© Lusa 28/02/2026
A agência de notícias iraniana Tasnim tinha anteriormente noticiado que a Guarda Revolucionária avisara vários navios de que, devido ao clima de insegurança na região, "era perigoso" transitar pelo estreito, que estava "de facto encerrado".
As autoridades iranianas e alguns órgãos de comunicação social tinham referido a ameaça de bloquear o estreito de Ormuz em caso de conflito, mas nenhuma decisão oficial nesse sentido foi tomada até agora.
Israel e Estados Unidos lançaram hoje um ataque ao Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visou "eliminar ameaças iminentes" do Irão, ao passo que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".
Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, o que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.
Segundo a Cruz Vermelha iraniana, os bombardeamentos fizeram até agora pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.
Portugal, França, Alemanha e Reino Unido já condenaram os ataques iranianos.
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Incêndio deflagrou no hotel de luxo Fairmont The Palm, no Dubai, depois de terem caído destroços durante um ataque de mísseis iranianos. Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques ao Irão na manhã deste sábado e Teerão tem vindo a responder.

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