quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

María Corina Machado oferece medalha do Nobel da Paz a Trump... Líder da oposição venezuelana foi recebida esta quinta-feira na Casa Branca.

Por Noticiasaominuto.com/ LUSA 

María Corina Machado revelou que ofereceu a medalha do Nobel da Paz a Donald Trump, por quem foi recebida, esta quinta-feira, na Casa Branca.

"Entreguei ao presidente dos Estados Unidos a medalha do Prémio Nobel da Paz", revelou aos jornalistas.

Sublinhe-se que o Comité Nobel Norueguês afirmou, no final da semana passada, que o Prémio Nobel da Paz não pode ser transferido, partilhado ou revogado, como Corina Machado afirmou ser sua intenção.

Corina Machado manteve hoje um almoço com Donald Trump na Casa Branca, menos de duas semanas após os Estados Unidos terem capturado Nicolás Maduro durante uma operação militar na Venezuela, que resultou na detenção e na transferência do líder chavista e da sua mulher, Cilia Flores, para Nova Iorque. Os dois são acusados de quatro crimes federais, incluindo de conspiração para narcoterrorismo.

A líder da oposição venezuelana entrou hoje na residência presidencial dos Estados Unidos por uma porta lateral, em vez da entrada principal, reservada para chefes de Estado e altas autoridades, e não respondeu às perguntas da imprensa à chegada.

A política venezuelana chegou pouco depois das 12h00 (hora local, 17h00 em Lisboa), e saiu da Casa Branca por volta das 14h30 locais (19h30 em Lisboa). 

Foi o primeiro encontro entre os dois e foi fechado à imprensa.

Ao sair da Casa Branca, Machado disse brevemente à imprensa que a reunião tinha corrido "muito bem" e cumprimentou alguns compatriotas e apoiantes que estavam reunidos em frente à residência presidencial antes de entrar num veículo rumo ao Capitólio para uma reunião com membros do Congresso.

A porta-voz da Casa Branca assegurou hoje que Donald Trump reconhece os esforços da política venezuelana e a sua luta pela democracia no país sul-americano.

"Sei que o Presidente estava ansioso por este encontro e confiante de que seria uma conversa boa e positiva com a senhora Machado, que é verdadeiramente uma voz notável e corajosa para muitas pessoas na Venezuela. Portanto, o Presidente está obviamente ansioso para conversar com ela sobre a realidade do país", acrescentou a porta-voz.

Até ao momento, o Presidente e respetivo gabinete descartaram Corina Machado e o seu movimento de oposição da primeira etapa da transição na Venezuela e, em vez disso, optaram pela vice-presidente chavista, Delcy Rodríguez, que assumiu o poder como Presidente interina da Venezuela com o apoio de Washington.

Irão cancela 800 execuções, mas EUA mantêm pressão: "Opções em aberto"... A porta-voz da Casa Branca afirmou hoje que o Irão cancelou 800 execuções de manifestantes detidos durante os protestos antigovernamentais planeadas para quarta-feira, mas indicou que "todas as opções continuam em aberto" em relação à República Islâmica.

Por LUSA 

Karoline Leavitt destacou em conferência de imprensa que o Presidente norte-americano, Donald Trump, alertou Teerão para "sérias consequências" caso a repressão dos protestos se mantenha.

A porta-voz confirmou ainda que Trump falou com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que, segundo o jornal The New York Times, lhe pediu para não intervir militarmente no Irão.

O Governo norte-americano já tinha anunciado sanções económicas contra as autoridades acusadas de coordenar a repressão aos protestos, incluindo Ali Larijani, chefe do mais alto órgão de segurança do Irão.

Desde o início dos protestos, em 28 de dezembro, Donald Trump ameaçou repetidamente intervir militarmente contra o Irão, antes de afirmar, na quarta-feira, que tinha sido informado "por fontes muito importantes" de que "os assassínios cessaram" e que as execuções planeadas de manifestantes não iriam ocorrer.

Em Teerão, o poder judicial tinha prometido julgamentos rápidos e públicos para os manifestantes detidos.

A televisão estatal transmitiu interrogatórios de suspeitos conduzidos pelo chefe do poder judicial, aumentando os receios entre os defensores dos direitos humanos de "confissões forçadas" encenadas.

Enquanto a possibilidade de ataques norte-americanos era seguida de perto no Médio Oriente, um alto dirigente saudita disse hoje à agência France-Presse (AFP) que a Arábia Saudita, o Qatar e Omã alertaram Donald Trump para o risco de "graves repercussões para a região".

Os três países "realizaram intensos esforços diplomáticos de última hora para convencer o Presidente Trump a dar ao Irão uma oportunidade de demonstrar as suas boas intenções", relatou a fonte saudita sob anonimato, acrescentando que os contactos prosseguem, com vista a "consolidar a confiança conquistada e o atual clima positivo".

A Suíça, que representa os interesses de Washington no Irão, referiu que ofereceu os seus "bons ofícios" para aliviar a tensão durante uma conversa telefónica na quarta-feira com Ali Larijani.

Numa chamada telefónica para o seu homólogo saudita, o príncipe Faisal bin Farhan, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, também frisou "a importância da condenação internacional de qualquer interferência estrangeira" na região.

A China transmitiu hoje pelo seu lado a Teerão que se opõe "ao uso da força nas relações internacionais", antes de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação na República Islâmica, a pedido da diplomacia de Washington.

Num sinal de alívio de tensão, o nível de alerta na base militar norte-americana de al-Udeid, no Qatar, a maior no Médio Oriente, foi reduzido, com o regresso de alguns militares depois de Doha ter anunciado na quarta-feira a sua partida.

O Irão está a ser agitado por uma nova vaga de protestos desde 28 de dezembro, iniciada em Teerão por comerciantes e setores económicos afetados pelo colapso do rial, a moeda iraniana, e pela elevada inflação, alastrando-se depois a mais de 100 cidades do país.

As autoridades iranianas receberam inicialmente com compreensão os protestos, mas entretanto endureceram a sua posição e repressão contra os manifestantes, que passaram a ser tratados como terroristas associados aos Estados Unidos e Israel.

De acordo com dados divulgados na quarta-feira pela organização Iran Human Rights (IRHNGO), com sede em Oslo, pelo menos 3.428 pessoas foram mortas durante o movimento de protesto, com base em informações confirmadas diretamente pela organização ou com base em testemunhas e fontes médicas e de morgues.

Estimativas de outras organizações apontam para um mínimo de 2.637 mortos e acima de 12 mil.

Todas as organizações iranianas e internacionais destacam porém a dificuldade de alcançar a dimensão real da repressão dos protestos, face à ausência de números oficiais e ao bloqueio total da Internet há uma semana.

Teerão confirmou apenas que mais de 150 membros das forças de segurança foram mortos até ao momento, mas ainda não divulgou números sobre civis, alegando que os processos de identificação ainda estão em curso.

Segundo o chefe da diplomacia iraniana, a "calma regressou" ao país, onde as autoridades têm "o controlo total" da situação.

Putin: "Países sofrem com desrespeito pelos seus direitos soberanos"... O Presidente russo, Vladimir Putin, lamentou hoje o desrespeito pela soberania sofrido por dezenas de países em todo o mundo, mas evitou criticar a política do homólogo norte-americano, Donald Trump, em relação à Venezuela, Gronelândia e Irão.

Por LUSA 

Dezenas de países de todo o mundo sofrem com o desrespeito pelos seus direitos soberanos, com o caos e a desordem, pois não têm força nem recursos para se defenderem", declarou Putin durante uma cerimónia de acreditação de embaixadores em Moscovo no Kremlin, transmitida em direto pela televisão.

 líder russo não mencionou explicitamente a operação norte-americana, no início do ano em Caracas, para afastar o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, nem as ameaças de intervenção militar na Gronelândia e no Irão.

Manifestou, no entanto, solidariedade com Cuba em defesa da sua soberania e independência, quando a diplomacia de Washington tem também visado o Governo de Havana.

"Sempre prestámos e continuamos a prestar assistência e apoio aos nossos amigos cubanos, e solidarizamo-nos com a sua determinação em defender a sua soberania e independência com todas as suas forças", disse Putin.

Anteriormente, a porta-voz do Ministério dos Negócios declarou que a Rússia está a acompanhar de perto os acontecimentos na América Latina e nas Caraíbas e expressou preocupação com o aumento das tensões e da retórica belicosa em relação a Cuba.

Ao mesmo tempo, Maria Zakharova observou que qualquer decisão do sistema judicial norte-americano em relação a Nicolás Maduro, capturado em 03 de janeiro pelas forças norte-americanas e levado para Nova Iorque, será ilegal.

"De acordo com as normas do Direito internacional reconhecidas por todos e baseadas no princípio da igualdade soberana dos Estados, Nicolás Maduro, enquanto chefe de Estado, goza de imunidade absoluta perante a jurisdição dos Estados Unidos e de qualquer outro Estado", afirmou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, em conferência de imprensa.

A porta-voz da diplomacia de Moscovo comentou ainda que as declarações ocidentais sobre os alegados planos de Moscovo para a Gronelândia são "um mito", após o anúncio do envio de tropas adicionais da NATO para a região e sugestões de Washington nesse sentido.

"O mito de uma alegada ameaça russa, ardentemente promovido durante muitos anos pela Dinamarca e outros membros da União Europeia e da NATO", é "particularmente ambíguo" à luz das recentes declarações dos Estados Unidos sobre a Gronelândia, declarou Maria Zakharova, aludindo às ambições da Casa Branca sobre o território. .

Na cerimónia de hoje no Kremlin, Vladimir Putin defendeu que "o mundo exige esforço, responsabilidade e uma escolha consciente" e apelou a todos os países para que respeitem o Direito internacional, a fim de criar uma nova ordem mundial multipolar mais justa.

"Uma ordem mundial em que cada país tenha o direito ao seu próprio modelo de crescimento, a decidir o seu próprio destino e a preservar a sua cultura e tradições sem influência externa", sustentou o líder da Rússia, que iniciou há quase quatro anos a invasão da vizinha Ucrânia.

Putin insistiu que a segurança de um país não pode ser garantida à custa de outros e apelou para o regresso à proposta do Kremlin de discutir a criação de uma nova arquitetura de segurança europeia e global.

Os imperativos da Carta das Nações Unidas, que incluem o respeito pela soberania, a não interferência nos assuntos internos e a resolução de litígios através do diálogo, "são agora mais necessários do que nunca", advertiu.

"A relevância disto é evidente. Especialmente agora, à medida que a situação no cenário internacional se deteriora cada vez mais", prosseguiu o líder do Kremlin, acrescentando que "a paz não surge por si só; é construída todos os dias".

Dirigindo-se a dez embaixadores europeus, incluindo Portugal, que lhe apresentaram hoje as suas credenciais, o Presidente russo alertou que as relações com a Europa "deixam muito a desejar" e manifestou confiança em restaurá-las no futuro.

"Quero acreditar que, com o tempo, a situação irá mudar e os nossos países regressarão a uma comunicação normal e construtiva, baseada no respeito pelos interesses nacionais e na consideração das legítimas preocupações de segurança", afirmou, referindo igualmente que espera um acordo de paz "o mais depressa possível" com a Ucrânia, apesar do impasse negocial nas últimas semanas.

A cerimónia de entrega de credenciais de embaixadores estrangeiros foi a primeira em mais de um ano e contou com a presença de mais de 30 diplomatas, entre os quais se encontravam embaixadores de dez países europeus, bem como os chefes de missões diplomáticas de Cuba, Brasil, Uruguai, Colômbia e Peru, além dos novos representantes de Israel e do Afeganistão.


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Alexandre Martins, especialista em política norte-americana, afirma que a situação de ameaça de novo ataque americano ao Irão parece ter revertido nas últimas horas.


Preço do petróleo cai após as declarações de Trump sobre o Irão... O preço do petróleo aprofundou hoje a tendência de queda, com o mercado a rever em baixa a probabilidade de uma ação militar dos EUA no Irão, após declarações de Donald Trump de que "as mortes pararam" naquele país.

Por LUSA 

Por volta das 15:20 (GMT), o preço do petróleo bruto West Texas Intermediate para entrega em fevereiro caiu 4,71%, para 61,14 dólares o barril, após ter chegado a cair brevemente mais de 5%.

O preço do petróleo bruto Brent, do Mar do Norte, referência europeia, para entrega em março, caiu 4,49%, para 59,10 dólares o barril.

Donald Trump, que tinha ameaçado repetidamente intervir no Irão nos últimos dias em resposta à violenta repressão aos protestos, suavizou o tom na quarta-feira durante um evento na Casa Branca.

Questionado pela AFP se a intervenção militar dos EUA estava descartada, o Presidente norte-americano respondeu: "Vamos observar e ver o que acontece".

"Fomos informados por fontes muito importantes do outro lado, e disseram que os assassinatos tinham parado", afirmou.

Estas declarações levaram os mercados a concluir que a intervenção militar dos EUA "estava descartada", explicou Arne Lohmann Rasmussen, analista da Global Risk.

Os preços tinham vindo a subir nos últimos dias devido a receios de que uma escalada militar nessa região sensível ao petróleo pudesse levar a interrupções significativas no fornecimento.

EUA apreendem outro petroleiro com alegadas ligações a Caracas... As tropas norte-americanas no Mar do Caribe apreenderam mais um petroleiro que, segundo os Estados Unidos, tem ligações com a Venezuela, parte de um esforço mais amplo dos EUA para controlar o petróleo do país sul-americano.

Por LUSA 

"O petroleiro 'Veronica' já tinha passado por águas venezuelanas e estava a operar em desacordo com a quarentena estabelecida pelo Presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump para navios sancionados no [Mar do] Caribe", escreveu hoje nas redes sociais a secretária de Segurança Interna da administração norte-americana, Kristi Noem.

A governante norte-americana publicou um breve vídeo que aparenta mostrar parte da operação de captura do navio. As imagens, a preto e branco, mostravam helicópteros a sobrevoar o convés de um navio mercante, enquanto tropas armadas desciam ao convés por cordas.

O "Veronica" é o sexto navio-tanque apreendido pelas forças norte-americanas como parte do esforço da administração Trump para controlar a produção, refinação e distribuição global dos produtos petrolíferos da Venezuela.

É também o terceiro desde que os Estados Unidos sequestraram o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, numa operação surpresa realizada em Caracas há cerca de duas semanas.

Na publicação nas redes sociais, Noem disse que a operação foi realizada em "estreita coordenação" com as forças armadas, bem como com os departamentos de Estado e da Justiça.

"Os nossos heroicos homens e mulheres da Guarda Costeira mais uma vez garantiram uma operação executada com perfeição, segundo as normas do Direito internacional", acrescentou Noem.


A Arábia Saudita, o Qatar e Omã trabalharam para dissuadir o Presidente norte-americano, Donald Trump, de atacar o Irão, alertando-o sobre as "graves repercussões para a região", disse hoje um alto responsável saudita.


Hospital de São Tomé com roturas de medicamentos e falta de água potável... O primeiro-ministro são-tomense visitou hoje o principal hospital do arquipélago, no dia em que completou um ano de governação, e disse ter constatado a persistência da falta de medicamentos, de água potável e de recursos humanos especializados.

Por LUSA 

"A falta de medicamentos não é novidade para ninguém, e não é nada que se venha a esconder, uma vez que sempre vivemos esta situação", disse Américo Ramos, após visitar todos os serviços do Hospital Central Dr. Ayres de Menezes.

O chefe do Governo são-tomense reforçou que são as instituições e países parceiros que têm assegurado grande parte dos medicamentos e consumíveis ao sistema nacional de saúde, através de doação, mas lembrou que a ajuda tem diminuído nos últimos anos.

No entanto, Américo Ramos avançou que alguns medicamentos e consumíveis têm chegado ao país nas últimas semanas "para resolver o problema imediato", defendendo, contudo, que "é preciso um planeamento real, a médio e longo prazo, para se evitar essas roturas constantes", o que deverá passar por compras conjuntas com outros parceiros.

Outro problema identificado, e reclamado pela população, é a falta de água potável no hospital: "Não há água para beber, para tomar banho, nem para tomar medicamento", reclamou uma paciente, que relatou que as pessoas internadas têm que comprar água engarrafada ou buscar em residências mais próximas.

"Eu sei, e todos nós sabemos, [que] o problema de água do hospital já vem de há algum tempo a essa parte [...] são questões estruturais que é preciso intervenções de fundo", disse Américo Ramos.

Além da falta de água e de medicamentos, o primeiro-ministro apontou igualmente a falta de recursos humanos especializados ao nível da saúde, por conta da emigração, e também a degradação da infraestrutura do hospital.

"Há uma carência de quadros a nível da saúde, por isso é preciso trabalhar neste aspeto", declarou o primeiro-ministro.

"O Governo tem feito um esforço titânico com os parceiros, privados e outros, para melhorar as condições deste hospital", acrescentou, sublinhando que o executivo está a trabalhar na implementação de medidas de curto e médio prazo para suprir as carências identificadas, incluindo a aquisição urgente de medicamentos e a melhoria da gestão do abastecimento de água.

O Governo são-tomense foi empossado há um ano, após o Presidente da República, Carlos Vila Nova, demitir o ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, alegando "assinalável incapacidade" de solucionar os "inúmeros desafios" do país e "manifesta deslealdade institucional".

Herdeiro do xá quer democracia no Irão e reconhecimento de Israel... O filho do último xá da Pérsia, deposto pela revolução de 1979 que instaurou o atual regime teocrático do Irão, defendeu hoje a instauração da democracia no país, sem programa nuclear e reconhecendo o Estado de Israel.

Por LUSA 

Reza Pahlavi, exilado nos Estados Unidos, descreveu um futuro Irão sem programa nuclear nem apoio a "grupos terroristas", relações restabelecidas com os EUA e o reconhecimento do Estado de Israel, na rede social X.

Para alcançar isso, agora é a hora de apoiar o povo iraniano. A queda da República Islâmica e o estabelecimento de um governo secular e democrático no Irão não apenas restaurarão a dignidade do meu povo, mas também beneficiarão a região e o Mundo", escreveu.

O filho mais velho de Mohammad Reza Pahlavi destacou que o seu país, sob o "jugo" do ayatollah (líder supremo), atualmente Ali Khamenei, é identificado no imaginário coletivo do resto do Mundo com "terrorismo", "extremismo" e "pobreza".

Para Pahlavi, o "verdadeiro Irão" é "diferente", "belo", "pacífico" e "próspero", que "ressurgirá das cinzas" quando o atual regime "cair".

"O Irão vai agir como um amigo e uma força estabilizadora na região. E será um parceiro responsável na segurança global", declarou, elegendo como prioridades o combate ao terrorismo, crime organizado, narcotráfico e islamismo extremista.

O herdeiro do antigo xá defendeu que o Irão promova a expansão dos acordos de Abraão --- um entendimento, em 2020, através do qual Israel normalizou relações com alguns países árabes vizinhos, designando tal iniciativa como "acordos de Ciro", para unir Irão, Israel e outros países árabes muçulmanos.

Pahlavi referiu também que o seu país pode vir a ser um confiável fornecedor de energia para o Mundo e, com abertura da sua economia, as oportunidades surgiriam em vez do atual "isolamento" internacional.

Em entrevista recente ao jornal britânico Daily Mail, Pahlavi ofereceu-se para liderar a transição democrática do Irão, mas excluiu a hipótese de governar o país.

Desde 28 de dezembro, têm havido manifestações e confrontos no Irão, iniciados por protestos contra a situação económica, mas que foram entretanto violentamente reprimidos pelas autoridades, registando-se centenas de mortos e feridos, algo que levou o Presidente norte-americano, Donald Trump, a ameaçar uma intervenção militar.


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A China é contra o "uso ou a ameaça da força nas relações internacionais", afirmou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês numa conversa telefónica com o seu homólogo iraniano.


É por isto que está a ficar com cabelos brancos logo a partir dos 20 anos... O aparecimento de cabelos brancos logo a partir dos 20 anos pode estar relacionado com diversos fatores. Saiba o que está em causa e como pode atrasar este aparecimento. Conheça também os resultados de um novo estudo sobre o tema

Por noticiasaominuto.com 

Com que idade começam a aparecer os cabelos brancos? Pode não existir uma altura definida e nem sempre é igual para todos. Ainda assim, existem vários fatores que podem estar relacionados com o aparecimento e até mais cedo do que é considerado normal, logo a partir dos 20 anos.

O website Health falou com o dermatologista Brendan Camp para perceber quais os motivos que podem estar relacionados com o aparecimento dos cabelos brancos mais cedo.

Cabelos brancos logo aos 20? Eis as razões

O stress pode ser um do fatores a ter em consideração. O especialista cita um estudo e deixa algumas considerações. “Num um estudo com animais realizado em 2020, o stress levou os ratos a perderem as células que criam melanócitos, as células responsáveis pela melanina.” 

Aponta que uma dieta equilibrada, exercícios regulares e técnicas de relaxamento podem ajudar a reduzir o stress e o risco do aparecimento de cabelos brancos. Existem ainda algumas condições de saúde que podem aumentar o risco, como é o caso da alopecia ou o do vitiligo.

A deficiência de algumas vitaminas é outros dos fatores a ter em conta. “Níveis baixos dessas vitaminas e minerais podem causar cabelos brancos aos 20 anos.” Aponta, por exemplo, falta de cálcio, ferro, zinco ou vitamina B12.

E a genética? É mais um dos elementos que podem estar relacionados. “Genes e características específicas podem levar ao aparecimento precoce de cabelos brancos. Terá 3 a 5 vezes mais hipóteses de ter cabelos brancos precocemente se os seus pais os apresentaram antes dos 30 anos.”

Por outro lado, existem outros fatores de risco de podem levar ao aparecimento de cabelos brancos. É o caso de fumar, a exposição prolongada aos raios UV e até ao uso de alguns produtos químicos mais agressivos.

Os produtos químicos presentes nas tinturas podem danificar a estrutura dos fios. O calor de ferramentas como secadores e chapinhas também causa danos”, continua o especialista.

Cabelos brancos são sinal de cancro? O que diz um novo estudo

Um estudo publicado em outubro na revista Nature Cell Biology revelou que pode existir ligação entre o aparecimento de cabelos brancos e cancro. O estudo mostra que os cabelos brancos surgem quando o corpo ataca células que podem estar ligadas ao cancro.

Assim, em vez de um sinal de envelhecimento, é algo que pode estar relacionado com a forma como o corpo atua contra o aparecimento deste tipo de perigo.

“O estudo reformula a ideia de que os cabelos brancos e o melanoma não são eventos não relacionados, mas sim resultados divergentes das respostas ao stress das células estaminais”, disse a Emi Nishimura, uma das responsáveis pelo estudo.

A investigação sugere que conhecer melhor esta forma de atuação do corpo poderá abrir caminho para novos estudos com estas células e para novas formas de tratamento do cancro.

Oposição do Uganda acusa governo de boicotar eleições "deliberadamente"... O partido líder da oposição no Uganda, Plataforma de Unidade Nacional (NUP), acusou hoje o governo liderado pelo presidente, Yoweri Museveni, de boicotar "deliberadamente" as eleições gerais, já que a maioria das mesas de votos continuam sem funcionar.

Por LUSA 

Em Kampala, "o único lugar onde a votação começou às 07:00 (04:00 em Lisboa) é onde os militares estão a votar", disse o secretário-geral da NUP, David Lewis Rubongoya, acrescentando que "os materiais para as votações não chegou a 99% das secções eleitorais".

Falta de boletins de voto e anomalias nas máquinas biométricas para identificar eleitores têm sido as queixas mais comuns.

Museveni, no poder desde 1986, concorre a um sétimo mandato e o seu maior adversário é o líder da NUP, o ex-músico Bobi Wine, cujo nome verdadeiro é Robert Kyagulanyi, num total de oito candidatos a um sufrágio que também elege os deputados do parlamento ugandês.

A campanha eleitoral ficou marcada por intimidações, violência e desaparecimentos, que instauraram um clima de medo no país com uma das populações mais jovens do mundo.

Nos bairros de lata da capital, 'feudos' de Bobi Wine, as votações também ainda não tinham começado.

Numa zona nobre de Kampala, 'bastião' do partido do presidente, pelo menos uma secção de voto abriu às 07:00 horas conforme previsto.

A televisão NBS também mostrou outras assembleias de voto abertas e a funcionar.

NASA traz quatro astronautas da Estação Espacial Internacional por doença... A agência espacial não identificou o astronauta nem o problema de saúde

Por cnnportugal.iol.pt 

Um astronauta que precisava de cuidados médicos deixou a Estação Espacial Internacional com três colegas de missão na quarta-feira, na primeira evacuação médica realizada pela agência espacial norte-americana NASA.

Os quatro astronautas que regressaram — dos EUA, Rússia e Japão — planeiam uma aterragem na água no Pacífico, perto de San Diego, esta madrugada (hora local), a bordo de uma nave da SpaceX. A decisão encurta a missão em mais de um mês.

“O momento desta partida foi inesperado”, disse a astronauta da NASA Zena Cardman antes da viagem de regresso.

“Mas o que não me surpreendeu foi a união desta tripulação como uma família, ajudando-se uns aos outros e cuidando uns dos outros”, acrescentou.

A agência espacial não identificou o astronauta nem o problema de saúde, alegando privacidade do paciente, assegurando apenas que a situação deste é estável. 

O astronauta doente está “estável, seguro e a receber bons cuidados”, disse o comandante da estação espacial, Mike Fincke, no início da semana, nas redes sociais.

“Esta foi uma decisão deliberada para permitir que as avaliações médicas adequadas fossem feitas em solo, onde existe toda a capacidade de diagnóstico”, acrescentou.

A tripulação de quatro astronautas chegou ao laboratório orbital em agosto, para uma estadia de pelo menos seis meses.  

A tripulação era composta pelos astronautas da NASA Zena Cardman e Mike Fincke, juntamente com a japonesa Kimiya Yui e o russo Oleg Platonov. 

Fincke e Cardman deveriam realizar a primeira caminhada espacial do ano, para preparar o terreno para a futura instalação de painéis solares, que fornecerão energia adicional à estação espacial.

Mas, a 07 de janeiro, a NASA cancelou abruptamente a caminhada espacial e anunciou posteriormente o regresso antecipado da tripulação.

Outros três astronautas permanecem a bordo da estação espacial: Chris Williams, da NASA, e os russos Sergei Mikaev e Sergei Kud-Sverchkov, que foram lançados em novembro a bordo de um foguetão Soyuz para uma estadia de oito meses. Devem regressar a casa no verão (do hemisfério norte).

A NASA e a SpaceX estão a trabalhar para antecipar o lançamento de uma nova tripulação de quatro pessoas da Flórida, atualmente previsto para meados de fevereiro.

Os modelos computacionais previram uma evacuação médica da estação espacial a cada três anos, mas a NASA não teve nenhuma nos 65 anos de voos espaciais tripulados.

Os russos não tiveram a mesma sorte. Em 1985, o cosmonauta soviético Vladimir Vasyutin contraiu uma infeção grave ou doença relacionada a bordo da estação espacial Salyut 7, o que levou a um regresso antecipado.

Alguns outros cosmonautas soviéticos enfrentaram problemas de saúde menos graves que obrigaram a encurtar as missões.

A NASA contratou a SpaceX para, eventualmente, retirar a estação espacial de órbita até ao final de 2030 ou início de 2031.  

Os planos preveem uma reentrada segura sobre o oceano. 

Irão reabre espaço aéreo após quase cinco horas de encerramento... O governo do Irão reabriu hoje o espaço aéreo após uma suspensão de cerca de cinco horas, segundo a página de rastreio de voos Flightradar24, face a ameaças de um ataque dos Estados Unidos

Por LUSA 

Segundo este portal, o Aviso ao Pessoal da Aviação expirou e alguns voos retomaram as rotas para Teerão após o encerramento do espaço aéreo que obrigou as companhias aéreas a cancelar, desviar ou atrasar voos.

A mesma plataforma tinha avançado com o aviso, pouco antes das 02:00 (22:30 de quarta-feira em Lisboa), indicando que era válido por "pouco mais de duas horas", período durante o qual apenas os voos internacionais com autorização podiam aterrar ou descolar de território iraniano.

As principais companhias aéreas da Índia, lideradas pela Air India e pela IndiGo, foram hoje forçadas a cancelar voos e a redirecionar ligações internacionais devido ao encerramento do espaço aéreo do Irão.

"Tendo em conta a segurança dos nossos passageiros, os voos da Air India que sobrevoam a região [Irão] estão a utilizar rotas alternativas, o que poderá provocar atrasos", informou a companhia aérea, em comunicado, na rede social X.

Outras companhias aéreas também confirmaram alterações nos seus serviços internacionais, ativando protocolos de reembolso e remarcação para os clientes afetados numa situação que descreveram como "fora do seu controlo".

O governo da Índia emitiu um alerta na quarta-feira, aconselhando os cidadãos indianos a abandonar o Irão e a evitar viajar para o país "até novas ordens".

O Irão está a ser agitado por uma nova vaga de protestos desde 28 de dezembro de 2025, iniciada em Teerão por comerciantes e setores económicos afetados pelo colapso do rial, a moeda iraniana, e pela elevada inflação, alastrando-se depois a mais de 100 cidades do país.

As autoridades iranianas receberam inicialmente com compreensão os protestos, mas entretanto endureceram a sua posição e repressão contra os manifestantes, que passaram a ser tratados como terroristas associados aos Estados Unidos e Israel, a que se juntaram entretanto relatos de condenações à pena de morte e de execuções extrajudiciais de manifestantes detidos.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, tem ameaçado repetidamente as autoridades iranianas com uma intervenção militar contra a República Islâmica e instou os manifestantes a prosseguirem protestos.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai reunir-se hoje de emergência para "uma reunião informativa sobre a situação no Irão", a pedido dos Estados Unidos, anunciou o porta-voz da presidência do Conselho, atualmente nas mãos da Somália.

A reunião do grupo de 15 países está marcada para as 15:00 (22:00 em Lisboa), segundo um comunicado do porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres.

O porta-voz do português, Stéphane Dujarric, reiterou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que a ONU "está extremamente preocupada" com "as imagens que surgem de manifestantes mortos pela violência durante os protestos".


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Reza Pahlavi é um nome que tem circulado nas ruas do Irão, mas Donald Trump não tem certezas de que o futuro seja por aí

Resolução para limitar poder de Trump de ordenar mais ataques chumbada... O Senado norte-americano chumbou hoje uma resolução para limitar a capacidade do Presidente ordenar novos ataques contra a Venezuela, com o voto de desempate do vice-presidente JD Vance a ser decisivo.

Por LUSA 

Depois de há uma semana a resolução sobre os poderes de guerra ter obtido 52 votos a favor (47 contra), dois dos cinco republicanos que haviam votado favoravelmente recuaram hoje na votação final, após terem sido intensamente pressionados pela Casa Branca nos últimos dias.

Com a votação no Senado empatada em 50-50, coube ao vice-presidente JD Vance o voto que impediu a proposta de avançar.

Os republicanos Josh Hawley e Todd Young mudaram o seu sentido de voto em relação à semana passada. 

Mantiveram apoio à mesma os senadores republicanos Rand Paul, Lisa Murkowski e Susan Collins.

O resultado da votação demonstrou como Trump ainda exerce influência sobre grande parte da bancada republicana, mas a margem apertada de votos também evidenciou a crescente preocupação no Capitólio com as ambições agressivas do Presidente em matéria de política externa.

 Mesmo que fosse aprovada, a resolução não tinha praticamente hipóteses de se tornar lei, pois Trump teria ainda de promulgá-la se fosse aprovada pela Câmara de Representantes, onde os republicanos têm uma curta maioria.  

Exigindo a aprovação do Congresso para quaisquer novos ataques ao país sul-americano, a resolução demonstrava sobretudo a preocupação de alguns republicanos após a detenção do líder venezuelano Nicolás Maduro numa operação surpresa noturna levada a cabo pelas forças armadas norte-americanas no início do ano. 

O executivo Trump pretende agora controlar os recursos petrolíferos e o governo da Venezuela. 

Os democratas não conseguiram fazer aprovar várias resoluções semelhantes enquanto Trump intensificou a sua campanha contra a Venezuela, tendo os eleitos republicanos sido influenciados agora pela captura de Maduro e a ambição manifestada em relação ao controlo da Gronelândia, território dinamarquês. 

Os líderes republicanos afirmaram não terem sido notificados previamente sobre a operação em Caracas para prender Maduro e a sua mulher, Cilia Flores, embora tenham recebido na passada semana informações confidenciais sobre a operação por parte de altos funcionários do executivo. 

O governo tem utilizado uma série de justificações legais em constante evolução para a campanha de meses na América Central e do Sul, desde a destruição de alegados barcos de tráfico de droga e autorizações para o combate global ao terrorismo até à detenção de Maduro, no que foi ostensivamente uma operação de segurança para o levar a julgamento nos Estados Unidos.  

Segundo a Constituição, o Congresso declara guerra enquanto o Presidente atua como comandante-chefe.  

Contudo, os legisladores não declaram guerra formalmente desde a Segunda Guerra Mundial, concedendo aos presidentes ampla liberdade para agirem unilateralmente. 

Os governos têm a obrigação de notificar o Congresso no prazo de 48 horas após o envio das tropas e de terminar as ações militares dentro de 60 a 90 dias, na ausência de autorização --- limites que os presidentes de ambos os partidos têm ultrapassado rotineiramente.   


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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insistiu hoje que o país "precisa da Gronelândia por razões de segurança nacional", considerando a ilha como ponto vital para a Cúpula Dourada - o projeto de escudo antimíssil norte-americano.



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Portugal atingiu em 2025 o maior número de nascimentos da última década... Desde 1979 e até final de 2025, foram rastreados 4.396.889 recém-nascidos e identificados 2.963 casos de doenças raras

Por  CNN Portugal

Mais de 87.700 bebés nasceram em Portugal em 2025, o valor mais alto da última década, revelam hoje dados do “teste do pezinho”, que cobre a quase totalidade dos nascimentos no país.

Segundo os dados do Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), foram rastreados no ano passado 87.708 recém-nascidos, mais 3.077 do que em 2024 (84.631).

Os dados indicam que a Madeira e Santarém foram as únicas regiões do país que registaram menos nascimentos em 2025 comparativamente ao ano anterior, totalizando, respetivamente, 1.704 (menos 48) e 2.852 (menos 22).

Lisboa foi a cidade que rastreou mais recém-nascidos, somando 26.595, mais 739 do que em 2024, seguida do Porto, com 15.255 (mais 733) e de Braga, com 6.534 (mais 246).

O “teste do pezinho” é feito através de análises de sangue, a partir do 3.º dia de vida e se possível até ao 6.º, através de uma ou duas picadas no calcanhar do bebé.

De acordo com os dados, o menor número de exames foi registado nos distritos de Portalegre, com 574, e Bragança, com 587, mas ambos apresentaram um aumento de 27 e 93 rastreios, respetivamente, face ao ano anterior.

Os dados indicam ainda que julho foi o mês que registou o maior número de bebés rastreados (8.118), seguido de outubro (8.104) e de setembro (7.886).

Desde 1979 e até final de 2025, foram rastreados 4.396.889 recém-nascidos e identificados 2.963 casos de doenças raras, segundo dados do INSA avançados à agência Lusa.

Estes testes permitem identificar as crianças que sofrem de doenças, quase sempre genéticas, como a fenilcetonúria ou o hipotiroidismo congénito, que podem beneficiar de tratamento precoce

Em 2025, foram identificados 57 casos de doenças hereditárias do metabolismo, 26 casos de hipotiroidismo congénito, seis casos de fibrose quística, 10 casos de atrofia muscular espinal, um caso de imunodeficiência combinada grave e 47 casos de drepanocitose, perfazendo um total de 147 casos.

O Programa Nacional de Rastreio Neonatal é coordenado pelo INSA, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, do Departamento de Genética Humana.