa e justiça social também justiça, a sociedade e o nosso país RGB, não pode e nem deve continuar assim.
TODOS NÓS GUINEENSES DEVEMOS TRABALHAR COM SERIEDADE, RESPONSABILIDADE, COM A CONFIANÇA E RESPEITO MÚTUA, TODO MUNDO VAI DE MAL A PIOR E OS NOSSOS POLÍTICOS, LÍDERES E GOVERNANTES, ACOMPANHDOS (AS), ESCOLHERAM PIOR.
MALAM GOMES EM PORTUGAL – SEMPRE ATENTO E TRABALHAR COM A SERIEDADE, NÃO FICO NADA PARA DIZER E NEM PARA FAER.
Declaração do Secretário – geral das Nações Unidos, Eng. António Gutierres, antigo secretário – geral do nosso grande em Portugal o (PS - Partido Socialista) e antigo PM português, o – Homem equilibrado, bom, inteligente, de missão impossível, de confiança, solidário o Homem ou PM de Portugal que criou o RMG – Rendimento Mínimo Garantido, actual Rendimento Social de Inserção, é verdade Ele bom e é inteligente, mas as suas declações, continuou a cair como uma bomba na sociedade (povo) guineense e amigos da Guiné - Bissau – nós todos guineenses esperávamos o levantamento das sanções dos nossos oficiais militar sancionados desde 12 de abril de 2012, na sequência do golpe de estado, porque chegou-se a conclusão que os problemas dos - golpes, contragolpes, intentonas que têm verificados no nosso país RGB, a muito e muito tempo – são feitos e fabricados pelos nossos políticos ou corruptos, problemas estão nos nossos políticos, líderes e governantes e não nos nossos militares, foi aprovado com o comando do nosso general - mais bem preparado, mais brilhante no seio das nossas forças armadas e da região, mais educado, mais inteligente, mais pacífico, solidário, mais determinado, mais humano e da confiança com visão de – CURTO, MÉDIO E LOGO PRAZO, O GENERAL BIAGUE NAN TAM (CEMGFA – GUINEENSE) RECONDUZUDO NO CARGO PELO NOSSO PR – USE BOA.
O QUE O NOSSO IRMÃO O SECRETÁRIO - GERAL DAS NAÇÕES, ENGº ANTÓNIO GUTERRES, TEM ESTADO A FAZER, FALAR, PRONUNCIAR E ESCREVER SE É PARA AJUDAR A SOCIEDADE GUINEENSE O (POVO) OU AJUDAR OS NOSSOS POLÍTICOS E GOVERNANTES APROXIMAR-SE, ENTENDEREM É BEM VISTO, MAS SE É PARA BENEFICIAR UMA PESSOA OU GRUPINHOS DE PESSOAS, EM DETRiMENTOS DOS GUINEENSES COMO POVO, COMO SERES HUMANOS, VAMOS DIZER EM VOZ ALTO E BOM-TON NÃO E NÃO.
Todo mundo sabe e a própria Secretário – geral das nações Unidas a sua Ex. Engº António Guterres - actual responsável número um (1) da nossa planete ou do mundo, sabe no nosso país RGB – há casos a mais e princípio a menos e as coisas, não podem ficar assim, nós guineenses estamos cansados das crelas políticas, dos nossos políticos e governantes, o que alguns fazem, não se faz e não pode continuar assim.
ALGUNS POLÍTICOS E GOVERNANTES QUEREM ENTERRAR-NOS VIVOS E DEPOIS VERDER O NOSSO PAÍS RGB EM SALDOS, ALGUNS TÊM ESSES COMPROMISSOS, MAS VAMOS DIZER NÃO E NÃO.
Se o tempo é dinheiro, nós guineenses, não podemos fazer mais contas, o que é que já perdemos, o mundo querem para o povo guineense continuarem assim ou continuarmos a perder? Deixo a pergunta aos responsáveis mundiais, países vizinhos, países amigos e amigos dos guineenses e do nosso pais RGB – caros (as) compatriotas guineense (dentro e fora da porta) é o tempo para dizermos chega, basta, mas mesmo basta com – B GRANDE, PORQUE É DE MAIS E CHEGA.
O QUE FAZER COM ALGUNS DOS NOSSOS POLÍTICOS, LÍDERES, E GOVERNANTES OU OS (GESTORES E SERVIDORES DA SOCIEDADE O (POVO) E DO NOSSO PAÍS RGB), ACOMPANHADOS (AS) COM ALGUNS MALANDROS, QUE SÓ QUEREM BOA VIDA E NÃO VIDA BOA – BOA VIDA TER TUDO SEM DAR NADA EM TROCA OU SEM TRABALHAR, VIDA BOA TRABALHAR COM SERIEDADE, PARA PODERMOS TER O MÍNIMO DOS MÍNIMOS INDISPENSÁVEL PARA VIVÊNCIA DO SER HUMANO.
Até que em fim, possivelmente, vamos ficar ou estamos ficar um pouco satisfeito, mas ainda não estamos convencidos, no nosso país RGB, tudo pode acontecer, os nossos políticos, líderes e governantes mudam de opinião constantemente e alguns malandros, manipuladores de opinião pública, que querem e têm tudo e nunca deram nada em trocas, além de aqueles (as) que fazem parte do sistema e da governação (atuais e antigos) a sociedade e o nosso país RGB e são acompanhados com algumas pessoas e países que não querem ver a sociedade (povo) guineense e o nosso país RGB dar um paz rumo ao:
DESENVOLVIMENTO, COMO OUTROS PAÍSES DO MUNDO.
Gostaria ver as novas autoridades pôr toda sociedade guineense o (povo) a movimentar – trabalhar, coisas que alguns guineense não querem e querem tudo, base de mentiras graxas e (bla, bla e bla), nunca se vê o que é que, alguns o têm feito, tirando as suas formações - profissionais, académicas – tudo pago e feito pelo nosso trabalho, das nossas contribuições, do nosso dinheiro os – (formadores (as) ou professores (as), infra-estruturas, equipamentos utilizados, salários pagos são frutos ou os resultados do nosso trabalho, dos trabalhadores sérios ou dos contribuintes limpos (cá fora e la dentro do país), não caiu no céu e não saiu no solo é o trabalho sério de dia e a noite, que as vezes são feitos vinte quatro sobre vinte quatro (24/24) horas pelos trabalhadores (as)
COMO É POSSÍVEL ALGUNS PESSOAS QUE NÃO TINHAM NADA, ENTRAR NA GESTÃO DE BENS PÚBLICA, NA POLÍTICA E NA GOVERNAÇÃO DO PAÍS EM POUCOS TEMPO AUTOMÁTICAMENTE FICAREM RICOS (DONDE É QUE SAIRAM COM TUDO?
Têm que justificar, se não justificarem para (cadeias) e confiscar todos os bens adquiridos (as) – capital, materiais e patrimoniais a favor do estado.
Levantamentos que se falou, de todos os bens do estado, devem ser feitas dou a quer doer, tudo o que é de estado é de estado é para devolver o estado – se alguém disse que comprou ao estado, tem que aprovar a compra, com os documentos da compra (escritura pública) e como pagou? Incluindo antiga sede de Associação dos Comerciantes Guineenses, que é agora sede do PAIGC – tudo tem que ser aprovados, se não forem aprovados para o estado, não só o dinheiro do estado no cofre de estado, todos os bens do estado é para devolver ao estado.
Atenção caças as bruxas não, humilhação não, justiça na praça pública também não – tudo tem que ser feitas base das normas, da constituição, e das leis vigente do nosso país e respeitar normas internacionais, direitos humanos, mas queremos justiça justa e justiça social também justiça, a sociedade e o nosso país RGB, não pode e nem deve continuar assim.
TODOS NÓS GUINEENSES DEVEMOS TRABALHAR COM SERIEDADE, RESPONSABILIDADE, COM A CONFIANÇA E RESPEITO MÚTUA, TODO MUNDO VAI DE MAL A PIOR E OS NOSSOS POLÍTICOS, LÍDERES E GOVERNANTES, ACOMPANHDOS (AS), ESCOLHERAM PIOR.
MALAM GOMES EM PORTUGAL – SEMPRE ATENTO E TRABALHAR COM A SERIEDADE, NÃO FICO NADA PARA DIZER E NEM PARA FAER.
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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“NO DJUNTA MON NO FIRMANTA NO CULTURA “

A CULTURA É MAIS QUE O PETRÓLEO, POIS ELA NUNCA SE ESGOTA, BASTA VALORIZÁ-LA.
O desafio visa promover e fazer a nossa cultura ocupar posição de liderança e proeminência na oferta inovadora de recursos humanos qualificados, de padrões e mecanismos de potencialização e propagação de redes organizacionais estratégicos imbuídos de conhecimento qualificado, por meio do uso intensivo da tecnologia, para comunicação, formação e informação, viabilizando assim estruturação de espaços, físicos e virtuais, para a mais ampla troca de experiências e conhecimento entre os homens da cultura na diáspora, e outros segmentos sociais envolvidos por onde estão inseridos.
A minha abordagem sobre a promoção de cultura, terá mais o pendor de uma abordagem propositiva, que irá buscar imaginar uma nova perceção da riqueza e importância da promoção da cultura como projeto humanista, que abarcará também a sua dimensão individual, política e organizacional.
Neste âmbito, o poder da promoção da cultura configurar-se-á, como uma plataforma de ações voltada ao reconhecimento e à valorização da cultura como elemento fundamental para o desenvolvimento humano em todos os aspetos dos homens da cultura guineenses. A partir da abordagem propositiva e qualitativa a ser desenvolvida, a promoção de cultura se juntará aos temas sociais e ambientais para construir os pilares básicos de um significado mais efetivo e abrangente para o desenvolvimento e sustentabilidade de comunidades.
Este desafio poderá servir de um ponto de partida para um projeto de nação, para o desenvolvimento social, para as oportunidades económicas, mercados potentes, empresas inovadoras, guineenses capazes, competentes e livres.
Com isto, será preciso ter em conta que a cultura é um direito e, nesse sentido, é muito mais que uma atividade econômica, embora a economia da cultura tenha hoje um papel importante na geração de empregos. Os direitos sociais são aqueles que dizem respeito a um mínimo de bem-estar econômico, de participação, de ser e viver na plenitude a civilização, direitos cuja conquista plasmado na CRGB, dando ênfase a promoção da cultura e igualdade dos cidadãos.
Enfim, a cultura está acima da diferença da condição social, pois ela forma sábios e dá educação aos Homens.
Fonte: Instituto para Promoção de Cultura na Diáspora
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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Opinião: Ano Lectivo🤔 - Educação e Covid 19
Por: Saliatu Da Costa
Ano Lectivo🤔...
Educação e Covid 19
Depois das medidas de contingência devido aos transtornos do Covid 19, vários são os países que já executam o plano de desconfinamento de modo a assegurar a recuperação económica e social, o que não se verifica no meu país, devido às grandes fragilidades que conhecemos...
No entanto, numa altura em que geralmente começam as aulas na Guiné, a minha preocupação se centra na possibilidade de um regresso às aulas dos nossos estudantes, depois de 5 ou 6 meses parados devido à pandemia do Covid 19...
SERÁ QUE A NOSSA REALIDADE PERMITE UMA RETOMA DAS ATIVIDADES ESCOLARES?
Com a retoma das atividades, incluindo estudantis, vimos muitos países efectuarem mudanças de acordo com as suas realidades, de forma a adaptarem-se aos tempos da pandemia. SERÁ QUE TAMBÉM NÃO PODEMOS EXECUTAR MUDANÇAS QUE PERMITEM AOS NOSSOS ESTUDANTES PROCEDEREM COM OS SEUS ESTUDOS?
A sociedade está preocupada relativamente ao futuro dos nossos estudantes e aos prejuízos de aprendizagem, sobretudo porque os anos anteriores já tinha sido grandemente lesados com as intermináveis greves que sem dúvida tiveram o seu cunho contraproducente no nível de assimilação dos estudantes. De modo que a questão que me ocorre é a seguinte: A Guiné-Bissau deve/pode ou não retomar as atividades escolares???
Quais foram as mudanças efectuadas em todo o mundo à nível do ensino e quais são as que nós podemos efectuar?
Respostas:👇👇👇
- Desdobrar as turmas em duas e cada parte ter dois dias e meio de aulas por semana.
-Melhor escalonamento de horário escolar.
-Montar assistência médica dentro da estrutura escolar com capacidade para triagens e primeiros socorros
-Proceder a abertura de forma faseada conforme o nível da escolaridade.
-Colocar o dispositivo de desinfeção em todas as turmas.
-Uma forte campanha de sensibilização no seio dos estudantes, que incluiria: divulgação e fixação das normas que passam por:
*Uso obrigatório das máscaras em todo o recinto escolar.
*Lavar as mãos antes de entrar nas escolas
*Proibição de convívios em grupo
* Arrejamento obrigatório das salas de aulas (janelas abertas).
*Distanciamento de pelo menos 1 metro
*Não permitir as habituais vendas de comida no recinto escolar.
*Criar uma forte equipa de voluntários para fiscalização permanente, promoção de comportamentos preventivos, manutenção de uma comunicação fluída com as autoridades de saúde e aconselhamento nas escolas.
* Coordenação entre os Ministérios de Saúde e Educação para melhor agir, quem sabe uma abrangência com o Ministério da Solidariedade para melhor envolvência ou resposta de alunos mais carenciados...
SERÁ QUE NÃO PODERÍAMOS EXECUTAR ESTAS MUDANÇAS?
QUE MEDIDAS MAIS PODEMOS ADOPTAR???
O Covid 19 é conhecido pelo seu cenário de volatidade que obriga a mutações constantes de decisões, mas nada absolve os responsáveis de acompanhar esta mutação dentro da realidade em que se vive, caso contrário, os prejuízos serão desastrosos...
O QUE PENSA???
Ano Lectivo🤔...
Educação e Covid 19
Depois das medidas de contingência devido aos transtornos do Covid 19, vários são os países que já executam o plano de desconfinamento de modo a assegurar a recuperação económica e social, o que não se verifica no meu país, devido às grandes fragilidades que conhecemos...
No entanto, numa altura em que geralmente começam as aulas na Guiné, a minha preocupação se centra na possibilidade de um regresso às aulas dos nossos estudantes, depois de 5 ou 6 meses parados devido à pandemia do Covid 19...
SERÁ QUE A NOSSA REALIDADE PERMITE UMA RETOMA DAS ATIVIDADES ESCOLARES?
Com a retoma das atividades, incluindo estudantis, vimos muitos países efectuarem mudanças de acordo com as suas realidades, de forma a adaptarem-se aos tempos da pandemia. SERÁ QUE TAMBÉM NÃO PODEMOS EXECUTAR MUDANÇAS QUE PERMITEM AOS NOSSOS ESTUDANTES PROCEDEREM COM OS SEUS ESTUDOS?
A sociedade está preocupada relativamente ao futuro dos nossos estudantes e aos prejuízos de aprendizagem, sobretudo porque os anos anteriores já tinha sido grandemente lesados com as intermináveis greves que sem dúvida tiveram o seu cunho contraproducente no nível de assimilação dos estudantes. De modo que a questão que me ocorre é a seguinte: A Guiné-Bissau deve/pode ou não retomar as atividades escolares???
Quais foram as mudanças efectuadas em todo o mundo à nível do ensino e quais são as que nós podemos efectuar?
Respostas:👇👇👇
- Desdobrar as turmas em duas e cada parte ter dois dias e meio de aulas por semana.
-Melhor escalonamento de horário escolar.
-Montar assistência médica dentro da estrutura escolar com capacidade para triagens e primeiros socorros
-Proceder a abertura de forma faseada conforme o nível da escolaridade.
-Colocar o dispositivo de desinfeção em todas as turmas.
-Uma forte campanha de sensibilização no seio dos estudantes, que incluiria: divulgação e fixação das normas que passam por:
*Uso obrigatório das máscaras em todo o recinto escolar.
*Lavar as mãos antes de entrar nas escolas
*Proibição de convívios em grupo
* Arrejamento obrigatório das salas de aulas (janelas abertas).
*Distanciamento de pelo menos 1 metro
*Não permitir as habituais vendas de comida no recinto escolar.
*Criar uma forte equipa de voluntários para fiscalização permanente, promoção de comportamentos preventivos, manutenção de uma comunicação fluída com as autoridades de saúde e aconselhamento nas escolas.
* Coordenação entre os Ministérios de Saúde e Educação para melhor agir, quem sabe uma abrangência com o Ministério da Solidariedade para melhor envolvência ou resposta de alunos mais carenciados...
SERÁ QUE NÃO PODERÍAMOS EXECUTAR ESTAS MUDANÇAS?
QUE MEDIDAS MAIS PODEMOS ADOPTAR???
O Covid 19 é conhecido pelo seu cenário de volatidade que obriga a mutações constantes de decisões, mas nada absolve os responsáveis de acompanhar esta mutação dentro da realidade em que se vive, caso contrário, os prejuízos serão desastrosos...
O QUE PENSA???
Posted by faladepapagaio.blogspot.com
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segunda-feira, setembro 14, 2020
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