domingo, 14 de junho de 2026

Trump confirma acordo e anuncia reabertura do Estreito de Ormuz... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou hoje que um acordo para acabar com o conflito no Médio Oriente foi "finalizado" com o Irão e anunciou a reabertura do Estreito de Ormuz.

© Shawn Thew/EPA/Bloomberg via Getty Images    Por LUSA   14/06/2026  

Donald Trump anunciou também o levantamento "imediato" do bloqueio naval norte-americano.

"O acordo com a República Islâmica do Irão está agora finalizado", escreveu o Presidente norte-americano na sua rede social Truth, poucos minutos após o anúncio do mediador paquistanês esta noite, madrugada de segunda-feira hora do Paquistão.

"Autorizo totalmente a reabertura do Estreito de Ormuz sem taxas de trânsito e, simultaneamente, o levantamento imediato do bloqueio naval dos EUA. Navios do mundo, liguem os vossos motores. Deixem o petróleo fluir!", escreveu Trump.

O anúncio de hoje, no dia em que Donald Trump faz 80 anos, acontece após mais de três meses de conflito.

O acordo procura pôr fim à guerra que começou a 28 de fevereiro, após a ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, que resultou na morte do Líder Supremo da República Islâmica, o ayatollah Ali Khamenei, que estava no poder desde 1989.

Teerão, que nomeou o filho do ayatollah, Mukhta Khamenei, como o seu novo líder, respondeu com ataques contra Israel e países da região que albergam bases americanas, além de bloquear o estreito de Ormuz.

O bloqueio causou graves transtornos económicos, dado que aproximadamente 20% do petróleo mundial passa pelo local.

Os Estados Unidos e o Irão, que acordaram um cessar-fogo em abril último, estavam a negociar um acordo nos últimos meses para pôr fim às hostilidades e reabrir o Estreito de Ormuz.


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O primeiro-ministro paquistanês anunciou hoje que foi concluído um acordo entre os Estados Unidos e o Irão.


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O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Kazem Gharibabadi, declarou esta noite que o acordo com os Estados Unidos trouxe "um fim imediato à guerra".

Cuba com cortes prolongados de eletricidade que afetam hoje 62% do país... Cuba volta a enfrentar hoje cortes prolongados de eletricidade, com cerca de 62% do país afetado durante o período de maior consumo, devido à crise energética que atravessa o sistema elétrico nacional.

© Magdalena Chodownik/Anadolu via Getty Images   Por  LUSA    14/06/2026 

Segundo a União Eléctrica de Cuba (UNE), citada pela agência EFE, a capacidade de geração prevista para o horário de ponta será de 1.215 megawatts (MW), face a uma procura estimada de 3.100 MW, o que resulta num défice de 1.885 MW.

A mesma fonte estima que a afetação real poderá atingir os 1.915 MW, refletindo o nível de cortes necessários para evitar falhas descontroladas no sistema elétrico.

O país enfrenta uma crise energética agravada desde meados de 2024, com o Governo a classificar a situação como "crítica" e a reconhecer apagões que, em algumas zonas, ultrapassam as 22 horas diárias.

De acordo com a UNE, oito das 16 unidades termoelétricas do país encontram-se fora de serviço devido a avarias ou manutenção, numa rede marcada pela obsolescência das infraestruturas.

Além disso, dezenas de centrais de geração distribuída permanecem paradas por falta de combustível, uma situação que afeta de forma significativa a produção elétrica nacional.

As autoridades cubanas apontam também a escassez de combustíveis e as dificuldades de importação como fatores que agravam a crise, numa conjuntura de forte pressão económica sobre a ilha.

Estudos independentes estimam que seriam necessários entre 8.000 e 10.000 milhões de dólares para recuperar o sistema elétrico cubano.

A crise energética tem impacto direto na economia cubana, com previsões de contração do Produto Interno Bruto (PIB), e efeitos crescentes no descontentamento social, traduzido em protestos localizados nas últimas semanas.

Israel prepara-se para possível ataque iraniano "nas próximas horas"... O Exército de Israel está a preparar-se para um possível ataque ao seu território "nas próximas horas", num contexto de crescente tensão com o Irão, foi hoje anunciado.

© Lusa     14/06/2026 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) indicaram, em comunicado, que permanecem em "alerta máximo" e preparadas para diversos cenários defensivos e ofensivos, acrescentando que o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, está a realizar uma "avaliação contínua" da situação.

"Neste momento, não há alterações nas diretrizes defensivas do Comando da Frente Interna. Caso se verifique alguma mudança, a população será informada em conformidade. As FDI não tolerarão qualquer ataque dirigido contra o território do Estado de Israel", acrescentaram.

Hoje à tarde, o Exército israelita bombardeou a zona de Dahye, subúrbios a sul de Beirute, após três drones lançados a partir do Líbano pelo movimento xiita Hezbollah terem atingido comunidades no norte de Israel, junto à fronteira.

O ataque a Beirute ocorreu num contexto de negociações entre os Estados Unidos e o Irão para um acordo de paz cuja assinatura tinha sido apontada como iminente, sem confirmação de que a eventual suspensão dos ataques israelitas no Líbano esteja incluída no entendimento.

A mais recente ofensiva israelita contra Dahye ocorreu há cerca de uma semana e desencadeou uma resposta iraniana com o lançamento de três vagas de mísseis contra território israelita, às quais Israel respondeu com ataques ao território iraniano.

Teerão tinha advertido que, caso continuassem os ataques israelitas contra o Líbano, avançaria com represálias, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos em 08 de abril incluía também o país árabe.

Esse ciclo de ataques cessou na segunda-feira, 08 de junho, após mediação do Presidente norte-americano, Donald Trump.

Guerra entre Israel e o Hamas já matou 73 mil palestinianos... O número de mortos palestinianos na guerra entre Israel e o Hamas ultrapassou os 73 mil, informou hoje o Ministério da Saúde de Gaza, apesar de um frágil cessar-fogo que tem sido descrito como estagnado.

© Ahmed Al Arini / Middle East Images / AFP via Getty Images    Por LUSA   14/06/2026 

Israel continuou a atacar dentro do território, depois do acordo assinado em outubro, alegando que realiza ataques contra o Hamas e outros militantes que representam uma ameaça e em resposta a violações do cessar-fogo, incluindo ataques ocasionais. Cinco soldados israelitas foram mortos desde a trégua.

A confirmação do mais recente número de mortos palestinianos veio de Zaher al-Waheidi, chefe do departamento de registos do ministério, e de Hamza Salem, do departamento de relações públicas da tutela.

O número de mortos desde o início da guerra é agora de 73.001. Hoje, o ministério informou que houve cinco mortes: duas na cidade de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, e uma no centro, além de duas pessoas terem morrido na sequência de ferimentos anteriores.

Mais de 173.200 pessoas ficaram feridas desde o início da guerra, que foi desencadeada pelo ataque liderado pelo grupo armado Hamas, a 07 de outubro de 2023, contra Israel. Este ataque matou cerca de 1.200 pessoas e fez 251 reféns.

O Ministério da Saúde, parte do Governo liderado pelo Hamas, é composto por profissionais médicos e mantém registos detalhados considerados geralmente fiáveis ??pelas agências das Nações Unidas e por especialistas independentes. Não faz distinção entre civis e militantes, mas afirma que as mulheres e as crianças representam cerca de metade de todas as mortes.

Israel afirma que tenta evitar ferir civis e culpa o Hamas pelas suas mortes, porque os militantes operam em zonas densamente povoadas.

O acordo de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, alcançado em outubro, encerrou as operações militares em grande escala e levou ao regresso de todos os restantes reféns.

Mas outros elementos do acordo estão paralisados, uma vez que o Hamas se recusa a desarmar e as tropas israelitas avançaram em Gaza, em vez de se retirarem. Ambos os lados acusam o outro de violar o acordo, mas afirmam que este ainda está em vigor.

O progresso em todas as outras questões --- incluindo a reconstrução, a retirada das tropas israelitas e o estabelecimento de um novo Governo palestiniano --- está a ser prejudicado pelo impasse sobre o desarmamento do Hamas, afirmou Nickolay Mladenov, o principal diplomata responsável pelo cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos em Gaza.

A guerra desalojou a maior parte da população palestiniana, de mais de dois milhões de pessoas, deixou grande parte do território em ruínas e criou uma escassez generalizada de alimentos, medicamentos e outros mantimentos básicos, uma vez que as passagens fronteiriças com Gaza - todas, exceto uma, controladas por Israel - foram encerradas.

Ativista condena triste e inaceitável violência xenófoba na África do Sul... A ativista Cassandra Dorasamy condenou a "triste e inaceitável" atual violência xenófoba na África do Sul e apelou ao Governo que corrija os sistemas de regulação de imigração e de pedidos de asilo.

Por LUSA 

Em entrevista à Lusa, a ativista da Amnistia Internacional na África do Sul disse que a Organização Não-Governamental (ONG) tem testemunhado, desde o início do ano, movimentos no país que têm impedido os imigrantes de aceder a cuidados de saúde e a escolas.

"É triste ver como esta xenofobia, esta violência xenófoba, tem vindo a acontecer na África do Sul", declarou, numa entrevista feita por telefone no âmbito do 50.º aniversário do massacre de Soweto, em Joanesburgo, que se assinala a 16 de junho.

A ONG condena toda a violência contra imigrantes e a retórica xenófoba, sublinhou.

A violência tem gerado "muito medo entre as pessoas que são imigrantes na África do Sul", o que "viola os seus direitos à segurança e proteção", afirmou.

Nesse contexto, apelou ao Governo sul-africano que corrija "os seus sistemas que regulam a imigração, incluindo o sistema de asilo", onde se verificam "muitos atrasos", o que deixa "as pessoas a viver num limbo", pois não vivem regularizadas.

"Portanto, há muito a fazer por parte do Governo para garantir que as pessoas que fogem dos seus países e vêm para cá em busca de asilo estejam seguras e protegidas, e também por parte do executivo para travar a violência xenófoba que está a acontecer e garantir a segurança e a proteção de todos os que vivem na África do Sul", frisou.

A Amnistia Internacional, recordou, tem vindo a alertar para o uso de imigrantes como bodes expiatórios "quando se trata de questões económicas e de acesso a serviços básicos".

Para Cassandra Dorasamy, as ondas xenófobas no país, que são recorrentes, estão relacionadas com o facto de "muitos sul-africanos não estarem a usufruir dos direitos previstos na Constituição no que toca ao acesso à habitação, ao acesso à água e ao saneamento, à segurança, à segurança económica, ao bem-estar e à proteção".

"Devido à escassez de recursos, por vezes, parece oportuno para as pessoas desviar as atenções e culpar os imigrantes por todos os problemas que as rodeiam, quando, na verdade, é responsabilidade do Governo garantir que esses direitos sejam assegurados. Portanto, tem havido decididamente uma diabolização dos imigrantes face aos problemas que enfrentamos na África do Sul", refletiu.

Por fim, frisou que a ONG defende que o Governo e a polícia sul-africana precisam de garantir a proteção dos imigrantes no país, que é vizinho de Moçambique.

"É inaceitável que a polícia permita o assédio, a intimidação e a violência contra imigrantes e não faça nada", reiterou.

As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul e levam frequentemente a ondas de protestos violentos, especialmente nos bairros mais vulneráveis.

Os protestos mais graves ocorreram no final de 2019, resultando na morte de 18 estrangeiros, segundo dados da organização Human Rights Watch (HRW).

Na atual onda de protestos, manifestantes anti-imigração sul-africanos deram até 30 de junho para todos os estrangeiros abandonarem o país e o Governo da África do Sul anunciou nos últimos dias restrições às políticas migratórias.

Centenas, e nalguns casos até milhares, de migrantes foram repatriadas pelos próprios países, como Moçambique (mais de 700) ou a Nigéria (mais de mil), e a África do Sul foi alvo de críticas internacionais por xenofobia.

Trump celebra hoje 80 anos: A 'festa' e o percurso do presidente dos EUA... O presidente norte-americano, Donald Trump, celebra este domingo o seu 80.º aniversário, tornando-se o segundo octogenário a governar os Estados Unidos. Para comemorar a data, o republicano irá assistir a vários combates de UFC na Casa Branca, uma organização de artes marciais da qual é fã.

@Fox News   Por noticiasaominuto.com 

O presidente norte-americano, Donald Trump, celebra este domingo o seu 80.º aniversário, tornando-se o segundo octogenário a governar os Estados Unidos. Para comemorar a data, o republicano irá assistir a vários combates de UFC na Casa Branca.

De recordar que Trump tornou-se a pessoa mais velha a tornar-se presidente dos Estados Unidos, uma vez que é cinco meses mais velhos que o seu antecessor Joe Biden. 

Outro facto inédito é que alguém condenado por um crime nunca ganhara as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A 'festa' de aniversário de Trump

Donald Trump começou a planear o dia de aniversário há já algum tempo. No jardim sul da Casa Branca foi construído um ringue que será palco de várias lutas de UFC. Desporto do qual o presidente norte-americano é fã.

No entanto, a organização do evento não foi vista com bons olhos. Vários cidadãos norte-americanos apresentaram um processo para impedir a realização dos combates na Casa Branca. 

Mas, na semana passada, um juiz federal autorizou o presidente a celebrar o seu 80.º aniversário e o 250.º aniversário do país com combates de UFC.

Recorde o percurso de Donald Trump

Trump nasceu no bairro nova-iorquino de Queens a 14 de junho de 1946. É o quarto de cinco filhos de um importante promotor imobiliário. A mãe era uma imigrante escocesa. 

Depois de ter estudado numa academia militar e formar-se na Universidade da Pensilvânia, o atual chefe da Casa Branca entrou para o negócio da família. Em 1971, Trump assumiu o controlo da empresa familiar. 

De ntoar que o pai construía apartamentos para a classe média nos bairros nova-iorquinos de Brooklyn e Queens, mas Donald Trump preferiu mudar o rumo dos negócios e apostou em torres de luxo, hotéis, casinos e campos de golfe, de Manhattan ao Dubai.

Casou-se três vezes, com duas modelos e uma atriz. Tem cincos filhos e sete netos. É figura habitual nas páginas dedicadas a celebridades, e, ainda na década de 1980, fez participações especiais em filmes, séries e anúncios. ‘Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque’, ‘O Sexo e a Cidade’ ou ‘O Príncipe de Bel Air’ são apenas alguns dos formatos que constam no seu currículo televisivo.

Do setor imobiliário... a político

Em 2015, num discurso proferido no edifício Trump Tower, em Manhattan (Nova Iorque), Trump decidiu avançar com uma candidatura para as eleições presidenciais, representando o Partido Republicano.

Donald Trump acabaria por vencer as eleições contra a democrata Hillary Clinton, iniciando assim o seu primeiro mandato na Casa Branco enquanto presidente dos Estados Unidos. 

Em 2020, Trump voltaria a recandidatar-se para um segundo mandato. No entanto, desta vez, não teve sorte, tendo sido vencido pelo democrata Joe Biden. 

E eis que, em 2024, volta a marcar presença na corrida das presidenciais norte-americanas. Inicialmente, tinha como opositor Joe Biden - que acabou por desistir da candidatura e foi substituído por Kamala Harris. 

Donald Trump venceu as eleições presidenciais de 2024 e tornou-se o segundo presidente norte-americano a cumprir dois mandatos não consecutivos, tendo conseguido vencer pela primeira vez o voto popular numa eleição, algo que não conseguiu nem em 2016 contra Hillary Clinton, nem em 2020 contra Biden e que os republicanos não conseguiam há duas décadas.

O presidente norte-americano terminará o segundo mandato presidencial com 82 anos.

A saúde de Trump

Recorde-se que, no final do mês passado, Donald Trump realizou o exame médico anual. O estado de saúde foi descrito como "excelente", incluindo o facto de o presidente ter um coração de uma pessoa de 65 anos. 

No relatório médico, divulgado pela Casa Branca, a saúde cardiovascular de Donald Trump foi descrita como equivalente à de uma pessoa 14 anos mais nova.

De acordo com o médico de Trump, Sean Barbabella, o presidente norte-americano tem uma "idade cardíaca" de 65 anos, apesar de no dia 14 de junho completar 80 anos. 

Quem é a jovem que morreu em salto de "bungee jumping" sem corda?... Jovem de 21 anos morreu em São Paulo, no Brasil, após ser lançada de uma altura de 40 metros durante um salto de corda. Segundo a imprensa local, a vítima não estava ligada ao sistema de segurança. Seis pessoas foram detidas após o acidente.

Por noticiasaominuto.com 

María Eduarda Rodrigues, de 21 anos, é a vítima mortal de um salto de "bungee jumping" sem corda, em São Paulo, no Brasil. 

A jovem morreu este sábado após ser lançada de uma altura de 40 metros sem cordas, em Limeira, no estado brasileiro de São Paulo.

Natural de Jandira, na Grande São Paulo, Maria Eduarda era formada em Educação Física e Gestão Desportiva.

Nas redes sociais, costumava partilhar vários registos da sua rotina, além de publicações relacionadas com atividades físicas, natureza e bem-estar. Horas antes da sua morte, recorde-se, partilhara informações sobre o salto que iria fazer. 

Nas histórias da rede social Instagram, partilhou o local e as pulseiras de identificação para a atividade radical.

Numa das publicações, questionou: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???"

A queda

A jovem morreu este sábado após ser lançada de uma altura de 40 metros sem cordas, durante um salto de "bungee jumping", em Limeira, no estado brasileiro de São Paulo.

Segundo a imprensa brasileira, a empresa responsável não colocou a corda que deveria segurar a jovem. O noivo de María Eduarda, que estava no local, ter-se-á sentido mal e teve de ser assistido, refere o Globo.

O socorro foi acionado também para a mulher que foi, contudo, encontrada já sem vida.

Num vídeo, partilhado nas redes sociais e disponível aqui, é possível ver o momento em que pelo menos quatro funcionários carregam a jovem até à plataforma do salto. Depois, lançam-na e ouve-se: "a corda", "gente, a corda".

A autarquia de Limeira já anunciou que vai processar o Governo Federal por negligência na Ponte do Esqueleto, de onde a jovem saltou. Em causa está o facto de o governo ser responsável pela fiscalização, manutenção e controlo de acessos do local.

A Polícia Militar adiantou que, até ao momento, seis pessoas foram detidas. Dois homens fugiram do local após o incidente, mas acabaram por ser localizados por um helicóptero, que realizou buscas na zona. 


Leia Também:  Maria Eduarda morreu após salto sem corda (e há 3 detidos). Que se sabe?

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu no sábado depois de ter sido lançada de uma altura de 40 metros sem o equipamento de segurança necessário enquanto fazia "bungee jumping", em Limeira, São Paulo. O que se sabe sobre a morte da jovem?

Forças britânicas intercetaram petroleiro da frota fantasma russa... As forças britânicas intercetaram hoje no Canal da Mancha um petroleiro da frota fantasma russa, anunciou o Ministério da Defesa do Reino Unido.

Por LUSA 

"Na primeira operação deste tipo liderada pelo Reino Unido, o navio SMYRTOS foi abordado por comandos dos Royal Marines e por agentes das forças de segurança especialmente formados da Agência Nacional contra o Crime, apesar dos esforços da Rússia para contornar as sanções e continuar a alimentar a sua guerra bárbara na Ucrânia", afirma o ministério em comunicado.

Segundo o Governo britânico, o navio será transferido para um ancoradouro ao largo da costa sul de Inglaterra e colocado sob vigilância.

A operação, realizada nas primeiras horas da manhã e com uma duração de seis horas, contou com apoio aéreo, nomeadamente de helicópteros Chinook, e com a colaboração de navios da Marinha, incluindo a fragata HMS Sutherland.

"A Rússia recorre à sua frota fantasma para financiar o seu conflito na Ucrânia e a nossa interceção desferiu um golpe na guerra ilegal de Putin", afirmou o ministro da Defesa, Dan Jarvis.

De acordo com o governante, a operação foi conduzida "em estreita coordenação" com os franceses.

Para Dan Jarvis, perturbar a frota fantasma com a ajuda de parceiros internacionais "permite atacar diretamente os recursos que alimentam a agressão da Rússia na Ucrânia e reduzir a sua capacidade de ameaçar a segurança na Europa e outros lugares".

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse, por seu turno, que a operação desferiu "um novo golpe contra a Rússia" e deve lembrar "aqueles que alimentam a guerra de Putin na Ucrânia que não podem esconder-se".

Londres sancionou centenas de navios suspeitos de fazerem parte da frota fantasma utilizada pela Rússia para contornar os embargos ocidentais desde a invasão da Ucrânia em 2022.

Estes navios, geralmente velhos petroleiros de propriedade duvidosa, estão proibidos de aceder aos portos e serviços britânicos.

Em março, o Governo anunciou que as forças britânicas estariam autorizadas a abordar e apreender os navios da frota fantasma que atravessassem as suas águas.


Leia Também: Ucrânia saúda interceção de petroleiro da frota fantasma russa

A Ucrânia saudou hoje a interceção, no Canal da Mancha, de um petroleiro da frota fantasma russa pelas forças britânicas, em colaboração com a França, considerando-a um golpe contra a "máquina de guerra" do Kremlin.


sábado, 13 de junho de 2026

FPF lamenta morte de jogador de futsal em acidente em Mafra... A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) lamentou hoje a morte de um jovem jogador de futsal do Póvoa de Santo Adrião Atlético Clube, na sequência de um despiste de uma carrinha em Mafra.

Por LUSA 13/06/2026

"Nesta hora de dor, a Federação Portuguesa de Futebol associa-se à consternação e envia as mais sentidas condolências à família e amigos do atleta, assim como ao Póvoa de Santo Adrião Atlético Clube e à Associação de Futebol de Lisboa", pode ler-se na nota divulgada no site da FPF.

Um jovem de 17 anos morreu hoje e seis pessoas ficaram feridas, uma das quais com gravidade, na sequência do despiste de uma carrinha de nove lugares no concelho de Mafra, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

Segundo fonte do Comando Sub-Regional da Área Metropolitana de Lisboa, o acidente ocorreu na Estrada Nacional 374, na localidade de Milharado, tendo o alerta sido dado às 13:19.

A mesma fonte especificou que deste acidente resultou um morto, um jovem de 17 anos, um ferido grave, transportado para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e cinco feridos ligeiros, encaminhados para o Hospital Beatriz Ângelo, no concelho de Loures.

De acordo com uma notícia do Correio da Manhã, o veículo sinistrado transportava jogadores de futsal do Póvoa de Santo Adrião Atlético Clube.

Nas operações de socorro estiveram envolvidos 33 operacionais, apoiados por 14 veículos dos bombeiros, do INEM e da GNR.

GUERRA NA UCRÂNIA: Rússia denuncia ataque ucraniano contra oficina da central de Zaporijia... A Rússia denunciou um ataque ucraniano ocorrido hoje contra a oficina de transportes da central nuclear de Zaporijia, situada no leste da Ucrânia, mas sob controlo de Moscovo, um incidente que será comunicado à agência nuclear da ONU.

© Reuters     Por  LUSA   13/06/2026 

A central reportou na manhã de hoje um ataque das Forças Armadas da Ucrânia à oficina de transportes que causou danos materiais significativos, afetando três viaturas, bombas de combustível e janelas do edifício.

Não há registos de feridos nem evidências de perigo radiológico, para já.

A última vez que a oficina de transportes foi atacada foi a 31 de maio, quando seis autocarros e dois veículos Gazelle foram destruídos.

As Forças Armadas da Ucrânia não se pronunciaram sobre o incidente na maior central nuclear da Europa, que tem sido alvo de ataques aéreos e onde são constantemente trocadas acusações de ataques diretos entre a Rússia e a Ucrânia.

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), agência da Organização das Nações Unidas (ONU), tem vindo a alertar para o enorme perigo que representam estes incidentes desde o início da invasão russa da Ucrânia.

Enquanto aguardava um pronunciamento sobre este último ataque, a AIEA confirmou hoje que a central nuclear foi reconectada à rede elétrica esta manhã, a sua principal fonte de energia, após o décimo nono apagão na noite de quarta-feira devido a danos relacionados com o conflito.

Como é habitual, esta desconexão obrigou a central a utilizar geradores a diesel de emergência para fornecer a eletricidade necessária para arrefecer os seus seis reatores desligados.

A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos militares em território russo e na península da Crimeia, ilegalmente anexada por Moscovo em 2014.

No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda quatro regiões - Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia - além da península da Crimeia anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (aliança do Atlântico Norte).

Estas condições para solucionar o conflito - constantes do plano de paz apresentado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump - são consideradas inaceitáveis pela Ucrânia, que exige um cessar-fogo antes de entabular negociações de paz com Moscovo e que os aliados europeus lhe forneçam sólidas garantias de que não voltará a ser alvo de ataque.

Irão afasta assinatura em 24 horas e prevê acordo "nos próximos dias"... O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.

© Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images     Por LUSA   13/06/2026 

"Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]", disse à agência noticiosa iraniana Irna o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai, citado pela agência Fance-Presse (AFP).

Segundo o responsável, que pediu "cautela quando se fazem comentários, devido às reservas da outra parte sobre este processo", o acordo deverá ser assinado "nos próximos dias".

O porta-voz iraniano detalhou ainda que o documento se debruça sobre o fim da guerra. "Por enquanto, decidiu-se não abordar a questão nuclear", acrescentou.

Durante a manhã, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, escreveu na plataforma X (antigo Twitter) que se estava "mais perto que nunca de um acordo de paz" e que a conclusão do processo estava "prevista para as próximas 24 horas".

"Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana", escreveu, então, Shehbaz Sharif na plataforma.

Na publicação, Sharif identificou as contas do Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, do vice-presidente, JD Vance, do secretário de Estado, Marco Rubio, e do enviado especial de Washington para o Médio Oriente Steve Witkoff. Além disso, identificou o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.

Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, apresentado como tendo apenas fins civis.

Em retaliação à ofensiva, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz, abalando a economia mundial, e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Barém, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.

O Paquistão posicionou-se como um mediador fundamental no conflito que alastrou ao Médio Oriente, negociando com êxito um cessar-fogo de duas semanas entre Teerão e Washington a 08 de abril, depois várias vezes prorrogado por Trump.

O objetivo era prosseguir as conversações indiretas para alcançar o levantamento das sanções internacionais ao Irão e a retirada das tropas norte-americanas da região em troca de um compromisso iraniano de não produzir armas nucleares, e garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz.

Por agora, Teerão mantém o bloqueio em Ormuz, por onde passa 20% do crude mundial, e Washington, por sua vez, impede a passagem de navios que tenham como origem ou destino portos iranianos.

Ataques aéreos israelitas atingem sul do Líbano... Ataques aéreos israelitas atingiram hoje o sul do Líbano, após um apelo israelita para a evacuação de cerca de 20 cidades e aldeias da região, incluindo a cidade de Nabatieh, informou a agência de notícias oficial libanesa ANI.

© Abbas Fakih / AFP via Getty Images        Por  LUSA   13/06/2026 

Os bombardeamentos atingiram diversas áreas, incluindo as aldeias de Rihan e Sujud, localizadas perto de Nabatieh.

Segundo a agência, foram ainda relatados disparos de artilharia dentro e à volta da cidade.

Os disparos de artilharia, que ocorreram durante a noite e hoje foram confirmados por um correspondente da AFP em Nabatieh, zona descrita como praticamente deserta.

Na sexta-feira à noite, a ANI relatou explosões e disparos de artilharia perto de colinas com vista para Nabatieh, com o Hezbollah a relatar confrontos com as forças israelitas que avançavam em direção à cidade de Majdal Zoun.

O exército israelita avisou hoje que se preparava para "tomar medidas enérgicas" contra o grupo pró-Irão Hezbollah.

O governo israelita aconselhou os residentes de 24 cidades e aldeias em Nabatieh e arredores, bem como aos mais próximos da costa, a abandonar "imediatamente as suas casas" e a dirigirem-se para norte do rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira com Israel.

Hoje o Governo anunciou a interceção de uma "aeronave hostil" que tinha entrado no norte de Israel vinda do Líbano, após quatro incidentes semelhantes no dia anterior.

Nestes incidentes anteriores, alguns projéteis não foram intercetados, mas o exército afirmou que não causaram danos significativos.

O Hezbollah, por sua vez, declarou ter lançado ataques com drones contra veículos militares israelitas no sul do país.


Leia Também: Israel anuncia ataques iminentes no sul do Líbano

O exército israelita anunciou hoje que irá lançar novos ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano, após denunciar uma violação do cessar-fogo pelo movimento xiita libanês.

CONFLITOS: Desde a Segunda Guerra Mundial que não havia tantos conflitos armados... Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO).

© Lusa    13/06/2026 

O relatório, intitulado "Tendências de Conflitos: Uma Análise Global, 1946-2025", indica ainda que o ano passado foi o terceiro mais letal desde 1989, com 245 mil mortes resultantes da violência relacionada com conflitos.

O documento registou oito conflitos interestatais em 2025: a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o conflito entre a Índia e o Paquistão, os combates entre o Afeganistão e o Paquistão, os confrontos entre a Tailândia e o Camboja e múltiplos conflitos interestatais ligados ao conflito no Médio Oriente, incluindo os que envolveram Israel, o Irão, o Iémen e os Estados Unidos.

"O ressurgimento de conflitos interestatais a esta escala é profundamente preocupante", salientou Siri Aas Rustad, diretora de investigação do PRIO e principal autora do relatório, que salientou que "durante décadas, as guerras civis dominaram os conflitos globais".

Durante o lançamento do relatório, que se baseia em dados do Programa de Dados sobre Conflitos de Uppsala (UCDP), afirmou: "Estamos agora a assistir a um perigoso ressurgimento de confrontos diretos entre Estados, impulsionados por rivalidades geopolíticas, disputas fronteiriças e escalada regional, particularmente no Médio Oriente".

Estes números refletem as 245 mil mortes em incidentes relacionados com batalhas, um número resultante de três conflitos: a invasão russa da Ucrânia, a guerra no Sudão --- incluindo os massacres perpetrados pelo grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, no Darfur --- e o bombardeamento israelita da Faixa de Gaza.

O PRIO observa que o elevado número de mortes é frequentemente impulsionado por alguns conflitos de grande escala e sublinha que, embora antes de 2020 fosse comum a ocorrência de um destes conflitos de cada vez, nos últimos anos tem-se verificado uma acumulação destes conflitos em simultâneo.

O aumento do número de mortes entre 2024 e 2025 --- passando de 188.000 para 245.000 --- deve-se principalmente à violência no Sudão, com cerca de 60.000 mortos na última semana de outubro de 2025 pelas Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, segundo dados da UCDP.

O número de mortes quase duplicou na República Democrática do Congo (RDCongo), principalmente devido à ofensiva lançada no início do ano pelo grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23).

A UCDP esclarece que o número de mortos inclui aqueles que morreram em combate --- o que engloba mortes em conflitos ou ataques, tanto de combatentes como de civis --- mas exclui um "número enorme" de mortes indiretas devido à falta de infraestruturas e instalações de saúde, insegurança alimentar e aqueles feridos em ataques que posteriormente sucumbiram aos ferimentos.

Por isso, sublinha que, embora os números reflitam o nível de conflito em todo o mundo, são estimativas conservadoras, especialmente porque o número de mortes indiretas é difícil de verificar "devido à falta de dados fiáveis" que permitam uma estimativa aproximada.

O relatório indica que 2025 registou também o maior número de conflitos estatais desde 1946, com 65 conflitos --- mais seis do que o recorde anterior --- e cerca de 153 mil mortes, um número apenas superado pelos documentados em 2021, 2022 e 2024.

Dados que representam um nível persistentemente elevado de violência estatal, com mais mortes nos últimos cinco anos do que nos 20 anos anteriores a 2021.

Durante 2025, estes 65 conflitos foram documentados em 35 países, um aumento em ambas as áreas em comparação com 2024.

Além disso, na última década, a diferença entre o número de conflitos e o número de países em conflito aumentou, indicando um aumento no número de países que experienciam múltiplos conflitos simultâneos --- como Myanmar, com cinco, e Israel, com dois conflitos civis e três internacionais.

A lista de países com múltiplos conflitos inclui ainda o Afeganistão, os Camarões, o Mali, a Nigéria e o Paquistão, com três cada, enquanto 16 dos 35 países têm apenas um conflito.

Este facto "reflete também uma crescente complexidade na dinâmica dos conflitos, com mais atores envolvidos", como explica o PRIO, que sublinha que este tem "implicações importantes para a forma como estes conflitos são analisados ??e abordados".

Rusted salientou que "os conflitos hoje estão cada vez mais interligados" e acrescentou que "envolvem mais atores, frentes sobrepostas e maior abrangência regional".

"Isto torna-os muito mais difíceis de resolver e aumenta significativamente o risco", disse.

ÍNDIA: Avião da Força Aérea Indiana despenha-se na Índia e mata cinco militares... Um avião de transporte da Força Aérea Indiana despenhou-se hoje durante uma aterragem na base de Jorhat, no nordeste da Índia, matando cinco militares, informou aquele ramo das Forças Armadas.

© X/W0lverineupdate     Por  LUSA   13/06/2026 

"A Força Aérea Indiana lamenta profundamente a morte de cinco dos seus soldados no acidente do [Antonov] An-32 em Jorhat", informou a instituição em comunicado, citado pela agência de notícias francesa AFP.

Segundo a mesma fonte, foi determinada a abertura de um inquérito para investigar as causas do acidente.

Vários meios de comunicação indianos transmitiram imagens de uma densa coluna de fumo negro a sair da base de Jorhat e, em seguida, de destroços do avião, cercados por militares.

O An-32 é uma aeronave bimotora de fabrico russo e, em 2019, um outro avião deste modelo que partiu da base de Jorhat tinha-se despenhado perto da fronteira entre a Índia e a China, matando 13 passageiros e tripulantes, refere a AFP.

No total, a Força Aérea Indiana dispõe de cerca de cem An-32.

 


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Três pessoas seguiam a bordo do aparelho que se despenhou este domingo em Loiret, França. Uma pessoa morreu e outras duas estão em estado critico.

Suécia interceta dois caças russos perto do seu espaço aéreo... A Suécia enviou dois pares de caças JAS 39 Gripen para intercetar dois aviões de guerra russos que sobrevoavam o Mar Báltico junto ao seu espaço aéreo, anunciou hoje o exército sueco.

© Reuters    Por LUSA    13/06/2026 

Os dois incidentes ocorreram na sexta-feira, nas regiões sul e norte do Mar Báltico.

As aeronaves da NATO também levantaram voo "para manter a segurança no espaço aéreo partilhado", afirmou o exército sueco em comunicado.

O espaço aéreo sueco não foi violado em nenhum dos incidentes, indicou o Exército.

"As ações russas são graves e constituem um padrão de comportamento recorrente que ameaça tanto a nossa integridade territorial como a nossa segurança", disse a vice-almirante Ewa Skoog Haslum, chefe de operações conjuntas, citada no comunicado.

A Suécia aderiu à NATO em março de 2024.

As tensões no Mar Báltico aumentaram acentuadamente desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 2022.


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A Rússia tem vindo a reforçar a sua presença militar ao longo das fronteiras com os países nórdicos e bálticos, revelou esta semana uma investigação do serviço público de televisão dinamarquês DR.

MAIS DE 110 MILHÕES??? : UE E UN-HABITAT INVESTEM MAIS DE 110 MILHÕES DE FRANCOS CFA NA EXPANSÃO URBANA DE MANSOA

Por  Rádio Sol Mansi   13 06 2026 

A União Europeia e o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) lançaram oficialmente, esta sexta-feira (12 de junho), as obras de expansão urbana da cidade de Mansoa, no âmbito do projeto "Fortalecendo a Governação Urbana e o Acesso a Serviços Básicos para um Desenvolvimento Local Verde e Inclusivo na Guiné-Bissau – Nô Misti Disinvolvimentu Local (NMDL)", inserido no Programa Cidades Verdes e Inclusivas.

No ato, o representante da União Europeia na Guiné-Bissau, Frederico Bianchi, reafirmou a vontade da organização em continuar a apoiar o desenvolvimento sustentável da Guiné-Bissau.

Por sua vez, o secretário regional de Oio, Iaia Baldé, em representação do governador, afirmou que é dever das autoridades regionais ajudar na fiscalização das obras em curso. Na ocasião, pediu ainda que as intervenções em execução na cidade de Mansoa sejam estendidas aos restantes setores que compõem a região de Oio.

Ainda durante a cerimónia, a Diretora-Geral das Infraestruturas e Transportes do Ministério das Obras Públicas, Construção e Urbanismo, Luzia Dias, apelou à colaboração da população de Mansoa para o bom andamento das referidas obras.

Segundo os responsáveis, as obras, financiadas pela União Europeia através da UN-HABITAT, num montante superior a 110 milhões de francos CFA, terão a duração de um ano. Está igualmente prevista a abertura de mais de 8,5 quilómetros de ruas.


sexta-feira, 12 de junho de 2026

NIGÉRIA: Homens armados matam 17 agricultores no noroeste da Nigéria... Pelo menos 17 pessoas morreram hoje, e outras cinco ficaram feridas, após homens armados terem disparado sobre agricultores no Estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, adiantaram à agência France-Presse (AFP) um responsável local e alguns residentes.

© Maksim Konstantinov/SOPA Images/LightRocket via Getty Images    Por  LUSA   12/06/2026 

Grupos 'jihadistas' e bandos armados especializados em sequestros para obtenção de resgate aterrorizam as comunidades do norte e do centro da Nigéria, onde realizam ataques mortíferos e impõem taxas aos agricultores que desejam aceder às suas terras.

Os criminosos, que circulavam de moto e se faziam passar por visitantes, abriram fogo contra agricultores que trabalhavam nos seus campos na aldeia isolada de Goron Namaye, no distrito de Maradun, segundo as mesmas fontes.

Além dos 17 mortos, outras cinco ficaram feridas.

"Recebi esta manhã um relatório que indicava 17 mortos na comunidade de Goron Namaye", contou Sanusi Dosara, administrador político do distrito de Maradun.

Já Abubakar Jarra, um líder comunitário da aldeia, confirmou o número de mortos, acrescentando que outras cinco pessoas ficaram feridas, três delas gravemente.

Com o início da estação das chuvas anual, crucial para a Nigéria, os agricultores do norte do país estão a abandonar as suas terras devido aos ataques de grupos armados, ameaçando assim o abastecimento alimentar do país mais populoso de África.

No domingo, 39 idosos de uma aldeia do mesmo distrito de Maradun foram raptados quando se dirigiam ao acampamento de um chefe de gangue para negociar um acordo de paz que permitisse à comunidade cultivar as suas terras.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou na terça-feira que a insegurança generalizada causada pelos grupos armados pode "afetar as receitas fiscais e de exportação e agravar a pobreza e a insegurança alimentar" no país.


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Uma mulher iraniana encontra-se entre cerca de 20 de migrantes deportados pelos Estados Unidos num voo que chegou hoje à República Centro-Africana (RCA), no âmbito de acordos da administração Trump com nações africanas e latino-americanas.

FA planejam a construção de raiz da Marinha de Guerra Nacional

CEMGFA, Major-General dos Comandos Tomás Djassi constata in-loco o inicio dos trabalhos para a construção de novas instalações do Estado-Maior d´Armada (Marinha de Guerra Nacional).

Numa visita guiada ao local, General Djassi fez-se acompanhar do Vice-CEMGFA, Major General Samuel Fernandes, do Chefe do Estado-Maior d´Armada Contra-Almirante Helder Nhanque, Oficiais das Forças Armadas e técnicos da Engenharia Miliar, unidade encarregue para execução da obra, a fim de testemunhar a amplitude deste projeto que irá suprimir as dificuldades logísticas deste Ramo das Forças Armadas guineense.   

 FARP Guiné-Bissau  IM/FA 12.06.2026


Irão quer diluir reservas de urânio e nova gestão do estreito de Ormuz... O Irão adiantou hoje que o acordo com os EUA prevê o levantamento do bloqueio e uma nova gestão do estreito de Ormuz, acrescentando que a única solução para o urânio enriquecido será diluir as reservas no seu território.

© Lusa     12/06/2026 

"O bloqueio naval deve ser completamente levantado. É o primeiro ponto mencionado no acordo", destacou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, na televisão estatal iraniana.

"O Irão tomou a decisão firme de que a administração do estreito de Ormuz não seria mais a mesma que antes", acrescentou.

Abbas Araghchi adiantou que estão em curso discussões com o Omã sobre esta via marítima estratégica para os hidrocarbonetos que se tornou com a guerra, segundo o ministro, um "dos principais instrumentos de dissuasão" da República Islâmica.

O chefe da diplomacia iraniana defendeu ainda a diluição dos 'stocks' de urânio enriquecido a 60% no território iraniano, enquanto Washington exige a sua destruição no âmbito do protocolo de acordo atualmente em discussão.

Diluir o urânio para um teor inferior a 5%, longe dos 90% necessários para fabricar uma bomba nuclear, permitiria afastar consideravelmente a ameaça de um enriquecimento para fins militares.

Abbas Araghchi indicou também nas mesmas declarações que o memorando de entendimento será assinado "à distância" assim que esteja finalizado, talvez "nos próximos dias".

"Assim que as últimas etapas das nossas negociações estiverem concluídas, este acordo será assinado e anunciado. A assinatura será feita, numa primeira fase, por via digital. Cada parte assinará à distância. Posteriormente, será anunciado que este protocolo de acordo foi assinado por ambas as partes", detalhou.

Um responsável norte-americano citado pela agência Efe sob condição de anonimato avançou que os Estados Unidos esperam assinar "nos próximos dias" um acordo com o Irão para pôr fim à guerra, o que cumpriria os "principais objetivos" do Presidente, Donald Trump, como reabrir o estreito de Ormuz e lançar as bases para o desmantelamento do programa nuclear iraniano.

Esta fonte afirmou que o rascunho do acordo "cumpre os objetivos centrais que o presidente dos Estados Unidos estabeleceu" ao iniciar a guerra contra o Irão em fevereiro passado e coloca Washington "numa posição muito, muito favorável".

O Irão tem reiterado que as suas atividades nucleares têm fins exclusivamente civis e rejeita as acusações de que procura desenvolver armamento atómico.

O acordo obrigaria também o Irão a "deixar de financiar a violência" noutros países do Médio Oriente - como os rebeldes Huthis no Iémen, o Hamas na Faixa de Gaza e o Hezbollah no Líbano, - mas "faria com que todos respeitassem a soberania territorial iraniana".

O Irão receberia, em troca, um alívio das sanções, o que lhe permitiria "reintegrar-se na economia mundial", acrescentou.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, país mediador, avançou hoje numa mensagem no X que "foi alcançado um texto definitivo e consensual do acordo de paz".

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esta quinta-feira que tinha alcançado um "grande acordo" de paz com o Irão, ainda por formalizar, e que poderia ser assinado este fim de semana na Europa.

O Irão negou ter chegado a um acordo após a mensagem de Trump, mas hoje, Abbas Araghchi afirmou que o "memorando de entendimento" com Washington "nunca esteve tão próximo".

Esta última aproximação surge depois de os EUA e o Irão terem trocado uma nova ronda de ataques esta semana, na sequência do abate de um helicóptero norte-americano pelas forças iranianas.

As negociações decorrem após o cessar-fogo alcançado em abril e procuram consolidar um acordo mais amplo para encerrar o conflito que envolve o Irão, os Estados Unidos e Israel.


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Um alto responsável norte-americano afirmou hoje que o Irão aceitou desmantelar o seu programa nuclear e eliminar as reservas de urânio enriquecido e a própria diplomacia iraniana admitiu que um acordo pode estar próximo.

CABO VERDE: PAICV aprova Francisco Carvalho para PM e linhas gerais do programa de Governo... O Conselho Nacional do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) ratificou hoje o nome de Francisco Carvalho, líder do partido, para primeiro-ministro e aprovou as linhas gerais do programa de Governo, anunciou o porta-voz Carlos Tavares.

© Lusa    12/06/2026 

A ratificação "é o reconhecimento de uma vontade popular expressa nas últimas eleições legislativas de 17 de maio", referiu, e acontece após o Presidente da República, José Maria Neves, já ter indigitado o novo primeiro-ministro a 03 de junho.

O parlamento, com maioria absoluta do PAICV (37 dos 72 deputados), reúne-se pela primeira vez a 18 de junho e a posse do primeiro-ministro e Governo pelo chefe de Estado está agendada para o dia seguinte.

Segundo Carlos Tavares, a reunião serviu também para fazer um "alinhamento político e estratégico" sobre as prioridades nacionais da governação, incluindo "o reforço da reforma do Estado" e a redução das "gorduras" para libertar recursos para áreas essenciais do desenvolvimento.

O reforço dos transportes interilhas, mais baratos e eficientes, a gratuidade do ensino superior público, a saúde universal gratuita para todos e uma aposta na habitação, estão entre as orientações, referiu.

O programa inclui "um grande reforço" da inclusão social, "maior justiça fiscal", "melhoria progressiva do salário e também das pensões sociais", assim como "uma nova agenda para a valorização da diáspora no desenvolvimento nacional e também uma nova agenda para a diplomacia internacional, que deve ser mais eficiente e ao serviço dos interesses nacionais".

Ambiente, ordenamento do território, mudanças climáticas e "uma aposta forte na gestão dos resíduos e em maior disponibilidade de água, que é um problema candente em Cabo Verde" são outras "apostas fortes" da nova governação, concluiu.

O PAICV venceu as eleições legislativas de 17 de maio com maioria absoluta e regressa ao poder após dois mandatos (10 anos) de governação do Movimento para a Democracia (MpD).

No novo parlamento, o PAICV terá 37 lugares, o MpD vai ocupar 33 e a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) terá dois lugares.

Juiz deixa Trump acolher combates de UFC no relvado sul da Casa Branca... Um juiz federal autorizou hoje o Presidente norte-americano a celebrar este fim de semana o seu 80.º aniversário e o 250.º do país com combates de UFC num ringue já montado no relvado sul da Casa Branca.

© Chip Somodevilla/Getty Images    Por  LUSA   12/06/2026 

A decisão do juiz distrital Amit Mehta permite aos organizadores utilizar o relvado da Casa Branca como local para o evento de artes marciais mistas da organização Ultimate Fighting Championship (UFC) planeado para domingo. 

Mehta concluiu que os autores da ação judicial interposta para proibir a realização do evento provavelmente não têm legitimidade para o contestar e não conseguiram provar que sofreriam danos irreparáveis caso o evento prosseguisse como planeado.

O juiz apontou ainda a "demora injustificada" dos autores da ação para contestar um evento que está a ser planeado há meses.

"No contexto de um pedido de urgência --- e considerando que a data do combate do UFC já era conhecida há muito tempo --- é justo dizer que os autores da ação atrasaram injustificadamente a apresentação da ação, enfraquecendo as suas alegações de danos irreparáveis", escreveu o magistrado.

Os advogados da organização sem fins lucrativos Public Integrity Project apresentaram uma ação para contestar o evento "UFC Freedom 250", de Donald Trump, em nome de uma ativista e de um veterano da guerra do Vietname.

Os dois queixosos pediram ainda ao tribunal que impedisse os organizadores de instalar qualquer tipo de estruturas para o evento nos terrenos da Casa Branca, incluindo uma estrutura de aço com 28 metros de altura e 600 toneladas, chamada A Garra.

Os "danos estéticos" invocados pelos autores da ação, observou o juiz, são temporários, uma vez que A Garra será desmontada a partir de segunda-feira de manhã e os equipamentos de palco no Lincoln Memorial deverão ser removidos antes disso".

"Os comentários do Presidente sobre a permanência da Garra não alteram a situação, perante a clara declaração de um responsável da Casa Branca", escreveu o juiz.

A Casa Branca classificou o processo judicial como uma tentativa infundada de impedir Trump de realizar um evento que não difere em nada de muitos outros realizados rotineiramente em fóruns públicos na capital do país.

O Governo Trump não pode emitir entradas para eventos desportivos no relvado sul da Casa Branca ou no Lincoln Memorial, onde os lutadores do UFC planeavam hoje realizar uma conferência de imprensa para os fãs, segundo os advogados dos queixosos, que argumentaram tratar-se de uma iniciativa comercial privada, com fins lucrativos, com pacotes VIP que custam milhões de dólares.

"O Governo do Presidente Trump está a conceder ao UFC uma oportunidade de negócio extraordinária que legalmente não pode conceder e, em troca, o UFC está a realizar um evento no qual a sua direção, lutadores, anunciantes e várias celebridades prestarão homenagem ao Presidente no seu aniversário", sustentaram os advogados da Public Integrity Project.

O Serviço Nacional de Parques e o Departamento do Interior são também citados como arguidos no processo.

Em 2019, durante o seu primeiro mandato presidencial (2017-2021), Donald Trump tornou-se o primeiro chefe de Estado norte-americano em exercício a assistir a combates do UFC.

Trump, um republicano, é amigo do presidente e CEO da UFC, Dana White.

O juiz federal Amit Mehta foi nomeado para o cargo pelo Presidente Barack Obama, um democrata.

Mehta presidiu a outros casos relacionados com Trump, incluindo o processo civil acusando-o de instigar uma multidão de apoiantes a invadir o edifício do Capitólio, onde funcionam as duas câmaras do Congresso dos Estados Unidos, a 06 de janeiro de 2021, quando estas estavam reunidas para certificar a vitória eleitoral do candidato democrata, Joe Biden, nas presidenciais de 2020, que o derrotou.