terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Ordem de Serviço № 002 / GDGA/2021 ... O país precisa acompanhar o desenvolvimento, dinamizar, actualizar, e estamos hiper atrasados!

Nos dias de pesar, custa debruçar sobre estes assuntos, mas por vezes é preciso...
É salutar questionarmos algumas nomeações, é um direito, mas nada como informar antes de mais...
A cooperação ou parceria entre países implica em parte, a transmissão de conhecimento com vista à produção de melhorias
A indignação pela nomeação destes dois reconhecidos técnicos-formadores senegaleses nas nossas Alfândegas não se justifica, tratando-se de quadros renomados, contratados para capacitar os nossos agentes aduaneiros, que segundo consta, têm apresentado uma gritante falta de preparação... 
A Guiné tem cerca de 380 agentes aduaneiros e a maioria sem nenhuma preparação específica. Será algum mal, contratar ou nomear técnicos de origem guineense ou não, não importa a nacionalidade, para nos auxiliarem numa melhor organização, numa altura em que se prepara uma modernização? 
Recordo que falamos em dois técnicos-formadores de alto rang, formadores no Ena do Senegal, Oma- Cedeao /Uemoa, ou seja, técnicos cujas missões são de realçar...  
Já sem mencionar que as alfândegas do Senegal são de uma organização distinta que se destaca pela excelência em toda a nossa costa. Onde está a venda do país aqui? 
Paremos de usar política em tudo, o país precisa progredir, romper com velhos e corruptíveis hábitos... O país precisa acompanhar o desenvolvimento, dinamizar, actualizar, e estamos hiper atrasados!

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Caso nomeações dos quadros aduaneiros Senegaleses na nossa Alfândegas, o Politologo Walter Félix Da Costa esclarece o seguinte👇 
Guiné-Bissau 🇬🇼 e Senegal 🇸🇳, têm ou não, um acordo Bilateral no domínio de alfandegamento?  Ou seja, fazem partes ou não da Organização Mundial de alfandega? 
(...), até prova contrária com os fundamentos basilares; segundo a nossa Constituição da República. Aliás até onde eu sei, salvo acordo ou convenção internacional, os Cidadãos doutras nacionalidades, podem exercer funções nas nossas instituições públicas, desde que tenham caráter predominantes técnicos.

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Ali prova concreta, mindjer di Alfonso Té. Dra. Quinta Indafa Té, i Guineense, médica cardiologista na hospital de la Paix di Ziguinchor i funcionária público na Sénégal.
Abos os ditos intelectuais di praça di bissau, especialistas na tudu kuna crítica nomeação do um assistente técnico Senegales na Alfândega bo tem palavra...

NB: cabo diskisi caso di Zambrano ex-conselheiro di Aristides Gomes também.



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