terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Burkina Faso/Quem é Paul-Henri Sandaogo Damiba?

Bissau, 25 Jan 22 (ANG) - O tenente-coronel Paul-Henri Sandaogo Damiba preside o movimento que concretizou o golpe militar, esta segunda-feira, no Burkina Faso.

Desconhecido do grande público, foi nomeado, em Dezembro, como  responsávelpela luta antiterrorista no leste do Burkina e encarregue da segurança em Ouagadougou.

Ele é também autor do livro “Exércitos da África Ocidental e Terrorismo: RespostasIncertas?”, no qual analisa as estratégias antiterroristas na região do Sahel.

O comunicado lido na televisão pública, esta segunda-feira, e que confirmou o golpe militar no Burkina Faso estava assinado pelo tenente-coronel Paul-Henri Sandaogo Damiba, presidente do Movimento Patriótico de Salvaguarda e Restauro. O MPSR foi descrito como "reunindo todas as componentes das forças de defesa e segurança que decidiram pôr fim ao poder de Marc Roch Christian Kaboré a 24 de Janeiro de 2022”.

Paul-Henri Sandaogo Damiba é um tenente-coronel de infantaria do exército do Burkina Faso. A 3 de Dezembro, foi nomeado comandante da terceira região militar do país, responsável pelo dispositivo antiterrorista na zona leste do Burkina e responsável pela segurança da capital Ouagadougou.

A nomeação, feita pelo Presidente Roch Marc Christian Kaboré, aconteceu depois de uma vasta reorganização na hierarquia militar, na sequência do ataque jihadista a Inata, em Novembro, no qual morreram 57 pessoas, nomeadamente 53 soldados. Nessa altura, intensificaram-se as manifestações para exigir mais meios para os militares lutarem contra o terrorismo.

O tenente-coronel é autor do livro “Exércitos da África Ocidental e Terrorismo: Respostas Incertas?”, publicado em Junho, pela editora francesa Trois Colonnes. A obra analisa e questiona as estratégias antiterroristas na região do Sahel.

De acordo com a editora, Paul-Henri Sandaogo Damiba estudou na Escola Militar de Paris, fez um mestrado em Ciências Criminais no Conservatoire National des Arts et Métiers e participou em várias operações antiterroristas entre 2015 e 2019 “enquanto assumia responsabilidades operacionais nas regiões do Sahel e do Norte”.

Em 2019, durante o processo do General Diendéré (condenado a 20 anos de prisão pela tentativa de golpe militar em 2015), Paul-Henri Sandaogo Damiba distanciou-se desse movimento, levado a cabo por elementos do antigo RSP, Regimento de Segurança Presidencial.

De acordo com várias fontes, ele teria convivido, durante a sua formação no exército burquinabê, com o coronel Zoungrana, que foi detido há duas semanas por ser suspeito de estar a preparar um golpe de Estado.

ANG/RFI

ACORDO DE MOBILIDADE DA CPLP

 Ministério dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau

O Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades, informa de que o Acordo de Mobilidade da CPLP entrou efectivamente em vigor no dia 1 de Janeiro de 2022 entre os 4 países que ratificaram o Acordo,  nomeadamente, Portugal, Cabo-Verde, São Tomé e Guiné-Bissau.  

Doravante, todos os passaportes Diplomáticos, de Serviço e Especial, da Guiné-Bissau, ficam ISENTOS de VISTO nesses países.  

O documento que certifica a aplicação do Acordo pelas Autoridades portuguesas.


Guine Bissau - Atualidade Nacional ...RTP Africa Reporter

MUADEM - Distribuição de donativos para a Maternidade e Pediatria do Hospital Nacional Simão Mendes e para centros de saúde do SAB

 Distribuição de donativos a Centro de Saúde de Cuntum, e fim da distribuição.👇

Distribuição de donativos a Centro de Saúde de Bairro de Plack-ll👇

Distribuição de donativos a Centro de Saúde de Bairro Militar.👇

Distribuição de donativos a Centro de Saúde de Bairro de Ajuda.👇

Distribuição da donativos para a Maternidade e Pediatria do Hospital Nacional Simão Mendes.👇

 CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO VÍDEO

Entrega de donativos a Centro Materno Infantil👇

 Veja Também:

MUADEM - AGENDA DO EVENTOS DO MÊS DE JANEIRO 

Na luta para empoderamento da Mulher Guineense e sua reafirmação na política. 

                                ATIVIDADES 

25 DE JANEIRO 

Distribuição de donativos para a Maternidade e Pediatria do Hospital Nacional Simão Mendes e para centros de saúde do SAB

Hora de encontro: 08h00'

Sede Nacional do Madem-G15 

LOCAIS DE ENTREGAS:

1° Maternidade e pediatria de HNSM

2° Centro Materno Infantil:

3° Centro de Saúde de Bairro de Ajuda

4° Centro de Saúde de Bairro Militar

5° Centro de Saúde de Plack-ll

6° Centro de Saúde de Cuntum

VIVA MADEM-G15 ESPERANÇA DE POVO🇬🇼

VIVA MUADEM

Madem-G15 Movimento para Alternância Democrática 

Botche Cande foi mentor da exoneração de Sissoco como primeiro-ministro (foi ele que caluniou aquele governo junto ao Jomav) e hoje criou partido e quer enganar os fulas! ?

E sai dizendo viva “pursudenti Sissoco” quando o Braima Camara e Madem-G15 estava a apoiar Sissoco, onde estava “nhu” Botche? Completou deputado Zé-Carlos👇

Madem-G15 é partido que apoiou General, e o Botche estava noutro lado e, hoje ele quer mostrar que é mais apoiante de Sissoco? Diz o deputado José Carlos Macedo
Ele, disse que Umaro Sissoco é de Madem-G15👇


BURKINA FASO: Militares do Burkina Faso confirmam tomada de poder

© Lusa

Por LUSA   24/01/22  

Os militares que iniciaram no domingo um golpe de Estado no Burkina Faso confirmaram hoje, numa declaração na televisão estatal, que tomaram o poder e anunciaram a dissolução do Governo e do parlamento.


Na aparição televisiva, em que surgiram mais de uma dúzia de militares, um porta-voz, o capitão Sidsoré Kader Ouédraogo, leu dois comunicados, dando conta que os militares puseram fim ao poder do Presidente burquinabê, Roch Kaboré, que governava este país da África ocidental desde 20215.

Na mensagem, o chamado Movimento Patriótico para a Salvaguarda e Restauração anunciou que iria trabalhar para estabelecer um calendário "aceitável para todos" para a realização de novas eleições, sem adiantar mais pormenores.

As organizações internacionais, nomeadamente a União Europeia, União Africana e Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), bem como os EUA, já sublinharam a sua preocupação com os acontecimentos no Burkina Faso e responsabilizaram as forças armadas pela integridade física do Presidente Kaboré.

O Presidente Kaboré, no poder desde 2015 e reeleito em 2020 com a promessa de lutar contra os terroristas, tem vindo a ser cada vez mais contestado por uma população atormentada pela violência de vários grupos extremistas islâmicos e pela incapacidade das forças armadas do país responderem ao problema da insegurança.

Vários quartéis no Burkina Faso foram este domingo palco de motins de militares, que exigiram a substituição das chefias militares e os "meios apropriados" para combater os grupos terroristas, que atacam o país desde 2015.

Kaboré lidera o Burkina Faso desde que foi eleito, em 2015 (reeleito em 2020), após uma revolta popular que expulsou o então Presidente, Blaise Compaoré, no poder durante quase três décadas.

Ainda que reeleito em novembro de 2020 para mais um mandato de cinco anos, Kaboré não conseguiu combater a frustração que tem vindo a crescer devido à sua incapacidade de conter a propagação da violência terrorista no país.

Os ataques ligados à Al-Qaida e ao grupo extremista Estado Islâmico têm vindo a aumentar sucessivamente desde a chegada ao poder do atual Presidente, reclamando já milhares de vidas e forçando a deslocação de um número estimado pelas Nações Unidas de 1,5 milhões de pessoas.

Também os militares vêm a sofrer baixas desde que a violência extremista começou em 2016. Em dezembro último, mais de 50 elementos das forças de segurança foram mortos na região do Sahel e nove soldados foram mortos na região centro-norte em novembro.

BURKINA FASO - A CARTA DE RENÚNCIA DO PRESIDENTE @ditaduraeconsenso.blogspot.com

Leia Também: Burkina Faso. Partido denuncia tentativa de assassinato de presidente

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Um casaco quentinho que carrega o telemóvel? Sim, já existe!

© Oysho

Notícias ao Minuto  24/01/22 

A peça tem uma bateria que permite carregar dispositivos eletrónicos.

Não passa sem o telemóvel, mas está constantemente sem bateria e num profundo stress? Não desespere. A Oysho lançou um curioso casaco com uma bateria que permite carregar este pequeno aparelho e outros dispositivos sem fios ou através de um cabo próprio. Custa 119 euros.

Trata-se de um casaco com mecanismo de aquecimento em três áreas: zona dianteira, traseira ou ambas. "Dispõe de uma bateria que permite selecionar a zona a aquecer e os três níveis de temperatura: alto, médio ou baixo. A bateria permite carregar o telemóvel e outros dispositivos sem fios u através de um cabo próprio numa das três portas disponíveis", pode ler-se na descrição da peça. Além disso, também pode ser usada como carregador externo independente. 

E não é tudo. Além de prático, este casaco foi testado em laboratórios para suportar temperaturas extremas entre -20ºC e +10 ºC. O artigo está disponível nos tamanhos S, M e L.

Burkina Faso. CEDEAO muito preocupada com "tentativa de golpe de Estado"

© Shutterstock

Notícias ao Minuto  24/01/22 

A Comunidade Económica dos Estados da África (CEDEAO) anunciou hoje em comunicado que está a acompanhar "com grande preocupação" o desenvolvimento da situação no Burkina Faso, "caracterizada" desde domingo "por uma tentativa de golpe de Estado".

A organização regional "responsabiliza os militares pela integridade física do Presidente Roch Marc Christian Kaboré", que fontes militares afirmam ter sido detido por soldados amotinados em Ouagadougou, lê-se no comunicado de imprensa.

A CEDEAO condena a ação dos militares, que classifica "como de extrema gravidade", exortando-os a "regressarem aos quartéis, manter uma postura republicana e a privilegiarem o diálogo com as autoridades para a resolução dos seus problemas".

O Presidente Kaboré, no poder desde 2015 e reeleito em 2020 com a promessa de lutar contra os terroristas, tem vindo a ser cada vez mais contestado por uma população atormentada pela violência de vários grupos extremistas islâmicos e pela incapacidade das forças armadas do país responderem ao problema da insegurança.

Vários quartéis no Burkina Faso foram este domingo palco de motins de militares, que exigiram a substituição das chefias militares e os "meios apropriados" para combater os grupos terroristas, que atacam o país desde 2015.

Uma dúzia de soldados encapuzados e armados montavam esta manhã guarda às instalações da Rádio Televisão do Burkina (RTB), que transmite programas de entretenimento, noticiou a agência francesa AFP.

Foram ouvidos tiros no domingo à noite perto da residência do Presidente e na madrugada de hoje decorreu uma batalha no palácio presidencial enquanto um helicóptero sobrevoava o edifício.

As estradas da capital estavam vazias no domingo à noite, exceto nos postos de controlo fortemente vigiados por soldados.

Outra agência noticiosa, a AP, informou que soldados revoltosos terão assumido o controlo do quartel militar de Sangoulé Lamizana na capital, Ouagadougou, este domingo.

O motim no quartel de Sangoulé Lamizana ocorreu um dia depois de uma manifestação em Ouagadougou, que apelou à demissão de Kaboré, a última de uma série de protestos contra o chefe de Estado, num contexto de desespero social pela forma como o seu Governo tem vindo a lidar com a insurreição islâmica.

O Governo do país não faz quaisquer declarações desde domingo, tendo a última sido a do ministro da Defesa, Aimé Barthelemy Simporé, que afirmou à RTB que alguns quartéis tinham sido afetados pela agitação, não só em Ouagadougou, mas também em outras cidades do país.

O governante negou nessas declarações que o Presidente tivesse sido detido pelos militares revoltosos, apesar de o paradeiro de Kaboré ser já então desconhecido.

"Bem, são alguns quartéis. Não são demasiados", disse Simporé no domingo.

Kaboré lidera o Burkina Faso desde que foi eleito, em 2015 (reeleito em 2020), após uma revolta popular que expulsou o então Presidente, Blaise Compaoré, no poder durante quase três décadas.

Ainda que reeleito em novembro de 2020 para mais um mandato de cinco anos, Kaboré não conseguiu combater a frustração que tem vindo a crescer devido à sua incapacidade de conter a propagação da violência terrorista no país.

Os ataques ligados à Al-Qaida e ao grupo 'jihadista' Estado Islâmico têm vindo a aumentar sucessivamente desde a chegada ao poder do atual Presidente, reclamando já milhares de vidas e forçando a deslocação de um número estimado pelas Nações Unidas de 1,5 milhões de pessoas.

Também os militares vêm a sofrer baixas desde que a violência extremista começou em 2016. Em dezembro último, mais de 50 elementos das forças de segurança foram mortos na região do Sahel e nove soldados foram mortos na região centro-norte em novembro.

Soldados revoltosos disseram à AP que o Governo estava desligado das suas forças no terreno, que os seus camaradas estão a morrer e que querem assumir o controlo dos militares, para garantir melhores condições de trabalho, aumentos salariais, e melhores cuidados para os feridos e para as famílias dos mortos.

Cerca de 85% da população de África sem qualquer dose da vacina

 © Reuters

Por LUSA  24/01/22 

O líder da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje que cerca de 85% da população africana ainda não recebeu a primeira dose da vacina contra a covid-19, que todos devem levar para acabar com fase aguda da pandemia.

Tedros Adhanom Ghebreyesus recordou que 86 países não conseguiram atingir o objetivo de 40% de vacinação até 2021, e 34 deles, na sua maioria em África e no Médio Oriente, não atingiram sequer 10% da população.

"Não podemos terminar a fase aguda da pandemia se não colmatarmos esta lacuna", salientou o chefe da OMS, no seu discurso de abertura da 150.ª sessão do Conselho Executivo da organização.

Embora admitindo que as vacinas "não são uma panaceia para acabar com a pandemia", Tedros Ghebreyesus sublinhou que aquelas são importantes para reduzir a gravidade da crise pandémica, e que o objetivo de alcançar uma taxa de vacinação de pelo menos 70% em todos os países do mundo até final de 2022 deve ser mantido.

O diretor-geral da OMS abordou ainda outras questões no seu discurso principal, incluindo o financiamento da organização que dirige, e advertiu que este aspeto deve ser melhorado para que possa assegurar o seu papel coordenador nos sistemas de saúde mundiais.

"Se o atual modelo de financiamento continuar, estamos a caminhar para o fracasso", afirmou o responsável, que salientou que "a mudança de paradigma que é necessária na saúde global deve ser acompanhada por uma mudança semelhante quando se trata de financiar a OMS".

A covid-19 provocou pelo menos 5,58 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

Mulher de candidato presidencial sul-coreano ameaça prender jornalistas

© iStock

Por LUSA  24/01/22

A mulher de um candidato presidencial na Coreia do Sul ameaçou "prender todos os jornalistas" críticos do seu marido caso ele chegue ao poder, o segundo escândalo para este candidato no espaço de uma semana, foi hoje divulgado.

"Se eu chegar à Casa Azul (sede da Presidência da Coreia do Sul), vou colocá-los a todos na prisão", assegurou Kim Keon-hee, mulher do candidato do partido conservador Poder ao Povo (PPP), Yoon Suk-yeol, e aspirante à função de primeira-dama sul-coreana, em declarações a um jornalista.

Este último gravou os comentários, que hoje foram tornados públicos após uma batalha legal.

Nas gravações, Kim Keon-hee afirmou que a comunicação social crítica do seu marido seria provavelmente processada caso o candidato presidencial chegasse ao poder.

"A polícia vai acusá-los, com a nossa ordem ou não", apontou.

Trata-se do segundo escândalo a atingir Yoon Suk-yeol no espaço de uma semana.

A primeira polémica ocorreu em 18 de janeiro, quando o PPP se distanciou dos comentários de Kim Keon-hee em defesa de Ahn Hee-jung, um ex-candidato presidencial que está preso há três anos por ter abusado da sua secretária.

O gestor de campanha do candidato disse hoje que o partido estava a "tentar descobrir o melhor caminho a seguir", após os comentários da possível futura primeira-dama.

Yoon Suk-yeol está a disputar as eleições com o candidato do Partido Democrata, Lee Jae-myung.

A eleição presidencial está marcada para março.

O partido tentou repetidamente bloquear a publicação destas gravações, recorrendo aos tribunais.

Todos os pedidos foram negados pelas instâncias.

Os comentários de uma mulher que pode vir a ser a próxima primeira-dama do país "refletem as suas opiniões (...) e, portanto, estão sujeitas ao interesse público e à fiscalização", decidiu o Tribunal Federal de Justiça, na semana passada.

Leia Também: Coreia do Sul doa cerca de 200 mil dólares em medicamentos a São Tomé

VISITA DO DEPUTADO DA NAÇÃO SR JOSÉ CARLOS MACEDO MONTEIRO HOJE EM SEIS ALDEIAS (TABANCAS) QUE COMPÕEM REGIÃO DE GABÚ.

 Madem-G15 Movimento para Alternância Democrática 

CAN’2021: COMITIVA CABO-VERDIANA AFETADA POR INTOXICAÇÃO ALIMENTAR

©️ CrioloSports

Por O GOLO GB JANEIRO 24, 2022

A comitiva nacional que prepara o jogo dos oitavos de final da 33ª edição do Campeonato Africano das Nações, CAN’2021, a decorrer nos Camarões, frente ao Senegal, está sendo afetada por um surto de gastroenterite por intoxicação alimentar.

Segundo a Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF), sem revelar os nomes, oito elementos da delegação de Cabo Verde, sendo cinco dos elementos jogadores apresentam sintomas de gastroenterite.

A mesma fonte informa que, os Tubarões Azuis realizaram o penúltimo treino antes do jogo de terça-feira, no Estádio Municipal de Bafang, com todos os jogadores.

Recorde-se que o Cabo Verde garantiu a qualificação para os oitavos-finais da prova máxima do futebol africano como uma das quatro seleções melhores classificadas no terceiro lugar.

Os Camarões ficaram no primeiro do Grupo A com 7 pontos.

Burkina Faso, que terminou a fase de grupos com os mesmos 4 pontos que Cabo Verde ficou no segundo lugar, e Cabo Verde ficou no terceiro lugar, isto enquanto a Etiópia somou 1 ponto, ficando assim no último lugar.

Cabo Verde entra em campo na terca-feira, dia 25 de Janeiro, às 15:00, para defrontar o Senegal, em jogo dos Oitavos de Final.

A 33.ª edição da competição principiou no domingo, dia 9, e decorre até 06 de Fevereiro.

Presidente do Burkina Faso detido por militares

© LUDOVIC MARIN/AFP via Getty Images

Por Notícias ao Minuto   24/01/22 

A notícia surge após terem sido ouvidos disparos junto à residência do Presidente na noite de domingo.

O Presidente do Burkina Faso, Roch Marc Christian Kabore, foi detido num acampamento militar. A notícia surge após terem sido ouvidos disparos junto à residência do Presidente e foi avançada esta segunda-feira por duas fontes de segurança e um diplomata da África Ocidental à agência de notícias Reuters.

O possível golpe de Estado acontece numa altura em que os militares e a população se têm manifestado contra o Presidente por considerarem não estar conseguir conter o avanço dos jihadistas e a proteger devidamente as comunidades do Burkina Faso.

No domingo, centenas de pessoas saíram à rua para apoiar os soldados. Na capital Uagadugu, perto da Praça da Nação, a polícia utilizou gás lacrimogéneo para dispersar cerca de 300 manifestantes. Foram ainda ouvidos disparos em várias bases militares do país.

O ministro da Defesa, Aime Barthelemy Simpore, negou que o Presidente tenha sido detido pelos amotinados, mas o paradeiro de Kabore permanece desconhecido.

O país entra, a partir das 20h locais desta segunda-feira, em recolher obrigatório noturno. Um decreto indica que a medida será mantida “até nova ordem” e abrange “todo o território nacional”. 

O Ministério da Educação anunciou também que as escolas irão permanecer encerradas nos próximos dois dias. 

domingo, 23 de janeiro de 2022

Revolta militar no Burkina Faso visa chefias militares e políticas

© iStock

Por LUSA  23/01/22

Uma revolta militar para exigir a saída das chefias do Exército no Burkina Faso e uma resposta aos ataques jihadistas no país já levou a amotinações nas casernas e à destruição da sede do partido no poder, incendiada.

Segundo a AFP, o incêndio na sede do Movimento do Povo pelo Progresso (MPP) foi provocado por manifestantes que apoiam os militares revoltosos, tendo o rés-do-chão do edifício sido destruído, assim como a fachada.

A polícia dispersou os manifestantes com recurso a gás lacrimogéneo.

Também segundo a AFP, esta manhã registaram-se vários motins em casernas para exigir a saída das chefias do Exército e "meios mais adaptados" a combater os ataques jihadistas que assolam o Burkina Faso desde 2015 e que o Governo não tem conseguido conter.

O executivo reagiu rapidamente aos motins, admitindo que houve disparos, mas desmentiu qualquer tentativa de "tomada de poder pelo Exército".

Segundo a Associated Press (AP), o ministro da Defesa Aime Barthelemy Simpore, em declarações à televisão estatal RTB, reconheceu os motins em algumas casernas do país, mas desmentiu que o presidente Roch Marc Christian Kabore tenha sido detido pelos soldados revoltosos, ainda que o seu paradeiro permanecesse desconhecido.

Um militar ouvido pela AFP relatou que pela 01:00 local foram ouvidos disparos provenientes da base militar Sangoulé Lamizana, na capital Ouagadougou, algo confirmado pelos residentes, que descreveram disparos cada vez mais intensos.

Noutro campo militar da capital, o de Baba Sy, na zona sul, e na base aérea próxima do aeroporto foram também ouvidos disparos, segundo fontes militares citadas pela AFP.

Em casernas de Kaya e Ouahigouya, no norte do país, também foram registados tiros de armas de fogo, segundo residentes.

Na capital, os residentes relataram à AFP que os soldados revoltosos do campo de Sangoulé Laminaza saíram da caserna e dispararam para o ar, tendo também isolado o perímetro à volta da caserna.

Ao início da tarde, cerca de quarenta soldados encontravam-se no exterior da caserna, disparando para o ar junto de centenas de pessoas que exibiam bandeiras do Burkina Faso e faziam soar vuvuzelas demonstrando o seu apoio aos revoltosos, constatou um jornalista da AFP no local.

Em contacto telefónico com a AP, um soldado descreveu as reivindicações por trás dos motins, exigindo melhores condições de trabalho para os militares num contexto de crescente violência contra os extremistas islâmicos.

Entre as reivindicações estão um maior número de soldados afetos ao combate aos extremistas, melhores cuidados para os feridos em combate e para as famílias dos que morrem.

Também exigem substituições na hierarquia militar e serviços secretos.

Os motins surgem um dia depois de protestos a exigir a demissão do presidente Kabore, reeleito em novembro de 2020, que no mês passado demitiu o seu primeiro-ministro e promoveu uma remodelação da maioria do executivo.

A violência no país da África ocidental tem crescido associada a ataques ligados à Al-Qaeda e ao grupo extremista Estado Islâmico.

Milhares de pessoas morreram nos últimos anos e os ataques já provocaram cerca de 1,5 milhões de deslocados.

Leia Também: Governo do Burkina Faso nega golpe de Estado após tiroteio em quartéis

Uma rápida visita de cortesia liderada pelo 1.º Vice-Coordenador, o Sr. camarada Luís Oliveira Sanca, à sede do sector de BANBADINCA.


Madem-G15 Movimento para Alternância Democrática

Presidência aberta inicia em Biombo_ Chefe de Estado está reunido com os régulos e anciões da região na presença dos membros do Governo e responsáveis da região.

SAÚDE: As unhas de gel provocam cancro? Médica esclarece...Descubra aqui.

© Shutterstock

Notícias ao Minuto 

Afinal, as unhas de gel são ou não um fator de risco para o desenvolvimento de cancro? Segundo Isabel Antunes dermatologista no Trofa Saúde Hospital da Trofa e Famalicão, o problema está na secagem. "As lâmpadas utilizadas emitem radiação UV, associada a envelhecimento e cancro de pele".

"Embora a exposição decorra por períodos curtos, como o efeito da radiação UV na pele é cumulativo, o seu uso repetitivo pode aumentar o risco", diz.

Contudo, e de acordo com a Skin Cancer Foundation, o risco é pequeno, pelo que "não há motivo para abdicar por completo" das unhas de gel, conclui a médica.

sábado, 22 de janeiro de 2022

GUINÉ-BISSAU - Comité central do PAIGC quer recandidatura de Domingos Simões Pereira

© Lusa

Notícias ao Minuto  22/01/22 

O comité central do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) pediu a Domingos Simões Pereira, atual líder daquela formação partidária da Guiné-Bissau, para se recandidatar a um terceiro mandato.

Nas resoluções da reunião extraordinária do comité central do partido, reunido quinta-feira, e divulgadas hoje à imprensa, aquele órgão do PAIGC encoraja Domingos Simões Pereira a "preparar e apresentar uma moção de estratégia ao décimo congresso do partido, visando concluir o seu projeto de sociedade, iniciado no congresso de Cacheu".

O comité central aprovou também uma moção de confiança naquele sentido, na qual refere que a recandidatura de Domingos Simões Pereira à liderança do PAIGC responde aos "anseios e às aspirações da maioria esmagadora dos militantes do partido, que continuam a rever-se no seu projeto", que visa a "estabilidade e desenvolvimento da Guiné-Bissau".

O congresso do PAIGC realiza-se, em Bissau, entre 17 e 20 de fevereiro.

Domingos Simões Pereira ainda não anunciou se vai recandidatar-se a um terceiro mandato.

O comité central do PAIGC criticou também as declarações do Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, considerando-os como "tentativas de ameaças descabidas e de ingerência antidemocráticas e inconstitucionais na vida interna do partido, pondo em causa a luta pela consolidação de um Estado de Direito democrático na Guiné-Bissau".

O chefe de Estado disse terça-feira que caso Domingos Simões Pereira vença o congresso do PAIGC e ganhe as legislativas de 2023 não o nomeará primeiro-ministro, porque aquele não o reconhece como Presidente da Guiné-Bissau.

O comité central do PAIGC apelou também aos subscritores de uma carta aberta enviada ao presidente do PAIGC, na qual criticam os seus mandatos à frente do partido, para "reconsiderarem a sua posição, enquanto membros do comité central, respeitando escrupulosamente os procedimentos estatuários, sob pena de incorrerem em processo disciplinar em conformidade com o regulamento disciplinar".

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Presidência aberta inicia em Biombo_ Chefe de Estado está reunido com os régulos e anciões da região na presença dos membros do Governo e responsáveis da região.

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O Presidente da República, iniciou hoje o périplo pelas regiões, no âmbito do programa das Visitas de Estado ao Interior do país, com o objectivo de auscultar o povo para definir as políticas a serem implementadas, para a melhoria das condições de vida da população.

O Chefe de Estado, hoje, visitou Biombo e foi recebido de forma calorosa pela população. 

Visita de  estado a região de Biombo ...LIVE