domingo, 29 de março de 2026

Cientistas da Universidade de Tóquio estudam baleias que podem viver mais de 200 anos e identificaram proteínas ligadas ao reparo do DNA e à resistência ao envelhecimento, ajudando a explicar como esses animais atingem uma longevidade tão extrema.

@Fatos Desconhecidos 

Ao analisar esses mecanismos, os pesquisadores observaram efeitos positivos até em células humanas em laboratório, levantando a possibilidade de que essas descobertas possam, no futuro, contribuir para prolongar a vida humana.

Pesquisadores identificaram que a baleia-da-groenlândia, que vive mais de 200 anos, possui altos níveis da proteína CIRBP. Esta proteína é crucial para reparar danos no DNA e manter a estabilidade do genoma, essencial para o envelhecimento lento e a resistência a doenças como o câncer. Testes em laboratório mostraram que essa proteína pode melhorar o reparo do DNA e aumentar a longevidade, oferecendo pistas sobre o envelhecimento humano. 

Principais Descobertas:

Proteína Chave (CIRBP): A baleia-da-groenlândia produz níveis extremamente alt Impacto na Longevidade: os de CIRBP, uma proteína ativada pelo frio, que repara quebras de dupla fita no DNA.

Mecanismo de Defesa: O estudo indica que, embora suscetíveis a danos, o DNA dessas baleias é reparado com eficácia antes de causar doenças.

Impacto na Longevidade: A pesquisa, que envolveu equipes da Universidade de Rochester e colaborações, sugere que o aprimoramento da manutenção genética é uma chave para a vida longa.

Testes em Células Humanas: A introdução dessa proteína em células humanas e moscas-das-frutas melhorou o reparo do DNA, aumentando a expectativa de vida nas moscas.

Estudos Futuros: Embora promissora, a aplicação dessas descobertas para prolongar a vida humana ainda exige muitas pesquisas adicionais. 

Irão ameaça bombardear universidades israelitas e americanas no Médio Oriente... O Irão garante que está preparado para resistir a uma invasão terrestre e que os militares norte-americanos serão aniquilados assim que pisarem solo iraniano. As ameaças estendem-se a outros interesses dos Estados Unidos e de Israel na região.

Por sicnoticias.pt

O regime iraniano ameaça bombardear universidades israelitas e norte-americanas no Médio Oriente se até ao meio de segunda-feira Telavive e Washington não se retratarem por terem atacado duas universidades no Irão.

A retórica intimidatória de Teerão acompanha a perceção de uma invasão iminente. A imprensa norte-americana diz que o Pentágono estima que a operação terrestre, com milhares de fuzileiros e soldados, dure várias semanas.

O Irão ameaça atacar o porta-aviões USS Abraham Lincoln assim que este estiver ao seu alcance e adverte os Estados Unidos de que os militares capturados serão lançados aos tubarões.

Entretanto, a República Islâmica continua a atacar os Estados do golfo. Os Emirados Árabes Unidos reportam diariamente a interceção de dezenas de mísseis e drones iranianos. O mesmo acontece com Israel, com destaque para os mísseis que provocam baixas ou danos consideráveis, como o deste domingo numa fábrica de produtos químicos em Beersheba, no sul do país.

Em Teerão, a emissora Al Araby, com sede no Qatar, confirmou que um míssil israelita atingiu, no sábado, as instalações, obrigando à interrupção da transmissão em direto.

Israel afirma estar prestes a completar a destruição do sistema de produção de armas, mas admite que o arsenal de mísseis balísticos iranianos e os centros de comando continuam a ser uma ameaça.


Os Estados Unidos não confirmam a iminência de uma invasão terrestre no Irão. Dizem apenas que a operação militar está perto do fim. O vice-Presidente, JD Vance, garante que Washington não tem qualquer interesse em prolongar o conflito por dois ou três anos.

Prevista para quarta-feira 1.ª viagem de astronautas à Lua em meio século... A primeira viagem de astronautas à Lua em mais de 50 anos deve iniciar-se na quarta-feira com o lançamento da missão Artemis II, no Centro Espacial Kennedy da agência espacial norte-americana, em Cabo Canaveral, na Florida.

Por LUSA 

A NASA prevê 80% de hipóteses de tempo favorável na quarta-feira, sendo as principais preocupações a cobertura de nuvens e o potencial para ventos fortes, indicou hoje a agência noticiosa norte-americana Associated Press (AP).

O foguetão Artemis SLS tem 98 metros de altura, quatro motores principais e dois propulsores laterais.

A tripulação do Artemis II orbitará a Lua e o voo de 10 dias terminará com uma aterragem no Oceano Pacífico.

Esta missão lunar é histórica por ser a primeira cuja tripulação inclui uma mulher, Christina Koch, um homem negro, o piloto Victor Glover, e um canadiano, Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadiana.

O comandante da missão, Reid Wiseman, declarou hoje que tudo está preparado para o lançamento, que estava agendado há quase dois meses, mas foi adiado devido a problemas técnicos e meteorológicos.

"Estamos prontos para partir, a equipa está pronta para partir e o veículo está pronto para arrancar, mas nem por um segundo temos a expectativa de que vamos levantar voo", disse Wiseman na última conferência de imprensa virtual dos astronautas antes do lançamento. "Podemos ir até à plataforma de lançamento e ter de tentar mais algumas vezes, e estamos 100% preparados para isso", acrescentou.

Christina Koch referiu que a tripulação tem "a forte esperança de que esta missão seja o início de uma era em que todos, cada pessoa na Terra, possam olhar para a Lua e pensar nela como um destino".

A missão representa "um passo importante em direção a Marte", onde "poderá haver uma maior probabilidade de encontrar provas de vida", adiantou.

No dia do lançamento, os astronautas acordarão oito horas antes da descolagem, contou Glover, que disse que as suas últimas ações na Terra serão rezar e dizer à sua família que os ama.

Hansen, por seu turno, partilhou que, entre os momentos mais emocionantes, estará um eclipse solar total, no qual verão o Sol passar atrás da Lua.

O novo administrador da Nasa, Jared Isaacman, anunciou na passada terça-feira a suspensão do projeto Gateway, uma estação orbital lunar, para concentrar esforços no desenvolvimento de uma base na superfície da Lua.

"Suspendemos o projeto Gateway como estava pensado e vamos concentrar-nos em estabelecer a infraestrutura necessária para garantir uma presença sustentável na superfície lunar", disse num discurso na sede da NASA, em Washington, nos Estados Unidos, citado pela agência France-Presse.

O ambicioso plano para acelerar o regresso à Lua até 2028, realizar alunagens tripuladas a cada seis meses e construir uma base lunar permanente nos próximos sete anos foi avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares (17,2 mil milhões de euros), segundo a agência noticiosa espanhola EFE.

A agência norte-americana estabeleceu parcerias com várias organizações internacionais para o projeto, incluindo a Agência Espacial Europeia (ESA), que está a desenvolver módulos para o Gateway, e contará com contribuições de empresas privadas como a SpaceX e a Blue Origin.


Leia Também: Astronautas já estão no local de lançamento de missão à lua da NASA

Os austronautas que irão sobrevoar a lua chegaram sexta-feira ao local de lançamento, o Centro Espacial Kennedy, no estado norte-americano da Florida, noticiou a Associated Press (AP).

Netanyahu ordena ocupação de mais território no sul do Líbano... O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse este domingo que "ordenou a expansão da zona de segurança existente" no sul do Líbano, o que levará a uma maior ocupação militar israelita do país vizinho.

Por  SIC Notícias Com LUSA

"Decidi alargar ainda mais a zona de segurança existente para, finalmente, frustrar a ameaça de invasão e impedir o lançamento de mísseis antitanque na nossa fronteira", acrescentou Netanyahu, que prometeu "mudar radicalmente" a situação no norte do país, região fronteiriça com o Líbano.

Segundo o chefe do governo de Israel, o grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, ainda conserva "uma capacidade residual de lançar 'rockets'".

Netanyahu indicou outras áreas ocupadas pelo exército israelita como exemplos de como "a face do Médio Oriente" e a segurança de Israel mudaram.

"Estamos a tomar a iniciativa, estamos a atacar e criámos três cinturões de segurança em território inimigo. Na Síria, desde o topo do Monte Hermon até Yarmouk. Em Gaza, em mais de metade da Faixa", referindo-se ao destacamento de tropas ao longo da Linha Amarela, medida que devia ser temporária no âmbito do acordo de cessar-fogo em vigor.

"O Irão já não é o mesmo Irão, o Hezbollah já não é o mesmo e o Hamas já não é o mesmo Hamas. Já não são exércitos terroristas que ameaçam a nossa existência; são inimigos derrotados que lutam pela sua sobrevivência", salientou Netanyahu, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.

Telavive voltou a realizar ataques aéreos no Líbano depois de o Hezbollah ter disparado 'rockets' em direção ao norte de Israel em 2 de março, em solidariedade com o Irão, alvo de uma ofensiva conjunta de forças israelitas e dos Estados Unidos desde 28 de fevereiro.

Mais de 1.200 pessoas já morreram devido à guerra em curso entre Israel e o Hezbollah e o número de feridos ultrapassa os 3.500, segundo o Ministério da Saúde libanês.

Entre os mortos estão 52 profissionais de saúde, de acordo com a agência noticiosa norte-americana Associated Press, que dá conta igualmente de mais de um milhão de libaneses deslocados devido ao conflito.

Estudantes dos PALOP queixam-se de atrasos nos vistos e dificuldades em Portugal

Por expressodasilhas.cv

Estudantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) em Portugal queixam-se de atrasos na emissão de vistos, rendas incomportáveis e barreiras curriculares que dizem transformar o sonho académico numa luta pela sobrevivência e saúde mental.

Bilkiça Câmara, estudante guineense na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, descreveu à agência Lusa uma realidade onde o sucesso académico é, muitas vezes, ensombrado por uma luta pela sobrevivência e regularização documental que afecta a maioria dos alunos internacionais, nomeadamente dos PALOP.

“Não é uma ou duas ou três pessoas que passam por isso, é a grande maioria dos estudantes que ingressam através do regime especial”, disse, explicando que a demora no processo de emissão de vistos faz com que muitos cheguem a Portugal em Dezembro ou Março, quando os semestres já estão praticamente concluídos.

Este obstáculo é transversal a estudantes de outras nacionalidades da lusofonia.

Beatriz Pires, antiga aluna da Faculdade de Letras que veio de São Paulo, Brasil, disse que a documentação foi o maior entrave, ficando cerca de seis meses sem conseguir estudar.

Segundo Bilkiça Câmara, os alunos chegam tão atrasados que não conseguem fazer o primeiro ano por terem muitas unidades curriculares pendentes, e muitos dos que chegam em março, a meio do segundo semestre, desistem.

Esta chegada tardia gera um “desânimo total” e ainda estados de saúde mental “completamente destrutivos”, diz a estudante guineense que contou que acompanha colegas a consultas de psicologia.

Céline Machaieie, estudante moçambicana no Instituto Superior Técnico, relatou que o seu visto demorou quase dois meses, resultando num primeiro semestre “praticamente perdido”.

“Em vários momentos até já pensei em desistir e voltar para o meu país”, contou.

Além da burocracia, a barreira económica é outro obstáculo apontado, pois no mercado de arrendamento privado os quartos rondam os “400 ou 500 euros”, valores incomportáveis para os alunos que chegam sozinhos.

Esta pressão financeira empurra muitos dos estudantes para empregos precários e exploração laboral, onde acabam por abandonar os estudos para garantirem o sustento, de acordo com Bilkiça Câmara.

"Eles têm que decidir ou continuam com os estudos ou continuam a trabalhar para os sustentar. E muitos acabam por escolher a segunda opção, que é trabalhar para se sustentar", lamentou.

As estudantes apontam ainda a diferença entre os currículos dos seus países de origem e o sistema português.

Bilkiça Câmara criticou o ensino “muito voltado à Europa e aos Estados Unidos”, sublinhando que as visões africanas ou asiáticas, quando ensinadas, mantêm uma perspectiva eurocêntrica.

Também Céline notou que os conteúdos que em Moçambique apenas seriam abordados no ensino superior, em Portugal já fazem parte do currículo secundário, exigindo um “esforço extra”.

As estudantes relataram também episódios de preconceito como a exclusão em trabalhos de grupo ou a diferenciação por serem mulheres negras.

"O trabalho de acolhimento e integração efectivo não está a ser feito. Em muitas universidades, os estudantes chegam cá e estão completamente sozinhos, sem saber se virar. Eu não vejo universidades a dedicarem o seu tempo para mostrar a faculdade aos estudantes, para disponibilizar mentorias ou tutorias", declarou Bilkiça Câmara.

Beatriz Pires confirma esta visão e disse que o apoio acaba por vir apenas dos próprios estudantes que criaram núcleos para ajudar quem passa pelo mesmo.

"A gente sabe exactamente o que é exclusão, o que é ter um professor que fala que nós não sabemos escrever", disse a estudante brasileira.

Como resposta, pedem medidas concretas às instituições de ensino superior. Céline e Bilkiça sugerem a criação de dias abertos e mentorias, além de aulas de apoio para colmatar as diferenças curriculares.

"Tem que haver maior sensibilização e reconhecer que estes estudantes têm dificuldades, acabaram de chegar, estão aqui sozinhos, precisam de ser integrados academicamente, social e cultural", disse a jovem guineense, concluindo que "não adianta quererem estudantes estrangeiros (...) se não trabalham a sério para integrar e alcançar esses estudantes”.

Embaixador iraniano no Líbano não vai acatar ordem de expulsão... O embaixador iraniano no Líbano não vai acatar a ordem de expulsão das autoridades libanesas, que lhe deram até hoje para deixar o país, adiantou fonte diplomática à agência de notícias AFP.

© Anwar AMRO / AFP via Getty Images   Por  LUSA   29/03/2026 

Mohammad Reza Raeuf Sheibani "não deixará o Líbano, de acordo com os desejos do presidente [do parlamento] Nabih Berri e do Hezbollah", precisou a fonte, que pediu para permanecer anónima.

O movimento xiita pró-iraniano Hezbollah apelou a Beirute a rever a sua decisão de expulsar o embaixador, acusado de ingerência no território libanês.

O Líbano revogou a acreditação do embaixador iraniano recentemente nomeado em Beirute e deu-lhe até domingo para sair do país, anunciou no dia 24 o Ministério dos Negócios Estrangeiros libanês.

Esta medida surge depois de Beirute ter acusado a Guarda Revolucionária do Irão de dirigir operações do grupo xiita Hezbollah contra Israel a partir do Líbano e de ter anunciado a proibição das suas atividades em território libanês.

O ministério afirmou que convocou o encarregado de negócios iraniano e informou-o da decisão das autoridades de "considerar o embaixador Mohammad Reza Raeuf Sheibani, nomeado para o cargo em fevereiro, como 'persona non grata'".

A declaração, que indica que uma pessoa não é bem-vinda num país, obriga à sua retirada da missão diplomática, resultando na perda de imunidades e privilégio.


Leia Também: Ataque aéreo "brutal" atinge universidade no Irão e provoca 4 feridos

A Universidade de Tecnologia de Isfahan foi hoje atingida, pela segunda vez, por um ataque aéreo conjunto dos Estados Unidos e de Israel, com o registo de quatro feridos.

Médio Oriente: Os principais desenvolvimentos das últimas horas... Os principais desenvolvimentos ocorridos nas últimas horas no conflito israelo-norte-americano contra o Irão, segundo reporta a agência noticiosa France-Presse (AFP). Saiba o essencial deste domingo durante a manhã.

© AFP via Getty Images  LUSA   29/03/2026 

Os principais desenvolvimentos ocorridos nas últimas horas no conflito israelo-norte-americano contra o Irão, segundo reporta a agência noticiosa France-Presse (AFP), são os seguintes:

Irão ameaça atingir o USS Abraham Lincoln

O chefe da marinha iraniana, Shahram Irani, afirmou hoje que o porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln será alvo caso fique ao alcance do fogo.

"Assim que o grupo aeronaval do USS Abraham Lincoln estiver ao alcance, vingar-nos-emos pelo sangue dos mártires do navio Dena, lançando diferentes tipos de mísseis mar-mar", ameaçou, citado pela televisão estatal, referindo-se à fragata iraniana afundada pelos Estados Unidos no dia 04.

Dois navios atravessam o estreito de Ormuz em direção à Índia

Dois navios de bandeira indiana, transportando gás de petróleo liquefeito (GPL), atravessaram o estreito de Ormuz, anunciou hoje o Ministério indiano dos Transportes Marítimos.

Os transportadores BW TYR e BW ELM, com uma carga combinada de cerca de 94.000 toneladas, estão a caminho das costas indianas, indicou o ministério, enquanto o Irão praticamente interrompeu o tráfego marítimo no estreito.

Navios paquistaneses também autorizados a atravessar o estreito

O ministro dos Negócios Estrangeiros paquistanês, Ishaq Dar, anunciou na tarde de sábado que o Irão autorizou mais 20 navios de bandeira paquistanesa - dois navios por dia - a transitar pelo estreito de Ormuz.

Reunião quadripartida em Islamabade sobre a guerra

Os ministros dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, Arábia Saudita, Egito e Turquia reúnem-se hoje à tarde em Islamabade para discutir a guerra no Médio Oriente, na qual o Paquistão atua como intermediário entre os Estados Unidos e o Irão.

A reunião diplomática destas nações muçulmanas deve abordar "nomeadamente esforços para desanuviar as tensões na região", indicou o ministro paquistanês dos Negócios Estrangeiros.

Ataque à Bank of America em Paris: duas novas detenções

Duas novas pessoas foram detidas durante a noite de sábado para hoje no âmbito da investigação ao ataque frustrado contra a sede parisiense da Bank of America, anunciou o Ministério Público Nacional Antiterrorista (PNAT), contactado pela AFP.

A detenção do menor detido no sábado "foi igualmente prolongada", precisou o PNAT. No total, três pessoas estão sob custódia neste caso, ao qual o ministro francês do Interior, Laurent Nuñez, associou um "vínculo" com a guerra no Médio Oriente.

Teerão acusa Washington de preparar ataque terrestre

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, acusou hoje os Estados Unidos de planearem uma ofensiva terrestre enquanto conduzem publicamente esforços diplomáticos para pôr fim à guerra.

"O inimigo envia publicamente mensagens de negociação e diálogo, mas planeia secretamente uma ofensiva terrestre", afirmou Ghalibaf, em comunicado divulgado pela agência oficial Irna.

Operações terrtres no Irão em preparação, segundo o Washington Post

O Pentágono prepara operações de várias semanas no terreno no Irão, noticiou no sábado o Washington Post, citando responsáveis norte-americanos.

Estas operações não se destinariam a uma invasão em grande escala, sublinharam as fontes, consistindo antes em incursões em território iraniano por forças especiais e outros soldados. Não se sabe se Donald Trump aprovará o plano, segundo o Washington Post.

Escritório de canal de TV do Qatar em Teerão danificado por ataque

A cadeia de notícias qatari Al Araby anunciou hoje que um míssil israelita atingiu o edifício que alberga o seu escritório em Teerão, causando danos.

Imagens do interior mostravam janelas partidas, estilhaços de vidro e destroços. No exterior, edifícios vizinhos ficaram danificados e as ruas estavam cobertas de escombros.

Irão condena Israel pela morte de três jornalistas libaneses

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, condenou o ataque israelita que matou na véspera três jornalistas libaneses, incluindo um correspondente de destaque da al-Manar do Hezbollah, enterrados hoje.

Estas mortes constituem um "assassínio dirigido" e uma "violação flagrante do direito internacional", afirmou Araghchi na sua conta oficial do Telegram.

Os jornalistas nunca devem ser alvo, "mesmo quando têm ligações com partes do conflito", afirmou também o chefe da diplomacia francesa, Jean-Noël Barrot.

Síria: ataque com drones vindo do Iraque contra base americana

O vice-ministro da Defesa sírio anunciou que as forças do seu país repeliram hoje um ataque com drones vindos do Iraque, que visava uma base norte-americana no nordeste da Síria.

A base americana de Qasrak, na província de Hassaké, "foi atacada por quatro drones lançados a partir do território iraquiano", declarou o responsável sírio, Sipan Hamo, no X, acrescentando que "os drones foram abatidos sem causar vítimas".


Leia Também: Destroços de míssil iraniano causa fuga de materiais perigosos em Israel

O impacto de destroços de um míssil iraniano numa zona de indústrias químicas no sul de Israel provocou hoje fuga de materiais perigosos, anunciaram os Bombeiros de Israel num comunicado citado pela agência de notícias EFE.

Marinha iraniana estendeu controlo até à porta de entrada de Ormuz... A Marinha iraniana anunciou hoje que estendeu o controlo sobre o Estreito de Ormuz até ao Golfo de Omã e avisou os Estados Unidos de que disparará contra o porta-aviões Abraham Lincoln assim que este estiver ao seu alcance.

© AFP via Getty Images    Por LUSA  29/03/2026 

O navio, parte da operação americana contra o Irão, está atualmente posicionado no Mar Arábico, a centenas de quilómetros do Golfo de Omã e do Estreito de Ormuz.

O Estreito de Ormuz localiza-se entre o Irão e Omã e liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.

O comandante da Marinha iraniana, contra-almirante Shahram Irani, avisou que possui baterias de mísseis costeiros prontas a serem ativadas assim que o porta-aviões norte-americano estiver ao seu alcance.

"A leste do Estreito de Ormuz, o Golfo de Omã, considerado a porta de entrada para o Estreito de Ormuz e o Golfo Pérsico, está sob o controlo total da Marinha da República Islâmica do Irão", declarou o contra-almirante.

Por isso, quando a Marinha avistar o navio, o contra-almirante afirmou que os militares iranianos "vingarão o sangue dos mártires disparando vários tipos de mísseis da costa para o mar", acrescentando que os militares iranianos estão a "monitorizar com precisão, em tempo real", todos os movimentos do grupo de ataque liderado pelo porta-aviões.


Leia Também: Omã investiga origem dos drones que atingiram porto de Salalá

O Governo de Omã anunciou hoje uma investigação para determinar a origem dos drones que atingiram o porto de Salalá e recordou a sua neutralidade no conflito que opõe os Estados Unidos e o Irão.

Liga Árabe apela a "ação conjunta" face a ataques de Teerão no Golfo... A Liga Árabe apelou hoje para uma "ação árabe conjunta" dos seus 22 Estados-membros face aos "atrozes" ataques do Irão contra infraestruturas dos países do Golfo e à guerra conduzida pelos EUA e Israel contra a nação persa.

© Lusa  29/03/2026 

"Estamos a viver um momento excecional na história da região e na história da ação árabe conjunta, um momento que exige uma voz unificada e coletiva, e mensagens claras que não admitam interpretações erradas nem ambiguidades", declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Abdelatif bin Rashid, vincando a divisão política historicamente existente entre os diferentes Estados Membros. 

O chefe da diplomacia do Bahrein, que preside à 165.ª sessão ordinária do Conselho da Liga Árabe a nível ministerial, fez estas declarações no início da cimeira, reiterando a necessidade de unidade face aos "ataques iranianos" contra a "soberania" dos países do Golfo Pérsico.

Bin Rashid criticou também o facto de que os pretextos do Irão para realizar estes ataques foram "deliberadamente fabricados para turvar a situação" e simular que "parecem uma forma de confrontação com Israel".

"Outros já seguiram este caminho, e vimos como acabaram por destruir os seus próprios países, sem oferecer qualquer apoio tangível ou genuíno à causa palestiniana", acrescentou bin Rashid, referindo-se ao grupo xiita libanês Hezbollah e aos rebeldes huthis do Iémen, cujos ataques contra Israel foram respondidos com severidade.

Por este motivo, Bin Rashid exigiu "o cessar imediato dos ataques iranianos", bem como o fim do bloqueio do estreito de Ormuz, que está a colocar em dificuldades as economias árabes do Golfo, fortemente dependentes dos rendimentos da exportação de petróleo e gás natural.

"Respeitamos o direito dos Estados atacados de se defenderem, individual ou coletivamente", afirmou, apesar de, após um mês de ataques iranianos, nenhum país do Golfo ter feito qualquer intervenção militar contra o Irão, numa tentativa de não agravar ainda mais as tensões no Médio Oriente.

O Irão lançou centenas de ataques contra bases militares norte-americanas e infraestruturas vitais dos países árabes em resposta à guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel a 28 de fevereiro, ações destinadas a pressionar as ricas nações do Golfo a exercerem influência sobre Washington para travar a agressão.

Israel atinge objetivos contra produção iraniana "dentro de alguns dias"... As forças armadas israelitas afirmaram hoje estar a dias de concluir os seus objetivos no que diz respeito à destruição das capacidades de produção de armas do Irão, embora tenham reiterado que ainda restam alvos noutras áreas da sua ofensiva no país.

Por LUSA 

"Dentro de alguns dias, poderemos concluir o trabalho contra os alvos prioritários na área da produção", afirmou o porta-voz do Exército israelita, Nadav Shoshani, citado pela agência EFE.

O militar salientou que isso não significa que Israel esteja a concluir a sua missão no Irão, uma vez que outras categorias de alvos (como as capacidades nucleares iranianas, o seu arsenal de mísseis balísticos ou os seus centros de comando) continuam a existir.

"Israel está prestes a ter destruído 90% das infraestruturas para o desenvolvimento de armas que ameaçam Israel", noticiou no sábado o jornal The Times of Israel.

Oficiais israelitas afirmaram que o Exército lançou mais de 8.500 ataques no Irão desde o início da guerra, dirigidos contra mais de 3.000 alvos, entre centros de comando, a indústria de armamento e, com maior frequência nos últimos dias, as capacidades nucleares.

No entanto, desde que os Estados Unidos e o Irão encetaram conversações para abordar um possível cessar-fogo, Israel tem focado os seus ataques em alvos militares em detrimento dos políticos.

Quanto ao Líbano, o militar assegurou que as tropas israelitas continuam mobilizadas principalmente em torno da fronteira, enquanto parte das forças avança para o interior do país vizinho através de rusgas e operações "seletivas".

Evitou pronunciar-se sobre se os soldados terão avançado mais de oito quilómetros nas suas manobras no sul do Líbano.

O porta-voz militar recusou-se também a comentar o assassinato dos jornalistas Fatima e Mohamed Fatuni num ataque israelita no sul do Líbano, no qual as forças armadas afirmaram ter matado o também jornalista Ali Shaib, acusando-o de pertencer ao grupo xiita libanês Hezbollah, sem o provar.

Negou ainda que o Exército israelita esteja disposto a apresentar provas da sua ligação ao Hezbollah.

No sábado, oficiais militares apresentaram como provas da sua filiação a publicação de uma mensagem na rede social X em 2024 e os seus contactos com membros da organização, embora se tenham recusado a partilhar detalhes sobre essas conversas.

AEGBL disponibiliza serviços gratuitos de documentação para estudantes guineenses em Lisboa

A Associação dos Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa (AEGBL) informou que passa a disponibilizar serviços gratuitos de documentação com o objetivo de apoiar a integração dos estudantes guineenses em Portugal.

Segundo a associação, a iniciativa contempla a emissão do Número de Identificação Fiscal (NIF), a obtenção do Número de Segurança Social (NISS) e o agendamento junto da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).

A medida enquadra-se nas políticas de apoio à integração promovidas pela AEGBL e visa facilitar o processo de regularização, além de contribuir para melhores condições de integração académica e social dos estudantes.

Para mais informações, os interessados devem recorrer aos canais oficiais da associação.

Por RTB

Rússia ataca Ucrânia com míssil hipersónico Kinzhal e 442 drones... A Rússia atacou esta noite a Ucrânia com um míssil hipersónico Kinzhal e 442 drones, tendo as forças de defesa de Kiev conseguido abater ou neutralizar 380, informou hoje a Força Aérea ucraniana.

© Lusa  29/03/2026 

Em comunicado, a Força Aérea refere ainda terem-se registado impactos de 16 drones em sete locais e a queda de fragmentos em 14.

Segundo detalha, as forças russas lançaram o míssil Kinzhal a partir do espaço aéreo da região russa de Riazán e 442 drones de ataque Shahed, Gerbera, Italmas e de outros tipos a partir das origens russas de Briansk, Kursk, Oriol, Mílerovo e Primorsko-Ajtarsk, e ainda de Gvardíiske e Chauda, na península ucraniana da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

Cerca de 300 dos drones lançados a partir das 18h00 de sábado (17h00 em Lisboa) e durante a noite eram Shahed, acrescenta o relatório, publicado no Telegram.

Até às 09h00 (08h00 em Lisboa) de hoje, a defesa antiaérea abateu ou neutralizou 380 desses aparelhos não tripulados inimigos, indicou a Força Aérea, que alertou que o ataque continua e que ainda existem vários drones no espaço aéreo.

Na comunidade de Voskresenska, na região de Mikoláyiv, 10 pessoas ficaram feridas no ataque noturno com drones, entre elas oito menores com idades entre os 10 e os 16 anos e duas mulheres de 40 e 18 anos, informou, por sua vez, o chefe da administração regional, Vitali Kim, no Telegram.

Todos os feridos foram hospitalizados e, na madrugada de hoje, a mulher de 40 anos e duas meninas de 13 e 15 anos encontravam-se em estado grave, enquanto o prognóstico para os outros seis menores é de gravidade moderada, acrescentou.

Na noite de sexta-feira para sábado, as forças russas atacaram uma maternidade na cidade de Odessa, onde se encontravam 22 recém-nascidos.

Por seu lado, as Forças de Sistemas Não Tripulados informaram da destruição, no sábado, de 1.305 alvos inimigos, 55 pontos de descolagem de drones, um sistema de defesa antiaérea, quatro tanques, 21 sistemas de artilharia, 42 veículos, 26 motociclos e 279 aeronaves não tripuladas inimigas.

"No total, ao longo do mês de março (de 01 a 28 de março), foram destruídos ou neutralizados 34.022 alvos, dos quais 9.590 eram combatentes inimigos", acrescenta o comunicado, divulgado hoje no Telegram.

Pentágono estará a preparar-se para operações terrestres no Irão... O Pentágono estará a preparar-se para semanas de operações terrestres no Irão e, ao que tudo indica, estarão a deslocar-se para o Médio Oriente milhares de soldados e fuzileiros. Donald Trump ainda não revelou se aprova este plano.

© Wikimedia Commons   Por  Notícias ao Minuto  29/03/2026 

O Pentágono estará a preparar-se para iniciar operações terrestres no Irão, o que poderá ditar uma nova fase no conflito iniciado em 28 de fevereiro. No entanto, cabe ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizar esta intensificação da guerra.

De acordo com o Washington Post, que cita fontes norte-americanas anónimas, os Estados Unidos estarão a preparar-se para semanas de operações terrestres no Irão, estando a deslocar-se para o Médio Oriente milhares de soldados e fuzileiros. 

O mesmo meio refere que a operação terrestre não deverá chegar a ser uma invasão em grande escala, mas envolveria várias incursões combinadas entre forças de Operações Especiais e tropas de infantaria.

O Pentágono estará a discutir o assunto há semanas, mas, até ao momento, Donald Trump ainda não revelou se aprova ou não o plano.

De notar que, nos últimos dias, a administração de Trump ora diz que a guerra está a chegar ao fim, ora ameaça intensificá-la. O presidente norte-americano, no entanto, tem dado sinais de que quer negociar o fim do conflito, apontando que o regime iraniano terá de abandonar as suas ambições nucleares, assim como parar com as ameaças contra os Estados Unidos e os seus aliados. 

Aliás, na passada sexta-feira, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou, durante uma reunião com os aliados, que "não será um conflito prolongado" e salientou que os Estados Unidos poderiam "atingir todos os objetivos sem tropas terrestres".

"É a função do Pentágono fazer os preparativos necessários para dar ao comandante-chefe a máxima flexibilidade. Isso não significa que o presidente tenha tomado uma decisão", disse a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, quando questionada sobre o assunto numa conferência de imprensa. 

Recorde-se de que a guerra no Irão estende-se há já um mês e que várias figuras importantes do regime iraniano, incluindo o ex-líder supremo, Ali Khamenei, foram mortas durante os ataques.

De salientar ainda que a guerra já fez mais de duas mil vítimas mortais, incluindo 13 soldados norte-americanos


O presidente do Parlamento iraniano, Mohamed-Bagher Ghalibaf, afirmou hoje que os Estados Unidos estão a planear uma ofensiva terrestre enquanto, publicamente, conduzem esforços diplomáticos para pôr fim à guerra.

Tribunal Constitucional do Congo valida vitória de Nguesso nas eleições... O Tribunal Constitucional da República do Congo (Congo-Brazzaville) validou a vitória do Presidente Denis Sassou Nguesso, que está há quase 30 anos consecutivos no poder, nas eleições realizadas em 15 deste mês.

© Reuters    Por LUSA  29/03/2026 

Num acórdão emitido no final da noite de sábado, o alto tribunal rejeitou o recurso de anulação do escrutínio apresentado pelo candidato presidencial da oposição, Uphrem Dave Mafoula, que denunciou irregularidades no processo eleitoral. 

O tribunal argumentou a "ausência de provas diretas e decisivas" para concluir que "as irregularidades alegadas não estavam comprovadas por falta de provas".

No resultado final, Nguesso, de 82 anos, obteve 94,90% dos votos, face aos 94,82% anunciados em 17 deste mês pelo ministro do Interior e da Descentralização congolês, Raymond Zéphirin Mboulou.

O chefe de Estado garantiu assim um quinto mandato de cinco anos desde que chegou ao poder em 1997, após impor-se a seis candidatos da oposição.

Depois de ter governado durante mais de quatro décadas (em dois períodos não consecutivos), Nguesso mantém-se como o terceiro chefe de Estado em exercício há mais tempo no poder em África, depois do equato-guineense Teodoro Obiang e do camaronês Paul Biya, que governam desde 1979 e 1982, respetivamente.

Na segunda posição ficou Mabio Mavoungou, de 70 anos e presidente do partido Aliança, que obteve 1,40% dos votos (face aos 1,48% anteriormente anunciados), seguido de Mafoula, de 43 anos e presidente de Os Soberanistas, com 1,03% (sem alterações).

Os restantes candidatos obtiveram menos de 1% dos votos.

Dos 3,15 milhões de eleitores registados (numa população total de cerca de seis milhões de habitantes), pouco mais de 2,6 milhões votaram, o que representa uma taxa de participação de 84,99% (face aos 84,65% indicados pelo ministro), segundo o tribunal.

Tal como aconteceu nas eleições de 2021, o dia de votação foi marcado por um corte de internet a nível nacional, segundo confirmou o observatório global de internet NetBlocks.

O Presidente pôde candidatar-se às eleições graças à polémica reforma constitucional de 2015, que eliminou o limite de 70 anos de idade para um candidato presidencial e o máximo de dois mandatos presidenciais de cinco anos.

Apesar de várias tentativas de criar alianças, a oposição, afetada pela repressão e pelo controlo do partido no poder sobre todo o aparelho do Estado, não conseguiu unir-se em torno de um candidato capaz de desafiar o veterano chefe de Estado, considerado o grande favorito das eleições.

Além disso, os principais partidos da oposição com representação parlamentar optaram pelo boicote, por considerarem que não estavam reunidas as condições para eleições livres e justas neste país produtor de petróleo da África Central.

Apesar dessa riqueza, mais de 46% da população vive com menos de 2,15 dólares por dia, segundo dados das Nações Unidas.

Teerão reivindica ataques contra grandes instalações industriais no Golfo... O Irão reivindicou hoje ataques contra duas das maiores fundições de alumínio do mundo, no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, reacendendo receios de perturbações significativas para a economia mundial após um mês de guerra no Médio Oriente.

© Kaveh Kazemi/Getty Images    Por  LUSA  29/03/2026 

Num conflito que não dá sinais de diminuir de intensidade, o Irão e Israel continuam a bombardear-se mutuamente e vários países do Golfo voltaram a relatar ataques iranianos. No sábado, os rebeldes huthis do Iémen, apoiados por Teerão, abriram uma nova frente na guerra ao lançarem dois ataques contra Israel. 

Os Guardas da Revolução, o exército ideológico do Irão, reivindicaram ataques com mísseis e drones que danificaram no sábado as fábricas da Aluminium Bahrain (Alba) e da Emirates Global Aluminium (EGA).

A fundição da Alba, uma das maiores do mundo, já tinha anunciado em 15 deste mês o encerramento de 19% da sua capacidade de produção para fazer face às perturbações no abastecimento provocadas pelo bloqueio, por parte do Irão, do estratégico estreito de Ormuz.

A empresa confirmou no domingo que dois dos seus trabalhadores ficaram ligeiramente feridos no ataque iraniano e afirmou estar a avaliar a extensão dos danos nas suas instalações.

No sábado, a EGA tinha anunciado que a sua fábrica de Al Taweelah, em Abu Dhabi, um dos seus dois locais nos Emirados, tinha sofrido "danos significativos" num ataque que provocou seis feridos.

As duas empresas, "graças aos investimentos e participações de sociedades norte-americanas, desempenham um papel importante no fornecimento às indústrias militares do exército dos Estados Unidos", afirmaram os Guardas da Revolução.

Segundo a mesma fonte, os ataques foram realizados em represália por ações norte-americanas e israelitas contra infraestruturas industriais no Irão.

Hoje de manhã, segundo a agência iraniana Irna, novos bombardeamentos atingiram um cais no porto iraniano de Bandar Khamir, perto do estreito de Ormuz, provocando cinco mortos e quatro feridos.

Os Guardas da Revolução ameaçaram também atacar universidades norte-americanas no Médio Oriente, em retaliação a idênticas operações por ataques que, segundo afirmam, danificaram dois estabelecimentos de ensino superior no Irão.

Várias universidades norte-americanas têm campus em países do Golfo, como a Universidade Texas A&M, instalada no Qatar, ou a Universidade de Nova Iorque, nos Emirados Árabes Unidos.

Disparos de mísseis e drones continuaram hoje em toda a região. Em Teerão, um jornalista da AFP ouviu por duas vezes explosões provenientes do norte da cidade, enquanto fumo se elevava de zonas atingidas a leste.

A cadeia televisiva qatari al-Araby anunciou que o seu escritório na capital iraniana foi atingido por um bombardeamento.

Em Israel, o exército voltou a relatar, como nas noites anteriores, mísseis iranianos a dirigirem-se para o seu território e pediu às populações das zonas visadas que procurassem abrigo.

O Kuwait e os Emirados Árabes Unidos também relataram ataques com drones e mísseis ao amanhecer de domingo.

No âmbito dos esforços diplomáticos para tentar pôr fim à guerra, responsáveis da Turquia, do Paquistão, do Egito e da Arábia Saudita deverão reunir-se ainda hoje e na segunda-feira em Islamabade para "discussões aprofundadas".

Numa altura em que o tráfego marítimo mundial está fortemente perturbado pelo bloqueio do estreito de Ormuz, a entrada dos huthis na guerra poderá agravar a situação: os rebeldes iemenitas realizaram numerosos ataques contra navios comerciais no mar Vermelho entre 2023 e 2025, durante a guerra entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza.


Leia Também: Arábia Saudita, Kuwait, EAU e Bahrein intercetam ataques de Teerão

Os governos do Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita informaram hoje ter intercetado uma série de ataques aéreos com mísseis e drones provenientes do Irão que já causaram, no sábado, dois feridos no Bahrein.

Israel atacou centros de comando móveis e fábricas de armas em Teerão... Israel concluiu uma nova onda de ataques contra "centros de comando móveis" do Governo iraniano e fábricas de produção de armas em Teerão durante a noite passada, segundo informou hoje o exército israelita.

© Lusa    29/03/2026 

Por seu lado, o Irão designou como alvos militares as universidades israelitas e norte-americanas no Médio Oriente, em resposta aos ataques de Washington e Telavive contra as suas instituições de ensino, e os rebeldes Huthis do Iémen lançaram, pelo segundo dia consecutivo, mísseis contra o sul do território israelita.

Em comunicado, o exército israelita afirma que, nos últimos dias, "o regime iraniano tinha começado a transferir os seus centros de comando para unidades móveis, depois de a maioria deles ter sido atacada pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) durante o último mês".

Segundo refere, os caças israelitas terão destruído vários destes centros de comando temporários, "incluindo os comandantes que neles operavam", durante esta última onda de bombardeamentos.

O exército israelita acrescenta que os seus ataques também tiveram como alvo infraestruturas pertencentes à indústria de produção de armas iraniana, tendo atingido, segundo afirma, "dezenas de depósitos e fábricas de armamento".

Por seu lado, a agência iraniana Fars indicou que "foram ouvidas várias explosões" na capital persa, sem fornecer mais detalhes.

Num comunicado divulgado pela agência iraniana Tasnim, ligada ao corpo de elite da República Islâmica, a Guarda Revolucionária assegurou que "todas as universidades do regime de ocupação [em referência a Israel] e dos Estados Unidos são alvos legítimos até que duas universidades sejam atacadas em resposta às iranianas que foram destruídas".

A Guarda Revolucionária advertiu "todos os trabalhadores, professores e estudantes das universidades americanas na região e residentes nas suas imediações" para se manterem a uma distância de um quilómetro das instituições.

Na madrugada de sábado, os EUA e Israel bombardearam a Universidade de Ciência e Tecnologia em Teerão e, na quinta-feira passada, atacaram a Universidade Tecnológica de Isfahan, no centro do país, sem que se registassem vítimas mortais em nenhum dos dois casos.

Entretanto, os rebeldes xiitas Huthis do Iémen, aliados do Irão, levaram a cabo "a segunda operação militar" com um bombardeamento de mísseis de cruzeiro e drones dirigidos contra vários alvos militares no sul de Israel, indicou num comunicado o porta-voz militar do grupo, Yahya Sarea.

As Forças de Defesa de Israel garantiram que um dos drones, que fez disparar os alarmes às 20:00, hora local, em Eilat, foi abatido e um míssil foi intercetado antes de atingir a fronteira israelita, segundo informa o Times of Israel.

O porta-voz huti afirmou que o grupo continuaria os seus ataques "nos próximos dias" até que Israel suspendesse as suas operações militares, que classificou de "crimes contra o povo e os países da região".


Leia Também: Teerão autoriza passagem de 20 navios paquistaneses no estreito de Ormuz

O governo do Irão autorizou a passagem de 20 navios comerciais sob bandeira paquistanesa pelo estreito de Ormuz, uma concessão anunciada hoje por Islamabade como "um passo significativo para a paz".

sábado, 28 de março de 2026

Multidões voltam às ruas de Nova Iorque contra governo de Donald Trump... A terceira edição do protesto "No Kings" voltou a arrastar multidões para as ruas de Nova Iorque, onde se manifestaram contra o Governo "tirano" de Donald Trump, a quem acusam de tentar derrubar a democracia nos Estados Unidos.

Por LUSA 

Em Nova Iorque, o protesto começou junto ao Central Park e estendeu-se até à turística Times Square, com milhares de pessoas a marcharem pela destituição do Presidente.

Este Presidente está a quebrar tudo aquilo que a América defende. As guerras, a economia, as leis que Trump tem quebrado... Estamos a perder o Estado de Direito", disse à Lusa Ellen, uma nova-iorquina de 84 anos.

"Nunca pensei que, com esta idade, tivesse de sair à rua para protestar contra o fascismo", lamentou, acrescentando: "Esta já não é a nossa América".

Ellen estava acompanha pelo marido, Mark, de 82 anos, que, por sua vez, expressou grande preocupação com a guerra em curso no Irão.

Na visão do octogenário, Donald Trump está a ser manipulado pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a quem acusou de matar inocentes do Líbano e em outros países da região.

Mais de 3.000 manifestações estão agendadas para hoje em todo o país, para condenar uma série de políticas do chefe de Estado e expressar descontentamento face à sua forma de Governar, que os manifestantes veem como uma tentativa de monarquia.

"Trump quer governar sobre nós como um tirano", diz o 'site' do protesto "No Kings". "Mas esta é a América, e o poder pertence ao povo - não a aspirantes a reis ou aos seus comparsas bilionários", argumentam.

No meio da multidão, em Nova Iorque, foram erguidos cartazes em que se podia ler "Graças a este Presidente, somos uma vergonha global", "'Impeachment' já!", "Salvem o Congresso, defendam a Constituição, votem nos Democratas", "Abolir a polícia anti-imigração já!" ou "Trump não tem capacidade para ser Presidente".

Tal como nas anteriores edições, os protestos de hoje não estão focados em nenhuma questão específica. Em vez disso, o objetivo é unir pessoas que têm várias queixas contra o Governo federal.

"Tive de sair à rua porque acho que temos de defender a democracia. Estou especialmente preocupado com a intimidação feita aos eleitores. Estou realmente frustrado com a direção que o nosso país está a levar", afirmou à Lusa Tom, de 56 anos.

Sobre a guerra do Médio Oriente, este nova-iorquino defendeu que "alguém tinha realmente de fazer algo contra o regime do Irão", que está a "prejudicar o povo iraniano". Contudo, argumentou que essas ações deveriam ser feitas "por alguém que sabe o que está a fazer", alegando que Donald Trump e o seu Governo não estão preparados para a complexidade da operação.

Já sobre a política anti-imigração da atual administração, Tom enalteceu a importância dos imigrantes para a prosperidade do país.

"Os imigrantes são muito importantes e deviam ser tratados com todo o respeito. A América está a passar por uma má fase, mas quero que saibam que queremos ser amigos do mundo", concluiu.

A primeira edição do "No Kings" aconteceu em junho passado, no mesmo dia em que o Trump agendou um desfile militar em Washington para celebrar os 250 anos do Exército norte-americano - que também coincidiu com o seu 79.º aniversário.

Quatro meses depois, em outubro, mais de sete milhões de pessoas participaram nas manifestações do "No Kings" em todos os 50 estados norte-americanos, de acordo com a organização, uma coligação de grupos ativistas e associações progressistas.

Já na cidade de Nova Iorque, as autoridades disseram que mais de 100 mil pessoas compareceram na ocasião, com milhares de crianças e idosos na multidão.

Em relação aos protestos de hoje, a organização espera uma adesão ainda superior, prevendo que será o "maior dia de ação não violento" da história norte-americana.

A porta-voz da Casa Branca Abigail Jackson disse, num comunicado divulgado pelo jornal New York Times, que "as únicas pessoas que se importam" com estes protestos "são os repórteres que são pagos para cobri-los".

Israel anuncia ataque à sede do complexo de armas navais iraniano... O exército israelita anunciou hoje que tinha atacado a sede do complexo de armas navais iraniano, bem como outras instalações de fabrico de sistemas de defesa aérea.

Por LUSA 

"Na noite passada, cerca de 50 aviões de guerra israelitas realizaram ataques em grande escala contra as infraestruturas do regime terrorista iraniano em Teerão".

A sede do complexo de armas navais e "instalações utilizadas para a produção de diversas armas e sistemas de defesa aérea" estão entre aqueles locais do ataque, informou o exército israelita.


Leia Também: Irão: Huthis rompem acordo com EUA ao entrar na guerra e atacar Israel

Os rebeldes huthis do Iémen, aliados do Irão, romperam o acordo com os Estados Unidos quando atacaram hoje Israel, entrando na guerra que, há um mês, está a consumir o Médio Oriente e a abalar a economia mundial.

Combustível ⛽️ tem na terra paka ninguim cria alarme ⏰..

 

O Primeiro-Ministro inaugura neste momento o reservatório de água de Bor, numa cerimónia que conta com a presença de membros do Governo, autoridades locais e representantes da comunidade... A infraestrutura visa reforçar o abastecimento de água à população, melhorando as condições de acesso a um recurso essencial na localidade.

A escassez de combustível em Bissau está a dificultar seriamente a circulação de viaturas particulares, toca-tocas e táxis, causando transtornos à mobilidade urbana e afetando o dia a dia da população... Muitos condutores enfrentam longas filas nos postos de abastecimento, enquanto outros veem-se obrigados a suspender temporariamente as suas atividades devido à falta de combustível.

SINDEPROF DENUNCIA CRISE PROFUNDA NO SISTEMA DE ENSINO NA GUINÉ-BISSAU

Por  RSM 28.03.2026

O Sindicato Democrático dos Professores, SINDEPROF, afirma que o sistema de ensino guineense enfrenta problemas estruturais que comprometem o desenvolvimento do setor e do país.

A declaração foi feita este sábado pelo recém-empossado presidente da organização, Eduardo Djata, durante a cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais, sob o lema “A Política Sindical para a Dignidade de Classe”.

Djata considera crítica a qualidade do ensino na Guiné-Bissau e defende maior responsabilidade e ações coordenadas para travar o colapso do setor. O sindicalista alerta ainda que a politização continua a fragilizar o sistema educativo.

Por sua vez, o presidente da UNTG, Júlio Mendonça, afirma que atualmente as instituições que operam no país estão todas desestruturadas.

Mendonça lamenta também a morte diária de professores, uma situação que considera evitável, mas agravada pela desorganização do país. O líder sindical recorda que governar é servir o povo, e não explorá-lo.

Júlio Mendonça desafia ainda os sindicalistas guineenses a não desistirem da luta por melhores condições nos diversos setores, apesar das dificuldades. E assegura que a comunidade internacional continua atenta e reconhece os esforços dos trabalhadores na Guiné-Bissau.

O que aconteceu no Médio Oriente nas últimas horas? Recorde... Os principais desenvolvimentos ocorridos nas últimas horas no conflito israelo-norte-americano contra o Irão, segundo reporta a agência noticiosa France-Presse (AFP), são os seguintes:

© AFP via Getty Images     Por  LUSA  28/03/2026 

Os principais desenvolvimentos ocorridos nas últimas horas no conflito israelo-norte-americano contra o Irão, segundo reporta a agência noticiosa France-Presse (AFP), são os seguintes: 

Forte explosão perto do aeroporto de Erbil

Uma forte explosão foi ouvida hoje nas imediações do aeroporto internacional de Erbil, capital do Curdistão autónomo, no norte do Iraque, onde estão destacados conselheiros norte-americanos da coligação internacional anti-jihadista.

As tropas da coligação são regularmente alvo de ataques de grupos armados pró-Irão, realizados com drones explosivos geralmente intercetados e abatidos pela defesa antiaérea.

Reunião dos MNE do Paquistão, Arábia Saudita, Turquia e Egito

Os ministros dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, da Arábia Saudita, do Egito e da Turquia vão reunir-se no domingo e na segunda-feira em Islamabade para discutir a guerra no Médio Oriente, anunciou hoje o Governo paquistanês.

Kuwait: ataque com drones ao aeroporto provoca danos importantes 

O aeroporto internacional do Kuwait foi alvo de um ataque com drones que provocou danos significativos, anunciaram hoje as autoridades locais.

Segundo o porta-voz da aviação civil, citado pela agência de notícias oficial do país, o ataque não fez vítimas, mas o sistema de radar ficou gravemente danificado.

Omã: trabalhador ferido após ataque de drone

Um trabalhador ficou ferido num ataque com drone contra um dos principais portos de Omã, indicaram hoje as autoridades do país do Golfo, em comunicado.

Dois drones visaram o porto de Salalah (sudoeste), segundo as autoridades citadas pela agência de notícias nacional, ferindo um trabalhador estrangeiro e causando danos materiais "limitados" a uma grua portuária.

Huthis reivindicam primeiro ataque contra Israel

Os rebeldes huthis do Iémen, aliados do Irão, reivindicaram hoje o primeiro ataque contra Israel desde o início dos ataques israelo-norte-americanos ao Irão, em 28 de fevereiro, poucas horas depois de o exército israelita ter anunciado a deteção de um disparo de míssil a partir do Iémen.

Os huthis tinham ameaçado na véspera juntar-se ao conflito. Mais cedo, o exército israelita afirmou ter ativado a defesa antiaérea após "identificar o lançamento de um míssil a partir do Iémen em direção ao território israelita".

Acordo Tailândia-Irão sobre o estreito de Ormuz

A Tailândia afirmou hoje ter alcançado um acordo com o Irão para permitir a passagem "em segurança" dos seus navios petroleiros no estreito estratégico de Ormuz, declarou o primeiro-ministro tailandês, Anutin Charnvirakul.

Emirados Árabes Unidos novamente atacados

Vários incêndios deflagraram hoje na zona industrial de Khalifa, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, na sequência de ataques com mísseis e drones iranianos, segundo as autoridades.

Terceiro ataque contra central nuclear iraniana

O Irão denunciou um novo ataque contra a central nuclear de Bushehr (sul), o terceiro em dez dias, sem provocar danos, anunciou hoje a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

Pelo menos 12 soldados norte-americanos feridos na Arábia Saudita

Um ataque iraniano contra a base aérea Prince Sultan, a sudeste de Riade, na Arábia Saudita, feriu hoje pelo menos 12 soldados norte-americanos, dois dos quais com gravidade, segundo meios de comunicação social norte-americanos.

Mísseis iranianos contra Israel

Um homem morreu e duas pessoas ficaram feridas na noite de sexta-feira em Telavive, em Israel, segundo os serviços de socorro locais, após o anúncio do exército israelita de disparos de mísseis a partir do Irão. Outras duas pessoas ficaram feridas no sul do país.

O chefe do Comando da Frente Interna do exército israelita, Miki David, afirmou num vídeo divulgado nas redes sociais que um míssil com submunições provocou "destruições consideráveis" num edifício residencial.

Explosões em Teerão

Cerca de dez explosões abalaram Teerão durante a noite de sexta-feira para hoje, constatou um jornalista da AFP, que relatou detonações muito intensas.

O exército israelita afirmou estar a atacar "alvos do regime" na capital iraniana.

Trump ameaça deixar de ajudar a NATO

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) por esta não ter prestado apoio para garantir a segurança do estreito de Ormuz e ameaçou não ajudar a aliança caso esta venha a precisar no futuro.

"Eles simplesmente não estavam lá", lamentou o Presidente norte-americano durante um fórum empresarial em Miami.

Irão promete fazer pagar "um preço elevado" após ataques a locais estratégicos

O Irão fará pagar "um preço elevado" em retaliação pelos "crimes israelitas", prometeu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, após ataques israelitas contra complexos siderúrgicos e instalações do programa nuclear civil iraniano, incluindo o reator nuclear de água pesada de Arak.

Estados Unidos preveem fim próximo das operações no Irão

Quando os Estados Unidos "terminarem" as operações contra o Irão nas próximas semanas, o país "estará mais enfraquecido do que em qualquer momento da história recente", afirmou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

Segundo Rubio, os Estados Unidos poderão ainda atingir os seus objetivos sem enviar tropas terrestres. Não está excluída a possibilidade de armas destinadas à Ucrânia, que combate a invasão russa desde 2022, serem redirecionadas para a guerra no Irão.


Leia Também: A fortuna de Donald Trump não para de crescer

Na rubrica 'Não é bem assim', o escritor Henrique Raposo analisa o aumento da fortuna do Presidente dos Estados Unidos e as movimentações suspeitas no mercado do petróleo.