Recebido com uma calorosa manifestação de apreço por parte da população, o Chefe de Estado reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento regional e o diálogo direto com as comunidades.
Presidência da República da Guiné-Bissau
Recebido com uma calorosa manifestação de apreço por parte da população, o Chefe de Estado reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento regional e o diálogo direto com as comunidades.
Presidência da República da Guiné-Bissau
Recebido com entusiasmo pela população local, o Chefe de Estado reforça, durante a deslocação, o seu compromisso com o desenvolvimento regional e a promoção do diálogo direto com as comunidades.
Rafael Rozenszajn, porta-voz das IDF, esteve no CNN em Foco para falar dos mais recentes ataques entre Irão e Israel.
Por LUSA
O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Lammy, admitiu hoje estar "alarmado" com os ataques de sexta-feira à noite contra Israel, depois de o Irão ter lançado mísseis contra Telavive.
"Alarme com novos ataques no Médio Oriente durante a noite, com relatos de mortos e feridos em Israel. Precisamos de reduzir urgentemente as tensões e evitar mais danos a civis", escreveu o chefe da diplomacia britânica na rede X.
Referiu ainda que falou na sexta-feira com o seu homólogo iraniano, Abbas Araghchi, para pedir "calma" na atual crise.
Na sexta-feira, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, falou com o Presidente norte-americano, Donald Trump, para abordar o bombardeamento israelita ao Irão, e ambos concordaram sobre a importância de abordar a crise através da "diplomacia e diálogo".
Israel e o Irão estão em guerra desde a madrugada de sexta-feira quando Telavive bombardeou instalações militares e nucleares iranianas, causando pelo menos 78 mortos, incluindo lideranças militares e cientistas, e centenas de feridos, segundo a diplomacia iraniana.
Os ataques israelitas, efetuados por 200 aviões contra uma centena de alvos, atingiram sobretudo Teerão (norte) e a central de enriquecimento de urânio de Natanz (centro).
O Irão retaliou lançando centenas de mísseis contra território israelita, com explosões registadas sobre as cidades de Telavive e Jerusalém, que mataram pelo menos três pessoas e deixaram dezenas de feridos.
Por LUSA
O executivo quer alargar os prazos para a obtenção da cidadania portuguesa, condicionar o reagrupamento familiar e criar um programa para apoiar a saída do país, segundo o Programa de Governo entregue hoje.
Uma "imigração regulada e humanista" é o quarto eixo prioritário do programa agora entregue no Parlamento.
No documento, o Governo defende a "revisão da lei da nacionalidade, alargando o tempo mínimo de residência e presença efetiva em território nacional, eliminando a possibilidade de a permanência ilegal ser considerada para efeitos de contagem desse tempo, e assegurando que quem adquire a nacionalidade portuguesa tem uma relação efetiva e uma integração de sucesso no país".
O prazo para a obtenção da cidadania é atualmente de cinco anos, contados a partir do momento em que o imigrante tem título de residente, abaixo na média comunitária.
O Governo da Aliança Democrática (AD) tem abordado a possibilidade de alargar esse tempo, que pode duplicar.
Na proposta hoje apresentada, o executivo refere que vai promover uma "revisão da lei de estrangeiros e da lei de asilo, limitando os fluxos migratórios, nomeadamente do reagrupamento familiar, à capacidade dos serviços públicos e de integração da sociedade portuguesa".
Pretende também restringir o visto para procura de trabalho a candidatos com elevadas qualificações, e ponderar a introdução de critérios de progresso no domínio da língua portuguesa nas renovações de certas modalidades de autorização de residência.
No documento, o Governo promete "rever o processo de Emissão de Atestados de Residência pelas juntas de freguesia, criando um sistema que centralize os registos e introduza limites aos números de testemunhos e limites por imóvel".
Para apoiar a saída de imigrantes do país, a AD vai "criar e implementar o Programa Bom Regresso, um programa de apoio a todas as pessoas que queiram regressar ao seu país de origem e não consigam fazê-lo pelos seus próprios meios".
Depois de ter sido chumbado pela oposição na legislatura anterior, a AD quer voltar a avançar com a criação de uma "Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras da PSP como garante da eficácia e humanismo da política de controlo de fronteiras, de retorno e asilo".
Quer também criar "um novo regime rápido e eficaz de afastamento de estrangeiros em situação ilegal, em sintonia com a nova regulamentação em discussão nas instâncias europeias".
Num texto em que o foco está na regulação e em medidas securitárias, no capítulo de integração, o governo defende medidas "baseadas na lógica 'direitos e deveres', em particular para estudantes nas escolas, no acesso a serviços públicos, e através de intervenções comunitárias e territoriais que fomentem a aprendizagem da língua e cultura portuguesas e previnam a formação de núcleos fechados à integração na comunidade e ao respeito dos valores constitucionais portugueses".
"Não aceitaremos que Portugal volte a ser um país de imigração descontrolada, onde o Estado não sabe quem está, onde está, com que antecedentes criminais e o que faz. Assistimos durante vários anos a uma imigração sem critério ou controlo, que desumanizou quem recebíamos e corroeu a coesão social", lê-se no documento.
O texto acusa o PS de ter promovido uma política "marcada por alterações facilitistas e irresponsáveis à lei da imigração, pela catastrófica extinção do SEF, pela abolição do controlo de fronteiras e das verificações criminais, pelo acumular de mais um milhão de processos pendentes, e pelo desmantelamento das políticas de integração".
Para a AD, a política de imigração socialista, entre 2017 e 2024, gerou "um dos maiores choques demográficos da história do País, sem que o Estado, os serviços públicos e a sociedade se tivessem preparado", uma "irresponsabilidade" que "gerou desumanidade para quem chegou e intranquilidade no país".
Por outro lado, o executivo quer "adotar mecanismos e procedimentos que promovam e privilegiem a atração e fixação de talento altamente qualificado vindo do estrangeiro, incluindo portugueses emigrantes e lusodescendentes"
O Governo AD faz sempre as contas referentes a 2017, durante o governo socialista, referindo que o número de estrangeiros em Portugal duplicou, pressionando os serviços públicos para uma resposta que não existe.
Além disso, "pela primeira vez houve uma parte significativa vinda de outras regiões, com diferentes culturas, costumes e religiões", uma "enorme vaga de imigração (...) sem controlo" que, segundo a AD, se deveu a políticas erradas dos governos anteriores e "fez de Portugal a porta de entrada na Europa para a imigração ilegal".
Por LUSA
"Como parte da redução da capacidade inimiga na produção de explosivos e munições, as Forças de Sistemas Não Tripulados das Forças Armadas da Ucrânia e outras Forças de Defesa atacaram importantes instalações do complexo militar-industrial do atacante russo", revelaram em comunicado divulgado hoje de manhã.
Em particular, a fábrica da Sociedade Anónima NKK foi atacada em Novokuybyshevsk, na região de Samara, na Federação Russa, provocando explosões e um incêndio.
A fábrica é líder na produção de componentes para explosivos utilizados pelo exército russo.
A central de catalisadores de Novokuybyshevsk produz catalisadores que são cruciais para a operação das refinarias de petróleo da Rússia e para a produção de combustível de aviação, gasóleo utilizado por veículos blindados de combate e combustível de foguete, escreveu o coronel Andriy Kovalenko, do Centro de Combate à Desinformação do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia, na plataforma Telegram.
A central de Nevinnomyssk, na região de Stavropol, na Federação Russa, um importante produtor de componentes básicos para explosivos, munições e combustível para 'rockets', também foi atacada, segundo o exército ucraniano.
Embora tenham sido relatadas uma série de explosões e um incêndio na área, o impacto do ataque está a ser esclarecido.
Kovalenko indicou que a central é "um elemento crítico do complexo militar-industrial russo" e produz anualmente até um milhão de toneladas de amoníaco e mais de um milhão de toneladas de nitrato de amónio, componentes essenciais para explosivos e projéteis de artilharia.
A melamina, o ácido acético, o metanol e o nitrato de potássio, frequentemente utilizados na produção de granadas e minas terrestres, também são ali sintetizados, escreveu a autoridade ucraniana.
As autoridades de ambas as regiões russas confirmaram os ataques com drones, mas não divulgaram o seu impacto.
Sessenta e seis drones ucranianos foram intercetados em território russo, de acordo com o Ministério da Defesa russo, incluindo oito na região de Stavropol e um na região de Samara.
Por LUSA
O principal aeroporto internacional de Israel, perto de Telavive, está encerrado por tempo indeterminado, anunciou hoje uma porta-voz, após lançamentos de mísseis iranianos durante a noite em resposta ao ataque de Israel ao Irão na sexta-feira.
"Não há data ou dia previstos para a reabertura do aeroporto", disse à agência France-Presse (AFP) a porta-voz do aeroporto Ben-Gurion, Lisa Diver.
"Devido à atual situação especial de segurança, todos os voos de e para o Aeroporto Ben Gurion (LLBG) estão cancelados até novo aviso", lê-se numa mensagem na página da internet do aeroporto.
Israel e o Irão estão em guerra desde a madrugada de sexta-feira quando Telavive bombardeou instalações militares e nucleares iranianas causando pelo menos 78 mortos, incluindo lideranças militares e cientistas, e centenas de feridos, segundo a diplomacia iraniana.
Os ataques israelitas, efetuados por 200 aviões contra uma centena de alvos, atingiram sobretudo Teerão (norte) e a central de enriquecimento de urânio de Natanz (centro).
O Irão retaliou lançando centenas de mísseis contra território israelita, com explosões registadas sobre as cidades de Telavive e Jerusalém, que mataram pelo menos três pessoas e deixaram dezenas de feridos.
Por Sicnoticias
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, avisa o líder supremo do Irão, ayatollah Ali Khamenei, que "Teerão vai arder" se continuar a disparar mísseis contra civis israelitas.
"O ditador iraniano está a tomar os cidadãos do Irão como reféns, criando uma realidade na qual eles, e especialmente os residentes de Teerão, pagarão um preço elevado pelos danos flagrantes infligidos aos cidadãos israelitas. Se Khamenei continuar a disparar mísseis contra a retaguarda israelita, Teerão arderá", disse Katz em comunicado, citado pela Reuters.
Israel lançou na madrugada de sexta-feira uma ofensiva militar contra o Irão, para travar as ambições nucleares daquele país.
O Irão retaliou lançando centenas de mísseis contra território israelita, com explosões registadas sobre os céus das cidades de Telavive e Jerusalém.
No sábado, as Forças Armadas de Israel anunciaram que visaram os sistemas de defesa aérea iranianos, numa vaga de ataques noturnos na região de Teerão.
A televisão estatal iraniana confirmou que 60 pessoas morreram, entre as quais 20 crianças e dois generais iranianos.
Por LUSA
As sirenes de ataque aéreo em Israel têm-se feito ouvir em alguns momentos deste sexta-feira, com os residentes a dirigirem-se para abrigos subterrâneos.
A crise no Médio Oriente escalou com os ataques entre Israel e o Irão, que já fizeram mortos de ambos os lados (mais no Irão) e centenas de feridos.
Os primeiros ataques foram lançados por Telavive, mas Teerão não demorou a retaliar, ainda na sexta-feira, o que obrigou os israelitas a abrigarem-se perante os sons das sirenes de aviso de ataque aéreo.
Imagens partilhadas nas redes sociais mostram um destes abrigos subterrâneos, com pessoas a dirigirem-se calmamente para lá.
Entre videochamadas com outras pessoas ou o convívio com animais - que também são levados para estes locais -, há vários momentos a serem mostrados, e que pode ver acima.
"Juntamo-nos - família, amigos, até os nossos animais de estimação - ligados não apenas pela proximidade, mas por algo mais profundo. Quer estejamos no coração de Israel ou a milhares de quilómetros de distância, somos um só povo, um só coração, uma só alma inabalável", escreve um utilizador na rede social X (antigo Twitter), ao partilhar as imagens.
Por LUSA
O número provisório de mortos causados pelo avião da Air India que se despenhou na quinta-feira na cidade de Ahmedabad,no noroeste da Índia, subiu para 279, informou hoje uma fonte policial.
Um total de 279 corpos ou partes de corpos foram levados para o hospital da cidade desde o desastre, disse à agência de notícias France-Press uma fonte, que pediu para não ser identificada.
O anterior balanço era de 265 mortos, incluindo passageiros e tripulantes da aeronave Boeing 787 ou aqueles que morreram no solo devido à queda, depois da descolagem do aeroporto internacional de Ahmedabad, com destino a Londres Gatwick.
O avião transportava 230 passageiros, sete portugueses, 169 indianos, 53 britânicos e um canadiano, e 12 tripulantes.
O ministro do Interior da Índia, Amit Shah, indicou que o número final de mortos no desastre, um dos mais mortíferos do mundo desde 2000, seria divulgado assim que todas as identificações de ADN das vítimas estivessem concluídas.
As autoridades indianas anunciaram ter recuperado na sexta-feira uma das "caixas negras" do avião.
O Gravador Digital de Dados de Voo foi encontrado no telhado da residência universitária de uma faculdade de medicina atingida pela aeronave.
Os mortos incluem pelo menos quatro estudantes de medicina, sendo que dezenas de estudantes ficaram feridos, incluindo quatro em estado crítico, disseram fontes hospitalares.
Apenas um passageiro sobreviveu. Viswashkumar Ramesh, cidadão britânico de origem indiana, com 40 anos, que ocupava um lugar junto a uma saída de emergência.
O sobrevivente disse à televisão pública indiana que o avião teve dificuldades logo após a descolagem e embateu num edifício antes de explodir, tendo conseguido escapar depois de uma porta se ter soltado com o impacto.
O Gabinete de Investigação de Acidentes de Aviação da Índia está a conduzir a investigação, com o apoio de especialistas dos reguladores norte-americanos dos transportes e da aviação, assim como das empresas Boeing e General Electric.
As equipas continuam a procurar a segunda "caixa negra", o gravador de voz da cabine, que pode esclarecer as comunicações entre os pilotos durante os momentos finais do voo.
Foi também recuperado um gravador de vídeo digital, que poderá fornecer contexto visual adicional à investigação.
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, natural do estado onde ocorreu a tragédia, visitou o local do acidente e deslocou-se ao hospital onde se encontra internado o único sobrevivente.
"Estamos todos devastados com esta tragédia aérea. A perda de tantas vidas de forma tão repentina e dolorosa é indescritível", escreveu Modi nas redes sociais.
Este foi o primeiro acidente mortal envolvendo um Boeing 787 Dreamliner em 16 anos de operação. A Air India, atualmente controlada pelo grupo privado Tata Sons, tem vindo a renovar a frota e a integrar outras companhias aéreas desde a privatização em 2022.
Por noticiasaominuto.com
Antes de ir dar sangue, importa ingerir bastantes líquidos para fazer com que a recolha seja feita da melhor forma. E depois da dádiva, quais são os cuidados a ter?
Explicamos tudo neste dia em que se assinala o Dia Mundial do Dador de Sangue. Segundo o 'website' do hospital de São João, também é importante ingerir bastantes líquidos após doar sangue.
"É importante realizar o reforço da ingestão de líquidos antes e após a dádiva, evitando as bebidas alcoólicas", explicam. Por outro lado, deve ter atenção ao exercício físico e com o calor.
"A atividade física intensa e exposição a ambientes muito quentes não está recomendada nas 12 horas após a dádiva", continuam.
Por LUSA
Um porta-voz do Hospital Beilinson disse que uma mulher morreu e sete pessoas ficaram feridas após um ataque ter atingido um edifício na cidade de Telavive, na segunda onda de bombardeamentos iranianos.
Horas depois, um míssil iraniano caiu perto de casas na cidade central israelita de Rishon Lezion, matando duas pessoas e ferindo 19, de acordo com o serviço paramédico israelita Magen David Adom (MDA).
O Serviço de Bombeiros e Resgate de Israel referiu que quatro casas foram severamente danificadas.
Os serviços paramédicos de Israel disseram que 34 pessoas ficaram feridas num outro bombardeamento contra uma zona de Telavive, incluindo uma mulher que ficou gravemente ferida depois de ter ficado presa sob os escombros.
Em Ramat Gan, a leste de Telavive, um jornalista da agência de notícias Associated Press viu carros incendiados e pelo menos três casas danificadas, incluindo uma cuja fachada ficou quase totalmente destruída.
O Irão lançou hoje uma quarta vaga de mísseis contra Israel, confirmaram a imprensa oficial iraniana, depois de o exército israelita já ter anunciado a identificação de lançamentos de novos mísseis a partir do Irão.
"Uma nova série de ataques no âmbito da Operação Promessa Honesta 3", informou a televisão estatal, referindo-se aos ataques de retaliação iranianos após os massivos ataques aéreos israelitas contra mais de 200 alvos no Irão na sexta-feira.
Ainda antes da quarta vaga, o embaixador israelita nos Estados Unidos, Yechiel Leiter, disse à emissora norte-americana CNN que o Irão tinha lançado "aproximadamente 150" mísseis balísticos.
O diplomata disse ser pouco provável que os lançamentos parem, frisando que a República Islâmica possui um arsenal de quase dois mil mísseis.
O Irão iniciou na noite de sexta-feira uma nova vaga de ataques contra Israel, informaram as autoridades israelitas e a televisão estatal iraniana, sendo audíveis explosões e sirenes de alarme em Jerusalém.
Isto depois de Israel lançar, na madrugada de sexta-feira, uma ofensiva militar contra o Irão, com bombardeamentos a instalações militares e nucleares, em que morreram 78 pessoas e 320 ficaram feridas, segundo a diplomacia iraniana.
Os ataques noturnos, efetuados por 200 aviões contra uma centena de alvos, atingiram sobretudo Teerão (norte) e a central de enriquecimento de urânio de Natanz (centro).
O Irão retaliou, lançando na noite de sexta-feira, centenas de mísseis contra território israelita, com explosões registadas sobre os céus das cidades de Telavive e Jerusalém.
Por LUSA
A Guarda Revolucionária iraniana anunciou hoje o lançamento de um ataque com mísseis contra "dezenas de objetivos, centros militares e bases aéreas" israelitas como resposta aos bombardeamentos que visaram o Irão na madrugada passada.
Em comunicado divulgado pela agência Tasnim, as autoridades iranianas afirmam que o ataque foi batizado como "Operação Verdade III", em referência ao outro ataque iraniano contra Israel de abril e outubro do ano passado.
As sirenes de ataque aéreo soaram em Israel após um ataque de mísseis iranianos contra o país.
O estrondo das explosões pôde ser ouvido em Jerusalém, e as estações de TV israelitas mostraram nuvens de fumo subindo em Telavive, após um aparente ataque de míssil. Mas, não houve relatos imediatos de vítimas.
O exército disse que dezenas de mísseis foram lançados e ordenou que os residentes de todo o país se mudassem para abrigos antiaéreos.
Israel lançou ataques violentos contra o coração da estrutura nuclear e militar do Irão na sexta-feira à noite, lançando aviões de guerra e drones, anteriormente levados para o país para atacar as principais instalações e matar os principais generais e cientistas - uma operação que disse ser necessária antes que o seu adversário chegue mais perto de construir uma arma atómica.
© Contributor/Getty Images Lusa 13/06/2025
O Presidente russo, Vladimir Putin, falou hoje, separadamente e via telefone, com o Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, e com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, de acordo com o Kremlin.
"Vladimir Putin sublinhou que a Rússia condena as ações de Israel, que constituem uma violação da carta da ONU e do direito internacional", afirmou a presidência russa em comunicado divulgado após os dois contactos.
Em conversa com Netanyahu, Putin "declarou a sua disponibilidade para desempenhar um papel de mediador no sentido de evitar uma nova escalada de tensões", alertando para "o risco (...) de consequências desastrosas para toda a região".
Na chamada com o seu homólogo iraniano, o Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, garantiu a Putin que o país não está à procura de armas nucleares, na sequência dos ataques israelitas contra o seu país.
"A República Islâmica do Irão sempre afirmou que não está à procura de adquirir armas nucleares e está pronta para dar as devidas garantias às autoridades internacionais competentes", disse Masoud Pezeshkian a Vladimir Putin, de acordo com relatos feitos pela presidência iraniana.
Israel iniciou na madrugada de hoje uma ofensiva militar contra o Irão com bombardeamentos a instalações militares e nucleares que mataram vários altos oficiais iranianos, bem como cientistas e outros civis.
Os ataques noturnos, efetuados por 200 aviões contra uma centena de alvos, atingiram sobretudo Teerão (norte) e a central de enriquecimento de urânio de Natanz (centro).
O Governo israelita afirmou que a operação militar vai continuar e as autoridades iranianas ameaçaram responder aos ataques israelitas.
Durante a operação, foram recuperados três vacas, uma viatura de táxi e armas de fogo que estavam na posse dos detidos. Segundo o Comissário da Polícia, a ação foi resultado de investigações após várias denúncias de assaltos violentos.
Por Rádio Capital Fm 13/06/2025
O presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e líder da coligação Plataforma da Aliança Inclusiva (PAI-Terra Ranka), Domingos Simões Pereira, deixou, esta sexta-feira (13.06), várias perguntas retóricas sobre o desfecho do julgamento do caso 30 de novembro e 1 de dezembro de 2023.
O presidente Umaro Sissoco Embaló disse que o caso era uma tentativa de golpe de Estado e foi a partir desse entendimento que decidiu dissolver a Assembleia Nacional Popular (ANP) e pôr termo à legislatura e ao governo da PAI - Terra Ranka.
Ao analisar a decisão do Tribunal Militar Regional, que condenou três suspeitos do caso 30 de novembro e 1 de dezembro de 2023, por outros crimes, não por tentativa de golpe de Estado, Domingos Simões Pereira lançou perguntas para a reflexão.
"Foi feito o julgamento do caso 30 de novembro. Os juízes [do Tribunal Militar Regional] afirmaram que não viram nada que associe os atos que aconteceram a um golpe de Estado", introduz, num vídeo de cinco minutos, disponível nas redes sociais.
"E agora como é que é? As pessoas detidas [no âmbito deste caso] como é que vão ficar? O parlamento que foi dissolvido, segundo dizem, por estar associado ao golpe de Estado, como é que fica? O governo de iniciativa presidencial, que não está previsto na nossa Constituição, mas criado porque resulta do golpe de Estado, agora como é que fica", questionou na sua habitual mensagem de sextas-feiras.
Para o líder da PAI Terra Ranka, agora que "os juízes nos informaram do que já sabíamos todos, tudo vai ficar como está?", questionou, para em seguida apelar à calma à população, sustentando que, "isto está apodrecido, e quando assim é, só lhe resta a queda", referindo-se ao futuro do regime de Umaro Sissoco Embaló.
Domingos Simões Pereira considera "normal" as divergências em democracia, mas volta a criticar "dois pesos" e "duas medidas", no tratamento de cidadãos, sobretudo em relação ao direito à manifestação.
Sobre a visão e o plano de desenvolvimento da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira não teve dúvidas e puxou dos galões.
"Quem não sabe que, o único que apresentou um plano viável, que sabe onde vai buscar o dinheiro, como vai aplicá-lo e como fazer as construções, somos nós, o PAIGC e PAI Terra Ranka? Nós é que temos um plano coerente que todos os guineenses conhecem", afirmou Simões Pereira.
Por LUSA 13/06/2025
O Governo de Israel anunciou hoje o encerramento de todas as embaixadas israelitas no mundo como parte das medidas de segurança adotadas após os bombardeamentos realizados nas últimas horas pelo exército contra o Irão.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita indicou que "devido aos recentes acontecimentos, as missões israelitas em todo o mundo serão encerradas e não serão prestados serviços consulares", disse a Embaixada de Israel em Lisboa, através da página na internet.
Na mesma publicação, a embaixada disponibilizou uma ligação para um documento para que os israelitas no estrangeiro informem sobre a localização e o estado.
A embaixada também pediu aos cidadãos fora do país que "contactem imediatamente" o departamento de emergências do ministério em caso de "emergência ou problemas".
Por outro lado, recomendou que os cidadãos israelitas evitem exibir "símbolos judaicos ou israelitas em espaços públicos" e "a publicação de detalhes identificáveis sobre a localização ou planos de viagem nas redes sociais".
Além disso, os israelitas não devem "comparecer em grandes reuniões ou eventos associados a Israel ou comunidades judaicas" e são exortados a "cooperar com as forças de segurança locais" e a "manter um alto nível de alerta em locais públicos".
Algumas horas antes, o chefe da diplomacia de Israel, Gideon Saar, havia detalhado que o ministério estava a funcionar "em formato de emergência" e tinha aberto "uma sala de emergência para operar todas as missões de Israel em todo o mundo".
"As missões de Israel vão operar a nível diplomático e através dos meios de comunicação em todos os domínios para permitir a legitimidade diplomática da operação militar [contra o Irão]", afirmou, após uma "maratona" de contactos com homólogos de outros países para informar sobre os bombardeamentos.
Israel iniciou na madrugada de hoje uma ofensiva militar contra o Irão com bombardeamentos a instalações militares e nucleares que mataram vários altos oficiais iranianos, bem como cientistas e outros civis.
Os ataques noturnos, efetuados por 200 aviões contra uma centena de alvos, atingiram sobretudo Teerão (norte) e a central de enriquecimento de urânio de Natanz (centro).
O Governo israelita afirmou que a operação militar vai continuar e as autoridades iranianas prometem uma resposta sem limites aos ataques israelitas.