Foi um encontro vibrante, repleto de energia, união e esperança — uma demonstração clara da força do povo e da confiança depositada na continuidade da estabilidade e do progresso nacional.
Quando o povo se une, a força da comunidade faz-se sentir.
Foi um encontro vibrante, repleto de energia, união e esperança — uma demonstração clara da força do povo e da confiança depositada na continuidade da estabilidade e do progresso nacional.
Quando o povo se une, a força da comunidade faz-se sentir.
Para os cidadãos guineenses eleitores residentes em Portugal, informa-se que a votação decorrerá nas localidades onde foram originalmente recenseados ou onde procederam à atualização dos seus cartões de eleitor.
Quem está recenseado ou atualizou o cartão na Amadora/Reboleira deve exercer o voto na Junta de Freguesia Encosta do Sol.
Por LUSA
A nova legislação, já assinada pelo presidente Vladimir Putin, também baixa a idade da responsabilidade penal para os 14 anos por crimes de sabotagem e introduz a prisão perpétua por envolvimento em atos terroristas.
A lei complementa o Código Penal sobre assistência e cumplicidade em atos de sabotagem com uma disposição que estipula a responsabilidade penal por incitar, recrutar ou envolver um menor em tais atos, impondo uma pena máxima de prisão perpétua.
Tal crime pode ser punível com prisão perpétua ou prisão de 10 a 20 anos, com multa de 500.000 a um milhão de rublos (5.300 a 10.600 euros, ao câmbio atual).
A responsabilidade penal passa para os 14 anos para vários crimes, incluindo cumplicidade em atividades terroristas, planeamento de uma organização terrorista, sabotagem, cumplicidade em sabotagem e participação em programas de treino com fins de sabotagem.
Os acusados de atividades relacionadas com a sabotagem deverão agora cumprir pelo menos 75% da pena antes de obterem a liberdade condicional.
Os autores da iniciativa indicaram que se verificou um aumento dos crimes de sabotagem durante os últimos anos.
"Os serviços de informações inimigos tentam cada vez mais envolver os menores em idade escolar em sabotagens, convencendo-os de que não enfrentarão castigo devido à idade", assinalou o presidente do Comité de Segurança do parlamento, Vasili Piskariov.
Entre 2019 a 2023, 13 pessoas foram condenadas por sabotagem, número que aumentou para 48 em 2024, segundo dados citados pela agência de notícias estatal russa TASS.
"Isto sublinha a necessidade de desenvolver uma resposta jurídica adicional às ameaças representadas por atividades de sabotagem e terrorismo, a fim de garantir a segurança nacional e proteger a vida e a saúde dos cidadãos russos", acrescentaram os promotores da iniciativa legislativa.
A Rússia tem denunciado atos de sabotagem no país relacionados com a guerra que tem em curso contra a Ucrânia, que invadiu em fevereiro de 2022.
Moscovo responsabiliza os serviços secretos ucranianos pelo recrutamento de russos para realizarem atos de sabotagem e por efetuarem ataques terroristas.
Por LUSA
O relatório, apresentado na conferência "Reforçar a resposta de África ao crime organizado transnacional" (ENACT), quantificou a taxa de criminalidade organizada e de resiliência dos países africanos numa escala de um a 10.
A análise africana nasceu do relatório global apresentado a 10 de novembro e que inclui também os valores de Portugal, Timor-Leste e Brasil.
Moçambique, com 6,63, figura na oitava posição dos países africanos com a taxa de criminalidade mais alta, numa lista que tem a República Democrática do Congo (RDCongo) à frente da classificação do continente, com 7,47. O país de língua oficial portuguesa ganhou 0,43 desde 2023, ano em que foi feito o último relatório de crime organizado.
Por outro lado, o país do sudeste africano apresenta uma taxa de resiliência ao crime organizado de 3,25 - diminuiu 0,05 desde o último relatório -, pelo que é o país lusófono em pior posição no quadrante de alta criminalidade e baixa resiliência.
Angola, por sua vez, tem uma taxa de criminalidade de 5,62, um aumento de apenas 0,04 em 24 meses, mas ainda acima de 5,5 - valor que os especialistas consideram que demonstra que o crime organizado "influencia signitivamente" o país, segundo o relatório, e apresenta uma resiliência de 4,21 - menos 0,29 que em 2023.
O Brasil, país lusófono que não está abrangido pelo relatório africano, apresenta uma taxa de criminalidade de 7,07 - com um aumento de 0,30, é o 14.º país em pior posição a nível global, numa lista liderada pela Brimânia (8,08), e é o país lusófono com o valor mais elevado.
A nível de resiliência ao crime organizado, o Brasil apresenta uma taxa de 5,04 - aumentou 0,14 em dois anos.
Angola e Brasil, apesar de se encontrarem no quadrante de alta criminalidade e baixa resiliência, estão próximos dos "quadrantes seguros" - criminalidade abaixo de 5,5 ou resiliência acima de 5,5. 66 países (34,2%) estão neste quadrante.
Rumbi Matamba, analista responsável pela apresentação de hoje do relatório, referiu à agência Lusa que o índice não mede o nível de segurança, mas ressalvou que, ainda assim, os países devem querer "estar colocados no quadrante de baixa criminalidade e alta resiliência ao crime organizado".
No continente africano há apenas três países que se situam neste "quadrante ideal", sendo Cabo Verde o que está em melhor posição, com uma taxa de criminalidade de 4,08 e de resiliência de 6,54.
Os outros dois países, além de Cabo Verde, que figuram neste "quadrante ideal" são o Senegal e as ilhas Maurícias. Apenas 46 países (23,8%) de todos os países encontram-se no quadrante de países com uma taxa de criminalidade inferior a 5,5 e uma resiliência superior a 5,5.
A analista avisou, contudo, que os valores brutos não contam a história toda, visto que "são 12 indicadores, [e que] um aumento não reflete necessariamente um indicador, é uma média dos 12, pelo que as dinâmicas são complexas, especialmente na parte de averiguar onde cada país melhorou".
Dos países de língua oficial portuguesa, estão no "quadrante ideal" Cabo Verde e Portugal. São Tomé e Princípe, Timor-Leste, Guiné-Bissau, com uma taxa de criminalidade e de resiliência abaixo de 5,5 estão no "quadrante seguro".
O ENACT é elaborado pelo Instituto de Estudos de Segurança, em parceria com a Interpol e a Iniciativa Global Contra Crime Organizado Transnacional, do qual Rumbi Matamba faz parte.
Ao longo do trajecto, o Presidente efectuou paragens em Candjufa e Propana, mantendo breves encontros com as populações locais e reforçando a proximidade, a união e o diálogo com as comunidades.
Pirada, integrada na região de Gabú, prepara-se para acolher mais um grande momento da Caravana da Vitória, que continua a mobilizar o país com energia e confiança rumo às eleições de 23 de Novembro.
🇬🇼 Juntos pela Guiné-Bissau que avança!
Não se esqueça, estamos num momento de grandes manifestações/desfiles políticas.
Portanto, a sua disposição, o NÚMEROS DE EMERGÊNCIA DA POP- 00245 95 5142400 ou 00245 96 5066080
CNPOP
Por Polícia Judiciária da Guiné-Bissau
A Unidade Nacional de Combate à Droga da Polícia Judiciária (PJ) deteve, no passado dia 11 de novembro de 2025, um luso-guineense na posse de 70 cápsulas de droga (cocaína) no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau.
O suspeito, detido pelos agentes da PJ na posse das 70 cápsulas, que correspondem a 801,9 gramas, preparava-se para viajar de Bissau para Lisboa (Portugal) através da transportadora aérea portuguesa (TAP).
O homem tinha ingerido no estômago as 70 cápsulas de cocaína, mas acabou por ser descoberto pelos serviços de inteligência na abordagem feita aos passageiros.
A PJ informa ainda que o suspeito já foi apresentado ao Ministério Público para efeitos de audição e aplicação das devidas medidas de coação.
Exigência foi deixada durante uma conferência de imprensa nesta segunda-feira, 17 de novembro, para falar da greve de três irá iniciar no dia 18 do corrente mês.
© SIC NOTÍCIAS 16/11/2025
Quase 50 mil estrangeiros adquiriram a nacionalidade portuguesa no ano passado, o que representa um aumento de 13% em relação a 2023. A maioria destes novos cidadãos portugueses reside, no entanto, fora do país, de acordo com os dados agora divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os israelitas estão de novo no primeiro lugar do pódio, voltando a liderar as aquisições de nacionalidade no ano passado. Tal como em 2023, quase 18 mil israelitas passaram a ter o cartão de cidadão português.
Seguiram-se os brasileiros, com mais de 11 mil, os cabo-verdianos, angolanos e guineenses. No entanto, estes números devem cair a pique, especialmente no caso dos israelitas, devido à nova Lei da Nacionalidade, já aprovada no Parlamento, mas ainda por promulgar.
Está previsto que termine o regime extraordinário que permitia até agora a naturalização de descendentes de judeus sefarditas, ou seja, descendentes dos portugueses expulsos no final do século XV.
Enquanto esta lei não entra em vigor, os dados do Instituto dos Registos e Notariado (INR) confirmam uma corrida contra o tempo. Até agora, deram entrada mais de 121 mil pedidos de nacionalidade, dos quais cerca de 92 mil foram deferidos e estão pendentes 515.334 pedidos.
No ano passado, quase 50 mil estrangeiros (46.840) adquiriram a nacionalidade portuguesa, o que representa um aumento de 13% face a 2023, ou seja, mais 5.500 cartões de cidadão.
A maioria destes novos portugueses vive, no entanto, fora do país. Segundo os dados agora divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), apenas 15 mil residiam em Portugal.
Por LUSA
"A refinaria de Novokuibishevsk desempenha um papel importante no abastecimento das necessidades do exército russo, produzindo mais de 20 tipos de produtos. O volume anual de processamento é de 8,8 milhões de toneladas", segundo um comunicado divulgado pelos militares ucranianos na rede Telegram.
A operação, realizada no sábado pelas forças de sistemas não tripulados, em colaboração com forças especiais e outros componentes do exército, provocou explosões e um incêndio nas instalações da refinaria, acrescentou o comunicado.
A mesma refinaria já tinha encerrado duas das suas principais instalações de processamento de petróleo após um ataque semelhante levado a cabo pela Ucrânia em 19 de outubro.
"As forças de sistemas não tripulados estão a reduzir progressivamente a capacidade do inimigo de fornecer produtos petrolíferos para a guerra contra a Ucrânia", afirmaram os militares de Kyiv.
O Exército ucraniano indicou ainda que atacou uma base de armazenamento de drones russa pertencente à unidade Rubikon e uma estação de bombagem de combustível e lubrificantes no território ocupado da região de Donetsk, na Ucrânia.
Numa mensagem no Telegram, o exército atualizou ainda as informações sobre o bombardeamento no sábado contra uma refinaria na região russa de Ryazan, no qual foram danificadas as unidades de destilação de petróleo bruto ELOU-AVT-4 e ELOU-AVT-6, um tanque de armazenamento de produtos petrolíferos e uma estrutura de suporte de oleodutos.
OS ataques em profundidade contra infraestruturas petrolíferas russas surgem numa fase em que as tropas de Moscovo reclamam avanços no seu assalto à cidade de Pokrovsk, no leste da Ucrânia, e na região de Zaporijia, no sul do país, ao mesmo tempo que realizam bombardeamentos intensivos contra as infraestruturas energéticas ucranianas.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou, numa publicação nas redes sociais no sábado à noite, que a Rússia falhou mais uma vez o cumprimento dos prazos estabelecidos para a captura de Pokrovsk, na região de Donetsk
Segundo um relatório do estado-maior de Kyiv, as tropas ucranianas repeliram nas 24 horas anteriores 52 ataques russos em Pokrovsk e outros cinco em Kupyansk, na região norte de Kharkiv e que também se encontra sob forte pressão de Moscovo.
"Neste momento, a Rússia falhou o cumprimento de mais um prazo estabelecido por [Presidente russo, Vladimir] Putin para a captura de Pokrovsk e Kupyansk, e estes prazos foram adiados mais uma vez", comentou Zelensky.
O líder ucraniano deslocou-se hoje a Atenas, onde assinou um acordo para garantir o fornecimento de energia no inverno através de remessas de gás natural liquefeito (GNL) dos Estados Unidos.
"A assinatura do acordo para o fornecimento de gás natural é muito importante porque os russos estão a atacar as infraestruturas energéticas todos os dias", declarou Zelensky numa conferência de imprensa com o primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, após a assinatura.
O acordo foi assinado entre a empresa grega DEPA Emporias e a empresa ucraniana Naftogaz para o fornecimento de GNL norte-americano à Ucrânia entre dezembro de 2025 e março de 2026.
Kyiv pretende aumentar as suas importações de gás em 30% para fazer face a um inverno particularmente difícil, marcado por danos na sua rede elétrica e reservas reduzidas.
Zelensky referiu que já existem acordos para financiar as importações de gás no valor de quase dois mil milhões de euros, o que compensará as perdas na produção ucraniana devido aos ataques russos.
A visita a Atenas decorre no âmbito de uma série de deslocações a países europeus, que passará por Espanha e França.
O Presidente ucraniano disse hoje que espera finalizar na segunda-feira em Paris um acordo "histórico" sobre aviação de combate e capacidades defensivas, manifestando a sua convicção de que as conversações no dia seguinte em Espanha serão igualmente produtivas.
"Preparamos um acordo histórico com a França: a nossa aviação de combate, defesa aérea e outras capacidades defensivas serão significativamente reforçadas", declarou na rede X.
O líder ucraniano salientou que as prioridades mais importantes para a Ucrânia são os sistemas de defesa aérea e que Kyiv está a trabalhar para garantir um novo começo nas negociações com Moscovo, "para que haja finalmente perspetivas" do fim da guerra, ao fim de mais de três anos de invasão russa.
"Contamos também com o reatamento das trocas de prisioneiros de guerra, estão em curso inúmeras reuniões, negociações e telefonemas para garantir isso", indicou Zelensky, agradecendo a todos os que estão a ajudar e a apoiar a Ucrânia.
Em outubro, Moscovo lançou a maior campanha de bombardeamentos contra os locais de produção de gás ucranianos desde o início da invasão, em 2022, interrompendo 60% da produção, principal fonte de combustível para aquecimento.
"Já preparámos um acordo com a Grécia para o fornecimento de gás à Ucrânia", anunciou o líder ucraniano através das redes sociais.
Zelensky especificou que Kyiv também estabeleceu acordos financeiros para cobrir perto de dois mil milhões de euros em importações de gás, destinados a compensar as perdas de produção devido aos ataques russos.
Esta verba é proveniente do Estado ucraniano, de bancos europeus com garantia da Comissão Europeia, de bancos ucranianos e da Noruega.
Para além dos seus aliados europeus e dos Estados Unidos, o Presidente ucraniano indicou estar a trabalhar "ativamente com o Azerbaijão", com quem espera celebrar "contratos de longo prazo" para a importação de gás.
Esta declaração surge no início de uma visita de Zelensky à Europa, que começou precisamente pela Grécia e que passará também por França e Espanha.
No inverno passado, os bombardeamentos russos já tinham reduzido para metade a produção ucraniana de gás, segundo o Governo.
Os primeiros ataques sistemáticos contra a rede energética ucraniana começaram no outono de 2022, provocando por vezes vastas interrupções de eletricidade e deixando milhões de pessoas às escuras e ao frio, com temperaturas glaciais.
Leia Também: Finlândia exorta Europa a resistir e manter apoio a Kyiv até cessar-fogo
O Presidente da Finlândia considerou, numa entrevista divulgada hoje, que um cessar-fogo na Ucrânia é improvável antes da primavera e que os aliados europeus devem manter o apoio a Kyiv, apesar do escândalo de corrupção.
Por LUSA
"A política de Israel é clara. Não haverá Estado palestiniano", disse Israel Katz, num comunicado que também divulgou no seu perfil na rede social X.
"As Forças de Defesa de Israel [FDI] permanecerão no Monte Hermon e na zona de segurança [perto da Síria]. Gaza será desmilitarizada até ao último túnel, e o Hamas será desarmado na zona da Linha Amarela pelas FDI e na antiga Gaza, seja por uma força internacional ou pelas próprias FDI", acrescentou.
Israel controla, em princípio temporariamente, mais de metade de Gaza, depois de as suas tropas se terem deslocado parcialmente durante o atual cessar-fogo até à chamada Linha Amarela, que deixa sob domínio israelita tanto Rafah (sul) como cidades do norte do enclave e partes do leste.
Perto deste perímetro, Israel continuou a disparar e a matar habitantes de Gaza, apesar do cessar-fogo, nos casos em que considerou que se deslocaram de forma "suspeita" perto das suas forças.
Este comunicado de Katz surge depois de os ministros israelitas de extrema-direita Itamar Ben Gvir e Bezalel Smotrich terem instado Netanyahu, no sábado, a rejeitar o apoio dos Estados Unidos a um projeto de resolução do Conselho de Segurança da ONU que oferece um caminho para a autodeterminação e a criação de um Estado palestiniano.
Os Estados Unidos expressaram o apoio a essa resolução num comunicado assinado juntamente com outros oito Estados: Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Indonésia, Paquistão, Jordânia e Turquia.
No território ocupado da Cisjordânia, o exército israelita matou na madrugada de hoje um adolescente palestiniano de 17 anos, durante uma incursão no campo de refugiados de Askar, a leste de Nablus, segundo um porta-voz da Meia Lua Vermelha, acrescentando que um outro rapaz ficou ferido com uma bala e foi transportado para um hospital.
Num comunicado militar israelita afirma-se que o rapaz tinha lançado um "artefacto explosivo" contra as tropas antes de ser abatido, uma acusação que o exército israelita faz regularmente, muitas vezes sem apresentar provas que as corroborem.
Um grande contingente militar invadiu na última noite a cidade de Nablus a partir de várias direções, causando confrontos no campo de Askar, detalhou a agência noticiosa palestiniana, Wafa.
Os soldados também se deslocaram para os bairros de Ras al-Ayn, Al-Basha e Cidade Velha, inicialmente sem efetuar detenções.
Com a morte deste menor, já são cerca de 50 os menores palestinianos mortos por fogo israelita em 2025, incluindo por colonos, no território ocupado da Cisjordânia e Jerusalém Oriental, de acordo com dados do Ministério da Saúde e documentação da organização não-governamental Defense for Children International Palestine.
Por LUSA 16/11/2025
Os dados provisórios da ANSR mostram que este ano morreram menos pessoas nas estradas portuguesas em relação ao mesmo período de 2024, mas os acidentes, feridos graves e ligeiros aumentaram.
Segundo a ANSR, entre 01 de janeiro e 13 de novembro ocorreram 125.621 acidentes rodoviários, mais 3.730 do que em igual período do ano anterior (121.891), e morreram 379 pessoas, menos 41 em relação ao ano passado (420).
Os acidentes provocaram ainda este ano 2.451 feridos graves, mais 40 do que em igual período de 2024, e 39.316 feridos ligeiros, mais 686.
Este ano, o distrito onde morreram mais pessoas em acidentes rodoviários foi Lisboa (43), a seguir foi Porto (41) e em terceiro está Setúbal (31).
Por sua vez, os distritos com menos mortos são a Guarda (seis), Évora (nove) e Vila Real (11).
Lisboa (21.543), Porto (20.644) e Aveiro (9.545) foram os distritos com maior número de desastres, segundo os dados provisórios da ANSR. Já Portalegre (1.270), Bragança (1.278) e Guarda (1.524) registaram o menor número de acidentes nas estradas.
Para assinalar o dia mundial em memória das vítimas da estrada, a Liga de Associações pela Cidadania Rodoviária, Mobilidade Segura e Sustentável Estrada Viva e a Associação para a Promoção de uma Cultura de Segurança Rodoviária GARE organizam uma cerimónia em Évora.
Segundo a Estrada Viva, as estatísticas indicam que os acidentes rodoviários continuam a ser a principal causa de mortalidade de crianças e jovens entre os cinco e os 29 anos.
"Neste Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada, relembramos em especial o milhão de jovens que em todo o mundo perdem a vida na estrada. Um milhão de jovens com sonhos e talentos para cumprir, que nunca alcançarão todo o seu potencial", refere o comunicado da Estrada Viva.
De acordo com a nota, a data enquadra-se na Década Global de Ação para a Segurança Rodoviária 2021-2030, promovida pelas Nações Unidas, sendo o mote internacional da campanha "Lembrar, Apoiar, Agir".
Segundo a Estrada Viva, com esta data, que é celebrado no terceiro domingo de novembro de cada ano, pretende-se honrar a memória das vítimas da estrada e o trabalho dos serviços de emergência.