Domingos Simões Pereira está em prisão domiciliária desde 30 de janeiro, sob vigilância de polícias e militares Foto: DW Por DW África
A Promotoria da Justiça Militar autorizou que os advogados de Domingos Simões Pereira tenham acesso ao político para consultas.
Segundo um despacho emitido, a que a DW teve acesso, a Promotoria deferiu "o requerimento apresentado pelos mandatários judiciais" do líder do PAIGC.
"Nestes termos, ordena o corpo de segurança instalado na residência de Domingos Simões Pereira a terem acesso à residência e poderem livremente comunicar com este, sem restrições", pode ler-se no documento.
O despacho determina também que seja garantida a comparência de Simões Pereira na audiência agendada para esta sexta‑feira (13.02) no Tribunal Militar e ordena ao corpo de segurança que cumpra estas instruções.
As equipas de defesa do político afirmam que não têm acesso ao processo, não sabem em que condições o líder político será ouvido e denunciam que não foi permitido o contacto prévio com os advogados.
O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) está em prisão domiciliária desde 30 de janeiro, após ter passado mais de 60 dias na Segunda Esquadra de Bissau.

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