terça-feira, 23 de junho de 2026

Putin acusa NATO de se preparar para guerra contra a Rússia e ameaça prosseguir ofensiva... Num discurso dirigido a graduados militares, citado pela agência russa TASS, Putin afirmou que os países da Aliança Atlântica passaram de apoiar a Ucrânia para assumirem publicamente a preparação para uma eventual guerra contra a Rússia.

Por  sicnoticias.pt  

O Presidente russo, Vladimir Putin, acusou esta terça-feira, os países da NATO de se prepararem para um eventual conflito com a Rússia, alegando que os aliados ocidentais utilizam a ameaça russa para justificar o aumento das despesas militares.

Num discurso dirigido a graduados militares, citado pela agência russa TASS, Putin afirmou que os países da Aliança Atlântica passaram de apoiar a Ucrânia para assumirem publicamente a preparação para uma eventual guerra contra a Rússia.

"Enquanto os países da NATO antes se limitavam a apoiar o regime de Kiev, que chegou ao poder através de um golpe armado ilegal, agora falam abertamente em preparar-se para uma guerra contra nós e aumentar os seus orçamentos militares ofensivos", acusou Putin.

O chefe de Estado russo acusou ainda os países ocidentais de criarem ameaças à Rússia para justificarem as suas próprias políticas de defesa.

"O padrão de ação do chamado Ocidente pseudodemocrático é muito simples: primeiro, criam ameaças ao nosso país, obrigando-nos a tomar as medidas necessárias para a nossa autodefesa e proteção, e depois acusam-nos de todos os pecados capitais para justificar as suas políticas e ações agressivas contra a Rússia", afirmou Putin.

Sobre a guerra na Ucrânia, iniciada pela invasão russa em fevereiro de 2022, o Presidente destacou aquilo que classificou como a "coragem e eficácia" das forças russas, afirmando que estas estão a "libertar territórios históricos" e a proteger a população de língua russa no leste ucraniano.

O líder do Kremlin afirmou ainda que as tropas russas assumiram praticamente o controlo de Konstantinovka, na região de Donetsk, um dos principais focos de combate no leste da Ucrânia.

Putin acusou igualmente o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de não demonstrar interesse em alcançar uma solução pacífica para o conflito e reiterou a determinação de Moscovo em prosseguir a ofensiva militar.

"A Rússia irá onde for preciso ir", assegurou Putin.

Também hoje, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Alexander Grushko, alertou para o aumento do risco de um confronto direto entre a Rússia e a NATO.

"O risco de um confronto militar está a aumentar; dizem que estarão prontos até 2030, pelo que não querem permitir a paz na Ucrânia em nenhuma circunstância", afirmou Grushko aos jornalistas.

As declarações surgem depois de vários responsáveis russos terem acusado os países europeus de estarem a acelerar os preparativos militares com vista a um eventual confronto com Moscovo até ao final da década.

Na semana passada, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, defendeu que os países europeus procuram atingir plena prontidão operacional para um eventual conflito com a Rússia até 2030.

Dinheiro de sanções será controlado pelos EUA e usado para ajuda humanitária... O Presidente norte-americano afirmou hoje que o dinheiro libertado pelo Tesouro do país ao Irão será depositado numa conta controlada por Washington e utilizado exclusivamente para comprar alimentos e material médico aos Estados Unidos (EUA).

© Lusa      23/06/2026 

"O dinheiro e/ou as sanções que o Tesouro dos EUA está a libertar são depositados numa conta de garantia, controlada pelos EUA, e serão utilizados para a compra de alimentos e material médico, exclusivamente provenientes dos Estados Unidos, incluindo milho, trigo e soja dos nossos excelentes agricultores americanos", escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.

O memorando de entendimento assinado entre Washington e Teerão inclui o levantamento de sanções e o desbloqueio de ativos iranianos congelados.

O republicano disse ainda que se trata de bens de que Teerão "necessita desesperadamente".

"Estamos perante uma crise humanitária e considero que é necessário ajudar, agora, antes que seja tarde demais", continuou, acrescentando que as negociações estão a "correr bem".

No entanto, o embaixador iraniano na ONU em Genebra, Ali Bahreini, assegurou que será o Irão o único a decidir sobre a utilização dos seus ativos descongelados no estrangeiro, de acordo com a decisão tomada na véspera pelos Estados Unidos.

"Nenhuma entidade ou outra parte [nas negociações] terá qualquer palavra a dizer sobre a forma como serão utilizados", afirmou, referindo-se às declarações de Trump.

O texto do memorando menciona o fim de "todos os tipos de sanções" contra o Irão, caso as negociações sejam bem-sucedidas.

Quanto à questão dos ativos iranianos congelados, outro ponto do protocolo de acordo, Washington já referiu um eventual mecanismo de controlo para garantir que estes não financiem "o terrorismo", dando a entender que desbloquear aqueles ativos pode estar sujeito a condições.

O acordo preliminar assinado na semana passada por Washington e Teerão prevê ainda que os Estados Unidos "se comprometam, juntamente com os seus parceiros regionais, a elaborar um plano definitivo, acordado de comum acordo, no valor de pelo menos 300 mil milhões de dólares [cerca de 262 mil milhões de euros], destinado à reconstrução e ao desenvolvimento económico da República Islâmica do Irão".

Na mesma publicação, o líder norte-americano afirmou que o Irão tinha concordado submeter-se a inspeções nucleares por um período infinito, contrariando as declarações de Teerão, que classificou como parte da "campanha incessante de notícias falsas" para "minimizar e desvalorizar ao máximo a vitória dos EUA".

"O Irão concordou plena e completamente com inspeções nucleares ao mais alto nível por um período prolongado no futuro (infinito). Isto garantirá a honestidade nuclear. Se não tivessem concordado com isto, não haveria mais negociações!", continuou Trump na sua rede social.

Horas antes, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghei, afirmou que Teerão tinha negado uma visita de inspetores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

O líder republicano de 80 anos referiu que graças a estas e outras "concessões importantes" feitas pelo Irão, concordou em "permitir que o estreito de Ormuz permaneça aberto" e "sem mais bloqueios navais".

"No entanto, todos os navios permanecem posicionados, caso seja necessário restabelecer o bloqueio, o que, neste momento, parece altamente improvável", acrescentou, fazendo referência ao bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos que foi levantado no âmbito do memorando de entendimento.

Numa segunda publicação, o republicano afirmou que só na segunda-feira atravessaram 19 milhões barris de petróleo pelo estreito.

Os Estados Unidos e o Irão assinaram na semana passada um memorando de entendimento que pôs fim às hostilidades, desbloqueou o estreito de Ormuz e abriu um período de 60 dias para negociar um acordo nuclear e o alívio das sanções contra a República Islâmica.

ONU: Quase 260 milhões de crianças interromperam escola por conflitos ou clima... O número de crianças e adolescentes cuja educação foi interrompida por conflitos ou choques climáticos atingiu os 258 milhões e continua a aumentar, disse a ONU num relatório hoje publicado.

© Reuters    Por  LUSA    23/06/2026 

"O número de crianças afetadas por crises aumentou 21 milhões em apenas 18 meses, atingindo um número estimado de 258 milhões em todo o mundo", afirmou o fundo das Nações Unidas Educação Não Pode Esperar.

O relatório centra-se nas crianças e adolescentes em idade escolar cuja educação é afetada por conflitos, deslocações forçadas, choques climáticos ou crises socioeconómicas prolongadas.

Entre estes 258 milhões de crianças, 93 milhões estão completamente fora da escola, sublinhou o documento, adiantando que os restantes 165 milhões de crianças continuam matriculadas, mas estudam sob condições precárias que ameaçam diretamente a aprendizagem.

O fundo da ONU destacou ainda a extrema concentração geográfica da exclusão escolar.

Quase 60% destas crianças cuja educação foi interrompida vivem em apenas nove países: Afeganistão, Bangladesh, República Democrática do Congo, Etiópia, Myanmar, Nigéria, Paquistão, Sudão e Iémen.

A principal causa destes abandonos escolares está ligada a conflitos e violência, observou o relatório.

"As evidências são claras: os conflitos e as alterações climáticas estão a destruir conquistas arduamente alcançadas na educação", lamentou a diretora do Educação Não Pode Esperar, Maysa Jalbout, citada no relatório, defendendo que "já está na hora de investir no futuro das crianças afetadas por crises".

As crianças que enfrentam maiores barreiras de exclusão continuam a ser, de acordo com o documento, as refugiadas, as deslocadas internas, as meninas e as que têm deficiências.

Angola: 40% das crianças até aos cinco anos têm desnutrição... Quatro em cada dez crianças angolanas com menos de cinco anos sofrem de desnutrição crónica, segundo o relatório Perfil da Criança em Angola, elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e hoje divulgado em Luanda.

© Lusa    23/06/2026 

A prevalência de desnutrição crónica nas crianças menores de cinco anos é de 41,2%, segundo o documento, que se baseia nos dados do Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde 2023-2024 (IIMS 2023-2024), realizado entre setembro de 2023 e janeiro de 2024. 

Registou-se ainda uma prevalência de desnutrição aguda de 8,3% e de sobrepeso de 2,5% nas crianças da mesma faixa etária.

A desnutrição crónica, medida pela relação altura/idade indica um défice nutricional prolongado que compromete o crescimento físico e o desenvolvimento cognitivo da criança. A desnutrição aguda, medida pela relação peso/altura, indica défice nutricional recente e grave, associado a perda de peso súbita. Já o sobrepeso resulta de peso superior ao considerado saudável para a altura.

As províncias com piores indicadores nutricionais tendem também a apresentar níveis mais elevados de mortalidade infantil e infantojuvenil, sublinha-se no documento, acrescentando-se que a desnutrição crónica "constitui o principal problema nutricional infantil no país".

Angola tem 36,6 milhões de habitantes, segundo os últimos censos, dos quais 17,5 milhões são crianças e adolescentes com menos de 18 anos. As maiores proporções desta faixa etária observam-se nas províncias do Bié, Uíge e Moxico, onde correspondem a entre 57% e 58% da população total.

No estudo são assinalados progressos em vários indicadores face ao IIMS 2015-2016: a mortalidade infantil baixou de 44 para 32 óbitos por mil nascidos vivos, a mortalidade infantojuvenil desceu de 68 para 52 por mil, o trabalho infantil recuou de 23,4% para 13%, e aumentou a cobertura do registo de nascimento e o acesso aos serviços de prevenção do VIH.

A mortalidade infantojuvenil apresenta, contudo, assimetrias provinciais marcadas, variando de nove óbitos por mil nascidos vivos em Malanje para 87 por mil no Cuando Cubango, a província com o índice mais elevado do país, seguida de Benguela e do Huambo.

Apenas 37,8% das crianças menores de cinco anos têm registo de nascimento, com Huambo, Cunene e Bié a registarem as proporções mais baixas, entre 16% e 25%.

No capítulo da educação, a taxa líquida de frequência escolar no ensino primário atingiu 66% a nível nacional, com o Bié (44%) e o Cunene (48%) a apresentarem os valores mais baixos, e o Zaire (87%) o mais elevado.

Em matéria de prevenção da malária, apenas 22% das crianças entre os zero e os quatro anos dormiram debaixo de uma rede mosquiteira na noite anterior ao inquérito, com o Moxico (5%), a Huíla (8%) e o Namibe (10%) a registarem os índices de proteção mais baixos.

No relatório são analisados 58 indicadores relativos a 18 províncias --- anterior à criação, em janeiro de 2025, das províncias de Icolo e Bengo, Cuando e Moxico Leste --- e conclui que, apesar da melhoria geral face a 2015-2016, "persistem assimetrias no acesso a serviços públicos essenciais", nomeadamente no ensino secundário, na assistência ao parto em unidades de saúde e no acesso a redes mosquiteiras tratadas.


Leia Também: Dois terços das crianças angolanas estão sujeitas a disciplina violenta

Dois terços das crianças angolanas entre um e 14 anos foram sujeitas a algum método de disciplina violenta, indica o relatório Perfil da Criança em Angola divulgado hoje em Luanda.

CNT abre processo criminal contra jornalista Paula Borges por “falsa notícia” sobre suposto suborno à CEDEAO

Por  Radio Voz Do Povo 

O Conselho Nacional de Transição acusou esta segunda-feira a jornalista Paula Borges de difundir “deplorável e falsa notícia” e anunciou que já acionou o Ministério Público para abrir processo criminal contra a profissional. 

Em nota de imprensa, o CNT repudiou “com veemência” uma publicação assinada por Paula Borges que noticiava uma suposta tentativa de suborno a membros da delegação militar da CEDEAO em missão oficial na capital. 

Para o órgão de transição, a notícia é “grosseiro exercício de pura especulação” baseada em “boatos e mentiras alimentadas nas redes sociais”, sem “qualquer base factual, prova material ou rigor técnico”. O CNT considera que o texto viola princípios deontológicos da isenção, verdade e responsabilidade jornalística.

O Conselho vai mais longe e classifica Paula Borges como “mercenária da comunicação” e “ativista disfarçada de profissional”, movida por “ressentimentos decorrentes do fim de privilégios” do antigo regime. A nota compara ainda este “baixo jornalismo militante e mercenário” ao que, no passado, justificou “a expulsão e encerramento da RTP no país”.

“Face à gravidade destas difamações, o Estado guineense informa que já acionou as instâncias competentes para avançar de imediato com o respetivo processo judicial criminal contra a referida cidadã, garantindo que a calúnia não passará impune”, lê-se no documento assinado pelo Gabinete do Porta-Voz do CNT.

A delegação da CEDEAO encontra-se em Bissau desde 18 de junho para acompanhar o processo de transição, que se encerra a 23 de junho.

Primeiro-Ministro entra em cena para desbloquear crise na Polícia Judiciária

Por  Radio TV Bantaba 

A crise instalada na Polícia Judiciária da Guiné-Bissau ganhou novo peso político depois de o Primeiro-Ministro, Ilídio Vieira Té, ter chamado para a mesa do Governo os principais intervenientes do processo, numa tentativa de travar o agravamento do boicote laboral que afecta a instituição.

A reunião realizou-se após a publicação da notícia sobre o boicote dos elementos da Polícia Judiciária, divulgada pela Rádio TV Bantaba, e juntou o chefe do Governo, o ministro da Justiça, a ministra da Função Pública, o director da Polícia Judiciária e representantes das diferentes categorias profissionais da instituição.

Segundo informações chegadas à nossa redacção, participaram no encontro dois Inspectores Superiores, dois Inspectores Coordenadores, dois Subinspectores e representantes dos novos Agentes de Investigação Criminal, recentemente empossados.

No centro da reunião estiveram as reivindicações que levaram os funcionários da PJ a avançar com o boicote laboral: a falta de pagamento das categorias correspondentes aos quadros recentemente promovidos, o não enquadramento dos novos agentes e a persistente falta de meios de trabalho.

Durante o encontro, o Primeiro-Ministro terá dado orientações claras para que os ministérios competentes e a direcção da Polícia Judiciária trabalhem no sentido de encontrar uma solução para o impasse.

A intervenção directa do chefe do Governo surge num momento delicado para a instituição, considerada essencial na investigação criminal, no combate à criminalidade organizada e na defesa do Estado de direito.

Na sequência da reunião e das orientações transmitidas pelo Primeiro-Ministro, há expectativa de que o boicote laboral possa ser levantado a partir de amanhã ou no mais curto espaço de tempo possível, permitindo a retoma gradual da normalidade no funcionamento da Polícia Judiciária.

Os funcionários aguardam agora por medidas concretas, prazos claros e decisões administrativas capazes de dar resposta às reivindicações apresentadas.

A Rádio TV Bantaba continuará a acompanhar este processo...

COMUNICADO FINAL DO CONSELHO DE MINISTROS, 23 de Junho 2026.

Atualizado: NOVOS AGENTES DA POLÍCIA JUDICIÁRIA PARALISAM ATIVIDADES E EXIGEM PAGAMENTO DE SALÁRIOS EM ATRASO

Por  Rádio Sol Mansi  23 06 2026 

A Polícia Judiciária da Guiné-Bissau registou uma paralisação protagonizada por novos agentes da corporação, em protesto contra o alegado incumprimento do Governo no pagamento dos seus salários.

Segundo uma fonte ligada à instituição, ouvida pela Rádio Sol Mansi, a paralisação envolve apenas os agentes recentemente colocados, que reivindicam a regularização dos vencimentos em atraso.

Sem avançar um prazo para o fim da paralisação, a mesma fonte revelou que estão em curso diligências para encontrar uma solução para o problema. Apesar da contestação, garantiu que os serviços da Polícia Judiciária continuam a funcionar normalmente e que o atendimento ao público não foi afetado.

Segundo a mesma fonte, os trabalhos serão retomados amanhã (24) porque houve consenso entre a direção e os agentes em reivindicação.

A Rádio Sol Mansi tentou obter uma reação do diretor nacional da Polícia Judiciária, Domingos Monteiro Correia, apesar de varias tentativas de chamada o telefone encontra-se indisponível. 

MISSÃO CONJUNTA DA CEDEAO, UA E UMOWAS PROSSEGUE PARA AVALIAR PREPARAÇÃO DAD ELEIÇÕES NA GÂMBIA

Foto: CEDEAO   Rádio Sol Mansi   23 06 2026 

A missão conjunta de avaliação pré-eleitoral da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, da União Africana e do Escritório das Nações Unidas para a África Ocidental e o Sahel continua a realizar consultas com as principais partes interessadas no processo eleitoral gambiano, com vista a avaliar o nível de preparação para as eleições presidenciais previstas para 5 de dezembro de 2026.

Segundo o gabinete de comunicação da organização, a missão, que decorre em Banjul entre os dias 14 e 21 de junho, tem como principal objetivo analisar o ambiente político e eleitoral do país, bem como identificar iniciativas capazes de fortalecer a confiança entre os diferentes intervenientes do processo, contribuindo para a realização de eleições livres, transparentes e credíveis.

No âmbito das suas atividades, a delegação reuniu-se com representantes da Comissão Interpartidária, organizações da sociedade civil, órgãos de comunicação social e entidades ligadas ao setor da justiça. 

As consultas permitiram à missão obter uma visão abrangente dos contextos político e mediático que antecedem as eleições, compreender as principais preocupações dos diferentes atores e identificar as necessidades de apoio técnico e financeiro consideradas essenciais para o bom desenrolar do processo eleitoral.