Por RSM 28.03.2026
O Sindicato Democrático dos Professores, SINDEPROF, afirma que o sistema de ensino guineense enfrenta problemas estruturais que comprometem o desenvolvimento do setor e do país.
A declaração foi feita este sábado pelo recém-empossado presidente da organização, Eduardo Djata, durante a cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais, sob o lema “A Política Sindical para a Dignidade de Classe”.
Djata considera crítica a qualidade do ensino na Guiné-Bissau e defende maior responsabilidade e ações coordenadas para travar o colapso do setor. O sindicalista alerta ainda que a politização continua a fragilizar o sistema educativo.
Por sua vez, o presidente da UNTG, Júlio Mendonça, afirma que atualmente as instituições que operam no país estão todas desestruturadas.
Mendonça lamenta também a morte diária de professores, uma situação que considera evitável, mas agravada pela desorganização do país. O líder sindical recorda que governar é servir o povo, e não explorá-lo.
Júlio Mendonça desafia ainda os sindicalistas guineenses a não desistirem da luta por melhores condições nos diversos setores, apesar das dificuldades. E assegura que a comunidade internacional continua atenta e reconhece os esforços dos trabalhadores na Guiné-Bissau.

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