sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

GENTE DO PAIGC MANDOU LEVANTAR O CERCO À SEDE DO PAIGC.


- AGORA, SÓ FALTA QUE GENTE NO PAIGC, PONHA FIM À GUERRILHA INTERNA;

- REINTEGRE OS 15 VOTOS À BANCADA PARLAMENTAR DO PAIGC, PORQUE O NOVO PRIMEIRO MINISTRO, DO PAIGC, PRECISA DA MAIORIA ABSOLUTA CONQUISTADA POR TODA A GENTE DO PAIGC, PARA GOVERNAR EM NOME DO PAIGC.

GENTE:

AMOR COM AMOR SE PAGA.

HAJA PAZ NO PAIGC

Mantenhas

Ernesto Dabo

Quem depende das ajudas da COMUNIDADE INTERNACIONAL, são os politicos corruptos e as suas organizações... O povo GUINEENSE depende do seu trabalho e das remessas de emigrantes. #um dia iremos perceber...


Gaio Martins Batista Gomes

A Austrália utiliza o movimento do oceano para gerar eletricidade e dessalinizar a água do mar, ao mesmo tempo.


Fatos Desconhecidos


Mais de 20 baleias morrem na costa da Ilha do Maio


Mais de duas dezenas de baleias-piloto deram à costa em duas praias de Maio e acabaram por morrer repetindo episódios já ocorridos no ano passado e anteriores.

Segundo declarações da bióloga marinha Sara Ratão, da Fundação Maio Biodiversidade (FMB), foram no total 25 baleias-piloto adultas e uma cria a dar á costa norte da Ilha na tarde de ontem, quarta-feira, nas praias de Porto Cais e Praia Farol.

O alerta terá sido dado pela população, tendo os elementos da Fundação, que se dedica a proteger a fauna e a flora da ilha, acorrido de imediato aos locais onde encontraram os mamíferos já mortos. 

Os bombeiros municipais, representantes da Agência Marítima e Portuária (AMP), do Ministério da Agricultura e Ambiente e muitos curiosos também dirigiram-se ao local onde a equipa da FMD regressou na manhã de hoje para proceder á recolha de amostras e efectuar medições. 

A bióloga avançou ainda à Lusa que a equipa estaria a preparar o enterro dos cetáceos de modo a evitar que, eventualmente, sejam consumidos pela população e a putrefacção. 

Este tipo de desastre ambiental se tem repetido com alguma frequência no arquipélago, particularmente nas ilhas de Maio e Boa Vista. 

A 1 de Janeiro de 2016, 23 Baleias Pilotos com 3,7 metros foram encontradas mortas nas praias de Pedro Vaz e Gonçalo, na ilha do Maio. Também na ilha do Maio, em 2012, mais de uma centena de golfinhos deram à costa na zona de Laja Branca. Em Abril de 2015, registou-se na ilha do Sal um encalhe de 23 baleias nas proximidades da baía de Murdeira. Nessa ocasião, 17 morreram e as seis restantes conseguiram regressar a alto mar graças à ajuda das pessoas e autoridades marítimas que acorreram ao local. 

Sobre as causas por trás desse tipo de incidente, Sara Ratão disse que ainda são desconhecidas. No entanto, menciona as migrações ou o encalhe do líder do grupo como possíveis causas.  

Expressodasilhas.cv

BOMBA

Traição? Abandono? Descarto? É assim que se sente o PRS, o partido que ajudou em todas as frentes durante todo este processo.

2º uma fonte fidedigna e bem posicionada, garante que o PRS não irá apoiar o governo liderado pelo novo 1º Ministro Artur Silva porque o presidente da republica não os consultou ou dar o conhecimento da escolha do nome do mesmo.

O desagrado e o mal estar deste grande partido para com a forma em como este processo foi conduzido, garantem que a humilhação e o falta de respeito para com a estrutura do PRS foi demasiado vergonhoso e triste.  sendo assim esperam uma explicação por parte do Presidente Jomav.

Fonte: Dokainternacionaldenunciante.blogspot.sn

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Congresso - Os delegados ao nono Congresso do PAIGC já se encontram no salão improvisado, na sede do partido, para iniciar os trabalhos.





Braima Darame

PRS CONGRATULA-SE COM A NOMEAÇÃO DO ARTUR SILVA

Partido da Renovação Social (PRS) aplaudiu a nomeação Partido da Renovação Social (PRS) aplaudiu a nomeação de Artur da Silva ao cargo Primeiro-ministro. 

Em nota de imprensa distribuída à Notabanca, o PRS enaltece vivamente a coragem e determinação do Presidente da República por ter nomeado uma figura certa e ideal para chefiar o Governo.

O PRS renova a infinita confiança para com o novo líder do executivo, perante a missão que lhe foi confiada e na expectativa de encaminhar o país para um diálogo sério com todos os acores políticos com vista a uma solução plausível, antes das eleições legislativas, previstas para este ano.

A nota dos renovadores apela as partes desavindas do PAIGC no sentido de privilegiarem o diálogo como forma de encontrarem uma solução pacífica credível. 

Notabanca; 01.02.2018

EXCLUSIVO


O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz viaja esta sexta-feira para Conacri, onde deverá reunir-se com o Presidente daquele país, Alpha Condé, mediador da crise política guineense, informa uma fonte da CEDEAO.

Os chefes de Estado vão tentar encontrar um novo entendimento para acabar com a crise no país.

Braima Darame

ÚLTIMA HORA: Terminou o encontro entre Artur Silva e Domingos Simões Pereira. Agora, o 'primeiro-ministro' foi visitar o salão onde vai decorrer o IX Congresso do PAIGC.


AAS

ÚLTIMA HORA - O novo primeiro-ministro, Artur Silva visitou esta noite a sede do PAIGC e manteve uma reunião com o presidente do partido, Domingos Simões Pereira. Artur Silva, membro do Comitê Central, é um dos delegados do PAIGC ao nono Congresso.

Braima Darame

ÚLTIMA HORA IX CONGRESSO: PAIGC retoma os trabalhos esta noite, na sua sede nacional.

Fonte: AAS

PAIGC condena nomeação de Artur Silva como primeiro-ministro da Guiné-Bissau

O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, condenou hoje a nomeação, pelo chefe de Estado, de Artur Silva para primeiro-ministro do país.


Em causa, explicou Domingos Simões Pereira, é o facto de esta nomeação pelo Presidente guineense, José Mário Vaz, estar "fora do quadro constitucional e do Acordo de Conacri", que estabelece um roteiro para a normalização institucional do país.

Simões Pereira enfatizou as qualidades técnicas e profissionais de Artur Silva e ainda o facto de aquele ser militante e dirigente do PAIGC mas demarcou o partido daquela nomeação.

O Acordo de Conacri é um instrumento patrocinado pela comunidade da África Ocidental e rubricado pelos atores políticos guineenses, visando acabar com a crise política que já dura no país lusófono há cerca de três anos.

No âmbito desse acordo seria nomeado um primeiro-ministro de consenso para presidir a um governo integrado por todas as partes desavindas.

No entender do líder do PAIGC, vencedor das últimas eleições legislativas, o Presidente guineense não quis cumprir com a Constituição, propondo ao seu partido a indicação do nome do primeiro-ministro e também não respeitou o Acordo de Conacri.

A intenção de José Mário Vaz, ao propor Artur Silva, diz Domingos Simões Pereira, é criar divisão no seio do PAIGC.

"Sublinhamos que o Presidente da República insiste na sua saga de dividir tudo e todos", acusou Domingos Simões Pereira.

O líder do PAIGC disse só não compreender as razões pelas quais José Mário Vaz não aproveitou a oportunidade para cumprir com a constituição e convidar formalmente o partido para nomear um primeiro-ministro.

Domingos Simões Pereira, que falava aos jornalistas num hotel de Bissau onde se reuniu com os convidados estrangeiros ao congresso do seu partido, confirmou a abertura dos trabalhos do conclave na noite passada, ainda que de forma improvisada.

O dirigente acrescentou que o partido está a tentar arranjar uma alternativa já que a sede continua ocupada pelas forças de segurança, a mando do governo, impedindo o acesso de militantes ao local.

MB // PJA
Lusa/Fim

COMUNICADO DE IMPRENSA DA MISSÃO DA CEDEAO - GUINÉ-BISSAU 31 DE JANEIRO E 1 DE FEVEREIRO


1. A pedido do Presidente em exercício da Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, Sua Excelência Senhor Faure Essozima GNASSINGBE, Presidente da República Togolesa, uma delegação de alto nível conduzida pelo Presidente do Conselho de Ministros da CEDEAO, S.E. Prof Robert DUSSEY, Ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação e da Integração Africana da República Togolesa efetuou uma missão a Bissau, a 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2018.

2. A delegação de alto nível integrava igualmente S.E. Senhor Naby Youssouf Kiridi BANGOURA, Ministro de Estado, Secretário-geral da Presidência da República da Guiné, em representação do Mediador da CEDEAO para a Guiné-Bissau, assim como S.E. Senhor Marcel de Souza, Presidente da Comissão da CEDEAO.

3. O objetivo principal desta missão é de proceder à avaliação da implementação dos Acordos de Conakry e de Bissau, em conformidade com as decisões da sessão extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, realizada em Adis Abeba, Etiópia a 27 de Janeiro de 2018 à margem da 30ª Sessão ordinária da Conferência de Chefes de Estado e de Governo da União Africana.

4. É de recordar que, a Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, aquando da Sessão extraordinária de 27 de Janeiro de 2018 convidou as partes Bissau-Guineenses a aplicarem o Acordo de Conakry, caso contrário, seriam aplicadas sanções coletivas e individuais a partir de 1 de Fevereiro de 2018 a todas a pessoas ou organizações que entravem o processo de saída da crise na Guiné-Bissau. A Conferência mandatou igualmente o Presidente da Comissão para implementar as referidas sanções tendo criado um Comité de acompanhamento das sanções composto pelo Togo, a República da Guiné, e a Comissão da CEDEAO.

5. No fim dos encontros e trocas de ideias que teve com os diferentes atores da crise nos dias 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2018:

a. A Missão constata que a nomeação do Primeiro-ministro de consenso tal como prescrito no Acordo de Conakry não foi respeitada. Por conseguinte, a Comissão da CEDEAO anuncia a efetividade das sanções coletivas e individuais a partir de 1 de Fevereiro de 2018, contra todas as pessoas ou organizações que entravem o processo de saída da crise na Guiné-Bissau tal como decidido pela Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO realizada em Adis Abeba a 27 de Janeiro de 2018.

b. A Missão continua convencida de que sem a aplicação integral do Acordo de Conakry, nomeadamente a nomeação de um Primeiro-ministro de consenso e a formação de um Governo inclusivo, as condições políticas idóneas não estão reunidas para a realização de eleições credíveis, inclusivas e pacíficas.

c. A Missão lamenta veementemente o não respeito da liberdade de reunião, reconhecida pela Constituição da Guiné-Bissau, assim como os instrumentos jurídicos da CEDEAO, da União Africana e das Nações Unidas nesta matéria. A esse respeito, a Missão lança um apelo premente a todas as autoridades Bissau Guineenses no sentido de velar pelo estrito respeito do Estado de Direito, dos Direitos Humanos bem como da liberdade de reunião.

d. A Missão exorta as Forças de defesa e de segurança da Guiné-Bissau a manter uma posição republicana e a continuar neutra relativamente aos Actores políticos;

e. A Missão nota com satisfação o nível e a qualidade da colaboração da nossa organização regional com seus parceiros e lança um vigoroso apelo à União Africana, à CPLP, à União Europeia, assim como às Nações Unidas no sentido de apoiarem a CEDEAO na aplicação efetiva das suas sanções.

Feito em Bissau a 1 de Fevereiro de 2018

O Representante do Presidente da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, Sua Exc Prof. Robert DUSSEY, Ministro dos Negócios Estrangeiros Cooperação e Integração Africana da República Togolesa, Presidente do Conselho dos Ministros da CEDEAO

O Representante do Mediador da CEDEAO para a Guiné-Bissau, Sua Exc. Naby Youssouf Kiridi BANGOURA, Ministro de Estado, Secretário-geral da República da Guiné

O Presidente da Comissão da CEDEAO, Sua Exc. Marcel A. de Souza

Fonte: Domingos Simões Pereira

Finalmente a sede do PAIGC foi reaberto ao principio desta noite de quinta-feira.





Alison Cabral 

Editorial: JOMAV E O PATROCÍNIO DE VANDALISMO???

Mais um episódio negro na história democrática da Guiné-Bissau. A atuação das forças de segurança sob encomenda das autoridades nacionais, nomeadamente o Ministério do Interior na pessoa do seu titular, é uma autêntica vergonha nacional. Qualquer cidadão, independentemente da cor política, deveria ter a coragem de condenar os desmandos em curso no país. A mistura entre o silêncio cúmplice do Presidente da República e a agenda de vandalismo dos militantes dissidentes do PAIGC, é um perigo contra ao já vulnerável edifício do Estado.

Utilizar todo o aparelho de segurança nacional (nutrido e sustentado com o erário público) como arma para impor uma agenda partidária, é um duro golpe contra a democracia e sobretudo contra os elementares princípios da ética política. Se tudo era, até aqui previsível neste país, o cerco imposto ao PAIGC, sabotando a realização do seu conclave sem uma base legal plausível, além de ser um crime público perpetrado pelas instituições da República, é também a confirmação de uma República órfã e refém sempre de agendas de grupos.

Esta é a triste realidade que qualquer cidadão honesto deveria repudiar sem medo,  nem cumplicidade e dupla linguagem. A democracia  constrói-se com regras e  respeito escrupuloso das mesmas. Não se pode fechar olhos perante este tamanho desmando e perpetração do império de força em nome de subsídios obscuros, interesses mesquinhos.

Que fique claro. Não se trata aqui de puxa-puxa  de saber quem tem razão entre os militantes do PAIGC, um partido historicamente em conflitos abertos. Trata-se sim do imperativo de se proteger o fragilizado Estado das disputas partidárias, seja qual for o partido político. Em qualquer situação a nossa posição seria a mesma. A defesa das instituições do Estado e da República! Se o jornal O Democrata existisse no passado quando ocorreram outras trites práticas, por exemplo, a ocupação e violência contra a sede do PRS por indivíduos instrumentalizados, assumiria a mesma posição de firme condenação e de verdade.

A Guiné-Bissau precisa de virar a página de práticas retrógradas rumo ao progresso através de respeito pelas normas da democracia. A instrumentalização das instituições de Estado (segurança, justiça, etc.) é veneno perigoso contra a coesão e paz sociais. Que o problema do PAIGC seja resolvido no PAIGC e quando os conflitos transbordam que se recorra à justiça, mesmo com as suas fragilidades. Não se pode envolver os meios do Estado para o combate partidário num claro abuso do poder.

Já o dissemos aqui várias vezes, o Presidente da República tem vindo a demonstrar uma incapacidade tremenda no exercício das suas funções do garante da unidade nacional e árbitro do jogo democrático. Trocou o capote e tornou-se um Chefe de Estado sem poderes em nome de alianças mesquinhas que, tarde ou cedo, voltarão contra ele. A história deste país é rica em factos. Não inventamos nada, simplesmente chamamos atenção. O rumo dos acontecimentos agora merece uma análise ponderada de todos os patriotas. É a hora de assumirmos a postura e mudarmos os comportamentos contrários à sã convivência nacional. A República deve se imperar face às agendas terceiras. Que os partidos políticos façam as suas lutas internas nas suas sedes e que o Estado garanta as liberdades e o bem-estar de todos. 

Por:  Redação
OdemocrataGB 

ÚLTIMA HORA: O PAIGC convoca todos os militantes e simpatizantes para a recepção, esta noite, do presidente do partido, Engº. Domingos Simões Pereira. Agora, é a vez das autoridades nacionais e internacionais fazerem uma inspecção à sede e um levantamento dos danos causados pelo vandalismo de ontem. ESTÃO CONVOCADOS.

Fonte: AAS

Movimento dos Cidadaos Conscientes e Inconformados - COMUNICADO DE IMPRENSA


Após reunir a sua direcção com carácter de urgência, para analisar os últimos acontecimentos políticos conturbados do país, o Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI), em acção para a afirmação do Estado do Direito e Democrático na Guiné-Bissau, vem apresentar a seguinte posição à opinião pública nacional e internacional:

1. Condenar, sem reservas, o impensado acto das forças de segurança, a mando do MINISTÉRIO DO INTERIOR, em invadir a sede de um partido político e impedir a realização do seu IX° Congresso Ordinário, num acto de flagrante violação de um dos direitos fundamentais consagrados na Constituição da República da Guiné-Bissau (Direito de reunião) alegando o cumprimento de aplicação de um conjunto de ordens judiciais que ordenam a suspensão do congresso, facto desmentido pelos tribunais aludidos pelos responsáveis do Ministério;

2. Apelar às partes em colisão no cenário político actual a acautelarem as suas acções no sentido de evitar que as iniciadas ondas de violência atinjam proporções mais alarmantes e de recorrerem sempre às instâncias judiciais para a resolução das suas contendas políticas;

3. Voltar a exigir o autodenominado INCONFORMADO com o acordar do povo guineense contra a sua falhada tentativa de instituição de ditadura na Guiné-Bissau, Presidente José Mário Vaz, a servir aos interesses do povo soberano da Guiné-Bissau: renunciando das suas funções, nomeando um governo legal e constitucional, dissolvendo a ANP e convocar eleições gerais antecipadas;

4. Exigir a CEDEAO a assumir a sua quota de responsabilidade na manutenção da crise que há mais de dois anos vem massacrando o povo guineense, pela sua ineficácia na mediação;

5. E, por último, expressar a sua solidariedade para com todas as vítimas da brutalidade policial que marcou os últimos dias e chamar o povo soberano da República da Guiné-Bissau a manter-se cada vez mais inconformado, na paz e na dignidade, contra todas as formas de opressão do JOMAVISMO.

POVO I KA LIXO!

Bissau, 01 de Fevereiro de 2018.
O movimento 
Movimento dos Cidadaos Conscientes e Inconformados

Militantes do PAIGC regressam à sede em ambiente de festa


O novo primeiro-ministro, Artur Silva, ordenou hoje a retirada das forças de segurança nas imediações da sede do PAIGC, junto ao palácio da república.

Os delegados ao nono congresso celebram o regresso à sede em ambiente de euforia...

Braima Darame

Os tailandeses pensaram em um jeito inusitado de ficar na fila sem se cansar…


Fatos Desconhecidos

UNIOGBIS acolhe formação para agentes da PJ na linha verde para denúncia de crimes


Uma formação para elementos da Polícia Judicária (PJ) consagrada aos preparativos do lançamento de uma linha verde para a denúncias de crimes sociais na Guiné-Bissau está a decorrer no Escritório Integrado das Nações Unidas de Apoio à Consolidação da Paz (UNIOGBIS).

A formação, que é ministrada pela Conélia Vieira Té, Inspetora coordenadora da PJ e coordenadora da Brigada das Melheres e Menores, visa capacitar os agentes da PJ naquilo que, dentro em breve, será o manuseamento da linha verde que será posta à sua disposição para eventuais denúncias por parte dos cidadãos de cenários de violências ou crimes as mulheres e crianças no país.

Segundo Conélia Vieira Té, a referida “linha verde será uma mais-valia, porque sendo grátis, não se precisa de ter saldo para se ligar, torna-se fácil denunciar os crimes cometidos”, frisou.

Nós tentamos saber, da Rabiatu Djaló, agente da PJ da Brigada Anti-corrupção, Crimes contra a Economia Nacional e a Saúde Pública, se a disponibilização da linha verde irá ou não permitir o índice numérico das denúncias por parte da população. Ao que respondeu: “com a abertura dessa linha verde, vamos poder ter mais denúncias. Porque há pessoas que vivem em áreas distantes e não podem se deslocar para virem denunciar crimes por falta de meios económicos. Agora, tudo se tornará mais fácil”, vincou.

O curso é promovido pelas autoridades judiciais nacionais em colaboração coam a Seção do Estado de Direito e das Instituições (ROLSI), da UNIOGBIS.

ONU na Guiné-Bissau