segunda-feira, 16 de junho de 2025

📍 PR, General Umaro Sissoco Embaló, encontra-se em Canchungo, região Cacheu no quadro da sua Presidência Aberta.

O Presidente da República, General Umaro Sissoco Embaló, deslocou-se ao Setor de Canchungo, na região de Cacheu, onde foi recebido por uma expressiva mobilização popular. A visita permitiu estabelecer contacto direto com a população e ouvir as suas principais preocupações.

A cerimónia contou com momentos de animação cultural e permitiu ao Chefe de Estado escutar as prioridades apresentadas pela comunidade, tais como a recuperação de bolanhas, a reabilitação do hospital regional e o combate ao roubo de gado. No seu discurso, o Presidente da República sublinhou a importância da unidade nacional, valorizando o mosaico étnico e a diversidade cultural do país, e anunciou novas medidas para o reforço da segurança e o desenvolvimento da cidade de Canchungo.


20 e 21 de Junho de 2025 - Apresentação pública da Plataforma das Associações Guineenses na Diáspora na UCCLA

Apresentação pública da Plataforma das Associações Guineenses na Diáspora na UCCLA

O auditório da UCCLA vai ser palco, nos dias 20 e 21 de junho, da apresentação pública da Confederação PDG - Plataforma das Associações Guineenses na Diáspora.

Haverá debates, apresentações várias e momentos musicais. Não falte!

A entrada é livre.

Programa

Dia 20 de Junho - 6.ª feira

10h30 - Receção dos convidados e participantes

11h00 - Sessão de Abertura

Embaixador da Guiné-Bissau em Portugal - Eng. Artur Silva;

IMVF - Representante;

UCCLA - Secretário-Geral – Dr. Luís Álvaro Campos Ferreira;

Plataforma da Diáspora Guineense - Dr. Augusto Mansoa;

11h30 - Momento musical

12h00 - Painel I

Apresentação da estrutura da Plataforma: tomada de posse dos órgãos sociais

Apresentação formal da Plataforma

Dr. Eduardo Djaló;

Dr. Manuel da Costa Mendes;

Debate

Moderadores: Dra. Cátia Lopes; Dr. Augusto Mansoa; Mestra Genabu Baldé

13h30 - Almoço

15h00 - Apresentação das Associações (Parte I)

16h00 - A problemática da imigração: o papel dos imigrantes na economia nacional portuguesa, com Dr. José Leitão e Dra. Romualda Fernandes.

Moderadores: Dr. Intunda Na Montche; Dr. Augusto Mansoa

18h00 - Encerramento

Dia 21 de Junho - Sábado

10h00 - Recepção aos participantes

Painel II - A Diáspora Guiné-Bissau: Ator de Desenvolvimento do País

10h30 - Âmbito da Economia

Palestrante: Eng. Conduto de Pina

Moderador: Dr. Bacar Queta e Mestre Úmaro Seidi

11h30 - Âmbito da Agricultura e Ambiente

Palestrante: Prof. Doutor José Alage Balde.

Moderador: Dr. José Carlos Baldé e Eng. Pedro Mendes

13h00 - Almoço

15h00 - Âmbito da Saúde

Palestrante: Dr. Seco Fati

Moderador: Dr. Augusto Mansoa e Dra. Pierret Andrelino

15h00 - Apresentação das Associações da Diáspora (ParteII)

17h00 - Encerramento dos trabalhos

17h30 - Momento musical e convívio entre as associações e lanche

20h00 - Final do evento

Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt

Avenida da Índia n.º 110, 1300-300 Lisboa, Portugal | Tel. +351 218 172 950 | 

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Faladepapagaio


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Emissão de televisão estatal iraniana interrompida após ataque israelita... O edifício do serviço estatal de radiodifusão do Irão (IRIB) foi hoje atingido por um ataque israelita, interrompendo a transmissão em direto da emissora, informou a agência de noticias oficial iraniana.

Por LUSA 

O momento do ataque foi registado quando um apresentador da IRIB falava em direto e a transmissão foi interrompida.

Ainda não há informações sobre vítimas ou mais detalhes sobre a extensão do ataque

Israel tinha emitido um alerta para a evacuação da zona da capital iraniana onde se encontram os estúdios de TV, uma hora antes dos ataques.

O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou hoje que a emissora IRIB estava "à beira do desaparecimento" depois de o Exército ter emitido o aviso de evacuação.

"O porta-voz da propaganda e incitação iraniana está à beira do desaparecimento. A retirada dos residentes próximos já começou", declarou Katz em comunicado.

O Exército israelita realizou hoje um novo ataque aéreo no oeste de Teerão, contra alegados alvos militares iranianos.

As defesas antiaéreas iranianas foram ativadas no seguimento de ataques a oeste da capital iraniana, especificamente nas zonas montanhosas de Bagheri e Chitgar, segundo a agência de notícias estatal ISNA.

O porta-voz do Exército israelita em língua persa, Kamal Penhasi, tinha publicado pouco antes um alerta nas redes sociais para os residentes do terceiro distrito de Teerão, instando-os a abandonar a zona de imediato por razões de segurança.

Esta é a primeira ordem de retirada emitida para civis no Irão, numa repetição de uma estratégia já usada na Faixa de Gaza e no Líbano.

A guerra entre Israel e o Irão foi desencadeada na madrugada de 13 de junho por bombardeamentos israelitas contra instalações militares e nucleares iranianas, matando lideranças militares, cientistas e civis.

Entre os mortos, contam-se pelo menos 15 oficiais superiores, confirmados por Teerão, incluindo o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, general Mohamad Hossein Baqari, o comandante-chefe da Guarda Revolucionária Iraniana, Hossein Salami, e o chefe da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária, general Amir Ali Hajizadeh.

O Irão retaliou com centenas de mísseis direcionados às cidades de Telavive e Jerusalém.

O conflito já fez centenas de mortos e feridos de ambos os lados.


Leia Também: O Irão avisou hoje os residentes da capital israelita, Telavive, para abandonarem imediatamente as partes da cidade onde existem infraestruturas militares devido à possibilidade de novos ataques, segundo a imprensa iraniana 



Leia Também: O Exército israelita pediu hoje aos residentes de um distrito a nordeste de Teerão para saírem da zona durante a tarde, em antecipação de ataques às "infraestruturas militares pertencentes ao regime iraniano".



🇬🇼 PRESIDÊNCIA ABERTA | PELUNDO... PR inaugura a escola, construída e equipada por alto patrocínio do Presidente da República General Umaro Sissoco Embaló em Pelundo.

O Presidente da República, General Umaro Sissoco Embaló, iniciou a sua deslocação à região de Cacheu com passagem por Bula, onde foi calorosamente recebido pela população.

Em Pelundo, o Chefe de Estado presidiu à cerimónia de inauguração da nova escola, construída por iniciativa das mulheres da localidade, com o seu alto patrocínio. Durante a visita, elogiou o espírito empreendedor das mulheres de Pelundo, destacando o seu exemplo de determinação, e anunciou a instalação de um furo de água para a escola já na próxima semana.

Com Presidência da República da Guiné-Bissau

Guiné-Bissau dá passo decisivo para certificação internacional do Aeroporto Osvaldo Vieira.

 @Radio Voz Do Povo

Iniciou hoje um processo fundamental para o reconhecimento internacional do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, com o arranque oficial de uma formação técnica especializada sobre certificação aeroportuária, presidida por Caramo Camará, Presidente do Conselho de Administração da Autoridade de Aviação Civil.

O evento, que decorre de 16 a 20 de junho, reúne técnicos nacionais e especialistas internacionais, com o objetivo de capacitar o país para responder às exigências impostas pelas normas internacionais de segurança, infraestrutura e operação aeroportuária, num passo crucial para a certificação do principal aeroporto do país.

Na sua intervenção, Caramo Camará sublinhou que esta formação representa “um marco no compromisso do governo com a modernização da aviação civil” e acrescentou que a certificação do Aeroporto Osvaldo Vieira “abrirá novas portas para o tráfego internacional, reforçando a confiança de companhias aéreas e investidores”.

O Presidente da República inaugurou a Estrada Aeroporto–Safim, uma infraestrutura moderna que reforça a ligação entre Bissau e as regiões do interior, promovendo a coesão territorial e social do país.

A obra representa um marco na cooperação entre a Guiné-Bissau e a República Popular da China, no quadro da parceria estratégica existente entre os dois Estados.


 Presidência da República da Guiné-Bissau

Guiné pede fim de guerra entre Israel e Irão sob pena de "tomar medidas"

Por LUSA 

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, exortou hoje Israel e o Irão a pararem com o conflito armado em que se encontram envolvidos, advertindo que o seu país pode "tomar medidas" para acabar com a guerra.

Sissoco Embaló fez a advertência num discurso durante a inauguração de um troço de 8,2 quilómetros daquela que é a primeira autoestrada na Guiné-Bissau, construída pela cooperação chinesa, para ligar o aeroporto de Bissau à localidade de Safim.

Dirigindo-se aos populares que assistiram à cerimónia, o Presidente guineense afirmou que o mundo "está complicado e violento" com guerras em várias zonas e entre países.

"Vamos dizer aos nossos irmãos de Israel e do Irão para que parem com a guerra imediatamente porque caso contrário a Guiné-Bissau será obrigada a tomar medidas adequadas para que parem com a guerra", afirmou Umaro Sissoco Embalo.

O Presidente guineense, com formação na área de segurança em Israel, efetuou uma visita de trabalho a Telavive em março de 2024, a convite do chefe de Estado israelita, Isaac Herzog, a quem, entre outros assuntos, apelou para o fim das hostilidades contra os palestinianos na Faixa de Gaza.

A visita de Embaló, a primeira de um líder africano naquele contexto, ocorreu dias após novos ataques do exército israelita contra os palestinianos da Faixa de Gaza.

Na mesma altura, Umaro Sissoco Embaló visitou a Cisjordânia e em Ramallah esteve reunido com o líder da Autoridade Nacional da Palestina, Mahmoud Abbas, a quem também exortou para o fim das hostilidades entre o grupo extremista Hamas e Israel na Faixa de Gaza.

Embaló foi, então, condecorado com o "Grande Colar" do Estado palestiniano e ainda depositou coroas de flores no mausoléu de Yasser Arafat, o principal líder da causa palestiniana, falecido em 2004.

Kyiv recebeu mais 1.245 corpos da Rússia. Total ascende a 6 mil

Por LUSA 

A Ucrânia anunciou hoje que recebeu da Rússia 1.245 corpos de vítimas da guerra, elevando para mais de 6.000 o número de corpos de alegados ucranianos entregues a Kyiv na semana passada.

Este é o passo mais recente de um acordo alcançado entre as partes em conflito em Istambul no início deste mês.

"Mais 1.245 corpos foram devolvidos à Ucrânia, os quais, segundo o lado russo, são de cidadãos ucranianos, incluindo militares", disse a agência governamental responsável pelo caso, numa mensagem na rede social Telegram.

A Ucrânia recebeu 6.057 corpos desde que começaram as trocas na semana passada, reportou o centro de coordenação ucraniano para prisioneiros de guerra, que ainda aguarda a identificação dos corpos.

"Cada um deles está a ser identificado. Porque por detrás de cada um, há um nome, uma vida, uma família à espera de respostas", escreveu o ministro da Defesa ucraniano, Rustem Umerov, na rede social Facebook.

Por sua vez, a Rússia disse ter "cumprido as promessas" feitas durante as negociações em Istambul, em 02 de junho, alegando ter devolvido 6.060 corpos a Kyiv, de acordo com o negociador-chefe russo, Vladimir Medinsky, um número que difere ligeiramente do fornecido por Kyiv.

Em troca, Moscovo recebeu 78 corpos de Kyiv, acrescentou Medinsky, acrescentando que as trocas de prisioneiros prosseguem.

O Ministério da Defesa russo anunciou a disponibilidade para entregar mais 2.239 corpos de militares mortos.

O repatriamento de corpos de militares e a troca de prisioneiros de guerra são as duas áreas em que Kyiv e Moscovo estão a cooperar desde o início da guerra, em fevereiro de 2022.

Ex-MNE da Ucrânia pede à Europa que "aprenda com os erros" dos ucranianos

Por LUSA 

O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, pediu hoje à Europa que "aprenda com os erros da Ucrânia e não com os próprios erros", afirmando ver atualmente "zero hipóteses" para a paz no conflito com a Rússia.

"Nenhum de nós acredita que o pior pode acontecer-nos. [Pensamos que] a guerra pode acontecer em qualquer lugar do mundo, mas não aqui", defendeu hoje o antigo governante ucraniano, intervindo em Lisboa numa conferência sobre a Europa e as relações transatlânticas, organizada pelo canal Now.

Fazendo uma analogia com o botão 'snooze' (adiar) do despertador, Kubela considera que a Europa tem estado a adiar decisões no que diz respeito à guerra na Ucrânia, causada pela invasão russa em fevereiro de 2022.

"A Ucrânia não teve o luxo de apertar o botão de adiar. Ou morre ou sobrevive", lembrou, deixando um apelo à Europa: "Por favor, não aprenda com os seus próprios erros. Aprenda com os nossos erros".

A Europa "não é fraca, é forte", sublinhou.

"O problema da Europa é que não acredita em si mesma. A Europa tem que começar a acreditar em si mesma, na sua capacidade", defendeu.

Kuleba avisou que "não há ninguém que venha ajudar", antes de acrescentar, em tom de brincadeira: "Exceto, é claro, o exército ucraniano", causando risos entre a plateia, depois de o curador da conferência, o antigo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, ter elogiado a capacidade das forças ucranianas.

Questionado sobre as hipóteses de um acordo para um cessar-fogo com a Rússia, Dmytro Kuleba foi taxativo: "A resposta é zero. Não há nenhuma hipótese de cessar-fogo ou paz na Ucrânia nestas circunstâncias num futuro previsível".

O Presidente russo, Vladimir Putin, "não entende por que deveria fazer uma concessão, ele não sente qualquer pressão sobre ele", mencionou.

Putin, prosseguiu, "tem uma economia real que gera dinheiro suficiente com o comércio de petróleo, e assim, pode produzir mais armas e lançá-las na batalha e, na verdade, expandir para o teatro, ainda não de guerra, mas o teatro da pressão", nomeadamente junto de países vizinhos, como a Finlândia.

Kuleba questionou se "quando as negociações reais começarem, haverá esta abordagem do Presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump e a Ucrânia será pressionada a fazer cada vez mais concessões".

Putin, referiu, "irá sempre elevar o limiar das exigências".

"Essa é a tática tradicional russa e há uma exigência e, no decorrer das negociações, surge uma segunda, terceira exigência e assim por diante", disse.

"Há zero motivação para parar" a guerra, salientou.

O objetivo de Putin é "a subjugação da Ucrânia e provar aos europeus e a todo o mundo que a promessa de realidade plantada pela União Europeia e a NATO é falsa".

Kuleba considerou que as negociações para a paz exigem que algumas questões fiquem numa "zona cinzenta", garantindo que Kyiv nunca aceitará "qualquer cessação legal de território" nem de abdicar da adesão à NATO.

Sobre o que espera do apoio de Trump a Kyiv, Kuleba disse acreditar que os EUA não irão "enviar armas em grandes quantidades".


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