A final, a realização do V° Congresso do Movimento, agendado desde 25 de outubro último, foi bem acertado.
Para além dos pontos das ordens de prestações dos feitos ao longo destes 4 anos aos delegados, mas também, foi oportuno analisar o indesejável atual cenário político-militar prevalecente no país.
No que tange com a implicação dos dirigentes do Movimento na criada Conselho Nacional de Transição (CNT) consubstanciada da CARTA DE TRANSIÇÃO POLÍTICA, resultante do Golpe de Estado, os congressistas vêm que é um ato de fidelidade à pátria, por conseguinte é tão importante participar no tal espaço temporário, para mitigar os constrangimentos que podem minar o retorno da legalidade à normalização do país.
Em casos atípicos Como de momento, o Movimento, sente no direito da sociedade civil reclamar e assumir a gestão do poder de Estado até ao retorno da normalidade do país ou noutro, participar na configuração mista como das diferentes sensibilidades do país.
No entanto, o pior das hipóteses e de vir correr atrás dos prejuízos e de nada abonatória, é opção da auto exclusão, rumo do qual se fica como mero observador, não tido em conta e nem achado. Vale ser fiel à pátria ao invés de atrair pela tese de orgulho em manter a convenção para o bloqueio eterno.
Pelo que, os delegados congratulam com o ato de condenação da subversão da ordem constitucional e aconselham os seus dirigentes para não se compactuam com todos atos que transcendem as competências reservadas aos capítulos em vigência.
Decidimos juntar -se para sair da situação de anormalidade no período pretérito período de um ano.
Convido a todos se associarem o desafio que me é confrontado a causa desta nossa pátria amada, que dele, só tenho Um Bilhete de Identidade, Uma Única Nacionalidade Guineense e Uma peça que do Passaporte.
Por SFCT

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