© Lusa 27/03/2026
"Os ataques das Forças de Defesa de Israel (FDI) contra alvos militares e de segurança do Irão continuam sem descanso", afirmou o ministro da Defesa israelita, Israel Katz.
Katz acrescentou que Israel "advertiu o regime terrorista iraniano" contra o disparo de mísseis contra a população civil israelita.
"Apesar dos avisos, os disparos continuam, pelo que os ataques das FDI se intensificarão e expandirão para alvos e áreas adicionais que ajudam o regime a fabricar e operar armas contra cidadãos israelitas", declarou, antes de sublinhar que Israel continuará a assassinar "líderes do regime terrorista e os seus comandantes, bem como a destruir as suas capacidades estratégicas".
Katz sublinhou que as autoridades iranianas "pagarão um preço elevado e crescente" pelos seus "crimes de guerra" em Israel.
"A frente interna em Israel e as FDI são fortes e continuaremos a operar no Irão com todo o nosso poderio até que todos os objetivos da guerra sejam alcançados", concluiu, segundo um comunicado divulgado pelo seu gabinete.
As autoridades iranianas confirmaram no seu último balanço mais de 1.500 mortos na ofensiva de Israel e dos Estados Unidos, entre os quais figuras de destaque como o líder supremo, o aiatola Ali Khamenei, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, e os ministros da Defesa e da Inteligência, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respetivamente, bem como altos responsáveis das Forças Armadas e de outros organismos de segurança.
A ofensiva foi lançada no meio de um processo de negociações entre os Estados Unidos e o Irão para tentar alcançar um novo acordo nuclear, o que levou Teerão a responder com ataques contra território israelita e interesses norte-americanos na região do Médio Oriente, incluindo bases militares.
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A Guarda Revolucionária do Irão reiterou hoje que o estreito de Ormuz continua fechado e ameaçou que qualquer embarcação que atravesse esta rota vital "enfrentará consequências graves".


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