domingo, 15 de março de 2026

Netanyahu nega a sua própria morte... com vídeo: "Mortinho por um café"... O chefe do governo de Israel, Benjamin Netanyahu, publicou um vídeo no qual mostra que está vivo, depois de surgirem rumores, no Irão, de que estaria morto ou ferido. Veja abaixo.

Por LUSA 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, divulgou, este domingo, um vídeo, que pode ver acima, durante qual diz que está "mortinho por beber um café" depois de, no Irão, começarem a surgir rumores de que estaria morto.

A Reuters verificou a veracidade do vídeo, gravado nos arredores de Jerusalém, e traduziu a conversa, dando conta de que o chefe de Governo está a falar com um dos seus assessores, que o questiona sobre os rumores.

Netanyahu responde com um trocadilho que poderá ser traduzido como algo como "estou louco por" ou, como também se usa em português, "estou mortinho por".

"Estou mortinho por um café", responde, com uma chávena na mão, acrescentando que também está "louco" pelo povo israelita.

Segundo a agência de notícias, os rumores de que estaria ferido ou morto foram divulgados pelos meios de comunicação estatal iranianos.

A guerra no Médio Oriente subiu de tom há cerca de duas semanas, quando os Estados Unidos e Israel lançaram uma operação conjunta contra o Irão, que respondeu de imediato.

Vários países na região foram também afetados e muitas pessoas decidiram regressar aos países de origem. Para Portugal - e com voos adiados pelo meio - regressaram centenas de pessoas.

Nos ataques levados a cabo contra o Irão, o líder supremo, Ali Khamenei, morreu, tendo o seu filho, Mojtaba Khamenei, sucedido no cargo. O único discurso que o novo líder iraniano teve foi, no entanto, lido na televisão iraniana, o que levanta dúvidas sobre o seu estado de saúde, com o presidente dos EUA, Donald Trump, a dizer que até agora ninguém conseguiu dar provas de vida do sucessor.


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Ou o regime de Teerão cai, ou muda de rumo, ou capitula, ou o Presidente Donald Trump sofre uma importante derrota política, a oito meses das eleições legislativas intercalares. É o que se chama uma guerra de sobrevivência. Já os países do Golfo, e seus vizinhos, estão numa posição delicada. Não querem a guerra, mas precisam de defender-se. A questão que se coloca é: penderão para o Irão ou para os EUA?


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