sábado, 4 de julho de 2026

Donald Trump diz que EUA são o país "mais livre e mais forte da história"... O presidente norte-americano afirmou, no início das comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, no Monumento Nacional do Monte Rushmore (Dakota do Sul), que o país é o "mais livre e mais forte da história".

© Getty Images/Chip Somodevilla/Getty Images    Por LUSA  04/07/2026 

"Somos o povo mais livre do mundo, temos a Constituição mais justa e duradoura do mundo e somos a nação mais poderosa do mundo", afirmou na sexta-feira Donald Trump, num tom patriótico e durante o evento de comemoração do aniversário da independência, que incluiu homenagens às Forças Armadas e sobrevoos militares.

O dirigente apresentou a fundação dos EUA como "um acontecimento único na história da humanidade" e reivindicou o legado dos Pais Fundadores e da Declaração de Independência de 1776.

O Monte Rushmore é um dos símbolos mais reconhecido dos Estados Unidos, tendo na fachada esculpidos os rostos de quatro presidentes fundamentais na história do país: George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln.

Trump já tinha escolhido este local para celebrar o Dia da Independência em 2020, durante o primeiro mandato, quando defendeu os monumentos históricos face aos protestos do movimento Black Lives Matter. Na altura, afirmou que o Monte Rushmore "nunca será profanado".

Segundo escreveu a agência de notícias EFE, no discurso de sexta-feira, Trump, apoiando-se no simbolismo do local, fez uma ampla e desconexa revisão histórica do país, desde a Guerra da Independência até à expansão para o Oeste, à Guerra Civil, à industrialização e às guerras mundiais, na qual tentou enquadrar a mensagem na continuidade dos quatro presidentes esculpidos.

Trump alertou ainda, num tom ideológico, para o que considera serem "tentativas de alterar o caráter excecional dos Estados Unidos" e de "afastar os cidadãos da própria história".

"Este país não é a norma, é a exceção. É raro, é precioso e é milagroso", afirmou, e insistiu que a identidade nacional foi "fundamental para preservar a liberdade ao longo de dois séculos e meio".

O Presidente passou depois a associar a mensagem à agenda política e citou a Segunda Emenda, que garante o direito ao porte de armas: "Salvámos a vossa Segunda Emenda e continuarei a fazê-lo", afirmou.

Trump lançou também uma dura crítica ideológica contra o "ressurgimento do comunismo" nos Estados Unidos, que definiu como "o inimigo da liberdade, da Constituição e do 04 de julho de 1776". Garantiu: "Não permitirei a sua expansão".

No plano internacional, Trump reivindicou "a força" dos Estados Unidos, exaltando o poder militar e a capacidade de dissuasão norte-americana.

"Derrotámos a Venezuela num dia e demos uma surra tremenda ao Irão. Eles estão desesperados por chegar a um acordo, estão muito ansiosos por negociar. Concedemos-lhes uma semana de trégua por causa de um funeral", afirmou.

O discurso combinou referências históricas e promessas para o futuro, nas quais projetou uma nova "era dourada" para o país, baseada na liderança tecnológica, na independência energética e na expansão da exploração espacial, entre outros aspetos.

"Isto não é um fim, é o início da era dourada da América", concluiu.


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O Presidente russo, Vladimir Putin, felicitou hoje o homólogo norte-americano, Donald Trump, pelo 250.º aniversário do Dia da Independência dos Estados Unidos.

Kyiv nega que Rússia tenha tomado cidade estratégica de Kostiantynivka... A Ucrânia negou hoje que a cidade estratégica de Kostiantynivka, no leste do país invadido pela Rússia, tenha sido conquistada pelas forças russas, como Moscovo afirmou na sexta-feira.

© Aleksandr Gusev/SOPA Images/LightRocket via Getty Images        Por  LUSA     04/07/2026 

"Os defensores ucranianos continuam a manter as suas posições nas linhas definidas. A situação continua difícil, mas está sob controlo das Forças de Defesa da Ucrânia", declarou ao jornal Ukrainska Pravda e à agência Ukrinform o porta-voz do Estado-Maior-General ucraniano, Andrii Kovalev.

Kovalev sublinhou que, de acordo com o sistema automatizado "Dzvin", do Centro de Controlo Operacional das Forças Armadas da Ucrânia, e com o sistema DELTA, Kostiantynivka continua sob controlo das Forças de Defesa.

O porta-voz indicou que as unidades e subunidades do 19.º Corpo de Exército das Forças Armadas da Ucrânia, integrado no agrupamento de tropas "Leste", continuam a realizar operações defensivas nas posições definidas no interior da cidade e nos respetivos acessos.

Ao mesmo tempo, admitiu que as forças russas mantêm as tentativas de conquistar a cidade, situada na região de Donetsk.

Kovalev explicou que foram registados casos de infiltração de pequenos grupos de infantaria, compostos por uma a três pessoas, na retaguarda das posições de combate ucranianas, mas sublinhou que as Forças de Defesa continuam a realizar operações de contra-sabotagem na cidade.

Acrescentou que, na sexta-feira, as forças russas realizaram 11 operações de assalto naquela direção, que, segundo o porta-voz ucraniano, não obtiveram êxito.

O porta-voz do Estado-Maior-General ucraniano salientou ainda que não é a primeira vez que a Rússia recorre à "divulgação de desinformação e notícias falsas".

Na sexta-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que Kostiantynivka tinha sido conquistada, ao dar conta de uma reunião entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas russas, Valeri Gerasimov.

No mesmo dia, aliás, o Kremlin divulgou imagens de Putin, perante o seu estado-maior, reivindicando a captura da cidade ucraniana de Kostyantynivka, de "grande importância estratégica".

Os combates por Kostiantynivka, cuja conquista abriria caminho para a tomada de Sloviansk e Kramatorsk, os principais objetivos da ofensiva russa no Donbass, começaram em outubro de 2025.

A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e "desnazificar" o país vizinho, independente desde 1991 -- após a desagregação da antiga União Soviética -- e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  

A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kyiv têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, ilegalmente anexada em 2014.  

No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões -- Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia -- além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  


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O Kremlin divulgou na sexta-feira imagens do Presidente Vladimir Putin, perante o seu estado-maior, reivindicando a captura da cidade ucraniana de Kostyantynivka (leste), de "grande importância estratégica".

CPLP falha no acompanhamento da crise política na Guiné-Bissau... Analistas declararam à Lusa, no âmbito dos 30 anos da CPLP, que a organização falhou no acompanhamento da crise na Guiné-Bissau, especialmente com o seu ex-secretário-executivo, e consideraram a suspensão do país um ato simbólico.

© Lusa    Por  Notícias ao Minuto  04/07/2026 

O analista político guineense Rui Landim criticou a atuação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que, a seu ver, desde os primórdios, nunca teve uma atuação eficaz no seu país.

"A CPLP foi criada em 1996, em 1998 a Guiné-Bissau mergulhou numa guerra civil e logo aí não houve intervenção", refletiu.

Agora, o país encontra-se, pela primeira vez na sua História, suspenso da CPLP, assim como de outras organizações, devido ao golpe de Estado militar de 26 de novembro de 2025, na véspera da divulgação dos resultados eleitorais de 23 de novembro.

Nesse seguimento, o ativista guineense questionou: "Qual é a consequência dessa suspensão? A Guiné-Bissau vive há cerca de 12 anos uma crise [política] e nada de CPLP".

Além disso, prosseguiu, Domingos Simões Pereira, líder do histórico Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que foi secretário-executivo da CPLP entre 2008 e 2012, está detido e a organização lusófona, aparentemente, nada fez sobre isso. 

O professor moçambicano Elísio Macamo corrobora essa opinião. 

"Domingos Simões Pereira, líder da oposição guineense e ex-secretário-executivo da CPLP, está detido há meses "sem nenhuma acusação (...) e não se vê nada da parte da CPLP em relação a isso", criticou.

"É nesses momentos que se pode perguntar, com certa legitimidade, para que é que uma organização dessas existe", frisou o docente.

O especialista brasileiro em História das Relações Internacionais Adriano de Freixo questionou o efeito prático do envio de uma missão de ofício ao país. 

"Mandar uma missão de ofício seria muito mais para chegar lá e verificar que, de fato, a situação se deteriorou desde o golpe de Estado [militar de 26 de novembro], que a oposição está calada, que há violações de direitos humanos, que há repressão a manifestações contrárias ao Governo militar. [Essa missão] iria lá, confirmaria isso, a Guiné-Bissau continuaria suspensa, e aí, qual a consequência prática disso?", refletiu.

"O que significou para a Guiné-Bissau a suspensão da CPLP? Nada. É uma coisa mais simbólica do que outra coisa. Não tem efeito prático, da mesma maneira que uma missão no país não teria nenhum efeito prático porque não há mecanismos dentro da CPLP que permitam exercer controlo sobre os Estados-membros para que cumpram os princípios fundadores", acrescentou.

Para o presidente da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, Liberato Moniz, tem havido uma indiferença internacional enorme perante o que se passa na Guiné-Bissau. 

"Nós vemos, na televisão portuguesa e brasileira, guerras que estão a milhares de quilómetros, mas o que está mesmo aqui ao lado ninguém fala", lamentou ex-pré-candidato presidencial, que considerou que a missão de ofício à Guiné-Bissau "faz todo o sentido", mas exige "objetivos concretos" para ajudar a mudar a situação do país.

Divergindo sobre o estatuto do país na comunidade, o politólogo angolano Almeida Henriques defendeu que a Guiné-Bissau "não reúne condições para pertencer à organização".

O analista argumentou que a falta de verticalidade institucional, a profunda instabilidade política interna e a necessidade de respeitarem os valores democráticos impedem o país de responder aos anseios mínimos exigidos pela CPLP.

Por outro prisma, o analista português Fernando Jorge Cardoso explicou que "o que se passa na Guiné-Bissau tem raízes regionais que ultrapassam a CPLP".

"O que aconteceu, como sabemos, foi uma encenação de golpe. Ele [Sissoco Emabaló] ia perder as eleições e, portanto, fez-se de conta que houve um golpe de Estado. Mas sabe-se que ele tem apoio da Nigéria e nenhum país da CPLP vai confrontar Lagos", explicou. 

"Qual é o país da CPLP que se vai meter com a Nigéria? Portugal? Nem pensar. O Brasil? Nem pense", acrescentou o especialista em estudos africanos.

Nesse seguimento, o professor na Universidade Autónoma de Lisboa sustentou que a não interferência da CPLP na Guiné-Bissau se explica porque "aqueles que mandam na CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, sediada em Abuja, na Nigéria] não deixam".

"As organizações regionais africanas têm primazia territorial e a CPLP não tem capacidade política nem militar para agir de forma independente neste contexto", contextualizou.

Para o sociólogo cabo-verdiano Redy Lima, comparar a CPLP à CEDEAO é injusto, pois "a CEDEAO tem muito mais peso, tem muito mais presença".

De acordo com o analista cabo-verdiano, a "Guiné-Bissau é um grande exemplo do peso político inexistente da CPLP". 

Por outro lado, e referindo-se diretamente a Portugal, "o passado colonial acaba sempre por envergonhar um pouco a ação da CPLP", pois facilmente é usado esse argumento contra a ex-metrópole, como o próprio Sissoco Embaló chegou a fazer, recordou.

Sobre o anúncio de 23 de junho relativo à possibilidade da saída da Guiné-Bissau da CPLP, após as eleições previstas para dezembro, Fernando Jorge Cardoso declarou que uma rutura ou saída formal do país é improvável, uma vez que o atual regime depende do financiamento de Portugal e da União Europeia, assim como de doadores internacionais, defendido pela diplomacia portuguesa.

A CPLP, que assinala 30 anos a 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, que detém a presidência rotativa temporária da organização desde a suspensão de Bissau. 


IRÃO: Funeral de Khamenei arranca hoje em Teerão e prolonga-se por seis dias... As cerimónias fúnebres do antigo líder supremo iraniano, Ali Khamenei, morto num ataque israelo-americano em 28 de fevereiro, começam hoje em Teerão e prolongam-se por seis dias, percorrendo várias cidades do Irão e do Iraque.

© Getty Images/AFP    Por LUSA  04/07/2026  

O funeral, que será o maior da história do país, será acompanhado por elevadas medidas de segurança, numa altura em que o Irão e os Estados Unidos estão envolvidos em negociações indiretas para terminar a guerra, depois de os líderes dos dois países terem assinado um memorando de entendimento, a que se seguiu uma troca de ataques.

Entre hoje e domingo, o corpo do antigo 'ayatollah' estará exposto na Mosalla (significa 'local de oração'), um dos locais mais importantes da República Islâmica, antes de um desfile pelas ruas da capital, na segunda-feira.

O funeral percorrerá cidades com um importante simbolismo político e religioso: a cidade-seminário xiita de Qom, Karbala e Narjaf (Iraque), antes do sepultamento, na quinta-feira, em Mashhad, a cidade mais sagrada do Irão e local do santuário do imã Reza, que alberga o seu túmulo, o principal local de peregrinação no território iraniano.

As autoridades esperam que milhões de pessoas acompanhem as cerimónias, que decorrem cerca de seis meses após uma dura repressão de protestos populares contra o Governo de Khamenei.

Na sexta-feira, centenas de altos responsáveis iranianos e estrangeiros já prestaram homenagem ao antigo líder supremo do Irão, Ali Khamenei, que governou o Irão durante mais de três décadas.

Ali Khamenei foi morto no primeiro dia da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro, e o funeral foi sendo adiado devido ao conflito.

Sucedeu-lhe o filho Mojtaba, que foi ferido no mesmo bombardeamento e que não foi visto desde então.


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O dia mal tinha começado hoje em Teerão quando uma multidão de fiéis apelava à vingança diante do caixão de Ali Khamenei, exposto para uma última homenagem pública à figura da República Islâmica.


Guiné-Bissau confirma primeiro caso de MPOX e reforça medidas de resposta sanitária... A confirmação foi feita numa declaração a nação este sábado 4 de julho pelo Ministro da Saúde Pública, Comodoro Quinhin Nantote

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Confederação Geral dos Sindicatos, realiza uma conferência de imprensa para anunciar a segunda vaga de greve, na sequência da ausência de avanços nas negociações com o Governo

GABÚ | População de Pirada denuncia estrada intransitável na época das chuvas

Por  TV O PAÍS

Moradores do sector de Pirada, na região de Gabú, denunciam as dificuldades de circulação na estrada que liga Gabú a Pirada devido ao seu avançado estado de degradação durante a época das chuvas.

Em declarações à TV O PAÍS, o residente de Camalidja, Hamadu Djau, afirmou que a má condição da via impede a circulação de pessoas e mercadorias, prejudicando uma estrada considerada importante para a economia da região.

Além do problema das estradas, a população denuncia a falta de escolas, água potável, centros de saúde e a fraca cobertura das redes móveis.

Hamadu Djau apelou ao Governo e ao Ministério das Obras Públicas para uma intervenção urgente, de forma a melhorar as condições de vida das comunidades da zona fronteiriça.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

As coligações API Cabas Garandi e PAI - Terra Ranka enviam uma carta aberta à CEDEAO, explanando a realidade política guineense.

Por  PAIGC 2023  2 Julho 2026



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Os partidos da oposição na Guiné-Bissau acusaram hoje a Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) de parcialidade e ainda de legitimar a revisão da Constituição do país feita por militares que assumiram o poder desde novembro.

Grupo de 38 moçambicanos legais agredido em ataques xenófobos na África do Sul... Seis mulheres, uma delas grávida, no grupo de 38 moçambicanos legais que foi agredido e obrigado a sair das suas casas na África do Sul. Uma mulher deu à luz na missão de repatriamento que a acolheu.

ESTELA SILVA/LUSA O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, reconheceu o agravamento da xenofobia na África do Sul  Por  Agência Lusa   02 jul. 2026

O Presidente moçambicano disse esta quinta-feira que 38 cidadãos moçambicanos residentes legalmente na África do Sul foram agredidos e expulsos das suas casas em ataques xenófobos, enquanto o Governo prossegue o repatriamento dos nacionais afetados.

“Em Benoni Town, na província de KwaZulu-Natal, tivemos 38 cidadãos moçambicanos que foram agredidos e obrigados a abandonar as suas casas. E estes já não são aqueles que estão lá ilegalmente. São os moçambicanos que estão lá legalmente”, disse o Presidente da República, Daniel Chapo, em resposta a perguntas de jornalistas.

Entre os cidadãos agredidos contam-se “seis mulheres, uma das quais em estado de gravidez”, referiu o chefe do Estado moçambicano, acrescentando que o grupo era composto por residentes em situação migratória regular.

O Gabinete de Informação de Moçambique informou esta quinta-feira, em comunicado, que prossegue o processo de assistência e repatriamento de cidadãos moçambicanos afetados pelos atos de xenofobia registados em várias províncias da África do Sul.

Segundo o documento, o Alto Comissariado de Moçambique em Pretória repatriou na quarta-feira 287 cidadãos moçambicanos, dos 336 inicialmente acolhidos nas suas instalações, permanecendo atualmente sob assistência consular outros 63 cidadãos provenientes de Joanesburgo e da província de North West, cujo repatriamento está em preparação.

O gabinete acrescenta que uma cidadã moçambicana, encaminhada pela polícia sul-africana para o Alto Comissariado, deu à luz nas instalações da missão diplomática, tendo sido posteriormente transferida para o Hospital Steve Biko, onde permanece sob cuidados médicos.

“O Alto Comissariado prestou a devida assistência à mãe e ao recém-nascido”, refere.

Na província de KwaZulu-Natal, o Consulado de Moçambique em Durban repatriou 60 cidadãos através do posto fronteiriço da Ponta do Ouro, enquanto, na província de Limpopo, 67 moçambicanos continuam sob assistência consular na esquadra de Groblersdal, aguardando a conclusão da triagem para posterior repatriamento.

“As missões diplomáticas e consulares de Moçambique na África do Sul continuam a acompanhar a situação e a prestar assistência aos cidadãos afetados”, acrescenta.

Os episódios de violência contra estrangeiros levaram o Governo moçambicano a reforçar a assistência consular e as operações de repatriamento dos cidadãos afetados, mantendo o acompanhamento da situação através das representações diplomáticas e consulares na África do Sul.

O antigo Presidente moçambicano Armando Guebuza considerou esta quinta-feira a xenofobia na África do Sul um momento de “turbulência” para o continente, pedindo união na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para acabar com a crise.

O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, reconheceu na quarta-feira o agravamento da xenofobia na África do Sul, na sequência de incidentes violentos envolvendo cidadãos moçambicanos, e garantiu existirem condições logísticas para o repatriamento e acolhimento das vítimas.


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Atos de violência e intimidação registados durante as manifestações anti-imigrantes ocorridas esta terça-feira no país.

Portugal: Quatro detidos e cerca de 4 toneladas de droga apreendidas em Setúbal... Na mesma ação, foram apreendidas duas embarcações e 10 jerricãs, quatro deles ainda com combustível no seu interior. As autoridades apuraram também que um dos detidos se encontra em processo de expulsão do território nacional.

© GNR    Por  Notícias ao Minuto   02/07/2026 

Quatro homens foram detidos e cerca de quatro toneladas de droga e duas embarcações foram apreendidas, no passado sábado, pela Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) através do Destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa da Guarda Nacional Republicana.

Em comunicado enviado às redações esta quinta-feira, a GNR detalha que apreendeu duas embarcações de fibra, 101 fardos de haxixe e 10 jerricãs na madrugada do dia 27 de junho. Os quatro homens, com idades compreendidas entre os 26 e os 66 anos, também foram detidos nessa altura.

Entretanto, na noite de ontem, o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) detetou uma embarcação de alta velocidade (EAV) a navegar em direcção à barra de Setúbal. 

"Através da monitorização permanente dos movimentos da embarcação, identificou-se um transbordo de carga entre esta embarcação e duas outras, o que indiciava a prática do crime de tráfico de estupefacientes", indica a mesma missiva.

Nesse sentido, a Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras levou a cabo uma "acção concertada" entre as suas componentes marítima, terrestre e aérea, acabando por interceptar uma das embarcações. Um dos ocupantes foi detido e o produto estupefaciente e combustível no seu interior foram apreendidos.

Segundo a GNR, a segunda embarcação "tentou a fuga, mas os meios projectados conseguiram interceptar a mesma junto à península de Tróia, deter os seus tripulantes e apreender a embarcação, o produto estupefaciente e o combustível no seu interior".

Ao todo, nesta ação, foram apreendidas duas embarcações de fibra, 101 fardos de haxixe (estimando-se 40 kg por cada fardo, estima-se que a quantidade total seja de quatro toneladas) e 10 jerricãs, quatro deles ainda com combustível no seu interior.

Mais tarde, as autoridades apuraram que um dos detidos se encontra em processo de expulsão do território nacional. Este e os outros três homens detidos vão apresentados ao Tribunal Judicial de Setúbal ainda esta quinta-feira para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

"Além dos meios do Destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa, esta acção contou ainda com meios do Destacamento de Vigilância Aérea e do Destacamento de Vigilância Móvel", esclarece a GNR, que garante que vai manter a "vigilância permanente da costa portuguesa, reforçando o dispositivo operacional com vista à prevenção e ao combate da criminalidade transfronteiriça, nomeadamente o tráfico de estupefacientes e outras atividades ilícitas associadas à utilização da via marítima".


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Um homem, de 22 anos, foi detido pela GNR, em Beja, por suspeitas de tráfico de droga, tendo sido apreendidas mil doses de heroína, revelou hoje aquela força de segurança.

"Paciência de Trump não é ilimitada. Irão deve cumprir obrigações"... O embaixador norte-americano junto da ONU avisou hoje o Irão que a "paciência do Presidente Donald Trump não é ilimitada" e garantiu que Washington não permitirá que a república islâmica continue a manter a economia mundial refém.

© ANDREW CABALLERO-REYNOLDS/AFP via Getty Images    Por LUSA   02/07/2026 

"O Irão não pode, e nós não podemos permitir, que mantenha a economia mundial como refém. Muitos civis inocentes em todo o mundo estão a ser afetados", disse Mike Waltz numa reunião do Conselho de Segurança da ONU, referindo que a agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD) constatou, esta semana, que o encerramento do Estreito de Ormuz pelo Irão terá efeitos duradouros em 61 economias em desenvolvimento.

Waltz afirmou que o regime iraniano impediu a passagem de todos os navios pelo Estreito de Ormuz, independentemente de transportarem "fertilizantes para agricultores na África, ajuda humanitária para o Sudão, combustível para o Japão ou se estavam ou não envolvidos no conflito".

O Irão deve cessar os seus ataques contra os países vizinhos e deixar essa via navegável internacional aberta para todos, apelou o diplomata norte-americano

"Não posso enfatizar o suficiente a possibilidade de uma oportunidade transformadora e positiva real para a nação e povo do Irão, mas a paciência do Presidente Trump não é ilimitada. O mundo não pode continuar a sofrer, o Irão deve cumprir as suas obrigações perante este Conselho (...) e o mundo deve responsabilizar este regime", acrescentou.

Apesar das conquistas e acordos diplomáticos, incluindo um memorando de entendimento assinado há duas semanas entre Teerão e Washington, "o Irão ainda não demonstrou ao mundo um nível básico de decência e respeito", argumentou Waltz, contestando o argumento de que o Irão retaliou apenas contra alvos militares.

O Conselho de Segurança da ONU reuniu-se hoje de emergência a pedido do Bahrein, para abordar os ataques iranianos contra o seu país,

Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Abdullatif bin Rashid al Zayani, desde 28 de fevereiro - data em que os EUA e Israel lançaram uma guerra contra o Irão - o seu país sofreu um total de 808 ataques iranianos, que envolveram 203 mísseis balísticos e 605 drones armados.  

Por sua vez, o embaixador iraniano junto da ONU, Amir Saeid Iravani, acusou o homólogo norte-americano de recorrer a mentiras e desinformação contra o Irão, "numa tentativa desesperada de justificar os atos ilegais de agressão dos EUA".

Em plena negociação, e juntamente com o regime israelita, os Estados Unidos "traíram a diplomacia duas vezes" e lançaram duas guerras de agressão contra o Irão, em flagrante violação da Carta da ONU e do direito internacional, afirmou o diplomata iraniano.

"O Irão é a principal vítima das guerras de agressão lançadas pelos Estados Unidos e pelo regime israelita. Os papéis de vítima e agressor não devem ser invertidos", enfatizou Iravani.  

O diplomata também rejeitou as imputações feitas pelo representante do Bahrein e alguns membros do Conselho, acusando-os de não abordarem a causa principal da crise atual e de ignorarem a "agressão ilegal cometida contra o Irão". 

"Os vossos dois pesos e duas medidas e comportamento hipócrita estão a privar-vos de qualquer credibilidade para dar lições aos outros", criticou.

Amir Saeid Iravani disse também que a presença de bases militares norte-americanas e a interferência estrangeira na região do Golfo Pérsico só resultam em insegurança. 

"A prioridade deve ser a plena implementação do memorando de entendimento e a continuação das negociações para um acordo abrangente", defendeu, enfatizando que o Conselho de Segurança deve apoiar esse processo, incentivar o pleno cumprimento do acordo e "abster-se de ações provocativas que possam prejudicar a diplomacia ou agravar ainda mais as tensões".

A reunião de hoje ocorre em plena ronda de negociações indiretas entre o Irão e os Estados Unidos no Qatar para abordar a execução do memorando de entendimento assinado no passado dia 17 de junho.


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O Bahrein exigiu hoje que Teerão acabe imediatamente com os ataques contra o seu território, pedindo ao Conselho de Segurança da ONU um mecanismo eficaz para monitorizar a aplicação do memorando de entendimento iraniano-americano e para garantir a responsabilização.

"Rússia receberá uma resposta pelo ataque de hoje a Kyiv; não há dúvida"... O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, prometeu hoje responder ao ataque em grande escala lançado durante a madrugada pelas forças russas contra Kyiv, que provocou pelo menos 21 mortos e 85 feridos.

© Benjamin Girette/Bloomberg via Getty Images   Por LUSA  02/07/2026 

"A Rússia receberá uma resposta pelo ataque de hoje a Kyiv; não há dúvida disso", assegurou Zelensky durante uma visita ao bairro de Darnytsia, uma das zonas da capital ucraniana atingida pelos bombardeamentos, citado pela agência de notícias RBC.

Segundo o chefe de Estado ucraniano, a Rússia lançou cerca de 500 drones e mais de 70 mísseis balísticos contra a Ucrânia, tendo a maioria dos projéteis sido direcionada para Kyiv, no que classificou como um dos maiores ataques desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022.

Moscovo afirmou que os alvos escolhidos eram exclusivamente de natureza militar e justificou a operação como uma resposta aos recentes ataques ucranianos de longo alcance contra infraestruturas energéticas e industriais em território russo.

Na sequência do ataque, Zelensky voltou a insistir na necessidade de reforçar a defesa antiaérea da Ucrânia.

"O fornecimento de equipamento de defesa aérea à Ucrânia é uma prioridade absoluta e crucial", escreveu o líder ucraniano nas redes sociais.

Zelensky reiterou igualmente o interesse de Kyiv em celebrar um acordo de licenciamento com os Estados Unidos para fabricar, em território ucraniano, mísseis destinados ao sistema de defesa antiaérea Patriot.

"Estas são as medidas que podem travar esta guerra e prevenir ataques como este", afirmou Zelensky.


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A ONU condenou hoje os bombardeamentos russos contra Kyiv e a normalização do assassínio de civis, num momento em que o número de mortes civis aumentou 40% em comparação com 2025.

Trump veste-se de médico e ataca celebridades em novo vídeo de IA. Veja... Donald Trump voltou a utilizar a Inteligência Artificial desta vez para criticar várias celebridades de Hollywood, que já se mostraram publicamente contra as suas políticas. No vídeo, o presidente norte-americano aborda a "Síndrome de Loucura devido a Trump", apresentando um plano para a sua 'cura'.

© @realDonaldTrump/Truth Social    Por  Notícias ao Minuto   02/07/2026 

O presidente dos Estados Unidos voltou a usar a Inteligência Artificial (IA) para atacar os seus críticos e desta vez, decidiu ir atrás de algumas das estrelas mais conhecidas de Hollywood. 

Num vídeo de 1:30, Donald Trump aparece com uma bata de médico e um estetoscópio à volta do pescoço

“Você ou alguém que conhece foi diagnosticado com TDS?”, questiona o chefe de Estado no vídeo, referindo-se ao “Trump Derangement Syndrone” que, em português pode ser traduzido para algo como “Síndrome de Loucura devido a Trump”.

“Os sintomas podem ser impiedosos, mas felizmente eu sou o doutor Trump e tenho um plano de tratamento”, continua a versão gerada por IA do presidente norte-americano, passando depois a palavra a alguns dos seus “pacientes”.

A primeira a aparecer é a atriz e comediante Rosie O’Donnel que, através da ferramenta de inteligência artificial diz sofrer de TPS há já “uma década”, mas que, agora, sob o tratamento de Trump consegue “ver alguns resultados”.

O discurso é repetido, de forma semelhante, por deepfakes de John Leguizamo e Whoopi Goldberg, antes de regressar a Donald Trump.

“Não tinha a certeza se ia conseguir ajudar algumas destas pessoas. Já estavam tão perdidas que não podia ter a certeza”, diz a imagem de Trump, enquanto uma música de tom triste toca no fundo.

Depois, é seguido pelo ator Edward Norton, que, pela voz da IA afirma que a TPS afetou a sua vida, e o seu trabalho: “Mal me reconheço. Precisava de ajuda”.

Logo de seguida, é a vez do lendário ator de Hollywood Robert De Niro, e, por fim, Julia Roberts.

O vídeo termina com Donald Trump a dizer que “o tratamento é simples: desligar as fake news e rezar”. “E se alguma vez se sentir ansioso bebam uma coca-cola zero como eu e vão notar numa diferença significativa nas vossas vidas”, conclui.

Ao longo do seu segundo mandato, Donald Trump tem acusado várias pessoas de sofrerem deste síndrome, tendo mesmo chegado ao ponto de alegar, durante uma conferência de imprensa na Sala Oval, que tinha ouvido que “era mesmo uma doença”.

O termo, segundo o The Independent, é uma variação de “Bush Derangement Syndrome” utilizado pela primeira vez pelo colunista Charles Krauthammer em 2003. A síndrome era descrita pelo mesmo como um “aparecimento agudo de paranóia em pessoas, de resto normais, em reação às políticas, à presidência - ou melhor, à própria existência - de George W. Bush”.

4 de Julho de 2026 - UCCLA estará presente no MIMO Festival em Guimarães

UCCLA estará presente no MIMO Festival em Guimarães

A cidade de Guimarães recebe, até 5 de julho, o MIMO Festival, um dos mais relevantes festivais internacionais dedicados à música e à cultura, que faz da música uma ponte entre culturas, territórios e gerações. O Secretário-Geral da UCCLA, Luís Álvaro Campos Ferreira, marcará presença no Fórum de Ideias, que terá lugar no próximo dia 4 de julho, às 12 horas.

Subordinado ao tema “Representantes institucionais e agentes culturais do universo lusófono - A Música move o mundo lusófono”, o Fórum de Ideias terá início às 11 horas e reunirá representantes institucionais, agentes culturais e personalidades de diferentes geografias do espaço lusófono para refletirem sobre o papel da música enquanto instrumento de aproximação entre povos, culturas e territórios. O Fórum de Ideias decorrerá no Centro Internacional de Artes José de Guimarães.

A edição de 2026 do MIMO organiza-se em dois momentos complementares: o MIMO Festival de Cinema, dedicado exclusivamente a filmes sobre música, e o MIMO Festival, que integra uma programação internacional de concertos, fóruns de ideias, workshops e outras experiências culturais. Ao longo dos dias, Guimarães transforma-se num palco aberto à criação artística, ao diálogo intercultural e ao encontro entre públicos de diferentes gerações.

Nesta edição, o festival ocupa alguns dos mais emblemáticos espaços da cidade, nomeadamente o centro histórico classificado como Património Mundial da UNESCO e a Colina Sagrada, integrando locais como o Campo de São Mamede e o Paço dos Duques de Bragança. Igrejas, praças, largos e equipamentos culturais acolherão concertos, cinema, debates, oficinas, roteiros culturais e atividades dirigidas a públicos de todas as idades.

A entrada em todas as atividades é gratuita.

Programação do MIMO Festival - https://www.uccla.pt/sites/default/files/2026-06/MIMO-Guimaraes_Programacao_Completa.pdf 

Sobre o MIMO Festival

Criado no Brasil há mais de duas décadas, o MIMO Festival afirma-se como um dos principais festivais internacionais de música e cultura, promovendo o encontro entre diferentes linguagens artísticas, culturas e públicos.

Em 2026, o festival celebra 10 anos de edições em Portugal, inaugurando um novo capítulo em Guimarães. Ao longo da sua história, realizou mais de 65 edições em 14 cidades, reuniu um público superior a dois milhões de pessoas e contou com a participação de mais de quatro mil músicos, mantendo como princípio essencial o acesso gratuito à cultura.

Ao longo do seu percurso, o MIMO passou por cidades brasileiras como Olinda, Recife, Paraty, Ouro Preto, Tiradentes, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Portugal, iniciou a sua presença em 2016, em Amarante, consolidando desde então uma forte ligação ao território português e reforçando a circulação cultural entre Brasil e Europa.

Ao longo da sua trajetória, o festival percorreu cidades brasileiras como Olinda, Recife, Paraty, Ouro Preto, Tiradentes, Rio de Janeiro e São Paulo, e iniciou a sua presença internacional em 2016, em Amarante (Portugal), estabelecendo uma relação sólida e contínua com o território português. Ao completar uma década em Portugal, o MIMO amplia sua atuação e reafirma o seu compromisso com a circulação cultural entre Brasil e Europa.

Como refere Lu Araújo, idealizadora e diretora do festival: “Realizar um festival gratuito com essa dimensão nos dias de hoje é um ato de resistência e compromisso com a cultura. Acreditamos na arte como ferramenta de transformação social - e é isso que nos move.”

Site do MIMO Festival: https://mimofestival.com/2026/guimaraes/

Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt 

Avenida da Índia n.º 110, 1300-300 Lisboa, Portugal | Tel. +351 218 172 950 | 

uccla@uccla.pt | www.uccla.pt Facebook Linkedin | Youtube | Instagram | Twitter |ISSUU

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24 de Julho de 2026 - UCCLA vai acolher lançamento do livro “Marrabenta - A Cadência de Moçambique” de Costa Neto

UCCLA vai acolher lançamento do livro “Marrabenta - A Cadência de Moçambique” de Costa Neto

Vai ter no dia 24 de julho, às 17h30, a apresentação do livro “Marrabenta - A Cadência de Moçambique” da autoria de Costa Neto, no auditório da UCCLA.

Com a chancela da editora Chiado Books, a obra será apresentada pela arqueóloga Conceição Lopes.

Sinopse:

É um livro acessível ao leitor comum pela sua explícita dissertação, mas igualmente estruturado e recomendado para o ensino académico pelos seus ensaios técnicos complementares.

Um livro que proporciona uma concertação de ensaio e dissertação sobre um género de música moçambicana, a “Marrabenta”, resultante de pesquisas do autor no seu longo percurso de carreira profissional forjada numa experiência intensa, nacional e internacional.

Biografia do autor:

Costa Neto nasceu na Ponta do Ouro, a sul de Moçambique. É músico, compositor, intérprete, produtor e escritor. Radicado em Portugal há mais de três décadas, é considerado um dos maiores impulsionadores da música urbana moçambicana e da cultura lusófona.

Membro cofundador da Banda ABC 78 (1978), músico efetivo da Gestão Hoteleira/Moçambique (1978-1979), membro do Grupo 1 - Moçambique (1981), membro cofundador e diretor do Agrupamento Mbila/Moçambique (1982), diretor interino do Clube da Juventude/Maputo (1983-1988).

Fundador e coordenador do projeto filantrópico "FAZER" em 1996, em Portugal, patrocinado pelas Nações Unidas, com o envolvimento de artistas africanos (PALOP) residentes em Portugal, para além de personalidades e instituições públicas.

Co-padrinho de “Juntos Contra a Fome”, projeto de parceria CPLP e FAO de luta contra a fome nos países de língua oficial portuguesa.

Cofundador e presidente de Direção da “Razão d’Arte”, Associação Cultural dos Artistas da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa.

Autor dos hinos:

. “A Lusófona”, dedicado às comunidades dos países de língua oficial portuguesa - https://www.youtube.com/watch?v=4eXzuoOknTE

. “Juntos Contra a Fome” da campanha internacional de luta contra a fome nos países de língua oficial portuguesa da parceria CPLP-FAO - https://www.youtube.com/watch?v=9anxtoJ_2lk  

Autor e intérprete da música “Mandjolo”, uma das mais emblemáticas músicas de Moçambique - https://www.youtube.com/watch?v=LUmwp6NdK8Q

Criador do projeto “Kanimambo Quero Um Abraço”, inspirado no contexto da solidariedade internacional às vítimas das intempéries em Moçambique e com intervenção social e sensibilização no âmbito da pandemia do Covid-19 -

https://www.youtube.com/watch?v=ReIIFsydugQ

Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho

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Um desentendimento entre vendedores da Feira de Crintim de Bandim tem gerado preocupação entre os comerciantes... Alguns apelam aos colegas que abandonaram os seus espaços de venda para regressarem, enquanto vendedores ao interior do recinto, afirmam que não existem condições adequadas para retomarem as suas atividades dentro do mercado, alegando falta de organização, segurança e infraestruturas.

Técnicos estagiários do Hospital Nacional Simão Mendes suspendem greve por duas semanas

Por  RDN Guiné Bissau

BISSAU, 2 jul 2026 (RDN) - Os técnicos estagiários do Hospital Nacional Simão Mendes decidiram suspender, por um período de duas semanas, a paralisação que vinham a cumprir, concedendo um voto de confiança ao Governo de Transição.

O anúncio foi feito esta quinta-feira à RDN pelo coordenador do coletivo, Amadu Baldé, que explicou que a decisão resulta do entendimento alcançado com o executivo, no âmbito das negociações em curso.

Amadu Baldé apelou a todos os técnicos estagiários para regressarem aos seus postos de trabalho, afirmando que a suspensão da greve visa salvaguardar o interesse da população, enquanto prosseguem as conversações com o Governo.

Os técnicos estagiários reivindicam a integração na função pública e o pagamento dos subsídios em atraso.

Jovem morre electrocutado após tocar em poste de iluminação pública no bairro de Bôr, em Bissau

Por  RDN Guiné Bissau 

Bissau, 2 Jul 2026 (RDN) - Um jovem morreu electrocutado na madrugada desta quinta-feira, após entrar em contacto com um poste de iluminação pública no bairro de Bôr, junto à entrada da clínica local, em Bissau.

Segundo relatos de moradores, a vítima, alegadamente técnico do Hospital Militar, regressava a casa quando tocou no poste, que, de acordo com a população, apresentava descargas eléctricas há cerca de dois anos. O jovem morreu no local.

Indignados, os moradores acusam a Empresa de Electricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB) de negligência, alegando que a empresa já havia sido alertada, por diversas vezes, para o perigo que o poste representava.

Os residentes denunciam ainda a existência de outro poste em risco iminente de queda na mesma zona e exigem uma intervenção urgente da EAGB para evitar novos acidentes.

A RDN apurou que, na sequência do acidente, a EAGB deslocou uma equipa técnica ao local, que já iniciou os trabalhos para eliminar o risco e reforçar a segurança da população.

Ataque russo massivo fez pelo menos 13 mortos em Kyiv... Pelo menos 13 pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas num ataque maciço lançado hoje pelas forças russas contra Kiev, de acordo com um novo balanço provisório do serviço de emergências da Ucrânia.

© Getty Images    POR LUSA   02/07/2026 

Um balanço anterior das autoridades locais dava conta de oito mortos e 34 feridos.

O presidente da Câmara de Kyiv, Vitali Klichko, indicou na plataforma de mensagens Telegram que se registaram danos materiais em edifícios residenciais e outras infraestruturas civis em cinco áreas da capital. Além disso, estimou que 70 pessoas foram já hospitalizadas.

A Rússia atacou a capital ucraniana esta madrugada com várias salvas de drones e mísseis. As explosões dos impactos e das interceções por parte das defesas aéreas ucranianas ressoaram por toda a cidade nas primeiras horas do dia.

Na quarta-feira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou que a Rússia estava a preparar um ataque maciço e pediu à população que não ignorasse os alarmes antiaéreos e se dirigisse para os abrigos assim que as sirenes soassem.

A Rússia ataca a Ucrânia há vários dias com um número invulgarmente baixo de drones e mísseis, o que levou alguns observadores a suspeitar que estivesse a acumular armamento para lançar outro grande ataque como o de hoje.


Leia Também: China avisa EUA para tratarem a questão de Taiwan com "máxima prudência"

A conversa teve lugar em 30 de junho e o respetivo conteúdo foi divulgado esta quinta-feira pelo ministério dos Negócios Estrangeiros chinês

Mais de 10 mil detidos em cinco dias: EUA intensificam caça a imigrantes para deportação

Alex Pretti a ser pulverizado com gás-pimenta @(CNN) 

As detenções ocorreram durante controlos de imigração, inspeções de trânsito e operações nas vias públicas

Os serviços de imigração norte-americanos detiveram mais de 10.000 pessoas em cinco dias, duplicando o ritmo de detenções registadas no início do ano, no âmbito de uma estratégia para intensificar a aplicação das leis de imigração.

Segundo o New York Times esta quarta-feira, que cita documentos internos e entrevistas com funcionários federais, a direção do Serviço de Imigração e Controlo Aduaneiro (ICE) ordenou recentemente aos seus responsáveis regionais para redobrarem os esforços para localizar e deter imigrantes passíveis de deportação.

As detenções ocorreram durante controlos de imigração, inspeções de trânsito e operações nas vias públicas.

O número de detenções passou de cerca de 1.000 por dia no início deste ano para cerca de 2.000 por dia, uma meta que, segundo três funcionários citados pelo jornal, foi transmitida aos agentes a pedido da Casa Branca.

Um deles alertou, no entanto, que não é claro por quanto tempo esse nível de atividade poderá ser mantido.

Ao contrário de operações anteriores amplamente divulgadas em cidades como Chicago ou Los Angeles, o recente aumento das detenções tem ocorrido de forma mais discreta, sem grandes mobilizações públicas, depois de a Administração do Presidente Donald Trump ter alterado a estratégia, na sequência das críticas suscitadas por operações de grande impacto nos meses anteriores, referiu o jornal.

O aumento das detenções ocorre enquanto Trump insiste em acelerar a política de deportações em larga escala, uma das principais promessas do segundo mandato.

A ofensiva em matéria de imigração coincide ainda com decisões recentes do Supremo Tribunal, que ampliaram a margem de manobra do Executivo nesta matéria, embora tenham limitado a tentativa de pôr fim à cidadania por nascimento para filhos de imigrantes indocumentados e visitantes temporários.

Guerra na Ucrânia já causou mais de 2 milhões de vítimas... A guerra causada pela invasão russa da Ucrânia já causou mais de dois milhões de vítimas russas e ucranianas, juntando mortos, feridos e desaparecidos, segundo um estudo divulgado na quarta-feira nos EUA.

© SERGEY BOBOK/AFP via Getty Images    Por  LUSA   02/07/2026

Os russos foram quem sofreram as perdas mais pesadas, com entre 400 mil a 450 mil mortos, entre 1,4 milhões de vítimas nas suas fileiras, desde o início da invasão, há quatro anos, avançou o Center for Strategic and International Studies (CSIS, Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais).

Os militares ucranianos, por seu lado, já perderam 125 mil efetivos. E entre 525 mil e 625 mil dos seus soldados foram feridos.

O número de mortes russas é mais do quádruplo das sofridas pelos militares dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial, considerando todos os conflitos em que estiveram envolvidos, e mais de nove vezes o número de mortes sofridas pelos russos, considerando os mesmos termos de comparação.


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A capital ucraniana foi o principal alvo da ofensiva russa, que também atingiu outras regiões do país e provocou dezenas de feridos.