Imagem de crianças no Estado de Adamawa, nordeste da Nigéria.
Foram libertadas nesta Sexta-feira, 12 de Outubro, 833 crianças-soldado em Maiduguri, no nordeste da Nigéria, como parte da missão da Civilian Joint Task Force (CJTF), um grupo de voluntários que envida esforços para travar a insurgência do Boko Haram.
A libertação destas crianças é parte do compromisso do CJTF de parar e prevenir o recrutamento de crianças-soldado.
Virginia Gamba, representante especial do Secretariado Geral da CJTF, diz que esta libertação é o resultado de meses de trabalho entre o CJTF e a unidade das Nações Unidas responsável pela monitorização da situação na Nigéria, acrescentando que espera que o CJTF liberte mais crianças.
Esta é a primeira libertação formal por parte do CJTF, desde Setembro de 2017, lê-se no comunicado do UNICEF, que trabalha junto das autoridades nigerianas para apoiar a implementação de programas de reintegração para as crianças que foram libertadas hoje, bem como para outras afectadas pelo contínuo conflito na Nigéria.
Nigeria- Segurança Escolar vs. Boko Haram pt1
Desde 2017 que o UNICEF apoia a reintegração social e económica de mais de oito mil e setecentas crianças libertadas de grupos armados, como o Boko Haram, por exemplo, ajudando-as a encontrar as suas famílias, devolvendo-as às suas comunidades e oferecendo apoio psicológico, educacional, treinos vocacionais e outras oportunidades para a melhoria das suas condições de vida.
VOA
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Detido diretor-geral das Comunidades da Guiné-Bissau
A Polícia Judiciária (PJ) da Guiné-Bissau deteve hoje o diretor-geral das comunidades no âmbito de um inquérito para investigar um caso de alegado auxílio à emigração ilegal, disse fonte daquela força investigação criminal.
O diretor-geral das Comunidades, Malam Sambu, foi detido depois de ter sido ouvido durante o período da tarde nas instalações da PJ em Bissau, segundo fonte daquela força policial.
Em causa está um pedido de atribuição de visto de entrada para o espaço Schengen a três pessoas para uma missão de sensibilização na diáspora guineense em Itália sobre a sua participação no processo eleitoral.
"A PJ tem indícios fortes que está a favorecer a emigração ilegal", disse a fonte.
Segundo a mesma fonte, o diretor-geral da Comunidades será presente ao Ministério Público, que pode requerer a prisão preventiva ou aplicar outra medida de coação.
Na Guiné-Bissau, as eleições legislativas, previstas para 18 de novembro, elegem deputados pelo círculo de África e círculo da Europa.
No círculo de África, podem votar os guineenses que residirem no Senegal, Gâmbia, Cabo Verde, Guiné-Conacri e Mauritânia enquanto no círculo da Europa há a possibilidade de voto para os guineenses que vivem em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.
MSE // EL
Lusa/Fim
O diretor-geral das Comunidades, Malam Sambu, foi detido depois de ter sido ouvido durante o período da tarde nas instalações da PJ em Bissau, segundo fonte daquela força policial.
Em causa está um pedido de atribuição de visto de entrada para o espaço Schengen a três pessoas para uma missão de sensibilização na diáspora guineense em Itália sobre a sua participação no processo eleitoral.
"A PJ tem indícios fortes que está a favorecer a emigração ilegal", disse a fonte.
Segundo a mesma fonte, o diretor-geral da Comunidades será presente ao Ministério Público, que pode requerer a prisão preventiva ou aplicar outra medida de coação.
Na Guiné-Bissau, as eleições legislativas, previstas para 18 de novembro, elegem deputados pelo círculo de África e círculo da Europa.
No círculo de África, podem votar os guineenses que residirem no Senegal, Gâmbia, Cabo Verde, Guiné-Conacri e Mauritânia enquanto no círculo da Europa há a possibilidade de voto para os guineenses que vivem em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.
MSE // EL
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sexta-feira, outubro 12, 2018
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União Africana pede a políticos guineenses para assinarem código de conduta
A União Africana pediu aos políticos da Guiné-Bissau para assinarem um código de conduta e para aceitarem os resultados das eleições, previstas para 18 de novembro, recorrendo, em caso de dúvidas, aos tribunais.
A recomendação consta do comunicado à imprensa hoje divulgado, relativo à 800.ª reunião do Conselho de Paz e Segurança da União Africana, esta dedicada à Guiné-Bissau, para analisar o relatório da missão que esteve no país, no final de julho.
A União Africana "encoraja o Governo e os atores políticos da Guiné-Bissau a desenvolver e adotar um código de conduta para assegurar a realização de eleições de acordo com os valores e instrumentos relevantes" da organização e salienta a "importância de os partidos políticos aceitarem os resultados das eleições", lê-se no comunicado.
O Conselho de Paz e Segurança pede também aos partidos políticos guineenses para "evitarem qualquer recurso à violência para resolver irregularidades e reclamações eleitorais", recomendando para resolverem eventuais litígios na justiça.
No documento, a União Africana salienta a necessidade de ser feita uma "reforma constitucional" para clarificar os "poderes dos órgãos soberanos do Estado" e reforçar o "Estado de Direito, a separação de poderes e manter o equilíbrio de poderes no quadro político nacional".
"O Conselho salienta também a urgência da reforma das forças de segurança e defesa nacionais para lhes conferir um estatuto republicano", refere o comunicado.
A União Africana regista com "satisfação" a melhoria da situação política na Guiné-Bissau, sobretudo a nomeação de um primeiro-ministro de consenso e a marcação de eleições legislativas para 18 de novembro.
"O Conselho apela a todos os partidos políticos e todas as outras partes interessadas a cumprirem os seus compromissos com o processo de paz em curso, pondo de parte os seus interesses pessoais em benefício exclusivo do país, para resolverem disputas políticas e assegurarem que as próximas eleições são livres e justas", acrescenta a União Africana.
A organização destacou também o apoio da União Europeia às operações da força de estabilização da Guiné-Bissau (ECOMIB), destacada pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), desde setembro de 2018 até agosto de 2019.
Foto Braima Darame
dn.pt/lusa
A recomendação consta do comunicado à imprensa hoje divulgado, relativo à 800.ª reunião do Conselho de Paz e Segurança da União Africana, esta dedicada à Guiné-Bissau, para analisar o relatório da missão que esteve no país, no final de julho.
A União Africana "encoraja o Governo e os atores políticos da Guiné-Bissau a desenvolver e adotar um código de conduta para assegurar a realização de eleições de acordo com os valores e instrumentos relevantes" da organização e salienta a "importância de os partidos políticos aceitarem os resultados das eleições", lê-se no comunicado.
O Conselho de Paz e Segurança pede também aos partidos políticos guineenses para "evitarem qualquer recurso à violência para resolver irregularidades e reclamações eleitorais", recomendando para resolverem eventuais litígios na justiça.
No documento, a União Africana salienta a necessidade de ser feita uma "reforma constitucional" para clarificar os "poderes dos órgãos soberanos do Estado" e reforçar o "Estado de Direito, a separação de poderes e manter o equilíbrio de poderes no quadro político nacional".
"O Conselho salienta também a urgência da reforma das forças de segurança e defesa nacionais para lhes conferir um estatuto republicano", refere o comunicado.
A União Africana regista com "satisfação" a melhoria da situação política na Guiné-Bissau, sobretudo a nomeação de um primeiro-ministro de consenso e a marcação de eleições legislativas para 18 de novembro.
"O Conselho apela a todos os partidos políticos e todas as outras partes interessadas a cumprirem os seus compromissos com o processo de paz em curso, pondo de parte os seus interesses pessoais em benefício exclusivo do país, para resolverem disputas políticas e assegurarem que as próximas eleições são livres e justas", acrescenta a União Africana.
A organização destacou também o apoio da União Europeia às operações da força de estabilização da Guiné-Bissau (ECOMIB), destacada pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), desde setembro de 2018 até agosto de 2019.
Foto Braima Darame
dn.pt/lusa
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sexta-feira, outubro 12, 2018
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Ex-Primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior se recenseou hoje no Círculo-24 em Bissau
Bissau, 12 Out 18 (ANG) – O ex-primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior regressou hoje ao país e já se recenseou no início da tarde, no Círculo Eleitoral 24, em Bissau.
Em declarações à imprensa após o acto de recenseamento, o ex-chefe do Governo afastado através de um golpe militar a 12 de Abril de 2012, disse à imprensa ter cumprido o seu dever cívico.
“Acabei de chegar à Bissau, vim diretamente do aeroporto para aqui com objectivo de cumprir o meu dever cívico”, disse.
Perguntado sobre se vai recensear e voltar à Lisboa, Carlos Gomes Júnior respondeu que vai permanecer alguns dias para visitar os seus familiares e fazer outros contatos.
“Como sabem, sou empresário, mas também vou estar com as minhas famílias”, disse.
Questionado ainda se fará contatos com autoridades nacionais, Cadogo Filho respondeu que acabou de chegar e que ainda não dispõe de nenhum programa, acrescentando que veio somente para cumprir o seu dever cívico e apelar aos guineenses em geral para fazerem a mesma coisa.
Abordado se tem acompanhado a situação política do país, Carlos Gomes Júnior disse que como cidadão tem acompanhado.
Instado a dizer se tenciona candidatar-se nas próximas eleições, Carlos Gomes Júnior respondeu que as presidenciais ainda não foram anunciadas.
ANG/ÂC//SG
Em declarações à imprensa após o acto de recenseamento, o ex-chefe do Governo afastado através de um golpe militar a 12 de Abril de 2012, disse à imprensa ter cumprido o seu dever cívico.
“Acabei de chegar à Bissau, vim diretamente do aeroporto para aqui com objectivo de cumprir o meu dever cívico”, disse.
Perguntado sobre se vai recensear e voltar à Lisboa, Carlos Gomes Júnior respondeu que vai permanecer alguns dias para visitar os seus familiares e fazer outros contatos.
“Como sabem, sou empresário, mas também vou estar com as minhas famílias”, disse.
Questionado ainda se fará contatos com autoridades nacionais, Cadogo Filho respondeu que acabou de chegar e que ainda não dispõe de nenhum programa, acrescentando que veio somente para cumprir o seu dever cívico e apelar aos guineenses em geral para fazerem a mesma coisa.
Abordado se tem acompanhado a situação política do país, Carlos Gomes Júnior disse que como cidadão tem acompanhado.
Instado a dizer se tenciona candidatar-se nas próximas eleições, Carlos Gomes Júnior respondeu que as presidenciais ainda não foram anunciadas.
ANG/ÂC//SG
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sexta-feira, outubro 12, 2018
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GOVERNO GUINEENSE ASSINA ACORDO DE FORNECIMENTO DA ENERGIA COM EMPRESA TURCA
O governo da Guiné-Bissau assinou ontem, 11 de Outubro 2018, um contrato de fornecimento da energia elétrica para a cidade Bissau com uma empresa turca, “KARPOWERSHIP COMPANY LIMITED”. O acordo resultou de uma consulta feita a diferentes empresas que operam neste setor.
Válido por um período de cinco anos renováveis, o acordo já está em vigor, devendo, entretanto, começar a produção em finais de dezembro deste ano (2018) ou início de janeiro de 2019, conforme avançou um dos responsáveis da EAGB, empresa que fornece a eletricidade e água à cidade Bissau.
O fornecimento será a partir de um barco flutuante no mar e a produção total será de 30 Megawatts (MW), mas nesta primeira fase, a KARPOWERSHIP prevê produzir 18 MW, contra os atuais 15 megas produzidos pela EAGB à Cidade de Bissau. A produção segundo o nosso informante, vai permitir a EAGB passar a usar o FUEL e reduzir os custos, poupando um milhão de dólares por ano a esta empresa (EAGB).
Depois da assinatura do contrato, chefe de governo, Aristides Gomes, que também exerce cumulativamente as funções do ministro da Economia e Finanças, realça três progressos conseguidos pelo país do domínio de fornecimento da energia, nomeadamente, na produção, preço de consumo para a população e uma “pequena revolução” na captação de novos investimentos. Neste sentido, defende que é preciso que o país seja atrativo aos investidores.
Por sua vez, Patrick O’driscul, diretor comercial da empresa, expressa com satisfação o acordo firmado com as autoridades de Bissau, o que pode proporcionar, nas mesas condições, à Guiné-Bissau aquilo que a sua empresa já está a fazer em termos de atividades na Serra-Leoa, Gâmbia, Gana, Moçambique, Líbano, e noutros países. A Karpowership é membro do Karadeniz Energy Group, em Istambul, na Turquia, pioneiro em projetos de energia inovadora nos últimos 20 anos.
Por: Filomeno Sambú
OdemocrataGB
Válido por um período de cinco anos renováveis, o acordo já está em vigor, devendo, entretanto, começar a produção em finais de dezembro deste ano (2018) ou início de janeiro de 2019, conforme avançou um dos responsáveis da EAGB, empresa que fornece a eletricidade e água à cidade Bissau.
O fornecimento será a partir de um barco flutuante no mar e a produção total será de 30 Megawatts (MW), mas nesta primeira fase, a KARPOWERSHIP prevê produzir 18 MW, contra os atuais 15 megas produzidos pela EAGB à Cidade de Bissau. A produção segundo o nosso informante, vai permitir a EAGB passar a usar o FUEL e reduzir os custos, poupando um milhão de dólares por ano a esta empresa (EAGB).
Depois da assinatura do contrato, chefe de governo, Aristides Gomes, que também exerce cumulativamente as funções do ministro da Economia e Finanças, realça três progressos conseguidos pelo país do domínio de fornecimento da energia, nomeadamente, na produção, preço de consumo para a população e uma “pequena revolução” na captação de novos investimentos. Neste sentido, defende que é preciso que o país seja atrativo aos investidores.
Por sua vez, Patrick O’driscul, diretor comercial da empresa, expressa com satisfação o acordo firmado com as autoridades de Bissau, o que pode proporcionar, nas mesas condições, à Guiné-Bissau aquilo que a sua empresa já está a fazer em termos de atividades na Serra-Leoa, Gâmbia, Gana, Moçambique, Líbano, e noutros países. A Karpowership é membro do Karadeniz Energy Group, em Istambul, na Turquia, pioneiro em projetos de energia inovadora nos últimos 20 anos.
Por: Filomeno Sambú
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sexta-feira, outubro 12, 2018
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Infraestruturas - BAD doa 50 milhões de euros para construção da estrada Boke/Quebo
Bissau, 12 Out 18(ANG) - O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) anunciou hoje que vai disponibilizar 50 milhões de euros à Guiné-Conacri e à Guiné-Bissau para o lançamento da primeira fase de construção da estrada Boké/ Québo.
"Os governos da Guiné-Bissau e da Guiné-Conacri vão beneficiar de 50 milhões de euros em doações e financiamento de empréstimos para a primeira fase do projeto de desenvolvimento da estrada Boke-Quebo, corredor rodoviário entre Conacri e Bissau", lê-se num comunicado disponível no site desta instituição multilateral de desenvolvimento.
O comunicado acrescenta que o projeto, no total de 117,19 milhões de euros, envolve um financiamento de 30 milhões de euros da União Europeia, sendo que para a primeira fase o total do custo ronda os 80 milhões de euros.
"É nesta perspetiva que o Conselho de Administração do BAD aprovou para a Guiné-Conacri uma subvenção do Fundo de Assistência Técnica (TAF) de 4,07 milhões de euros; uma doação do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) de 20,49 milhões de euros e um empréstimo do ADF de 6,06 milhões de euros. Na Guiné-Bissau, o Conselho de Administração do BAD aprovou uma doação TAF de 1,78 milhões de euros e uma subvenção de ADF de 16,77 milhões", escrevem os técnicos do Banco.
Além destes montantes, o BAD destaca também que a Guiné-Bissau receberá, através da Facilidade de Investimento para a África (FIAF), duas doações, uma de 20,38 milhões e outra de 9,62 milhões de euros.
"A estrada Boke-Quebo é muito importante para ambos os países, e faz parte do corredor rodoviário transafricano entre Dakar e Lagos", disse o diretor-geral adjunto para a África Ocidental, Serge Marie N'Guessan, citado no comunicado.
O Banco espera, com estes apoios, aumentar o comércio entre os dois países, de cerca de 60 toneladas de mercadoria para 2 mil toneladas até 2025, reduzir o tempo de viagem e criar empregos diretos em três anos de construção deste projeto.
Em dezembro, uma missão do BAD manteve encontros em Bissau com as autoridades guineenses, incluindo o primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló, e o chefe de Estado, José Mário Vaz.
Desde o início da cooperação entre a Guiné-Bissau e aquela instituição financeira, em 1976, já foram aprovadas 56 operações num montante de cerca de 200 mil milhões de francos cfa (cerca de 304 milhões de euros).
ANG/LUSA
"Os governos da Guiné-Bissau e da Guiné-Conacri vão beneficiar de 50 milhões de euros em doações e financiamento de empréstimos para a primeira fase do projeto de desenvolvimento da estrada Boke-Quebo, corredor rodoviário entre Conacri e Bissau", lê-se num comunicado disponível no site desta instituição multilateral de desenvolvimento.
O comunicado acrescenta que o projeto, no total de 117,19 milhões de euros, envolve um financiamento de 30 milhões de euros da União Europeia, sendo que para a primeira fase o total do custo ronda os 80 milhões de euros.
"É nesta perspetiva que o Conselho de Administração do BAD aprovou para a Guiné-Conacri uma subvenção do Fundo de Assistência Técnica (TAF) de 4,07 milhões de euros; uma doação do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) de 20,49 milhões de euros e um empréstimo do ADF de 6,06 milhões de euros. Na Guiné-Bissau, o Conselho de Administração do BAD aprovou uma doação TAF de 1,78 milhões de euros e uma subvenção de ADF de 16,77 milhões", escrevem os técnicos do Banco.
Além destes montantes, o BAD destaca também que a Guiné-Bissau receberá, através da Facilidade de Investimento para a África (FIAF), duas doações, uma de 20,38 milhões e outra de 9,62 milhões de euros.
"A estrada Boke-Quebo é muito importante para ambos os países, e faz parte do corredor rodoviário transafricano entre Dakar e Lagos", disse o diretor-geral adjunto para a África Ocidental, Serge Marie N'Guessan, citado no comunicado.
O Banco espera, com estes apoios, aumentar o comércio entre os dois países, de cerca de 60 toneladas de mercadoria para 2 mil toneladas até 2025, reduzir o tempo de viagem e criar empregos diretos em três anos de construção deste projeto.
Em dezembro, uma missão do BAD manteve encontros em Bissau com as autoridades guineenses, incluindo o primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló, e o chefe de Estado, José Mário Vaz.
Desde o início da cooperação entre a Guiné-Bissau e aquela instituição financeira, em 1976, já foram aprovadas 56 operações num montante de cerca de 200 mil milhões de francos cfa (cerca de 304 milhões de euros).
ANG/LUSA
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sexta-feira, outubro 12, 2018
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GTAPE INFORMA QUE SECRETÁRIO DE PRS FOI IMPEDIDO DE SE RECENSEAR PORQUE NÃO APRESENTOU PEÇA DE IDENTIDADE
O Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral desmentiu acusação sagundo a qual, o Secretário de PRS, Florentino Mendes Pereira teria sido impedido de se recensear em Canchungo.
GTAPE informou que, o secretário-geral do PRS, Florentino Mendes Pereira foi-se recensear juntamente com alguns militantes e dirigentes do seu partido, sem peças de identificação, por isso foram impedidos pelos responsaveis da mesa de recenseamento eleitoral.???
Perante o impedimento, Florentino Mendes Pereira e militantes arrancaram desacatos, pondo em causa o normal funcionamento das mesas de registo eleitoral e a integridade física dos brigadistas.
Num comunicado de imprensa, GTAPE condena os atos bárbaros perpetuados pelos dirigentes do PRS.
Por fim, o GTAPE reforça o seu apelo a todos os cidadãos nacionais a dirigirem-se as brigadas do recenseamento para assim poderem exercer os seus direitos e deveres cívicos. Contudo apela os partidos o maior civismo para o sucesso deste processo.
Fonte: Bissau On-line
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sexta-feira, outubro 12, 2018
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CADOGO JR. CHEGA HOJE SEXTA FEIRA 12 DE OUTUBRO A BISSAU .
COM TODA A SUA SIMPLICIDADE FALAVA E SE DIVIRTIA COM TODOS, SORRIA E BRINCAVA .
TODOS NA ZONA DE CHECK IN E NA SALA DE EMBARQUE MOSTRAVAM SIMPATIA E APEGO .
CADOGO JR. CHEGA A BISSAU PARA SE RECENSEAR
dokainternacionaldenunciante.blogspot.com
TODOS NA ZONA DE CHECK IN E NA SALA DE EMBARQUE MOSTRAVAM SIMPATIA E APEGO .
CADOGO JR. CHEGA A BISSAU PARA SE RECENSEAR
dokainternacionaldenunciante.blogspot.com
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sexta-feira, outubro 12, 2018
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018
SINDICATO DE PROFESSORES RESPONSABILIZAM PRIMEIRO-MINISTRO PELA NÃO ABERTURA DE ESCOLAS PÚBLICAS
O presidente interino do Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF), Domingos Carvalho, acusou hoje, 11 de outubro 2018, o Primeiro-ministro, Aristides Gomes, de “não estar interessado na abertura das escolas públicas”. Avança ainda que se tivesse interessado resolveria os problemas dos professores, sendo primeiro-ministro e ministro das finanças, funções que desempenha cumulativamente.
Os dois sindicatos (SINAPROF e SINDEPROF) reagiam, assim, às declarações do chefe de governo que, segundo Domingos Carvalho, acusou os sindicatos dos professores de paralisarem o setor com base nas motivações políticas e partidárias, não em função da política laboral, declarações que consideram “infantis” para desviar a atenção dos professores. “Mas não vai conseguir, porque desta vez será diferente”, notou.
Os professores continuam a exigir do governo aplicação do estatuto da careira docente aprovado em Conselho de Ministros, mas que nunca foi agendado para ser discutido pelos deputados, pagamento de dívidas a três mil e novecentos e trinta e seis (3936) professores, entre eles mil setecentos e dez (1710) novos ingressos com dívida de oito meses em atraso, sete meses aos mil oitocentos e noventa e quatro (1894) professores contratados, em 2018, e pagamento da dívida de 2012 e 2013 a trezentos e trinta e dois (332) professores.
“Qual governo não sentiu a pressão dos professores durante o período da crise política”, questionou Carvalho, acrescentando que nenhum governo conseguiu resolver os problemas dos professores durante a crise política.
Os dois sindicatos ameaçaram sair brevemente às ruas para exigir seus direitos e condições de trabalho e afirmam que não vão às salas de aula até que sejas respeitados os pontos estabelecidos na reivindicação.
Por: Epifania Mendonça
odemocratagb.com
Os dois sindicatos (SINAPROF e SINDEPROF) reagiam, assim, às declarações do chefe de governo que, segundo Domingos Carvalho, acusou os sindicatos dos professores de paralisarem o setor com base nas motivações políticas e partidárias, não em função da política laboral, declarações que consideram “infantis” para desviar a atenção dos professores. “Mas não vai conseguir, porque desta vez será diferente”, notou.
Os professores continuam a exigir do governo aplicação do estatuto da careira docente aprovado em Conselho de Ministros, mas que nunca foi agendado para ser discutido pelos deputados, pagamento de dívidas a três mil e novecentos e trinta e seis (3936) professores, entre eles mil setecentos e dez (1710) novos ingressos com dívida de oito meses em atraso, sete meses aos mil oitocentos e noventa e quatro (1894) professores contratados, em 2018, e pagamento da dívida de 2012 e 2013 a trezentos e trinta e dois (332) professores.
“Qual governo não sentiu a pressão dos professores durante o período da crise política”, questionou Carvalho, acrescentando que nenhum governo conseguiu resolver os problemas dos professores durante a crise política.
Os dois sindicatos ameaçaram sair brevemente às ruas para exigir seus direitos e condições de trabalho e afirmam que não vão às salas de aula até que sejas respeitados os pontos estabelecidos na reivindicação.
Por: Epifania Mendonça
odemocratagb.com
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quinta-feira, outubro 11, 2018
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Última hora :
Autorizaram a Obra do povo de MADINA, após descobriram que os financiadores são do MADEM-G15, deram ordem para parar, o PAIGC não cansa de destruir esse país, o seu líder engenheiro sem obras foi eleito deputado, nunca levou preocupação da estrada ao parlamento e, foi primeiro-ministro a sua prioridade era outros Bairros que ele deu 200 milhões para fazerem festa de mesa redonda e 50 milhões para aniversário do seu governo. Perguntamos esse dinheiro não podia reabilitar estrada do bairro que lhe elegeu?
Fonte: Estamos a Trabalhar
Fonte: Estamos a Trabalhar
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quinta-feira, outubro 11, 2018
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DESMONTAGEM
O ministério das Obras Públicas recebeu uma carta dizendo que um cidadão queria fazer as obras de terraplanagem na estrada Sobrado.
O MOPCU acedeu, atendendo às dificuldades do país raptado pelo seu presidente, José Mário Vaz, e indicou até um técnico seu para o acompanhamento da coisa.
E no dia agendado para o início dos trabalhos... Surgem jovens, presume-se que pagos, com bandeiras e camisolas das MADAMES. Estranho, pensaram. E mandaram suspender os trabalhos.
Acontece que esta estrada estava já nos planos do Ministério, pois é a via que vem dar ao Alto Bandim e, por arrasto, à sede da ONU (a foto tirada hoje comprova isso mesmo):
OBRAS: Esquina da ONU/sentido Alto Bandim
Assustados, mas não convencidos, as MADAMES ensaiaram então uma nova estratégia: levaram uma equipa da infeliz TGB (sequestrada pelo PRS) e outros jornalistas e jornaleiros para cobrir o "escândalo".
O aproveitamento político das MADAMES é evidente e não tem limites: sabendo dessa intervenção, queriam...encontrar-se a meio.. . O intuito é enganar as populações - uma desavergonhada compra de consciências, pois o nível daqueles que se dão a esse trabalhoe dos que se prestam a fazer figuras de parvos, deixa a desejar. Um prato de lentilhas faz o comum do guineense dançar e rebolar...
Perguntem ao Marciano Barbeiro sobre as obras que mandou fazer nessa mesma rua onde ele próprio mora... Quanto custou aquela borrada??? Tenham paciência... Vejam as obras do 'ministro' golpista:
O MOPCU por sua vez alertou o Ministério do Interior e a Polícia de Ordem Pública. A ordem é aguentar os cavalos...uma coisa é certa: desde a entrada da ONU/Marinha e até ao Sobrado a estrada será uma realidade não tarda nada.
Fonte: ditaduraeconsenso.blogspot.com
O MOPCU acedeu, atendendo às dificuldades do país raptado pelo seu presidente, José Mário Vaz, e indicou até um técnico seu para o acompanhamento da coisa.
E no dia agendado para o início dos trabalhos... Surgem jovens, presume-se que pagos, com bandeiras e camisolas das MADAMES. Estranho, pensaram. E mandaram suspender os trabalhos.
Acontece que esta estrada estava já nos planos do Ministério, pois é a via que vem dar ao Alto Bandim e, por arrasto, à sede da ONU (a foto tirada hoje comprova isso mesmo):
OBRAS: Esquina da ONU/sentido Alto Bandim
Assustados, mas não convencidos, as MADAMES ensaiaram então uma nova estratégia: levaram uma equipa da infeliz TGB (sequestrada pelo PRS) e outros jornalistas e jornaleiros para cobrir o "escândalo".
O aproveitamento político das MADAMES é evidente e não tem limites: sabendo dessa intervenção, queriam...encontrar-se a meio.. . O intuito é enganar as populações - uma desavergonhada compra de consciências, pois o nível daqueles que se dão a esse trabalhoe dos que se prestam a fazer figuras de parvos, deixa a desejar. Um prato de lentilhas faz o comum do guineense dançar e rebolar...
Perguntem ao Marciano Barbeiro sobre as obras que mandou fazer nessa mesma rua onde ele próprio mora... Quanto custou aquela borrada??? Tenham paciência... Vejam as obras do 'ministro' golpista:
O MOPCU por sua vez alertou o Ministério do Interior e a Polícia de Ordem Pública. A ordem é aguentar os cavalos...uma coisa é certa: desde a entrada da ONU/Marinha e até ao Sobrado a estrada será uma realidade não tarda nada.
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quinta-feira, outubro 11, 2018
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Guiné-Bissau: DEMOS revela que 64% dos guineenses sentem-se abandonados pelo Estado
Os resultados da pesquisa da opinião pública efetuada em julho na Guiné-Bissau pelo Centro para a Democracia, Criatividade e Inclusão Social (DEMOS), intitulada “Vozes do Povo”, concluiu que 64% dos guineenses dizem que se sentem abandonados pelo Estado, enquanto 28%, afirmam sentirem-se protegidos, com o números de indecisos a cifrar 6% e as pessoas que não sabem ou não responderam estimadas em 25%.
No contexto de corrupção, a investigação do DEMOS indica que as pessoas que acreditam que todos, ou a maioria dos dirigentes estão envolvidos em corrupção, com os dirigentes políticos apontados por 59% dos inquiridos, funcionários das finanças 53%, deputados 51%, juízes e magistrados 43%, polícias 41%, jornalistas 35% e os líderes religiosos 18%.
Relativamente às pessoas que pagaram subornos para obter serviços do Estado, tal como para a obtenção de documentos oficiais, o estudo revela que 27% dos guineenses confirmaram casos nos hospitais 14%, policias 28% e nos tribunais 32% de pessoas que reconheceram terem pago subornos para obter serviços do Estado.
Por outro lado, o DEMOS interroga até que ponto um guineense acha que o Governo está a gerir bem ou mal a luta contra a corrupção. 78% dos guineenses consideram que gere mal, e 16% com uma opinião positiva, restando 6% que não sabem ou não responderam.
Outra questão prende-se com o número de vezes que os políticos cometem crimes e ficam impunes, os interrogados que responderam que “sempre” ou “muitas das vezes” são estimados em 45%, os que disseram “raras vezes” ou “nunca” 48% e 7% para os que não sabem ou não responderam.
Relativamente ao grau de democracia existe atualmente na Guiné-Bissau, 43% dos guineenses disseram que a Guiné-Bissau tem uma democracia com grandes problemas, 11 negaram que não é uma democracia, com 14 % a dizer que é uma democracia com pequenos problemas, enquanto 7% dos guineense concordaram que na Guiné-Bissau existe uma democracia completa e 25% não entenderam a questão, não sabem ou não responderam.
A pesquisa levantou questão aos guineenses sobre em que grau se sente satisfeito com a maneira como está a funcionar a democracia na Guiné-Bissau, 77%, responderam que pouco ou nada sentem satisfeitos, 8% responderam que muito ou bastante satisfeitos e enquanto 15% dos guineenses não sabem ou não responderam.
Sobre a defesa do direito a organizar manifestações e marchas de protesto, os que responderam que Governo não pode restringir representam 75% dos inquiridos, que o Governo deve restringir 18%, nem um nem outro 2% e não sabem ou não responderam 5%.
Quanto a importância da pluralidade de partidos políticos para uma democracia, também houve variações nas respostas, em que 33% consideram que os partidos criam divisão e são desnecessários, 61 %, afirmaram que vários partidos são necessários, os que não defendem uma posição ou outra são 2% e aqueles que não sabem ou não responderam 5%.
Esta sondagem de opinião pública tinha como objetivo, conhecer o que pensa a população da Guiné-Bissau sobre a vida pública do país, utilizando um instrumento científico para explorar uma dimensão da realidade social do país e gerar informações importantes para a formulação de estratégias de desenvolvimento, mas também facilitar a reflexão e o autoconhecimento do país e por último dar voz e ouvir as vozes do povo da Guiné-Bissau. Os questionários desta pesquisa foram baseados no Afrobarometer.
Sumba Nansil
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quinta-feira, outubro 11, 2018
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Greve/Ensino - Sindicatos do sector educativo acusam Aristides Gomes de contribuir para o não arranque do novo ano lectivo
Bissau, 11 Oct 18 (ANG) – Os três Sindicatos dos professores da Guiné-Bissau nomeadamente o SINAPROF, SINDEPROF e SIESE(Sindicato dos Professores da Escola Superior de Educação Física) acusaram hoje o Primeiro-ministro, Aristides Gomes, de não estar interessado na abertura do novo ano lectivo 2018/2019.
Em conferência de imprensa, o Presidente de Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF), Laureano Pereira da Costa disse que, enquanto o Estatuto de Careira Docente não for aplicado, bem como o pagamento de dívidas atrasadas dos professores, a abertura do novo ano lectivo continuará comprometida.
Acrescentou que o Primeiro-ministro já tinha dívidas com os professores, durante o período em que chefiava o governo em 2006.
Laureano Pereira da Costa afirmou que, logo que o chefe do governo tomou posse como Primeiro-ministro, acumulando as pastas das finanças, a primeira coisa que ele fez, foi pagar a sua própria pessoa tudo o que o governo lhe devia , enquanto primeiro-ministro em 2006.
“Depois de liquidar a sua dívida, produziu um despacho, ordenando que nenhuma dívida pendente, seria paga pelo seu governo”, denunciou Laureano Pereira da Costa.
Aquele responsável, apelou aos professores a se manterem unidos para que os seus objectivos sejam resolvidos e respeitados definitivamente.
Aquele sindicalista anunciou que brevemente os três sindicatos irão desencadear marchas para reivindicar os seus direitos.
Por seu turno, o Presidente Interino de Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF), Domingos Carvalho, descreveu que as “acusações infelizes” feitas pelo Primeiro-ministro, Aristides Gomes, não têm cabimento.
O Primeiro-Ministro afirmou recentemente que não controla as greves políticas em alusão as reivindicações dos sindicatos do sector educativo.
“As reivindicações dos sindicatos não iniciaram na vigência deste governo. Já vinham sendo feitas com sucessivos executivos que passaram na Guiné-Bissau e nenhum deles conseguiu resolver, na íntegra, os problemas dos professores”, afirmou o sindicalista.
No seu ponto de vista, o ataque do Primeiro-ministro contra os três sindicatos, é a tentativa de desviar a atenção da sociedade guineense, algo que considera difícil porque, segundo disse, acredita que o problema da abertura das escolas públicas no país é de interesse colectivo.
Mesmo antes das aulas se iniciarem nas escolas públicas os professores já observam uma greve de 20 dias, iniciada no príncípio deste mês.
ANG/LLA/ÂC//SG
Em conferência de imprensa, o Presidente de Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF), Laureano Pereira da Costa disse que, enquanto o Estatuto de Careira Docente não for aplicado, bem como o pagamento de dívidas atrasadas dos professores, a abertura do novo ano lectivo continuará comprometida.
Acrescentou que o Primeiro-ministro já tinha dívidas com os professores, durante o período em que chefiava o governo em 2006.
Laureano Pereira da Costa afirmou que, logo que o chefe do governo tomou posse como Primeiro-ministro, acumulando as pastas das finanças, a primeira coisa que ele fez, foi pagar a sua própria pessoa tudo o que o governo lhe devia , enquanto primeiro-ministro em 2006.
“Depois de liquidar a sua dívida, produziu um despacho, ordenando que nenhuma dívida pendente, seria paga pelo seu governo”, denunciou Laureano Pereira da Costa.
Aquele responsável, apelou aos professores a se manterem unidos para que os seus objectivos sejam resolvidos e respeitados definitivamente.
Aquele sindicalista anunciou que brevemente os três sindicatos irão desencadear marchas para reivindicar os seus direitos.
Por seu turno, o Presidente Interino de Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF), Domingos Carvalho, descreveu que as “acusações infelizes” feitas pelo Primeiro-ministro, Aristides Gomes, não têm cabimento.
O Primeiro-Ministro afirmou recentemente que não controla as greves políticas em alusão as reivindicações dos sindicatos do sector educativo.
“As reivindicações dos sindicatos não iniciaram na vigência deste governo. Já vinham sendo feitas com sucessivos executivos que passaram na Guiné-Bissau e nenhum deles conseguiu resolver, na íntegra, os problemas dos professores”, afirmou o sindicalista.
No seu ponto de vista, o ataque do Primeiro-ministro contra os três sindicatos, é a tentativa de desviar a atenção da sociedade guineense, algo que considera difícil porque, segundo disse, acredita que o problema da abertura das escolas públicas no país é de interesse colectivo.
Mesmo antes das aulas se iniciarem nas escolas públicas os professores já observam uma greve de 20 dias, iniciada no príncípio deste mês.
ANG/LLA/ÂC//SG
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quinta-feira, outubro 11, 2018
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Imigração ka fácil, no papé ou no ermon sai di Guiné-Bissau pá bim busca condição de um vida melhor, hoje está a precisar da nossa ajuda, não sei como lhe ajudar eu não estou em Portugal mais peço a quem estiver de ajudar o senhor, ele costuma estar no Algueirao velho numa estação de lavagem de carro, ele precisa da nossa ajuda, peço intervenção de guineenses para ajudar o nosso
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quinta-feira, outubro 11, 2018
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quarta-feira, 10 de outubro de 2018
PR guineense apela reconciliação no seio do PAIGC
O Presidente guineense, José Mário Vaz, apelou para a reconciliação no seio do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que o apoiou nas presidenciais de 2014, mas com o qual mantém relações tensas.
O apelo de José Mário Vaz foi hoje transmitido pela rádio nacional guineense que cita um discurso do político num comício popular terça-feira à noite em Canchungo, a 80 quilómetros de Bissau.
"Apelo ao nosso grande partido, PAIGC, para se reconciliar, a unir os militantes, como sempre fez no passado", declarou, em crioulo o Presidente guineense.
Vencedor das eleições legislativas e presidenciais de 2014, o PAIGC retirou confiança política a José Mário Vaz, em novembro de 2016, na sequência de demissões de dois governos do partido por decisão do Presidente do país.
Para justificar a retirada de confiança a José Mário Vaz, o porta-voz do PAIGC, João Bernardo Vieira, afirmou que o partido considera "o cidadão e militante José Mário Vaz o principal promotor de toda a grave crise política que tem assolado o país há cerca de dois anos".
No seu discurso em Canchungo, o Presidente guineense apelou à reconciliação no seio do PAIGC, frisando ser aquela a fórmula que levou às vitórias eleitorais e da própria luta armada pela independência do país.
O PAIGC viveu uma crise interna que levou às expulsões ou suspensões de vários destacados militantes e dirigentes.
Um grupo deles acabou por formar um novo partido, o Madem- G15 (Movimento para Alternância Democrática, grupo dos 15 deputados).
Foto Braima Darame
dn.pt/lusa
O apelo de José Mário Vaz foi hoje transmitido pela rádio nacional guineense que cita um discurso do político num comício popular terça-feira à noite em Canchungo, a 80 quilómetros de Bissau.
"Apelo ao nosso grande partido, PAIGC, para se reconciliar, a unir os militantes, como sempre fez no passado", declarou, em crioulo o Presidente guineense.
Vencedor das eleições legislativas e presidenciais de 2014, o PAIGC retirou confiança política a José Mário Vaz, em novembro de 2016, na sequência de demissões de dois governos do partido por decisão do Presidente do país.
Para justificar a retirada de confiança a José Mário Vaz, o porta-voz do PAIGC, João Bernardo Vieira, afirmou que o partido considera "o cidadão e militante José Mário Vaz o principal promotor de toda a grave crise política que tem assolado o país há cerca de dois anos".
No seu discurso em Canchungo, o Presidente guineense apelou à reconciliação no seio do PAIGC, frisando ser aquela a fórmula que levou às vitórias eleitorais e da própria luta armada pela independência do país.
O PAIGC viveu uma crise interna que levou às expulsões ou suspensões de vários destacados militantes e dirigentes.
Um grupo deles acabou por formar um novo partido, o Madem- G15 (Movimento para Alternância Democrática, grupo dos 15 deputados).
Foto Braima Darame
dn.pt/lusa
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quarta-feira, outubro 10, 2018
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Rejeição do pai na infância pode levar a estes problemas na vida adulta
O estudo de que se fala não se refere apenas ao caso específico da figura paternal mas de um dos dois: pai ou mãe.
A relação que os mais novos têm com os respetivos pais durante o seu desenvolvimento define em muito o adulto em que se torna, tanto a nível psicológico como físico e mental, como comprova um estudo avançado pela Universidade Estadual da Pensilvânia
O tema em estudo (Rejection From Dad Can Lead to Social Anxiety Later In Life) teve em conta o bem estar de vários grupos familiares, com foco nos casos de relação parental durante a infância/adolescência, de onde se marcaram três fases: a passagem para o 6º, 7º e 8º ano, em cada qual não só os jovens como os pais eram questionados sobre a sua visão acerca da realidade familiar e relação entre membros da família.
Feita a análise, os autores do estudo associaram tais casos de ausência do pai ou da mãe a uma prevalência de casos de isolamento bem como ansiedade entre amigos e situações sociais, ou seja, dificuldade em inserir-se na sociedade.
É pois na passagem para o oitavo ano, quando a criança passa para a adolescência, que mais se evidencia o comportamento de isolamento e não tanto de ansiedade, como mais se verificou durante a infância.
NAOM
A relação que os mais novos têm com os respetivos pais durante o seu desenvolvimento define em muito o adulto em que se torna, tanto a nível psicológico como físico e mental, como comprova um estudo avançado pela Universidade Estadual da Pensilvânia
O tema em estudo (Rejection From Dad Can Lead to Social Anxiety Later In Life) teve em conta o bem estar de vários grupos familiares, com foco nos casos de relação parental durante a infância/adolescência, de onde se marcaram três fases: a passagem para o 6º, 7º e 8º ano, em cada qual não só os jovens como os pais eram questionados sobre a sua visão acerca da realidade familiar e relação entre membros da família.
Feita a análise, os autores do estudo associaram tais casos de ausência do pai ou da mãe a uma prevalência de casos de isolamento bem como ansiedade entre amigos e situações sociais, ou seja, dificuldade em inserir-se na sociedade.
É pois na passagem para o oitavo ano, quando a criança passa para a adolescência, que mais se evidencia o comportamento de isolamento e não tanto de ansiedade, como mais se verificou durante a infância.
NAOM
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quarta-feira, outubro 10, 2018
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O GOVERNO INICIOU OBRAS DE MANUTENÇÃO DA VIA PNUD-SOBRADO, CUMPRINDO O SEU DEVER.
CONTUDO, CERTOS GRUPOS DE CIDADÃOS SE ESQUECEM QUE EXISTE GOVERNO E UMA INSTITUIÇÃO VOCACIONADA PARA PROCEDER AO ARRANJO É MANUTENÇÃO DAS VIAS RODOVIÁRIAS.
SÓ NUMA REPÚBLICA DE BANANAS CADA UM FAZ O QUE QUER É LHE APTECE, DESDE VANDALIZAR MESAS DE RECENSEAMENTO COMO TOMAR A INICIATIVA DE ASSUMIR O PAPEL QUE COMPETE AO ESTADO.
O MOPCU VAI CONCLUIR O SEU PLANO DE MANUTENÇÃO DAS VIAS RODOVIÁRIAS EM TODO O PAÍS.
AS VIAS RODOVIÁRIAS ESTÃO EM PÉSSIMO ESTADO PORQUE NOS ÚLTIMOS ANOS FORAM LEVADAS A CABO OBRAS DE FACHADA QUE UM DIA SERÃO ESCLARECIDAS.
BAPUR KA NA NKADJA!
António Oscar Barbosa
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quarta-feira, outubro 10, 2018
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