terça-feira, 7 de abril de 2026
No final da reunião entre o Ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital, Florentino Mendes Pereira, e o sindicato de motoristas e transportadores públicos, o governante e o porta-voz do Sindicato de Motoristas e Transportadores da Guiné-Bissau, Manuel Fernando da Silva, falaram à imprensa sobre os objetivos do encontro.
Diretor-Geral das Comunidades Fala à Imprensa sobre Situação dos Estudantes no Aeroporto de Lisboa
NASA: Probabilidade de encontrar vida alienígena é "bastante alta"... O atual administrador da NASA, Jared Isaacman, afirmou que considera “bastante alta” a probabilidade de eventualmente se encontrar sinais de vida alienígena. Lembrar que Isaacman já participou em duas missões espaciais privadas.
© Getty Images Por noticiasaominuto.com 07/04/2026
O administrador da NASA, Jared Isaacman, afirmou em entrevista à CNN que a descoberta de vida alienígena está entre as missões da agência espacial norte-americana e notou ainda que há uma boa probabilidade de o objetivo vir a ser cumprido.
“A nossa missão é sair e tentar desbloquear os segredos do Universo. Um dessas questões é: estamos sozinhos?”, perguntou-se Isaacman. “Portanto, diria que isto é inerente a todos os nossos esforços científicos, de exploração, até mesmo da construção da base lunar no polo sul da Lua”.
Antes de chegar à posição de administrador da NASA, Isaacman foi responsável por liderar missões privadas ao Espaço em 2021 e 2024 e parte dessa experiência para afirmar que, na vastidão do Espaço e com biliões de galáxias espalhadas pelo Universo, há uma hipótese “bastante alta” de haver vida em outros planetas.
“Já estive no Espaço duas vezes e ainda não encontrei alienígenas lá em cima. Não vi nada que sugira que já tivemos visitas de formas de vida inteligentes”, notou Isaacman. “Mas, quando pensas sobre isso, temos dois biliões de galáxias lá fora, quem sabe quantos sistemas estelares temos em cada uma delas. Diria que a probabilidade de encontrarmos alguma coisa em algum momento para indicar que não estamos sozinhos é bastante alta”.
A entrevista concedida por Isaacman à CNN foi dada antes de a missão Artemis II sobrevoar a face oculta da Lua, cumprindo assim o objetivo de ir até uma distância inédita em relação à Terra.
Quanto este objetivo foi cumprido, Isaacman fez uma publicação na rede social X onde deu conta do novo recorde.
“A Artemis II chegou à sua distância máxima da Terra”, escreveu Isaacman. “Na face oculta da Lua, a 406.777 quilómetros de distância, o Reid, o Victor, a Christina e o Jeremy viajaram mais longe da Terra do que qualquer outro ser humano na história e iniciam agora a sua viagem de regresso a casa. Antes de partirem, disseram que esperam que esta missão seja esquecida, mas será recordada como o momento em que as pessoas começaram a acreditar que os EUA podem, mais uma vez, fazer o quase impossível e mudar o mundo. Parabéns a esta incrível tripulação e a toda a equipa da NASA, aos nossos parceiros internacionais e comerciais, mas esta missão só acaba quando estiveram em segurança sob a segurança dos paraquedas a pousarem no oceano Pacífico”.
ESTADOS UNIDOS: Casa Branca diz que só Trump conhece decisão sobre ação contra o Teerão... A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou hoje que apenas o Presidente norte-americano, Donald Trump, conhece a decisão final sobre uma eventual ação contra o Irão, horas antes do fim do ultimato imposto a Teerão.
© Andrew Harnik/Getty Images Por LUSA 07/04/2026
"O regime iraniano tem até às 20h00, hora de Washington (01h00 de quarta-feira em Portugal continental), para aproveitar a oportunidade e chegar a um acordo com os Estados Unidos. Só o presidente sabe qual é a nossa posição e o que vai fazer", declarou Leavitt.
A responsável respondia a questões sobre a possibilidade de recurso a armas nucleares e sobre notícias de que o Irão teria interrompido todas as linhas de comunicação com Washington.
As declarações surgem num momento de elevada tensão, com o prazo fixado pelos Estados Unidos a expirar durante a noite e sem sinais claros de um entendimento entre as partes.
A agenda de Trump foi totalmente esvaziada, nas últimas horas.
Segundo a agenda oficial, Trump manteve reuniões internas e contactos diplomáticos, incluindo um encontro com o embaixador norte-americano na Índia, poucas horas antes do fim do prazo estipulado.
Entretanto, o secretário de Estado, Marco Rubio, informou que poderão surgir novos desenvolvimentos ainda hoje, sem esclarecer se existem condições para retomar negociações com o Irão.
As tensões mantêm-se elevadas, com relatos de suspensão de contactos diretos entre Teerão e Washington, num contexto de intensificação dos ataques militares e de crescente incerteza quanto à evolução do conflito.
Leia Também: Forças Armadas israelitas querem "intensificar danos causados ao regime"
O exército israelita vai aumentar a pressão militar no Irão e "intensificar os danos causados ao regime", afirmou hoje o chefe do Estado-maior, Eyal Zamir, argumentando que a campanha militar está a aproximar-se de uma encruzilhada.
Rússia e China bloqueiam resolução da ONU a exigir reabertura de Ormuz... A Rússia e a China vetaram hoje no Conselho de Segurança da ONU uma resolução que exigia a reabertura do Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão, e encorajava os Estados a coordenarem esforços para assegurar a segurança nesta rota.
© Getty Images Por LUSA 07/04/2026
O projeto de resolução, proposto pelo Bahrein e bem diferente da versão inicialmente apresentada aos representantes diplomáticos, obteve 11 votos a favor, duas abstenções - Colômbia e Paquistão - e o veto de dois membros permanentes do Conselho de Segurança: Rússia e China.
A resolução rejeitada indicava que todos os navios gozariam do direito de passagem em trânsito pelo Estreito de Ormuz, e que essa passagem não poderia ser impedida, em conformidade com o direito internacional, incluindo o disposto na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.
Encorajava fortemente os Estados interessados na utilização de rotas marítimas comerciais no Estreito de Ormuz "a coordenarem esforços, de natureza defensiva, proporcionais às circunstâncias, para contribuir para assegurar a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, inclusive através da escolta de navios mercantes e comerciais, e para dissuadir tentativas de fechar, obstruir ou interferir de qualquer outra forma na navegação internacional" pelo estreito.
A versão inicial do texto, mas que acabou alterada a pedido de vários países durante o processo de negociação, defendia um mandato claro para libertar o Estreito de Ormuz pela força.
O projeto de resolução foi proposto pelo Bahrein em estreita coordenação com os membros do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) --- composto por Bahrein, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos --- bem como com a Jordânia.
A resolução exigia que o Irão cessasse imediatamente todos os ataques contra navios mercantes e comerciais e qualquer tentativa de impedir o trânsito ou a liberdade de navegação no estreito.
Exigia igualmente o fim dos ataques contra infraestruturas civis, incluindo infraestrutura hídrica e centrais de dessalinização, assim como instalações de petróleo e gás.
As negociações que visaram o projeto de resolução foram difíceis e a votação no Conselho de Segurança acabou adiada várias vezes.
Apoiado pelos países do Golfo, o Bahrein, membro eleito do Conselho, tinha iniciado há duas semanas negociações sobre um texto que teria conferido um mandato claro da ONU a qualquer Estado que pretendesse recorrer à força para libertar esta via marítima crucial, paralisada pelo Irão, por onde passa perto de um quinto das exportações globais de petróleo e gás.
Mas, face às objeções de vários membros permanentes, o texto foi gradualmente enfraquecido e a votação, inicialmente prevista para quinta-feira, foi adiada várias vezes devido ao risco de vetos por parte da Rússia e da China, que acabaram por se concretizar hoje.
Contudo, mesmo que fosse adotada, muitos representantes diplomáticos duvidavam que a resolução tivesse impacto real na guerra, que já dura há cinco semanas.
Após o veto russo e chinês, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, que presidiu à reunião, lamentou que o Conselho não tenha adotado o projeto de resolução e afirmou que a rejeição do texto mina a credibilidade do Conselho de Segurança.
"A não adoção desta resolução envia um sinal errado ao mundo, aos povos do mundo --- um sinal de que as ameaças às vias navegáveis internacionais podem passar sem qualquer ação decisiva da comunidade internacional", disse.
Acrescentou que o Conselho deveria assumir a sua responsabilidade, sublinhando que o projeto tinha como objetivo garantir a liberdade de navegação no estreito.
Exortou ainda o Irão a cumprir integralmente as suas obrigações, em vez de lançar ataques contra os países vizinhos.
Também o embaixador norte-americano junto da ONU, Mike Waltz, criticou os vetos de Moscovo e Pequim e disse que o Estreito de Ormuz é demasiado vital "para ser utilizado como refém, bloqueado ou instrumentalizado por qualquer Estado".
Enquanto os Estados Unidos se solidarizam com os povos do Golfo, a China e a Federação Russa, por outro lado, "aliaram-se a um regime que procura intimidar o Golfo para o subjugar", argumentou Waltz.
O pedido do Bahrein não era descabido, observou ainda o representante norte-americano, destacando que era uma resolução simples: "O Irão precisa de parar de atacar o Golfo".
E acrescentou: "Quando os carregamentos críticos são atrasados, o mundo saberá quem exatamente escolheu a destruição em vez da responsabilidade".
Os Estados Unidos e Israel têm em curso desde 28 de fevereiro uma ofensiva militar de grande envergadura contra o Irão.
Teerão respondeu com ataques contra interesses norte-americanos e israelitas nos países do Golfo Pérsico, além de bloquear o Estreito de Ormuz, o que fez disparar os preços do petróleo.
Leia Também: Casa Branca nega planos para uso de armas nucleares contra o Irão
A presidência norte-americana (Casa Branca) negou hoje que os Estados Unidos estejam a considerar o uso de armas nucleares contra o Irão, após declarações do Presidente, Donald Trump, que ameaçou exterminar "uma geração inteira".
Irão: Cordões humanos defendem pontes e centrais de ameaças de Trump... Milhares de pessoas formaram hoje cadeias humanas junto a centrais elétricas e pontes em várias cidades do Irão para protestar contra as ameaças de ataque do Presidente norte-americano, Donald Trump, noticiaram as agências iranianas.
Trump advertiu na segunda-feira que vai atacar pontes e centrais de energia no Irão se Teerão não terminar com o bloqueio ao Estreito de Ormuz, uma via fundamental de abastecimento energético dos mercados internacionais.
Em Teerão, centenas de pessoas concentraram-se diante da maior central elétrica do país, Damavand, empunhando bandeiras do Irão e condenando as ameaças norte-americanas de atacar infraestruturas vitais, segundo imagens difundidas pela televisão estatal iraniana.
Na cidade ocidental de Kermanshah, um grupo de manifestantes reuniu-se em frente à central elétrica de Bisotun para denunciar que atacar infraestruturas elétricas constitui um crime de guerra, informou a agência Mehr.
Os manifestantes exibiam fotografias do ex-líder supremo, Ali Khamenei, morto no primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro, e do sucessor e filho, Mojtaba Khamenei, segundo a agência de notícias espanhola EFE.
Formaram-se também cadeias humanas junto à central termoelétrica da cidade de Tabriz (noroeste) e a central de Shahid Rajaei, na cidade de Qazvin (norte).
As mobilizações repetiram-se noutros pontos do país.
Em Dezful (sudoeste), estudantes formaram uma cadeia humana sobre a ponte histórica da cidade, com mais de 1.700 anos, em sua defesa perante as ameaças de Trump.
Estas ações fazem parte de uma campanha do Governo, que apelou aos jovens do país para formarem hoje cadeias humanas para "encenar um símbolo de unidade e resistência face ao inimigo".
O vice-ministro para os Assuntos da Juventude, Alireza Rahimi, disse hoje que "os jovens do Irão, de qualquer ideologia ou preferência, unir-se-ão para dizer ao mundo que atacar infraestruturas públicas é um crime de guerra".
Figuras da cultura iraniana, entre as quais o músico Ali Gamsari e o cantor Benyamin Bahadori, começaram a instalar-se nas imediações de centrais elétricas e pontes na segunda-feira.
A concentração começou depois das ameaças de Trump de "desencadear o inferno" se Teerão não reabrir Ormuz antes das 20:00 de hoje em Washington (01:00 de quarta-feira em Lisboa).
Teerão tem bloqueado o trânsito de navios pelo Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, permitindo apenas a passagem a embarcações de países que considera aliados, o que disparou o preço do petróleo e de outros produtos.
Leia Também: Netanyahu confirma ataques israelitas a pelo menos oito pontes iranianas
Israel atacou pelo menos oito pontes e a via-férrea iraniana, afirmou o primeiro-ministro israelita, referindo que esses ataques visaram infraestruturas utilizadas pela Guarda Revolucionária da República Islâmica.
Comunicado do Conselho de Ministros desta terça-feira. 07.04.2026
O Ministro dos Transportes, Florentino Mendes Pereira, está reunido neste momento com sindicatos de motoristas e transportadores, numa reunião destinada a discutir a paralisação dos transportes públicos a nível nacional.
A Inspecção Geral da Administração Pública e do Trabalho do Ministério da Administração Pública informa a todas as entidades empregadoras e empresas que funcionam na Guiné-Bissau que inicia desde o dia 1 de Abril de 2026, o período oficial para a entrega dos Mapas de Quadro de Pessoal.
Este processo decorre até o dia 30 de Abril do ano em curso, no âmbito das obrigações legais das empresas relativas à organização das informações sobre os seus trabalhadores.
Trump? "Se lhe disser que está errado, fica furioso. Começa a gritar"... O antigo primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, disse que o melhor é não tentar argumentar com o presidente dos Estados Unidos, uma vez que uma simples discordância poderá gerar uma forte reação. Segundo Ishiba, o ideal é dizer-lhe: "Sim, está certo".
© Toru Hanai - Pool/Getty Images Por Notícias ao Minuto 07/04/2026
O antigo primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, disse, numa entrevista, que o melhor é não tentar argumentar com o presidente norte-americano, Donald Trump, tendo explicado que uma simples discordância poderá provocar uma forte reação.
"Encontrei-me com Trump três vezes. Se lhe disser que ele está errado, ele fica furioso. Se lhe disser: 'Você está errado, deixe-me corrigi-lo', imediatamente começa a gritar. Não se podem dizer as coisas assim. Tem de se dizer: 'Sim, está certo'. Se, de repente, ele ficar furioso, ficamos em apuros", explicou Shigeru Ishiba ao Japan Daily, citado pela News 18.
O comentário do ex-primeiro-ministro surgiu numa altura que Donald Trump está 'debaixo de fogo' devido ao conflito espoletado no Médio Oriente no dia 28 de fevereiro.
Note-se que durante o mandato, o antigo primeiro-ministro do Japão encontrou-se, segundo os registos oficiais, duas vezes com Donald Trump. O primeiro encontro aconteceu na Casa Branca, em Washington DC, no dia 7 de fevereiro de 2025.
Já a segunda reunião ocorreu em 16 de junho de 2025, durante uma reunião paralela à Cimeira do G7 em Kananaskis, no Canadá. Quanto ao terceiro encontro, não se sabe quando poderá ter acontecido.
Shigeru Ishiba foi primeiro-ministro do Japão e presidente do Partido Liberal Democrático de outubro de 2024 até à sua renúncia em outubro de 2025. O chefe de Estado japonês deixou o cargo antes de completar um ano no exercício das funções, motivado pela derrota eleitoral que sofreu, na qual o seu partido perdeu a maioria legislativa pela primeira vez desde 2009.
Trump faz ultimato ao Irão... e prazo está a acabar
De recordar que o presidente norte-americano fez ao Irão um ultimato para que o regime islâmico volte a deixar passar todos os petroleiros no Estreito de Ormuz até às 20h00 de hoje em Washington DC (01h00 de quarta-feira em Lisboa).
Na segunda-feira, Trump ameaçou mandar destruir "em quatro horas" a totalidade das pontes e centrais elétricas do Irão, caso o ultimato não seja atendido.
"Temos um plano, graças ao poder das nossas forças armadas, que prevê que todas as pontes do Irão sejam destruídas até à meia-noite de amanhã [hoje], que todas as centrais elétricas do Irão fiquem fora de serviço (...) e nunca mais possam ser utilizadas", afirmou.
Já esta terça-feira, Donald Trump ameaçou que "uma civilização inteira morrerá esta noite" se o regime iraniano não reabrir o Estreito de Ormuz.
"Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais voltar", disse numa mensagem publicada nas redes sociais, referindo que as próximas horas vão testemunhar "um dos momentos mais importantes" da História mundial.
Leia Também: Irão: Trump ameaça que "uma civilização inteira morrerá esta noite"
O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje que "uma civilização inteira morrerá esta noite" se o regime iraniano não reabrir o Estreito de Ormuz, poucas horas antes do final do seu ultimato.
Portugal: Já é conhecido calendário de matrículas para o próximo ano letivo: Anote... Pais e encarregados de educação devem matricular os filhos na escola a partir do próximo dia 22 de abril. Os primeiros serão os do pré-escolar e os do primeiro ano do ensino básico.
© Leonel de Castro/Global Imagens Por Notícias ao Minuto 07/04/2026
O Ministério da Educação divulgou, nesta terça-feira, o calendário de matrículas para o ano letivo de 2026/27.
Entre 22 de abril e 1 de junho decorrem as inscrições para o pré-escolar e para o primeiro ano do ensino básico.
Entre 1 de julho e 13 de julho decorrem as inscrições para os 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos do ensino básico.
Já os alunos do 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos de escolaridade devem inscrever-se entre 16 e 29 de junho.
Por fim, os alunos do 10.º e do 12.º anos do ensino secundário têm entre 15 e 22 de julho para fazer a inscrição.
Quando os dias acima indicados coincidirem com sábados, domingos ou feriados, o último dia do prazo transfere-se para o primeiro dia útil imediatamente seguinte.
O despacho publicado na segunda-feira em Diário da República, e assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, estabelece os prazos a cumprir pelos encarregados de educação e pelas escolas, para a educação pré-escolar e os ensinos básico e secundário
De acordo com o documento, a renovação de matrícula acontece "automaticamente" na maioria dos casos, a menos que "haja lugar a transferência de estabelecimento, transição de ciclo, alteração de encarregado de educação ou quando esteja dependente de opção curricular".
E quando saem as listas?
As listas serão divulgadas até 16 de junho, no caso de matrícula na educação pré-escolar e no 1.º ano do ensino básico ou até ao 5.º dia útil após o fim do período de matrícula e sua renovação para os alunos do 5.º, 7.º e 10.º anos e 1.º ano do ensino profissional.
Já no caso da educação pré-escolar e do 1.º ano do ensino básico, as listas serão publicadas até ao 1.º dia útil do mês de julho.
No caso dos restantes anos dos ensinos básico e secundário, as listas serão publicadas até ao último dia útil do mês de julho.
PAIGC EMPOSSA COMISSÃO ORGANIZADORA DO SEU 70.º ANIVERSÁRIO E ESTRUTURA INTEGRA 58 DIRIGENTES
Por Rádio Sol Mansi 07 04 2026
O Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) procedeu à tomada de posse da Comissão Nacional Organizadora (CNO) das comemorações do seu 70.º aniversário, numa sessão realizada por via virtual e presidida pelo Vice-Presidente do partido, Califa Seidi.
Segundo o gabinete de comunicação do partido, durante o ato, foram oficialmente empossados os membros responsáveis pela organização das atividades comemorativas, que terão lugar em todo o território nacional, bem como junto da diáspora
A comissão é presidida por António Patrocínio da Silva Barbosa, Secretário Nacional e membro do Comité Permanente, e integra um total de 58 dirigentes do partido.
O Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, atualmente em prisão preventiva, assume a função de Presidente de Honra da comissão, ao lado de destacadas figuras do partido, nomeadamente Manecas dos Santos, Teadora Inácia Gomes e Agnelo Augusto Regalla.
No âmbito da organização territorial das celebrações, os Vice-Presidentes do PAIGC, Califa Seidi, Geraldo Martins, Adja Aba Serra e Dan Ialá, foram designados como Supervisores Provinciais, com responsabilidades nas zonas Centro-Norte, Leste e Sul do país.
A Comissão agora empossada terá como missão coordenar e dinamizar as atividades alusivas ao 70.º aniversário do PAIGC, reforçando a mobilização dos militantes e simpatizantes, tanto no país como na diáspora.
Complexo petroquímico na Árabia Saudita atacado durante a madrugada... Um complexo petroquímico no leste da Arábia Saudita foi alvo de ataques durante a madrugada, segundo o relato de uma testemunha à Agência France Presse (AFP).
© Fayez Nureldine / AFP via Getty Images Por LUSA 07/04/2026
"Um ataque provocou um incêndio nas instalações da Sabic em Jubail. As explosões foram muito fortes", disse a fonte, que pediu para não identificada, referindo-se à Saudi Basic Industries Corporation, uma empresa química saudita.
Quando contactada pela AFP, a empresa não quis prestar declarações.
Na zona de Jubail está localizada uma das maiores zonas industriais do mundo.
Até ao momento desconhecem-se detalhes sobre o ataque contra a Arábia Saudita.
Entretanto, várias explosões foram sentidas hoje na capital do Irão testemunhou um jornalista da Agência Francde Presse (AFP) no norte de Teerão.
Anteriormente, as Forças de Defesa de Israel (IDF) reclamaram o bombardeamento de um complexo petroquímico em Shiraz (sul do Irão) na segunda-feira, além do ataque ao complexo de Pars Sur (que alberga as maiores reservas de gás natural do mundo).
Leia Também: Pelo menos 18 mortos em ataque aéreo perto de Teerão
Pelos menos 18 pessoas morreram hoje, incluindo duas crianças, num ataque aéreo inimigo sobre a província Alborz, perto da capital da República Islâmica, Teerão, informaram meios de Comunicação Social iranianos.
Três mortos em ataque de drone russo a autocarro ucraniano.... Três pessoas morreram na cidade de Nikopol, no centro-leste da Ucrânia, devido a um ataque russo com um drone contra um autocarro de transportes públicos, anunciou hoje o chefe da administração militar regional, Oleksandr Ganzha.
© Press service of the State Emergency Service of Ukraine/Handout via REUTERS Por LUSA 07/04/2026
Dezasseis outras pessoas ficaram feridas no ataque, três das quais em estado grave, estando oito hospitalizados com ferimentos que incluem estilhaços, lesões nos tecidos e fraturas.
"Este não foi um ataque acidental. É terrorismo deliberado contra civis. Contra pessoas que estavam simplesmente a tratar da sua vida", escreveu Ganzha nas redes sociais.
"O inimigo atacou um autocarro urbano no centro de Nikopol com um drone. O autocarro aproximava-se de uma paragem, havia pessoas dentro e na paragem", explicou.
O responsável regional já tinha avançado anteriormente que um rapaz de 11 anos tinha sido morto noutro ataque de um drone russo contra uma aldeia no distrito de Sinelnikove, na mesma província de Dnipropetrovsk.
De acordo com a Força Aérea ucraniana, a Rússia lançou um total de 110 drones de longo alcance contra a Ucrânia durante a noite, incluindo cerca de 70 drones 'kamikaze' (suicida) Shahed.
As defesas aéreas ucranianas neutralizaram 77 dos drones russos, mas 31 atingiram 14 locais diferentes na Ucrânia, que a Força Aérea não especificou.
O relatório da Força Aérea indicou ainda que fragmentos de drones intercetados caíram em outros nove locais na Ucrânia.
Leia Também: Ataque ucraniano com drones fez pelo menos quatro mortos na Rússia
Pelo menos quatro pessoas morreram hoje na sequência de um ataque ucraniano com drones contra a região russa de Belgorod, a cerca de 200 quilómetros a leste de Moscovo.
ARTEMIS II: "EUA não terão rivais no Espaço". Trump conversou com astronautas... O presidente dos EUA, Donald Trump, esteve à conversa com os quatro astronautas da cápsula Orion e falou sobre a importância da missão Artemis II no que diz respeito à hegemonia do país na exploração espacial.
© X / WhiteHouse noticiasaominuto.com 07/04/2026
Depois de a missão Artemis II ter estabelecido um novo recorde de distância da Terra, a tripulação a bordo da cápsula Orion teve a oportunidade de conversar com o presidente dos EUA, Donald Trump, numa chamada onde se aproveitou para enaltecer a hegemonia do país na exploração espacial.
“Os humanos realmente nunca viram nada como o que vocês estão a fazer. É realmente especial”, disse Trump aos quatro astronautas. “Os EUA não terão rivais no Espaço ou em qualquer coisa que estejamos a fazer e continuaremos a liderar o caminho nesta jornada para as estrelas, esta incrível jornada para as estrelas”.
O presidente dos EUA afirmou também que os astronautas da missão Artemis II “são os verdadeiros pioneiros dos tempos modernos”, acrescentando que “deixaram toda a América muito orgulhosa, incrivelmente orgulhosa”.
Mais ainda, Trump também convidou a tripulação da Artemis II a ir até à Casa Branca assim que regressarem à Terra, notando que pedirá autógrafos a estes astronautas.
“Eu não costumo pedir autógrafos, mas vocês merecem. Vocês são realmente especiais. Todo o mundo está a falar sobre isto, estou ansioso por receber-vos na Sala Oval da Casa Branca e vamos celebrar as vossas incríveis conquistas e desafios. Isso é importante. É algo realmente grandioso”, declarou Trump.
Pode ver abaixo o vídeo completo da interação de Trump com os quatro elementos da Artemis II conforme foi publicado pela página da Casa Branca na rede social X.
Leia Também: Mais longe do que nunca: Artemis II quebra recorde de distância da Terra
A tripulação da Artemis II, composta por Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e pelo canadiano Jeremy Hansen, ultrapassou um recorde que foi estabelecido em 1970 pela missão Apollo 13.
Israel faz aviso aos iranianos: "Evitem viajar de comboio"... O exército israelita exortou os iranianos a absterem-se de viajar de comboio esta terça-feira, numa mensagem em persa, publicada na rede social X, que deixa entrever futuros ataques à rede ferroviária no Irão.
Por SIC Notícias Com Lusa
"Caros cidadãos, para a vossa segurança, pedimos-vos que evitem utilizar os comboios ou viajar de comboio em todo o país a partir de agora e até às 21:00, hora do Irão" (18:30 em Lisboa), escreveu o exército israelita na sua conta naquela rede social.
"A vossa presença nos comboios e nas proximidades das vias férreas coloca as vossas vidas em perigo", acrescenta a mensagem.
A ameaça ao ataque de infraestruturas civis iranianas - incluindo pontes e centrais de energia - foi esta segunda-feira reforçada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, numa conferência de imprensa em que reiterou o prazo dado a Teerão até às 20:00 de hoje em Washington (01:00 de quarta-feira em Lisboa) para concluir um acordo que passe pelo desimpedimento à navegação pelo Estreito de Ormuz.
Neste contexto, e segundo uma fonte israelita à CNN, "Israel aguarda a decisão de Trump sobre os próximos passos", mas tem "planos adicionais para as próximas semanas, à espera da aprovação dos Estados Unidos".
Em resposta à ameaça de Trump, Teerão avisou os Estados Unidos e os países aliados na região que esperassem o mesmo tipo de resposta.
A única via rodoviária que liga a Arábia Saudita ao Bahrein foi hoje encerrada por motivos de segurança após alertas emitidos na região, informaram as autoridades sauditas.
"O tráfego de veículos na ponte Rei Fahd foi suspenso por precaução", afirmou a Autoridade Geral da Ponte Rei Fahd, o organismo que gere este conjunto de pontes com 25 quilómetros que liga os dois países.
As declarações de Trump relativamente à possibilidade de um acordo com o Irão permitem perceber que Washington não aceitou a última contraproposta de Teerão, transmitida através do Paquistão, que consistia em 10 pontos, entre os quais se incluíam o fim das hostilidades na região, um protocolo de passagem segura pelo Estreito de Ormuz e o levantamento das sanções.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou na segunda-feira que o exército israelita continua a eliminar altos funcionários, mas também a atacar fábricas iranianas, incluindo Pars Sul, a maior fábrica petroquímica do Irão.
Os meios de comunicação iranianos confirmaram ataques contra as empresas Mobin e Damavand, responsáveis pelo fornecimento de eletricidade, água e oxigénio ao complexo petroquímico de Pars Sul, que alberga as maiores reservas mundiais de gás natural.
Mais longe do que nunca: Artemis II quebra recorde de distância da Terra... A tripulação da Artemis II, composta por Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e pelo canadiano Jeremy Hansen, ultrapassou um recorde que foi estabelecido em 1970 pela missão Apollo 13.
© NASA /Handout via REUTERS Por noticiasaominuto.com 07/04/2026
Tal como a NASA havia planeado, os astronautas da missão Artemis II viajaram até uma distância inédita da Terra enquanto sobrevoaram a face oculta da Lua - ultrapassando assim o anterior recorde de 400.171 quilómetros que tinha sido estabelecido em 1970, pela missão Apollo 13.
A tripulação da Artemis II - composta por Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e pelo canadiano Jeremy Hansen - foi até aos 406.777 quilómetros de distância do planeta Terra, um feito que foi partilhado com os astronautas pelo Centro de Controlo da Missão.
"Tripulação: Em 15 de abril de 1970, durante a missão Apollo 13, três exploradores estabeleceram o recorde de maior distância já percorrida por humanos a partir do nosso planeta atual”, pôde ouvir-se na transmissão da NASA. “Naquela época, há mais de 55 anos, Lovell, Swigert e Haise voaram a 248.655 milhas terrestres da Terra. Hoje, por toda a Humanidade, vocês estão a ultrapassar essa fronteira”.
O administrador da NASA, Jared Isaacman, também aproveitou para dar conta do feito da Artemis II e fez uma publicação na rede social X a congratular não só a tripulação da cápsula Orion como também a equipa da agência espacial norte-americana.
“A Artemis II chegou à sua distância máxima da Terra”, escreveu Isaacman. “Na face oculta da Lua, a 406.777 quilómetros de distância, o Reid, o Victor, a Christina e o Jeremy viajaram mais longe da Terra do que qualquer outro ser humano na história e iniciam agora a sua viagem de regresso a casa. Antes de partirem, disseram que esperam que esta missão seja esquecida, mas será recordada como o momento em que as pessoas começaram a acreditar que os EUA podem, mais uma vez, fazer o quase impossível e mudar o mundo. Parabéns a esta incrível tripulação e a toda a equipa da NASA, aos nossos parceiros internacionais e comerciais, mas esta missão só acaba quando estiveram em segurança sob a segurança dos paraquedas a pousarem no oceano Pacífico”.
Tal como nota Isaacman, uma vez terminada a fase de sobrevoar a face oculta da Lua, os quatro astronautas da Artemis II iniciam hoje o seu regresso à Terra. Tal como aconteceu na viagem de ida, a volta demorará cerca de quatro dias e a chegada está prevista para esta próxima sexta-feira, dia 10 de abril.
Pode ver acima as fotografias do momento em que a missão Artemis II se encontrava a sobrevoar a face oculta da Lua.
Leia Também: Artemis II recupera contacto com Terra após sobrevoar face oculta da Lua
A nave tripulada Orion da missão Artemis II da NASA restabeleceu o contacto com a Terra após passar cerca de 40 minutos em silêncio total enquanto sobrevoava a face oculta da Lua, uma interrupção normal.
Conselho de Segurança da ONU vota resolução exigindo reabertura de Ormuz... O Conselho de Segurança da ONU agendou para hoje a votação de um projeto de resolução exigindo reabertura de Estreito de Ormuz, após vários adiamentos e atenuando o texto inicialmente proposto pelos países árabes.
© Murat Gok/Anadolu via Getty Images Por LUSA 07/04/2026
A última versão do texto, a que a AFP teve acesso, continua a condenar os ataques iranianos contra navios e "encoraja vivamente os Estados" em causa "a coordenarem esforços, de natureza defensiva e proporcionados às circunstâncias, para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, incluindo a escolta de navios mercantes e comerciais".
O projeto de resolução "exige" igualmente que o Irão "cesse imediatamente qualquer ataque contra os navios" que transitam por esta rota comercial crucial e "qualquer tentativa" de impedir a liberdade de navegação.
O texto indica também que o Conselho estaria disposto a "considerar outras medidas" contra aqueles que comprometem essa liberdade de navegação.
Apoiado pelos países do Golfo, o Bahrein, membro eleito do Conselho, tinha iniciado há duas semanas negociações sobre um texto que teria conferido um mandato claro da ONU a qualquer Estado que pretendesse recorrer à força para libertar esta via marítima crucial, paralisada pelo Irão, por onde passa perto de um quinto das exportações globais de petróleo e gás.
Mas, face às objeções de vários membros permanentes, o texto foi gradualmente enfraquecido e a votação, inicialmente prevista para quinta-feira, foi adiada várias vezes devido ao risco de vetos por parte da Rússia e da China.
A votação está agora prevista para hoje às 11:00 de Nova Iorque (16:00 de Portugal continental), algumas horas antes do termo do ultimato estabelecido pelo Presidente norte-americano Donald Trump, que ameaçou destruir o Irão "na totalidade" à noite se Teerão não reabrisse o Estreito de Ormuz.
Na sexta-feira, o Conselho de Cooperação do Golfo (GCC na sigla em inglês, e que inclui a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Qatar, Kuwait e Omã) pediu à ONU que autorize o uso da força para desobstruir o Estreito de Ormuz.
"O Irão fechou o estreito de Ormuz, impedindo a passagem de navios comerciais e petroleiros e impondo condições para permitir que alguns o façam", declarou, na quinta-feira, o secretário-geral do GCC.
"Pedimos ao Conselho de Segurança que assuma as suas plenas responsabilidades e tome todas as medidas necessárias para proteger os corredores marítimos e garantir a continuidade segura da navegação internacional", insistiu Jassem Al-Budaiwi, em Nova Iorque.
A declaração do dirigente do GCC surgiu perante resistências à resolução por parte da França, a Rússia e, em particular, a China.
"No contexto atual, autorizar os Estados-membros a usar a força equivaleria a legitimar o uso ilegal e indiscriminado da força, o que conduziria inevitavelmente a uma escalada ainda maior", afirmou o embaixador chinês Fu Cong, enquanto a Rússia, aliada de longa data de Teerão, denunciou o texto como tendencioso.
Na quinta-feira, numa reunião do Conselho de Segurança sobre a cooperação entre as Nações Unidas e a Liga dos Estados Árabes, o chefe da diplomacia do Bahrein apresentou mais detalhes sobre a resolução.
"O objetivo é proteger uma das rotas marítimas mais vitais para o comércio e a segurança", assumiu o ministro dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, manifestando esperança de que o texto seja adotado por unanimidade.
O Bahrein detém em abril a presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU, durante a qual dará destaque à guerra no Médio Oriente, à situação no estreito de Ormuz e à cooperação da organização com outros organismos regionais.
Estados Unidos e Israel têm em curso desde 28 de fevereiro uma ofensiva militar de grande escala contra Teerão, que provocou mais de três mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano.
Em reação aos ataques norte-americanos e israelitas, o Irão encerrou o estreito de Ormuz - uma via marítima fundamental para o mercado petrolífero - e lançou ataques de retaliação contra Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
A atual situação provocou um aumento dos preços do petróleo e de outras matérias-primas.
Leia Também: Irão ignora "retórica grosseira e arrogante" de Trump e mantém operações
O exército iraniano rejeitou a "retórica grosseira e arrogante" do Presidente norte-americano, Donald Trump, garantindo que esta "não tem qualquer efeito" nas suas operações.
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Rússia denuncia cooperação ucraniana e japonesa na indústria de armamento... O Governo da Rússia criticou hoje a cooperação entre empresas japonesas e a indústria do armamento ucraniana, por considerar que ajuda a prolongar o conflito, ao cabo de quatro anos de invasão russa da Ucrânia.
Por LUSA
"Ao apoiar o regime neonazi de Zelensky [presidente da Ucrânia], o Japão se envolve cada vez mais no conflito ucraniano, prejudicando ainda mais as relações com a Rússia, que já se tinham deteriorado significativamente pelas ações de Tóquio", declarou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Maria Zakharova.
Quando passam já quatro anos desde a invasão russa à Ucrânia, esta colaboração "claramente apeada pelas autoridades oficiais" do Japão torna-se "abertamente hostil e prejudicial aos interesses de segurança" da Rússia, incluindo "a proteção da população civil".
"É evidente que estas decisões não contribuem para uma pronta resolução da situação na Ucrânia, antes prolongam o conflito", declarou Zakharova, em conferência de imprensa.
Moscovo reagia a um acordo fechado entre o fabricante de 'drones' japonês Terra Drone Corporation e a ucraniana Amazing Drones, considerando ainda como alvo legítimo quaisquer infraestruturas de produção de material militar.
Leia Também: Rússia confirma morte de comandante militar em acidente com avião na Crimeia
As autoridades russas confirmaram hoje a morte do comandante do Corpo de Aviação Mista da Frota do Norte, tenente-general Alexandr Otroshenko, na queda de um avião na Crimeia em 31 de março
Trump: Mais de 170 aeronaves envolveram resgate de pilotos dos EUA... O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, revelou hoje que mais de 170 aeronaves militares participaram na operação de resgate de dois pilotos de caças norte-americanos em território iraniano no fim de semana.
Por LUSA
Numa conferência de imprensa na Casa Branca, Trump especificou que a primeira missão envolveu 21 aeronaves e a segunda mobilizou 155 aparelhos, tendo permitido recuperar os militares em segurança.
O Presidente indicou ainda que dois aviões de transporte militar ficaram imobilizados na areia durante a operação e tiveram de ser destruídos no local.
Na mesma conferência de imprensa, Trump ameaçou um órgão de comunicação social norte-americano, que não identificou, com medidas legais, após alegadas fugas de informação sobre a operação de busca de um piloto desaparecido no Irão.
De acordo com o chefe de Estado, as autoridades iranianas só terão tido conhecimento do desaparecimento após a divulgação dessas informações, acrescentando que irá exigir a identificação da fonte responsável pela fuga.
Trump voltou também a endurecer o tom face a Teerão, afirmando que o Irão "pode ser destruído numa só noite", numa referência ao ultimato norte-americano para a reabertura do Estreito de Ormuz.
O Presidente norte-americano reiterou que o prazo para o restabelecimento da navegação naquela via estratégica está a terminar, avisando que, caso não seja cumprido, poderão ser lançados ataques contra infraestruturas críticas iranianas.
O mais recente ultimato de Trump expira às 1h00 (hora de Lisboa) de quarta-feira.
Estas declarações de Trump surgem num contexto de forte escalada militar, após o início, a 28 de fevereiro, da operação conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão.
Teerão respondeu à ofensiva com ataques contra interesses norte-americanos e israelitas nos países do Golfo Pérsico, além de bloquear o Estreito de Ormuz, o que fez disparar os preços do petróleo.
Huthis anunciam nova onda de ataques com Irão e Hezbollah contra Israel... Os rebeldes Huthis do Iémen afirmaram hoje ter lançado um novo ataque contra Israel, nomeadamente à cidade de Eilat, em conjunto com o Irão e o movimento pró-iraniano libanês Hezbollah.
Por LUSA
"O grupo, em colaboração com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (...) e a resistência islâmica no Líbano [Hezbollah], lançou uma salva de mísseis de cruzeiro e drones contra vários alvos vitais e militares pertencentes ao inimigo israelita", afirmou o porta-voz militar dos rebeldes xiitas iemenitas, Yahya Saree, num comunicado.
Os Huthis, que controlam a maior parte do norte do Iémen, juntaram-se à guerra em 28 de março para apoiar o Irão, um aliado.
Anteriormente, os rebeldes iemenitas tinham lançado ataques contra Israel e visado navios no Mar Vermelho e no Golfo de Áden durante a guerra na Faixa de Gaza, afirmando agir em solidariedade com os palestinianos do Hamas.
A operação de hoje "atingiu com sucesso os seus objetivos", indicou o porta-voz, sublinhando ainda que a milícia continuará com as "operações militares".
Os rebeldes iemenitas reivindicaram um ataque no sábado contra o aeroporto Ben Gurion, no centro de Israel.
"Atacámos o aeroporto Ben Gurion, na região de Telavive, bem como alvos militares vitais no sul de Israel", confirmaram na ocasião os Huthis, através da emissora Al Masirah, ligada aos rebeldes.
No sábado, o exército israelita anunciou ter detetado o lançamento de um míssil em direção a Israel a partir do Iémen.
Também no sábado, os Huthis anunciaram a detenção de várias pessoas acusadas de colaborar com os serviços secretos israelitas, alegando que o grupo tinha recolhido informações militares e económicas sensíveis no país.
O Serviço de Segurança e Informações, controlado pelos Huthis, referiu, num comunicado, que os detidos colaboraram diretamente com agências israelitas, incluindo os serviços de informações militares e a Mossad (serviços secretos).
De acordo com os Huthis, os suspeitos forneceram "coordenadas de instalações militares e de segurança, bem como informações relevantes sobre instalações económicas no Iémen".
Os rebeldes não revelaram o número de detidos nem apresentaram provas que sustentem as alegações.
Em novembro, as autoridades Huthis anunciaram a detenção de vários iemenitas acusados de espionagem a favor de Israel.
No mesmo mês, um tribunal controlado pelos rebeldes condenou à morte 17 pessoas acusadas de espionagem a favor de Israel, dos Estados Unidos e da Arábia Saudita.
Organizações de defesa dos direitos humanos e as Nações Unidas têm manifestado repetidamente preocupação com estas detenções, defendendo que muitos detidos, incluindo trabalhadores humanitários, foram acusados de espionagem sem provas suficientes nem o devido processo legal.
Os Huthis integram o chamado "eixo de resistência" liderado pelo Irão contra Israel, de que fazem parte outros grupos radicais da região, como o libanês Hezbollah e os palestinianos Hamas e Jihad Islâmica.





























.webp)





