
Peregrinação do Haj, Meca (Rafiq Maqbool/AP)
Agência Lusa, 22/06/2024
A peregrinação deste ano, que terá levado a Meca cerca 1,8 milhões de fiéis, foi a mais mortífera de sempre
Os sobreviventes da peregrinação mais importante da religião muçulmana contaram esta sexta-feira os momentos de terror que viveram, com pessoas a caírem de exaustão e outras perdidas depois de horas debaixo de um sol de 50 graus.
"Havia cadáveres no chão; vi pessoas desmaiarem de repente e morrerem de exaustão", disse Mohammed, de 31 anos, à reportagem da agência francesa de notícias, a France-Presse (AFP), que falou com alguns dos sobreviventes do mais mortífero Hajj, a peregrinação sagrada a Meca que todos os muçulmanos devem fazer pelo menos uma vez na vida.
Este egípcio que fez a peregrinação com a mãe de 56 anos contou as dificuldades de rezar durante horas sob um sol que em Meca ultrapassou os 50 graus esta semana, sem acesso às instalações disponibilizadas pelas autoridades da Arábia Saudita apenas para os peregrinos registados.
A peregrinação deste ano, que terá levado a Meca cerca 1,8 milhões de fiéis, foi a mais mortífera de sempre, com o número de mortos a ultrapassar os mil, mais do dobro do número registado no ano passado, levando as autoridades do país a argumentar que o país "não falhou".
"O Estado não falhou, mas houve um erro de julgamento por parte de pessoas que não mediram os riscos envolvidos", disse um responsável do governo saudita à AFP, na primeira reação oficial ao elevado número de mortos.
Uma contagem elaborada pela AFP, com base em declarações oficiais e informações fornecidas por diplomatas, estimava o número de mortos em 1.119, mais de metade dos quais peregrinos egípcios.
Para além das famílias separadas na multidão e das lesões por atropelos durante as celebrações, os peregrinos enfrentaram também as elevadíssimas temperaturas e a falta de condições para quem não estava oficialmente registado, o que nem sempre é possível não só pela falta de vagas, mas também pelo valor elevado cobrado para que o viajante possa aceder não só às instalações com ar condicionado, mas também a restaurantes e lojas com ar condicionado, por exemplo.
Mesmo alguns peregrinos registados tiveram dificuldade em aceder aos serviços de emergência, o que mostra que o sistema estava sobrecarregado, diz Moustafa, um dos muitos peregrinos egípcios, à AFP, cujos dois pais idosos, com autorização para o Hajj, morreram depois de terem sido separados dos familiares que os acompanhavam.
"Sabíamos que estavam cansados", admitiu, acrescentando: "Caminharam muito, não encontravam água e estava muito calor, sei que nunca mais os vamos ver".
A única consolação, acrescentou, é saber que os seus pais foram enterrados em Meca, a cidade mais sagrada do Islão. "Todo o Egito está triste", conclui, referindo-se ao elevado número de mortos de peregrinos egípcios, mais de 600, de acordo com a contabilização feita pela AFP com base em fontes oficiais de vários países.
O ‘hajj’ é um dos cinco pilares do Islão e este ano atraiu 1,8 milhões de peregrinos, estimando-se que 400 mil destes não tenham garantido a credencial oficial da peregrinação.
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O PR General Umaro
Sissoco Embaló foi informado sobre a situação do Centro a funcionar em
Moçambique. O Chefe de Estado em visita de Estado depositou coroa de
flores em memória dos heróis moçambicanos e, visitou a Assembleia da
República.
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Por O Democrata Osvaldo Osvaldo
Caros Compatriotas, Bissau-Guineenses! Os falsos e hipócritas líderes não vão responder nada sobre os 10 milhões, 200 milhões, 300 milhões, 500 milhões?!
Os dados foram lançados ontem e publicamente através dos órgãos nacionais de comunicação pelo Presidente da República de que, todos os líderes ditos políticos mas, corruptos até dentro das suas medulas ósseas! O Presidente ontem, largou uma 'bomba' que na verdade foi um hecatombe da bomba ao revelar os milhões que colocou nas mãos dos ditos partidos para as eleições legislativas de 4 de Junho de 2023! O facto é que, ninguém dos receptores dos milhões piou alguma sílaba mas sim, fechando os lábios com um fecho de aço para que não lhes escape essa corrupção para os ouvidos dos seus sagrados admiradores!
Caros Compatriotas Bissau-Guineenses, a revelação é de extrema gravidade! Afinal de contas, quando publicamente gritam dos pulmões cheios de que, o Presidente Sissoco é, um Presidente cruel e ditador mas, pelas traseiras, recebem milhões e milhões que lhes são distribuidos como se se tratasse de prendas do 'pai natal' para suas famílias, amigos, amantes etc, etc e o povo, na escuridão, vai sofrendo com as suas venenosas mentiras e calúnias!
Venham tomar parte no debate para desvendarmos todos esses ladrões, empresários disfarçados de políticos que se infiltraram nos ditos partidos menos políticos!
É urgente nas próximas eleições, Resgatar, Renovar para Evoluir! A Guiné-Bissau precisa ser resgatada das teias dessa Máfia Nacional que tanto roubou e empobreceu o país e a nossa sociedade em todos os aspectos e domínios!
Conclusão: ele é o Ditador que possui um extraordinário Poder pessoal, especialmente o Poder de financiar os Hipócritas no país? Agora, é os militantes e simpatizantes dos Hipócritas a justificarem com perguntas porcas, tipo qual é proveniência deste fundo financiamento?
Se é erário público ou não ?
Este financiamento foi dado a quem dos Hipócritas? Como também, vão perguntar se é um crime receber ajuda de um Presidente da República?!
Será que essas são questões mais importantes neste caso !?
Wednesday 19 June 17:15
- Uk- Londres.
Por sicnoticias.pt, 20 jun.2024
Duas transferências em criptomoeda
O professor estava acusado de "alta traição" e "apoio a atividades terroristas".
A acusação refere que o professor fez duas transferências em criptomoeda no valor de 100.000 e 20.000 rublos (aproximadamente 1.000 e 200 euros) para o fundo ucraniano "Come back alive", que recolhe dinheiro para o Exército ucraniano, noticiou o meio de comunicação russo RBK.
Ainda segundo os procuradores, Daniil Kliouka também planeava enviar dinheiro ao regimento Azov, designado como "organização terrorista" na Rússia.
O RBK noticiou ainda que o professor se declarou culpado durante o julgamento.
Daniil Kliouka foi detido em fevereiro de 2023 na região de Lipetsk, 350 quilómetros a sul de Moscovo, informaram vários meios de comunicação russos.
Rabiscava bigodes em revistas pró-Kremlin
Numa carta publicada em julho de 2023 pelo grupo Politzek-Info na rede social Telegram, que regista repressões políticas, o professor contou as circunstâncias da sua detenção.
O russo alegou ter o hábito de rabiscar 'chifres', 'barbas' e 'bigodes' nas fotografias de pessoas num jornal local pró-Kremlin disponível na sua escola, para rir ou expressar os seus sentimentos.
Depois do início da ofensiva russa contra a Ucrânia, em fevereiro de 2022, os seus colegas notaram estes desenhos em exemplares de uma edição do jornal que defendia o ataque contra Kiev. Chamado pelos responsáveis, foi despedido, contou.
"Também ligaram para o FSB (serviços de segurança russos), entregaram os jornais e disseram que eu estava interessado em explosivos", frisou ainda.
Nesta carta, o professor explicou ainda que agentes do FSB encontraram no seu telefone transferências enviadas a um membro da sua família de Lugansk, na Ucrânia ocupada, e o forçaram a confessar que essas transferências se destinavam a financiar o regimento de Azov.
Na Rússia, o ataque em grande escala à Ucrânia foi seguido por uma repressão desenfreada a qualquer crítica ou alegado apoio a Kiev.
Milhares de pessoas foram reprimidas, com ameaças, multas ou pesadas penas de prisão, algumas das quais ultrapassam os 20 anos.