segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Exclusivo "O golpe de Estado foi secundarizado pelo PAIGC" ...Fernando Vaz porta voz do Governo.

© Leonardo Negrão / Global Imagens

César Avó, Dn.pt 27 Fevereiro 2022 

Fernando Vaz, ministro do Turismo e porta-voz do governo de coligação chefiado por Nuno Gomes Nabiam, deseja estabilidade política para que a Guiné-Bissau possa fazer reformas e construir infraestruturas. E esclarece o ataque realizado no Palácio do Governo no início do mês.

Pode fazer uma atualização dos acontecimentos de dia 1 [quando o Palácio do Governo em Bissau esteve sob ataque durante cinco hora]? O que pode dizer?

Em relação ao processo de investigação o que posso dizer é que está em curso e eu não vou avançar muito para depois não dizerem que há três ou quatro versões do governo porque o presidente da república (PR) falou, o porta-voz falou, embora todos dissessem que foi um golpe de Estado. As pessoas de má-fé fogem do cerne da questão, que é o golpe de Estado, e depois vão discutir que um disse que havia rebeldes, o outro disse que havia paramilitares, coisas que, enfim, não fazem nenhum sentido e não é o cerne da questão. 

O cerne da questão é que houve um golpe de Estado, houve uma tentativa de decapitação do Estado da Guiné-Bissau, o assassínio do presidente da república e do primeiro-ministro e do executivo que estava reunido, e que ao todo morreram oito cidadãos guineenses. Isso parece que foi secundarizado por interesses políticos de algum setor da nossa política, nomeadamente o PAIGC, e dando mais importância ao assalto à Rádio Capital, que tem a sua importância, mas onde não morreram pessoas, e que houve uma tentativa de alteração da ordem constitucional, que está a ser secundarizada. O ponto da situação é que temos o princípio de separação de poderes na nossa constituição, estamos a observar esse princípio, e mesmo observado esse princípio somos criticados de que há interferência e que deve haver um inquérito internacional independente. Como se isto fosse prática no mundo. Enfim, isto parece um filme a preto e branco. Portanto, a comissão de inquérito vai fazer o seu trabalho. Vamos esperar por aquilo que a comissão ou a Procuradoria-Geral da República vier a apurar.

Em relação ao que se fala de os mandantes estarem ligados ao narcotráfico. O que pode comentar?

Acho que não há nenhuma dúvida. Está preso o comandante Bubo Na Tchuto, é público, foi dito pelo PR. Agora faço eu a pergunta: esse indivíduo, do seu conhecimento, está ou não ligado ao narcotráfico? ...Veja Mais: @ Gaitu Baldé 👇


Kiev diz que travou avanço russo e que tropas russas estão desmoralizadas

© REUTERS/Gleb Garanich

Notícias ao Minuto  28/02/22 

O comando militar ucraniano garantiu hoje que as forças armadas do país impediram as tropas russas de avançarem para Kiev e que estas estão desmoralizadas e sofreram baixas consideráveis.

"Todas as tentativas das tropas de ocupação russas para alcançar os seus objetivos falharam", disse o comandante-chefe do exército ucraniano, Oleksandr Syrski, sobre as tentativas russas de invadir a periferia da capital.

Syrski, citado pela agência noticiosa UNIAN, salientou que "o inimigo sofreu baixas consideráveis".

"As tropas russas estão desmoralizadas e exaustas. Mostrámos que sabemos como defender a nossa casa de quem não foi convidado", disse o general.

De acordo com o exército, todos os movimentos das tropas inimigas estão sob controlo.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram pelo menos 352 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de perto de 370 mil deslocados para a Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.


Leia Também: Kiev regista mais de 350 civis mortos na invasão russa

Elon Musk deu à Ucrânia a Internet que a Ucrânia pediu. Que impacto tem na guerra? "É um gesto simpático mas no plano militar não muda nada"

Elon Musk

Cnnportugal.iol.pt

Com esta tecnologia, a Ucrânia tem agora acesso ao melhor serviço de internet disponível no mundo, facto que pode tornar impossível à Rússia comprometer as comunicações do país vizinho. Mas será que isso pode realmente influenciar o curso da guerra?

Mykhailo Fedorov, vice primeiro-ministro e ministro da Transição Digital da Ucrânia, fez um simples pedido a Elon Musk: disponibilizar estações Starlink. "Enquanto tentas colonizar Marte, a Rússia tenta ocupar a Ucrânia. Enquanto os teus foguetões aterram a partir do espaço, os rockets da Rússia atacam civis ucranianos", afirmou o ministro no sábado, através do Twitter.

E foi também através de um tweet que o magnata da tecnologia acedeu ao pedido. Em poucas horas, Elon Musk forneceu à Ucrânia o mais resistente serviço de Internet que existe.

Na base deste serviço está a Starlink, uma gigantesca constelação de satélites em construção pela SpaceX, a agência espacial privada liderada por Elon Musk. São atualmente cerca de 2.000 satélites que permitem levar Internet de alta velocidade para zonas mais remotas do planeta, mas o objetivo da agência é chegar aos 42.000. Em janeiro, o serviço tinha cerca de 145.000 utilizadores em 25 países.

Com o serviço de Internet da SpaceX, a Ucrânia passa a ter melhor serviço e deixa de ficar dependente das infraestruturas por fibra. Segundo Rodrigo Adão da Fonseca, especialista em cibersegurança, a Starlink funciona como uma rede alternativa de comunicações, "como se fosse uma rede privativa, via satélite, mas privada", sem que haja hipótese de interferência russa.

A Ucrânia sofreu uma série de ciberataques em larga escala que afetou sites do parlamento, governo e Ministério dos Negócios Estrangeiros. Segundo fonte do governo, vários bancos do país também foram afetados. Tratou-se de um ataque informático DDoS: simples de executar, que inunda o site atingido com uma vasta quantidade de tráfego, sobrecarregando os servidores que o albergam. 

Mas será que este gesto de Musk pode realmente influenciar o curso da guerra? Não no plano militar, refere o major-general Agostinho Costa. "Mas há aqui um dado muito importante: esta campanha militar segue os princípios conceptuais e doutrinários russos, que são diferentes dos nossos" e, sobre isso, "a última coisa que os russos querem é eliminar a possibilidade de a comunicação social poder comunicar" - e facto é que nenhuma das partes tem impedido os jornalistas de fazer o seu trabalho porque esta campanha decide-se no plano comunicacional. "Esta batalha decide-se no plano do chamado mainstream media e do social media. E nós, no Ocidente, ainda não percebemos isso." Nesse domínio, segundo o major-general, a Ucrânia está em vantagem. Mas outra coisa é o que se passa no terreno. 

Resumindo: "É um gesto simpático de Elon Musk, mas no plano geral militar não muda nada."

Aliás, segundo refere o major-general Agostinho Costa, a primeira fase da campanha (a aérea) foi para a destruição dos meios de comunicação militares: os radares, os meios de comunicação militares, os postos de comando... tudo no mesmo dia. "Uma coisa são ciberataques para neutralizar o funcionamento da estrutura politico-administrativa. Outra coisa é o domínio da comunicação da população porque a centralidade numa guerra destas é a população e as perceções. O teatro de operações é aqui nas redações, através da influência da campanha comunicacional de ambas as partes e da opinião pública."

Este projeto da empresa de Elon Musk foi uma aposta disruptiva que alertou os países para uma nova realidade. É possível ter internet e comunicações em qualquer parte do planeta com mais segurança e com menos controlo de terceiros nos tarifários, velocidades e outros aspetos fundamentais para a sociedade moderna. Nesse sentido, há várias potências mundiais a querer ter a sua própria "constelação", entre elas a União Europeia.

Ora, enquanto a maioria dos serviços de internet via satélite provém de satélites em órbita a cerca de 35.000 quilómetros da Terra, a constelação Starlink está muito mais próxima, a cerca de 550 quilómetros, o que lhe permite reduzir o tempo de viagem de dados entre o utilizador e o satélite. E, curiosamente, a tecnologia que permite precisamente a comunicação entre nano-satélites numa constelação de baixa órbita é um dos projetos de engenharia mais inovadores de sempre em Portugal: o Gamalink.

domingo, 27 de fevereiro de 2022

A coordenação do Polo Estratégico de Juventude, jovens, quadros de MADEMG15, duou hoje 27 de Fevereiro de 2022, os materiais de canalização e equipamentos de construção para a Mesquita Central de Cuntum 3, círculo 28.

 Muadem G-15 Mulheres do Movimento para Alternância Democrática

A coordenação do Polo Estratégico de Juventude, jovens, quadros de MADEMG15, duou hoje 27 de Fevereiro de 2022, os materiais de canalização e equipamentos de construção para a Mesquita Central de Cuntum 3, círculo 28.

Estas doações, vêem no âmbito de objetivos Estratégico do Polo que insere nos apoios, sociais.

À semelhança desta ação, serão realizadas em outros 5 círculos, que compõem o setor Autónomo de Bissau. 

Tendo em conta as necessidades e prioridades!

De lembrar que o Polo Estratégico de Juventude é uma estrututa criada nos finais de 2020, por jovens quadros, que tem por finalidade enaltecer as ações do Coordenador Nacional do MADEMG15, Camarada Braima Camará. Assim como mobilizar camada a juvenil para o Partido.

Nesta altura conta com 300 militantes, na sua maioria jovens!

Leia Também:👇

MADEM-G15 | Solidário 

Madem-G15 Movimento para Alternância Democrática
O camarada Abel da Silva Gomes, Secrerário Nacional do MADEM-G15 e Deputado do CE 21, visitou a tabanca de Djifunco, Secção de Suzana, Sector de S. Domingos, onde 10 casas foram consumidas pelas chamas no dia 11 de Fevereiro, deixando várias famílias sem teto e em grandes dificuldades. 

O Secretário Nacional do MADEM-G15, acompanhado por outros dirigentes do partido da Região e Sector, destacando os Camaradas António Djin Alé, Coordenador Regional de Cacheu II, bem como de Maurício Mendes que representou a Coordenação Nacional do JUADEM, assim como o Sr. Alicio Djiba, Coordenador de Associações Juvenis Felupes.

A delegação foi recebida pela população local e pelo régulo, a quem foi entregue 1,5 Toneladas de arroz e 110 litros de óleo para serem repartidos pelas famílias afetadas. 

Veja as fotografias:👉 AQUI

Kiev lança site para russos conhecerem destino de soldados mortos

© Getty
Notícias ao Minuto    27/02/22 

As autoridades ucranianas lançaram hoje uma página na Internet que permite aos próximos de soldados russos mortos em combate no país conhecerem o seu destino, uma vez que a Rússia não divulga as suas perdas.

No quarto dia da invasão da Ucrânia pela Rússia, a página, batizada 200rf.com, em referência ao código usado pelos soldados mortos em combate, passa a divulgar fotos de passaportes ou documentos militares pertencentes a soldados russos alegadamente mortos desde a invasão do país.

São, ainda, divulgados vídeos de soldados russos alegadamente feitos prisioneiros, bem como o nome e local de origem de alguns deles.

"Sei que numerosos russos querem saber como e onde estão os seus familiares, os seus filhos, os seus maridos, e o que lhes aconteceu", explica, num vídeo colocado no site, Viktor Andrusiv, conselheiro do ministro do Interior ucraniano.

Segundo Kiev, o Exército ucraniano matou mais de 4.300 soldados russos e fez prisioneiros perto de 200. Moscovo não divulgou nenhum dado sobre as perdas sofridas desde o início da ofensiva, na madrugada da passada quinta-feira.

O dirigente da República russa do Daguestão, no Cáucaso, Serguei Melikov, foi o primeiro responsável a reconhecer, hoje, a morte de um soldado russo na Ucrânia.

Na sua página oficial no Instagram, Melikov prestou uma homenagem a um oficial que, segundo escreveu, foi morto durante "a operação especial de defesa do Donbass", no leste da Ucrânia.

O regulador russo dos media ordenou sábado a supressão dos conteúdos dos meios de comunicação do país de todas as referências a civis mortos pelo Exército russo na Ucrânia, bem como os termos "invasão", "ofensiva" ou "declaração de guerra".

Moscovo é acusada de, desde o início da crise com a Ucrânia, em 2014, camuflar as suas perdas militares entre os que combateram apoiando os separatistas pró russos no Leste. Este apoio foi sempre desmentido, até à invasão em curso.

O político liberal russo Lev Schlossberg sugeriu, recentemente, que o Exército russo utilize crematórios móveis para queimar os corpos dos soldados mortos em combate.

"Não há guerra. Não há mortos. Não há baixas. As pessoas simplesmente desaparecem. Para sempre", escreveu no seu blogue.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram cerca de 200 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de perto de 370 mil deslocados para a Polónia, Hungria, Moldávia e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.


Putin elogia "heroísmo" das forças de operações especiais

© Reprodução Twitter

Notícias ao Minuto  27/02/22 

O Presidente russo, Vladimir Putin, destacou hoje o heroísmo das forças de operações especiais do seu país, numa mensagem de felicitação por ocasião da celebração do dia daquele corpo das Forças Armadas.

"Especial reconhecimento àqueles que cumprem heroicamente o seu dever militar no decurso a operação especial para prestar ajuda às repúblicas populares de Dombás", disse o chefe do Kremlin numa mensagem de vídeo aos elementos das forças de operações especiais.

A Rússia invadiu a Ucrânia na quinta-feira, 24 de fevereiro, através da Bielorrússia ao norte, da Crimeia, território ucraniano que anexou em 2014, ao sul, e do território russo a nordeste e a leste.

Na ocasião, Putin anunciou o início de uma "operação militar especial" na Ucrânia, em resposta a um pedido de ajuda das repúblicas populares de Dombás, reconhecias por Moscovo como estados independentes.

As autoridades ucranianas contabilizaram já a morte de pelo menos 198 pessoas, incluindo civis, desde o início da invasão russa.

O ataque russo tem sido amplamente condenado em todo o mundo e vários países, com destaque para os ocidentais, aprovaram sanções económicas para punir o regime de Moscovo.


Leia Também: 

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que a noite "foi dura" no país, com bombardeamentos russos a atingirem zonas habitadas...Ler Mais


Zelensky disse que a noite "foi dura" na Ucrânia, com bombardeamentos russos a atingirem zonas habitadas...Ler Mais


Dublin, 27 fev 2022 (Lusa) -- A República da Irlanda, Dinamarca e Bélgica vão fechar o seu espaço aéreo a todos os aviões russos devido à incursão militar da Rússia na Ucrânia...Ler Mais

Donald Trump diz que invasão russa é "ataque à humanidade"

© Scott Olson/Getty Images

Notícias ao Minuto  27/02/22 

O antigo Presidente dos EUA Donald Trump classificou a invasão russa de "ataque à humanidade" e sustentou que, se estivesse na Casa Branca, o Presidente russo não teria tomado a decisão "cruel" de invadir a Ucrânia.

Por outro lado, elogiou os "corajosos" ucranianos e vangloriou-se de ter sido o Presidente mais duro dos EUA para com a Rússia, apesar das "notícias falsas" que disse terem sido divulgadas pelos meios de comunicação "desonestos" sobre a sua suposta fraqueza perante Vladimir Putin.

Trump lembrou que sob a administração de George W. Bush, a Rússia invadiu a Geórgia; sob Barack Obama, a Crimeia; e sob Joe Biden, a Ucrânia.

"Sou o único Presidente americano do século XXI em cujo mandato a Rússia não invadiu outro país", afirmou, antes de garantir que, se fosse Presidente dos EUA, teria sido "muito fácil impedir isto", criticando ainda as "fracas sanções" impostas por "líderes tontos".

O antigo chefe de Estado discursou no encerramento do penúltimo dia da Conferência da Ação Política Conservadora, em Orlando, na quinta-feira.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos 198 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 150.000 deslocados para a Polónia, Hungria, Moldávia e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

Leia Também: 

O gabinete do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, avisou hoje sobre uma possível "catástrofe ambiental" após forças russas terem feito explodir um depósito de petróleo em Kharkiv, a segunda maior cidade do país...Ler Mais

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje o acordo alcançado para bloquear o sistema internacional de comunicações bancárias Swift a alguns bancos russos, como retaliação à invasão da Ucrânia...Ler Mais

O Governo australiano anunciou hoje que irá enviar armas para as tropas ucranianas e que está a considerar a expulsão do embaixador russo...Ler Mais


A Finlândia vai fechar o seu espaço aéreo aos aviões russos em represália pela invasão da Ucrânia, juntando-se a numerosos países europeus, anunciou o governo de Helsínquia...Ler Mais

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que o seu país está pronto para negociações de paz com a Rússia, mas não na Bielorrússia...Ler Mais

sábado, 26 de fevereiro de 2022

COMUNICADO A IMPRENSA

 

Ministério da Administração Pública, Trabalho, Emprego e Segurança Social

Corajosa: mulher ucraniana confronta soldado russo após invasão

O vídeo está a circular nas redes sociais. 
Uma mulher ucraniana confronta um soldado russo. 
A determinado ponto da conversa, pergunta-lhe: “que c* é que estão a fazer na nossa terra?”. Mas é por outro argumento que o desafio da mulher gera espanto. 
“Devias colocar sementes de girassol no bolso, para que elas cresçam na terra ucraniana depois de morreres”, diz-lhe.
 A mensagem é clara: os russos vão morrer durante o combate em território ucraniano.👇

Leia Também:

UCRÂNIA - Kiev antecipa toque de recolher para as 17h. Depois, todos são inimigos

© Wikimedia Commons

Notícias ao Minuto  26/02/22 

O presidente da câmara de Kiev anunciou hoje um endurecimento do recolher obrigatório, em vigor devido à invasão russa, alertando que qualquer pessoa que esteja na rua entre as 17:00 e as 08:00 será tratada como inimigo.

"Todos os civis que estiverem nas ruas durante o toque de recolher obrigatório serão considerados membros dos grupos de sabotagem e tratados como inimigos", disse Vitali Klitschko na rede Telegram, citado pela agência France-Presse.

Imposto em Kiev na quinta-feira, após o início da ofensiva russa, o toque de recolher estava em vigor, até agora, entre as 22:00 e as 07:00.

Klitschko também anunciou que o metro da capital foi transformado em refúgio para os moradores, pelo que não fornecerá mais serviços de transporte, por enquanto.

"O metro entrou em modo de abrigo", escreveu Klitschko noutra mensagem no Telegram.

Hoje, o terceiro dia da invasão, Kiev estava sob fogo de mísseis de Moscovo e os combates aconteciam na cidade, segundo autoridades ucranianas.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos 198 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 120.000 deslocados desde o primeiro dia de combates.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.


Leia Também: 

Visita do Camarada Secretário Nacional de MADEM-G15 Abel da Silva Gomes, também Deputado do CE 21

Fonte: Estamos a Trabalhar

Uma visita aos sinistrados data banca de Djifunco, Secção de Suzana, Sector de S. Domingos. Onde 10 casas sofreram queimadas no dia 11 de fevereiro do corrente mês, prejudicando assim várias famílias! 

O Secretário Nacional do MADEM G15 acompanhado pelos dirigentes do Partido na Região e Sector, destacando a presença do Camarada António Djin Alé, Coordenador Regional de Cacheu II, bem como de Maurício Mendes, representando a Coordenação Nacional da JUADEM, assim como do Sr. Alicio Djiba, Coordenador de Associações Juvenis Felupes. Levaram ajudas para população local, vítimas de incêndio

Zelensky. Ucrânia "quebrou o plano" russo ao terceiro dia de invasão

 © Getty Images

Notícias ao Minuto  26/02/22 

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, garantiu hoje que "quebrou o plano" da Rússia ao terceiro dia da invasão do seu país, pedindo aos russos que digam a Vladimir Putin para parar a guerra.

"Mantivemos a nossa posição e repelimos com sucesso os ataques inimigos. Os combates continuam em muitas cidades e regiões do país, mas... é o nosso exército que controla Kiev e as principais cidades ao redor da capital", disse Zelensky, num vídeo publicado no Facebook.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos 198 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 120.000 deslocados desde o primeiro dia de combates.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

Leia Também:

25 dias após a tentativa de golpe de estado, eis que o Presidente da República efetuou mudanças nas estruturas das forças armadas, conforme as notas informativas da presidência da república.


O Presidente da República Umaro Sissoco Embaló fez mudanças de algumas chefias militares, quase um mês depois de um ataque de um grupo armado à palácio do governo. Embaló nomeou o novo chefe da Armada.

O chefe de Estado Umaro Sissoco Embaló, nomeou esta sexta-feira (25.02) o capitão-de-Mar-e-Guerra Hélder Nhnaque como novo Chefe de Estado Maior da Armada, segundo um decreto presidencial a que a Rádio TV Bantaba teve acesso.

Embaló exonerou também o atual vice-chefe de Estado Maior do Exército Sumbonhe Na N´Tchongo e nomeou o Coronel, Baute Yamta Na Mam.

Os decretos presidências foram divulgados a imprensa no final da tarde de hoje, exatamente 25 dias depois do ataque de um grupo armado contra o edifício governamental onde decorria o Conselho de Ministros.



 TV Obulum / //RTB

Leia Também: 


O ministro de Estado do Interior e da Ordem Pública, Botche Candé exenora o comandante Geral da Guarda Nacional, Brigadeiro geral Sadjó Cissé e, nomea o coronel Horta Inta-A.

Segundo o Capital news, no despacho, o ministro do interior justifica a mexida com a necessidade de reestruturar o comando Geral da Guarda Nacional, para imprimir maior dinâmica nas estruturas da segurança.

A sexta-feira foi marcada com mexidas nos setores da Defesa e Segurança com exonerações e nomeações na Marinha de Guerra Nacional e no Exército. Cerca de um mês após a tentativa de golpe de Estado no Palácio do Governo.

No passado dia 1 Fevereiro, o PR Umaro Sissoco Embalo e Governo foram alvo de ataques armados em pleno Conselho de Ministros.

Os ataques resultaram em uma dezena de mortes, segundo o Governo.

As investigações, segundo o Governo, continuam a decorrer.

NO COMMENT !!!

Fonte: Alfa Umaro

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Invasão da Ucrânia: Sissoco Embaló em silêncio mesmo após pedido da União Europeia

 European Union ambassador, Sonia Neto, and, the President of Guinea Bissau, Umaro Sissoco Embalo, Bissau, Fev. 25, 2022

Por voaportugues.com

BISSAU — A embaixadora da União Europeia (UE) na Guiné-Bissau solicitou, nesta sexta-feira, 25, ao Presidente da República que condene a invasão da Ucrânia pela Rússia.

A audiência de Umaro Sissoco Embaló à representante da UE, acompanhada dos seus colegas da França, da Espanha e de Portugal, surge no momento em que tanto a Presidência como o Governo mantêm um silêncio absoluto sobre o tema.

Analista político diz haver tempo ainda para as autoridades guineenses se posicionarem.

“Viemos solicitar à sua excelência o senhor Presidente da República a sua magistratura de influência para se associar também à voz da União Europeia e dos seus Estados-membros”, disse a jornalistas a embaixadora Sónia Neto, depois da audiência na Presidência.

Ela acrescentou que os países europeus “lamentam a trágica perda de vidas humanas e o sofrimento causado pela agressão russa, condenam com maior veemência possível a agressão militar injustificada da federação Russa à Ucrânia”.

Ao contrário do que é habitual, Umaro Sissoco Embaló, não falou a jornalistas e nem ele nem o Governo manifestaram qualquer posicionamento em relação à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Na página da Presidência da República no Facebook apenas foram publicadas fotos da audiência.

O especialista em relações internacionais Banor da Fonseca afirma que as autoridades devem posicionar-se, mas acredita que ainda vão a tempo de o fazer.

“A Guiné-Bissau deveria posicionar-se quanto à questão porque é uma questão que é internacional, não podemos ficar em silêncio, mas também não é ainda tarde ter um posicionamento”, disse Fonseca em conversa com a VOA.

A VOA contactou o Gabinete de Comunicação do Ministério dos Negócios Estrangeiros que nos remeteu “às instâncias superiores” porque a ministra Suzi Barbosa está no exterior.

Refira-se que a embaixadora Sónia Neto reiterou que a UE e os Estados-membros vão continuar a prestar o apoio político, financeiro, humanitário e logístico adicionais à Ucrânia, organizando uma conferência internacional de doadores a favor daquele país europeu.

AO VIVO: Guerra na Ucrânia: siga as últimas notícias sobre o avanço da Rússia | CNN PRIME TIME

Confira AO VIVO no CNN Prime Time desta sexta-feira (25) as principais informações sobre o avanço da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Declaração chinesa sobre Taiwan aumenta tensão após invasão russa à Ucrânia

A guerra da Rússia com a Ucrânia trouxe à tona outras disputas que estavam, até então, adormecidas. É o caso, por exemplo, de Taiwan com a China. A invasão também trouxe respostas diplomáticas e econômicas de vários países, entre eles o Japão, que anunciou um novo pacote de sanções contra a Rússia.👇

O Presidente da República General de Exército Umaro Sissoco Embaló recebeu hoje em audiência o Juiz Conselheiro Ladislau Embassa, representante da Guiné-Bissau no Tribunal da União Económica Monetária Oeste Africana (UEMOA)

 Presidente da República da Guiné-Bissau Umaro Sissoco Embaló

SINJOTECS DENUNCIA DESPEDIMENTO DE 16 FUNCIONÁRIOS DA TELEVISÃO DA GUINÉ-BISSAU

Jornal Odemocrata  25/02/2022 

O Sindicato de Jornalistas e Técnicos de Comunicação Social (SINJOTECS) denunciou o despedimento de 16 funcionários da Televisão da Guiné-Bissau (TGB) e condenou a atitude da direção.

Em reação, esta sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022, a organização da classe jornalística guineense exigiu do governo uma intervenção urgente para encontrar uma solução que possa criar um ambiente menos nebuloso na única televisão pública do país. 

Trata-se de um grupo de trabalhadores com 10 a 20 anos de serviço que se encontram neste momento de costas viradas contra a atual direção.

Em conferência de imprensa, Indira Correia Balde, presidente do SINJOTECS, disse que é inaceitável que as pessoas sejam descartadas como se fossem objetos, depois de tantos anos de serviço e pediu ao ministério da comunicação social a reativação da comissão que estava a trabalhar o processo de efetivação dos jornalistas dos órgãos públicos.

“O motivo de despedimento dos 16 funcionários não está claro. Havia uma comissão que foi criada para trabalhar o processo de efetivação dos profissionais de comunicação e o Sindicato de Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social é um dos elementos que integrava a Comissão. Esta fez o seu trabalho durante vários meses, inclusive  estabeleceu critérios da efetivação, mas no meio do caminho, o processo foi ofuscado e desde então não recebemos nenhuma comunicação ou informação sobre o seu andamento”, revelou.

Perante estes fatos defendeu que qualquer processo de efetivação deve obedecer à Lei e aos critérios.

“Não se pode ter pessoas a trabalhar nos órgãos há mais de 10 ou 20 anos e num dado momento mandá-las para casa, sem algum consentimento ou término do contrato”, criticou.        

A presidente do SINJOTECS disse ter sido surpreendida com a medida do governo de pedir licenças definitivas de frequência das rádios e não cópias para averiguação.

Segundo Indira Correia Baldé, quem emite as licenças é a Autoridade Reguladora Nacional das Tecnologias de Informação e Comunicação (ARN-TIC), a entidade com competências para tal.

A sindicalista disse que a sua organização não está contra a fiscalização dos órgãos de comunicação social, mas defende que essas exigências sejam aplicadas para todos.   

“Estamos preocupados porque em certa medida, esta situação mexe com a liberdade de imprensa e de expressão e o pluralismo de informação, porque a Guiné-Bissau é um país que adotou o regime democrático, portanto tem de alinhar com os princípios da democracia”, enfatizou Correia Baldé

Por sua vez, Oliveira Sambú, uma das vítimas de despedimento, denunciou que os funcionários visados não têm acesso à entrada na TGB e foram mandados para casa sem rescisão de contratos.

“O despedimento a que fomos sujeitos foi ilegal e abusiva”, disse, revelando que foram chamados num cantinho e despedidos, com o argumento de que não estão abrangidos no processo de efetivação, e por conseguinte tanto o ministério das finanças como a direção da TGB não podem assumir a responsabilidade de subsidiá-los. 

Por: Carolina Djemé

Rússia ameaça Finlândia e Suécia caso adiram à NATO

ATO (AP Images/Olivier Matthys)

Cnnportugal.iol.pt   25/02/22 

Adesão "teria sérias consequências militares e políticas", diz a Rússia

A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo disse esta sexta-feira que se a Finlândia ou a Suécia decidirem apoiar a aliança de segurança da NATO isso vai gerar uma "resposta séria" por parte de Moscovo. 

Foi numa conferência de imprensa que Maria Zakharova assegurou que uma decisão destas "teria sérias consequências militares e políticas que obrigariam o nosso país a tomar uma resposta recíproca". Numa publicação no Twitter, o Ministério acrescenta ainda: 

"Nós consideramos a posição do governo finlandês de manter uma política militar de não-alinhamento como um fator importante para garantir a segurança e a estabilidade no Norte da Europa." 

 

Tanto a Finlândia como a Suécia não são membros da NATO, embora o primeiro participe em alguns assuntos e, exemplo disso mesmo, é o facto de estar presente na reunião que decorre esta sexta-feira em Bruxelas.

No mês passado, a primeira-ministra finlandesa Sanna Marin disse que era "muito improvável" que o país aderisse durante o seu mandato à Aliança Atlântica.

Ucrânia: Mais de 50 mil deixaram o país desde o início da invasão russa

 © Getty Images

Notícias ao Minuto     25/02/22 

Mais de 50.000 ucranianos fugiram do seu país em menos de 48 horas, desde o início da invasão russa, revelou hoje o alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, que também contabilizou 100.000 deslocados na Ucrânia.

"Mais de 50.000 refugiados ucranianos fugiram do seu país em menos de 48 horas -- a maioria para a Polónia e a Moldávia -- e muitos mais estão a dirigir-se para as fronteiras", escreveu Filippo Grandi na rede social Twitter.

Na mensagem, o alto-comissário da ONU agradeceu "calorosamente aos governos e cidadãos de países que mantêm as suas fronteiras abertas e acolhem refugiados".

A invasão russa iniciada na madrugada de quinta-feira lançou dezenas de milhares de ucranianos nas estradas, que se dirigem sobretudo para a Moldávia e a Polónia, mas também para a Hungria e a Roménia.

Numa outra mensagem na mesma rede social, Grandi agradeceu em particular à Presidente da Moldávia, Maia Sandu, "por permitir que as pessoas que fogem da Ucrânia atravessem a fronteira" com o país "em segurança", e assegurou apoio do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

O ACNUR, garantiu, "fará tudo o que lhe for possível para ajudar a mobilizar a ajuda internacional enquanto acolhe e recebe" esses refugiados.

Na quinta-feira, o ACNUR tinha informado que pelo menos 100.000 pessoas já tinham abandonaram as suas casas na Ucrânia devido à invasão iniciada pela Rússia e vários milhares cruzaram as fronteiras rumo a países vizinhos.

O Presidente russo, Vladimir Putin, desencadeou na quinta-feira de madrugada a invasão da Ucrânia, com ataques aéreos e entrada de forças pelas fronteiras terrestres, incluindo em direção à capital Kiev.

As forças ucranianas estavam hoje a combater soldados russos na capital Kiev, com o Presidente russo a ignorar as sanções ocidentais e os pedidos para cessar a agressão militar e, em vez disso, a apelar ao exército ucraniano para tomar o poder.


Leia Também: 👇👇👇

NATO anuncia reforço e avisa que Kremlin não ficará pela Ucrânia