© Amos Ben Gershom/GPO via Getty Images Notícias ao Minuto 16/01/2025
O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusa o grupo islamita Hamas de criar uma "crise de última hora", com tentativas de "extorsão".
O governo israelita adiou o acordo de cessar-fogo com o Hamas, previsto entrar em vigor no domingo.
De acordo com a informação avançada esta quinta-feira, o executivo israelita não só recuou no acordo, fechado ontem, como também culpou o grupo islamita Hamas, dizendo que isto aconteceu devido a "uma crise de última hora".
Numa nota citada pelas agências internacionais, o gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acusou o Hamas de renegar partes do acordo numa tentativa de "extorquir concessões de última hora". A mesma nota não explicava as alegadas alterações que estariam a tentar ser feitas.
O acordo, anunciado há menos de 24 horas, deveria ser ratificado por Telavive esta quinta-feira.
“O gabinete israelita não se reunirá até que os mediadores notifiquem Israel de que o Hamas aceitou todos os elementos do acordo", lê-se ainda na nota.
O acordo alcançado entre Israel e o Hamas prevê um cessar-fogo completo durante 42 dias a partir de domingo, após 15 meses de uma guerra devastadora, e a troca de 33 reféns israelitas por centenas de prisioneiros palestinianos.
Veja Também: Hamas tenta alterar cessar-fogo à última da hora: "Mostra a fragilidade do acordo, não há confiança mútua"
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