segunda-feira, 11 de maio de 2026

MINISTROS DA CEDEAO COMPROMETEM-SE COM INTEGRAÇÃO DAS FRONTEIRAS E LIVRE CIRCULAÇÃO NA REGIÃO

Por  Rádio Sol Mansi   11 05 2026 

Os ministros responsáveis pelo Interior, Imigração e Gestão de Fronteiras dos Estados-membros da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO ) reafirmaram o compromisso com uma governação harmonizada da migração e uma gestão integrada das fronteiras na África Ocidental.

Segundo o gabinete de comunicação da mesma organização, a decisão foi tomada durante a reunião do Diálogo sobre Migração para a África Ocidental (MIDWA), realizada no dia 29 de abril de 2026, em Abidjan, sob coordenação da Comissão da CEDEAO, através da Direção de Livre Circulação de Pessoas, Migração e Turismo.

O encontro de alto nível contou com o apoio da Organização Internacional para as Migrações e serviu para validar recomendações estratégicas desenvolvidas ao longo dos últimos dois anos, no âmbito do Programa FMM II, relacionadas com a gestão de fronteiras, recolha de dados migratórios e impactos das alterações climáticas na migração.

Entre os principais resultados alcançados está o endosso formal da Estratégia e do Plano de Ação para a Gestão de Fronteiras. 

Os ministros concordaram igualmente com a criação de uma plataforma integrada destinada a interligar os Sistemas de Informação de Gestão de Fronteiras, com o objetivo de reforçar o armazenamento de dados e melhorar a interoperabilidade entre os países da sub-região.

Outro ponto considerado fundamental foi o compromisso assumido pelos Estados-membros para garantir a aceitação mútua do Cartão de Identidade Biométrico Nacional da CEDEAO em todas as fronteiras aéreas, terrestres e marítimas até dezembro de 2026, medida vista como essencial para facilitar a livre circulação de pessoas no espaço comunitário.

⚡🇬🇼 Gabú: Foi realizado entrega certificados a 25 jovens formados em eletricidade e energia solar

Por Radio TV Bantaba 

Vinte e cinco jovens de diferentes comunidades da região de Gabú celebraram a conclusão de uma formação profissional nas áreas de Eletricidade, Instalação e Manutenção de Painéis Solares e Eletrobombas, promovida pelo centro DIVUTEC ao longo de três meses.

Mais do que a entrega de certificados, a cerimónia simbolizou novas oportunidades, sonhos reforçados e caminhos abertos para os participantes, que agora possuem competências técnicas capazes de transformar as suas vidas e contribuir para o desenvolvimento das suas comunidades.

Além da componente técnica em eletricidade, os formandos beneficiaram também de uma formação complementar de 10 dias nas áreas de empreendedorismo, sustentabilidade e género, encerrada no mesmo dia da cerimónia.

A iniciativa permitiu fortalecer não apenas as capacidades profissionais dos jovens, mas também a consciência social, a autonomia e o espírito empreendedor, incentivando a criação de iniciativas sustentáveis nas comunidades locais.

A cerimónia contou com a presença de representantes de associações, organizações da sociedade civil, familiares e outras personalidades da região, que testemunharam com orgulho esta importante conquista juvenil.

O apoio das famílias e da comunidade foi apontado como fundamental ao longo do percurso formativo, reforçando a ideia de que investir na juventude significa investir num futuro mais digno e sustentável para todos.

Hoje, estes jovens levam consigo não apenas certificados, mas também esperança, responsabilidade e determinação para construir um futuro melhor através do trabalho, do conhecimento e do empreendedorismo.

ASAD 

ZELENSKY: "Não houve silêncio" na frente apesar de cessar-fogo, diz Zelensky... O presidente ucraniano afirmou hoje que os combates com o Exército russo continuaram apesar do cessar-fogo de três dias mediado pelos Estados Unidos, acusando Moscovo de não querer o fim de quatro anos de guerra.

© Ukrinform/NurPhoto via Getty Images    Por  LUSA   11/05/2026 

"Hoje, não houve silêncio na frente, houve combates. Testemunhámos tudo", declarou Volodymyr Zelensky na mensagem noturna ao país, nas últimas horas da trégua. 

"Constatámos também que a Rússia não tem qualquer intenção de pôr fim a esta guerra. Infelizmente, está a preparar novos ataques", lamentou.

Russos e ucranianos acusaram-se mutuamente de violar o cessar-fogo anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, entre sábado e hoje.

Zelensky afirmou ainda que o seu principal negociador, Rustem Umerov, o informou sobre recentes reuniões "políticas e tecnológicas" nos Estados Unidos.

"É evidente que é a guerra no Irão que está atualmente a atrair a maior atenção dos Estados Unidos, mas também lá existe apoio do povo norte-americano para o fim desta guerra na Europa", sublinhou.

As negociações entre a Rússia e a Ucrânia não produziram, até agora, resultados e foram relegadas para segundo plano pelo conflito no Médio Oriente.

Contudo, o anúncio deste cessar-fogo tinha gerado alguma esperança quanto a um reinício das conversações de paz.

A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e "desnazificar" o país vizinho, independente desde 1991 - após o desmoronamento da União Soviética - e que tem vindo a afastar-se da esfera de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.

A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kyiv têm visado alvos militares em território russo e na península da Crimeia, ilegalmente anexada por Moscovo em 2014.

No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda quatro regiões - Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporíjia - além da península da Crimeia anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO.

Estas condições para solucionar o conflito - constantes do plano de paz apresentado por Donald Trump - são consideradas inaceitáveis pela Ucrânia, que exige um cessar-fogo antes de entabular negociações de paz com Moscovo e que os aliados europeus lhe forneçam sólidas garantias de que não voltará a ser alvo de ataque.


IRÃO: Proposta iraniana "estúpida". Trump pondera retomar operações em Ormuz... O presidente norte-americano, Donald Trump, descreveu hoje a última proposta de paz do Irão como lixo e alertou que o cessar-fogo em vigor se encontra sob "respiração assistida", enquanto pondera o recomeço das operações militares no estreito de Ormuz.

© Getty Images    Por LUSA  11/05/2026 

"Neste momento, o cessar-fogo ainda está em vigor, mas é incrivelmente frágil, diria eu. O mais frágil que já esteve. E digo isto depois de ler o lixo que nos enviaram. Ainda nem acabei de ler", disse o governante aos jornalistas na Sala Oval da Casa Branca, referindo-se à última proposta de Teerão.

O líder norte-americano afirmou que, ao ler o texto iraniano, sentiu que estava a "perder tempo" e, por isso, considerou que o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril se encontra reduzido à condição de "respiração assistida", como um médico que diz "o seu ente querido tem exatamente 1% de hipóteses de sobreviver".

Anteriormente, Donald Trump disse, durante uma entrevista telefónica com a Fox News, que estava a considerar relançar a operação "Projeto Liberdade", que visa garantir proteção a centenas de navios comerciais retidos pelo bloqueio iraniano no estreito de Ormuz, e que foi brevemente implementada na semana passada.

"Querem negociar e apresentam-nos uma proposta estúpida, uma proposta estúpida, e ninguém a aceitaria. Só Obama [antigo presidente norte-americano] a teria aceitado", disse, aludindo ao seu antecessor democrata.

O político republicano insistiu que a sua administração tem "um plano", que consiste em garantir que a República Islâmica nunca obtenha uma arma nuclear, e criticou que este compromisso estivesse omisso na resposta de Teerão.

Donald Trump admitiu no entanto, em resposta a uma questão da imprensa na Casa Branca, que uma solução diplomática continua a ser "muito possível", apesar do impasse negocial.

"Teremos uma vitória completa. Já tivemos, em teoria, uma vitória completa do ponto de vista militar", declarou.

A trégua na guerra, iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão em 28 de fevereiro, está no seu ponto mais crítico depois de o próprio Trump ter considerado no domingo que a resposta de Teerão à proposta de paz de Washington era "completamente inaceitável".

O Paquistão, país mediador nas negociações, confirmou ter recebido a resposta iraniana à última proposta norte-americana, em plena escalada das hostilidades de Teerão, que incluíram no domingo um ataque com um drone contra um navio comercial em águas do Qatar.

Desde o início da ofensiva israelo-americana, o Irão mantém sob ameaça militar o estreito de Ormuz, por onde passavam cerca de 20% dos hidrocarbonetos mundiais antes da guerra, fazendo disparar os preços internacionais.

Depois do fracasso da única ronda negocial formal, em Islamabad em 11 de abril, os Estados Unidos impuseram pelo seu lado um bloqueio naval aos portos iranianos, como uma tentativa de asfixiar a economia da República Islâmica.

Como resposta à crise energética, que atinge também os seus índices de popularidade interna antes das eleições intercalares de novembro, Donald Trump indicou hoje a intenção de suspender o imposto federal sobre a gasolina.

Respondendo a uma pergunta de um jornalista na Casa Branca, o Presidente norte-americano afirmou que iria suspender o imposto "durante o tempo que for necessário", referindo que se trata de "uma pequena percentagem", mas que "ainda é dinheiro".

Esta medida requer a aprovação do Congresso, onde o Partido Republicano detém uma maioria escassa.

O senador republicano Josh Hawley, do Missouri, reagiu às declarações do líder norte-americano, anunciando que iria apresentar um projeto de lei ainda hoje e a congressista Anna Paulina Luna, da Florida e também republicana, planeia fazer o mesmo "esta semana".

Nos postos de abastecimento de combustível norte-americanos, a gasolina comum é agora vendida a uma média de 4,52 dólares (3,38 euros) por galão (3,78 litros), quando antes da guerra custava cerca de três dólares.

De acordo com dados oficiais, o imposto federal atual é de 18,4 cêntimos de dólar por galão de gasolina e 24,4 cêntimos de dólar por galão de gasóleo.

Os 50 estados acrescentam os seus próprios impostos, que variam consideravelmente. Em média, equivalem a 29 cêntimos de dólar por galão de gasolina.

A Casa Branca já anunciou várias medidas para limitar o aumento dos preços, incluindo a suspensão temporária das sanções ao petróleo russo e a facilitação do transporte marítimo de combustível entre portos norte-americanos.


Leia Também: Teerão volta a discutir conversações de paz após rejeição de Trump

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano voltou hoje a falar com os homólogos saudita e egípcio sobre as conversações de paz com os Estados Unidos depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter rejeitado a última proposta de Teerão.

ONU: Bloqueio do transporte de fertilizantes arrisca crise humanitária... O chefe do grupo de trabalho da ONU para facilitar o tráfego de matérias-primas através do estreito de Ormuz alertou hoje que o bloqueio do transporte de fertilizantes pode provocar dentro de algumas semanas uma "grave crise humanitária".

© Lusa    11/05/2026 

"Temos algumas semanas para evitar o que será provavelmente uma grave crise humanitária. Podemos assistir a uma crise que mergulhará mais 45 milhões de pessoas na fome", afirmou o português Jorge Moreira da Silva numa entrevista à agência de notícias France-Presse (AFP).

O secretário-geral da ONU, António Guterres, criou em março um grupo de trabalho, liderado pelo diretor-executivo do Gabinete das Nações Unidas para os Serviços de Apoio a Projetos (UNOPS), Jorge Moreira da Silva, com o objetivo de implementar um mecanismo que permita a passagem de fertilizantes e matérias-primas relacionadas, tais como amoníaco, enxofre e ureia.

As exportações que habitualmente transitam por esta passagem estratégica do comércio marítimo mundial destinam-se geralmente ao Brasil, à China, à Índia e ao continente africano.

Jorge Moreira da Silva afirmou ter contactado mais de 100 países para angariar, nomeadamente, o apoio dos Estados-Membros da ONU a este mecanismo.

No entanto, as partes envolvidas no conflito --- Estados Unidos, Irão e países do Golfo --- ainda não estão convencidas.

"O problema é que a época de sementeira não espera", sublinhou Jorge Moreira da Silva, uma vez que algumas sementeiras terminam dentro de algumas semanas nos países africanos.

O português, que foi nomeado diretor-executivo do UNOPS em março de 2023, estima que a passagem de cinco navios carregados com fertilizantes e matérias-primas relacionadas por dia permitiria evitar uma crise para os agricultores.

"É uma questão de tempo. Se não atacarmos rapidamente a origem da crise, teremos de gerir as consequências com ajuda humanitária", continuou.

Em caso de acordo, o mecanismo poderia estar operacional em sete dias, afirmou o responsável da ONU.

Mas mesmo que o estreito de Ormuz reabrisse imediatamente, seriam necessários, segundo o representante, três a quatro meses para um regresso à normalidade.

Apesar de os preços dos alimentos ainda não terem disparado, Moreira da Silva assinalou um "forte aumento" do custo dos fertilizantes que, de acordo com os especialistas, provocará automaticamente uma queda na produtividade agrícola, seguida de uma subida vertiginosa dos preços dos alimentos.

"Não podemos hesitar sobre o que é possível e urgente: permitir a passagem de fertilizantes através do estreito e, assim, minimizar o risco de uma grave insegurança alimentar mundial", insistiu.

O Irão bloqueia há vários meses o estreito de Ormuz, por onde normalmente transita um terço dos fertilizantes mundiais, em retaliação à guerra desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel a 28 de fevereiro.


Leia Também: Guterres alerta para impacto da guerra do Irão numa África endividada

O secretário-geral da ONU alertou hoje em Nairóbi que África está a ser gravemente afetada pela guerra no Irão, sobretudo porque muitos países estão asfixiados pela dívida.

domingo, 10 de maio de 2026

Resposta do Irão à proposta dos EUA "é totalmente inaceitável", diz Trump... O Presidente norte-americano, Donald Trump, rejeitou hoje a resposta do Irão à mais recente proposta dos Estados Unidos (EUA) para terminar a guerra no Médio Oriente, numa declaração feita na sua plataforma Truth Social.

© Aaron Schwartz/CNP/Bloomberg via Getty Images       Por  LUSA   10/05/2026 

"Acabei de ler a resposta dos chamados 'representantes' do Irão. Não gosto nada - É totalmente inaceitável [escrito em maiúsculas]! Agradeço a vossa atenção a este assunto", escreveu na sua rede social, sem adiantar mais pormenores sobre a recusa.

O chefe de Estado norte-americano voltou a recorrer à escrita em letras maiúsculas, como faz frequentemente para enfatizar a mensagem.

Noutra mensagem publicada duas horas antes, Trump acusou o Irão de se "rir dos EUA há décadas" e prometeu que tal situação não vai continuar por muito mais tempo.

Criticou ainda os anteriores presidentes norte-americanos democratas Barack Obama e Joe Biden por terem apoiado e beneficiado economicamente o Irão.

"O Irão tem vindo a enganar os Estados Unidos e o resto do mundo há 47 anos. Eles gozam com o nosso país, que agora recuperou a sua grandeza, mas não vão rir por muito mais tempo!", afirmou.

Na mensagem, Trump elencou os motivos: "Os iranianos têm-nos vindo a enganar, mantendo-nos à espera, matando o nosso povo com as suas bombas à beira da estrada, destruindo protestos e, recentemente, exterminando 42.000 manifestantes inocentes e desarmados, e rindo do nosso país", escreveu.

Referiu ainda que Barack Obama "não só foi benevolente para com os iranianos, como foi fantástico, passando efetivamente para o lado deles, abandonando Israel e todos os outros aliados, e dando ao Irão uma nova oportunidade de vida significativa e muito poderosa".

"Centenas de milhares de milhões de dólares e 1,7 mil milhões de dólares em dinheiro vivo, transportados de avião para Teerão, foram-lhes entregues numa bandeja de prata. Todos os bancos em Washington D.C., Virgínia e Maryland foram esvaziados --- era tanto dinheiro que, quando chegou, os bandidos iranianos não faziam ideia do que fazer com ele. Nunca tinham visto dinheiro assim, e nunca mais verão", afirmou ainda Donald Trump na mensagem.

A imprensa estatal iraniana avançou hoje que o Irão transmitiu a sua resposta à mais recente proposta dos Estados Unidos para terminar a guerra no Médio Oriente, através do Paquistão, que está a fazer a mediação.

Segundo uma fonte próxima das negociações citada pela agência IRNA, "de acordo com o plano proposto, a fase atual das negociações está focada exclusivamente na cessação das hostilidades na região".

A ISNA, uma outra agência de notícias do Irão, noticiou posteriormente que a resposta iraniana se centra no "fim da guerra e na segurança marítima".

"O eixo principal da resposta do Irão à proposta dos EUA é 'o fim da guerra e a segurança marítima' no Golfo Pérsico e no estreito de Ormuz", escreveu a ISNA na sua conta na plataforma Telegram.

As propostas norte-americanas eram uma resposta a uma proposta anterior, com 14 pontos, apresentada pelo Irão na semana passada.

Teerão tinha anteriormente insistido que as negociações deveriam focar-se, numa primeira fase, num acordo de paz e no fim do bloqueio no estreito de Ormuz, adiando qualquer negociação sobre o seu programa nuclear para uma fase posterior.

Um cessar-fogo mediado pelo Paquistão está em vigor desde 08 de abril, depois de Estados Unidos e Israel terem iniciado ataques contra o Irão, em 28 de fevereiro.

Teerão retaliou com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo, e atacando vários países do Golfo Pérsico.

Irão e EUA realizaram uma reunião de alto nível em Islamabad a 11 e 12 de abril, mas não conseguiram chegar a um acordo para terminar o conflito e desde então não chegaram a um consenso para retomar as conversações. No entanto, ambos os lados continuaram a trocar mensagens e propostas.

Zelensky preparado para encontro com Putin e confirma troca de prisioneiros... O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse hoje que está preparado para reunir-se com o líder do Kremlin (presidência russa), faltando encontrar o formato adequado, e confirmou que está a ser preparada uma nova troca de prisioneiros.

© Lusa   10/05/2026 

"Agora o próprio Putin (o Presidente russo) afirma que finalmente está pronto para reuniões reais. Empurrámo-lo um pouco nessa direção e nós próprios estamos há muito tempo preparados; falta encontrar um formato", disse Zelensky no seu habitual discurso diário à nação. 

Zelensky falava depois de o homólogo russo, Vladimir Putin, ter dito no sábado que a guerra na Ucrânia "está a chegar ao fim", criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, e manifestando disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano.

No discurso de hoje, Volodymyr Zelensky afirmou também que já está a ser preparada uma nova troca de prisioneiros com a Rússia, com a mediação dos Estados Unidos.

"A troca de prisioneiros -1.000 por 1.000- está a ser preparada e deve ser realizada. Os americanos assumiram a responsabilidade de a garantir", disse o Presidente ucraniano, precisando que o quartel-general de Coordenação da Ucrânia entregou à parte russa as listas desses prisioneiros de guerra.

Zelensky frisou que a Ucrânia espera que a parte norte-americana "desempenhe um papel ativo para garantir o seu cumprimento".

A troca de prisioneiros foi anunciada na sexta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, como parte de um acordo temporário de cessar-fogo, e Putin tinha dito que esperava receber a proposta da Ucrânia.

Sobre o cessar-fogo de três dias que deveria vigorar desde sexta-feira, os dois lados acusaram-se mutuamente no sábado de violações e essas acusações continuaram hoje.

O Presidente ucraniano afirmou hoje que a Rússia está a realizar ataques na linha da frente, em violação do cessar-fogo de três dias, com ataques a vários pontos do país.

Por seu lado, o ministro russo da Defesa acusou a Ucrânia de "16.071 violações" nas últimas 24 horas, incluindo milhares de ataques com recurso a drones.


Leia Também: Resposta a plano de paz dos EUA inclui controlo iraniano do estreito de Ormuz

A resposta do Irão à proposta de paz dos Estados Unidos inclui o levantamento das sanções económicas sobre a República Islâmica, o fim do bloqueio imposto por Washington aos portos iranianos e a gestão iraniana do estreito de Ormuz.

sábado, 9 de maio de 2026

OPERAÇÃO DE COMBATE À CRIMINALIDADE

Por Radio TV Bantaba

A Polícia de Ordem Pública (POP), através do Comando da Zona Centro de Bissau, realizou, no dia 05 de maio de 2026, uma operação no Bairro de Bandim, Zona 7, na cidade de Bissau, em coordenação com o Departamento de Informação Policial e Investigação Criminal (DIPIC) e a Esquadra local.

A ação teve como principal objetivo o combate à criminalidade, com foco no desmantelamento de práticas ilícitas, nomeadamente assaltos, roubos, tráfico de estupefacientes e outras atividades criminosas que ameaçam a segurança pública.

No decurso da operação, foram identificados cidadãos nacionais e estrangeiros suspeitos de envolvimento em atos criminosos, tendo sido adotadas as medidas legais cabíveis.

A POP reafirma o seu compromisso com a preservação da ordem, da tranquilidade e da segurança dos cidadãos.

POP

Putin acredita que o conflito na Ucrânia está "a chegar ao fim"... Sobre um encontro com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, o presidente russo afirmou que isso só será possível depois de estar firmado um acordo de paz duradouro.

© Mikhail METZEL / POOL / AFP via Getty Images     Notícias ao Minuto    09/05/2026 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acredita que o conflito na Ucrânia está perto do fim.

"Acho que o assunto está a chegar ao fim", afirmou Putin aos jornalistas  após a Rússia realizar o desfile do Dia da Vitória mais discreto dos últimos anos.

A invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 desencadeou a crise mais grave nas relações entre a Rússia e o Ocidente desde a Crise dos Mísseis de Cuba em 1962, quando muitos temiam que o mundo estivesse à beira de uma guerra nuclear.

Questionado sobre se estaria disposto a dialogar com os líderes europeus, o presidente russo disse que a figura da sua preferência seria o ex-chanceler alemão Gerhard Schröder.

"Para mim, pessoalmente, o ex-chanceler da República Federal da Alemanha, Sr. Schröder, é preferível", respondeu Putin, que acrescentou que um encontro com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky só será possível depois de estar firmado um acordo de paz duradouro.

Nenhum líder internacional participou hoje do desfile do Dia da Vitória. 

O ministro da Defesa russo, Andréi Beloúsov, foi o encarregado de comandar a parada, que coincide com o quinto ano de guerra na Ucrânia.

Como é tradição, Beloúsov subiu ao pódio para informar o comandante supremo das Forças Armadas, Putin, de que as tropas estavam preparadas para começar a marcha que transcorreu sem armamento pesado pela primeira vez desde 2007, devido ao que o Kremlin denomina ameaça terrorista ucraniana.

O desfile, marcado pela ausência de equipamentos militares e que durou 45 minutos, foi confortado 'in extremis' pela entrada em vigor de uma trégua de três dias anunciada na véspera pelo Presidente dos EUA.

Ameaças de ataques de drones ucranianos para perturbar as cerimónias que marcam a vitória soviética contra a Alemanha nazi e de ataques russos em represália contra o centro de Kyiv pairaram nos dias anteriores.

O desfile ocorreu sob alta segurança.


Leia Também: Moscovo e Kyiv acusam-se mutuamente de violações de cessar-fogo

A Ucrânia e a Rússia acusaram-se hoje mutuamente de violar um cessar-fogo de três dias negociado pelos Estados Unidos e anunciado na sexta-feira pelo Presidente norte-americano.

Hoje só boas notícias desta vez no Parque Nacional de Cantanhez! 🎉🌿 ...Dois elefantes registados no Parque Nacional de Cantanhez! 🐘🐘

Por: Américo Sanha, Adjunto conservador do PNC.   IBAP - Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas   

A natureza celebra connosco: mais registos positivos da fauna e sinais claros de que a biodiversidade continua viva e forte. 

Dois elefantes registados no Parque Nacional de Cantanhez! 🐘🐘

Uma câmera trap instalada no corredor ecológico de Balana, captou recentemente dois elefantes no Parque Nacional de Cantanhez (PNC). As imagens mostram um dos indivíduos com um dente partido.

O registo, feito durante ações de monitorização da fauna, confirma a presença contínua desta espécie emblemática na região e representa um sinal positivo para a conservação da biodiversidade na Guiné-Bissau. 

O corredor de Balana mantém-se essencial para a circulação da fauna selvagem, mesmo sob pressão da desflorestação e das atividades humanas. As câmeras trap continuam a ser uma ferramenta importante para o estudo e proteção dos animais no seu habitat natural. 📸🐾

A direção do Parque reforça o compromisso de proteger a vida selvagem e promover a convivência entre comunidades e  natureza.


Ucrânia celebra Dia da Europa com convicção de já ser "parte da família"... O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que a Ucrânia celebra o Dia da Europa com a sincera convicção de já fazer parte inseparável da família europeia.

© Emmanuele Contini/NurPhoto via Getty Images     Por  LUSA   09/05/2026 

"Hoje é o Dia da Europa. E a Ucrânia celebra-o não de maneira formal nem com 'slogans', mas plenamente consciente de que já somos uma parte inseparável da família europeia", escreveu Zelensky numa mensagem nas redes sociais.

"Estamos a defender a Ucrânia, a nossa independência, o nosso futuro; e ao fazê-lo, na Ucrânia estamos a defender a nossa Europa. Uma Europa da qual a Ucrânia fez e continuará a fazer parte", acrescentou.

Acrescentou que desde os primeiros dias da guerra em grande escala até hoje, a Europa tem estado ao lado da Ucrânia, não por caridade, mas como uma decisão tomada pelos europeus de "estar ao lado dos valentes e dos fortes, dos ucranianos que lutam hoje pela paz e por uma verdadeira proteção contra a tirania, não apenas para si próprios, mas para todo o continente".

"E inevitavelmente defenderemos o nosso Estado, o nosso povo e o nosso direito de escolher livremente o nosso futuro: um futuro na Europa", afirmou.

O Dia da Europa assinala-se hoje, evocando a declaração de Robert Schuman, em 1950, na qual apresentou as bases fundadoras da União Europeia.


Leia Também: Pelo menos 5 mortos em ataque russo, anunciam autoridades ucranianas

As autoridades regionais e a Força Aérea ucraniana disseram hoje que a Rússia atacou na noite de sexta-feira o território ucraniano com um míssil balístico Iskander-M e 43 aparelhos não tripulados, causando pelo menos cinco mortos.

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sexta-feira, 8 de maio de 2026

ADIAMENTO DO CONGRESSO: GRUPO DE REFLEXÃO DO PAIGC PEDE FIM DAS RESTRIÇÕES PARA ANUNCIAR NOVA DATA

Por Tiago Seide  JORNAL ODEMOCRATA  08/05/2026  

O Grupo de Reflexão para a Salvação e Renovação do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) apelou às autoridades competentes para que suspendam as “limitações em vigor”, de modo a permitir o anúncio imediato da nova data do XI Congresso Extraordinário do partido.

O grupo tinha agendado, à revelia da direção do PAIGC liderada por Domingos Simões Pereira, os dias 9 e 10 de maio de 2026para a realização do congresso extraordinário, designado “dos libertadores”. No entanto, num comunicado datado de 8 de maio e consultado pelo jornal O Democrata, os promotores informam que continuam em curso diligências de caráter organizativo com vista à obtenção de consensos alargados em torno da realização do encontro.

Segundo o grupo, o XI Congresso Extraordinário do PAIGC deve decorrer “o mais rapidamente possível”, por ser considerado essencial para o futuro do partido.

No comunicado, o Grupo de Reflexão reafirma a sua “firme determinação” em organizar a reunião magna do PAIGC logo que sejam levantadas as restrições impostas pelo Governo às atividades que envolvem grandes aglomerações de pessoas.

O documento, assinado pelo presidente da Comissão Organizadora do XI Congresso do grupo, Carlos Nelson Sanó, recorda ainda que estavam reunidas todas as condições estatutárias necessárias para a realização do encontro, nomeadamente a recolha das 250 assinaturas exigidas em cada região do país.

Ataque parou tráfego aéreo no sul da Rússia: Putin fala em "terrorismo"... O Presidente russo, Vladimir Putin, classificou hoje como terrorismo o ataque de um drone ucraniano ao centro de controlo de tráfego aéreo na região de Rostov-on-Don, que interrompeu as operações durante horas em treze aeroportos do sul da Rússia.

© Alexander KAZAKOV / POOL / AFP via Getty Images     Por LUSA    08/05/2026 

"O regime de Kyiv cometeu mais um ato, claramente de natureza terrorista, ao atacar o centro regional de controlo de tráfego aéreo em Rostov", frisou Putin no início de uma teleconferência com membros do Conselho de Segurança do país.

Segundo o líder do Kremlin, o ataque não afetou a segurança do tráfego aéreo civil.

"Felizmente, nenhum incidente trágico ocorreu graças ao trabalho altamente profissional dos nossos controladores de tráfego aéreo", indicou.

O Ministério dos Transportes russo adiantou que após o ataque as operações nos aeroportos de Astracã, Vladikavkaz, Volgogrado, Gelendzhik, Grozny, Krasnodar, Makhachkala, Magas, Mineralnye Vody, Nalchik, Sochi, Stavropol e Elista foram "temporariamente suspensas".

O vice-primeiro-ministro russo, Vitaly Savelyev, indicou a Putin que o tráfego aéreo no sul do país, que começou a ser retomado hoje à tarde, seria "totalmente restabelecido nos próximos dois ou três dias".

Russos e ucranianos acusaram-se hoje mutuamente de violar o cessar-fogo unilateral de 48 horas declarado pelo Kremlin para comemorar o 81.º aniversário da vitória do Exército Vermelho sobre a Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou Moscovo de não respeitar o seu próprio cessar-fogo.

Entretanto, o Ministério da Defesa russo justificou os seus ataques alegando que eram uma resposta a violações inimigas.

Por enquanto, o cenário de 2025 está a repetir-se. Nessa altura, os combates também se intensificaram no início do cessar-fogo, mas Kyiv acabou por respeitar as celebrações do 09 de maio, e Moscovo pôde celebrar o 80.º aniversário da vitória soviética sobre o nazismo em grande estilo.

O Exército russo tinha alertado anteriormente para um ataque em massa ao centro de Kyiv caso a Ucrânia tentasse interromper as comemorações do 09 de Maio e chegou mesmo a recomendar às embaixadas estrangeiras que evacuassem os seus diplomatas da capital ucraniana.

Ministro dos Transportes Telecomunicações e Economia Digital Florentino Pereira Mendes, preside hoje, 08 de maio, 2026, à cerimónia de encerramento do atelier de formação sobre a transformação digital dos Serviços Meteorológicos e Hidrológicos Nacionais (SMHN).

Por  Ministério dos Transportes e Comunicações  com  Tuti Vitoria Iyere

O Ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital, Florentino Mendes Pereira, presidiu, esta sexta-feira, 8 de maio, à cerimónia de encerramento do ateliê de formação sobre a transformação digital dos Serviços Meteorológicos e Hidrológicos Nacionais, uma iniciativa estratégica voltada para a modernização tecnológica e reforço das capacidades técnicas nacionais.

O evento reuniu responsáveis institucionais, técnicos e especialistas do setor, entre os quais o Presidente do Conselho de Administração do INM-GB, Dr. Fernando Baial Sambu, o representante dos formandos, Dr. Orlando Mendes, o representante da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Dr. Bubacar, além de funcionários e quadros da instituição.

Durante a cerimónia, foi reiterada a necessidade urgente de adaptação dos serviços meteorológicos e hidrológicos aos desafios da era digital, tendo em conta o papel crucial da informação climática na prevenção de riscos, proteção das populações e apoio ao desenvolvimento sustentável.

A formação representa mais um passo firme do Governo na construção de instituições modernas, eficientes e tecnologicamente preparadas para responder às exigências atuais, reforçando o compromisso do Ministério com a inovação, a digitalização e a valorização do capital humano

RELATOS DA MÍDIA DOS EUA CONFIRMAM QUE LULA FOI ESMAGADO NO SALÃO OVAL TEVE GRITOS E BERROS

by nguyenhuy8386  08/05/2026 

O que o mundo testemunhou nas últimas horas na capital dos Estados Unidos não foi um encontro diplomático, mas sim um massacre político que deixou a esquerda brasileira em estado de choque e silêncio absoluto. Enquanto a narrativa oficial tenta pintar a imagem de um “Lula estadista”, os bastidores vindos diretamente de Washington contam uma história de covardia, berros e uma rejeição pública sem precedentes. Donald Trump, o 47º presidente dos Estados Unidos, não apenas recebeu o líder brasileiro de forma fria, como, segundo relatos de jornalistas credenciados na Casa Branca, teria “esmagado” o petista a portas fechadas.

A tensão começou antes mesmo do encontro. Lula, que saiu do Brasil com um discurso inflado de “sangue de Lampião”, parece ter murchado assim que pisou em solo americano. A bravata de que “Trump teria cuidado se soubesse da minha descendência” virou pó. O que se viu foi um homem descrito pela imprensa internacional como “senil, atrasado e com semblante de derrotado”. O contraste não poderia ser maior: de um lado, a postura altiva de Trump; do outro, um Lula que parecia implorar por misericórdia política e financeira.

O Incidente do Abraço e a Frase que Parou a Sala

Um dos momentos mais dramáticos e comentados pelos influenciadores americanos e brasileiros que residem nos EUA foi a tentativa frustrada de aproximação física por parte de Lula. Segundo fontes que acompanharam a movimentação, o petista tentou quebrar o gelo com um abraço efusivo, buscando a foto que validaria sua suposta relevância global. A reação de Trump foi imediata e cortante. Ao desviar do contato, o americano teria disparado: “Não, não, não… eu não gosto de pinga!”.

Essa frase, que já circula como um rastilho de pólvora nas redes sociais, sintetiza o desprezo com que o governo americano tratou a delegação brasileira. Trump, conhecido por seu faro aguçado para identificar adversários ideológicos, não deu espaço para a “diplomacia do churrasquinho”. Pelo contrário, mandou fechar as portas do Salão Oval, expulsou diretores e exigiu que a reunião fosse privada, longe dos flashes que Lula tanto desejava para alimentar suas redes sociais no Brasil.

Fuga pelas Portas dos Fundos e o Silêncio dos Culpados

A humilhação não parou por aí. É praxe em visitas de alto nível que os líderes concedam uma entrevista coletiva conjunta, o famoso “pool” de imprensa no Salão Oval. No entanto, em um movimento raríssimo e vergonhoso, Lula cancelou a coletiva. Por que um político que adora palanques fugiria dos microfones na Casa Branca? A resposta é simples: medo. A imprensa americana estava preparada para questionar Lula sobre a perseguição judicial contra Jair Bolsonaro e sobre as conexões nebulosas com regimes ditatoriais.

Sem coragem para encarar as câmeras, Lula protagonizou uma cena deplorável: fugiu da Casa Branca pelos fundos. “Entrou pelos fundos, saiu pelos fundos, como um covarde”, relataram jornalistas americanos. Influenciadores como John Fonseca e Nick Sortor, que possuem milhões de seguidores, foram unânimes em classificar o espetáculo como “patético”. Sortor chegou a afirmar que “Trump deve ter destruído o esquerdista atrás de portas fechadas”.

“Dê-me 30 Dias”: O Pedido de Socorro de um Homem Acuado

Relatos indicam que, durante o embate privado, Trump confrontou Lula sobre a segurança na América Latina e o avanço do crime organizado. Acuado, sem ter o que oferecer e sem argumentos para defender sua gestão, Lula teria feito um pedido desesperado: “Me dá 30 dias para trazer explicações”. O prazo soou como uma piada nos corredores do poder em Washington. O brasileiro foi a Washington buscar dólares e tecnologia, mas voltou apenas com o rótulo de “anão moral”.

Analistas internacionais apontam que Trump não reconheceu em Lula um par, mas sim um “mendigante do capitalismo”. Enquanto o discurso para a militância no Brasil é de críticas ao “imperialismo e neoliberalismo”, na prática, o governo petista ajoelha-se no Salão Oval pedindo favores ao sistema que tanto demoniza. Essa hipocrisia de manual foi escancarada pela mídia independente dos EUA, que não possui os rabos presos que a grande mídia brasileira ostenta.

Repercussão Internacional: “Rato de Esgoto”

Os termos utilizados pelos jornalistas americanos para descrever o atual ocupante do Planalto foram pesados. Arthur Mcfields e Javier Negre destacaram que Lula entrou em “modo pânico”. A ausência de uma única foto oficial postada pelas redes de Trump é o sinal máximo de que o Brasil, sob o comando atual, perdeu qualquer relevância ou respeito perante a maior potência do mundo. “O grande líder socialista ajoelha-se pedindo favores ao mesmo capitalismo que tanto demoniza”, escreveu um dos articulistas.

A comparação com o ex-presidente Jair Bolsonaro tornou-se inevitável nos debates. Enquanto Bolsonaro era recebido com honras e alinhamento ideológico real, Lula foi tratado como um incômodo que precisava ser despachado rapidamente. Até mesmo aliados de longa data em Brasília, como Rodrigo Pacheco, já sinalizam um distanciamento, percebendo que o barco petista está fazendo água após o desastre diplomático em Washington.

O Fim da Narrativa do “Estadista”

A estratégia de Lula era criar recortes para as redes sociais, posando ao lado de Trump para tentar subir nas pesquisas de aprovação que despencam a cada dia no Brasil. Ele queria usar a imagem do “homem da paz” e do “articulador global”. No entanto, a realidade foi um balde de água gelada. Trump não apenas bloqueou essa narrativa, como também reforçou que está de olho em movimentações suspeitas de grupos como o PCC e o Comando Vermelho, sinalizando que a era da conivência acabou.

O que resta agora ao governo é tentar controlar os danos. Mas as imagens e os relatos da imprensa livre dos Estados Unidos são impossíveis de apagar. Lula saiu de Washington menor do que entrou. O “sangue de Lampião” revelou-se uma lamparina apagada diante do furacão Trump. O Brasil assiste, estarrecido, ao momento em que seu representante máximo é escorraçado do centro do poder mundial, provando que, no cenário internacional, não há espaço para quem não tem moral para sustentar o que diz.

Este encontro ficará marcado na história como o dia em que a farsa da “soberania petista” caiu por terra em menos de uma hora de conversa a portas fechadas. O povo brasileiro, agora mais do que nunca, precisa estar atento: o mundo já sabe quem é quem. E o veredito americano foi claro: o tempo dos hipócritas está chegando ao fim.


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O encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, durante a visita do presidente brasileiro aos Estados Unidos, gerou uma série de reações intensas e repercussões políticas. A visita, que tinha como um dos objetivos estreitar os laços diplomáticos e fortalecer a relação entre os dois países, acabou se tornando palco de uma série de momentos constrangedores, incluindo a exclusão de Lula da foto oficial da Casa Branca e a expulsão de um delegado da Polícia Federal (PF) da reunião. A situação gerou um desconforto notável, e Lula, visivelmente irritado, fechou as portas para a imprensa durante a coletiva, revelando uma frustração evidente com os desdobramentos do encontro.