© Morteza Nikoubazl/NurPhoto via Getty Images Por LUSA 25/04/2026
"Controlar o estreito de Ormuz e manter o consequente efeito dissuasor sobre os EUA e os seus aliados na região é uma estratégia definitiva da República Islâmica do Irão", defendeu a Guarda Revolucionária, exército da República Islâmica, numa nota publicada na rede social Telegram.
Os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar de grande envergadura contra o Irão numa altura em que decorriam negociações entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano.
O Irão respondeu com ataques a interesses norte-americanos nos países da região e com o bloqueio do estreito de Ormuz, causando uma crise mundial devido à subida dos preços do petróleo.
Washington e Teerão concordaram com uma trégua para tentar acabar com a guerra, e eram esperadas novas rondas de contactos durante o fim de semana no Paquistão, país que tem mediado as conversações, mas o Presidente norte-americano, Donald Trump, já anunciou que suspendeu a participação dos Estado Unidos.
A guerra desencadeada pela ofensiva israelo-americana causou mais de cinco mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, país que foi arrastado para o conflito pelo grupo pró-iraniano Hezbollah, que atacou Israel em 02 de março.
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O ministro dos Negócios Estrangeiros turco considerou este sábado a possibilidade da Turquia integrar as operações multinacionais de desminagem no estreito de Ormuz, caso se chegue a um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão.


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