© REUTERS/Adnan Abidi Por LUSA 30/03/2026
As imagens ao vivo mostraram uma densa coluna de fumo a aparecer no local do ataque, uma zona identificada como reduto do Hezbollah pró-iraniano, que tem sido bombardeada por Israel e está praticamente esvaziada de habitantes desde o dia 02 de março.
Este ataque surgiu depois de, no domingo, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter dito que ordenou "a expansão da zona de segurança existente" no sul do Líbano, o que levará a uma maior ocupação militar israelita do país vizinho.
"Decidi alargar ainda mais a zona de segurança existente para, finalmente, frustrar a ameaça de invasão e impedir o lançamento de mísseis antitanque na nossa fronteira", acrescentou Netanyahu, que prometeu "mudar radicalmente" a situação no norte do país, região fronteiriça com o Líbano.
Telavive voltou a realizar ataques aéreos no Líbano depois de o Hezbollah ter disparado 'rockets' em direção ao norte de Israel em 02 de março, em solidariedade com o Irão, alvo de uma ofensiva conjunta de forças israelitas e dos Estados Unidos desde 28 de fevereiro.
Mais de 1.200 pessoas já morreram devido à guerra em curso entre Israel e o Hezbollah e o número de feridos ultrapassa os 3.500, segundo o Ministério da Saúde libanês.




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