sábado, 25 de abril de 2026

GUINÉ-BISSAU REGISTA MAIS DE 185 MIL CASOS DE PALUDISMO E MAIS DE 460 MORTES EM 2022

 Rádio Sol Mansi  25/04/2026 

O Ministério da Saúde Pública revelou que a Guiné-Bissau registou, em 2022, cerca de 185 mil casos de paludismo e mais de 460 mortes associadas à doença, números que continuam a preocupar as autoridades sanitárias.

Os dados foram divulgados este sábado, em Bissau, por Saunde Camará, Diretor-geral da Administração do Sistema de Saúde, durante a cerimónia que assinala o Dia Mundial de Luta contra o Paludismo.

Em representação do ministro da Saúde, Camará alertou que a situação do paludismo no país é alarmante, sublinhando que toda a população está em risco de contrair a doença.

Por sua vez, Alessandra Casazza, representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) na Guiné-Bissau, afirmou que o paludismo continua a ser um dos principais desafios de saúde pública no país, com impacto direto no desenvolvimento humano.

Presente no ato, a Câmara Municipal de Bissau, enquanto entidade responsável pela gestão da cidade, prometeu reforçar ações de saneamento básico e campanhas de sensibilização, com vista à mudança de comportamentos e hábitos que contribuam para a prevenção do paludismo.

Irão? "Ninguém sabe quem está ao comando", diz Donald Trump... O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que "ninguém sabe quem está ao comando" no Irão, após cancelar a viagem da delegação negocial a Islamabad ao saber que o chefe da diplomacia iraniana abandonara a capital paquistanesa.

© Anna Moneymaker/Getty Images    Por LUSA    25/04/2026 

"Há enormes lutas internas e uma grande confusão na sua 'liderança'. Ninguém sabe quem está ao comando, nem mesmo eles próprios", escreveu Trump na sua rede social, Truth Social.

Por seu lado, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, declarou hoje que não é claro se os Estados Unidos são "realmente sérios" em matéria de diplomacia, depois de dar por terminadas as negociações de paz no Paquistão e seguir para Omã, tendo Washington logo cancelado o envio da sua delegação ao país mediador.

Numa mensagem publicada na rede social X depois de ter deixado Islamabad, após reuniões com altos responsáveis paquistaneses, o chefe da diplomacia iraniana disse ter "apresentado a posição do Irão sobre um enquadramento viável para pôr um fim duradouro à guerra", acrescentando "não saber ainda se os Estados Unidos são realmente sérios em diplomacia".

Pouco depois da partida de Araghchi do Paquistão, Trump anunciou que os enviados norte-americanos não se deslocariam a Islamabad para negociações, como estava previsto, alegando que Washington tem uma vantagem estratégica em relação a Teerão.

O Presidente norte-americano disse ter ordenado a suspensão da viagem de Steve Witkoff e Jared Kushner, que iriam participar numa segunda ronda de contactos indiretos com o Irão em território paquistanês, justificando a decisão com uma alegada vantagem estratégica dos Estados Unidos no conflito com Teerão e acrescentando que "os iranianos podem ligar quando quiserem", não havendo necessidade de deslocações diplomáticas sem garantias de resultados.

Trump negou que o cancelamento da viagem signifique uma retomada da guerra com o Irão ou possa implicar uma escalada militar: "Não significa isso. Ainda não pensámos nisso".

Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, que afirma destinar-se apenas a fins civis.

Em retaliação à ofensiva, o Irão encerrou o estreito de Ormuz, abalando a economia mundial, e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.

A 02 de março, Israel iniciou uma guerra com o Líbano, em resposta a um ataque do movimento xiita libanês Hezbollah, aliado do Irão, o que fez aumentar os receios de alastramento da guerra a todo o Médio Oriente.

Washington e Teerão acordaram a 07 de abril um cessar-fogo de duas semanas, para negociações assentes num plano de dez pontos de Teerão para pôr fim a 40 dias de guerra.

O cessar-fogo foi prorrogado a 21 de abril pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, horas antes de expirar, para que o Irão apresente o seu plano, que prevê o levantamento das sanções internacionais e a retirada das tropas norte-americanas da região em troca de um compromisso iraniano de não produzir armas nucleares e garantir a passagem segura pelo estreito de Ormuz.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou o prorrogamento do cessar-fogo, afirmando tratar-se de "um passo importante rumo ao apaziguamento e à criação de um espaço fundamental para a diplomacia e a construção de confiança entre o Irão e os Estados Unidos".

Guarda Revolucionária diz que controlo de Ormuz é estratégia definitiva... Teerão, 25 abr 2026 (Lusa) -- A Guarda Revolucionária do Irão afirmou hoje que o controlo do estreito de Ormuz constitui uma "estratégia definitiva" de Teerão no seu conflito com os Estados Unidos.

© Morteza Nikoubazl/NurPhoto via Getty Images    Por LUSA  25/04/2026 

"Controlar o estreito de Ormuz e manter o consequente efeito dissuasor sobre os EUA e os seus aliados na região é uma estratégia definitiva da República Islâmica do Irão", defendeu a Guarda Revolucionária, exército da República Islâmica, numa nota publicada na rede social Telegram.

Os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar de grande envergadura contra o Irão numa altura em que decorriam negociações entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano.

O Irão respondeu com ataques a interesses norte-americanos nos países da região e com o bloqueio do estreito de Ormuz, causando uma crise mundial devido à subida dos preços do petróleo.

Washington e Teerão concordaram com uma trégua para tentar acabar com a guerra, e eram esperadas novas rondas de contactos durante o fim de semana no Paquistão, país que tem mediado as conversações, mas o Presidente norte-americano, Donald Trump, já anunciou que suspendeu a participação dos Estado Unidos.

A guerra desencadeada pela ofensiva israelo-americana causou mais de cinco mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, país que foi arrastado para o conflito pelo grupo pró-iraniano Hezbollah, que atacou Israel em 02 de março.


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O ministro dos Negócios Estrangeiros turco considerou este sábado a possibilidade da Turquia integrar as operações multinacionais de desminagem no estreito de Ormuz, caso se chegue a um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão.

MALI: Jihadistas reivindicam ataques coordenados no Mali... Os jihadistas do Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (JNIM), afiliado à Al-Qaeda, reivindicaram hoje uma série de ataques coordenados no Mali, atos que já foram condenados de "forma enérgica" pelo governo norte-americano.

© ABDULAZIZ KETAZ/AFP via Getty Images   Por LUSA  25/04/2026 

Homens armados atacaram vários pontos da capital do Mali, Bamako, e outras cidades do país, num ataque coordenado que envolveu confrontos intensos com as forças armadas, segundo autoridades e testemunhas em declarações à Agencia Associated Press (AP).

O JNIM, que combate há anos os militares no poder em Bamako, assumiu a "responsabilidade" pelos ataques à "sede do presidente maliano Assimi Goïta", à "sede do ministro da Defesa Sadio Camara", ao "aeroporto internacional" da capital e a "instalações militares na cidade de Kati", vizinha de Bamako.

Em comunicado, o grupo jihadista afirma ainda ter tomado a cidade-chave de Kidal, no norte do país, "após uma operação bem-sucedida contra o Exército maliano e os mercenários do corpo russo, com a participação" da Frente de Libertação do Azawad (FLA), a rebelião tuaregue maliana.

Os Estados Unidos já vieram condenar "de forma enérgica" os ataques terroristas registados em várias cidades, expressando as "mais profundas condolências" às vítimas e reafirmando o apoio ao povo e às autoridades malianas no combate à violência e na promoção da estabilidade.

Num comunicado divulgado na rede social X e citado pela agência de notícias espanhola EFE, os EUA disseram estar disponíveis para apoiar os esforços de paz e segurança no Mali e na região.

O exército maliano afirmou que "grupos terroristas armados" atacaram instalações militares e outras posições na capital, garantindo mais tarde que a situação estava sob controlo.

Na capital e arredores, incluindo o aeroporto internacional de Modibo Keïta e a cidade militar de Kati, registaram-se tiroteios, explosões e presença de helicópteros militares, levando a alertas de segurança da embaixada dos Estados Unidos, relata a AP.

Também foram reportados confrontos noutras cidades do centro e norte do país, como Gao, Kidal, Mopti e Sévaré, com relatos de mortos e movimentos de combatentes, num contexto de agravamento da violência jihadista e separatista no Mali.

Os combates prosseguiam ao longo do dia nas imediações de Bamako e noutras cidades estratégicas do país, entre o Exército maliano e "grupos terroristas" envolvidos em ataques simultâneos, segundo fontes militares e observadores locais.

As forças armadas malianas afirmaram ter repelido vários ataques e garantiram que a situação está "sob controlo", embora helicópteros militares continuassem a operar na periferia de Bamako, onde várias zonas estratégicas foram encerradas.

O Mali, governado por uma junta militar, enfrenta há mais de uma década violência jihadista e conflitos separatistas, mas esta é considerada uma das ofensivas mais graves dos últimos anos contra o regime, sem que haja ainda balanço oficial de vítimas.


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O Governo do Burkina Faso vai recrutar 100 mil civis até final deste ano para reforçar a reserva militar e apoiar o exército na luta contra os jihadistas, anunciou hoje o ministro da Guerra e Defesa Patriótica.

Chefe da diplomacia iraniana entrega a Islamabad respostas aos EUA... O responsável pela diplomacia do Irão, Abbas Araqchi, entregou hoje em Islamabad ao chefe do exército paquistanês as respostas de Teerão às propostas dos Estados Unidos para acabar a guerra, noticiou a televisão estatal iraniana.

© Lusa  25/04/2026 

O documento visa consolidar o cessar-fogo em vigor, embora sem haver ainda perspetivas de um encontro direto com a delegação norte-americana, que também se encontra na capital paquistanesa, Islamabad, para reuniões com as autoridades locais.

As autoridades iranianas já tinham afirmado que não têm intenção de se reunir hoje com os representantes norte-americanos, o conselheiro para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do Presidente Donald Trump.

A visita de Araqchi ao Paquistão é a primeira etapa de uma digressão regional que levará o diplomata nos próximos dias a Omã, mediador nas conversações sobre o programa nuclear iraniano, e à Rússia, o principal aliado de Teerão.

A televisão iraniana limitou-se a referir que a nota entregue por Araqchi ao general Asim Munir "é exaustiva e aborda todas as preocupações de Teerão", sem facultar mais detalhes, segundo a agência espanhola Europa Press (EP).

Apesar da incerteza, o encontro de hoje sublinha a importância da mediação paquistanesa, com Araqchi a reunir-se com a cúpula do aparelho de segurança do Paquistão.

O chefe do exército esteve acompanhado pelo conselheiro de segurança nacional, Asim Malik, e pelo ministro do Interior, Mohsin Naqvi.

A delegação iraniana incluiu ainda o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Kazem Gharibabadi, o embaixador em Islamabd, Reza Amiri-Moghaddam, e o porta-voz do ministério, Esmail Baghaei.

A entrega do documento deixa antever que o Irão decidiu apostar num modelo de conversações indiretas após o fracasso da reunião de 11 e 12 de abril, que terminou sem acordo após mais de 20 horas de negociações.

Desde então, os intercâmbios têm continuado através do Paquistão, com ambas as partes a ajustarem posições para evitar uma rutura formal.

O cessar-fogo, negociado originalmente para durar duas semanas a partir de 08 de abril, foi prorrogado sem um prazo definido, criando espaço para a diplomacia, mas prolongando simultaneamente o clima de incerteza.

A guerra no Médio Oriente foi desencadeada pela ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão em 28 de fevereiro, quando decorriam negociações entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano.

O Irão respondeu com ataques a interesses norte-americanos nos países da região e com o bloqueio do estreito de Ormuz, causando uma crise mundial devido à subida dos preços do petróleo.

A guerra causou já mais de cinco mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, país que foi arrastado para o conflito pelo grupo pró-iraniano Hezbollah, que atacou Israel em 02 de março.


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As autoridades iranianas detiveram 239 pessoas acusadas de preparar o terreno para uma ação militar dos Estados Unidos e de Israel no âmbito da guerra contra o país, anunciou hoje a Guarda Revolucionária.

Israel mantém ataques contra Hezbollah apesar da nova trégua... Israel atacou posições do grupo xiita Hezbollah no sul do Líbano durante a noite, anunciou hoje o exército israelita, apesar da nova trégua de três semanas anunciada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

© KAWNAT HAJU/AFP via Getty Images       Por  LUSA    25/04/2026 

O anúncio da trégua por Washington foi uma condição imperativa das autoridades iranianas para prolongar o cessar-fogo na guerra do Irão e permitir negociações, que deverão recomeçar hoje no Paquistão. 

As forças de Israel atacaram posições de lançamento de foguetes do Hezbollah em Deir Zahran, Kafr Raman e Al Saamiya, disse o estado-maior israelita num comunicado citado pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP).

As zonas atacadas situam-se a norte da linha amarela que marca as posições avançadas de Israel após a invasão do sul do Líbano.

Ainda não há registo de vítimas nestes novos ataques de Israel.

A agência oficial de notícias libanesa NNA confirmou confrontos entre Israel e o Hezbollah em Bint Jbeil, bastião das milícias no sul libanês, igualmente sem confirmação de baixas até ao momento.

Nas últimas horas, o jornal israelita Haaretz, que cita fontes militares, noticiou que o exército retirou "boa parte das forças" no sul do Líbano para consolidar posições em vez de continuar a avançar.

O exército israelita ainda controla uma linha de posições nas colinas situadas entre oito e 10 quilómetros a norte da fronteira com o Líbano para impedir que mísseis antitanque atinjam as populações fronteiriças.

No entanto, o número de efetivos e a carga de trabalho diminuíram significativamente, de acordo com as informações do Haaretz.

A ofensiva de Israel no Líbano contra o grupo xiita pró-iraniano Hezbollah já causou mais de 2.400 mortos e um milhão de deslocados desde 02 de março, segundo as autoridades de Beirute.

O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Médio Oriente ao atacar Israel em retaliação pela morte do líder supremo do Irão, Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, no início da ofensiva israelo-americana contra Teerão.

O grupo xiita rejeitou na sexta-feira o cessar-fogo "perante a continuação dos atos hostis de assassínio, bombardeamento e disparos por parte de Israel".

"Cada ataque israelita contra qualquer alvo libanês, independentemente da natureza, confere à resistência o direito de responder proporcionalmente, de acordo com o contexto no terreno", advertiu o deputado do Hezbollah Ali Fayyad.

Israel exige ao Governo do Líbano o desarmamento do Hezbollah, entre outras condições para cessar as hostilidades.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

CABO VERDE: Partido na oposição cabo-verdiana queixa-se à Comissão Nacional de Eleições... O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição) apresentou 15 queixas à Comissão Nacional de Eleições, nos últimos 11 dias, por alegado uso de recursos públicos e outros a favor do Movimento para a Democracia (MpD, poder).

© Lusa    noticiasaominuto.com   24/04/2026

"Nos últimos 10 a 11 dias nós apresentámos cerca de 15 queixas: temos enviado quase uma queixa por dia à CNE [Comissão Nacional de Eleições], mas as respostas têm sido, sobretudo, no sentido de fazer recomendações ao Governo, não mudam as práticas", disse hoje o secretário-geral do PAICV, Vladimir Ferreira, em conferência de imprensa.

O responsável fazia um balanço da pré-campanha eleitoral para as eleições legislativas de 17 de maio.

São necessárias "medidas mais enérgicas", disse o dirigente, acerca de uma troca de acusações que é cíclica entre os dois partidos no arco do poder nacional e autárquicos.

Desta feita, é o PAICV que se queixa de "tratamento desigual".

"Mesmo do ponto de vista do código eleitoral há vários aspetos que precisam de ser discutidos: faz sentido que o presidente do PAICV, enquanto autarca [presidente da Câmara da Praia, Francisco Carvalho], tenha de suspender o seu mandato para poder ser candidato e o primeiro-ministro continue a exercer funções", questionou.

"Há aqui uma desigualdade de situações", acrescentou, em referência à recandidatura de Ulisses Correia e Silva a um terceiro mandato à frente do Governo, pelo MpD.

Por outro lado, o líder do PAICV tem-se queixado de perseguição pela Justiça, ao ser ouvido pelo Ministério Público no âmbito de investigações à Câmara da Praia.

Questionado sobre o assunto, Vladimir Ferreira considerou que, ao "ser aceite pelos tribunais", a candidatura de Francisco Carvalho foi validada e, "neste momento, ele é oficialmente candidato em igualdade de direitos" com os restantes.

O secretário-geral do PAICV anunciou que o partido vai abrir oficialmente a campanha eleitoral no dia 30 de abril com um comício de apresentação dos candidatos a deputados em Santiago Sul, círculo eleitoral que inclui a capital, Praia, e cuja lista é encabeçada por Francisco Carvalho.


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O antigo Presidente de Cabo Verde Pedro Pires agradeceu hoje ao Presidente angolano, João Lourenço, o apoio na elaboração do estudo sobre a história das lutas de libertação nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

MALÁRIA: OMS aprova tratamento contra malária para recém-nascidos e bebés até 5 kg... OMS anunciou hoje que aprovou o primeiro tratamento contra a malária para recém-nascidos e bebés até cinco quilogramas, algo particularmente importante para África onde a doença é endémica e nascem cerca de 30 milhões de bebés/ano.

© Getty Images     Por LUSA   24/04/2026 

O tratamento, denominado arteméter-lumefantrina, foi pré-qualificado para recém-nascidos e bebés até aos cinco quilogramas pela agência de saúde da ONU, o que significa que cumpre os padrões internacionais de qualidade, segurança e eficácia exigidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esta pré-qualificação abre as portas à sua compra por parte de redes de saúde públicas e, com isso, ajudará a ampliar o acesso a tratamentos de qualidade para um dos grupos de pacientes mais negligenciados, assinalou a OMS.

Cerca de 30 milhões de bebés nascem todos os anos em zonas de África onde a malária é endémica, mas até agora os que contraíam esta doença potencialmente mortal eram tratados com fórmulas pensadas para crianças de maior idade, o que aumentava o risco de erros de dosagem, efeitos secundários e intoxicações.

Em 2024, registaram-se cerca de 282 milhões de casos de malária e, embora 47 países tenham sido certificados como livres desta doença e outros 37 reportem menos de mil contágios anuais, o progresso global está a estagnar, advertiu a entidade de saúde.

A agência estima, no entanto, que no que vai do século, vacinas, tratamentos e medidas de prevenção tão simples como redes mosquiteiras permitiram evitar cerca de 2.300 milhões de infeções adicionais e salvaram 14 milhões de vidas.

"Acabar com a malária nesta geração não é um sonho, mas uma possibilidade real, mas só se pode conseguir com compromisso político e financeiro sustentado", destacou no comunicado o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. 


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As doenças infecciosas, como a malária, moldaram a forma como as primeiras populações humanas se distribuíram pelos territórios, assumindo um "papel crucial" na definição dos atuais 'habitats' da humanidade, conclui um estudo hoje divulgado.

Rússia ameaça com resposta dura a novo pacote de sanções europeu... A Rússia ameaçou hoje usar uma resposta dura ao 20.º pacote de sanções da União Europeia (UE) contra Moscovo, anunciado pelo bloco dos 27 na quinta-feira devido à invasão russa da Ucrânia.

© Lusa   24/04/2026 

"Vamos tomar medidas de retaliação. Serão duras", declarou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, que não concretizou as ameaças, indicando apenas que "serão desenvolvidas e implementadas" de acordo com os interesses de Moscovo, segundo citou a agência de notícias Interfax.

A porta-voz disse que Moscovo "condena veementemente quaisquer medidas unilaterais ilegítimas e coercivas" e que "cada vez mais países partilham e apoiam esta posição".

Maria Zakharova criticou também o mais recente pacote de sanções da UE como uma "ameaça à segurança alimentar", além de prejudicar a segurança energética.

"Os mesmos países que defendem com mais veemência a segurança alimentar estão a tomar medidas para minar a segurança alimentar a nível global", afirmou ainda.

A UE aprovou na quinta-feira, durante uma cimeira informal dos chefes de Estado e de Governo do bloco em Chipre, um novo pacote de sanções contra a Rússia, além de um empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia, após o levantamento dos vetos húngaro e eslovaco que estavam a atrasar estas medidas.

O 20.º pacote de sanções inclui a proibição de serviços marítimos para os petroleiros da Rússia e restrições a mais empresas energéticas e bancos russos, bem como medidas para impedir a entrada de produtos sensíveis no país.

A Comissão Europeia propôs originalmente estas medidas restritivas em 06 de fevereiro, com o objetivo de chegar a um acordo entre os 27 antes do quarto aniversário da invasão russa, iniciada em 24 de fevereiro de 2022.

Responsáveis ??das instituições comunitárias deslocaram-se a Kiev por essa ocasião, mas o anúncio do novo apoio europeu à Ucrânia e da atualização das sanções contra a Rússia teve de ser adiado devido aos vetos de Budapeste e Bratislava.


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As autoridades da Polónia informaram hoje que a Força Aérea polaca intercetou dois caças russos SU-30 que sobrevoavam o mar Báltico, numa altura em que aumenta a tensão entre os dois países, no contexto da invasão russa da Ucrânia.

ISRAE: Benjamin Netanyahu revela luta contra cancro da próstata: "Venci"... O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tornou pública a sua batalha contra um cancro na próstata, no ano passado, revelando que conseguiu vencer esta batalha de saúde.

© CHRISTOPHE ENA/POOL/AFP via Getty Images    noticiasaominuto.com   24/04/2026 

O primeiro-ministro de Israel revelou, esta sexta-feira, que lutou secretamente contra um cancro da próstata há dois anos. A batalha, garante, foi vencida.

Segundo detalha um relatório médico hoje tornado público pelo gabinete do primeiro-ministro, Netanyahu, de 76 anos, foi operado pela primeira vez a uma hiperplasia benigna da próstata a 29 de dezembro de 2024. Este quadro clínico refere-se ao aumento não canceroso da próstata, muito comum em homens acima dos 50 anos.

O procedimento cirúrgico teve lugar no Centro Médico de Hadassah, segundo o The Times of Israel, e foi bem sucedido, contudo meses depois, exames complementares viriam a confirmar a existência de um nódulo de cerca de 1 centímetro na próstata do israelita.

Viria a confirmar-se, assim, que o governante sofria de cancro, em fase inicial, sem sinais de metástases. A batalha foi vencida com sucesso, segundo detalha o próprio numa publicação feita esta semana nas suas redes sociais.

Numa partilha feita no X, o líder israelita afirmou ter solicitado o adiamento da publicação do relatório por dois meses, "para que não fosse divulgado no auge da guerra, a fim de não permitir que o regime terrorista iraniano espalhasse ainda mais propaganda falsa contra Israel".

"Há um ano e meio, passei por uma cirurgia bem-sucedida na próstata devido a um aumento benigno e, desde então, estou em acompanhamento médico rotineiro.  No último acompanhamento, foi detectado um minúsculo ponto de menos de um centímetro na próstata.  No exame, verificou-se que se tratava de um tumor maligno em estágio muito inicial, sem qualquer disseminação ou metástases", partilha Netanyahu, acrescentando que "Graças a Deus, estou de boa saúde".

Segundo o mesmo, foram-lhe dadas duas opções: manter apenas o acompanhamento e viver com o nódulo ou fazer o tratamento e remover o problema. 

"Vocês já me conhecem. Quando me dão informações em tempo sobre um perigo possível, eu quero tratá-lo imediatamente", atirou, numa alusão também ao período de conflito em que vive o país que lidera.

"O ponto desapareceu completamente. Graças a Deus, venci isso também", remata com o apelo porque todos os israelitas tomem conta da sua saúde.


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Há dois dias, em plena audição no Senado sobre o preço dos medicamentos nos EUA, o secretário da Saúde disse ao mundo que o Presidente Trump tem uma forma diferente de fazer contas.

Irão mobiliza petroleiro para eventual armazenamento de crude... O Irão mobilizou um petroleiro que estava fora de serviço há três décadas para servir como um eventual espaço de armazenamento de crude, após o bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos, divulgou hoje um portal especializado.

© Mohammed Hamoud/Getty Images    Por  LUSA   24/04/2026 

O NASHA, um petroleiro com 332 metros de comprimento construído em 1996 e ancorado nos últimos anos, está a dirigir-se para a Ilha de Kharg, onde se situa o principal terminal petrolífero da República Islâmica, segundo o TankerTrackers. 

A plataforma indicou que o regime iraniano tomou esta medida "para se preparar para a possibilidade de ficar sem espaço para armazenamento de petróleo na ilha de Kharg", que está sob bloqueio naval dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz para impedir as exportações de crude do Irão.

Localizada a cerca de 25 quilómetros da costa iraniana, Kharg é o maior ponto de carregamento de crude para os petroleiros, responsável por aproximadamente 90% das exportações de petróleo do Irão.

O petroleiro NASHA está atualmente numa viagem de quatro dias, um percurso que normalmente levaria entre um dia e meio e dois dias, observou o portal.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou um bloqueio total dos portos iranianos depois de uma primeira ronda de negociações de paz não ter produzido resultados e depois de Teerão ter obstruído a navegação pelo estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica por onde passa aproximadamente um quinto do crude mundial.

O chefe de Estado norte-americano prolongou indefinidamente o cessar-fogo com o Irão até que o regime da República Islâmica apresente uma proposta de acordo unificado.


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A NATO esclareceu, esta sexta-feira, que o seu tratado fundador não prevê mecanismos para suspensão de um Estado-membro, depois de os EUA levantarem a opção contra Espanha como forma de punir a falta de apoio à operação no Irão.

Iniciada a 20 de abril, a formação de formadores dos agentes de TIC termina no próximo dia 6 de maio e insere-se no âmbito do 4.º Recenseamento Geral da População e Habitação.

O Primeiro-Ministro, Ilídio Vieira Té, regressou hoje ao País, depois da visita oficial e de trabalho de 48 horas na vizinha República da Guinée

INE precisa de quatro mil agentes para o quarto recebimento geral da população e habitação em todo o território nacional... Afirmação do Presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE) Roberto Vieira à margem da conferência de imprensa sobre o recrutamento dos inquilinos para o 4⁰ Recenseamento Geral da População e Habitação em conferência de imprensa.

"Merecem respeito": Leão XIV pede que migrantes sejam tratados como seres humanos... Leão XIV afirmou esta quinta-feira que, embora um Estado tenha o direito de estabelecer regras sobre fronteiras, precisa de tratar os migrantes como "seres humanos e não pior do que animais".

Por  sicnoticias.pt 

O Papa referiu ser "evidente que a questão da migração é muito complexa e afeta muitos países, não só a Espanha, não só a Europa, mas também os Estados Unidos; é um fenómeno mundial".

Numa conferência de imprensa a bordo do avião em que regressava da digressão por África, Leão XIV sublinhou existir "um grande desafio: um país diz que não pode receber mais e tudo isso... mas quando as pessoas chegam, são seres humanos e merecem o respeito que cada ser humano tem pela sua dignidade humana".

Robert Francis Prevost disse acreditar que "um Estado tem o direito de estabelecer regras para as suas fronteiras" e "nem todos devem entrar de qualquer maneira, sem ordem e criando, por vezes, situações mais injustas do que aquelas de onde partiram", mas também é preciso perguntar-se: "O que fazemos nos países mais ricos para mudar a situação nos países mais pobres?".

O Papa questionou o que faz "o Norte do Globo para ajudar o Sul do Globo e aqueles países onde os jovens hoje não encontram um futuro e vivem aquele sonho de que todos querem ir para o Norte, mas, por vezes, o Norte não tem respostas para oferecer", lamentando que sofram "com a questão do tratamento humano e do tráfico de pessoas".

Leão XIV propôs "procurar ajuda estatal ou também investimentos de grandes empresas, ricas e multinacionais, para mudar as situações em países como aqueles que se visitaram nesta viagem".

O Papa visitou Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial, última etapa de uma deslocação de 11 dias.

Donald Trump rejeita pressão para travar conflito com o Irão e compara-o à Guerra do Vietname... O Presidente norte-americano rejeitou estar sob pressão para pôr fim ao conflito com o Irão, garantindo que tem “todo o tempo do mundo” para negociar, numa fase de impasse diplomático, e chegou mesmo a comparar a situação à Guerra do Vietname.

Por  SIC Notícias - Com Lusa

O Presidente norte-americano, Donald Trump, rejeitou na quinta-feira estar pressionado para pôr fim à guerra contra o Irão, assegurando que tem "todo o tempo do mundo" para o fazer, em fase de impasse nas negociações de um acordo de paz.

"Para aqueles que leem o decadente New York Times ou assistem às notícias falsas da CNN, e que pensam que estou 'ansioso' por acabar com a guerra (se é que se pode chamar guerra!) com o Irão, deixem-me dizer-vos: sou possivelmente a pessoa menos pressionada que já ocupou este cargo. Tenho todo o tempo do mundo, mas o Irão não", declarou Trump numa mensagem na rede Truth Social.

O Presidente norte-americano, que nos últimos meses intensificou as suas críticas aos media, reiterou que a marinha iraniana "está no fundo do mar" e que destruiu as suas capacidades aéreas e militares: "A partir de agora, a situação só pode piorar. O tempo não está a favor deles!", acrescentou.

Além disso, afirmou que o bloqueio naval que mantém nas costas da República Islâmica é "hermético e enérgico". Sobre a possibilidade de um acordo com Teerão, Donald Trump insistiu que só será alcançado quando for "oportuno e benéfico" para Washington e os seus aliados.

Trump compara conflito à guerra no Vietname

O Presidente dos Estados Unidos comparou ainda o conflito no Médio Oriente à guerra do Vietname, que se prolongou durante 20 anos, entre 1955 e 1975.

Donald Trump diz que, se o Irão não quiser chegar a um acordo, vai acabar com o resto do país, mas engana-se nas contas sobre a percentagem de alvos atingidos.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Explosões em Teerão e sistema antiaéreo foi ativado, dizem meios locais... Os meios de comunicação iranianos noticiaram hoje explosões em Teerão e a ativação do sistema de defesa antiaéreo, tendo um responsável de defesa israelita garantido que Telavive não atacou o Irão.

Por LUSA 

"Foram ouvidos disparos da defesa antiaérea" na zona oeste de Teerão, disse a agência de notícias oficial Irna. A agência Mehr indicou, por sua vez, que o sistema tinha sido ativado contra "alvos hostis".

"Israel não está neste momento a atacar o Irão", afirmou uma fonte de segurança israelita em condição de anonimato à agência de notícias France-Presse (AFP), sem fornecer mais detalhes.

O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, tinha afirmado que Israel estava "pronto para retomar a guerra contra o Irão" e aguardava "luz verde" de Washington.

O exército israelita "está pronto, tanto a nível defensivo como ofensivo, e os alvos foram identificados", disse Israel Katz numa mensagem de vídeo, depois de ter debatido a situação de segurança com altos comandos do Exército.

"Estamos à espera do sinal verde dos Estados Unidos --- acima de tudo para concluir a eliminação da dinastia Khamenei", acrescentou, referindo-se a Mojtaba Khamenei, nomeado líder supremo para suceder ao pai, Ali Khamenei, morto a 28 de março.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que Israel está preparado para "qualquer cenário".

Está em vigor um cessar-fogo acordado em 08 de abril entre Estados Unidos, Israel e Irão, depois de ter sido prolongado por tempo indeterminado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump,

O líder republicano disse que ia prolongar a trégua com o Irão até que o Governo da República Islâmica, que considerou estar dividido, apresente uma proposta unificada de acordo.

Trump voltou a acusar Teerão de estar a "ter muita dificuldade em perceber quem é o seu líder" e ordenou à Marinha norte-americana a destruição de todas as embarcações lança-minas no estreito de Ormuz, em duas publicações na sua rede social.


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O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, foi gravemente ferido num ataque aéreo israelita no início da guerra, mas permanece "lúcido e ativo", segundo informações avançadas pelo jornal norte-americano The New York Times.

ISRAEL: "Estamos à espera de luz verde dos EUA para eliminar dinastia Khamenei"... Israel está pronto para retomar a guerra contra Teerão e aguarda luz verde de Washington para "concluir a eliminação da dinastia Khamenei", afirmou hoje o ministro da Defesa israelita.

© Getty Images   Por LUSA  23/04/2026 

O exército israelita "está pronto, tanto a nível defensivo como ofensivo, e os alvos foram identificados", disse Israel Katz numa mensagem de vídeo, depois de ter debatido a situação de segurança com altos comandos do Exército.

"Estamos à espera da luz verde dos Estados Unidos - acima de tudo para concluir a eliminação da dinastia Khamenei", acrescentou, referindo-se a Mojtaba Khamenei, nomeado líder supremo para suceder ao pai, Ali Khamenei, morto a 28 de março, mas também "para fazer o Irão regressar à idade das trevas e à Idade da Pedra".

O ministro israelita disse mesmo que Telavive pretende destruir "as principais instalações de energia e eletricidade e da infraestrutura económica" iraniana.

Katz adiantou que o Estado judaico está à espera de uma eventual coordenação com Washington para ações futuras, acrescentando que o plano prevê "ataques devastadores" contra infraestruturas estratégicas iranianas.

Durante a intervenção, o governante também criticou o regime iraniano, acusando-o de repressão interna e de apresentar dificuldades de coordenação e comunicação na estrutura de comando.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que Israel está preparado para "qualquer cenário".

Um dia antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que ia prolongar por tempo indeterminado o cessar-fogo com o Irão até que o Governo da República Islâmica, que considerou estar dividido, apresente uma proposta unificada de acordo.

Trump voltou a acusar Teerão de estar a "ter muita dificuldade em perceber quem é o seu líder" e ordenou à Marinha norte-americana a destruição de todas as embarcações lança-minas no estreito de Ormuz, em duas publicações na sua rede social.

Apesar do cessar-fogo, o Irão mantém praticamente bloqueado o estreito de Ormuz, fundamental para o comércio de petróleo, e os Estados Unidos aplicam um bloqueio naval contra navios e portos iranianos.

Nos últimos dias tem-se registado uma escalada em termos de ações navais entre os dois países, depois de os Estados Unidos terem anunciado a interceção de dois navios no oceano Índico e a apreensão de um navio porta-contentores no fim de semana.

Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico da República Islâmica, apreendeu na quarta-feira dois navios no estreito de Ormuz por "operarem sem as autorizações necessárias".

No total, os Estados Unidos impediram a passagem de pelo menos 31 navios desde o início do bloqueio naval ao Irão, de acordo com dados divulgados ontem pelo Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).

Mais de 10.000 militares norte-americanos, cerca de 17 navios de guerra e 100 aeronaves patrulham as águas próximas do Irão para garantir que nenhuma embarcação entre ou saia dos portos, segundo o CENTCOM.


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Reza Pahlavi, o filho exilado do último Xá iraniano, criticou hoje a relutância da União Europeia em assumir uma posição mais clara contra Teerão no conflito com os Estados Unidos e Israel, instando-a a fazê-lo.

Trump ordena que Marinha destrua "qualquer embarcação" que coloque minas no Estreito de Ormuz... O Presidente dos Estados Unidos anunciou que deu ordem à marinha norte-americana para disparar e destruir qualquer embarcação que esteja a colocar minas nas águas do Estreito de Ormuz.

Por  SIC Notícias 

"Ordenei à Marinha dos Estados Unidos que dispare e destrua qualquer embarcação, por mais pequena que seja (...), que esteja a colocar minas nas águas do estreito de Ormuz", escreveu Donald Trump na rede social Truth Social, nesta quinta-feira.

De acordo com o republicano, a Marinha não deve ter "qualquer hesitação", acrescentando que os navios caça-minas norte-americanos "estão neste momento a limpar o estreito" e que os ordenou a continuar a sua atividade "a um nível triplicado".

Numa outra publicação, diz que o Irão está a ter dificuldades a perceber quem é o seu líder e recorda que quem controla o Estreito de Ormuz são os Estados Unidos.

Aponta ainda que nenhum navio pode entrar ou sair sem a aprovação da marinha norte-americana.


Fígado em risco? Conheça os sinais de cirrose antes que seja tarde... A cirrose pode aparecer sem aviso prévio e convém que esteja atento a alguns sinais que podem revelar-se preocupantes. O seu fígado pode estar em risco, precisa de ter muito cuidado e precaução.

© Shutterstock    noticiasaominuto.com   23/04/2026 

“A cirrose hepática conduz à destruição do fígado. É também chamada de doença hepática crónica e caracteriza-se pela morte das suas células, aparecimento de cicatrizes (fibrose) e alteração da sua estrutura. Este órgão fica com uma consistência muito dura e cheio de nódulos”, começa por dizer o website da CUF. 

O website HealthShots falou com especialista para perceber alguns dos sinais de cirrose que deve ter atenção e que podem colocar o fígado em risco. “É importante detectar a cirrose precocemente por meio de exames de sangue, pois sintomas em estágios avançados, como acumular de líquido no abdómen ou a pele amarela, indicam que o fígado está seriamente comprometido”, conta a gastroenterologista Sharat Putta.

“A cirrose inicial é silenciosa porque o fígado possui uma grande reserva funcional. Mesmo com extensas cicatrizes em sua superfície, o tecido hepático saudável remanescente consegue compensar o fígado danificado”, continua.

Fígado: Os sinais de cirrose

Numa fase inicial a cirrose pode revelar-se silenciosa durante vários anos uma vez que as pessoas acaba por desconhecer a gravidade da doença e uma vez que o fígado acaba por manter-se saudável e em funcionamento até não conseguir trabalhar mais.

Desta forma, é importante ter em conta alguns sinais. “Incluem icterícia, ascite, acumular de líquido na cavidade abdominal, encefalopatia hepática ou hemorragia gastrointestinal”, continua.

Especialistas alertam: Os dois suplementos que afetam a saúde do fígado

Os suplementos de saúde são bastante comuns e podem fazer parte do dia a dia de muitas pessoas. Ainda assim, convém ter alguma atenção ao que está a consumir. Alguns deles podem mesmo afetar a saúde de alguns órgãos, como é o caso do fígado. Dois especialistas deixaram um aviso.

À revista Parade, Jenn Batisti e Shalom Z. Frager, os dois gastroenterologistas, deixaram um alerta importante. Explicam que em causa estão as quantidades, mas também a toma sem o devido aconselhamento médico.

“Nem todos os suplementos são úteis para todas as pessoas, simplesmente porque podem estar disponíveis sem receita médica”, começou por dizer Jenn Batisti. “O fígado é um órgão vital com mais de 500 funções. As suas principais funções incluem filtrar toxinas do sangue, ajudar na digestão ao produzir bile e criar nutrientes essenciais para o corpo. Também desempenha um papel crucial no metabolismo, na imunidade e no armazenamento de vitaminas”, revela Shalom Z. Frager.

Os dois suplementos a evitar são os de vitamina A e ainda os de ferro. Afirmam que a suplementação excessiva pode trazer algumas consequências ao fígado.

“Quantidades excessivas de vitamina A podem ser armazenadas no fígado e sobrecarregar os processos normais de armazenamento do órgão. Por outro lado, quantidades desnecessárias de ferro podem acumular-se no fígado ao longo do tempo, o que pode levar à formação de cicatrizes e até mesmo à cirrose”, continua Jenn Batisti.

O limite de vitamina A, por exemplo, pode variar de pessoa para pessoa e convém ter alguma atenção. “Pessoas com deficiência de vitamina A podem receber a recomendação de tomar vitamina A, que é importante para a manutenção da visão normal, do funcionamento do sistema imunológico e da saúde da pele.” No entanto, em excesso, acaba por revelar-se um problema e sobrecarregar o fígado.


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Um hepatologista deu a conhecer os alimentos em que deve apostar se quiser reduzir a gordura do fígado. Alguns acabam por ser bem simples, só tem de juntá-los mais vezes à sua dieta.

CEMGFA ANUNCIA EXERCÍCIOS MILITARES EM NHACRA E TRANQUILIZA POPULAÇÃO LOCAL

 Rádio Sol Mansi  23.04.2026 

A Assessoria de Imprensa do CEMGFA anunciou que o setor de Nhacra, região de Oio, será palco de exercícios militares já amanhã, sexta-feira, 24 de abril, no âmbito da Preparação Combativa 2026, uma operação que reforça o nível de prontidão das Forças Armadas do país.

A movimentação militar, considerada de grande importância estratégica, deverá gerar presença reforçada de tropas e equipamentos na zona norte do país, o que levou o Estado-Maior General das Forças Armadas a emitir um comunicado oficial para tranquilizar a população.

Segundo a nota, não há motivo para alarme. As autoridades garantem que todas as ações serão conduzidas dentro da normalidade institucional, assegurando o respeito pela ordem pública e pela segurança dos cidadãos, tanto nacionais quanto estrangeiros.

O comunicado consultado pela Rádio Sol Mansi, enfatiza que os exercícios fazem parte de um plano regular de preparação das forças militares, com foco na defesa da soberania nacional. Ainda assim, a divulgação antecipada visa evitar interpretações erradas por parte da população local, especialmente diante de movimentações incomuns de tropas.

O CEMGFA também destacou o papel fundamental da comunicação social, apelando à colaboração dos jornalistas e órgãos de informação na divulgação responsável da iniciativa. A intenção é garantir que a mensagem chegue com clareza às comunidades, reduzindo rumores e desinformação.

GUINÉ-BISSAU: GOVERNO E TELECEL LANÇAM PLATAFORMA STARTOCODE PARA FORMAR 4.000 JOVENS EM TECNOLOGIA

Com Ministério dos Transportes e Comunicações. Video/fotos por Tuti Vitoria Iyere

Bissau, 23 de abril de 2026 — Decorreu, na sala de reuniões do Ministério dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital, a cerimónia de assinatura do Memorando de Entendimento para a implementação da plataforma STARTOCODE.

A cerimónia contou com a presença do Ministro da Educação, da Ministra da Mulher e do CEO da Telecel Guiné-Bissau, entre outras entidades governamentais e parceiros institucionais.

A iniciativa, resultante de uma parceria entre o Governo e a Telecel, tem como objetivo formar 4.000 jovens em competências tecnológicas ao longo dos próximos quatro anos, com enfoque na programação e na inclusão digital.

O projeto prevê a participação ativa de mulheres e pessoas com deficiência, reforçando o compromisso com a igualdade de oportunidades, bem como a criação de hubs de aprendizagem e o acesso a oportunidades de estágio, facilitando a inserção dos jovens no mercado de trabalho.

A plataforma STARTOCODE apresenta uma metodologia já testada, agora adaptada à realidade da Guiné-Bissau, garantindo uma formação prática e orientada para as exigências do mercado atual.

Durante o acto, o Ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital afirmou:

“Este projeto vai formar 4.000 jovens ao longo de quatro anos, com foco na tecnologia, garantindo a inclusão de mulheres e pessoas com deficiência. Pretendemos criar hubs de aprendizagem e promover a inserção destes jovens no mercado de trabalho.”

O governante acrescentou ainda:

“A implementação desta iniciativa, em parceria com a Telecel e com o envolvimento de vários ministérios, permitirá não só a formação, mas também a criação de oportunidades concretas de estágio para os nossos jovens.”

Dirigindo-se à juventude, deixou uma mensagem clara:

“Os jovens devem aproveitar esta oportunidade, pois as competências digitais são essenciais para o futuro.”

Com esta iniciativa, a Guiné-Bissau dá um passo importante na promoção da inovação, inclusão e capacitação tecnológica da sua população jovem.

Ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital, Florentino Mendes Pereira

Ministro da Educação Nacional, Ensino Superior e Investigação Científica, Mamadu Badji

Ministra da Mulher, Familia e Solidariedade Social, Cadi Florença Dabó

CEO do Telecel - Walid EI Akakoui