Carta Aberta do Movimento Nacional da Sociedade Civil dirigida à Direção do STJ da Guiné-Bissau👇
Fonte Fode Caramba Sanha
Fonte Fode Caramba Sanha
Por noticiasaominuto.com 29/09/2025
Há quem coloque alarmes e lembretes para tomar vitaminas ao longo do dia. Por outro lado, há quem aposte nestes suplementos logo pela manhã para não se esquecer horas mais tarde. Haverá alguma melhor hora para tomar certo tipo de vitaminas? À revista Good Housekeeping uma dietista revela os suplementos que devem ser evitados logo depois do acordar.
Revelam que podem trazer problemas, como é o caso de tonturas e fraqueza. Assim, poderá diminuir a energia ao longo do dia bem como a produtividade. Desta forma, devido a alguns efeitos que podem trazer, o melhor é evitar consumir estas vitaminas logo pela manhã. Saiba tudo.
Ferro
"Há um tipo de composto encontrado no café chamado ácido clorogénico, que tende a ligar-se ao ferro durante a digestão, tornando mais difícil para o corpo absorver esse mineral", revela Cheryl Mussatto. Se for tomado sem que tenha nada no estômago pode trazer problemas digestivos, náuseas e até vómitos. "Qualquer pessoa que esteja a tomar um suplemento de ferro deve esperar entre uma a duas horas após tomar o pequeno-almoço."
Magnésio
Este suplemento pode ajudar a promover um sono mais eficaz. Assim, acalma o sistema nervoso e ajuda a relaxar a mente e o corpo. Desta forma, o melhor mesmo é que seja tomado durante a noite. "Para conseguir receber todos os benefícios do magnésio, junte este suplemento à sua rotina de suplementação após o jantar, em vez de logo a seguir ou antes do pequeno almoço", continua a dietista.
Vitamina A
Esta vitamina é importante para melhorar a saúde da visão bem como pelas suas propriedades antioxidantes. A dietista explica que se for tomada logo pela manhã corre o risco de perder alguns dos seus benefícios. "Sem gorduras saudáveis no organismo, estas vitaminas acabam por não ser bem absorvidas pelo corpo. Assim, para garantir que o suplemento é eficaz, deve tomar um pequeno-almoço rico em gorduras saudáveis, como é o caso do abacate, dos ovos e do iogurte."
Suplementos essenciais para quem passou dos 30 anos
Segundo o médico Ratan Jha, em entrevista ao 'website' Only My Health, existem cinco suplementos que devia estar a tomar se tem mais do que 30 anos. Veja a lista.
1- Vitamina D
"A vitamina D desempenha um papel fundamental na manutenção da força dos ossos e ajuda o corpo a absorver cálcio."
2- Vitamina B
"São cruciais para a produção de energia. Ajudam o corpo a transformar os alimentos em energia utilizável."
3- Probióticos
"Os probióticos podem ajudar a melhorar a digestão, reduzir o inchaço e até fortalecer o sistema imunitário."
4- Ómega-3
"São gorduras essenciais que o corpo não consegue produzir sozinho."
5- Magnésio
"O magnésio pode ajudar com cãibras musculares, melhorar a qualidade do sono e controlar o stress."
Por LUSA
Guido Crosetto reuniu-se hoje, em Roma, com o porta-voz da delegação italiana da flotilha que está a caminho de Gaza e com outros representantes do movimento, aos quais voltou a manifestar as suas preocupações, sublinhando a importância do diálogo e a necessidade de evitar "ações que possam colocar qualquer vida em risco", sobretudo as dos ativistas italianos.
Se a Flotilha Sumud, onde estão a deputada e coordenadora do BE Mariana Mortágua, o ativista Miguel Duarte e a atriz Sofia Aparício, "decidir tomar medidas para forçar um bloqueio naval, irá expor-se a perigos extremamente elevados e incontroláveis, dado que estamos a falar de embarcações civis que tentam 'forçar' uma operação militar", salientou Crosetto, num comunicado do Ministério da Defesa.
Na quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Rangel indicou que Portugal não enviará navios para acompanhar a flotilha que ruma a Gaza, mas os portugueses a bordo poderão recorrer às fragatas italianas para proteção consular e humanitária.
Em Nova Iorque, à margem da Assembleia-Geral da ONU, Paulo Rangel frisou que "não há nenhum plano extra" face aos relatos de explosões intimidatórias contra a flotilha que transporta ajuda humanitária, sublinhado que os "riscos são conhecidos, todas as pessoas estão conscientes deles".
Contudo, Portugal tem estado em contacto com as autoridades italianas para que as fragatas enviadas por esse país possam dar a proteção consular e humanitária aos três portugueses a bordo da Flotilha Global Sumud.
Já hoje Guido Crosetto realçou que as instituições italianas estão a "fazer todos os esforços diplomáticos e operacionais" para garantir que o sentido de responsabilidade prevalece.
"A prioridade para mim e para o Governo é e continua a ser a segurança e a utilização de soluções eficazes e seguras para realmente ajudar o povo de Gaza, através de canais humanitários e diplomáticos, todos já ativos", garantiu.
Embora a flotilha tenha declarado que o seu objetivo é "ajudar o povo de Gaza", Crosetto realçou que é essencial que este compromisso não se traduza em ações que "não conduzam a resultados concretos", mas, pelo contrário, "possam ter efeitos dramáticos com riscos elevados e irracionais".
O porta-voz e os restantes ativistas, que se encontravam a rumar a Gaza, regressaram a Itália para se reunirem com as autoridades e "garantir a segurança dos participantes e o cumprimento dos objetivos da missão", atendendo aos pedidos do Governo italiano.
A Flotilha Global Sumud está a navegar na sua etapa final em direção à Faixa de Gaza para desafiar o bloqueio israelita, com um total de 43 embarcações, e planeia entrar numa "zona de alto risco" no Mediterrâneo Oriental nos próximos dois dias.
O governo italiano enviou dois navios militares para auxiliar os navios da flotilha, se necessário, revezando-se, mas não simultaneamente, e a Espanha enviou outro, o navio de patrulha oceânica Furor.
A direção da Flotilha Global Sumud anunciou hoje que não vai aceitar o apelo do Presidente italiano, Sergio Mattarella, para desistir da tentativa de romper o bloqueio israelita e entregar ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
Por SIC Notícias
Várias pessoas foram baleadas numa igreja Mórmon no Michingan, nos Estados Unidos. A polícia adiantou que o atirador foi neutralizado, mas não é claro se foi morto ou detido.
De acordo com a Sky News, a igreja onde ocorreu o tiroteio, a cerca de 80 quilómetros da cidade de Detroit, foi incendiada.
O local foi evacuado e a polícia pediu à população para evitar aquela área.
Num comunicado publicado nas redes sociais, a governadora do Michigan, Gretchen Whitmer, lamentou o sucedido e declarou que qualquer ato de violência é “inaceitável”.
O suspeito, um homem de 22 anos, terá proferido ameaças de morte e provocado danos significativos no interior da mesquita, incluindo a destruição de janelas e outros bens, segundo testemunhas. A PSP foi chamada ao local e deteve o agressor.
Por LUSA
Num artigo publicado hoje na sua conta da rede social WeChat e citado pela agência de notícias EFE, o Ministério da Segurança do Estado da China divulgou o caso de um internauta, chamado Chen que, surpreendido pelo barulho de aviões a voar a baixa altitude, iniciou uma transmissão ao vivo, "partilhando publicamente imagens tiradas da sua janela em tempo real dos movimentos de aeronaves militares".
Segundo o Ministério, o internauta foi alertado por algumas pessoas da audiência através dos comentários, que o informaram de que não deveria estar a transmitir esse conteúdo, mas a transmissão continuou, tendo o cidadão "tentado aumentar as visualizações" no seu canal, mesmo após receber uma chamada de advertência da base aérea, à qual respondeu com insultos.
A transmissão durou quase uma hora, somou 20.000 visualizações e levou à divulgação contínua de "informações dinâmicas sobre operações militares, tipos de aeronaves e horários de descolagens e aterragens, o que representa uma séria ameaça à segurança militar da China", afirmou a publicação oficial.
O Ministério abriu uma investigação sobre o ocorrido, que pode resultar numa pena de prisão até dez anos para o internauta, embora o comunicado oficial não especifique se Chen já foi julgado ou se está detido.
"Chen é suspeito de divulgar intencionalmente segredos de Estado e a sua decisão imprudente de desafiar a lei através da retransmissão terá inevitavelmente sérias consequências legais", indicou o Governo chinês.
As autoridades pediram ainda à população que não deixe que a busca pela fama na Internet se torne num motivo que leve ao crime e lembraram que atividades aparentemente inofensivas, como transmitir ao vivo ou partilhar localizações ou fotografias, podem potencialmente levar à "fuga de segredos de Estado e pôr em risco a segurança nacional".
"O ciberespaço não é um terreno sem lei e qualquer ato que ultrapasse os limites da legalidade enfrentará uma punição severa", alertou a Segurança do Estado do país asiático.
O Ministério dá conta, periodicamente, na sua conta oficial no WeChat, de casos de espionagem e tem pedido repetidamente aos cidadãos chineses que desconfiem de ofertas de emprego ou solicitações de informações suspeitas, especialmente provenientes de fontes estrangeiras, e que evitem partilhar dados confidenciais na Internet.
Em 2023, o Ministério pediu a mobilização de toda a sociedade para "prevenir e combater a espionagem" e anunciou uma série de medidas para "reforçar a defesa nacional" contra "atividades de inteligência estrangeiras".
"As Forças Armadas confirmam que foram observados drones em vários dos seus locais durante a noite. Vários meios [de defesa] foram mobilizados", avançaram as Forças Armadas, em comunicado divulgado este domingo.
Por noticiasaominuto.com
Kai Trump, a neta mais velha de Donald Trump, cumpriu esta semana a 'tradição' da família, e tornou-se uma empresária. No final da semana, a jovem de 18 anos anunciou o lançamento de um site no qual vende agora 'sweatshirts'.
A peça de roupa está disponível em várias cores e têm marcadas as suas iniciais, KT, assim como a sua assinatura nas mangas. A peça custa 130 dólares, cerca de 111 euros.
A jovem tem sido, no entanto, alvo de críticas, de acordo com a imprensa internacional. Isto porque as fotografias para promover a marca foram tiradas na residência oficial do presidente dos Estados Unidos. Para além das imagens captadas na Casa Branca, e que pode ver na galeria cima, Kai Trump apareceu também ao lado do avô e foi fotografada com a sua criação.
De acordo com a publicação The Daily Beast, a jovem é acusada de usar a "Casa Branca para ganhos promocionais".
Para além do 'uso' da Casa Branca, há ainda quem fale da 'semelhança' ao logotipo de Travis Kelce, jogador de futebol americano, que também usa as suas iniciais (KT) para a sua marca.
"Esta coleção é algo com que eu ando a sonhar há muito tempo, e estou muito feliz por estar finalmente 'cá fora'", escreveu a neta de Trump nas redes sociais, aquando do anúncio.
Face às críticas, a Casa Branca foi questionada acerca da situação das fotografias tiradas em locais oficiais, tendo respondido ao Daily Beast: "Não há proibições de fotografias na zona da Casa Branca, nem um endosso do produto, por isso não há assunto aqui".
Veja as imagens na galeria.👇
Por LUSA
"Ataques selvagens, terror deliberado, dirigidos contra cidades comuns: quase 500 drones de ataque e mais de 40 mísseis, incluindo mísseis 'Kinzhal' [supersónico e com alcance de mais de 2.000 km]", denunciou Zelensky nas redes sociais.
Os principais alvos dos ataques russos, além de Kiev e da região da capital --- onde o edifício do Instituto de Cardiologia foi danificado, entre outros --- foram as regiões de Zaporijia, Khmelnytsky, Sumy, Mykolaiv, Chernigiv e Odessa, no sul, norte e centro do país, afirmou.
"Até ao momento, há relatos de quatro mortos em Kiev, incluindo uma menina de 12 anos", afirmou Zelensky, fazendo eco de informações anteriormente divulgadas pela administração militar da cidade.
O chefe de Estado ucraniano acrescentou que pelo menos 40 pessoas ficaram feridas em todo o país, incluindo crianças, enquanto os danos materiais incluem uma panificadora, uma fábrica de pneus, residências e outras infraestruturas civis.
"Este vil ataque aconteceu praticamente no final da semana da Assembleia Geral da ONU, e é exatamente assim que a Rússia declara a sua verdadeira posição. Moscovo quer continuar a lutar e a matar e merece a mais dura pressão do mundo", defendeu Zelensky.
"Continuaremos a contra-atacar para privar a Rússia das suas fontes de receitas e obrigá-la a recorrer à diplomacia. Todos os que desejam a paz devem apoiar os esforços do Presidente [norte-americano, Donald] Trump e travar todas as importações russas", concluiu.
As autoridades russas não fizeram ainda qualquer comentário sobre os ataques, que desencadearam também respostas militares na vizinha Polónia, onde caças foram mobilizados hoje de manhã já que, de acordo com as Forças Armadas polacas, a Rússia estava a atacar alvos no oeste da Ucrânia.
Os responsáveis militares polacos caracterizaram estas medidas defensivas como "preventivas".
As preocupações internacionais de que os combates se possam alastrar para além das fronteiras da Ucrânia aumentaram recentemente, à medida que os países europeus reagem a violações dos espaços aéreos que consideram ser provocações da Rússia.
Por LUSA
"A República Islâmica do Irão defenderá resolutamente os seus direitos e interesses nacionais, e qualquer ação que vise prejudicar os interesses e direitos do seu povo será respondida com firmeza e apropriada", afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, em comunicado.
As sanções da ONU contra o Irão foram restabelecidas às 00h00 TMG (01h00 em Lisboa), após o fracasso das negociações sobre o programa nuclear de Teerão com os países ocidentais.
As sanções, que podem passar por um embargo de armas e chegar a medidas que afetem a economia, foram restabelecidas após 10 anos de suspensão, o que Teerão considerou "injustificável", apelando a todos os países para que não as apliquem.
"A reativação das resoluções revogadas é legalmente infundada e injustificável (...) todos os países devem abster-se de reconhecer esta situação ilegal", referiu a diplomacia iraniana no comunicado hoje divulgado.
Reino Unido, França e Alemanha, odenominado grupo "E3" - os três estados europeus que têm estado a negociar com Teerão o regresso das inspeções pela Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) -, e os Estados Unidos garantiram que o reinício das sanções não significa o fim da diplomacia.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, aconselhou Teerão a aceitar "discussões diretas, de boa-fé", ao mesmo tempo que pediu a todos os Estados para aplicarem "imediatamente as sanções para exercer pressão" sobre o Irão.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros britânico, francês e alemão garantiram, num comunicado conjunto, que continuarão a procurar "uma nova solução diplomática que garanta que o Irão nunca se dote de armas nucleares", apelando a Teerão "para que se abstenha de qualquer ação que implique uma escalada" do conflito.
As sanções foram restabelecidas na sequência de acusações ao Irão de que não coopera com a AIEA e não cumpre os compromissos de limitação do programa nuclear previstos no acordo alcançado em 2015.
O acordo, que limitava o programa iraniano, foi abandonado pelos Estados Unidos em 2018, sendo que o Irão acusa os "E3" de não cumprirem a sua parte do compromisso.
As resoluções da ONU visam conter o enriquecimento de urânio e o programa de mísseis iraniano e autorizar inspeções de aviões e navios da República Islâmica, bem como o congelamento de ativos económicos iranianos em todo o mundo e proibições de viagens a indivíduos e entidades.
Teerão defende que estas sanções da ONU deveriam ser "focadas na não-proliferação nuclear e militar" e não na economia.
Na intervenção feita na sexta-feira no debate geral da Assembleia Geral das Nações Unidas, o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, reiterou que Teerão "nunca procurou nem procurará" obter armas nucleares, rejeitando as acusações ocidentais.
Israel e os Estados Unidos bombardearam em junho as instalações nucleares iranianas, visando atrasar o enriquecimento por Teerão de urânio com teor suficiente para produção de armas nucleares.
A campanha de bombardeamentos teve o seu ponto alto a 22 de junho, quando a Força Aérea e a Marinha norte-americanas atacaram as três mais importantes instalações nucleares iranianas: as centrais de enriquecimento de combustível de Fordow e Natanz e o Centro de Tecnologia Nuclear de Isfahan.
O resultado do ataque não é consensual, com os governos norte-americano e israelita a reivindicarem uma destruição do programa nuclear iraniano, e outras fontes a darem conta de apenas um atraso ligeiro, de alguns meses, até Teerão dispor de urânio para bombas atómicas.
O Irão já está sujeito a inúmeras sanções dos EUA que limitam a capacidade do país de negociar com outros países e, especialmente, vender petróleo, gás e derivados.
As sanções da ONU contra o Irão foram restabelecidas às 00h00 (TMG) de domingo, após o fracasso das negociações sobre o programa nuclear de Teerão com os países ocidentais, que, porém, apelaram ao regresso à via diplomática.
Por LUSA
Pelo menos 38 pessoas morreram após uma debandada num comício, em Karur, no sul da Índia, e outras 50 estão a ser socorridas em hospitais locais. Entre as vítimas mortais estão oito crianças.
O ministro da Saúde indiano, Ma Subramanian, citado pela Associated Press, adiantou que as vítimas foram levadas para um hospital, mas muitas já estavam mortas quando lá chegaram, incluindo as oito crianças.
A maioria dos feridos permanece estável, segundo a mesma fonte.
O incidente ocorreu durante uma ação de campanha para as eleições estaduais do próximo ano do partido Tamilga Vetri Kazhagam (TVK), em que estava planeado que o líder, o ator Vijay, se dirigisse aos apoiantes reunidos, conta o jornal The Hindu. O partido previa que estivessem reunidas no comício cerca de 10 mil pessoas.
O jornal acrescenta ainda que estão a ser enviados para o local reforços das forças especiais da polícia indiana para ajudar nas operações de resgate em Karur.
Quando questionadas sobre as motivações do incidente, tendo em conta que o comício tinha sido autorizado pelo governo local, as autoridades responderam apenas que a situação estava sob investigação.
Presidente e primeiro-ministro da Índia lamentam o incidente
Os relatos iniciais davam apenas conta de que diversas pessoas na multidão tinham desmaiado, aparentemente sem razão. Só mais tarde, em publicações de chefes de Estado e do governo indiano é que veio a confirmar-se de que tinha ocorrido uma debandada durante o comício.
Na rede social X, a presidente da Índia, Droupadi Murmu, diz-se "angustiada com a trágica perda de vidas num infeliz incidente", enviando as "mais sinceras condolências aos familiares enlutados" e rezando "pela rápida recuperação dos feridos".
Já o primeiro-ministro do país, Narendra Modi, considera que o incidente é "profundamente triste". "Os meus pensamentos estão com as famílias que perderam os seus entes queridos. Desejo-lhes força neste momento difícil. Rezo por uma rápida recuperação de todos os feridos", acrescenta.
O governador estadual de Tamil Nadu, onde se situa Karur, afirmou que deu instruções aos responsáveis para que mobilizem todos os meios possíveis para prestarem assistência médica urgente aos feridos. E acrescentou ainda que pediu apoio ao distrito vizinho de Tiruchirappalli, para que "fornecesse toda a ajuda necessária com a máxima urgência".
Até agora, foram enviados 44 médicos dos distritos vizinhos para ajudarem a tratar os feridos.
Estas debandadas com multidões são relativamente comuns na Índia quando grandes aglomerados se reúnem.
Em janeiro, pelo menos 30 pessoas morreram quando dezenas de milhares de hindus correram, numa debandada em massa, para se banhar num rio sagrado durante o festival Maha Kumbh, a maior reunião religiosa do mundo.
A Índia despediu-se hoje dos caças soviéticos MIG-21, após mais de 60 anos de serviço e um pesado historial de 400 acidentes que custaram a vida a 200 pilotos.
© Andriy Varyonov/Suspilne Ukraine/JSC "UA:PBC"/Global Images Ukraine via Getty Images Lusa 27/09/2025
"Pedimos a todas as nações preocupadas com a segurança nuclear que deixem claro a Moscovo que a sua jogada nuclear deve parar", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiga, numa mensagem na rede X.
Conquistada pelas tropas russas em março de 2022, no início da invasão em grande escala da Ucrânia, a central, localizada em Enerhodar, na região de Zaporijia (sul), é a maior da Europa.
Os seis reatores da central nuclear estão desligados, mas é necessária uma fonte de alimentação externa para continuar a arrefecê-los.
O operador da central, controlada pelo grupo russo Rosatom, confirmou hoje que a instalação está sem fornecimento de energia externa desde terça-feira e que os geradores de emergência estavam atualmente a suprir as suas necessidades.
"Desde 23 de setembro de 2025, o fornecimento de energia para as necessidades da central nuclear de Zaporijia tem sido fornecido por geradores a diesel de emergência", disse o operador na plataforma Telegram.
Segundo esta fonte, existem reservas de combustível suficientes para um "funcionamento prolongado" em autonomia e o arrefecimento dos motores é realizado "na totalidade".
Mas o ministro ucraniano, Andrii Sybiga, acusou os operadores russos de "ignorarem qualquer consideração pela segurança nuclear" para "agradar aos seus chefes em Moscovo".
Segundo o chefe da diplomacia ucraniano, "a Rússia construiu 200 quilómetros de linhas de energia em preparação para uma tentativa de roubar a central, ligá-la à rede [sob controlo russo) e reiniciá-la".
Sybiga acusou Moscovo de "ações irresponsáveis" que causaram "muitos riscos" à energia nuclear desde o início da invasão em 2022.
"Mas a tentativa russa de voltar a ligar a central pode ser a pior até agora, representando os maiores riscos. Moscovo está a tentar envolver a AIEA nesta aventura e justificar o roubo" da central, disse Sybiga, exigindo que a central volte ao controlo ucraniano.
O chefe da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, foi recebido no Kremlin na sexta-feira pelo Presidente Vladimir Putin, no âmbito de uma visita à Rússia.
Na sua conta na rede X, Grossi disse ter discutido com o chefe da Rosatom, Alexey Likhachev, "a segurança e proteção" da fábrica de Zaporijia.
Por sicnoticias.pt
Quando foi obrigada a fugir da região de Donetsk, estava grávida. Sofia já nasceu neste campo de refugiados na região de Dnipro. A mãe, Lisa, continua a sonhar com o dia em que vai poder voltar a casa.
"Sinto falta da cidade, sinto falta do meu pai que ainda está lá. Só o vejo uma vez por ano quando ele vem cá no meu aniversário. Estou preocupada com ele porque não quer sair de lá, não sei como convencê-lo", conta Lisa.
Veio em 2022 com a mãe e o marido. "É melhor viver na nossa casa, claro. Mas devagarinho estamos a tentar trazer algumas das nossas coisas para aqui. Também estamos a tentar comprar algumas coisas, mas o que posso dizer é que a nossa casa é a nossa casa."
A cidade onde vive continua entregue aos ucranianos, mas há muita pressão e ataques das tropas russas. Vive num contentor desde que começou a invasão, em 2022. O marido conseguiu emprego, ela está a cuidar da filha.
A família toda recebe no total 200 euros de ajuda do Estado. Um contentor pode ter um ou dois quartos, alguns têm casa banho outros têm de a partilhar com quem vive no mesmo bloco.
Há mais de 100 pessoas a viver neste complexo. Cada bloco de contentores tem uma cozinha e lavandaria que é partilhada. e há quem esteja a viver nestas condições há 10 anos. É o caso de Natália. Fugiu de Donetsk em 2014 e desde então que vive nestes contentores e tem muitas críticas a fazer ao governo.
"Como posso ficar lá ? Sou patriota, defendo o meu país. Nunca ficaria lá, mas neste momento, depois de viver nestas condições este tempo todo, talvez ponderasse voltar para lá. Sei que não podia falar, mas pelo menos teria a minha casa, o meu teto."
Muitas destas pessoas vivem cansadas. Dizem que o Governo não está a fazer o suficiente para ajudar quem não teve outra opção senão fugir da guerra. O governo diz que 52 mil pessoas foram retiradas nos últimos tempos só da zona de Donetsk e que vai precisar muito em breve aumentar a resposta porque continua a sair muita gente das zonas críticas.
Diz-se que no imediato vão ser precisas mais 30 mil camas pelo menos.