Radio Voz Do Povo
sábado, 14 de janeiro de 2023
PM esteve no Festival de Broska em Mansoa e, dançou... Nuno Gomes Nabiam após a receção, usou de palavra, para destacar a necessidade de acompanhar o PR Umaro Sissoco Embaló no processo de estabilização do país, para que o governo possa realizar importantes obras do desenvolvimento.
Guiné-Bissau: Caso de incêndio na tabanca de Menegue, Ilha de Canhabaque, Bubacar Gomes um de testemunhos, assegurou que, era difícil neutralizar o fogo, por causa de mau tempo.
Explicou ainda que, momentos antes de sucedido, maioria da população se encontravam na cerimónia fúnebre. Por esta razão, fogo acabou por dominar o perímetro.
Radio TV Bantaba
COVID-19: OMS pede a Pequim "mais dados e transparência" após 60 mil mortes
© Reuters
POR LUSA 14/01/23
A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu hoje à China que forneça mais dados, depois de registar quase 60.000 mortes nos hospitais ligadas à pandemia de covid-19 desde o levantamento das restrições.
Além disso, a OMS pediu ainda "maior transparência" para entender as origens da pandemia.
"Hoje cedo, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, conversou com o ministro Ma Xiaowei, diretor da Comissão Nacional de Saúde da China, sobre a situação da covid-19 no país", disse a organização, em comunicado.
Agradecendo a reunião, a OMS solicitou a divulgação pública de informação sobre a situação geral na China.
Nas últimas semanas, o diretor-geral e outros funcionários da OMS criticaram a relutância da China em partilhar dados confiáveis sobre a "onda de covid-19" que está a "varrer o país".
A OMS salientou estar a analisar informação do início de dezembro de 2022 a 12 de janeiro de 2023 para uma melhor compreensão da situação epidemiológica e do impacto desta "onda de covid-19 na China".
A organização salientou ter tomado nota dos "esforços feitos pelas autoridades chinesas para reforçar" os cuidados de saúde, incluindo os cuidados intensivos.
A China registou quase 60.000 mortes nos hospitais ligadas à pandemia de covid-19 desde o levantamento das rígidas restrições para combater a doença feito no país há um mês, anunciaram hoje as autoridades.
"Um total de 59.938 [mortes] foi registado entre 8 de dezembro de 2022 e 12 de janeiro de 2023", avançou à imprensa o responsável da Comissão Nacional Sanitária da China, Jiao Yahui, referindo que o registo não tem em consideração as mortes que aconteceram fora das estruturas médicas.
O coordenador do Madem-G15 para Setor Autónomo de Bissau, Sandji Fati apelou esta tarde no círculo-27 o recenseamento em massa da população, para garantir vitória nas legislativas 04 junho. O deputado Alanso Fati falou primeiro, mas alertou que é preciso trabalhar seriamente para assegurar a vitória.
Japan-France Summit, What Will It Bring
Pyongyang, January 13 (KCNA) -- A researcher of the Society for International Politics Study in the DPRK, released an article titled "What will Japan-France summit bring to the Asia-Pacific region" on Jan.12, which said:
Japanese Prime Minister Kishida on January 9 arrived in France as the first schedule of his visit to the G7 member states and held a summit with President Macron.
At the summit, Kishida explained the purport and purpose of the new national security strategy set forth in December last year under the pretext of "threats" from neighboring countries, reckoning France as an "important partner necessary for building the free and open Indo-Pacific".
He asserted that the security of Europe and the Indo-Pacific region is in "inseparable relationship" and, therefore, substantial cooperation with France, including joint military exercises, should be continuously promoted.
This clearly proved the aim of Kishida's visit which is to win support from the member states for Japan's new national security strategy with preemptive attack and arms buildup as its gist.
The new national security strategy Japan peddles in the member states of G7 is a confrontational scenario as it turned the previous policy of "exclusive defense" into a policy of preemptive attack and war in its contents and character.
It is the international community's comment that Japan has completely cast away its veil of a "pacifist state" by deciding to possess the "capability of counterattacking enemy's base".
As the concern and repugnancy of neighboring countries over its new national security strategy have grown day by day, Japan set out on a solicitation trip to secure the support of countries sharing "common values".
What matters is that some Western countries are actively joining Japan in its moves to become a military giant, bringing the dark clouds of instability to the Asia-Pacific region.
There is a greater danger in the fact that all countries visited by Kishida are NATO member states.
In June last year, the U.S., Britain, France and other major NATO member states at a summit gave a warning to "China's systematic challenge to the region linked with the security of the alliance" and adopted a new "strategic concept" whose main point is to contain China.
It is well known to the world that NATO has made public its plan to deploy more warships in the Asia-Pacific region and take more active part in the joint military drills with its allies, escalating the regional tension.
In case of France alone, it dispatched a French air detachment to the Pacific region, under the pretext of demonstrating air force capability ranging from its mainland to the South Pacific, to join the U.S.-led joint air drill in September last year.
It is the sinister intention of NATO stretching its tentacles to the Asia-Pacific region to put pressure on China in an all-round way by justifying its advance into the Asia-Pacific region under various pretexts and steadily expanding its influence over the region.
This is clearly evidenced by the fact that the Japan-France summit called for "unilateral change of status quo" in the East and South seas of China, talking about the Taiwan issue that belongs to China's internal affairs.
Japan plays the role of a guide introducing NATO, a legacy of the Cold War, into the Asia-Pacific region, while NATO tries to set its foot in the region. Such behaviors are sowing the seeds of discord deep in the Asia-Pacific region where the interests are complicatedly intertwined over the historical and territorial issues and so on.
They must be making a wrong choice.
Asia-Pacific is not what was in the past, and regional countries are strictly watching the recent worrying moves of Japan and outside forces.
Kishida's foreign tour will only bring security instability to the Asia-Pacific region.
O MADEM-G15 está de portas abertas para todos aqueles que pretendam juntar-se para juntos trabalharmos para o melhor para a Guiné-Bissau.
Movimento para Alternância Democrática - MADEM G15
A dinâmica do grande partido que oferece o desenvolvimento para o país, MADEM-G15 não tem como desacelerar. Com a presença dos altos dirigentes do MADEM-G15, vários militantes oriundos de vários quadrantes receberam os seus cartões de militante e, apostam cada vez mais nesta grande força.
O MADEM-G15 está de portas abertas para todos aqueles que pretendam juntar-se para juntos trabalharmos para o melhor para a Guiné-Bissau.
HORA TCHIGA!
UCRÂNIA/RÚSSIA: Governador garante que cidade de Soledar continua sob controlo ucraniano
© Getty Images
POR LUSA 14/01/23
A cidade de Soledar, no leste da Ucrânia, ainda está "sob controlo ucraniano", garantiu hoje o governador da região que o grupo paramilitar russo Wagner disse ter conquistado e que é palco de duros combates com a Rússia.
"Soledar está sob o controlo das autoridades ucranianas, as nossas forças controlam" a cidade, afirmou, acrescentando que esta localidade e a cidade vizinha de Bakhmut são atualmente os pontos "mais quentes" da frente de combates.
Segundo as autoridades ucranianas, apesar dos intensos combates com a Rússia, continuam "presos" na cidade 559 moradores, incluindo 15 menores com idades entre os 7 e os 15 anos.
Em declarações à televisão, citadas pela agência de notícias Unian, o chefe da administração militar regional de Donetsk, Pavlo Kyrylenko, adiantou que as pessoas que continuam em Soledar têm a alimentação e os artigos de higiene necessários e acrescentou que sete pessoas foram retiradas na sexta-feira da cidade, cuja comunidade territorial conta com 20.000 habitantes.
"Assim que tivermos a oportunidade de chegar lá para retirar [as pessoas restantes], é claro que iremos", garantiu Kyrylenko,.
A Rússia anunciou, há dois dias, que unidades de assalto da empresa militar privada Wagner tinham conquistado Soledar, mas as forças ucranianas têm negado e dito que os intensos combates continuam.
Segundo o porta-voz do Grupo de Força Oriental das Forças Armadas Ucranianas, Serhiy Cherevaty, as tropas russas estão a tentar conquistar Soledar para avançar profundamente na região de Donetsk.
"Embora o inimigo tenha concentrado as suas maiores forças nessa direção, os nossos soldados - as Forças Armadas da Ucrânia, todas as forças de defesa e segurança - estão a proteger o Estado", a região de Donetsk, sublinhou na sexta-feira o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Segundo o porta-voz do Estado-Maior do Exército ucraniano, a cidade foi atingida nas últimas semanas por violentos combates, mas apenas as infraestruturas civis na região de Konstantinovka foram atingidas por mísseis das forças de Moscovo e várias posições militares ucranianas foram visada por bombardeamentos aéreos.
A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas -- 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus --, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945).
Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.
A invasão russa -- justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia -- foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.
A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.952 civis mortos e 11.144 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.
Leia Também: Ucrânia. Zelensky agradece envio de tanques ao Reino Unido
Ksenia Ashrafrullina, ativista russa, considera que os sinais de nervosismo apresentados esta semana por Vladimir Putin são um sinal de que “a Rússia está a perder”, uma vez que “o plano inicial” era “tomar Kiev em três dias”.
“É evidente que dentro dos grupos à volta de Putin, que lhe tinham prometido a vitória, há uma guerra”
Ksenia Ashrafrullina, ativista russa, considera que os sinais de nervosismo apresentados esta semana por Vladimir Putin são um sinal de que “a Rússia está a perder”, uma vez que “o plano inicial” era “tomar Kiev em três dias”.
“É evidente que dentro dos grupos à volta de Putin, que lhe tinham prometido a vitória, há uma guerra” e que há homens que “estão a tentar estar mais próximos do presidente e influenciar sobre as decisões dele”.
A ativista defende que há a “necessidade de mostrar não só resultados”, mas também “indicar quem poderia ser o próximo a garantir a vitória”.
Veja Também:
José Palmeira, especialista em relações internacionais, explica que os ataques levados a cabo pelas tropas russas esta manhã “já tinham sido previstos pelas autoridades ucranianas, que já tinham alertado a população de que era previsto que acontecessem”.
Para o especialista, o objetivo desta nova investida russa “é, desde logo, provocar danos ao quotidiano dos cidadãos”, uma vez que “os principais alvos são estruturas elétricas, manter a pressão sob todo o território ucraniano”.
Apesar de os ataques deste sábado se terem concentrado em Kiev e Kharkiv, José Palmeira alerta que “os ataques com mísseis e com drones podem acontecer em qualquer local”.
Covid-19. China anuncia 60 mil mortes desde levantamento das restrições
© Lusa
POR LUSA 14/01/23
A China registou quase 60.000 mortes nos hospitais ligadas à pandemia de covid-19 desde o levantamento das rígidas restrições para combater a doença feito no país há um mês, anunciaram hoje as autoridades.
"Um total de 59.938 [mortes] foi registado entre 8 de dezembro de 2022 e 12 de janeiro de 2023", avançou à imprensa o responsável da Comissão Nacional Sanitária da China, Jiao Yahui, referindo que o registo não tem em consideração as mortes que aconteceram fora das estruturas médicas.
A Comissão Sanitária Nacional da China anunciou neste sábado um total de 59.938 mortes relacionadas à covid entre 8 de dezembro, quando as autoridades começaram a relaxar as restrições que mantinham contra a pandemia, e 12 de janeiro deste ano.
A China aboliu, no início de dezembro, várias medidas de prevenção contra a covid-19, incluindo o isolamento em instalações designadas de todos os casos positivos, sinalizando o fim da estratégia 'zero casos', que se tornou fonte de descontentamento popular.
Na altura, o Conselho de Estado (executivo) anunciou que quem testasse positivo para infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 podia passar a cumprir isolamento em casa, em vez de ser enviado para instalações designadas, muitas vezes em condições degradantes, e que as escolas que ainda não tinham tido surtos iam voltar ao ensino presencial.
A mudança de política aconteceu após protestos em várias cidades do país contra a política de 'zero casos' de covid-19, que gerou casos de alegado abuso de autoridade e impôs, durante quase três anos, uma quarentena a quem chegava do estrangeiro.
De acordo com os dados hoje avançados, citados pelo jornal Global Times, a idade média dos mortos registados nos centros médicos foi de 80,3 anos, sendo que 90,1% tinham mais de 65 anos e mais de 90% sofriam de doenças subjacentes.
A comissão sanitária esclareceu ainda que realiza testes de PCR para classificar se as mortes tiveram origem na covid-19 e que as principais causas diretas foram insuficiência respiratória (5.503) ou doenças anteriores que pioraram após o desenvolvimento da infeção pandémica (54.435).
Autoridades ucranianas relatam ataque com míssil da Rússia contra Kyiv
© Getty Images
POR LUSA 14/01/23
Várias explosões abalaram Kyiv hoje de manhã e minutos depois as sirenes de ataque aéreo soaram devido a um aparente ataque com mísseis em curso contra a capital ucraniana, indicaram as autoridades locais.
O chefe adjunto do gabinete presidencial da Ucrânia, Kyrylo Tymoshenko, disse, no Telegram, que o alvo eram infraestruturas críticas de Kyiv.
A administração militar da cidade indicou que uma parte não identificada de uma infraestrutura foi atingida e que os serviços de emergência já estavam no local do ataque.
O presidente da câmara de Kyiv, Vitali Klitschko, afirmou que foram ouvidas explosões no distrito de Dniprovskyi e apelou aos residentes para "permanecerem em abrigos".
O responsável local disse ainda que caíram fragmentos de um míssil sobre uma área não residencial na zona de Holosiivskyi.
Até cerca das 11:30 locais (menos duas horas em Lisboa), não havia conhecimento de mortos ou feridos, e ainda não era claro se várias instalações em Kyiv foram alvo de ataques ou apenas a que foi reportada como tendo sido atingida.
Desde a noite de ano novo que a capital ucraniana não era atacada com mísseis.
Na região periférica de Kyiv, um edifício residencial na aldeia de Kopyliv foi atingido e as janelas das casas próximas rebentaram, disse Tymoshenko.
Ao início do dia de hoje, dois mísseis russos atingiram Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, informou o governador daquela região.
Oleh Syniehubov disse que as forças russas dispararam dois mísseis S-300 contra a região industrial de Kharkiv. A extensão dos danos do ataque não era imediatamente clara, mas não foram relatadas quaisquer baixas.
A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas -- 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU.
Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.
A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.
A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.919 civis mortos e 11.075 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
Canhabaque: na Tabanca de Menegue, fogo consumiu aproximadamente, cerca de 40 casas.
Segundo fonte local, contatada pela TV BANTABA, o trágico aconteceu, quando explodiu uma bateria de carro, num local improvisado para carregamento de telemóveis.
Sem morto, segundo a mesma fonte
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO VÍDEO
Video: Mampatas Tambakumba
Rio congelado permite travessia de ucranianos (e feridos). Há imagens
Notícias ao Minuto 13/01/23
Cidadãos aproveitam para atravessar o rio Siverskyi Donets, enquanto são feitas as reparações da ponte bombardeada, que liga Sievierodonetsk a Lysychansk.
Um congelamento do rio Siverskyi Donets, perto de Kharkiv devido às baixas temperaturas de Inverno que se fazem sentir na Ucrânia, está a permitir aos ucranianos fazer a travessia, enquanto são feitas as reparações da ponte bombardeada, que liga Sievierodonetsk a Lysychansk.
Nas imagens acima podem ver-se feridos a ser transportados e pessoas a deslocar-se acompanhadas dos animais de estimação.
As forças russas explodiram, em junho de 2022, a ponte que liga a cidade ucraniana de Sievierodonetsk a Lysychansk, do outro lado do rio, cortando uma possível rota de fuga de civis.
Na altura, Sievierodonetsk era o epicentro da batalha pelo controlo da região de Donbass, no leste ucraniano.
A maior parte da Ucrânia continua a viver sob ataques diários de mísseis e drones lançados pelas forças russas, à medida que se aproxima a data em que se assinala um ano desde o início do conflito, a 24 de fevereiro.
A guerra na Ucrânia tirou já a vida a pelo menos 6.952 civis, ferindo outros 11.144, de acordo com os mais recentes cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU).
RÚSSIA: Putin poderá nomear sucessor este ano, diz antigo redator de discursos
© Getty Images
Notícias ao Minuto 13/01/23
Na perspetiva de Abbas Gallyamov, antigo redator de discursos de Putin, a ideia do presidente russo passará por escolher alguém que seja capaz de negociar o fim da guerra com a Ucrânia e o Ocidente.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, poderá nomear ainda este ano o sucessor para o cargo, evitando assim o risco de sofrer um golpe de Estado. Quem o disse foi Abbas Gallyamov, seu antigo escritor de discursos, numa entrevista ao canal de YouTube Khodorkovsky Live.
A notícia, aqui citada pelo jornal britânico Daily Mail, surge numa altura em que a popularidade do presidente russo tem vindo a decrescer no país, consequência da guerra na Ucrânia, cujos objetivos têm ficado bastante aquém dos delineados inicialmente.
Segundo acredita Abbas Gallyamov, a ideia de Vladimir Putin passará por entregar a liderança do país a um herdeiro "tecnocrata" por ele escolhido para, depois, poder retirar-se para o seu "palácio" no Mar Negro. Evitaria, assim, argumentou o ex-aliado do presidente russo, ser retirado à força do poder.
Na perspetiva de Gallyamov, a ideia do presidente russo passará, assim, por escolher alguém que seja capaz de negociar o fim da guerra com a Ucrânia e o Ocidente e que, ao mesmo tempo, não esteja a considerar concorrer às próximas eleições presidenciais, marcadas para 2024.
Mas quem será, de forma mais concreta, a pessoa escolhida por Putin para ocupar o cargo que está já há tantos anos associado ao seu nome? Terá de ser, principalmente, um funcionário "inferior de confiança" - como é o caso, exemplificou o antigo redator de discursos do chefe de Estado russo, do presidente da Câmara de Moscovo, Sergey Sobyanin, do primeiro-ministro, Mikhail Mishustin, ou do seu subchefe de gabinete, Dmitry Kozak.
A entrevista foi dada numa altura em que, elaborou Abbas Gallyamov, o círculo de Vladimir Putin já não o vê como um "garante de estabilidade", o que o leva a estar alarmado com a ascensão de Yevgeny Prigozhin, líder da empresa paramilitar russa Wagner - que, ainda assim, tem sido até agora leal ao Kremlin.
De recordar que Vladimir Putin tem vindo a sofrer um decréscimo de popularidade após as severas perdas de recursos humanos sofridas na frente de batalha. Até porque, nos últimos meses, os avanços das tropas russas no terreno têm sido bastante reduzidas, aumentando a onda de críticas em torno da investida militar.
A guerra na Ucrânia, que teve início a 24 de fevereiro, tirou já a vida a 6.952 civis, ferindo outros 11.144, de acordo com os mais recentes cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU).
Leia Também: A China e a Rússia distanciaram-se hoje do apelo feito pela maioria dos membros do Conselho de Segurança da ONU em que pedem ao governo talibã do Afeganistão para que "revertam imediatamente as medidas de opressão contra mulheres".
Guiné-Bissau: Ministro das Obras públicas Fideles forbes reage sobre declarações dos moradores do Safim.
Guiné-Bissau: Ministério da Cultura Juventude e Desportos empossa comissão organizadora do Carnaval 2023
Doravante é cancelado todos os pagamentos relativamente ao cancelamento da antiga gama dos passaportes.
A posição foi tornada pública esta Sexta-Feira (13.01), em Bissau, numa conferência de imprensa pelo Diretor Geral da Migração Lino Correia.
Mais de 1,3 milhões de chineses pediram passaportes e vistos em apenas cinco dias
No passado dia 8 de janeiro, a China reabriu as fronteiras e retomou a emissão destes documentos.
A corrida à documentação ocorre dias depois da reabertura das fronteiras do país e numa altura em que o país enfrenta um surto sem precedentes de casos e de mortes por covid-19.
Desde que a China reabriu fronteiras e retomou a emissão de passaportes e vistos, as longas filas e o movimento não abrandam em Pequim.
De norte a sul do país as autoridades registaram um aumento nos pedidos de documentação para viajar de quase 130%.
“Desde 8 de Janeiro, o número total de residentes no continente que têm solicitado documentos de imigração é de 1,351 milhões, um aumento de 129,4% em comparação com o número anterior à implementação da política, incluindo 353.000 pedidos para passaportes, um aumento de 89,8% em comparação com o número anterior à implementação da política”, evidenciou Liu Haitao, da Administração Nacional de Imigração da China.
A euforia de poder voltar a viajar coincide com uma época particularmente especial para os chineses, o ano novo lunar, a causa da maior migração anual no Mundo.
Esta época festiva coincide com um surto sem precedentes de casos e de mortes por covid-19 no país. Por essa razão as autoridades já vieram apelar aos chineses para que evitem visitar os familiares mais velhos.
Só no domingo, no dia em que a China levantou a quarentena obrigatória para viajantes do estrangeiro, mais de 250 mil pessoas entraram pelas fronteiras chinesas.
Leia Também: Covid-19: as imagens de hospitais sobrelotados na China
ALEMANHA: Transformar casa onde Hitler nasceu em esquadra custará 20 milhões
© Getty Images
POR LUSA 13/01/23
A transformação da casa onde nasceu o ditador nazi Adolf Hitler, na localidade austríaca de Braunau am Inn, numa esquadra de polícia custará 20 milhões de euros, muito mais que o inicialmente previsto, noticiou hoje a imprensa local.
O polémico projeto, aprovado pelo município há três anos após o parecer de uma comissão de especialistas, a fim de evitar que a casa se tornasse um local de romaria de grupos neonazis e de extrema-direita, tinha um orçamento inicial de cinco milhões de euros.
No ano passado, o orçamento aumentou para 11 milhões de euros, tendo agora passado para cerca de 20 milhões, segundo dados do Ministério do Interior da Áustria.
As obras para iniciar a renovação do edifício, situado no centro de Braunau am Inn, uma localidade com cerca de 16.000 habitantes perto da fronteira com a Alemanha, começarão após o verão deste ano e durarão até finais de 2025.
De acordo com o diário local OEN, as obras foram primeiro adiadas por causa da pandemia de covid-19 e agora devido à complicada situação no setor da construção civil, relacionada com a enorme escassez de materiais.
A casa onde Hitler (1889-1945) nasceu esteve envolta em polémica durante anos e, após uma longa batalha judicial entre a anterior proprietária e o Estado, o Governo austríaco decidiu em 2017 expropriar o edifício e, em 2019, transformá-lo numa esquadra de polícia.
Deste modo, as autoridades esperam eliminar qualquer relação entre o edifício e o ditador nazi, embora perto do local continue a existir um monumento em memória dos milhões de vítimas do nazismo.
CABO VERDE: Democracia "não vai bem" com milhares na pobreza extrema em Cabo Verde ...José Maria Neves
© Lusa
POR LUSA 13/01/23
O presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, afirmou hoje que a democracia no país "não vai bem" com milhares de cabo-verdianos a viverem em pobreza extrema ou em "crise alimentar aguda".
"A democracia não se esgota apenas na realização da eleição, por mais que ela ocorra com pontualidade e os seus resultados sejam sempre respeitados. A nossa não vai bem quando cerca de 73 mil cabo-verdianos vivem em situação de extrema pobreza e aproximadamente 46 mil em situação de crise alimentar aguda", afirmou o chefe de Estado no discurso oficial das comemorações do Dia da Liberdade e da Democracia.
"O desemprego jovem é elevado, a inflação atinge principalmente as famílias mais carenciadas e a desigualdade aumenta. De salientar que a condição de pobreza não é uma opção, sendo que ela fere a dignidade humana e é um terreno fértil para o condicionamento do voto", acrescentou.
O parlamento cabo-verdiano, na Praia, recebeu hoje a sessão solene comemorativa do Dia da Liberdade e da Democracia, que assinala a realização, em 13 de janeiro de 1991, das primeiras eleições multipartidárias em Cabo Verde, após o período do partido único no país.
"Constata-se a urgência de uma reforma global do Estado e da Administração Pública, com medidas estruturantes, adequando as suas dimensões às reais necessidades do país, reduzindo custos, potenciando ganhos de eficácia e de eficiência, com mais flexibilidade e respondendo com mais sofisticação aos ingentes desafios do atual contexto socioeconómico", exemplificou.
"Bem concebida e executada", essa reforma, disse, "será capaz de ter efeitos na redução das despesas de funcionamento do Estado, libertando meios para o combate à pobreza e às desigualdades, contribuindo efetivamente para que uma larga franja de cabo-verdianos das classes mais desfavorecidas possa ter acesso a mais recursos, de forma a poder ter uma vida mais digna".
A democracia, acrescentou "também se realiza, e se cumpre a Constituição, quando os cabo-verdianos tiverem melhores condições de mobilidade entre as ilhas, quando os órgãos de regulação tiverem bom desempenho, quando a Justiça for mais célere e diminuir a sensação de impunidade, quando a violência urbana for reduzida através de estratégias capazes de agir mais na prevenção do que na repressão".
No seu discurso, José Maria Neves afirmou ainda que é necessária uma comunicação social "livre, forte e independente", o que "contribui para uma boa saúde da democracia".
"Esta fica sempre mais frágil se a imprensa se cala ou se acovarda. Os inimigos da democracia dificultam a vida a uma imprensa livre para, também, enfraquecerem a resistência dessa mesma democracia. Temos que evitar tanto a censura como a autocensura e trabalhar para que Cabo Verde volte a subir no 'ranking' de liberdade de imprensa", disse.
José Maria Neves apontou também que "a forma ligeira e desrespeitosa como se discute determinadas questões políticas essenciais pode originar cansaço e descrédito em relação à política, aos políticos e às instituições, o que só desvaloriza a democracia".
"Cabe, pois, tudo fazer para reforçar as instituições enquanto pilares do sistema democrático, valorizar a política, os políticos e os partidos e qualificar a democracia", disse.
O chefe de Estado reiterou que é necessário um "cada vez melhor entendimento e cooperação entre os órgãos de soberania", bem como "uma leitura adequada de determinados conceitos, nomeadamente a interdependência e separação de poderes", sublinhando a sua "disponibilidade institucional" para "a busca dos melhores entendimentos".
"A democracia também é um regime de instituições, enquanto estrutura, normas, regras, hábitos mentais e costumes. Temos que reforçá-las e melhorar o seu desempenho através da disponibilidade para o diálogo e a procura incessante de consensos. Só se consegue construir a democracia com democratas genuínos, com todo o mundo a conversar, a debater de forma salutar, recuperando as boas relações entre políticos, vizinhos, colegas de trabalho, classes profissionais, academia, etc. Desta forma, com pedagogia, estaremos a dissipar o clima de crispação, algumas vezes presente, e contribuir para o diálogo, tolerância, cooperação e confiança", acrescentou.
Defendeu que a democracia também é construída com "dissensos e divergências", o que "exige a convivência pacífica" e "respeitosa" entre todos, "com a maioria a preocupar-se com as minorias, sendo certo que nem mesmo uma maioria absoluta quer dizer poder absoluto".
"São sempre desejáveis e necessárias a busca e obtenção de consensos, o que beneficia os cidadãos, credibiliza as instituições democráticas e facilita o revezamento de papéis, como sempre sucede em democracia. Quanto maior o respeito pelo adversário, maior é o contributo para a elevação do debate político. Mais cultura democrática significa melhores condições de fala e maior disponibilidade do outro para ouvir. Sublinho aqui a necessidade de reaprendermos a escutar e a discutir", disse.
"É possível divergir com elegância, respeito e consideração. Na democracia há situação e oposição. O Governo governa e a oposição faz o seu papel, sempre com respeito mútuo", enfatizou.
Leia Também: PM de Cabo Verde diz que acusações do PAICV afetam jornalistas
REPRESENTANTES DA COMUNIDADE MAURITANIANA FORAM ESTA MANHÃ RECEBIDOS EM AUDIÊNCIA PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA E COMANDANTE SUPREMO DAS FORÇAS ARMADAS.
Presidente da República da Guiné-Bissau Umaro Sissoco Embaló
Os porta-vozes dos representantes da comunidade mauritaniana apresentaram ao Chefe de Estado os cumprimentos de um Novo Ano, desejando sorte e a continuação dos sucessos que o Presidente da República tem alcançado internamente como no plano internacional.
De seguida solicitaram a isenção de vistos bem como o pagamento a que isso implica, invocando o facto das relações entre a Guiné-Bissau e a Mauritânia serem históricas com mais de meio-século de existência e reforçadas pelo facto de uma esmagadora maioria de mauritanianos já viverem mais de 30 anos e de terem constituído familia com mulheres guineenses e de 1.800 dos seusl filhos terem nascido na nossa terra.
Outro assunto exposto ao Chefe do Estado foi no capítulo da segurança, considerando o facto dos seus estabelecimentos comerciais serem alvo de assaltos à mão armada. Reafirmaram o seu firme desejo de passarem a investir mais em prol do crescimento da economia nacional e que iriam convidar potenciais investidores mauritanianos a aplicar os seus recursos financeiros na Guiné-Bissau.
Os mauritanianos declararam ao Presidente da República o seu desejo de adquirirem a nacionalidade guineense, mas queixaram-se do facto de existirem várias dificuldades burocráticas.
Em resposta as preocupações expostas, o Presidente Sissoco Embaló considerou justo solicitar ao Governo a suspensão da exigência dos vistos e o fim dos pagamento dos mesmos e considerou a comunidade como guineenses originários da Mauritânia e com pleno e inquestionável direito de automaticamente serem cidadãos guineenses, de acordo com as leis da Guiné-Bissau.
Quanto à questão relacionada com.os assaltos de que a comunidade mauritaniana se tem deparado, o Presidente da República assegurou que iria pressionar o Governo e em especial o Ministério do Interior, embora o General Úmaro Sissoco Embaló ter reconhecido que apesar dos grandes esforços desenvolvidos o país continua ainda sofrendo com.os efeitos da guerra civil de 7 de Junho.
















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