quarta-feira, 13 de maio de 2026

EUA/CHINA: Donald Trump já chegou à China para cimeira com Xi Jinping... O presidente norte-americano, Donald Trump, chegou hoje à China para uma cimeira com o seu homólogo Xi Jinping, que abordará temas como o comércio internacional, a guerra no Irão e a venda de armas a Taiwan.

© Alex Wong/Getty Images    Por  LUSA  13/05/2026 

Trata-se da primeira visita de um Presidente dos Estados Unidos à China desde que o próprio Trump fez uma visita em novembro de 2017.

O ponto alto da visita só acontecerá na quinta-feira, quando os dois líderes terão conversações bilaterais e um banquete formal.

Os chineses estão a oferecer a Trump uma receção pomposa depois de o avião presidencial norte-americano, Air Force One, ter aterrado na capital chinesa às 19h50 locais (12h50 em Lisboa).

Trump deverá ser recebido pelo vice-presidente chinês, Han Zheng, pelo embaixador da China em Washington, Xie Feng, e pelo vice-ministro executivo dos Negócios Estrangeiros, Ma Zhaoxu, bem como o enviado dos Estados Unidos (EUA) a Pequim, David Perdue, segundo a Casa Branca.

A cerimónia de boas-vindas incluirá cerca de 300 jovens chineses, uma guarda de honra militar e uma banda militar.

Xi receberá Trump na quinta-feira às 10h00 locais (03h00 em Lisboa) no Grande Salão do Povo na Praça Tianamen, no coração de Pequim e que estará sob forte proteção.

A pompa da receção e os sinais de atenção mostrados a um convidado que adiou esta viagem, inicialmente planeada para o final de março e que foi adiada devido à guerra no Irão, não farão desaparecer os múltiplos desentendimentos que aguardam os dois líderes a portas fechadas.

Trump, aparentemente focado nos negócios, levou consigo vários líderes empresariais, incluindo o antigo conselheiro Elon Musk, líder da Tesla e da SpaceX e o homem mais rico do planeta, os chefes da Apple, Tim Cook, da Boeing, Kelly Ortberg, e do gigante dos chips eletrónicos Nvidia, Jensen Huang.

"Vou pedir ao Presidente Xi, um líder incomparável, que abra a China para que estas pessoas brilhantes possam fazer a sua magia e ajudar a elevar a República Popular a um nível ainda mais elevado!" escreveu Trump na sua rede social Truth Social, a caminho da China.

No topo da lista de desejos dos EUA está o anúncio de acordos em áreas como a agricultura e talvez a confirmação de uma encomenda massiva de aeronaves à Boeing.

"A China acolhe a visita de Estado do Presidente Trump", disse Guo Jiakun, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

Pequim está pronta para "expandir a cooperação e gerir disputas", indicou, repetindo o mantra de Pequim na preparação para a cimeira: a busca por "mais estabilidade e certeza num mundo assolado por mudanças e turbulências".

Espera-se que Trump e Xi procurem prolongar a trégua na guerra tarifária alcançada em outubro.

Irão ameaça EUA com "derrotas" se não aceitarem proposta de paz... O Governo iraniano ameaçou hoje que os Estados Unidos "devem esperar uma repetição das suas derrotas passadas no campo de batalha" se não aceitarem a proposta de paz apresentada por Teerão.

© Donald Trump For President   Por LUSA   13/05/2026 

"Se o inimigo não ceder às justas exigências do Irão através dos canais diplomáticos, deve esperar uma repetição das suas derrotas passadas no campo de batalha", disse o porta-voz do Ministério da Defesa iraniano, Reza Talaei-Nik, sublinhando que "se estes direitos razoáveis e definitivos não forem alcançados, o inimigo não conseguirá livrar-se do pântano em que está preso".

Talaei-Nik enfatizou que qualquer agressão futura será respondida com uma resposta "decisiva e final", afirmando ainda que "a retirada repetida de navios norte-americanos da zona de conflito demonstra a determinação e a capacidade das Forças Armadas iranianas", segundo a televisão iraniana Press TV.

As declarações de Talaei-Nik surgiram depois de o Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, ter declarado na terça-feira que o curso de ação "mais racional" e benéfico para Teerão é "completar a vitória no campo de batalha" através de um processo de negociação com Washington, quando as conversações entre as partes estão paralisadas.

Por sua vez, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, disse que "não há alternativa" para o fim da guerra a não ser que os Estados Unidos aceitem a proposta apresentada por Teerão, antes de alertar que qualquer outra opção "só levará a um fracasso após o outro", após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter classificado o documento apresentado por Teerão como "totalmente inaceitável".

Os Estados Unidos e o Irão estão num processo de diálogo mediado pelo Paquistão, embora as divergências entre as suas posições tenham impedido, até ao momento, um segundo encontro em Islamabad, cidade que acolheu a primeira reunião presencial após o acordo de cessar-fogo assinado em 08 de abril, posteriormente prorrogado indefinidamente por Trump.

O bloqueio do Estreito de Ormuz e a recente incursão e apreensão de navios iranianos pelos EUA na região estão entre os motivos alegados por Teerão para não comparecer às negociações em Islamabad, uma vez que considera estas ações uma violação do cessar-fogo que impede o processo de diálogo.

Apesar disso, ambos os países mantêm contacto através da mediação de Islamabad.

Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão em 28 de fevereiro, levando os iranianos a retaliarem contra países do Golfo que têm interesses norte-americanos, estende a guerra no Médio Oriente.


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CHINA: Governo da China saúda visita do presidente Donald Trump ao país asiático... A China saudou hoje a visita do presidente norte-americano, Donald Trump, que chega hoje ao país asiático para uma visita oficial, desejando reforçar a cooperação para injetar "mais estabilidade" nas relações internacionais.

© Johannes Neudecker/picture alliance via Getty Images    Por  LUSA   13/05/2026 

"A China saúda a visita de Estado do presidente Trump", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Guo Jiakun.

A China está pronta para trabalhar com os Estados Unidos para "expandir a cooperação e gerir as diferenças, trazendo assim mais estabilidade e certeza a um mundo assolado pela mudança e turbulência", afirmou o porta-voz durante uma conferência de imprensa regular.

O Diário do Povo, jornal oficial do Partido Comunista Chinês (PCC), publicou hoje um editorial afirmando que a relação entre a China e os Estados Unidos "não pode voltar ao passado" e pode ter "um futuro melhor", apresentando a cimeira como uma oportunidade para ambas as potências trazerem "estabilidade" a um mundo "turbulento".

Trump viaja com um grupo de seletos executivos nortes-americanos, incluindo Elon Musk, da Tesla; Tim Cook, da Apple; Larry Fink, da BlackRock; Kelly Ortberg, da Boeing; e executivos de empresas como a Mastercard, Visa, Goldman Sachs e Meta.

O encontro dos dois líderes será precedido pelas negociações económicas e comerciais que o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, e o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, vão realizar esta quarta-feira em Seul.

No entanto, o editorial do Diário do Povo enquadrou o encontro como parte de uma diplomacia entre líderes que funciona como "âncora" para a relação, argumentando que cada novo encontro entre Xi e Trump pode ajudar a garantir que os laços "não se desviem do rumo e não percam o ímpeto", ao mesmo tempo que alertou que Taiwan é "a linha vermelha" nas relações bilaterais.

Pequim amanheceu hoje com sinais visíveis da visita de Trump: bandeiras chinesas e norte-americanas hasteadas ao longo da estrada para o aeroporto, uma presença reforçada de segurança em vários pontos da capital e postos de controlo em vários locais relacionados com a agenda do Presidente norte-americano.

A segurança foi especialmente reforçada em redor do Hotel Four Seasons, junto à Embaixada dos EUA e onde Trump ficará hospedado, com presença policial nas proximidades, bem como medidas de segurança visíveis em importantes cruzamentos da cidade, onde alguns militares estão em constante vigilância.

A cimeira entre os Presidentes dos Estados Unidos e da China, na quinta e sexta-feira, em Pequim, visa estabilizar a relação entre as duas maiores potências mundiais, marcada por rivalidades e tensões persistentes.

Apesar de uma trégua tarifária em vigor, várias questões e problemas sensíveis continuam por resolver, num contexto de interdependência económica e competição geopolítica crescente.

O comércio deverá dominar as discussões, com a delegação norte-americana a procurar acordos que beneficiem setores como a aeronáutica, a energia e a agricultura.


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GUERRA NA UCRÂNIA: Rússia volta a atacar Ucrânia com 139 drones durante a noite e madrugada... As forças armadas da Federação Russa lançaram um total de 139 drones de longo alcance sobre território ucraniano durante a noite de terça-feira e a madrugada de hoje, incluindo várias aeronaves desarmadas usadas para confundir as defesas antiaéreas inimigas.

© Pierre Crom/Getty Images   Por LUSA  13/05/2026 

Segundo a força aérea da Ucrânia, foram abatidos ou neutralizados 111 dos referidos aparelhos telepilotados, com interferências eletrónicas em diversas regiões do país - norte, leste e sul. 

Outros 20 drones, todos de ataque, atingiram 13 locais diferentes na Ucrânia, sem que tenham sido especificados. As autoridades ucranianas também registaram a queda de destroços de drones noutros quatro locais.

A Presidência da Rússia (Kremlin) declarou na terça-feira que o cessar-fogo humanitário terminou e que a "operação militar especial" continua, referindo-se à guerra desencadeada pela invasão à vizinha e ex-república soviética, em 24 de fevereiro de 2022.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que é prematuro discutir os "pormenores concretos" do processo de paz entre a Rússia e a Ucrânia, após as declarações do presidente russo, Vladimir Putin, no sábado, que falou sobre um "fim iminente" da guerra.

No sábado, 09 de maio, a Rússia assinalou a vitória das forças da ex-União Soviética sobre o regime da Alemanha nazi, em 1945, com um desfile militar que este ano não contou com a presença de armamento pesado.

No quadro das celebrações do 09 de maio, um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia, mediado pelos Estados Unidos, expirou "de facto" na segunda-feira, com ambos os lados a acusarem-se mutuamente de violar o acordo de 72 horas.


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DIABETES: Poluição atmosférica pode ser a causa de 9 milhões de casos de diabetes... A poluição atmosférica por partículas finas e dióxido de azoto pode ser a causa direta de aproximadamente nove milhões de casos de diabetes tipo 2 na Europa a cada ano, segundo um estudo.

© Lusa    13/05/2026 

No trabalho realizado pela Universidade de Múrcia (UMU) e o Centro Nacional de Supercomputação de Barcelona (BSC-CNS), os investigadores constataram que existe uma "relação direta e alarmante" entre a exposição prolongada a poluentes atmosféricos e a incidência de diabetes tipo 2 (DM2), a forma mais comum da doença.

Para chegar a esta conclusão, os investigadores utilizaram técnicas avançadas de modelação não linear e analisaram dados históricos de concentração atmosférica das últimas três décadas, entre 1991 e 2020.

Com base nestas análises, concluíram que o dióxido de azoto está associado a aproximadamente 3,7 milhões de casos de diabetes anualmente na Europa.

Além disso, a exposição a partículas finas eleva este número para 5 milhões de casos por ano, o que significa que, no total, quase 9 milhões de casos estão diretamente associados à poluição.

No total, ocorrem anualmente cerca de 66 milhões de casos deste tipo de diabetes na Europa, estimando-se um aumento de 10% destes números para os próximos anos.

De acordo com o estudo, as áreas com maior densidade de tráfego e atividade industrial, especialmente nas grandes cidades europeias e na Europa Central, apresentam a maior carga da doença atribuível à poluição.

Especificamente, o vale do Ruhr, na Alemanha, e o vale do Po, no norte da Europa, bem como grandes cidades europeias como Londres, Paris e Varsóvia, apresentam as concentrações mais elevadas.

Uma das principais conclusões do estudo é que as partículas finas no ar, conhecidas como PM2,5, representam um maior risco para o desenvolvimento de diabetes, mesmo em baixas concentrações, sugerindo que até mesmo níveis moderados de poluição têm um efeito prejudicial para a saúde.

Tanto este poluente como o dióxido de azoto excedem os níveis estabelecidos pelas novas regulamentações europeias e pelas orientações da OMS nas áreas industriais e urbanas de toda a Europa.


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DONALD TRUMP publica desenho que retrata Venezuela como 51.º estado dos EUA... O Presidente norte-americano, Donald Trump, publicou nas redes sociais um desenho que volta a levantar a possibilidade da Venezuela se tornar parte dos Estados Unidos (EUA).

©@realDonaldTrump   Por  Lusa   13/05/2026 

Na terça-feira, o republicano publicou um desenho na plataforma que detém, a Truth Social, retratando a Venezuela com as cores dos EUA e a legenda "51.º estado", numa referência aos 50 estados que atualmente compõem o país norte-americano.

No domingo, órgãos de comunicação social dos EUA noticiaram que Donald Trump disse ao canal televisivo Fox News estar a "considerar seriamente" fazer da Venezuela o 51.º estado norte-americano.

Em março, Trump tinha publicado, também na Truth Social, uma mensagem humorística sobre essa possibilidade: "Coisas boas têm acontecido na Venezuela nos últimos tempos (...) Alguém está interessado em ser o 51.º estado?".

Na segunda-feira, a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou nunca ter considerado essa possibilidade.

"Isso nunca foi considerado, porque se há coisa que nós, venezuelanas e venezuelanos, prezamos é o nosso processo de independência, adoramos os nossos heróis e heroínas da independência", disse Delcy Rodríguez.

Rodríguez acrescentou que o seu Governo está a trabalhar numa "agenda diplomática de cooperação" com os Estados Unidos, depois de ter restabelecido em março relações diplomáticas com Washington, cortadas pelo antecessor Nicolás Maduro há sete anos.

Maduro foi retirado do poder e do país a 03 de janeiro deste ano pelo Exército norte-americano e levado para os Estados Unidos, juntamente com a mulher, para ser julgado por narcoterrorismo, entre outras acusações.

Donald Trump, que ameaçou repetidamente tornar o Canadá no 51.º estado dos EUA durante o seu mandato, gaba-se regularmente de controlar o país latino-americano após a captura de Nicolás Maduro.

Delcy Rodríguez, antiga vice-presidente de Maduro, procedeu a revisões das leis sobre as explorações petrolífera e mineira, abrindo esses setores a atores privados, em especial norte-americanos, além de ter aprovado uma amnistia que levou à libertação de centenas de presos políticos, embora cerca de 500 permaneçam atrás das grades. Prometeu também realizar uma reforma judicial.

Donald Trump elogiou repetidamente as ações tomadas pela presidente interina e está a flexibilizar gradualmente as sanções impostas pelos EUA à nação caribenha.

Na terça-feira, o Presidente norte-americano afirmou que irá trabalhar na libertação de todos os presos políticos ainda detidos na Venezuela, manifestando confiança na presidente interina do país.

"Vamos libertá-los a todos. E digo-vos, a Delcy está a fazer um excelente trabalho. O povo venezuelano está encantado com o que está a acontecer", assegurou Trump, antes de embarcar para uma viagem oficial à China.

Por sua vez, a oposição venezuelana exige a realização de eleições no país.


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Mais de 140 aldeias de Timor-Leste vão ter eletricidade... Um total de 141 aldeias de Timor-Leste vão ter acesso a eletricidade, após o Governo ter assinado terça-feira contratos com 51 empresas para implementar projetos de eletrificação, anunciou a empresa de eletricidade pública timorense.

© Lusa   13/05/2026 

Segundo um comunicado da Empresa de Eletricidade de Timor-Leste (EDTL), os contratos no valor de 11,73 milhões de dólares (cerca de 10 milhões de euros) deverão beneficiar 7.201 famílias dos municípios de Aileu, Ainaro, Baucau, Bobonaro, Díli, Ermera, Liquiçá, Lautém, Manatuto, Manufahi e Viqueque.

Os trabalhos de construção e instalação vão decorrer até ao início de 2027.

O Governo timorense pretende assinar nas próximas semanas mais 20 contratos para construção e instalação de eletricidade pública.

O ministro das Obras Públicas, Samuel Marçal, disse, citado no comunicado, que a assinatura dos contratos "demonstra o compromisso do Governo em assegurar o fornecimento de eletricidade a todo o território nacional".

"Nós próximos meses, o Governo vai implementar um projeto de construção de centrais solares fotovoltaicas com capacidade entre 72 e 80 megawatts, o que ajudará a reduzir a dependência do consumo de combustíveis e permitirá poupanças ao Estado", afirmou o ministro.

Samuel Marçal anunciou também o lançamento de concursos para projetos de energia eólica, no próximo ano, e de fornecimento de energia solar fotovoltaico em Ataúro, nos próximos meses.

O pacote assinado na terça-feira inclui a instalação de 130,6 quilómetros de rede de média tensão e 377,42 quilómetros de rede de baixa tensão.


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terça-feira, 12 de maio de 2026

14 de Maio de 2026 - Apresentação de série documental sobre São Tomé e Príncipe na UCCLA

Apresentação de série documental sobre São Tomé e Príncipe na UCCLA

A UCCLA vai acolher, no dia 14 de maio, às 17h30, a apresentação da série documental “Africanko São Tomé e Príncipe”, uma produção da RTP África que convida o público a descobrir a riqueza cultural, turística e humana do arquipélago de São Tomé e Príncipe.

Composta por oito documentários, a série revela paisagens, tradições, histórias e o potencial deste país, promovendo uma viagem autêntica pelo património e identidade santomense.

A sessão terá lugar no auditório da UCCLA e a entrada é livre.

Veja o trailer através do link https://we.tl/t-9FvHgtvnWjj0qGOX

Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt 

Avenida da Índia n.º 110, 1300-300 Lisboa, Portugal | Tel. +351 218 172 950 | 

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@Faladepapagaio

IRÃO: Teerão processa EUA em tribunal de Haia por "agressão militar"... O Irão apresentou hoje uma ação judicial junto do Tribunal Arbitral Irão-Estados Unidos, em Haia, na qual acusou Washington de "agressão militar", atacar instalações nucleares e violar os Acordos de Argel de 1981.

© Getty Images/Mohammed HUWAIS / AFP   Por  LUSA  12/05/2026 

Teerão alegou que os Estados Unidos violaram "as obrigações internacionais" durante o conflito de 12 dias, de acordo com a televisão estatal iraniana IRIB e agência de notícias iraniana Tasnim. 

Entre 13 e 24 de junho passado, Israel lançou múltiplos ataques contra dezenas de alvos no Irão para impedir a expansão do programa nuclear iraniano. Os EUA participaram também nesta ofensiva.

A 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram nova ofensiva contra o Irão para pôr fim ao programa nuclear e de enriquecimento de urânio, bem como à produção de mísseis de longo alcance.

Atualmente, este conflito está sob um cessar-fogo considerado frágil pelas autoridades iranianas.

Na ação apresentada no tribunal arbitral com sede em Haia, o Teerão acusou igualmente Washington de impor sanções económicas e de ameaçar recorrer à força contra o Irão.

O Tribunal Arbitral Irão-Estados Unidos foi criado em 1981 ao abrigo dos Acordos de Argel, negociados pela Argélia para resolver a crise dos reféns norte-americanos em Teerão, iniciada na sequência da revolução iraniana de 1979.

O primeiro parágrafo desses acordos estabelece que os Estados Unidos comprometeram-se a "não interferir, direta ou indiretamente, política ou militarmente, nos assuntos internos do Irão".

As autoridades iranianas argumentaram que a ofensiva militar norte-americana e israelita constitui uma violação direta desse compromisso.

Teerão pediu agora ao tribunal que "responsabilize os Estados Unidos pela violação dos acordos", ordene o fim imediato de qualquer interferência nos assuntos internos iranianos e exija garantias de não repetição de atos semelhantes.

O Irão solicitou ainda uma indemnização integral pelos danos causados durante a ofensiva.

Washington ainda não reagiu oficialmente à ação judicial.


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GUERRA NA UCRÂNIA: Guerra "a chegar ao fim"? Kremlin diz ser cedo para "detalhes concretos"... O porta-voz do Kremlin considerou prematuro discutir "detalhes concretos" sobre o fim da guerra na Ucrânia, apesar de Vladimir Putin ter afirmado que o conflito "está a chegar ao fim".

© Igor IVANKO / AFP via Getty Images   noticiasaominuto.com  12/05/2026 

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, considerou esta terça-feira que é prematuro discutir "detalhes concretos" para o fim da guerra na Ucrânia, após o presidente russo, Vladimir Putin, ter afirmado que o conflito estava "a chegar ao fim". 

"Todos os progressos alcançados no processo de paz sugerem que o fim está realmente próximo. Mas, neste contexto, não é possível, neste momento, entrar em detalhes concretos", indicou Peskov durante uma conferência de imprensa, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

No sábado, à margem das celebrações do Dia da Vitória, Putin defendeu que a guerra na Ucrânia "está a chegar ao fim" e manifestou-se disponível para encontrar-se com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.

"Começaram a intensificar o confronto com a Rússia, que continua até hoje. Acho que isto está a chegar ao fim, mas a situação continua grave", respondeu Putin a uma questão sobre se a ajuda ocidental à Ucrânia estava a ir longe demais.

Putin referiu, ainda, que estava disponível para uma reunião com Zelensky "num terceiro país, mas apenas se se alcançar um acordo definitivo sobre um tratado de paz, que deverá ser desenhado com uma perspectiva a longo prazo".

Esta terça-feira, Peskov sublinhou que "o presidente Putin afirmou que a Rússia permanece aberta ao diálogo e que o trabalho tem sido realizado no formato trilateral".

Segundo o porta-voz, a ofensiva russa na Ucrânia "pode ser interrompida a qualquer momento, assim que o regime de Kyiv assumir as suas responsabilidades e tomar as decisões necessárias".

Zelensky pronto para encontro com Putin: "Falta encontrar um formato"

No domingo, um dia após as declarações de Putin, Zelensky disse estar preparado para reunir-se com o líder do Kremlin, faltando encontrar o formato adequado.

"Agora o próprio Putin (o presidente russo) afirma que finalmente está pronto para reuniões reais. Empurrámo-lo um pouco nessa direção e nós próprios estamos há muito tempo preparados; falta encontrar um formato", disse Zelensky no seu habitual discurso diário à nação. 

Putin "nunca esteve tão fraco"

Já na segunda-feira, a chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, afirmou que o presidente russo "nunca esteve tão fraco", mas considerou que ainda é cedo para se falar em negociações entre o bloco dos 27 e a Rússia.

"Acho que a leitura geral é que o Putin nunca esteve numa posição tão fraca. [As forças russas] estão a perder muitas vidas no terreno, há um descontentamento crescente na sociedade russa, é por isso que estão a desligar a Internet, para que as pessoas não consigam ver as notícias reais", referiu a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança.

Kaja Kallas defendeu que "os ataques de longo alcance realizados pela Ucrânia estão a ter um impacto real" e o "apoio à guerra de Putin está a diminuir".

"Tudo isso mostra que o Putin não está assim tão forte, mas isso não quer dizer que estejamos num ponto em que eles queiram genuinamente negociar, porque ainda continuam a apresentar propostas maximalistas", acrescentou.

A chefe da diplomacia da UE defendeu que a parada militar de 9 de maio em Moscovo por ocasião do 81.º aniversário da vitória soviética na Segunda Guerra Mundial sobre a Alemanha nazi, que foi mais curta do habitual e na qual não foi exibido equipamento militar, e "perdas recorde russas no campo de batalha", mostram que a "dinâmica da guerra está a mudar".

𝗖𝗢𝗠𝗜𝗦𝗦𝗔̃𝗢 𝗣𝗘𝗥𝗠𝗔𝗡𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖 𝗗𝗘𝗟𝗜𝗕𝗘𝗥𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢...

Por PAIGC 2023 

A Comissão Permanente do PAIGC reuniu-se online no dia 12 de maio de 2026, sob a presidência do camarada Califa Seidi, Vice-Presidente do Partido, com a seguinte ordem do dia:

1. Informações Gerais;

2. Análise da situação política interna do Partido.

 a) Programa das celebrações do 70º aniversário do Partido

 b) Processo do diálogo interno do Partido

No ponto de Informações Gerais, o Vice-Presidente do Partido, camarada Califa Seidi, transmitiu à Comissão Permanente algumas informações relativas ao funcionamento do Partido.

No segundo ponto da agenda de trabalhos, a Comissão Permanente analisou os avanços registados na preparação das duas efemérides importantes do Partido neste ano de 2026, designadamente as celebrações do 70º Aniversário do PAIGC e a realização do XI Congresso do PAIGC. 

Nesse sentido, a Comissão Permanente ouviu o Secretariado Nacional sobre a preparação das celebrações dos 70 anos do Partido, tendo apreciado a proposta de Programa submetido pela Comissão Organizadora do evento. 

Relativamente à preparação do Congresso, a Comissão Permanente ouviu a Comissão de Diálogo Interno, criada por sua instrução, que deu conta do trabalho realizado no âmbito dos esforços para o fortalecimento da unidade e da coesão interna do Partido, bem como dos resultados alcançados.    

A Comissão Permanente voltou a condenar a perseguição de que estão a ser alvos os dirigentes do Partido, particularmente o camarada Domingos Simões Pereira, Presidente do PAIGC, que continua sequestrado de forma arbitrária há seis meses, em condições desumanas, sem acesso a médico e aos seus advogados, e exige a sua libertação imediata e incondicional.  

Após aturada discussão, a Comissão Permanente delibera: 

a) Aprovar o Programa das celebrações do 70º aniversário do PAIGC apresentado pela sua Comissão Organizadora;

b) Saudar o lançamento oficial das celebrações do 70º aniversário do PAIGC, no passado dia 26 de abril de 2026, e encorajar todas as estruturas do Partido a se mobilizarem para o sucesso do evento;

c) Aprovar o Termo de Compromisso assinado no dia 8 de maio de 2026, entre a Comissão de Diálogo Interno e o Grupo de Reflexão, composto por alguns militantes e dirigentes do Partido;

d) Felicitar a Comissão de Diálogo Interno pelo seu empenho no cumprimento da missão que lhe foi confiada pela Comissão Permanente;

e) Saudar o espírito de diálogo demonstrado pelos camaradas e apelar à unidade e à coesão interna do PAIGC com vista a melhor posicionar o Partido para os desafios futuros;

f) Aprovar a composição da Comissão Nacional Preparatória do Congresso, a ser submetida posteriormente ao Comité Central para ratificação, com a seguinte composição: 

i) Adriano Gomes Ferreira (Atchutchi) – Presidente

ii) Ule Na Biutcha – Vice-Presidente

iii) Fode Cassama

iv) Lassana Seidi

v) Francisco Conduto de Pina

vi) Mário Musante da Silva

vii) Pauleta Camara

viii) Dickson Varela

ix) José Carlos Esteves

x) Iaia Maria Turé 

g) Reiterar o propósito de organizar o XI Congresso do Partido no II Semestre de 2026 e instruir a Comissão Nacional Preparatória ora criada a dar início aos trabalhos da sua preparação;

h) Reiterar a exigência de libertação plena e incondicional do Presidente do Partido, camarada Domingos Simões Pereira, que se encontra sequestrado há seis meses, com restrições abusivas da sua liberdade;

i) Exigir a reabertura da Sede Nacional do PAIGC e de todas as Sedes Regionais para que o Partido possa retomar plenamente o exercício das suas atividades políticas;

j) Condenar as violações sistemáticas dos direitos e das liberdades dos  dirigentes políticos não alinhados com este regime e exigir o fim da impunidade aos responsáveis por esses atos;

k) Insistir na conclusão, o mais rapidamente possível, da investigação ao assassinato do cidadão e ativista Vigário Luis Balanta e na tradução à justiça dos executores e mandantes do hediondo crime;

l) Lamentar o desaparecimento físico do camarada Caetano Joaquim da Silva, membro do Comité Central do PAIGC, ocorrido no passado dia 9 de Maio, e apresentar as mais sentidas condolências aos seus familiares.

𝗕𝗶𝘀𝘀𝗮𝘂, 𝟭𝟮 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲  

𝗔 𝗖𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗮̃𝗼 𝗣𝗲𝗿𝗺𝗮𝗻𝗲𝗻𝘁𝗲

MADEM G-15 Desmente Anulação do Congresso e Reafirma Liderança de Adja Satú Camará... O Movimento para Alternância Democrática, Grupo dos 15 (MADEM G-15), divulgou esta terça-feira, 12 de maio de 2026, um comunicado de desmentido à imprensa, rejeitando informações postas a circular nas redes sociais e em alguns órgãos de comunicação social sobre uma alegada anulação do Congresso Extraordinário do partido e o afastamento da atual direção liderada por Adja Satú Camará.

© Radio TV Bantaba   12/05/2026

No documento, a Coordenação Nacional do MADEM G-15 considera falsas e enganosas as notícias segundo as quais o Tribunal Regional de Bissau teria declarado a nulidade do congresso extraordinário realizado em agosto de 2024.

O partido afirma que não existe qualquer decisão judicial, sentença ou acórdão que tenha anulado o referido congresso ou afastado a direção em funções.

O comunicado esclarece ainda que a coordenadora nacional, Adja Satú Camará, apenas foi citada para apresentar contestação numa ação judicial relacionada com a anulação das deliberações do congresso, sublinhando que o processo ainda decorre nos trâmites legais.

Segundo o MADEM G-15, o Supremo Tribunal de Justiça já reconheceu a atual direção saída do congresso extraordinário de 17 de agosto de 2024, decisão que, de acordo com o partido, transitou em julgado sem contestação do cidadão Braima Camará.

A direção do MADEM G-15 apelou aos militantes e dirigentes para se manterem vigilantes e unidos face ao que considera tentativas de desestabilização interna, reafirmando igualmente a sua confiança nas instituições da Justiça e reservando-se o direito de agir judicialmente contra a divulgação de informações falsas.

O Governo aprovou, esta terça-feira, o decreto que estabelece as políticas de mitigação e adaptação às alterações climáticas no setor digital da Guiné-Bissau, reforçando o compromisso do país com a sustentabilidade e a transformação digital resiliente... A decisão foi tomada em Conselho de Ministros e consta do comunicado oficial desta terça-feira, 12.05.2026.

COMUNICADO FINAL DO CONSELHO DE MINISTROS

Centenas de palestinanos assinalam 'Nakba' em Ramallah... Centenas de palestinianos participaram hoje numa marcha em Ramallah, na Cisjordânia ocupada, em memória do 78.º aniversário da Nakba (palavra árabe para "catástrofe"), que marca a fuga ou expulsão dos territórios que deram lugar a Israel.

© Ahmad Gharabli/AFP via Getty Images    Por  LUSA   12/05/2026 

"O mundo precisa de se lembrar da nossa tragédia e de que os palestinianos continuam a viver sem um Estado próprio", disse à agência EFE Muhamad, professor reformado e refugiado palestiniano.

Os seus pais foram obrigados a fugir em 1948 de uma aldeia perto de Lod e Ramle (hoje cidades mistas no centro de Israel) para Jerusalém e, mais tarde, para o campo de refugiados de Shuafat, nos seus arredores.

Durante a guerra de 1948, cerca de 750 mil palestinianos foram deslocados, dois terços dos quais no território que acabara de se tornar Israel.

A marcha de hoje realizou-se antes da data oficial da Nakba, 15 de maio, um dia após a declaração de independência de Israel.

Os participantes transportavam bandeiras palestinianas, faixas com 'slogans' sobre o direito de regresso e grandes chaves de cartão, símbolo das casas que foram obrigados a abandonar há 78 anos.

Muitos usavam 'kefieh', os tradicionais lenços palestinianos com padrão axadrezado em preto e branco, e levavam bandeiras negras em sinal de luto.

"Hoje estamos aqui para reafirmar o direito de regresso e a indemnização para o povo palestiniano após 78 anos", disse à EFE Sahar Majdube, líder de um grupo de jovens do Ministério da Educação da Palestina, numa altura em que continua a enfrentar "deslocações e genocídio".

Majdube manifestou ainda gratidão pelo apoio internacional à causa palestiniana e frisou que os palestinianos continuam unidos na esperança de regressar às suas "casas, vilas e cidades".

Em setembro passado, cerca de uma dezena de estados ocidentais, incluindo Portugal, reconhecerem o Estado da Palestina, em plena guerra na Faixa de Gaza e aumento da violência na Cisjordânia ocupada, associada às forças israelitas e colonos radicais.

A efeméride antecede também o Dia de Jerusalém, que se assinala na quinta-feira, e no qual Israel assinala a captura e a ocupação militar da parte oriental da cidade após a guerra de 1967.

O dia é normalmente marcado por marchas de nacionalistas e colonos israelitas, sobretudo na Cidade Velha de Jerusalém, e em anos anteriores levou a confrontos entre palestinianos e forças israelitas.

Na segunda-feira, a União Europeia anunciou sanções contra organizações e indivíduos associados à violência dos colonos ma Cisjordânia e que disparou desde 07 de outubro de 2023, data dos ataques do grupo islamita Hamas a Israel e começo da guerra na Faixa de Gaza.

Os colonos israelitas, que residem em assentamentos ilegais na Cisjordânia, em violação do direito internacional, assediam diariamente a população, roubando as suas culturas e animais e invadindo as suas casas em ataques violentos, que por vezes resultam em assassínios a coberto da impunidade.

Segundo dados das Nações Unidas, entre o começo da guerra no na Faixa de Gaza e 23 de abril de 2026, 1.088 palestinianos, dos quais pelo menos 238 eram crianças, foram mortos na Cisjordânia ocupada, incluindo Jerusalém Oriental.

Deste total, 42 morreram nos primeiros quatro meses de 2026, 13 por colonos, 30 por forças israelitas e um por ambos.

As deslocações forçadas atingiram mais de 40 mil habitantes nos últimos três anos, de acordo com dados da agência da ONU para os Refugiados Palestinianos (UNRWA), organização proibida por Israel.

SINETSA EXIGE SALÁRIOS DIGNOS E DÁ ULTIMATO AO GOVERNO NO DIA DA ENFERMAGEM

Por Radio Voz Do Povo

O Sindicato Nacional dos Enfermeiros e Técnicos de Saúde, “SINETSA”, saudou hoje (12.05) todos os enfermeiros guineenses por ocasião do Dia Internacional da Enfermagem, mas aproveitou a data para denunciar salários “indignos”, carreiras bloqueadas e condições de trabalho “que beiram o desumano”.

Em nota de felicitação, o sindicato recusa que a “vocação” seja usada para justificar a exploração da classe e afirma que a enfermagem guineense “não continuará a aceitar salários miseráveis na ordem dos 95.000 FCFA”.

O SINETSA lançou um ultimato ao Governo, Ministério da Saúde e Administração Pública: se até janeiro de 2027 não houver aprovação formal de uma carreira digna e justa, “a luta acentuar-se-á”. 

“A dignidade dos enfermeiros não pode continuar dependente de discursos ocasionais, nem de promessas adiadas”, lê-se no documento. O sindicato sublinha que “não se constrói um sistema de saúde forte com profissionais desmotivados, mal pagos e desprotegidos”.

A nota termina com um aviso: “A nossa paciência não deve ser confundida com conformismo. O nosso compromisso com a vida é inegociável, mas a nossa dignidade também o é.”

ARRANCOU FORMAÇÃO DE 4 MIL AGENTES PARA RECENSEAMENTO GERAL RGPH4

Por  Radio Voz Do Povo 

Teve início esta segunda-feira (11.05) a formação dos mais de 4.000 agentes de terreno que vão assegurar a fase de Enumeração Principal do 4.º Recenseamento Geral da População e Habitação, RGPH4.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, INE, a forte mobilização de candidatos em todo o país obrigou à realização de pré-testes de seleção em várias regiões para definir os formandos definitivos. O processo ainda decorre.

O INE recorda que o prazo para confirmação presencial dos candidatos terminou às 12h00 desta quarta-feira, conforme comunicado da Coordenação Geral do RGPH4.

Constrangimentos e medidas  

Apesar de constrangimentos logísticos registados em algumas zonas, incluindo falhas no fornecimento de energia elétrica, o INE garante estar mobilizado para garantir o bom funcionamento da operação. 

Muitas das dificuldades já estavam identificadas. Estão em implementação medidas de mitigação como a aquisição de geradores e reforço logístico no terreno.

“A primeira fase da formação é fundamental para assegurar uma preparação sólida, organizada e eficiente, à altura da importância nacional do RGPH4”, refere o INE.

O instituto agradeceu o empenho e a colaboração de candidatos, supervisores, formadores e equipas técnicas envolvidas no processo.

"Quebrar silêncio". Zelensky acusa a Rússia de ter atacado com 200 drones... A Rússia lançou 200 drones contra a Ucrânia durante a última madrugada, após o fim de um cessar-fogo de três dias, afirmou hoje o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

© Lusa   12/05/2026 

Zelensky acusou, também nas redes sociais, a Rússia de "quebrar o silêncio", referindo-se ao cessar-fogo que vigorou durante as celebrações da vitória da ex-União Soviética contra a Alemanha nazi, em 1945.

Os ataques aéreos russos na Ucrânia mataram pelo menos uma pessoa durante a última madrugada, disseram anteriormente as autoridades de Kyiv.

A vítima mortal e quatro feridos registaram-se na região ucraniana Dnipropetrovsk.

Por outro lado, a Rússia afirmou ter abatido cerca de 30 drones ucranianos após o fim do cessar-fogo anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira.


Leia Também: Rússia acusa Ucrânia de ataques com drones durante a madrugada

A Rússia anunciou que abateu 27 drones ucranianos durante a última noite, após o fim de uma trégua de três dias entre Moscovo e Kyiv, mediada pelos Estados Unidos.

ECONOMISTA GUINEENSE ALERTA QUE CIRCULAÇÃO DE NOTAS FALSAS NO MERCADO INTERNO REPRESENTA GRANDE PERIGO À ESTRUTURA ECONÓMICA DO PAÍS

Por  Rádio Sol Mansi  12.05.2025 

A população guineense denuncia o aumento da circulação de notas falsas no mercado nacional durante este período de comercialização da castanha de cajú.

Em entrevista à Rádio Sol Mansi, esta segunda-feira, populares denunciaram a circulação de notas falsas de 500 francos CFA no mercado nacional, situação que tem gerado confrontos entre comerciantes em diferentes zonas do país. Segundo as denúncias, o fenómeno é mais frequente nas grandes feiras regionais (lumo).

Para compreender melhor o impacto das notas falsas na economia nacional, o comentador da Rádio Sol Mansi para os assuntos económicos chamou a atenção para a necessidade de reforçar o controlo sobre a circulação monetária. José Nico Dju destacou que a circulação de notas falsas no mercado interno constitui uma grande ameaça à integridade económica do país.

Segundo o economista, a circulação de notas falsas demonstra que o país caminha para um cenário de branqueamento de capitais. Nico Dju reforçou que este fenómeno representa um grande perigo para a estrutura económica, sobretudo num país com défice produtivo como a Guiné-Bissau.

O branqueamento de capitais refere-se ao processo de tornar aparentemente legítimos fundos obtidos de forma ilegal. Embora possa ocorrer em qualquer país, as suas consequências económicas e sociais são particularmente significativas nos países em desenvolvimento.

Estima-se que o valor total de fundos branqueados em todo o mundo represente entre 2% e 5% do Produto Interno Bruto mundial.

O economista e professor universitário instou ainda as estruturas macroeconómicas a trabalharem para reduzir a tendência do branqueamento de capitais. José Nico Dju acredita que a introdução de notas falsas pode provocar a diminuição da capacidade produtiva e contribuir para a desestruturação da economia nacional, além de incentivar a inflação no mercado interno.

Em 2015, a União Económica e Monetária Oeste Africana aprovou um projeto de lei que estabelece medidas preventivas e repressivas de combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo, transpondo para a ordem jurídica interna diretivas relativas à luta contra estes fenómenos no espaço dos Estados-membros.

Rússia recrutou peruanos para funções diversas mas enviou-os para guerra... O número de peruanos recrutados na Rússia para cumprirem funções no contexto da guerra contra a Ucrânia e que alegadamente foram enviados para a linha da frente aumentou para 635, revelaram hoje os advogados das suas famílias.

© GENYA SAVILOV/AFP via Getty Images    Por LUSA  12/05/2026 

Até à semana passada, os advogados de defesa das famílias tinham identificado apenas 310 casos

O advogado Percy Salinas indicou nas redes sociais que têm a confirmação de que 20 peruanos faleceram em combate e outros 19 ficaram feridos e permanecem hospitalizados, segundo conseguiram verificar.

Além disso, a equipa de advogados que defende as famílias confirmou que quatro peruanos estão presos na Ucrânia e ainda aguardam pelas identidades de mais oito cidadãos detidos.

A defesa legal juntamente com as famílias e autoridades assegurou ter constatado também que mais cinco peruanos faleceram em combate, a partir das fotografias das placas de identificação e até dos cadáveres.

O grupo de advogados representava cerca de 300 peruanos afetados, mas Salinas confirmou à agência de notícias espanhola EFE que, progressivamente, este número de cidadãos na mesma situação cresceu e já atingiu os 635, e poderá aumentar ainda mais.

As famílias denunciam que estes cidadãos, normalmente de baixos recursos, assinaram contratos para assumir empregos de segurança, transportadores, mineiros, entre outros, mas foram supostamente enganados e enviados para a frente de batalha.

Desde finais de abril, as famílias pedem ao Ministério dos Negócios Estrangeiros do Peru que coordene com a Rússia o repatriamento destes homens.

Aquele ministério peruano solicitou ao embaixador russo informações sobre o paradeiro e estado de saúde de uma lista de peruanos que se encontram aparentemente na zona de conflito, lembrando que todo peruano que se alistar numa força militar estrangeira deve contar com a sua autorização prévia.

Pelo menos, cerca de 15 peruanos conseguiu regressar ao Peru, a maioria assistida pelo serviço diplomático exterior peruano, após conseguir chegar à embaixada do Peru em Moscovo, tendo a representação diplomática garantido assistência aqueles homens para o seu repatriamento.


Leia Também: Ataque aéreo russo sobre Kyiv após fim de trégua de três dias

Um ataque aéreo a Kyiv está a ocorrer hoje, após o fim de uma trégua de três dias, anunciou o chefe da administração militar da capital da Ucrânia, Tymour Tkatchenko.

USS Gerald Ford regressa após longa missão nas Caraíbas e Médio Oriente... O Departamento de Defesa norte-americano (Pentágono) adiantou hoje que o seu maior e mais sofisticado porta-aviões, o USS Gerald Ford, vai regressar ao seu porto de origem após 11 meses em missão na Europa, Caraíbas e Médio Oriente.

© U.S. Navy      Por  LUSA  12/05/2026 

A missão do Gerald Ford foi a mais longa de um porta-aviões norte-americano desde o fim da Guerra do Vietname e, segundo os media norte-americanos, que citaram membros da tripulação, a duração das operações frustrou muitos marinheiros.

"O Grupo de Ataque do Porta-Aviões USS Gerald R. Ford (CVN 78) está oficialmente a regressar a casa após ter concluído a sua missão", indicou a Marinha dos EUA num comunicado publicado nas redes sociais.

O Gerald Ford, que dá nome a uma nova classe de porta-aviões destinada a substituir os 10 porta-aviões da classe Nimitz actualmente em serviço em Washington, foi um dos três porta-aviões, sendo os outros dois o USS George W. Bush e o USS Abraham Lincoln, destacados pelas Forças Armadas para apoiar os ataques e o bloqueio naval contra o Irão.

Mais recentemente, esteve nas proximidades do mar Vermelho.

O navio de propulsão nuclear partiu do seu porto de origem em Norfolk, Virgínia, em 10 de junho, rumo à Europa, juntando-se posteriormente ao contingente que participou na campanha para pressionar e, posteriormente, capturar o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Durante o seu destacamento excecionalmente longo, normalmente dura seis meses longe do seu porto de origem, o navio enfrentou problemas como um incêndio numa das suas lavandarias, que deixou alguns tripulantes feridos, e problemas recorrentes com as casas de banho.

Alguns tripulantes chegaram a ponderar abandonar as Forças Armadas quando regressavam aos Estados Unidos, relatou na altura o The Wall Street Journal (WSJ) num extenso artigo.

O Pentágono já indicou que a retirada parcial de ativos como o USS Gerald R. Ford não implica uma desescalada imediata do conflito no Médio Oriente, dado que outros grupos de combate permanecem na região.


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Donald Trump vai deslocar-se à China acompanhado por 16 executivos, que incluem Elon Musk, da Tesla, Tim Cook, da Apple, e Larry Fink, da BlackRock, noticiou o The New York Times na segunda-feira.