Bissau - A morte de uma mulher grávida no Hospital Nacional Simão Mendes (HNSM), em Bissau, está a provocar revolta entre familiares e a levantar novas denúncias de alegada negligência médica na maior unidade hospitalar da Guiné-Bissau.
Segundo relatos dos familiares, a paciente deu entrada no hospital em estado de urgência, mas não terá recebido assistência médica atempada nem adequada. A família acredita que a demora no atendimento pode ter contribuído diretamente para o desfecho fatal.
Além deste caso, utentes apontam problemas recorrentes no funcionamento do hospital, incluindo atrasos no socorro, escassez de profissionais de saúde e falta de meios técnicos e materiais. Estas limitações, afirmam, têm vindo a comprometer a qualidade dos cuidados prestados aos pacientes.
A situação gerou forte indignação entre familiares e reacendeu preocupações sobre as condições do serviço de urgência e da maternidade do HNSM, setores considerados particularmente sensíveis.
Até ao momento, a direção do hospital não apresentou uma explicação pública detalhada sobre o ocorrido. As famílias afetadas exigem a abertura de um inquérito independente que permita apurar responsabilidades e esclarecer as circunstâncias da morte.
O Hospital Nacional Simão Mendes, principal referência hospitalar do país, recebe diariamente centenas de pacientes de várias regiões, enfrentando uma pressão constante sobre os seus serviços.
ND-TV


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