terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Trump encoraja iranianos a continuar protestos: "A ajuda está a caminho"... Presidente dos Estados Unidos incentivou os manifestantes iranianos a continuarem o seu movimento até derrubarem as autoridades e garantiu, na sua rede social Truth Social, que a "ajuda está a caminho".

Por LUSA 

O presidente dos Estados Unidos encorajou, esta terça-feira, o povo iraniano a continuar a manifestar-se, assegurando que a "ajuda está a caminho". 

Donald Trump recorreu à sua rede social Truth Social para incentivar os manifestantes iranianos a continuarem o seu movimento até derrubarem as autoridades.

"Patriotas iranianos, CONTINUEM EM PROTESTO - RETOMEM O CONTROLO DAS INSTITUIÇÕES!!!", escreveu o presidente dos EUA, revelando que cancelou todas as reuniões com as autoridades iranianas até que "os assassinatos sem sentido de manifestantes terminem".

"Guardem os nomes dos assassinos e dos abusadores, vão pagar um preço elevado", acrescentou o líder norte-americano, que acrescentou: "MIGA [Make Iran Great Again]".

O Presidente não esclareceu, contudo, se já tomou uma decisão concreta sobre a eventual resposta dos Estados Unidos à situação no terreno.

Donald Trump tem ameaçado repetidamente com uma intervenção militar norte-americana desde o início dos protestos no Irão, cuja repressão já fez mais de 600 mortos desde dezembro, segundo uma organização não-governamental (ONG).

O Irão, por sua vez, ameaçou retaliar atacando instalações militares e navios norte-americanos. O Qatar alberga a maior base militar norte-americana na região. Em junho passado, durante a guerra Irão-Israel, Teerão lançou mísseis contra esta base em retaliação por um ataque norte-americano às suas instalações nucleares.

"Ainda estamos numa fase em que acreditamos que pode ser encontrada uma solução diplomática", disse Al-Ansari.

"Estamos em negociações com todas as partes, obviamente com os nossos vizinhos e parceiros na região, para chegar a uma solução diplomática", acrescentou o porta-voz qatari.

Na terça-feira, Trump anunciou tarifas contra os parceiros comerciais do Irão. A Casa Branca já havia declarado que a possibilidade de ataques aéreos ainda estava em aberto, mas que a diplomacia continuava a ser "a primeira opção".

Entre os vários países e entidades que condenaram a violência dos representantes da república islâmica, contam-se Portugal, Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, o Conselho Europeu e a ONU.

"Horror". Londres, Paris e Berlim convocam embaixadores do Irão... Reino Unido, França, Alemanha e outros países europeus anunciaram hoje ter convocado os embaixadores do Irão para protestar contra a repressão das manifestações e ameaçaram com novas sanções contra o país.

Por LUSA 

Numa declaração no Parlamento britânico sobre a situação no Irão, a chefe da diplomacia britânica afirmou ter instruído o secretário de Estado responsável pelo Médio Oriente para convocar o embaixador do Irão "para sublinhar a gravidade do momento e exigir que o Irão responda aos relatos horríveis".

Yvette Cooper disse temer que "os relatos subestimem a magnitude do horror, à medida que outras provas e testemunhos chegam ao mundo exterior".

A responsável anunciou que o Governo vai apresentar uma proposta de lei para "impor sanções completas e adicionais, bem como medidas setoriais" a visar finanças, energia, transportes ou "outras indústrias importantes que contribuem para o desenvolvimento nuclear iraniano".

A ministra lembrou que Londres já sanciona "atores-chave dos setores energético, petrolífero, nuclear e financeiro no Irão".

Na terça-feira, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prometeu que novas sanções contra Teerão seriam rapidamente propostas aos 27 países-membros.

"Vamos trabalhar mais com a UE e outros parceiros para examinar quais medidas adicionais poderão ser necessárias em resposta aos próximos desenvolvimentos", adiantou Cooper.

O homólogo francês, Jean-Noel Barrot, e os Ministérios dos Negócios Estrangeiros alemão, finlandês e dinamarquês anunciaram igualmente ter convocado os embaixadores iranianos nos respetivos países.

"Não haverá impunidade" para os autores dessa repressão, advertiu Barrot perante a Assembleia Nacional francesa, insistindo que o povo iraniano se levantou para reivindicar "justiça e liberdade". O responsável francês condenou a repressão "intolerável, insuportável e desumana" dos protestos das últimas semanas.

Berlim considerou que "a brutalidade com que o regime iraniano age contra a própria população é chocante" e pediu o "fim à violência.

Entretanto, o Governo irlandês decidiu adiar a cerimónia de apresentação das cartas credenciais do novo embaixador do Irão em Dublin, devido à repressão dos protestos pelas autoridades iranianas. 

A organização não-governamental (ONG) Iran Human Rights (IHR) afirmou que a repressão dos protestos, que começaram a 28 de dezembro num contexto de crise económica, mas que agora desafiam o poder, está a intensificar-se. 

O número de mortos nos protestos, iniciados em 28 de dezembro, terá subido para pelo menos 2.000 pessoas, disse a IHR.

O balanço anterior referia 648 manifestantes mortos em 14 províncias no Irão, de acordo com a mesma ONG.


Leia Também: Pelo menos 2 mil pessoas foram mortas no Irão durante manifestações

O número de mortos nos protestos que contestam há 16 dias o regime do Irão terá subido para pelo menos 2.000 pessoas, denunciou hoje a organização não-governamental (ONG) Iran Human Rights.


O Conselho Nacional de Transição, no poder na Guiné-Bissau, aprovou hoje uma nova Constituição para o país, em que o Presidente da República passa a ser "chefe único ".

Bissau: Conselho de Transição aprova nova Constituição

O Conselho Nacional de Transição, no poder na Guiné-Bissau, aprovou hoje uma nova Constituição para o país, em que o Presidente da República passa a ser "chefe único ".

O Conselho Nacional de Transição, que assume as funções parlamentares, aprovou hoje a nova Lei magna, 30 anos depois da aprovação da Constituição que impunha um regime semipresidencialista na Guiné-Bissau. 

A nova versão, que entrará em vigor depois de promulgada pelo Presidente de Transição e da sua publicação, concentra o poder no Presidente da República, que passa a ser chefe do Governo e a nomear o primeiro-ministro, ministros e membros do executivo. 

"Nesta Constituição de 2026, o Presidente da República, para além das funções de Chefe de Estado, passa a ser também Chefe do Governo. Vai dirigir o Executivo e presidir ao Conselho de Ministros. Outra inovação é que o Presidente irá coordenar e orientar as ações dos ministros. O Primeiro-Ministro será subordinado ao Presidente, ou seja, cumprirá as ordens e orientações emanadas pelo Chefe de Estado", anunciou hoje o porta-voz do Conselho Nacional de Transição, Fernando Vaz, em declarações aos jornalistas.

Segundo Fernando Vaz, o Conselho Nacional manteve o sistema semipresidencialista, mas reforçou os poderes do Presidente da República: "O Governo continuará com dupla responsabilidade política: responderá perante o Presidente da República e perante a Assembleia Nacional Popular."

Alterado nome do parlamento

O Conselho Nacional de Transição mudou também o nome da Assembleia Nacional Popular para apenas Assembleia Nacional.

A Constituição da Guiné-Bissau deixa ainda de ter no preâmbulo "expressões ideológicas, revolucionária". 

"Expurgáramos a Constituição do conteúdo ideológico e revolucionário porque é a Constituição de todos os guineenses, não é a Constituição de um determinado partido", justificou Vaz. 

A revisão da Constituição surge menos de dois meses após a tomada do poder pelos militares, a 26 de novembro de 2025, três dias depois das eleições gerais e um dia antes da divulgação dos resultados oficiais. 

Banco Mundial corta crescimento dos PALOP exceto Angola e Guiné-Bissau... O Banco Mundial reviu em baixa a previsão de crescimento económico para todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) este ano, à exceção de Guiné-Bissau e Angola, que mantêm crescimentos de 5,2% e 2,6%.

Por LUSA 

No relatório sobre as Perspetivas Económicas Globais, hoje divulgado em Washington, os economistas do Banco Mundial referem do lado positivo que as condições de financiamento começaram a melhorar, com várias economias, incluindo Angola, República do Congo, Quénia e Nigéria, a recuperar o acesso aos mercados de capitais internacionais.

Em 2025, "Angola, apesar dos ganhos nos setores não petrolíferos, a fraqueza do setor petrolífero pesou sobre a produção", escrevem.

O crescimento económico do segundo maior produtor de petróleo na região, a seguir à Nigéria, foi "prejudicado pelos preços mais baixos do petróleo em relação ao ano anterior, pelo subinvestimento no setor e pelo impacto negativo do envelhecimento dos campos petrolíferos", escrevem os economistas numa das poucas referências aos países lusófonos no capítulo sobre a África subsaariana.

Este ano, olhando para a tabela que apresenta as previsões do Banco Mundial de crescimento económico para os países da região, constata-se que dos países lusófonos apenas Angola mantém a estimativa feita em junho, de 2,6%, e uma melhoria para 2,8% em 2027, abaixo da média regional de 4,3% este ano e de 4,5% em 2027.

Cabo Verde deverá crescer 5,2% este ano e 5% em 2027, o que representa uma queda de 0,1 pontos face às previsões de junho, enquanto a Guiné Equatorial deverá cresce 0,4% este ano e 1% em 2027, o que revela uma queda 0,2 pontos para este ano face à previsão de junho, mas uma melhoria de 2,1 pontos relativa a 2027.

A Guiné-Bissau deverá registar um crescimento de 5,2% neste e no próximo ano, sem alteração face às previsões de junho, enquanto Moçambique deverá acelerar para 2,8% este ano (menos 0,7 pontos que a previsão de junho) e 3,5 no próximo ano, depois de um abrandamento para 1,1% no ano passado devido à "persistente fraqueza do investimento, crescente escassez de divisas e pelos efeitos da agitação pós-eleitoral".

São Tomé e Príncipe cresce 4% e 3,5% neste e no próximo ano, o que representa uma revisão em baixa de 0,6 e 0,8 pontos percentuais, respetivamente.

"Apesar da melhoria da perspetiva de evolução económica da região, os ganhos no rendimento per capita vão continuar inadequados para um progresso significativo na pobreza e no aumento da criação de emprego", escrevem os economistas do Banco Mundial nas Perspetivas Económicas Globais, hoje divulgadas em Washington.

No capítulo dedicado à África subsaariana, o Banco Mundial diz que "os riscos relativos às previsões continuam a ser descendentes", incluindo uma redução da procura externa, preços mais baixos das matérias-primas, aumento da instabilidade política regional e uma deterioração dos conflitos em curso na região, para além da questão do apoio financeiros dos doadores externos, que, a reduzir-se ainda mais, "aumentará a vulnerabilidade das economias da região a choques de saúde e a desastres naturais".

No documento, o Banco Mundial melhora ligeiramente a previsão para o crescimento de 2025 na África subsaariana face ao que tinha estimado em junho, melhorando de 3,7% para 4% a expansão económica para a região que engloba a maioria dos países lusófonos, principalmente devido à redução da inflação, ao aumento dos preços das matérias-primas, nomeadamente o ouro, mas alerta que a média esconde realidades muito diferentes nos países, com metade a acelerarem o crescimento e a outra metade a abrandar a expansão económica.

Entre principais preocupações dos economistas do Banco Mundial na região está a insegurança alimentar, os elevados montantes de dívida e os persistentemente elevados níveis de pobreza.

O Procurador-Geral da República, Amadú Tidjane Baldé, conferiu posse, nesta terça-feira (13,01), à nova Vice-Procuradora-Geral da República, Manuela Manuel Lopes Mendes, que passa a exercer igualmente as funções de Procuradora-Geral Adjunta.

 PGR admite que Guiné-Bissau atravessa momento delicado que exige mudanças significativas

O Procurador-Geral da República da Guiné-Bissau, Amadu Tidjane Baldé, reconheceu hoje que o país enfrenta uma fase “delicada” que impõe transformações profundas no sistema judicial e nas instituições do Estado.

Durante a cerimónia de posse da nova vice-Procuradora-Geral da República, Manuela Manuel Lopes Mendes, Baldé afirmou que a conjuntura atual representa tanto um desafio como uma oportunidade para implementar reformas estruturantes que reforcem o Estado de Direito e protejam os direitos fundamentais dos cidadãos. 

O chefe do Ministério Público destacou a necessidade de coesão nacional e mobilização coletiva, sublinhando que as mudanças exigidas não se limitam ao setor judicial, mas devem refletir uma resposta integrada às realidades socioeconómicas, culturais e tecnológicas que influenciam o funcionamento das instituições. 

Na sua intervenção, Baldé salientou que uma justiça eficaz é essencial para a estabilidade democrática e pediu esforços concertados de todos os atores sociais para que o Ministério Público cumpra, com paz e foco, a sua missão constitucional.

A vice-Procuradora-Geral, por sua vez, prometeu atuar com rigor técnico, transparência e responsabilidade, apontando desafios como o aumento da litigiosidade e a necessidade de dotar o sistema judicial de condições humanas, materiais e logísticas que lhe permitam responder de forma célere e justa. 

O reconhecimento público da delicadeza da situação surge num contexto político conturbado na Guiné-Bissau, que enfrenta uma crise marcada pela tomada de poder militar em novembro de 2025 e pela suspensão do processo eleitoral, gerando apelos internos e externos à restauração da ordem democrática e do funcionamento pleno das instituições constitucionais.

@O Democrata

CNT: I°. Sessão Ordenaria do ano Legislativo 2025/2026... Continuação da discussão do projeto de revisão de Constituição da República da Guiné-Bissau.

Comunicado Final do Conselho de Ministros do Governo de Transição, realizado nesta terça-feira. No capítulo referente às nomeações, o Governo procedeu às seguintes designações: José Carlos Macedo Monteiro foi nomeado para o cargo de Diretor-Geral de Migração e Fronteiras, no Ministério da Defesa Nacional; o Coronel Aliu Umaro Sila foi nomeado para exercer as funções de Inspetor-Geral da Defesa; e, por fim, o Capitão-de-Fragata Boaventura Djassi foi nomeado para o cargo de Diretor-Geral da Política de Defesa Nacional.

Portugal: Descobertos 56 alojamentos ilegais ocupados por 900 estrangeiros no Porto... A PSP identificou, ao longo de 2025 nos concelhos da Área Metropolitana do Porto (AMP), 56 alojamentos ilegais ocupados por cerca de 900 cidadãos estrangeiros, indicou hoje a direção nacional desta polícia.

Por  LUSA 

Num comunicado no qual faz um balanço das ações de fiscalização da permanência de cidadãos estrangeiros em território nacional realizadas no ano passado, a PSP refere que nessa mais de meia centena de alojamentos ilegais identificados foram registadas "diversas irregularidades" como sobrelotação, ausência de condições mínimas de higiene e segurança, presença de pragas e inexistência de contratos de arrendamento.

Os 56 alojamentos ilegais estavam ocupados por cerca de 900 cidadãos estrangeiros, acrescenta.

No período em referência, acrescenta, foram efetuadas 63 detenções e registadas 167 contraordenações na AMP, onde a PSP realizou 517 operações policiais que resultaram na fiscalização de 5.394 cidadãos estrangeiros.

Das detenções destacam-se 53 por permanência irregular em território nacional, enquanto as restantes 10 deveram-se a outros ilícitos, nomeadamente falsificação de documentos, posse de arma proibida e crimes contra a propriedade.

Estas operações resultaram ainda em 106 notificações para abandono voluntário do território nacional e foram identificados 233 cidadãos com diligências pendentes no Sistema de Informação Schengen (SIS).

No comunicado, a PSP acrescenta ainda que registou 167 autos de notícia por contraordenação, ao abrigo da Lei dos Estrangeiros.

Estas intervenções foram levadas a cabo pela PSP, através do Núcleo de Estrangeiros e Controlo Fronteiriço (NECF) do Porto, sob a coordenação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF).

"A PSP reforça a sua atuação diária na prevenção e repressão de atividades ilícitas ligadas à imigração ilegal e ao tráfico de seres humanos, bem como na deteção de situações de vulnerabilidade social, frequentemente associadas a condições habitacionais precárias e dificuldade de acesso a um mercado de trabalho regulado, contribuindo para a prevenção da criminalidade associada a estas matérias", lê-se no comunicado.

Como costuma dormir? As vantagens (e os perigos) das diferentes posições... Seja de costas, de lado ou de barriga para baixo, são várias as posições que pode adotar ao dormir. Cada uma conta com vantagens e até com alguns riscos. Saiba tudo o que uma especialista tem a dizer.

Por Noticiasaominuto.com 

A forma como dorme pode dizer muito sobre si. Por vezes, acaba por escolher uma posição mais confortável e aquela em que se sinta bem. Por outro lado, pode ser muito mais do que conforto. Uma especialista revelou as vantagens e as desvantagens de adotar as diferentes posições ao dormir. 

Deborah Lee começou por dizer a Daily Mail que cabe a cada pessoa encontrar a posição que melhor se adequada a si. Contudo, deixou também algumas dicas. “Uma boa noite de sono depende de encontrar a melhor posição para dormir. Uma em que sua coluna esteja alinhada corretamente, as suas vias aéreas permaneçam abertas e seus membros tenham liberdade de movimento”, revela.

É importante ter a roupa de cama perfeita para que consiga ter uma boa noite de sono. “Deverá ter um colchão que dê bom suporte, almofada em quantidade suficiente e usar roupas de cama respiráveis ​​feitas de fibras naturais, como algodão, para não ficar muito quente durante a noite.”

As vantagens e os perigos de cada posição ao dormir

A especialista revelou os benefícios e os perigos das várias posições que pode adotar ao dormir. Dormir de lado pode ter diversas vantagens, especialmente se for em posição fetal. “É particularmente útil para pessoas com apneia do sono ou distúrbios respiratórios do sono, pois dormir de lado ajuda a manter as vias aéreas abertas."

Também é melhor para quem tem dores de costas. Neste caso, colocar uma almofada entre as pernas pode ajudar. É também uma posição que as grávidas devem escolher e não de costas. “O peso do útero pode comprimir os principais vasos sanguíneos e interromper o fluxo sanguíneo para a placenta." Quem sofre de indigestão ou refluxo é também boa ideia optar por esta posição. 

Por outro lado, dormir de costas pode também ter as suas vantagens. "A coluna fica alinhada corretamente, o que pode ajudar em alguns tipos de dor nas costas", começa por dizer. É também uma ajuda para desentupir as vias respiratórias e reduzir o risco de aparecimento de rugas.

Contudo, é uma das piores posições para quem ressona. “Quando adormece de costas, os músculos e ligamentos na parte posterior da garganta relaxam e podem bloquear as vias aéreas.”

E se dormir de barriga para baixo

Por fim, há pessoas que dormem de barriga para baixo, algo que pode ser benéfico para quem ressona. Contudo, a especialista afirma que esta não é, de todo,  melhor posição para adormecer.

"Poderá causar extensão da coluna, sobrecarregar os músculos e ligamentos e agravar a dor nas costas”, diz Deborah Lee. Conta ainda que “a rotação forçada da cabeça também exerce pressão sobre as vértebras, músculos e ligamentos do pescoço, enquanto uma pressão significativa é transmitida através dos joelhos, o que pode agravar a dor”.

Quem tem lesões nas costas, refluxo e foi recentemente operado às costas não deve adotar esta posição ao dormir.

Irão. Telefonemas já são permitidos, mas internet continua bloqueada... Vários cidadãos iranianos conseguiram hoje telefonar para o estrangeiro através dos respetivos telemóveis, mas as mensagens de várias plataformas e a Internet continuam bloqueadas há quatro dias por decisão das autoridades locais devido à contestação ao regime.

Por LUSA 

O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, afirmou que o Irão quer negociar com Washington após a sua ameaça de atacar aquela república islâmica devido à repressão sobre os manifestantes, que, segundo ativistas, provocou pelo menos 646 mortos.

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, em entrevista à televisão Al Jazeera, disse que continuava em contacto com o enviado dos EUA, Steve Witkoff.

O diálogo "continuou antes e depois dos protestos e ainda está em andamento", disse Araghchi, embora ressalvando que "as ideias e ameaças propostas por Washington contra o País são incompatíveis".

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que a retórica pública do Irão diverge das mensagens privadas que o governo norte-americano recebeu de Teerão nos últimos dias.

"Acho que o presidente tem interesse em explorar essas mensagens", disse Leavitt, acrescentando que Trump "mostrou que não tem medo de recorrer a opções militares se e quando julgar necessário, e ninguém sabe disso melhor do que o Irão."

Entretanto, manifestantes pró-governo tomaram as ruas na segunda-feira em apoio àquela teocracia, numa demonstração de força após dias de protestos que desafiaram diretamente o governo do líder supremo, o ayatollah Ali Khamenei, de 86 anos.

A televisão estatal iraniana transmitiu cânticos da multidão, com dezenas de milhares de pessoas, que gritavam "Morte à América!" e "Morte a Israel!".

O Irão está a ser agitado por uma nova vaga de protestos desde 28 de dezembro, iniciada na capital por comerciantes e setores económicos afetados pelo colapso do rial, a moeda iraniana, e pela elevada inflação, alastrando-se depois a dezenas de cidades do país.

A taxa de inflação anual é superior a 42% e, durante o ano passado, o rial perdeu 69% do seu valor face ao dólar, num contexto em que a economia foi fortemente atingida pelas sanções dos Estados Unidos e da ONU devido ao programa nuclear de Teerão.

Após as concentrações pró-governamentais de segunda-feira, o líder supremo do Irão considerou que se tratou de "um aviso aos políticos norte-americanos para que parem com as manobras enganadoras".

Ali Khamenei acrescentou que estas "manifestações maciças e determinadas frustraram o plano de inimigos estrangeiros", que seria executado por "mercenários iranianos".

Em junho passado, Israel e Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra instalações ligadas ao programa nuclear e de mísseis balísticos do Irão.

A repressão das novas manifestações tem sido severa, e as autoridades restringiram o acesso à Internet em todo o país.

Em resposta, o presidente norte-americano, Donald Trump, pretende o envio de satélites da empresa Starlink, do multimilionário Elon Musk, de forma a garantir que a população se mantenha 'online'.

Departamento de Guerra dos EUA adota chatbot de IA criado por Musk... O secretário da Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o Grok, 'chatbot' de inteligência artificial (IA) desenvolvido pela empresa xAI de Elon Musk, irá passar a operar dentro da rede do Pentágono.

Por LUSA 

"Muito em breve, teremos os principais modelos de IA do mundo em todas as redes, classificadas e não classificadas, de todo o nosso departamento", disse Hegseth, num discurso nas instalações da SpaceX, a empresa de voos espaciais de Musk.

O anúncio de segunda-feira surge poucos dias depois de o Grok --- que está integrado na rede social X, também detida por Musk --- ter gerado protestos e críticas globais por gerar conteúdos manipulados ('deepfake') sexualizados de pessoas sem o seu consentimento.

A Malásia e a Indonésia foram os primeiros países a bloquear o Grok, no fim de semana, face a preocupações de que esteja a ser utilizado para gerar imagens sexualmente explicitas.

Na semana passada, o Grok limitou a criação e edição de imagens pelos utilizadores, após ter recebido uma onda de criticas.

Mas os reguladores dos dois países afirmaram que os controlos existentes não estavam a impedir a criação e divulgação de conteúdos pornográficos.

Na segunda-feira, a Autoridade Reguladora das Comunicações do Reino Unido iniciou uma investigação ao Grok para perceber se estará a ser utilizada para sexualizar imagens de mulheres e crianças.

A Comissão Europeia também anunciou que ia investigar casos de imagens sexuais de menores geradas pelo Grok, na sequência da introdução de uma funcionalidade que permite 'deepfake'.

Lançado em 2023, o Grok é uma ferramenta de utilização gratuita no X (antigo Twitter). A funcionalidade que permite gerar imagens foi adicionada no ano passado.

Hegseth afirmou que o Grok entrará em funcionamento no Departamento de Guerra ainda este mês e anunciou que disponibilizará todos os dados relevantes dos sistemas informáticos militares para "exploração de IA".

O secretário disse ainda que os dados de bases de dados de inteligência serão inseridos nos sistemas de IA, como parte de um esforço mais amplo para alimentar a tecnologia em desenvolvimento com o máximo de dados militares possível.

A anterior Administração dos Estados Unidos promulgou uma estrutura, no final de 2024, que proibia certas utilizações da IA, como aplicações que violariam os direitos civis constitucionalmente protegidos ou qualquer sistema que automatizasse o lançamento de armas nucleares.

Hegseth falou sobre a necessidade de agilizar e acelerar as inovações tecnológicas dentro das forças armadas: "Precisamos que a inovação venha de qualquer lugar e evolua com rapidez e propósito".

O secretário salientou que o Pentágono possui "dados operacionais comprovados em combate, provenientes de duas décadas de operações militares e de inteligência".

"A IA só é tão boa quanto os dados que recebe, e vamos garantir que estão disponíveis", disse Hegseth.

O secretário afirmou que deseja que os sistemas de IA dentro do Pentágono sejam responsáveis, embora tenha acrescentado que estava a descartar quaisquer modelos de IA "que não permitam que se combatam guerras".

Hegseth disse que a sua visão para os sistemas de IA militar significa que operam "sem restrições ideológicas que limitem as aplicações militares legítimas".

Estudo relaciona 99% destes problemas de saúde com 4 fatores de risco... Algumas doenças são silenciosas e aparecem quando menos espera. Um estudo recente relaciona 99% dos problemas de saúde, como ataques cardíacos e AVC's com quatro fatores de risco. Tome nota.

Por Noticiasaominuto.com 

Alguns problemas de saúde são mais discretos do que outros no momento em que o corpo emite os primeiros sinais. No entanto, o ser humano enquanto principal responsável por essas doenças, já deveria prever esse desfecho.

Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology relaciona 99% dos ataques cardíacos e AVCs com quatro fatores de risco.

De acordo com os dados de saúde desta investigação, mais de 9 milhões de adultos na Coreia do Sul e nos EUA,  que desenvolvem doenças cardíacas e  cardiovasculares apresentam um dos quatro principais fatores de risco que estes especialistas destacam.

Fatores de risco principais nas doenças cardíacas e cardiovasculares

Pressão arterial elevada

Este fator de risco está geralmente associado ao sedentarismo e a uma dieta alimentar com excesso de sal.

Colesterol alto

O mau colesterol também está geralmente associado a uma alimentação com deficiências nutricionais e à falta de exercício físico.

Níveis elevados de açúcar no sangue

Os valores de hiperglicemia podem representar nalguns casos pré-diabetes ou diabetes, manifestando-se, por exemplo através de uma sede e fome excessivas, cansaço e visão turva, causados por uma fraca produção de insulina.

Tabagismo (mesmo que atualmente já não fumem)

Este problema não depende somente do consumo de nicotina. Nalguns casos basta ser fumador passivo ou ex-fumador.

Destes quatro fatores, a pressão arterial elevada foi o problema mais frequente e também associado a problemas cardiovasculares.

Segundo os mesmos dados, tanto nos EUA como na Coreia do Sul, mais de 93% das pessoas que sofreram um ataque cardíaco, AVC ou insuficiência cardíaca já tinham registado anteriormente também problemas de hipertensão.

O principal objetivo neste momento, segundo aponta o cardiologista Philip Greenland à News Northwestern University, é "trabalhar mais para encontrar maneiras de controlar esses fatores de risco, ao invés de encontrar outros fatores de risco que também não são assim tão facilmente tratáveis".


Leia Também: Quatro superalimentos que podem ajudar a desentupir as artérias e não só!

Se quer proteger a saúde das suas artérias e do coração, então deve começar a incluir estes quatro superalimentos na sua rotina. Especialistas apontam que são ideais e recomendados para prevenir doenças cardíacas. Provavelmente não contava com alguns deles nesta lista!


segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

GOVERNO MOÇAMBICANO ADQUIRE BICICLETAS-AMBULÂNCIAS

O Governo moçambicano liderado pelo Daniel Chapo, adquiriu bicicletas-ambulâncias como solução crucial para transporte de pacientes em zonas rurais, adaptadas com macas para levar mulheres grávidas e doentes em estado grave à centros de saúde, conforme informou o Índico Magazine. 

O momento de distribuição aos centros médico foi testemunhado por membros de ponte daquele governo, que destacaram a iniciativa como uma pratica que vai refletir significativamente na vida dos moçambicanos.

Prisão preventiva para militares suspeitos de homicídio na Guiné-Bissau... Os dois militares suspeitos do homicídio de um ajudante de transporte público na Guiné-Bissau vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR) guineense.

@RVP.   Por  LUSA 

O juiz de instrução criminal aceitou o pedido do Ministério Público e decretou hoje "a prisão preventiva de dois agentes da força de defesa e segurança, alegadamente, envolvidos no espancamento até à morte em 31 de dezembro" de 2025, segundo um comunicado a que a Lusa teve acesso.

De acordo com a PGR, no despacho, o juiz "enfatizou que, durante as diligências probatórias e debate instrutório realizados pelo Ministério Público, os suspeitos (...) confessaram a autoria da prática de crime de homicídio de que são indiciados".

"Assim, com base nos factos elencados pelo Ministério Público no requerimento, e dada ainda a gravidade do crime, o juiz de instrução criminal decidiu aplicar aos dois suspeitos, como medidas cautelares e de coação, a prisão preventiva", lê-se no comunicado da PGR.

No pedido da aplicação da prisão preventiva, o Ministério Público invocou "perigo de fuga e perturbação ao normal desenrolar das investigações em curso" por parte dos suspeitos.

A PGR esclarece ainda que, "em caso de acusação, de julgamento e consequente condenações, os suspeitos incorrem em penas que variam de oito a 16 anos de prisão efetiva".

Os dois militares são suspeitos de envolvimento no espancamento até à morte de um ajudante de "toca-toca", os tradicionais transportes públicos da capital da Guiné-Bissau.

Os factos ocorreram no dia 31 de dezembro de 2025 na linha semi-urbana Matadouro, Quelelé, Bor e, segundo os relatos que têm sido noticiados na imprensa guineense, os dois militares terão agredido o jovem que controlava as entradas no "toca-toca".

O caso motivou uma manifestação a pedir justiça, em Bissau, a 07 de janeiro, organizada pelo Coletivo dos Líderes e Ativistas de Bôr para Ação e pelos familiares da vítima, e a que se juntaram os motoristas de "toca-toca" da linha onde ocorreram os factos.

A manifestação foi dispersada pela polícia com disparos para o ar e gás lacrimogéneo, de acordo com a imprensa guineense, que deu conta de várias detenções, dois feridos, alegadamente vítimas de agressões, e uma mulher que terá sido atropelada por uma viatura da polícia.

A Guiné-Bissau está a ser governada por um Alto Comando Militar desde o golpe de Estado de 26 de novembro de 2025, três dias depois das eleições gerais, presidenciais e legislativas, e um dia antes da divulgação dos resultados eleitorais.

Cabo Verde recebe financiamentos de 12,7 milhões para energias renováveis... O Governo cabo-verdiano aprovou acordos de financiamento com organizações internacionais, no valor global de cerca de 12,7 milhões de euros, para reforçar o projeto de energias renováveis e eficiência energética do país, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro.

Por LUSA 

"O projeto tem por principal objetivo o fortalecimento do ambiente para uma economia mais diversificada, através do aprimoramento da resiliência fiscal e macroeconómica e das bases para o crescimento do setor privado", afirmou Olavo Correia, na rede social Facebook.

A maioria do financiamento, cerca de 11,6 milhões de euros, vem da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA, sigla em inglês).

Seguem-se 1,03 milhão de euros do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e 342,5 mil euros da Global Infrastructure Facility (GIF).

Estes fundos vão apoiar a capacidade de instalação de energias renováveis e armazenamento em baterias, com participação do setor privado.

Segundo o governante, os acordos são estratégicos, pois mobilizam recursos financeiros adicionais, diversificados e concessionais, essenciais à implementação eficaz do projeto.

Além disso, contribuem para o fortalecimento institucional, o acesso universal à eletricidade, a promoção do desenvolvimento sustentável e a integração de energias renováveis com participação pública e privada, em linha com os objetivos de política pública do país.

Olavo Correia explicou ainda que, ao aumentar a participação das energias renováveis na produção de eletricidade, o projeto ajudará a reduzir a exposição do país aos preços dos combustíveis fósseis (importados), baixando o custo da energia e tornando o país mais competitivo.

"O financiamento adicional permitirá ao projeto atingir os objetivos do Governo, nomeadamente, 50% de penetração de energia renovável até 2030 e a consolidação da reforma sectorial", acrescentou.

Metsola proíbe diplomatas do Irão de entrar no Parlamento Europeu... A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, decidiu hoje proibir diplomatas e outros representantes do Irão de entrar nas instalações da assembleia europeia, vincando que a instituição "não contribuirá para legitimar" o atual regime iraniano.

Por  LUSA 

"Não pode ser tudo como se nada tivesse acontecido. Enquanto o corajoso povo do Irão continua a lutar pelos seus direitos e pela sua liberdade, tomei hoje a decisão de proibir todo o pessoal diplomático e quaisquer outros representantes da República Islâmica do Irão de entrar nas instalações do Parlamento Europeu", anunciou a presidente da instituição através da rede social X.

"Esta assembleia não contribuirá para legitimar este regime que se mantém através da tortura, da repressão e do assassinato", adiantou Roberta Metsola, numa altura em que se regista uma onda de protestos motivada pelo descontentamento com a situação económica, a falta de liberdades civis e a repressão social e política, que já resultou em centenas de mortos, feridos e detidos.

Na terça-feira, os embaixadores dos Estados-membros junto da União Europeia (UE) vão debater a situação no Irão numa reunião extraordinária em Bruxelas, depois de a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, ter admitido novas sanções ao regime de Teerão.

A Comissão Europeia admitiu hoje propor novas sanções "mais severas" contra as autoridades do Irão, que teriam de ser aprovadas por unanimidade pelos Estados-membros do bloco europeu, perante a "repressão violenta" das manifestações que abalam o país.

"Estamos preparados para propor novas sanções, mais severas, perante a repressão violenta das manifestações. É uma decisão que precisaria de ser aprovada pelo Estados-membros por unanimidade", afirmou o porta-voz da Comissão Europeia para os Assuntos Externos e Política de Segurança, Anouar El Anouni, na conferência de imprensa diária do executivo comunitário, em Bruxelas.

O porta-voz recordou que a UE já impôs sanções contra personalidades iranianas responsáveis por "violações graves dos direitos humanos no país" e afirmou que a Comissão Europeia manifesta "total solidariedade" com o povo iraniano.

"Estão a pôr a sua vida em risco e é absolutamente inaceitável que pessoas que estão a manifestar-se pacificamente, em defesa da sua liberdade, estejam a ser detidas e mortas. É completamente inaceitável", disse, por sua vez, a porta-voz da Comissão Europeia, Paula Pinho.

Os protestos no Irão intensificaram-se no final de dezembro passado, impulsionados pelo agravamento da crise económica, pela elevada inflação e pelo descontentamento generalizado com o regime iraniano e a falta de liberdades civis.

As manifestações espalharam-se por várias cidades e têm sido duramente reprimidas pelas forças de segurança, com recurso a força letal.

Organizações de direitos humanos relatam centenas de mortos, milhares de feridos e detenções em massa, embora os números exatos sejam difíceis de confirmar devido a cortes no acesso à Internet e à censura estatal, o que tem gerado ampla condenação internacional.

Segundo dados da organização não-governamental norte-americana Human Rights Activists News Agency (HRANA), pelo menos 538 pessoas morreram.

Também foram registadas manifestações em países estrangeiros em solidariedade com as reivindicações do povo iraniano.

Além das vítimas mortais, os protestos resultaram na detenção de 10.675 pessoas, incluindo 160 menores de idade e 52 estudantes, indicou ainda a HRANA.

Cuba desmente Trump sobre conversações com Estados Unidos... O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, negou hoje a existência de conversações entre Cuba e os Estados Unidos, depois de o homólogo norte-americano, Donald Trump, ter afirmado que estavam em curso negociações com Havana

Por  LUSA 

"Não existe qualquer discussão com o governo dos Estados Unidos, à exceção de contactos técnicos no domínio migratório", assegurou Díaz-Canel nas redes sociais, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Trump disse no domingo que estavam em curso discussões entre os Estados Unidos e Cuba.

"Estamos a discutir com Cuba", disse Trump, que aumentou nos últimos dias a pressão sobre o regime comunista de Havana, sobretudo depois da operação em 03 de janeiro em Caracas para capturar o ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Trump avisou mesmo que Cuba devia alcançar um acordo antes que fosse demasiado tarde.

"Como a história demonstra, as relações entre os Estados Unidos e Cuba, para que avancem, devem basear-se no Direito Internacional em vez da hostilidade, da ameaça e da coerção económica", escreveu Díaz-Canel, também citado pela agência espanhola EFE.

Díaz-Canel disse que Cuba estava disposta "a manter um diálogo sério e responsável" com a atual administração norte-americana com base na igualdade de soberania e no respeito mútuo.

Também segundo os "princípios de Direito Internacional, benefício recíproco, sem ingerência em assuntos internos e com pleno respeito pela nossa independência", acrescentou.

Trump incluiu o apelo a Cuba para negociar um acordo com Washington numa mensagem nas redes sociais, no domingo, dedicada à ilha das Caraíbas, na qual insistiu que Havana não vai receber "mais petróleo nem dinheiro" da Venezuela.

"Sugiro-lhes [a Cuba] que cheguem a um acordo antes que seja demasiado tarde", advertiu Trump, que desde a captura de Maduro tem vaticinado que o regime cubano cairá em breve.

O ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodríguez, afirmou na sexta-feira que Cuba não irá "vender o país nem ceder perante a ameaça e a chantagem" dos Estados Unidos.

Rodríguez falou depois de participar numa homenagem em Caracas aos mortos nos ataques norte-americanos para capturar Maduro, entre os quais se encontravam 32 militares e espiões cubanos.

A Venezuela tem sido o principal fornecedor de petróleo de Cuba a partir de um acordo bilateral, através do qual Caracas recebe em troca serviços profissionais de Havana, principalmente médicos e professores, mas também especialistas em segurança e defesa.

A interceção norte-americana de navios petrolíferos sancionados provenientes do país sul-americano, e o anúncio de Trump de que Washington terá o controlo total sobre a venda do petróleo venezuelano, ameaçam colocar Havana numa situação de tensão máxima.

Cuba sofre uma profunda crise energética desde meados de 2024, devido às frequentes avarias nas obsoletas centrais e à falta de divisas do Estado para adquirir o combustível necessário para as unidades de produção de energia.

A crise provoca cortes elétricos de 20 ou mais horas diárias em amplas zonas do país, segundo a EFE.

Oposição da Venezuela diz que só foram libertados 2% dos presos políticos... O principal bloco de oposição da Venezuela criticou hoje que tenham sido libertados apenas 24 presos políticos desde quinta-feira, quando foi anunciada a libertação de um "número significativo" de pessoas.

Por LUSA 

A Plataforma Democrática Unitária (PDU) salientou que "quase mil pessoas" continuam detidas por motivos políticos, numa situação que constitui uma "tática deliberada de protelação" e mostra um "escárnio inaceitável".

O número de presos libertados "representa pouco mais de 2%" do total, sublinhou.

Este cenário "é agravado por muitos dos libertados terem estado sujeitos a medidas cautelares pesadas", acrescentou a PDU, numa mensagem publicada nas redes sociais, reiterando que o número verificado de libertações é inferior às 116 anunciadas pelo Governo.

Na semana passada, Jorge Rodriguez, presidente da Assembleia Nacional e irmão da Presidente interina venezuelana, Delcy Rodriguez, anunciou a libertação de um "número significativo" de pessoas, sem divulgar uma lista com o total ou especificar nomes.

O Ministério do Serviço Penitenciário da Venezuela disse que foram libertadas, nas últimas horas, 116 pessoas detidas por "atos associados à perturbação da ordem constitucional e ameaça à estabilidade da nação".

A organização não-governamental Foro Penal, de defesa dos presos políticos na Venezuela, confirmou a libertação de mais de 40 pessoas.

A PDU exigiu que os responsáveis "avancem, sem demora, para a libertação plena e imediata de todos os presos políticos, sem exceções ou condições arbitrárias".

Para o bloco, esta exigência é "ainda mais urgente" depois da morte, no sábado, do preso político Edison José Torres Fernández.

Esta morte eleva para 26 o número de presos políticos falecidos sob custódia do Estado, indicou a PDU.

"Não pode haver portas giratórias. É inaceitável libertar uns enquanto outros são detidos, perseguidos ou sujeitos a processos judiciais infundados", considerou.

"A justiça não pode ser seletiva nem utilizada como mecanismo de pressão política", afirmou ainda, apelando à comunidade internacional para que se solidarize com as famílias que, nos últimos dias, têm mantido vigílias em frente a várias prisões, aguardando a libertação dos seus entes queridos.


Leia Também: Venezuela: Governo anuncia libertação de 116 presos, mas ONG confirmam 24

O Governo venezuelano anunciou hoje a libertação de 116 presos políticos, mas a organização não-governamental (ONG) Foro Penal apenas confirmou a libertação de 24 reclusos das prisões venezuelanas de La Crisálida e El Rodeo 1.


Hamas declara que está pronto para entregar poder em Gaza... O grupo islamita Hamas declarou hoje que os órgãos governamentais sob o seu controlo na Faixa de Gaza estão "totalmente preparados" para entregar o poder a um comité palestiniano independente para governar o território.

Por  LUSA 

Numa mensagem vídeo enviada à agência noticiosa espanhola EFE, Hazem Qasim, porta-voz do Hamas na Faixa de Gaza, afirmou que foi tomada uma decisão "clara e definitiva" para que as instituições governamentais da Faixa de Gaza transfiram o controlo para o comité, a ser formado na segunda fase da trégua no enclave palestiniano e que se encontra ainda dependente de negociações.

"Esta decisão de entregar o controlo na Faixa de Gaza faz parte da nossa implementação do acordo de cessar-fogo e dá prioridade ao supremo interesse nacional", declarou Qasim no vídeo.

O acordo proposto no plano de paz dos Estados Unidos estipula que a Faixa de Gaza será governada a título transitório por um comité "tecnocrático e apolítico", composto por palestinianos e especialistas internacionais, sob a supervisão de um Conselho de Paz dirigido pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.

Segundo o porta-voz dos islamitas palestinianos, Israel "não quer avançar para a segunda fase devido a cálculos internos relacionados com a coligação governamental e lutas internas pelo poder" no seio do Governo liderado por Benjamin Netanyahu.

Hazem Qasim responsabiliza Israel pela falta de progressos no acordo de paz na Faixa de Gaza, apesar de "o Hamas ter cumprido todas as suas obrigações relativas à primeira fase" da trégua alcançada com Israel e em vigor desde 10 de outubro.

"É evidente que os cálculos de Netanyahu são internos e relacionados com as suas perspetivas eleitorais", comentou o porta-voz do Hamas, que acusou Israel de cometer "graves violações" do cessar-fogo e de "planear um regresso à guerra".

A primeira fase do cessar-fogo incluiu a libertação dos 48 reféns, vivos e mortos, que permaneciam na Faixa de Gaza em troca de centenas de prisioneiros palestinianos, a retirada parcial das forças israelitas e a entrada de ajuda humanitária no enclave.

Israel aguarda porém que seja localizado e entregue o último corpo dos reféns que se encontravam na posse das milícias palestinianas antes de avançar para a segunda fase do entendimento.

O Hamas alega dificuldade em encontrar os restos mortais do refém, referindo as pilhas de escombros que se acumularam durante dois anos de guerra na Faixa de Gaza, bem como falta de equipamento para as buscas.

A segunda fase do plano prevê a formação de um governo de transição sem o Hamas, o desarmamento do seu braço militar e a criação de uma força internacional de paz.

Segundo o jornal israelita Times of Israel, os Estados Unidos realizaram conversações com os outros mediadores do conflito - Egito, Qatar e Turquia - que confirmaram a Washington que o Hamas aceitará um plano de desarmamento gradual que começaria com a entrega do seu armamento pesado.

A guerra na Faixa de Gaza foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.

Em retaliação, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave palestiniano, que provocou mais de 70 mil mortos, segundo as autoridades locais controladas pelo grupo islamita, um desastre humanitário, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação de centenas de milhares de pessoas.


O Hamas está a preparar eleições internas nos próximos meses para renovar a direção, após a morte da maioria dos dirigentes na guerra contra Israel, indicaram hoje fontes do movimento radical palestiniano à agência noticiosa France-Presse (AFP).


Libertação de detidos essencial para fim da suspensão da Guiné-Bissau... O ministro dos Negócios Estrangeiros português disse hoje que a libertação de todos os detidos na sequência do golpe de Estado de novembro na Guiné-Bissau é "essencial e indispensável" para o fim da suspensão deste país na CPLP.

Por  LUSA 

Paulo Rangel, que hoje visitou a sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, disse aos jornalistas que a organização, e a comunidade internacional, aguardam esse gesto das autoridades guineenses para "avançar".

O povo da Guiné-Bissau e a Guiné-Bissau enquanto Estado são, obviamente, essenciais à CPLP. Tendo em conta que houve uma interrupção da normalidade política constitucional, e nos termos dos estatutos da CPLP, teve de se decidir uma suspensão".

E foi também decidido criar uma Missão de Bons Ofícios de Alto Nível, a enviar para a Guiné-Bissau, que Paulo Rangel disse acreditar que "vai ocorrer".

Enquanto ministro de Portugal, afirmou que é "um ponto fundamental" a libertação de todos os detidos, entre os quais se encontra o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira.

"É essencial que o poder atualmente dominante em Bissau compreenda que é preciso dar essa mensagem aos países irmãos da CPLP e à comunidade internacional, no seu todo", defendeu.

Rangel referiu que, após a libertação de todos os detidos na sequência do golpe de 26 de novembro, será em princípio possível "começar a dialogar" no sentido de se organizar um processo de transição, que também "tem de ser extremamente rápido".

"A nossa mensagem é muito consistente para o poder na Guiné-Bissau, mas também é muito clara para o povo da Guiné-Bissau e para o Estado enquanto tal, que é o de que nós contamos com eles e nós queremos remover a suspensão, assim que todos os obstáculos a essa remoção sejam levantados. O primeiro deles, que é essencial e que é indispensável, é a libertação de todos aqueles que foram detidos na sequência desse golpe militar", reiterou.

A suspensão da Guiné-Bissau, que na altura do golpe presidia à CPLP, levou a que um outro Estado-membro assumisse esta direção: Timor-Leste.

Questionado sobre o próximo país a assumir a presidência e se este poderia ser a Guiné Equatorial, Rangel disse que a escolha resultará de um consenso entre todos os países da CPLP, mas que ainda é muito cedo.

"Vamos esperar com toda a calma (...). Não há nem pressa, nem sequer nenhuma inquietação", salientou.


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Missão da Comunidade dos Estados da África Ocidental pediu cumprimento das deliberações da última cimeira e alertou para consequências caso não haja libertação dos presos e formação de governo inclusivo na Guiné-Bissau.

Mais de 500 mortos após semanas de protestos. O que se passa no Irão?... Comerciantes e universitários começaram, em dezembro, um protesto contra a situação económica no Irão. A insatisfação alargou-se para um protesto contra o governo do país. Volvidos mais de 15 dias de conflitos, e mais de 538 mortos, eis o que se passa no país.

Por noticiasaominuto.com/ com LUSA 

A vaga de protestos no Irão já ultrapassou as duas semanas e fez mais de 500 mortos, momento em que importa perceber o que está em causa, o motivo do descontentamento e que consequências daqui podem advir.

Nos últimos dias, os protestos antigovernamentais cresceram em dimensão e em violência. Aquilo que começou como uma demonstração de descontentamento para com a situação económica no país, transformou-se num movimento de massa que pretende desafiar os governantes autoritários do país.

Os manifestantes são agora designados de "vândalos" e as entidades internacionais já estão de olhos postos e atentos aos desenvolvimentos deste conflito interno.

Por que é que os iranianos estão em protesto?

Segundo recorda o The New York Times, a economia do Irão está sob pressão constante há vários anos, em grande parte como resultado das sanções americanas e europeias relacionadas às suas ambições nucleares.

Os recursos financeiros do país ficaram ainda mais afetadas quando em junho passado o país se envolveu numa guerra de 12 dias com Israel, conflito no qual os EUA acabaram por se envolver e bombardear as suas instalações nucleares.

Contudo, tudo descambou em dezembro, quando no meio de uma inflação persistentemente alta, comerciantes e estudantes universitários decidiram unir-se em protesto. 

Como começaram os protestos?

Os protestos no Irão contra a deterioração da situação económica e a desvalorização da moeda começaram com manifestações em várias universidades, incluindo as mais prestigiadas como as de Teerão, Sharif e Beheshti.

Comerciantes de diversos mercados e centros comerciais do centro e sul de Teerão fecharam as suas lojas e marcharam pelas ruas adjacentes em resposta às fortes oscilações do mercado cambial, à queda acentuada do valor do rial e à instabilidade económica. 

O governo iraniano reconheceu a legitimidade dos protestos contra as dificuldades económicas e defendeu o diálogo com os manifestantes, prometendo implementar reformas para preservar o poder de compra dos cidadãos. Porém, quando a manifestação se virou contra si, o cenário alterou-se.

Manifestação contra o governo 

À medida que as manifestações aumentavam, começaram a transformar-se numa critica mais ampla que visava o regime teocrático do Irão. Nas redes sociais e na televisão, manifestantes foram vistos entoando slogans como "Morte ao ditador" e "Iranianos, levantem suas vozes, reivindiquem seus direitos".

No segundo dia consecutivo de protestos, a Guarda Revolucionária alertou os participantes num comunicado que se oporia a "qualquer tentativa de (...), caos ou ameaça à segurança".

Ao mesmo tempo, a agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, afirmou que os "meios de comunicação anti-iranianos e organizações de segurança estrangeiras, através de alguns dos seus agentes internos, estiveram presentes em algumas concentrações para transformar os protestos em distúrbios".

As primeiras vitimas mortais e o intensificar do conflito

A primeira vítima mortal das manifestações aconteceu ao 5.º dia de protesto. 

Um membro das forças de segurança foi morto no oeste do Irão e tornou-se oficialmente a primeira (de muitas) vítimas, dos confrontos que entretanto colocaram frente a frente manifestantes e forças de segurança. Hoje, o número ascende a, pelo menos, 538 mortos. O número pode ser, no entanto, muito maior, dado que o corte de internet que dura há várias horas no país, não permite fazer um cálculo real.

Recorde-se que, na quinta-feira, o governo iraniano decidiu cortar o acesso à internet e o sinal de telemóveis em todo o país, depois de terem sido publicados nas redes sociais vídeos que mostravam uma multidão em protesto. Esta proibição decorre já há 84 horas.

Pedido de apoio e contenção

Entretanto, têm sido várias vozes a apelar á contenção. O opositor no exílio Reza Pahlavi, filho do antigo xá do Irão, apelou às forças de segurança para que "se unam ao povo", face ao movimento de protesto que já dura há duas semanas.

Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou ao Irão para se "abster do uso da força desnecessária ou desproporcionada". "Todos os iranianos deveriam poder expressar as suas queixas pacificamente e sem medo. Os direitos à liberdade de expressão, de associação e de reunião pacífica, consagrados no direito internacional, devem ser plenamente respeitados e protegidos", declarou.

Iranianos querem a intervenção dos EUA?

O chefe da diplomacia do Irão, Abbas Araghchi, disse esta segunda-feira que os protestos em todo o país "tornaram-se violentos e sangrentos para dar uma desculpa" para uma intervenção militar dos Estados Unidos.

Araghchi não apresentou provas para suportar esta alegação, mas garantiu que "a situação está sob controlo total" em todo o país.

Apesar disso, Donald Trump anunciou, também hoje,  que os líderes do Irão o contactaram para negociar após este ter ameaçado com uma ação militar. Apesar de afirmar que estes "querem negociar", Trump diz estar a receber atualizações de hora em hora sobre os protestos e que a administração que lidera "tomará uma decisão".

"Talvez tenhamos de agir antes de uma reunião" disse.

Um dia antes, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu que, "no dia em que o Irão seja libertado do jugo da tirania", os dois países voltarão a ser "parceiros fiéis" para construir um futuro de prosperidade e de paz para os dois povos.

SpaceX autorizada a colocar em órbita mais 7.500 satélites Starlink... A primeira metade deste conjunto de satélites Starlink deve ser lançada até ao dia 1 de dezembro de 2028, com a segunda metade a ter como prazo o mês de dezembro de 2030.

Por noticiasaominuto.com 

A Comissão Federal de Comunicações dos EUA anunciou no final da semana passada que aprovou o lançamento de mais 7.500 satélites de segunda geração Starlink - o que fará com que o número de satélites da SpaceX em órbita chegue a um total de 15 mil satélites.

Conta a Reuters que a SpaceX submeteu um pedido para o lançamento adicional de 14.988 satélites, com a entidade reguladora para as comunicações dos EUA a ter decidido “adiar a autorização” deste conjunto.

Mediante esta autorização da Comissão Federal de Comunicações dos EUA, a SpaceX deverá lançar metade dos 7.500 satélites até ao dia 1 de dezembro de 2028 e a segunda metade até dezembro de 2031.

Esta nova autorização para mais satélites da Starlink permite não só disponibilizar Internet em mais territórios, como também a possibilidade de operar em cinco frequências diferentes.

Risco de colisão

A SpaceX já teve alguns percalços no passado com os seus satélites Starlink e, para evitar situações semelhantes no futuro, tomou a decisão de baixar a órbita de cerca de alguns dos satélites que tem posicionados na órbita do nosso planeta.

Dos mais de 9 mil satélites da SpaceX que estão atualmente a operar na órbita da Terra, serão 4.400 satélites que, ao invés dos 550 km de distância da Terra, ficarão a 480 km. O processo será gradual e terá lugar ao longo dos próximos meses.

O objetivo desta decisão é reduzir a probabilidade dos satélites da Starlink colidirem com os lançados por empresas rivais, com o vice-presidente de engenharia da divisão Starlink, Michael Nicholls, a explicar que “o número de objetos e constelações de satélites planeadas é significativamente mais baixo abaixo dos 500 km” de altura.

Como conta o site The Verge, estima-se que até ao final desta década estejam até 70 mil satélites na região do Espaço entre os 160 km e os 2 mil km de distância da Terra.


Leia Também: Irão sem Internet há 84 horas devido aos protestos

O corte da Internet decidido na quinta-feira pelas autoridades iranianas, devido aos protestos contra o Governo, continua em vigor, disse hoje a organização não-governamental (ONG) de monitorização da cibersegurança Netblocks.