quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Trump ameaça travar compra de óleo alimentar à China... O Presidente norte-americano, Donald Trump, criticou nesta terça-feira Pequim por não comprar mais soja aos Estados Unidos e ameaçou retaliar interrompendo a importação de óleo alimentar da China.

© REUTERS/Evelyn Hockstein   Lusa   15/10/2025 

"Estamos a considerar terminar a nossa relação comercial com a China em óleo alimentar e outras áreas de comércio como forma de retaliação. Por exemplo, podemos facilmente produzir óleo alimentar nós próprios, não temos de o comprar à China", frisou o chefe de Estado norte-americano numa mensagem na sua plataforma de rede social, Truth Social.

Trump acrescentou que a decisão da China de não comprar soja aos EUA está a causar dificuldades aos produtores.

Em 2024, os EUA foram os maiores importadores de óleo alimentar chinês, representando um total de 43% das toneladas que o país asiático exporta.

O valor das importações atingiu quase 390 milhões de dólares (336 milhões de euros, à taxa de câmbio atual).

As exportações de soja dos EUA para a China caíram a pique este ano, depois de Pequim ter imposto duras medidas tarifárias em resposta às ações da administração Trump.

De acordo com dados oficiais, os EUA venderam 5,9 milhões de toneladas de soja à China este ano, uma queda significativa em comparação com os cerca de 26,5 milhões de toneladas comercializadas no ano passado.

A China abasteceu o seu mercado com soja importada de países sul-americanos, como o Brasil e a Argentina.

Na semana passada, Trump impôs uma nova tarifa de 100% sobre todos os produtos da China, em resposta à decisão do governo de Xi Jinping de anunciar que os controlos alfandegários sobre os produtos exportados serão aumentados a partir de 01 de novembro.

Antes desta nova disputa, Trump e Xi realizaram uma conversa telefónica na qual aprovaram um acordo preliminar para permitir que a rede social TikTok continuasse a operar nos Estados Unidos e concordaram em reunir-se na Coreia do Sul no final de outubro, durante a cimeira de líderes da Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC).

Após o último anúncio comercial, o republicano garantiu que não se iria reunir mais com o seu homólogo chinês na Coreia do Sul.

Também hoje, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, acusou a China de tentar "prejudicar a economia mundial", após Pequim ter imposto amplos controlos à exportação de terras raras e minerais críticos.

"É um sinal de fraqueza da sua economia, e eles querem arrastar o resto do mundo consigo", disse o responsável, sublinhando que "talvez seja um modelo de negócios leninista achar que prejudicar os clientes é uma boa ideia, mas, como principal fornecedor mundial, a China será a mais afetada se travar a economia global".

As declarações foram feitas poucos dias depois de Pequim ter anunciado restrições mais severas à exportação de minerais estratégicos, o que levou Trump a ameaçar com tarifas adicionais de 100% sobre todas as importações chinesas a partir de 01 de novembro.

Já a China advertiu hoje os Estados Unidos de que está disposta a "lutar até ao fim" se Washington insistir na imposição de novas tarifas e restrições comerciais, embora tenha reiterado a abertura ao diálogo.


Leia Também: Estados Unidos batem recorde de execuções com 37 para já este ano

Os Estados Unidos fixaram já um novo recorde de execuções, com 37 até ao momento em 2025, superando o anterior máximo de 35 registado em 2014, com o estado da Florida (sudeste) a liderar.


Portugal : Universitários bolseiros abandonam menos os estudos e têm melhores notas... Os estudantes universitários com bolsa abandonam os estudos com menos frequência, conseguem melhores resultados académicos e licenciam-se mais cedo, embora a sua presença em cursos mais exigentes seja menor do que os estudantes sem bolsa.

© iStock   Lusa   15/10/2025 

Estas são algumas das conclusões do relatório publicado na terça-feira pelo 'think tank' EsadeEcPol, que apresenta um panorama dos estudantes universitários bolseiros e explica como progridem ao longo do percurso universitário. 

O estudo, no entanto, salienta que, embora em Espanha os bolseiros na universidade alcancem melhores resultados académicos do que os não bolseiros, "não é claro se tal se deve ao impacto real da bolsa, às diferenças de perfil entre os grupos ou a uma combinação de ambos os fatores".

Com base em dados do Ministério da Ciência, Inovação e Universidades de Espanha, o relatório indica que apenas um em cada dez bolseiros abandona a universidade após o primeiro ano, em comparação com dois em cada dez estudantes não bolseiros.

Além disso, os bolseiros são aprovados em média 86% dos créditos em que se matricularam em cada ano, comparativamente aos restantes, que são aprovados em 70%.

Os bolseiros apresentam também melhores taxas de graduação: 86% deles formam-se dentro do prazo, em comparação com 62% dos que não receberam bolsa.

No entanto, estas diferenças podem dever-se às diferentes preferências académicas, sociais, de género ou de estudo dos estudantes bolseiros e não bolseiros.

De facto, entre os bolseiros, tendo em conta as suas notas de ingresso na universidade, aqueles que ingressaram com notas mais baixas apresentam uma taxa de desistência de até 19,4%, comparativamente aos que ingressaram com melhores notas, que é de 1,3%.

A principal razão é o não cumprimento dos requisitos académicos mínimos, que variam entre um mínimo de 65% dos créditos aprovados em Ciências ou Engenharia e 90% em Ciências Sociais.

O Governo espanhol atribui mais de mil milhões de euros em bolsas universitárias a cada ano, abrangendo quase 300.000 estudantes de licenciatura.

A maioria é oriunda de famílias com níveis educacionais mais baixos, são mais jovens e há uma maior proporção de mulheres (seis em cada dez).

Isto pode estar relacionado com a maior taxa de abandono escolar precoce entre os homens e com a maior participação das mulheres na universidade.

Apenas 28% dos bolseiros acedem a cursos classificados como de maior dificuldade académica, em comparação com 40% dos que não os têm. ~

Em termos de resultados, 42% dos alunos com notas baixas recebem uma bolsa no primeiro ano, em comparação com 27% nos anos seguintes.

Isto sugere que se deve a uma maior taxa de abandono universitário e, em particular, a uma maior probabilidade de perda da bolsa entre os estudantes com um desempenho anterior inferior.

Os estudantes que ingressam num programa de licenciatura pela primeira vez recebem automaticamente a bolsa se cumprirem os critérios financeiros, mas nos anos subsequentes devem demonstrar um desempenho académico mínimo.

O estudo considera que a elevada taxa de abandono universitário, juntamente com a perda de bolsas de estudo no segundo ano por não cumprir os requisitos académicos mínimos, levanta questões sobre a estrutura e eficiência do sistema de bolsas de estudo.

NATO tem "tudo pronto" para responder a provocações russas, diz Mark Rutte... A NATO "é muito mais forte do que a Rússia", disse Mark Rutte, à entrada para uma reunião ministerial no quartel-general da NATO, em Bruxelas, na Bélgic

Por sicnoticias.pt

O secretário-geral da NATO rejeitou, esta quarta-feira, que abater aeronaves russas seja a única maneira de demonstrar a capacidade de dissuasão da Aliança Atlântica, mas advertiu Moscovo que "está tudo pronto" para responder violações intencionais.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) "é muito mais forte do que a Rússia", disse Mark Rutte, à entrada para uma reunião ministerial no quartel-general da NATO, em Bruxelas, na Bélgica.

Questionado sobre a possibilidade de abater 'drones' (aeronaves pilotadas remotamente) e até aeronaves de combate - a Rússia utiliza, por exemplo, os Sukhoi Su-57, semelhantes aos F-35 - como a única maneira de dissuadir incursões aéreas, o secretário-geral da NATO respondeu que intercetar os drones ou aviões e acompanhá-los para fora do espaço aéreo da Aliança Atlântica também faz parte da capacidade de dissuasão.

No entanto, Mark Rutte quis "dizer aos russos que se o tentarem intencionalmente", a NATO tem "tudo pronto para assegurar que vai defender-se".

Sobre as sinergias anunciadas entre a NATO e a União Europeia - 23 dos 27 Estados-membros da União Europeia pertencem ao bloco político-militar atlântico, composto por 32 países -, Mark Rutte disse que "não há qualquer duplicação" de esforços.

"A NATO é boa nas coisas pesadas [armamento e estratégia militar], enquanto a União Europeia tem um enorme 'soft power' [poder de persuasão e diplomático]. Esta combinação é crucial para que a Rússia não prevaleça", sustentou.

A reunião ministerial desta quarta-feira vai congregar os governantes com a pasta da Defesa dos 32 Estados-membros da NATO, o homólogo ucraniano e também a representante da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, no quartel-general da organização político-militar, de que Portugal faz parte e é um dos países fundadores.

O tópico principal é a continuidade e o reforço do apoio à Ucrânia, a caminho do quarto ano de conflito e depois de caírem por terra as perspetivas de um cessar-fogo criadas no verão.

𝗥𝗘𝗨𝗡𝗜Ã𝗢 𝗘𝗫𝗧𝗥𝗔𝗢𝗥𝗗𝗜𝗡𝗔́𝗥𝗜𝗔 𝗗𝗢 𝗕𝗨𝗥𝗘𝗔𝗨 𝗣𝗢𝗟𝗜́𝗧𝗜𝗖𝗢 𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖... O Bureau Político do PAIGC reuniu-se em sessão extraordinária, hoje, 14 de outubro de 2025, no Salão Nobre Amílcar Cabral, na Sede do PAIGC.

Por PAIGC 2023

A reunião foi presidida pelo Presidente do PAIGC, Camarada Domingos Simões Pereira, e contou com a presença de 78 dos 110 membros que compõem o Bureau Político.

Nas várias decisões importantes tomadas nesta reunião, podemos destacar as quatros seguintes:

● Não aceitação da realização das Eleições Gerais de 23 de novembro de 2025 sem a participação da Coligação PAI - Terra Ranka e do Candidato do PAIGC ao escrutínio presidencial;

● Condenação da tentativa do STJ de excluir alguns partidos e coligações, nomeadamente COLIDE - GB e API - Cabas Garandi;

● Aprovação de uma Moção de Confiança ao Presidente do PAIGC e candidato às eleições presidenciais de 23 de novembro de 2025, aprovada por 76 votos a favor, 0 contra e 2 abstenções;

● Aprovação de uma Moção de Solidariedade para com o Dr. Luís Vaz Martins, Membro do Coletivo de Advogados do PAI – Terra Ranka, que foi vítima de rapto e espancamento por parte de indivíduos encapuçados, aprovada por unanimidade.



Leia Também: Direção do PAIGC diz que não aceita ficar fora das eleições na Guiné

A direção do PAIGC afirmou que não aceita ficar de fora das eleições na Guiné-Bissau, no dia em que o tribunal reiterou a exclusão da candidatura liderada pelo histórico partido da libertação.

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Clãs de Gaza apoiam ações contra "rebeldes" após imagens de execuções... Os clãs e tribos de Gaza expressaram hoje o seu apoio às ações das "forças de segurança" para controlar os "grupos rebeldes" que atuam no território aproveitando a situação de guerra, após a publicação de vídeos que mostram execuções na cidade.

© JACK GUEZ/AFP via Getty Images    Lusa   14/10/2025 

Num comunicado divulgado pela agência Sanad, ligada ao Hamas, afirma-se que estes clãs e tribos palestinianos, reunidos hoje, apoiaram as ações destinadas a "dissuadir os agressores e pôr fim ao caos de forma rápida e decisiva". E afirmaram o seu repúdio à violência destes "grupos rebeldes" que, segundo dizem, se aproveitam da situação e agravam o sofrimento do povo da Faixa de Gaza.

Por isso, pediram às "fações islâmicas e nacionais que unam forças, unifiquem energias, criem um clima apropriado e aproveitem todos os recursos disponíveis para apoiar os planos das autoridades competentes para controlar a situação e pôr fim ao caos".

Além disso, indicaram que não protegerão aqueles que estiverem envolvidos em ameaçar a segurança da comunidade e a "paz civil" e pediram a todos os clãs e famílias que entreguem às autoridades os que assim o façam.

Segundo indicou Sanad Ismail Al Thawabta, diretor do gabinete de informação do Governo de Gaza, nas mãos do Hamas, mais de 70 membros desses grupos entregaram-se, juntamente com as suas armas, "como parte da iniciativa de amnistia geral".

E a Força Radea, parte da Polícia do Hamas no enclave, indicou num comunicado que continua com a sua campanha na Faixa de Gaza para garantir a segurança e na sua capital para "deter as pessoas implicadas em tiroteios, assassinatos de deslocados e ataques a civis".

Esta força assegura que leva à justiça todos os detidos e indica que "está decidida a impor a ordem, erradicar as gangues e milícias", e que "lidará com mão de ferro com qualquer pessoa que ameace a segurança interna".  

A reação das famílias de Gaza surge depois de terem circulado nas redes sociais vários vídeos, um deles publicado por um porta-voz do exército israelita, que mostram a execução de várias pessoas amarradas e com os olhos vendados, e colocadas em fila, por homens armados, na presença de dezenas de pessoas.

Estas execuções, que segundo fontes locais ocorreram na Cidade de Gaza, acontecem no início do cessar-fogo na Faixa de Gaza, que levou à retirada das tropas israelitas de metade do território, e no contexto dos confrontos entre as forças policiais do Hamas e as milícias locais que acusam de colaborarem com Israel.


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A TV Hamas divulgou um vídeo em que mostra a execução de oito homens, que diz serem "colaboradores" de Israel, numa rua da Cidade de Gaza, após a retirada do exército israelita como previa o cessar-fogo.


Leia Também: População enfrenta riscos enormes de munições não detonadas em Gaza

Os riscos das munições não detonadas em Gaza são enormes para os deslocados que regressam a casa durante a trégua entre Israel e o Hamas, alertou hoje uma organização não-governamental (ONG), que defende a entrada de equipamento de desminagem.

Porta-voz do Supremo Tribunal de Justiça garante que a instância judicial nunca pretende prejudicar qualquer cidadão com legitimidade para concorrer às eleições no país.


 Abel Djassi Primeiro

Trump avisa Hamas para entregar armas ou será desarmado pela força... O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o grupo islamita Hamas que, se não se desarmar por sua iniciativa, será desarmado de "forma rápida e talvez violenta" na Faixa de Gaza.

© Lusa    14/10/2025 

"Se eles não se desarmarem, nós desarmamo-los", avisou o líder norte-americano em declarações aos jornalistas na Casa Branca, sem fornecer mais detalhes nem prazos, referindo-se apenas a um período "razoável".

Anteriormente, Donald Trump tinha instado o Hamas a devolver os corpos dos reféns mortos mantidos na Faixa de Gaza, uma medida que considera necessária para avançar para a próxima fase do seu plano para o território palestiniano.


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O Hamas vai entregar hoje entre quatro e seis corpos de reféns mantidos na Faixa de Gaza, segundo fontes do grupo islamita, quando o Exército israelita anunciou que a Cruz Vermelha já se dirigia para o enclave palestiniano.


Comunicado à Imprensa do Movimento

Fonte Fode Caramba Sanha

O Presidente da República, Sua Excelência General Umaro Sissoco Embaló, concedeu hoje, no Palácio da República, uma audiência ao Presidente do Partido Político Centro Democrático.


Durante o encontro, os dois interlocutores abordaram questões relevantes da vida política e social do país, num ambiente de cordialidade e diálogo construtivo.

Na ocasião, Empossa Iê manifestou ao Chefe de Estado a sua solidariedade e total apoio político à recandidatura de Sua Excelência Umaro Sissoco Embaló, nas eleições presidenciais previstas para o próximo dia 23 de novembro.

O encontro insere-se na agenda de consultas regulares do Chefe de Estado com diversos atores políticos nacionais, no quadro do seu permanente compromisso com o fortalecimento da democracia e da estabilidade institucional.

 Presidência da República da Guiné-Bissau

Política: STJ nega existência de candidatura de Domingos Simões Pereira suportada pelo PAIGC

Presidente do Supremo Tribunal de Justiça
Bissau, 14 Out 23 (ANG) – O porta-voz do Supremo Tribunal de Justiça(STJ) nega que  esta instituição tenha recebido  a candidatura de Domingos Simões Pereira suportada pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde(PAIGC).

Mamadú Embaló que falava, hoje, em conferência de imprensa para esclarecer o impedimento da candidatura do Domingos Simões Pereira às eleições presidenciais e do PAIGC às legislativas de 23 de novembro do ano em curso, disse que, também não têm no arquivo do STJ a candidatura do PAIGC às eleições legislativas, mas sim, da Coligação Plataforma Aliança Inclusiva (PAI-Terra Ranka).  

"Na candidatura apresentada ao Supremo Tribunal de Justiça, Domingos Simões Pereira é suportada pela Coligação PAI- Terra Ranka, que não foi legalizada de igual forma com a outra Coligação API- Cabas Garandi”, salientou.

Embaló afirmou que foram negadas as suas legalizações no âmbito do artigo 128 da Lei Eleitoral, que diz que podem participar nas eleições desde que foram legalizadas.

Aquele responsável disse que a Frente Patriótica de Salvação Nacional (Frepasna) que integra a Coligação API-Cabas Garandi apresentou a sua candidatura às eleições legislativas isoladamente e o seu líder Baciro Djá, igualmente concorreu às presidenciais suportado pela Frepasna.

“Quando dissemos que não houve tempo para analisar o documento de convénio da API- Cabaz Garandi é porque passou o estabelecido pela lei e calendário eleitoral e foi aceite conforme a lista provisória fixada”, disse.

Mamadú Embaló disse que, no dia 23 de Setembro do ano em curso, o mandatário do cidadão Domingos Simões Pereira, deu entrada na Secretaria geral do Supremo Tribunal de Justiça, o requerimento da sua candidatura para as Eleições Presidenciais de 23 de Novembro, suportado pela Coligação "Plataforma Aliança Inclusiva(PAI-Terra Ranka) e o secretário-geral do STJ enviou-o para Presidente de STJ no dia 25 de setembro, último dia da entrega das candidaturas.

Disse que o mandatário dos partidos subscritores dessa coligação  depositou o requerimento para efeito da inscrição do referido convénio no dia 19 de setembro de 2025 e que no dia 23 do mesmo mês fora notificado da deliberação do plenário do Supremo Tribunal de Justiça que, com fundamento na impossibilidade objetiva da apreciação do seu requerimento, foi indeferiu o projeto do referido convénio politico de Coligação.

Disse que, no dia 25 de Setembro de 2025, último dia de entrega das candidaturas, o mandatário da coligação remeteu um  recurso para o Plenário do STJ, mas que não fora apreciado uma vez que a deliberação anterior, a de indeferimento, tem carácter definitivo, ou seja é  insuscetível de impugnação por via  recurso. 

ANG/MI/ÂC//SG

PAIGC REAGE COM INDIGNAÇÃO ÀS DECLARAÇÕES DE CARLOS PINTO PEREIRA

Por Marcelino Iambi   radiosolmansi.net

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reagiu com indignação às recentes declarações de Carlos Pinto Pereira, conhecido por Caía, sobre a situação interna do partido.

A reação foi tornada pública esta terça-feira, pelo porta-voz do PAIGC, Muniro Conté, durante uma conferência de imprensa realizada na sede nacional do partido, em Bissau.

Segundo Muniro Conté, Carlos Pinto Pereira “deve ter honestidade intelectual” ao abordar questões relacionadas com a candidatura da Plataforma Inclusiva PAI – Terra Ranka, sublinhando que o partido continua coeso e firme na sua estratégia política.

“Penso que Carlos Pinto Pereira deveria ter a honestidade intelectual de certas coisas porque era coordenador do coletivo dos advogados da candidatura da PAI Terra Ranka nas eleições de 2023”, realçou o porta-voz.

O porta-voz recordou ainda que o líder dos “libertadores”, Domingos Simões Pereira, abdicou temporariamente das suas funções em nome do bem-estar do país, refutando assim qualquer tentativa de descredibilizar a liderança do partido.

“Evidências mostram que Domingos Simões Pereira tem abdicando várias vezes das suas funções para o bem-estar do país”, acrescentou Muniro Conté.

Relativamente ao indeferimento da candidatura de Domingos Simões Pereira às eleições presidenciais de 23 de novembro, Muniro Conté apelou ao Supremo Tribunal de Justiça para reunir em plenário e esclarecer, de forma definitiva, a participação ou não do líder do PAI – Terra Ranka no pleito eleitoral.

“Para que o Supremo Tribunal de Justiça cumpre o que está na lei porque o que está acontecer neste momento é uma abnegação a justiça por isso, exigimos ao STJ para que reúna a plenária a fim de esclarecer a participação Domingos Simões Pereira nestas eleições”, exortou.

Recorde-se que o Supremo Tribunal de Justiça divulgou na segunda-feira a lista provisória dos 12 candidatos às eleições presidenciais, onde não consta o nome de Domingos Simões Pereira.

SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONFIRMA “PAI - TERRA RANKA” E DOMINGOS SIMÕES PEREIRA FORA DAS ELEIÇÕES DE 23 DE NOVEMBRO E DIZ QUE A DECISÃO É DEFINITIVA E SEM POSSIBILIDADE DE RECURSO

Por: Ussumane Mané   radiosolmansi.net

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou que a candidatura presidencial de Domingos Simões Pereira está fora da legalidade, por ter sido apresentada com base numa coligação rejeitada e sem sustentação jurídica. A decisão é definitiva e sem hipótese de recurso, segundo confirmou o porta-voz do tribunal, Mamadu Embaló.

Em conferência de imprensa realizada nesta terça-feira, 14 de outubro, em Bissau, Embaló revelou que o requerimento para a inscrição da coligação Plataforma de Aliança Inclusiva – PAI Terra Ranka, entregue a 19 de setembro, foi indeferido pelo plenário do tribunal em 23 de setembro, com base naquilo que classificou como uma “impossibilidade objetiva de apreciação”.

A deliberação é definitiva, sem hipótese de recurso, mesmo tendo havido votos vencidos entre os conselheiros da Corte Suprema. O STJ esclarece que no mesmo dia em que a coligação foi rejeitada, o mandatário de Domingos Simões Pereira formalizou a sua candidatura presidencial, sustentada precisamente pela coligação “PAI Terra Ranka”, já não reconhecida legalmente.

De acordo com o tribunal, o PAIGC não concorreu de forma isolada às eleições legislativas de 23 de novembro, razão pela qual não tem legitimidade para apoiar a candidatura do seu líder às presidenciais. Assim, a candidatura de Domingos Simões Pereira encontra-se tecnicamente comprometida, uma vez que a coligação que o sustenta foi rejeitada, o PAIGC não apresentou candidatura própria às legislativas e a entrega da candidatura presidencial ocorreu sem base legal reconhecida.

Entrevista com cabeça de lista de Plataforma Republicana no Círculo Eleitoral-27, Lesmes Mutna Monteiro.

José Mário Vaz, candidato às eleições presidenciais de 23 de novembro, dirige está terça-feira (14.10) uma mensagem ao País e à Diáspora após à decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

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Por. Nautaran Marcos Có  radiosolmansi.net

O candidato as eleições presidenciais de 23 de Novembro, José Mário disse ter deixado a presidência da República em 2020 com consciência tranquila porque não matou, não torturou, não violou direitos, cumprindo com seu dever enquanto presidente da República.

José Mário Vaz que, voltou a usar a mesma camisa com a qual fez a campanha para as presidenciais de 2024, falava aos seus apoiantes, membros e militantes do partido Convergência Nacional para a Liberdade e o Desenvolvimento (COLIDE-GB) que suporta a sua candidatura.

“ Saí de cabeça de erguida, com a consciência tranquila porque não matei, não roubei, não torturei, não violei direitos e cumpri com o meu dever enquanto presidente da República, lutando sempre pelos ideais da liberdade, soberania, igualdade e justiça. Conseguimos també combater e erradicar os sentimentos de ódio e vingança, perseguição, prisão arbitrária e ajustes de contas”, apontou.

Vaz afirmou ainda que, pela primeira vez na história, a Guiné-Bissau não teve um presidente acima de um cidadão, dispondo da vida e da liberdade dos seus compatriotas, acrescentando que as forças de defesa e segurança devem ser apartidárias.

“ Pela primeira vez na história da Guiné-Bissau, não tivemos um presidente acima dos cidadãos dispondo abitrariamente da vida, da liberdade e dos destinos dos seus compatriotas. Comigo, os guineenses conquistaram a liberdade individual e coletiva. O presidente da República deve ser o defensor do interesse nacional e da soberania, devendo colocar sempre acima de tudo, o interesse nacional, as leis da Reública e a dignidade dos guineenses”, diz apontando que “ as forças de defesa e segurança, devem ser apartidárias e peço-vos que este passe a ser doravante o timbre do comportamento e da postura das nossas forças armadas pela missão constitucional que é assegurar a tranquilidade dos guineenses”.

Por fim, prometeu, caso for eleito, junto com Juliano Fernandes como primeiro-ministro, devolver a liberdade de expressão e de imprensa e fazer voltar ao país, as delegações de RTP e RDP África expulsas pelo atual executivo no país. Prometeu igualmente libertar todos os prisoneiros políticos.

Supremo Tribunal de Justiça não deve condicionar as candidadturas

Namesma ocasião, o presidente do partido Convergência Nacional para a Liberdade e o Desenvolvimento (COLIDE-GB) pediu ao Supremo Tribunal de Justiça para não condicionar as candidadturas aos aspetos que não tem nada a ver com condições de elegibilidade.

Juliano Fernandes falava momento antes de o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmar que a candidatura de Domingos Simões Pereira está fora da legalidade, por ter sido apresentada com base numa coligação rejeitada e sem sustentação jurídica.

Fernandes diz ainda que sem a participação de outros candidatos, eleições de 23 de Novembro não terão nenhuma graça.

“ O Supremo Tribunal de Justiça validou a candidatura do Jomav, falta validar outras candidaturas, seja a presidenciais ou legislalativas senão, não haverá nenhuma graça, nem piada. Então, é preciso de fato, não condicionar as candidaturas à aspetos que não têm nada a ver com condições de elegibilidade ou ilegibilidade da lei”, exortou.    

Por outro lado, apontou os tribunais como responsáveis em aplicar as leis quando estiver em causa as controversas entre as pessoas dentro de uma determinada sociedade.

De referir que ontem, Carlos Pinto Pereira acusou Domingos Simões Pereira de estar a defender só a sua pessoa por apresentar a sua candidatura ao cargo do presidente da República atraves do PAIGC e para as legislativas, atraves da coligação PAI-terra ranka, entretanto,indeferido pelo STJ.

O Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, recebeu as Cartas Credenciais do novo Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário dos Emirados Árabes Unidos junto do Estado da Guiné-Bissau, Abdalla Jasin Mohamed Alshamsi, indicado por Sua Alteza Sheikh Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, Emir de Abu Dhabi.

Durante o encontro, o diplomata expressou a honra em representar o seu país e reiterou o compromisso de fortalecer as relações de amizade e cooperação entre os dois Estados, com especial enfoque nas áreas de negócios, agricultura, infraestruturas, energias renováveis e desenvolvimento humano.

Esta nomeação marca um momento histórico, pois é a primeira vez que um Embaixador dos Emirados Árabes Unidos fixa residência em Bissau, elevando as relações bilaterais a um novo patamar de proximidade e parceria.



 Presidência da República da Guiné-Bissau

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Troca de reféns e cimeira no Egito: Os avanços no cessar-fogo em Gaza... O presidente norte-americano, que possibilitou o cessar-fogo entre Israel e o Hamas, considerou que "é o fim da era do terror e da morte e do início da era da fé e da esperança e de Deus". As negociações para a segunda fase já terão também começado.

Por noticiasaominuto.com 13/10/2025

Foram vinte e quatro horas de um dia preenchido para a comunidade internacional, nomeadamente para Israel e o Hamas, que terminaram a primeira fase no acordo de cessar-fogo, proposto por Trump.

A troca de reféns por prisioneiros

Durante a manhã desta segunda-feira, Israel devolveu quase 1.968 prisioneiros palestinianos à Faixa de Gaza. O grupo de quase dois mil chegou a Ramallah, na Cisjordânia, em diversos autocarros, que, ao chegarem, foram recebidos por uma multidão de centenas em êxtase, onde sorrisos e lágrimas marcaram o momento.

Ao outro lado da fronteira, regressaram vinte reféns do Hamas (os últimos vivos em cativeiro) às mãos israelitas. O cenário a qe chegaram não foi muito diferente do que acontecia em Ramuallah, com famílias a reunirem-se com abraços apertados após dois anos de separação.

Veja aqui as imagens.

Como parte do acordo, foram ainda entregues a Israel quatro corpos de reféns que morreram durante o cativeiro. Inicialmente, estavam previstos ser entregues 28, contudo, o Hamas alega não ter a certeza de onde estarão os restantes.

A situação levou o ministro da Defesa de Israel a fazer uma publicação no X, onde acusava o Hamas de estar (já) a violar o acordo se atrasasse a entrega dos corpos.

"O anúncio do Hamas sobre o retorno esperado de quatro corpos hoje constitui um incumprimento dos seus compromissos", afirmou, dizendo que "qualquer atraso ou evasão deliberada será considerado uma violação flagrante do acordo e será tratado como tal".

Trump faz visita relâmpago a Israel: "Amanhecer histórico de um novo Médio Oriente"

Enquanto isso, no espectro político, o presidente dos Estados Unidos - cujo plano de 20 pontos foi o que possibilitou o cessar-fogo - dirigiu-se a Israel, logo pela manhã de segunda-feira, para falar perante o Knesset (parlamento israelita).

Donald Trump sublinhou que a guerra tinha terminado, escrevendo mesmo no livro de visitas do Knesset: "É uma grande honra para mim - um dia grandioso e lindo. Um novo começo".

No discurso, o presidente norte-americano começou por descrever a "grande honra" que é estar "num belo lugar", salientando que este "é o fim da era do terror e da morte e do início da era da fé e da esperança e de Deus".

"É o início do grande acordo e da harmonia duradoura para Israel e para todas as nações do que em breve serão uma região verdadeiramente magnífica. Acredito nisto, profundamente. Este é o amanhecer histórico de um novo Médio Oriente."

Num dos seus momentos de menor discrição, Trump deixou ainda escapar: "O Bibi [alcunha que dá a Netanyahu] ligava-me tantas vezes" a pedir armas, "tantas que Israel tornou-se forte e poderoso... e foi isso que abriu caminho à paz".

Momentos antes, o primeiro-ministro israelita tinha feito o seu próprio discurso, onde tinha deixado um agradecimento profundo a Donald Trump, "o melhor amigo que  Israel alguma vez teve na Casa Branca".

Trump ruma ao Egito onde assina acordo de paz

Terminada a visita relâmpago a Israel, Trump seguiu para o Egito, onde copresidiu uma cimeira sobre Gaza na cidade de Sharm El-Sheikh. Lá, mais de duas dezenas de líderes mundiais o esperavam.

Tiradas as fotografias, e terminados os cumprimentos diplomáticos, os governantes e representantes da comunidade internacional rumaram à sala de conferências onde, por fim, o acordo de cessar-fogo foi assinado: primeiro, pelo homem que o delineou, Donald Trump.

Durante o momento realçou: "Isto demorou três mil anos".

"Conseguimos o que todos diziam ser impossível. Finalmente há paz no Médio Oriente", declarou num discurso após assinar o documento.

"É o dia pelo qual as pessoas em toda a região e em todo o mundo têm trabalhado, lutado, esperado e rezado. É bonito ver um novo e belo dia a nascer. E agora começa a reconstrução", afirmou.

Donald Trump assina acordo de paz no Egito  © REUTERS/Suzanne Plunkett/Pool

Negociações para a segunda fase do acordo já começaram

Durante a visita, o presidente norte-americano anunciou também que as negociações para a segunda fase do acordo já tiveram início.

"Começou. Quer dizer, começou, no que diz respeito à fase dois. E, como sabem, as fases estão de certa forma interligadas", afirmou.

Nesta fase, foi acordado o cessar-fogo, a retirada gradual das forças israelitas, a entrada em massa de ajuda humanitária no enclave palestiniano e a troca de reféns por prisioneiros.

A segunda fase vai abordar a reconstrução do enclave, bem como o desarmamento do Hamas e a governação da Faixa de Gaza. O grupo palestiniano já disse não ter interesse em permanecer no governo do enclave, mas há relatos díspares quanto à sua disponibilidade para entregar as armas.

Já a reconstrução do enclave vai estar em debate numa cimeira, em breve, também no Egito, conforme foi anunciado pelo presidente do país durante o encontro.

Enquanto isso, o governo britânico anunciou ter já iniciado uma conferência sobre este tema, de três dias, em Inglaterra, e que conta com a presença de representantes da Arábia Saudita, da Autoridade Palestiniana e de doadores internacionais.

Foto de família na cimeira em Sharm El-Sheikh   © REUTERS/Suzanne Plunkett/Pool


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Lista provisória: SUPREMO TRIBUNAL ADMITE DOZE CANDIDATURAS ÀS PRESIDENCIAIS, CINCO PARTIDOS E UMA COLIGAÇÃO PARA AS LEGISLATIVAS

Por:  O Democrata GB   13/10/2025  

Doze candidatos às eleições presidenciais foram admitidos provisoriamente, bem como cinco partidos políticos e uma coligação eleitoral, igualmente aprovados pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ) para as eleições legislativas, que se realizam em simultâneo no dia 23 de novembro do ano em curso. 

No total, foram apresentadas 15 candidaturas para as eleições presidenciais naquela instância judicial que atua como Tribunal Constitucional na Guiné-Bissau. Deste número, 12 foram admitidas provisoriamente, duas foram rejeitadas, designadamente Sadna Manghona, do Partido de Libertação Social (PLS), e Mamadu Embaló, candidato independente, além da desistência do líder da Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), Nuno Gomes Nabiam. 

As candidaturas aprovadas provisoriamente, figuram: 

  • O Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, apoiado pela Plataforma Republicana “Nô Kumpu Guiné”; 
  • Mamadu Iaia Djaló, da Aliança para a República (APR); 
  • Honório Augusto Lopes, da Frente da Luta pela Independência da Guiné (FLING); 
  • João Bernardo Vieira, apoiado pelo Partido Africano para a Liberdade e Desenvolvimento da Guiné (PALDG); 
  • João de Deus Mendes, Partidos dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (PT); 
  • Fernando Dias da Costa, candidato independente; 
  • Mário da Silva Júnior, da Organização Cívica da Democracia – Esperança Renovada (OCD-ER); 
  • Herculano Armando Bequinsa, do Partido de Renovação Democrático (PRD) 
  • Siga Batista, candidato independente.

A candidatura de Domingos Simões Pereira não foi aprovada. Aliás, elementos ligados ao gabinete de Comunicação do PAIGC informaram ao Democrata, que o líder do partido libertador e da Coligação PAI-Terra Ranka, não recebeu notificação da parte do Supremo Tribunal de Justiça, sobre a aprovação da sua candidatura.

O político disse numa comunicação feita em direto na sua página oficial do (Facebook) no sábado, que “não há base legal” para excluir a sua candidatura presidencial nem a da aliança PAI-Terra Ranka para as eleições legislativas de 23 de novembro.

Pereira disse que aguarda até terça-feira (amanhã), 14 de outubro, o pronunciamento do STJ sobre a sua candidatura e a da coligação que dirige.

CINCO PARTIDOS E UMA COLIGAÇÃO ELEITORAL APROVADOS PARA LEGISLATIVAS

Para as eleições legislativas, a plenária do STJ fixou uma lista de 16 partidos políticos e uma coligação eleitoral, tendo admitido cinco que reuniram condições para disputar as legislativas, além de mais uma coligação eleitoral, designadamente: 

  1. Frente da Luta pela Independência da Guiné (FLING), 
  2. Frente de Salvação Nacional (FREPASNA), 
  3. Partido para Solução (PS), 
  4. Partido dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (PT), 
  5. Movimento de Unidade Nacional para o Desenvolvimento da Guiné-Bissau (MUNDO-GB) 
  6. Plataforma Republicana – “Nô Kumpu Guiné”.

O Supremo Tribunal rejeitou a lista completa de cinco partidos que, segundo as informações apuradas, não reuniram as condições exigidas para participar no escrutínio, entre os quais a 

  1. COLIDE-GB,  
  2. Aliança Para a República (APR), 
  3. Organização Cívica da Democracia – Esperança Renovada (OCD-ER), 
  4. MSD, liderado por Joana Cobde Nhanque, 
  5. Partido de Renovação Democrático (PRD).

O Democrata apurou junto de um dirigente da COLIDE-GB que o partido apresentou um requerimento junto do STJ, dado que aquela instância judicial solicitou à COLIDE-GB a comprovação de alguns documentos, embora não tenha especificado quais documentos a justiça requer para a comprovação por parte dos candidatos ao cargo de deputados. 

O STJ pediu a quatro partidos que corrigissem algumas irregularidades registadas nas suas listas, nomeadamente: o Partido Unido Social Democrático (PUSD), o Partido Lanta Cedu (PLC), o Partido Social dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (PST-GB), o Partido Africano para a Liberdade e Desenvolvimento da Guiné (PALDG), o Partido do  Povo (PDP) e Partido de Libertadores Social (PLS).

Carlos Pinto Pereira, dirigente integrante do governo liderado pelo Braima Camará, fala em conferência de imprensa, sobre situação interna do PAIGC.

Primeiro-Ministro Braima Camará manteve, nesta segunda-feira, uma audiência com a Presidente da Câmara Consular Regional da União Económica e Monetária Oeste Africana (UEMOA), Helena Nosoline Embaló.