terça-feira, 3 de março de 2026
Reino Unido suspende concessão de vistos de estudo a cidadãos de quatro países... A medida entra em vigor a 26 de março e surge num contexto de recordes nos pedidos de asilo e pressão política para reduzir a imigração. O governo justifica a decisão com o aumento de 470% nos pedidos de estudantes destes países entre 2021 e 2025.
Ayatollah Ali Khamenei será sepultado na cidade sagrada de Mashhad... O líder supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei, que morreu nos recentes ataques aéreos israelitas e norte-americanos, vai ser sepultado na cidade sagrada de Mashhad, no nordeste do país, em data ainda a definir, foi hoje divulgado. A informação foi adiantada pela agência de notícias Fars.
Por LUSA
Khamenei, que morreu no sábado, aos 86 anos, depois de ter governado o Irão durante 36 anos, era natural de Mashhad, a segunda maior cidade do país, onde o seu pai está sepultado no santuário do Imã Reza.
Antes do funeral, será realizada uma "grande cerimónia de despedida" em Teerão, anunciou a Guarda Revolucionária no seu canal de Telegram, sem divulgar detalhes ou a data do evento público.
Desde a morte de Khamenei, a transição de poder tem sido supervisionada por um triunvirato composto pelo Presidente Massoud Pezeshkian, pelo presidente do Supremo Tribunal, Gholamhossein Mohseni Ejei, e pelo clérigo religioso Alireza Arafi, até que a assembleia de peritos eleja um novo líder supremo.
A agência de notícias Fars, citando uma fonte ligada ao processo eleitoral, informou que, "por razões de segurança", a reunião final dos membros da assembleia "poderá ser adiada até depois da cerimónia de enterro" de Khamenei.
Os meios de comunicação social iranianos noticiaram que o edifício que alberga este órgão de 88 membros na cidade sagrada de Qom, a sul de Teerão, foi hoje alvo de ataques aéreos israelitas e norte-americanos, um dia após os ataques aéreos contra a sua sede na capital.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".
O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os ataques de Israel e dos Estados Unidos já fizeram 787 mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.
Leia Também: Israel diz ter desativado cerca de 300 lançadores de mísseis iranianos
Israel afirmou hoje ter "desativado" cerca de 300 lançadores de mísseis iranianos desde o início da guerra, a 28 de fevereiro, nos seus ataques ao Irão, realizados em conjunto com os Estados Unidos, num total de 1600 incursões aéreas.
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O presidente francês anunciou hoje o envio de uma armada para o Médio Oriente, enquanto Teerão ameaça que vai abrir as "portas do inferno" a Washington e a Telavive no quarto dia de guerra. Confira os principais desenvolvimentos do conflito
Israel diz ter atacado centro nuclear secreto no Irão... O exército israelita afirmou hoje ter atacado um centro militar subterrâneo secreto do programa nuclear do Irão na região de Teerão, eliminando assim "um elemento chave da capacidade do regime iraniano de desenvolver armas atómicas".
Por LUSA
Os serviços de informação militar "continuaram a monitorizar as atividades dos [cientistas iranianos] e localizaram a sua nova base [permitindo] um ataque preciso ao complexo subterrâneo clandestino", indicou um comunicado militar israelita.
Localizando estas instalações na periferia oeste da capital iraniana, e identificando este conjunto como "Minzadehei", o exército israelita acrescentou que "cientistas trabalhavam [lá] (...) desde que Israel tinha atacado vários sítios nucleares" durante a sua guerra anterior contra o Irão, em junho de 2025.Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".
O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os ataques de Israel e dos Estados Unidos já fizeram 787 mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.
ATR // RBF
Lusa/Fim
O programa nuclear do Irão está distribuído por vários centros localizados em diferentes zonas do país, vários deles subterrâneos e sob a supervisão da agência nuclear da ONU no âmbito do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP).
Teerão avisa que ainda não usou armamento mais avançado... O Ministério da Defesa do Irão avisou hoje que ainda não recorreu ao seu armamento mais avançado e insistiu que a República Islâmica está preparada para uma guerra prolongada contra os Estados Unidos e Israel.
Por LUSA
"Não pretendemos empregar todas as nossas armas e equipamentos avançados nos primeiros dias", declarou o porta-voz do Ministério da Defesa, citado pela agência de notícias IRNA.
Reza Talai-Nik acrescentou que Teerão tem "capacidade para resistir e manter uma defesa ofensiva durante mais tempo" do que o planeado para esta guerra por Washington e Telavive.
A Guarda Revolucionária Islâmica, o exército ideológico do regime, afirmou que o Irão lançou hoje mais uma vaga de mísseis contra Israel, num comunicado divulgado pela agência de notícias Fars.
"A décima sexta vaga da Operação Promessa Honesta-4 começou com uma série de mísseis e drones da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária Islâmica contra o coração dos territórios ocupados", indicou o comunicado, referindo-se a Israel.
A nova guerra no Médio Oriente entrou hoje no seu quarto dia, desde que Israel e Estados Unidos lançaram centenas de ataques aéreos contra a República Islâmica e mataram o líder supremo iraniano, Ali Khamenei.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial" ao seu país.
Pelo menos 787 pessoas morreram desde sábado no Irão, segundo o Crescente Vermelho iraniano, a que se adicionam 10 mortos em Israel e outros seis nas forças norte-americanas, de acordo com números oficiais.
O atual conflito agravou também as hostilidades entre Israel e o grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado por Teerão, que já causaram pelo menos 40 mortes no Líbano desde o fim de semana e quase 60 mil deslocados.
Possíveis sucessores na liderança do Irão "já estão mortos", diz Trump... O presidente norte-americano afirmou hoje que a maioria dos possíveis sucessores, considerados por Washington para assumirem a liderança do Irão, "já estão mortos", admitindo incerteza na atual cadeia de comando em Teerão.
© Lusa 03/03/2026
"A maioria das pessoas em quem pensávamos está morta... E agora temos outro grupo. Também podem estar mortos... Em breve não conheceremos mais ninguém", declarou Donald Trump aos jornalistas.
O chefe de Estado norte-americano acrescentou que o pior cenário para o Irão seria a ascensão de um líder "tão mau" como o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo morto em ataques aéreos no sábado, no primeiro dia do conflito.
"Não queremos que isso aconteça", afirmou.
As declarações surgiram num contexto de intensificação da ofensiva militar conduzida pelos EUA e por Israel contra alvos iranianos, que já causou centenas de mortos e abalou a estrutura política e militar da República Islâmica.
A incerteza quanto à sucessão no Irão tem alimentado especulação sobre a estabilidade interna do país e sobre o impacto regional da eventual emergência de uma nova liderança.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
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Fortes explosões foram ouvidas hoje em Doha, Abu Dhabi e Dubai, disseram jornalistas da France-Presse (AFP) e testemunhas, enquanto o Irão continua a retaliar contra os ataques norte-americanos e israelitas.
Netanyahu promete atacar país e Hezbollah "com ainda mais força"... O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, assegurou hoje que atacará o Irão e a milícia xiita libanesa Hezbollah "com ainda mais força" após esta ter decidido juntar-se à guerra regional desencadeada pela ofensiva israelo-norte-americana ao Irão.
© Ariel Schalit / POOL / AFP via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
"Continuamos a atacar o Irão com força. Os nossos pilotos estão a sobrevoar os céus de Teerão e também os do Líbano. O Hezbollah cometeu um grave erro ao atacar-nos", declarou Netanyahu, na base aérea de Palmakhim, no centro de Israel, segundo um comunicado do seu gabinete.
"O Governo libanês precisa de compreender e o povo libanês precisa de entender que o Hezbollah está a arrastá-los para uma guerra que não lhes diz respeito", sublinhou o primeiro-ministro israelita, durante uma visita às instalações militares, acompanhado do ministro da Defesa, Israel Katz, e do chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir.
No início da visita, foi-lhe apresentado um relatório operacional e, posteriormente, conversou com operadores de drones e equipas técnicas.
Israel e Estados Unidos lançaram a 28 de fevereiro uma ofensiva ao Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", tendo matado o guia supremo iraniano, o 'ayatollah' Ali Khamenei, e grande parte dos altos responsáveis da Guarda Revolucionária.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".
Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, o que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os ataques israelo-norte-americanos fizeram até agora pelo menos 787 mortos. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.
Por sua vez, o Irão lançou ataques de retaliação com mísseis e drones contra Israel e bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região: Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Iraque, Kuwait e Chipre.
Israel, onde dez pessoas foram mortas por mísseis iranianos, também estendeu os seus ataques ao Líbano, contra o Hezbollah, e aí pelo menos 52 pessoas morreram numa onda de bombardeamentos aos arredores de Beirute, no sul do país e no leste do Vale de Bekaa.
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Ataques de Israel e EUA atingem órgão que escolhe novo líder iraniano... Os novos ataques israelitas e norte-americanos a Teerão atingiram hoje edifício da instituição responsável pela escolha do novo líder supremo da República Islâmica e sucessor de Ali Khamenei, noticiou a imprensa local.
Por LUSA
"Os criminosos americano-sionistas atacaram em Qom [sul de Teerão] o edifício da Assembleia dos Peritos", responsável por nomear, supervisionar e destituir o líder supremo, avançou a agência de notícias iraniana Tasnim.
A imprensa local divulgou imagens de um edifício danificado.
A Tasnim acrescentou que "caças americanos e israelitas" atacaram o centro de Teerão, no quarto dia da guerra entre o Irão, os Estados Unidos e Israel.
O exército israelita tinha anunciado pouco antes ter lançado uma série de ataques contra infraestruturas em Teerão.
"A força aérea lançou uma série de ataques de grande envergadura contra infraestruturas pertencentes ao regime terrorista iraniano em Teerão", indicou o exército israelita num comunicado.
A agência iraniana divulgou um vídeo alegadamente filmado no centro de Teerão, onde se encontram muitos edifícios governamentais, mostrando uma coluna de fumo.
"Foram constatados danos significativos nas habitações do bairro" perto da emblemática praça Enghelab, escreveu a Tasnim.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Irão decretou um período de luto de 40 dias pela morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
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Donald Trump afirma que Irão quis falar: "Demasiado tarde"... O presidente norte-americano Donald Trump alegou, na rede social Truth, que o Irão quis conversar com os Estados Unidos. No entanto, a reposta americana foi: "Demasiado tarde".
Por LUSA
O presidente norte-americano, Donald Trump, alegou que o Irão conversar com os Estados Unidos, na sequência do desaparecimento da liderança do país, mas o pedido foi recusado. Referiu ainda que o Irão se encontra sem capacidade de resposta para os ataques dos EUA e Israel.
"A defesa aérea deles, a Força Aérea, a Marinha e a liderança foram eliminados. Querem falar. Eu disse: 'Demasiado tarde'", escreveu na rede Truth Social
Este comentário surge na sequência de um artigo de opinião que refere "o nascimento da doutrina de Trump", onde é dito que o chefe de Estado norte-americano está a colocar um fim a uma guerra iniciada há 47 anos, com a tomada da Embaixada dos Estados Unidos em Teerão, em 1979.
O texto referiu ainda outros episódios de tensão ao longo das últimas décadas, incluindo ataques na região contra cidadãos e instalações norte-americanas, e sustentou que Trump está a agir para pôr fim ao que descreveu como um "regime de terror".
A estratégia adotada pode abrir caminho a "uma paz duradoura no Médio Oriente", avançou a mesma publicação, sublinhando que está a ser desenvolvida sem o envio de tropas norte-americanas para o terreno.
De recordar que Trump já afirmou que os ataques contra o Irão poderão demorar entre quatro a cinco semanas.
Irão? "Grande vaga" ainda está por vir
Recorde-se que, na segunda-feira, Donald Trump garantiu que os militares norte-americanos estão a "dar uma tareia" ao Irão, mas que a "grande vaga" de ataques ainda está por vir.
"Estamos a dar-lhes uma tareia", referiu Trump em declarações à CNN Internacional, acrescentando: "Acho que está a correr muito bem. É muito poderoso. Temos o melhor exército do mundo e estamos a usá-lo".
"Não haverá uma guerra sem fim", diz Netanyahu
Já o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ofensiva israelo-americana contra o Irão não se transformará numa "guerra sem fim", numa entrevista à estação norte-americana de televisão Fox News.
"Não haverá uma guerra sem fim", disse, acrescentando que, pelo contrário, será uma "ação rápida e decisiva", disse.
Partilhado vídeo da Operação Fúria Épica... com banda sonora inesperada
A Casa Branca partilhou um vídeo da "Operação Fúria Épica", nome atribuído à ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irão. As imagens surgem com a música "Macarena" de fundo.
Nas imagens, é possível ver alguns dos momentos que têm marcado os ataques, assim como as armas utilizadas pelos Estados Unidos. Surgem caças a levantar voo, disparos de mísseis e imagens dos bombardeios no Irão.
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O Irão pediu hoje ao Conselho de Segurança da ONU a para travar a guerra entre a República Islâmica e os Estados Unidos e Israel, defendendo não existirem obstáculos formais a uma intervenção deste órgão.
Transição: Governo autoriza concessão de 100 mil hectares de terras para fins agrícolas
Bissau, 03 Mar 26 (ANG) – O Governo autorizou, em sessão ordinária do Conselho de Ministros, a concessão rural de 100 mil hectares de terra destinados a fins agrícolas, ao abrigo do n.º 4 do artigo 15.º da Lei n.º 5/1998, de 23 de abril (Lei da Terra).
A decisão foi revelado pelo comunicado da Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, realizada hoje, em Bissau, sob a presidência do Presidente da República de Transição, Horta Inta-a.
No início da sessão, o coletivo governamental observou um minuto de silêncio em memória dos alunos da Escola Attadamum, vítimas de um acidente de viação ocorrido na segunda-feira, na capital, à saída das aulas.
No capítulo das informações gerais, a ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social anunciou o lançamento de um projeto de reforço das capacidades profissionais, financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e pelo Fundo Africano de Desenvolvimento. A iniciativa é destinada a 340 agentes da Administração Pública.
O Executivo decidiu ainda adiar, após análise e discussão, o pacote legislativo apresentado pelo Ministério dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital.
No que diz respeito às nomeações, o Conselho de Ministros deu anuência para que, por despacho do Primeiro-ministro, seja efetuado o movimento de pessoal dirigente da Administração Pública.
No Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades, foi nomeado Quessangue Alamara Quessangue para as funções de Diretor-geral dos Assuntos Jurídicos e Tratados.
No Ministério das Pescas e Economia Marítima, Antonieta Khadidiatu Daramé Sanhá assume o cargo de Diretora-geral de Formação e Apoio ao Desenvolvimento, já no Ministério da Comunicação Social, Lesmes Mutna Freire Monteiro foi nomeado Diretor-geral do INACEP.
Com estas nomeações, cessam as comissões de serviço dos anteriores titulares nas respetivas funções.
O Conselho Nacional de Transição, o órgão em substituição da Assembleia Nacional Popular reuniu-se esta terça-feira (03.03), em Sessão Extraordinária onde discutiu e aprovou a Lei de Regulamentação de micro finanças, Lei da Regulamentação Bancária, a Lei da Luta contra branqueamento de capitais, Financiamento de Terrorismo e contra proliferação de armas de destruição em massa.
A direção da Escola de Attadamun apresentou nesta terça-feira dados sobre o acidente ocorrido no dia 2 de março em Bissau. O esclarecimento foi feito junto à Rádio TV Bantaba, com o objetivo de informar a comunidade escolar e o público em geral sobre as circunstâncias do ocorrido
Acidente de Viação: Presidente de Transição apresenta pesar às famílias das vítimas de tragédia da Escola Attadamum
Bissau, 03 Mar 26 (ANG) - O Presidente da República de Transição apresentou seu sentimento de pesar às famílias das vítimas do acidente de viação, que envolveu crianças da Escola Attadamum.
O acidente terá provocado três mortes imediatos e vários feridos, apesar de informações que dão conta que foram seis, mas no entanto o Drector do Centro Escolar Attadamum confirma três mortes.
O sentimento de Horta Inta foi apresentado em Nota de Pesar segundo a a página do Gabinete de Relações Públicas da Presidência de República, à que ANG teve acesso hoje.
“O Presidente da República acompanha com atenção o desenrolar da situação e instruiu as autoridades competentes à prosseguir com a devida celeridade no apuramento das circunstâncias do ocorrido, bem como na adopção das medidas que se impõe”, refere o documento.
No dia 02 de Março em curso, por volta das 13 horas, um carro atropelou algumas crianças que saiam da Escola Attadamum enquanto atravessam a estrada e três dos quais morreram no local, alguns ficaram feridos e estão a receber tratamento no Hospital Nacional Simão Mendes e Hospital Militar.
Israel reclamou ataque contra complexo do gabinete presidencial de Teerão... O Exército israelita disse hoje que bombardeou um complexo governamental no centro de Teerão, na segunda-feira à noite, atingindo o gabinete presidencial, o edifício do Conselho Supremo de Segurança Nacional e um instituto de formação de oficiais.
© ATTA KENARE/AFP via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
Segundo as forças israelitas, as instalações estão localizadas a "poucos metros do complexo" onde o líder supremo e oficiais militares foram atingidos no passado sábado.
Os bombardeamentos de segunda-feira á noite tiveram como alvo o gabinete presidencial, bem como a sede do Conselho Supremo de Segurança Nacional, o órgão responsável pela tomada de decisões de segurança do regime iraniano.
No total, o Exército israelita afirmou ter aatacado aproximadamente 600 alvos no Irão.
Na outra frente, no Líbano, os militares israelitas atacaram "mais de 160 alvos do Hezbollah" (Partido de Deus) no sul do país, nas últimas 24 horas, onde também intensificou a invasão terrestre.
De acordo com informações recolhidas pela agência espanhola EFE, Teerão é responsável por 56% dos ataques registados, seguida pelas províncias do Curdistão (oeste) e Hormozgan (sul), no estreito de Ormuz.
Entre os alvos atingidos estão instalações militares, edifícios residenciais e o cais Shahid Bahonar em Bandar Abbas, uma cidade portuária no sul do Irão, localizada na província de Hormozgan, nas margens do Golfo Pérsico e do Estreito de Ormuz.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, 787 pessoas morreram no Irão, incluindo 180 num ataque a uma escola.
Em Israel, dez pessoas morreram (uma em Telavive e nove em Beit Shemesh, ambas no centro do país), segundo os serviços de emergência.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como "ameaça existencial".
Leia Também: Arábia Saudita condena ataque iraniano à embaixada dos EUA em Riade
A Arábia Saudita condenou o ataque iraniano da noite passada à embaixada dos Estados Unidos em Riade, considerando-o "cobarde e injustificado".
Líbano avisa que proibição de atividades do Hezbollah é "irrevogável"... O presidente do Líbano, Joseph Aoun, garantiu hoje que a decisão de proibir as atividades militares do movimento islamista radical Hezbollah é "irrevogável", após aquele grupo pró-iraniano ter reivindicado novos ataques a alvos israelitas.
© AFP via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
O chefe de estado libanês apelou ainda aos mediadores França, Estados Unidos, Qatar, Arábia Saudita e Egito para que "façam pressão junto das autoridades de Israel para acabarem com as agressões contra o Líbano".
Israel conduz desde segunda-feira uma campanha de bombardeamentos maciça no Líbano, afirmando visar o Hezbollah, em resposta a disparos contra o seu território em paralelo com a recente ofensiva contra o Irão.
Aquele movimento xiita tinha prometido "enfrentar a agressão" israelo-americana lançada contra o Irão no sábado, de que resultou a morte do líder supremo iraniano, o 'ayatollah' Ali Khamenei, num ataque em Teerão.
O Hezbollah concretizou as ameaças na segunda-feira e anunciou o lançamento de mísseis e drones contra Israel, abrindo uma nova frente na guerra que consome o Médio Oriente.
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, disse hoje que autorizou o exército a controlar novas posições no Líbano.
O exército israelita mantinha cinco posições, no sul do Líbano, consideradas estratégicas ao longo da fronteira israelo-libanesa, desde o cessar-fogo de novembro de 2024.
Na altura, o entendimento pôs fim a um ano de hostilidades entre o Hezbollah e Israel, à margem da guerra na Faixa de Gaza.
Nos termos do cessar-fogo, o movimento islamista deveria retirar-se e desmantelar o seu arsenal nas regiões do sul do Líbano situadas a sul do rio Litani, cerca de 30 quilómetros a norte da fronteira.
Leia Também: Exército israelita iniciou operação terrestre no sul do Líbano
O exército israelita lançou hoje uma incursão terrestre numa zona fronteiriça do sul do Líbano, disse uma fonte militar libanesa à agência de notícias francesa AFP.
Teerão avisa países europeus para não se envolverem: "Ato de guerra"... O Irão avisou hoje os países europeus para não se envolverem na sua retaliação contra Israel e os Estados Unidos, depois de a Alemanha, a França e o Reino Unido se terem declarado prontos para "ações defensivas"
© U.S. Navy via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
"Qualquer ato deste tipo contra o Irão seria considerado um ato de cumplicidade com os agressores", acrescentou.
Os três países europeus adotaram na segunda-feira uma posição estratégica comum, declarando-se prontos para tomar "ações defensivas proporcionais" para destruir a capacidade do Irão de lançar drones e mísseis.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, confirmou o apoio às operações para impedir novos ataques iranianos e autorizou a utilização de bases britânicas para apoio logístico aos Estados Unidos, tendo ativado planos de contingência para retirar cidadãos do Golfo Pérsico.
No caso da Alemanha, o chanceler, Friedrich Merz, adotou um tom cauteloso, evitando criticar as ações militares de Washington, mas sublinhando que a prioridade alemã é o planeamento do pós-guerra e a garantia de que o Irão abandonará definitivamente o seu programa nuclear.
Merz, que irá encontrar-se hoje, em Washington, com o Presidente norte-americano, Donald Trump, sendo o primeiro líder mundial a fazê-lo desde o início da ofensiva.
Por seu lado, o Presidente francês, Emmanuel Macron, admitiu a necessidade de defender aliados regionais e interesses europeus, mas continua a enfatizar a importância de evitar uma guerra regional total, mantendo canais abertos com outros atores do Médio Oriente.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, alegadamente para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
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Especialista britânico indica que há vários países da Europa que podem ser visados em ataque do Irão. Também a Alemanha alertou que o Irão já provou que leva o seu terrorismo "além fronteiras". Estará a Europa segura?
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O que é o estreito de Ormuz e o que está em causa se fechar?... O Estreito de Ormuz, com pouco menos de 50 quilómetros de largura, é um ponto de passagem chave do comércio mundial de petróleo. Desde o início do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irão, o preço do petróleo já disparou.
© Stringer/Anadolu via Getty Images Notícias ao Minuto 03/03/2026
O golfo do Omã é o único ponto de entrada e saída para o Estreito de Ormuz, por onde passam diariamente mais de 20% da produção mundial de petróleo. No entanto, no dia em que os Estados Unidos e Israel contra o Irão, a Guarda da Revolução havia indicado que este estreito estava "de facto" fechado à navegação por ser perigoso. Mas, o que é que isto implica?
Note-se, no entanto, que embora o tráfego no estreito de Ormuz - que separa o Irão, a norte, dos Emirados Árabes Unidos e Omã, a sul, a apenas 30 quilómetros de distância - seja praticamente nulo, nenhuma entidade oficial decretou ainda o seu encerramento.
O Estreito de Ormuz, com pouco menos de 50 quilómetros de largura, é um ponto de passagem chave do comércio mundial de petróleo.
Aliás, de salientar que, desde o início deste conflito, os preços do petróleo já dispararam.
Qual é a importância deste estreito?
O Estreito de Ormuz é um "check point" estratégico, cuja instabilidade poderá afetar não apenas a região do Médio Oriente, mas todo o sistema internacional, explicou Alexandre Coelho, professor de Relações Internacionais, à CNN Brasil.
Ao longo da sua história, este estreito tem sido importante para o comércio. Numa fase inicial, servia sobretudo para o transporte de cerâmicas, marfim, sedas e têxteis para a China.
Mais tarde, passou a ser utilizado para a rota de petroleiros que transportam petróleo e gás da Arábia Saudita, Kuwait, Iraque, Catar, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Irão. A grande maioria desse petróleo é destinado aos mercados asiáticos, incluindo a China.
Mas, o estreito está ou não fechado?
Até ao momento, não houve uma confirmação oficial de que o estreito de Ormuz tinha sido fechado. Ainda assim, desde sábado, o tráfego caiu drasticamente devido à interrupção dos sistemas de navegação por satélite, de acordo com a Associated Press (AP).
O Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido chegou a relatar vários ataques a embarcações naquela zona.
O Irão tem também vindo a ameaçar as embarcações que se aproximem deste estreito, acreditando-se que já tenham sido lançados vários ataques.
"Qualquer navio que tentar passar pelo Estreito de Ormuz será incendiado", afirmou o brigadeiro-general Ebrahim Jabbari em declarações divulgadas pela imprensa iraniana.
De sublinhar que se estima que, diariamente, passem pelo Estreio de Ormuz cerca de 20 milhões de barris de petróleo bruto, condensado e combustíveis.
Que países serão mais afetados com este bloqueio?
A Administração de Informações de Energia dos Estados Unidos (EIA, na sigla em inglês) estima que 82% dos carregamentos do petróleo bruto e outros combustíveis que atravessam o estreito de Ormuz vão para a Ásia.
China, Índia, Japão e Coreia do Sul são os principais destinos. Os quatro países juntos são cerca de 70% de todo o fluxo de petróleo bruto e condensado que por ali passa.
Quanto a Portugal, a Galp adotou medidas preventivas, incluindo o redirecionamento de carregamentos de petróleo próprio ("equity oil") para reduzir eventuais riscos logísticos e assegurar a continuidade do abastecimento.
Num contexto de elevada incerteza, a co-presidente executiva, Maria João Carioca, sublinhou que será essencial manter "uma clara concentração no desempenho operacional e numa gestão financeira disciplinada".
Transportadores suspendem operações
Vários transportadores marítimos mundiais já suspenderam as suas operações no Estreito de Ormuz, tendo emitido alertas. Por exemplo, a empresa dinamarquesa Maersk, anunciou, no domingo, a suspensão de todas as travessias de navios naquela região.
"Até nova ordem, todas as travessias dos serviços ME11 (Médio Oriente-Índia para o Mediterrâneo) e MECL (Médio Oriente-Índia para a costa leste dos Estados Unidos) serão desviadas pelo Cabo da Boa Esperança", precisou o grupo num comunicado emitido no domingo.
E acrescentou: "Continuamos determinados a minimizar o impacto nas cadeias de abastecimento dos nossos clientes e continuaremos a mantê-los informados sobre a evolução da situação".
À Maersk juntam-se outras empresas como a MSC, Hapag-Lloyd ou a CMA-CGM.
As reações
Pequim instou hoje ao cessar imediato das operações militares após a ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra o Irão, alertando para o risco de escalada e defendendo que a segurança do estreito de Ormuz é de interesse comum.
A porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Mao Ning afirmou em conferência de imprensa que os ataques iniciados a 28 de fevereiro "não contaram com autorização do Conselho de Segurança" das Nações Unidas e "violam o direito internacional", apelando à prevenção de uma nova escalada.
Relativamente às advertências iranianas sobre o trânsito marítimo no Golfo Pérsico, Mao declarou que "o estreito de Ormuz e as suas águas circundantes são canais internacionais importantes para o comércio de bens e energia".
Por seu turno, o presidente do Egito alertou para o impacto no comércio internacional do encerramento do estreito de Ormuz, tendo apelado para um processo de diálogo, no sentido de pôr fim às hostilidades.
"Mantemo-nos em alerta perante as possíveis consequências da guerra, incluindo o fecho do estreito de Ormuz e o impacto no canal do Suez", disse o chefe de Estado egípcio, antes de sublinhar que o tráfego marítimo através desta última via, não voltou "ao nível normal" desde os ataques de 07 de outubro de 2023 realizados pelo grupo extremista palestiniano Hamas contra Israel, que desencadearam a guerra na Faixa de Gaza.
Bloqueio do Estreito de Ormuz não é a primeira vez que acontece...
Saliente-se que este bloqueio não é a primeira vez que acontece. Aliás, em meados de fevereiro, o Irão fechou temporariamente o Estreito de Ormuz depois de alegar que estavam a ser efetuados exercícios militares. Nesses dias, o preço do petróleo subiu cerca de 6%.
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A China apelou hoje a todas as partes envolvidas na guerra no Médio Oriente para garantirem a segurança da navegação no estreito de Ormuz, advertindo para o risco de impacto na economia mundial.
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O Líbano retirou hoje efetivos em posições avançadas ao longo da fronteira com Israel face ao recrudescimento das ações das forças israelitas, noticiou a agência estatal libanesa.
Trump afirma que relações com o Reino Unido "já não são o que eram" e critica Keir Starmer... Na segunda-feira, o líder norte-americano já tinha criticado o chefe do executivo britânico por demorar "muito tempo" para autorizar os EUA a usar a base militar de Diego Garcia, no oceano Índico.
Por SIC Notícias Com Lusa
O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, considerou que as relações bilaterais com o Reino Unido "já não são o que eram", em entrevista publicada esta terça-feira no jornal britânico The Sun.
"Era de longe a relação mais forte. E, agora, temos relações muito fortes com outros países da Europa", disse, elogiando a França, mas também a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).
Para o republicano Trump, "é muito triste ver que as relações, claramente, já não são o que eram" e o primeiro-ministro britânico, o trabalhista Keir Starmer, "não tem cooperado" e "devia ter ajudado", confessando nunca ter previsto tais posições vindas do Reino Unido.
O líder norte-americano já tinha criticado o chefe do executivo britânico em entrevista ao jornal Daily Telegraph, segunda-feira, por demorar "muito tempo" para autorizar os EUA a usar a base militar de Diego Garcia, no oceano Índico, acrescentando estar "muito desiludido" com Starmer.
As autoridades de Londres concordaram domingo que as forças armadas norte-americanas usassem instalações britânicas para atacar o Irão.
Keir Starmer respondeu às críticas de Trump segunda-feira, num discurso no parlamento do Reino Unido, afirmando ter agido pelo "interesse nacional".
"O presidente Trump expressou sua discordância com nossa decisão de não participar nos ataques iniciais, mas é meu dever julgar o que é do interesse nacional do Reino Unido", disse Starmer.
O primeiro-ministro britânico garantiu que os EUA não usariam as bases militares britânicas no Chipre para os ataques ao Irão, após uma delas ter sido atingida por um drone iraniano.
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Norte-americanos devem abandonar o Bahrein, Kuwait, Egito, Líbano, Irão, Omã, Iraque, Qatar, Israel, Cisjordânia e Gaza, Arábia Saudita, Síria, Jordânia, Emirados Árabes Unidos e Iémen.
UCRÂNIA: Rússia volta a atacar portos e infraestruturas de transporte em Odessa... A Rússia voltou a atacar os portos e as infraestruturas de transporte em Odessa durante a noite passada, de acordo com uma publicação no Telegram do governador desta região do sul da Ucrânia.
© Yulii Zozulia / Ukrinform/Future Publishing via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
Oleg Kiper explicou que um armazém e um número indeterminado de contentores foram danificados, sem causar mortos ou feridos.
Por sua vez o Ministério da Defesa russo informou hoje que as defesas aéreas russas abateram 16 drones ucranianos sobre três regiões da Rússia, metade deles sobre a península da Crimeia, anexada pela Rússia.
"Durante a noite, as defesas aéreas intercetaram e destruíram 16 drones ucranianos de asa fixa", afirmou o comando militar russo no seu canal de Telegram.
Além da Crimeia, as forças russas abateram mais cinco drones sobre a região fronteiriça de Belgorod e outros três sobre Astracã.
A Rússia ataca com frequência portos nas regiões do Danúbio e do Mar Negro, na zona de Odessa.
Na noite passada, as forças russas lançaram 136 drones contra a Ucrânia, dos quais 127 foram neutralizados pelas defesas aéreas ucranianas.
A Ucrânia e a Rússia trocam diariamente ataques com drones e mísseis contra as infraestruturas críticas uma da outra, como parte de uma guerra de desgaste destinada a minar as capacidades do inimigo.
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Fortes explosões foram ouvidas hoje em Teerão, testemunharam os jornalistas da Agência France Presse, no quarto dia da guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel.
CHINA: Wang Yi assegura a Teerão apoio de Pequim à defesa da soberania iraniana... O chefe da diplomacia chinesa assegurou hoje ao homólogo iraniano o apoio de Pequim à soberania do Irão, numa conversa telefónica que marca a primeira demonstração explícita de apoio desde os ataques dos Estados Unidos e Israel.
© Lusa noticiasaominuto.com 03/03/2026
Segundo um comunicado da diplomacia chinesa, a conversa ocorreu a pedido do ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Seyed Abbas Araghchi. Durante o contacto, o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, afirmou que a ofensiva norte-americana e israelita "viola o direito internacional e ultrapassa as linhas vermelhas do Irão".
Wang Yi declarou que Teerão não tem "outra opção" senão defender-se após o ataque e instou Washington e Telavive a "cessarem imediatamente as operações militares, evitarem uma maior escalada e impedirem que todo o Médio Oriente mergulhe no conflito".
De acordo com o comunicado, a China apoia o Irão na "proteção dos seus direitos e interesses legítimos".
Wang acrescentou que Pequim, principal parceiro do Irão, "já expressou publicamente a sua posição de equidade e justiça" e espera continuar a desempenhar um "papel positivo" na prevenção da escalada das tensões regionais, num contexto de alargamento do conflito no Médio Oriente.
Apesar de manifestar apoio ao direito de defesa do Irão, o ministro chinês disse confiar que o país, "perante a situação grave e complexa", manterá a estabilidade interna e terá em conta as preocupações legítimas dos países vizinhos, numa altura em que vários Estados do Golfo foram atingidos por mísseis iranianos e se abriu uma nova frente entre o grupo xiita libanês Hezbollah e Israel.
A China, principal parceiro comercial do Irão e maior importador do seu petróleo, condenou no domingo a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, durante a ofensiva conjunta de Israel e dos Estados Unidos, classificando-a como uma grave violação da soberania iraniana e dos princípios da Carta das Nações Unidas.
Desde sábado, Pequim apela ao fim das hostilidades e condena os ataques, mas até agora não tinha sido divulgado qualquer contacto direto com as autoridades iranianas, apesar do reforço dos laços bilaterais e da parceria estratégica aprofundada nos últimos anos.
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A Guarda Revolucionária iraniana anunciou hoje ter lançado uma nova onda de ataques, desta vez contra uma base militar dos Estados Unidos no Bahrein, e afirmou tê-la destruído.
Netanyahu garante que ofensiva não se transformará numa "guerra sem fim... O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantiu que a ofensiva israelo-americana contra o Irão não se transformará numa "guerra sem fim", numa entrevista à estação norte-americana de televisão Fox News.
© LUSA 03/03/2026
"Não haverá uma guerra sem fim", afirmou na segunda-feira, acrescentando que, pelo contrário, será uma "ação rápida e decisiva".
"Pode demorar algum tempo, mas não anos", afirmou ainda.
O objetivo será "criar as condições necessárias para que o povo iraniano possa tomar as rédeas do seu destino e formar o seu próprio governo democraticamente eleito, que tornará o Irão um país diferente", prosseguiu.
O primeiro-ministro israelita afirmou ainda que Israel e os Estados Unidos atacaram o Irão porque os programas nucleares e de mísseis balísticos iranianos estavam prestes a tornar-se "intocáveis".
"Se nenhuma ação tivesse sido tomada agora, nenhuma ação poderia ter sido tomada no futuro", disse.
Após a guerra de doze dias e os ataques israelo-americanos em junho de 2025, os iranianos "começaram a construir novos locais, bunkers subterrâneos, que teriam tornado os seus programas de mísseis balísticos e de armas atómicas intocáveis em poucos meses", explicou.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".
O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.
Pelo menos 555 pessoas morreram no Irão desde o início dos ataques, segundo a organização humanitária Crescente Vermelho iraniano. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.
Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.
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As forças israelitas atacaram mais de 600 alvos no Irão, incluindo quartéis-generais do Ministério da Inteligência iraniano, da Força Quds da Guarda Revolucionária, lançadores de mísseis e instalações de produção de armas.
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