terça-feira, 21 de abril de 2026

Trump prolonga cessar-fogo até que Teerão apresente proposta... O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou hoje que, a pedido do Paquistão, determinou o prolongamento do cessar-fogo que expiraria esta quarta-feira até que o Irão apresente uma proposta para um acordo.

© Shawn Thew/EPA/Bloomberg via Getty Images    Por  LUSA   21/04/2026 

Trump acrescentou numa nota divulgada nas redes sociais que ordenou às Forças Armadas que "continuem o bloqueio e, em todos os outros aspetos, permaneçam prontas e aptas, e, portanto, prolongará o cessar-fogo até que a proposta seja apresentada e as discussões sejam concluídas, de uma forma ou de outra".

[Notícia em atualização]...


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Os principais responsáveis de segurança da administração norte-americana iniciaram hoje uma reunião na Casa Branca, a poucas horas do fim do cessar-fogo com o Irão e num momento de incerteza sobre o reinício de negociações de paz.

GUINÉ-BISSAU: PR guineense deposto é livre de se candidatar nas eleições em dezembro... O primeiro-ministro de transição da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, afirmou hoje que Umaro Sissoco Embaló, Presidente deposto num golpe de Estado, "é livre de se candidatar" nas eleições presidenciais de 06 de dezembro, "se assim o entender".

© Lusa   21/04/2026 

"Umaro Sissoco Embaló é livre de se candidatar", destacou Vieira Té que falava numa conferência de imprensa de balanço da sua recente missão aos Estados Unidos de América onde participou numa reunião com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

No encontro com jornalistas guineenses, transmitido nas redes sociais, o primeiro-ministro do Governo de transição aproveitou para abordar assuntos da política nacional, nomeadamente as alegadas restrições de direitos de algumas figuras públicas do país.

Além de assinalar que nada impede o ex-presidente, Umaro Sissoco Embalo, exilado em Marrocos, de se apresentar às próximas presidenciais, se assim o entender, Ilídio Vieira Té destacou que não existe nenhuma ordem de restrição de circulação a Fernando Dias.

Este político, líder de uma das alas do Partido da Renovação Social (PRS), autoproclama-se vencedor das últimas eleições presidenciais de 23 de novembro de 2025 interrompidas pelo golpe de Estado de 26 de novembro, em que os militares tomaram o poder.

Imediatamente a seguir ao golpe, Fernando Dias refugiou-se na embaixada da Nigéria na Guiné-Bissau de onde saiu no final de janeiro e, desde então, encontra-se em casa, alegadamente vigiado por homens armados.

"Fernando Dias não tem nenhum impedimento por parte do Governo da Guiné-Bissau de circular no país ou para viajar para qualquer parte do mundo. Como cidadão ele é livre para sair como qualquer um de nós", afirmou Ilídio Vieira Té.

O primeiro-ministro acrescentou que Fernando Dias pode viajar "ainda hoje para Portugal, se quiser".

Ilídio Vieira Té explicou que Dias refugiou-se na embaixada da Nigéria, na sequência do golpe de Estado, durante cerca de dois meses, "por opção própria".

O primeiro-ministro referiu-se também à situação do líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, em prisão domiciliária desde janeiro passado, para esclarecer que aquele enfrenta um processo judicial no Tribunal Militar.

"Garantimos que a justiça é um órgão independente. Fará o seu trabalho de forma imparcial, objetiva, para que haja um culminar desse processo, para que possamos saber o que há e o que não há", disse Vieira Té.

Domingos Simões Pereira, que é também presidente eleito do parlamento guineense, dissolvido em 2023 pelo Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, foi convocado para uma audiência judicial na Promotoria da Justiça Militar.

No final da audiência, em fevereiro, os advogados de Simões Pereira garantiram que este foi ouvido na qualidade de declarante de um caso ligado com uma alegada tentativa de golpe de Estado, antes das eleições gerais de 23 de novembro de 2025.

Os militares assumiram o poder na Guiné-Bissau, com o golpe de Estado de 26 de novembro, ocorrido em vésperas da publicação dos resultados provisórios das eleições, que não foram divulgados.

O Presidente e candidato a um segundo mandato, Umaro Sissoco Embaló, foi deposto e saiu do país depois do golpe militar considerado pela oposição uma encenação.

Desde essa altura, o país é dirigido por um Governo de Transição, um Conselho Nacional de Transição (que substituiu o parlamento) e um Presidente da República de transição, o general Horta Inta-A.

O general anunciou que o período de transição terá a duração máxima de um ano e nomeou como primeiro-ministro e ministro das Finanças Ilídio Vieira Té, antigo ministro de Embaló.

O líder do PAIGC, Simões Pereira, que foi excluído, assim como o histórico partido da libertação, das eleições de 2025 e apoiou o candidato Fernando Dias, foi detido no golpe militar, tendo passado mais de 60 dias na Segunda Esquadra de Bissau.

Primeiro-Ministro de Transição da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, fez um balanço da sua deslocação a Washington, onde participou em encontros com o Banco Mundial e outras instituições financeiras internacionais.

Ilídio Vieira Té destaca recuperação de credibilidade da Guiné-Bissau após reuniões com FMI e Banco Mundial

O Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, afirmou que o país saiu reforçado das Reuniões de Primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), realizadas entre 13 e 17 de Abril de 2026, em Washington, sublinhando ganhos em credibilidade, estabilidade e alinhamento com parceiros internacionais.

Durante uma conferência de imprensa, após o regresso da delegação guineense, o chefe do Governo declarou que o país cumpriu integralmente as metas acordadas com o FMI até Março de 2026, reforçando a sua posição como parceiro “sério e previsível”.

Segundo o governante, a Guiné-Bissau mantém-se no caminho da estabilidade macroeconómica, num contexto internacional marcado por conflitos, inflação global, aumento dos preços do petróleo e instabilidade financeira.

Cumprimento do programa com o FMI

As reuniões com o FMI confirmaram o cumprimento integral do programa em curso, incluindo metas quantitativas e estruturais. Foram igualmente executadas 23 acções prévias, com reforço da disciplina orçamental e compromisso político de continuidade das reformas.

Entre os principais resultados destacam-se:
* Redução das taxas de juro no mercado interno
* Melhor gestão da dívida pública
* Reforço da credibilidade internacional

O Governo destacou ainda reformas em curso, nomeadamente o aumento da arrecadação de receitas, o controlo da despesa pública e a consolidação orçamental.

Retoma de financiamentos do Banco Mundial

No plano da cooperação com o Banco Mundial, foi anunciada a retoma dos desembolsos financeiros, após um período de suspensão em 2025. Esta decisão permitirá reactivar projectos estruturantes.

Entre os compromissos assumidos estão:
* Atingir uma taxa mínima de desembolso de 20%
* Melhorar a gestão de projectos
* Reforçar a transparência e boas práticas

O Plano Nacional de Desenvolvimento (2026–2035) foi igualmente alinhado com o Banco Mundial, com prioridade para sectores como agricultura, energia, saúde, água e saneamento, protecção social e emprego para jovens e mulheres.

Desafios e medidas em curso

O Governo reconheceu desafios persistentes, incluindo a baixa taxa de execução dos projectos, estimada em cerca de 8%, e o impacto da suspensão de financiamentos em 2025. Foi também apontada a pressão sobre as receitas internas e a necessidade de acelerar a implementação de projectos.

Ainda assim, o Executivo garantiu que medidas estão a ser adoptadas para ultrapassar estas limitações.

Indicadores económicos positivos

O Primeiro-Ministro destacou sinais positivos na economia real, com:
* Crescimento económico estimado em cerca de 5%
* Produção de caju prevista em 280 mil toneladas
* Implementação de medidas para garantir preços justos aos produtores

Foi também reforçado o controlo para evitar distorções no mercado.

Governação e combate à corrupção

O Governo reiterou uma política de tolerância zero à corrupção e à má gestão, anunciando investigações em curso nas Alfândegas e reforço da disciplina fiscal, bem como a modernização da administração financeira.

Resposta à crise internacional

Face ao aumento dos preços do petróleo e às tensões globais, o Executivo indicou que está a preparar medidas para mitigar impactos, incluindo diálogo com operadores económicos, mecanismos de resposta de emergência e apoio à produção agrícola.

Compromisso com reformas

Ilídio Vieira Té afirmou que a Guiné-Bissau continua dependente do FMI, mas agora como um parceiro activo que define prioridades e executa reformas. Sublinhou ainda que o país recuperou credibilidade junto dos parceiros internacionais e que está num percurso de estabilidade e crescimento.

O governante concluiu que o país “cumpriu e continuará a cumprir”, destacando que as reformas são uma obrigação e condição essencial para o desenvolvimento.

O Primeiro-Ministro Ilídio Vieira Té afirmou a Fernando Dias que não existe qualquer tipo de impedimento à sua circulação por parte do Governo da Guiné-Bissau. Dias pode circular em qualquer lugar que desejar, como qualquer cidadão. Cada pessoa tem o direito de ter a sua própria opinião, e todos podem fazer críticas construtivas sem receio.,, Acrescentou ainda que Umaro Sissoco Embaló pode regressar à Guiné-Bissau quando quiser e que lhe será garantida segurança, como a qualquer cidadão.

NUCLEAR: NATO acusa Rússia e China de "irresponsabilidade" com retórica ameaçadora... A NATO defendeu hoje a importância do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, que "serve os interesses de segurança dos Estados-membros", e acusou países como a Rússia e a China de agirem de forma "irresponsável".

© Getty Images    Por LUSA  21/04/2026 

"A atual deterioração do ambiente de segurança constitui um desafio relevante para o tratado, à medida que a crise de proliferação se aprofunda e se intensifica", indicou a Aliança Atlântica em comunicado, em que sublinhou que o acordo tem conseguido travar a disseminação do uso deste tipo de armamento e é "essencial para a arquitetura global de desarmamento".

Nesse sentido, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) acusou a Rússia de "violar os compromissos vitais em matéria de controlo de armamentos" e de recorrer a uma "retórica nuclear ameaçadora" e apontou que a China "continua a expandir rapidamente e a diversificar o seu arsenal nuclear sem transparência".

"Os dois países reforçaram os laços com Estados que procuram a proliferação de armamento nuclear e que minam o controlo internacional de armamentos. Os aliados instam os Estados Unidos a procurarem uma estabilidade estratégica multilateral", refere o texto, que sublinha que "enquanto existirem este tipo de armas, a NATO continuará a ser uma aliança nuclear".

"O objetivo fundamental das capacidades nucleares da NATO é preservar a paz, evitar a coerção e dissuadir a agressão. Os aliados sempre cumpriram as suas obrigações ao abrigo do tratado e continuam a fazê-lo. Os compromissos da Aliança para evitar a proliferação tornaram-se cruciais e um dos principais objetivos do tratado", acrescentou.

Nesse sentido, os aliados reiteraram a rejeição de "qualquer tentativa de deslegitimar a dissuasão nuclear" e insistiram que o acordo não altera "as obrigações legais dos países relativamente a estes armamentos". 

"Estamos determinados a contribuir, a preservar e a implementar plenamente as disposições do tratado", indicou.

"Os aliados continuam a apoiar todos os objetivos do tratado, incluindo o artigo VI, com vista a um processo verificável de eliminação de armas nucleares baseado no princípio de uma segurança inalterada para todos", conclui o comunicado da NATO.


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A Rússia anunciou hoje o lançamento de uma ponte com a Coreia do Norte, marcando a primeira ligação rodoviária entre os países, cuja ligação tem sido reforçada desde a ofensiva russa na Ucrânia.

ONU pede ajuda para 20 mil marinheiros retidos no estreito de Ormuz... O secretário-geral da agência marítima das Nações Unidas pediu hoje ajuda para vinte mil marinheiros retidos no estreito de Ormuz, incluindo um melhor acesso à internet sem fios (Wi-Fi) para as tripulações isoladas.

© Sahar AL ATTAR / AFP via Getty Images    Por LUSA  21/04/2026 

De acordo com a Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla original), quase vinte mil marinheiros e cerca de dois mil navios estão imobilizados desde que o movimento foi interrompido no estreito de Ormuz pela guerra entre o Irão, Estados Unidos e Israel.

O estreito é uma via navegável estratégica para o fornecimento global de hidrocarbonetos.

Num discurso durante uma conferência em Singapura, o secretário-geral do organismo da ONU, Arsenio Dominguez, sublinhou que os marinheiros retidos estavam a sofrer de "exaustão e fadiga extremas".

Dominguez indicou que alguns países instalaram linhas telefónicas de atendimento permanente para os marinheiros, enquanto outros estão a fornecer alimentos.

Por outro lado, o responsável pediu para que seja proporcionado aos marinheiros acesso à internet sem fios (Wi-Fi) para que possam contactar as famílias e avisar onde estão e como se encontram.

A navegação está novamente paralisada desde segunda-feira no estreito de Ormuz, com Teerão e Washington a imporem bloqueios distintos, e os navios iranianos a continuarem a testar o bloqueio norte-americano.

O Irão reverteu no sábado a decisão de reabrir a via navegável agravando as tensões com os Estados Unidos antes do fim do cessar-fogo, que teoricamente pode terminar entre a noite de hoje e a manhã de quarta-feira, hora de Teerão.

Os Estados Unidos e Israel iniciaram o ataque aéreo ao Irão no passado dia 28 de fevereiro sendo que a situação no Golfo Pérsico agravou-se devido aos bloqueios impostos aos cargueiros, sobretudo petroleiros.

Alemanha rejeita sanções contra Israel e defende diálogo em questões críticas... O chefe da diplomacia alemã, Johann Wadephul, manifestou-se hoje contra a imposição de sanções a Israel e a suspensão total do acordo de associação com o Estado israelita, defendendo antes um diálogo construtivo com Telavive.

© Osmancan Gurdogan/Anadolu via Getty Images    Por LUSA    21/04/2026 

"Consideramos que algo assim é inapropriado. No entanto, é evidente que devemos dialogar com Israel sobre as questões críticas", declarou Wadephul à chegada ao Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, ao referir-se a possíveis sanções.

A eventual suspensão do acordo de associação entre a União Europeia e Israel é um dos pontos da reunião no Luxemburgo, em que Portugal está representado pela secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Inês Domingos.

O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, vai intervir na reunião, cuja agenda inclui também a navegação no estreito de Ormuz, a guerra na Ucrânia, o Cáucaso do Sul e a situação no Sudão.

Wadephul assinalou que a Alemanha criticou a recente introdução em Israel da pena de morte para condenados por assassínio terrorista, que será na prática aplicada apenas a palestinianos.

Recordou que o Governo chefiado por Friedrich Merz já tinha alertado anteriormente contra a iniciativa de Israel.

Disse também que Berlim tem uma posição muito clara sobre a violência dos colonos israelitas.

A Alemanha espera que o Governo de Israel se oponha à violência dos colonos "de forma mais clara e firme, e com todos os meios oferecidos pelo Estado de direito", afirmou, citado pela agência espanhola EFE.

A posição do Governo alemão quanto ao cumprimento do direito internacional é igualmente clara, no sentido de que "não deve haver qualquer anexação na Cisjordânia", afirmou Wadephul.

"Continuamos a insistir que deve ser viabilizada uma solução de dois Estados[ Israel e Palestina]", referiu.

Tal solução deve ser alcançada através de um "diálogo crítico e construtivo com Israel", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão.

Wadephul referiu-se ainda ao cessar-fogo e às conversações entre o Líbano e Israel, que "dão motivos para uma esperança cautelosa", e incentivou ambas as partes a prosseguir o caminho do diálogo.

Assinalou que são agora necessários acordos sólidos para a proteção da população civil do Líbano, segurança para os capacetes azuis da missão das Nações Unidas e uma pacificação duradoura no âmbito da Resolução 1701 da ONU.

"Ou seja, existe uma oportunidade para melhorar a situação no Médio Oriente e é este foco construtivo que quero implementar aqui", declarou.

MIGRAÇÕES: Cerca de 7.900 migrantes morreram ou desapareceram no ano passado... Cerca de 7.900 migrantes morreram ou desapareceram nas rotas migratórias de todo o mundo no ano passado, um número inferior ao recorde de 9.200 estimado em 2024, anunciou hoje a ONU.

© Marcin Nowak/Anadolu via Getty Images    Por LUSA   21/04/2026 

"As quase 8.000 mortes registadas em 2025 marcam a continuidade e o agravamento de uma falha global em acabar com estas mortes evitáveis", avançou a Organização Internacional para as Migrações (OIM), no seu relatório anual sobre o assunto.

No total, mais de 80.000 migrantes morreram ou desapareceram desde que a OIM começou a recolher estes dados em 2014.

Este ano, a agência da ONU para as migrações já registou 1.723 pessoas que morreram ou desapareceram nas rotas migratórias.

Segundo a OIM, a diminuição registada no ano passado relativamente a 2024 "deve-se, em parte, a uma redução real do número de pessoas que tentam rotas migratórias irregulares e perigosas", particularmente nas Américas.

"Mas também se explica pelas restrições financeiras impostas aos agentes humanitários que documentam as mortes de migrantes nas principais rotas migratórias", acrescentou a organização no relatório.

Estudantes guineenses em Lisboa elogiam ação da embaixada após retenção dos estudantes no Aeroporto

A associação dos estudantes guineense em Lisboa expressou reconhecimento pela intervenção da Embaixada da Guiné-Bissau em Portugal, após a retenção de vários estudantes no Aeroporto Humberto Delgado.

Em declarações à TV Voz do Povo, o presidente da associação de estudantes guineenses na capital portuguesa, Jucimile C. Seabra destacou o papel decisivo da embaixada.

Cerca de 54 mil pessoas sem energia após ataque com drone russo... Cerca de 54 mil pessoas ficaram hoje sem energia elétrica na região de Chernihiv, no norte da Ucrânia, após um ataque com um drone russo, segundo a empresa estatal de eletricidade da região.

© REUTERS   Por  LUSA  21/04/2026 

"A infraestrutura energética no distrito de Nizhin foi danificada", afirmou a empresa em comunicado.

Nizhin é um importante entroncamento ferroviário e já foi alvo de vários ataques nos últimos meses.

Na noite passada, a Rússia lançou um total de 143 drones de longo alcance contra a Ucrânia.

Dos 143 drones, 116 foram neutralizados pelas defesas aéreas ucranianas e 22 atingiram 17 locais diferentes em todo o país, que não foram especificados pela Força Aérea Ucraniana no seu relatório de bombardeamento.

De acordo com a agência de notícias estatal ucraniana Ukrinform, citando os canais russos do Telegram, drones ucranianos atingiram a infraestrutura ferroviária na segunda-feira à noite na região de Rostov, no sul da Rússia.

Por sua vez, o Ministério da Defesa russo afirmou que as suas defesas aéreas "intercetaram e destruíram 97 drones ucranianos de asa fixa" na noite passada sobre oito regiões russas e o Mar Negro.


Leia Também: EUA instam China, Coreia do Norte e Irão a cessar imediatamente apoio à Rússia

Os Estados Unidos instaram hoje a China, a Coreia do Norte e o Irão a "cessar imediatamente o apoio" prestado à Rússia, que permite Moscovo continuar a travar a guerra na Ucrânia.



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Israel e Rússia são dois dos Estados mais criticados no relatório da Amnistia Internacional sobre a situação dos direitos humanos no mundo, esta segunda-feira publicado, ambos acusados de cometerem crimes contra a humanidade em 2025.