quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Congresso - Os delegados ao nono Congresso do PAIGC já se encontram no salão improvisado, na sede do partido, para iniciar os trabalhos.





Braima Darame

PRS CONGRATULA-SE COM A NOMEAÇÃO DO ARTUR SILVA

Partido da Renovação Social (PRS) aplaudiu a nomeação Partido da Renovação Social (PRS) aplaudiu a nomeação de Artur da Silva ao cargo Primeiro-ministro. 

Em nota de imprensa distribuída à Notabanca, o PRS enaltece vivamente a coragem e determinação do Presidente da República por ter nomeado uma figura certa e ideal para chefiar o Governo.

O PRS renova a infinita confiança para com o novo líder do executivo, perante a missão que lhe foi confiada e na expectativa de encaminhar o país para um diálogo sério com todos os acores políticos com vista a uma solução plausível, antes das eleições legislativas, previstas para este ano.

A nota dos renovadores apela as partes desavindas do PAIGC no sentido de privilegiarem o diálogo como forma de encontrarem uma solução pacífica credível. 

Notabanca; 01.02.2018

EXCLUSIVO


O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz viaja esta sexta-feira para Conacri, onde deverá reunir-se com o Presidente daquele país, Alpha Condé, mediador da crise política guineense, informa uma fonte da CEDEAO.

Os chefes de Estado vão tentar encontrar um novo entendimento para acabar com a crise no país.

Braima Darame

ÚLTIMA HORA: Terminou o encontro entre Artur Silva e Domingos Simões Pereira. Agora, o 'primeiro-ministro' foi visitar o salão onde vai decorrer o IX Congresso do PAIGC.


AAS

ÚLTIMA HORA - O novo primeiro-ministro, Artur Silva visitou esta noite a sede do PAIGC e manteve uma reunião com o presidente do partido, Domingos Simões Pereira. Artur Silva, membro do Comitê Central, é um dos delegados do PAIGC ao nono Congresso.

Braima Darame

ÚLTIMA HORA IX CONGRESSO: PAIGC retoma os trabalhos esta noite, na sua sede nacional.

Fonte: AAS

PAIGC condena nomeação de Artur Silva como primeiro-ministro da Guiné-Bissau

O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, condenou hoje a nomeação, pelo chefe de Estado, de Artur Silva para primeiro-ministro do país.


Em causa, explicou Domingos Simões Pereira, é o facto de esta nomeação pelo Presidente guineense, José Mário Vaz, estar "fora do quadro constitucional e do Acordo de Conacri", que estabelece um roteiro para a normalização institucional do país.

Simões Pereira enfatizou as qualidades técnicas e profissionais de Artur Silva e ainda o facto de aquele ser militante e dirigente do PAIGC mas demarcou o partido daquela nomeação.

O Acordo de Conacri é um instrumento patrocinado pela comunidade da África Ocidental e rubricado pelos atores políticos guineenses, visando acabar com a crise política que já dura no país lusófono há cerca de três anos.

No âmbito desse acordo seria nomeado um primeiro-ministro de consenso para presidir a um governo integrado por todas as partes desavindas.

No entender do líder do PAIGC, vencedor das últimas eleições legislativas, o Presidente guineense não quis cumprir com a Constituição, propondo ao seu partido a indicação do nome do primeiro-ministro e também não respeitou o Acordo de Conacri.

A intenção de José Mário Vaz, ao propor Artur Silva, diz Domingos Simões Pereira, é criar divisão no seio do PAIGC.

"Sublinhamos que o Presidente da República insiste na sua saga de dividir tudo e todos", acusou Domingos Simões Pereira.

O líder do PAIGC disse só não compreender as razões pelas quais José Mário Vaz não aproveitou a oportunidade para cumprir com a constituição e convidar formalmente o partido para nomear um primeiro-ministro.

Domingos Simões Pereira, que falava aos jornalistas num hotel de Bissau onde se reuniu com os convidados estrangeiros ao congresso do seu partido, confirmou a abertura dos trabalhos do conclave na noite passada, ainda que de forma improvisada.

O dirigente acrescentou que o partido está a tentar arranjar uma alternativa já que a sede continua ocupada pelas forças de segurança, a mando do governo, impedindo o acesso de militantes ao local.

MB // PJA
Lusa/Fim

COMUNICADO DE IMPRENSA DA MISSÃO DA CEDEAO - GUINÉ-BISSAU 31 DE JANEIRO E 1 DE FEVEREIRO


1. A pedido do Presidente em exercício da Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, Sua Excelência Senhor Faure Essozima GNASSINGBE, Presidente da República Togolesa, uma delegação de alto nível conduzida pelo Presidente do Conselho de Ministros da CEDEAO, S.E. Prof Robert DUSSEY, Ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação e da Integração Africana da República Togolesa efetuou uma missão a Bissau, a 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2018.

2. A delegação de alto nível integrava igualmente S.E. Senhor Naby Youssouf Kiridi BANGOURA, Ministro de Estado, Secretário-geral da Presidência da República da Guiné, em representação do Mediador da CEDEAO para a Guiné-Bissau, assim como S.E. Senhor Marcel de Souza, Presidente da Comissão da CEDEAO.

3. O objetivo principal desta missão é de proceder à avaliação da implementação dos Acordos de Conakry e de Bissau, em conformidade com as decisões da sessão extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, realizada em Adis Abeba, Etiópia a 27 de Janeiro de 2018 à margem da 30ª Sessão ordinária da Conferência de Chefes de Estado e de Governo da União Africana.

4. É de recordar que, a Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, aquando da Sessão extraordinária de 27 de Janeiro de 2018 convidou as partes Bissau-Guineenses a aplicarem o Acordo de Conakry, caso contrário, seriam aplicadas sanções coletivas e individuais a partir de 1 de Fevereiro de 2018 a todas a pessoas ou organizações que entravem o processo de saída da crise na Guiné-Bissau. A Conferência mandatou igualmente o Presidente da Comissão para implementar as referidas sanções tendo criado um Comité de acompanhamento das sanções composto pelo Togo, a República da Guiné, e a Comissão da CEDEAO.

5. No fim dos encontros e trocas de ideias que teve com os diferentes atores da crise nos dias 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2018:

a. A Missão constata que a nomeação do Primeiro-ministro de consenso tal como prescrito no Acordo de Conakry não foi respeitada. Por conseguinte, a Comissão da CEDEAO anuncia a efetividade das sanções coletivas e individuais a partir de 1 de Fevereiro de 2018, contra todas as pessoas ou organizações que entravem o processo de saída da crise na Guiné-Bissau tal como decidido pela Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO realizada em Adis Abeba a 27 de Janeiro de 2018.

b. A Missão continua convencida de que sem a aplicação integral do Acordo de Conakry, nomeadamente a nomeação de um Primeiro-ministro de consenso e a formação de um Governo inclusivo, as condições políticas idóneas não estão reunidas para a realização de eleições credíveis, inclusivas e pacíficas.

c. A Missão lamenta veementemente o não respeito da liberdade de reunião, reconhecida pela Constituição da Guiné-Bissau, assim como os instrumentos jurídicos da CEDEAO, da União Africana e das Nações Unidas nesta matéria. A esse respeito, a Missão lança um apelo premente a todas as autoridades Bissau Guineenses no sentido de velar pelo estrito respeito do Estado de Direito, dos Direitos Humanos bem como da liberdade de reunião.

d. A Missão exorta as Forças de defesa e de segurança da Guiné-Bissau a manter uma posição republicana e a continuar neutra relativamente aos Actores políticos;

e. A Missão nota com satisfação o nível e a qualidade da colaboração da nossa organização regional com seus parceiros e lança um vigoroso apelo à União Africana, à CPLP, à União Europeia, assim como às Nações Unidas no sentido de apoiarem a CEDEAO na aplicação efetiva das suas sanções.

Feito em Bissau a 1 de Fevereiro de 2018

O Representante do Presidente da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, Sua Exc Prof. Robert DUSSEY, Ministro dos Negócios Estrangeiros Cooperação e Integração Africana da República Togolesa, Presidente do Conselho dos Ministros da CEDEAO

O Representante do Mediador da CEDEAO para a Guiné-Bissau, Sua Exc. Naby Youssouf Kiridi BANGOURA, Ministro de Estado, Secretário-geral da República da Guiné

O Presidente da Comissão da CEDEAO, Sua Exc. Marcel A. de Souza

Fonte: Domingos Simões Pereira

Finalmente a sede do PAIGC foi reaberto ao principio desta noite de quinta-feira.





Alison Cabral 

Editorial: JOMAV E O PATROCÍNIO DE VANDALISMO???

Mais um episódio negro na história democrática da Guiné-Bissau. A atuação das forças de segurança sob encomenda das autoridades nacionais, nomeadamente o Ministério do Interior na pessoa do seu titular, é uma autêntica vergonha nacional. Qualquer cidadão, independentemente da cor política, deveria ter a coragem de condenar os desmandos em curso no país. A mistura entre o silêncio cúmplice do Presidente da República e a agenda de vandalismo dos militantes dissidentes do PAIGC, é um perigo contra ao já vulnerável edifício do Estado.

Utilizar todo o aparelho de segurança nacional (nutrido e sustentado com o erário público) como arma para impor uma agenda partidária, é um duro golpe contra a democracia e sobretudo contra os elementares princípios da ética política. Se tudo era, até aqui previsível neste país, o cerco imposto ao PAIGC, sabotando a realização do seu conclave sem uma base legal plausível, além de ser um crime público perpetrado pelas instituições da República, é também a confirmação de uma República órfã e refém sempre de agendas de grupos.

Esta é a triste realidade que qualquer cidadão honesto deveria repudiar sem medo,  nem cumplicidade e dupla linguagem. A democracia  constrói-se com regras e  respeito escrupuloso das mesmas. Não se pode fechar olhos perante este tamanho desmando e perpetração do império de força em nome de subsídios obscuros, interesses mesquinhos.

Que fique claro. Não se trata aqui de puxa-puxa  de saber quem tem razão entre os militantes do PAIGC, um partido historicamente em conflitos abertos. Trata-se sim do imperativo de se proteger o fragilizado Estado das disputas partidárias, seja qual for o partido político. Em qualquer situação a nossa posição seria a mesma. A defesa das instituições do Estado e da República! Se o jornal O Democrata existisse no passado quando ocorreram outras trites práticas, por exemplo, a ocupação e violência contra a sede do PRS por indivíduos instrumentalizados, assumiria a mesma posição de firme condenação e de verdade.

A Guiné-Bissau precisa de virar a página de práticas retrógradas rumo ao progresso através de respeito pelas normas da democracia. A instrumentalização das instituições de Estado (segurança, justiça, etc.) é veneno perigoso contra a coesão e paz sociais. Que o problema do PAIGC seja resolvido no PAIGC e quando os conflitos transbordam que se recorra à justiça, mesmo com as suas fragilidades. Não se pode envolver os meios do Estado para o combate partidário num claro abuso do poder.

Já o dissemos aqui várias vezes, o Presidente da República tem vindo a demonstrar uma incapacidade tremenda no exercício das suas funções do garante da unidade nacional e árbitro do jogo democrático. Trocou o capote e tornou-se um Chefe de Estado sem poderes em nome de alianças mesquinhas que, tarde ou cedo, voltarão contra ele. A história deste país é rica em factos. Não inventamos nada, simplesmente chamamos atenção. O rumo dos acontecimentos agora merece uma análise ponderada de todos os patriotas. É a hora de assumirmos a postura e mudarmos os comportamentos contrários à sã convivência nacional. A República deve se imperar face às agendas terceiras. Que os partidos políticos façam as suas lutas internas nas suas sedes e que o Estado garanta as liberdades e o bem-estar de todos. 

Por:  Redação
OdemocrataGB 

ÚLTIMA HORA: O PAIGC convoca todos os militantes e simpatizantes para a recepção, esta noite, do presidente do partido, Engº. Domingos Simões Pereira. Agora, é a vez das autoridades nacionais e internacionais fazerem uma inspecção à sede e um levantamento dos danos causados pelo vandalismo de ontem. ESTÃO CONVOCADOS.

Fonte: AAS

Movimento dos Cidadaos Conscientes e Inconformados - COMUNICADO DE IMPRENSA


Após reunir a sua direcção com carácter de urgência, para analisar os últimos acontecimentos políticos conturbados do país, o Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI), em acção para a afirmação do Estado do Direito e Democrático na Guiné-Bissau, vem apresentar a seguinte posição à opinião pública nacional e internacional:

1. Condenar, sem reservas, o impensado acto das forças de segurança, a mando do MINISTÉRIO DO INTERIOR, em invadir a sede de um partido político e impedir a realização do seu IX° Congresso Ordinário, num acto de flagrante violação de um dos direitos fundamentais consagrados na Constituição da República da Guiné-Bissau (Direito de reunião) alegando o cumprimento de aplicação de um conjunto de ordens judiciais que ordenam a suspensão do congresso, facto desmentido pelos tribunais aludidos pelos responsáveis do Ministério;

2. Apelar às partes em colisão no cenário político actual a acautelarem as suas acções no sentido de evitar que as iniciadas ondas de violência atinjam proporções mais alarmantes e de recorrerem sempre às instâncias judiciais para a resolução das suas contendas políticas;

3. Voltar a exigir o autodenominado INCONFORMADO com o acordar do povo guineense contra a sua falhada tentativa de instituição de ditadura na Guiné-Bissau, Presidente José Mário Vaz, a servir aos interesses do povo soberano da Guiné-Bissau: renunciando das suas funções, nomeando um governo legal e constitucional, dissolvendo a ANP e convocar eleições gerais antecipadas;

4. Exigir a CEDEAO a assumir a sua quota de responsabilidade na manutenção da crise que há mais de dois anos vem massacrando o povo guineense, pela sua ineficácia na mediação;

5. E, por último, expressar a sua solidariedade para com todas as vítimas da brutalidade policial que marcou os últimos dias e chamar o povo soberano da República da Guiné-Bissau a manter-se cada vez mais inconformado, na paz e na dignidade, contra todas as formas de opressão do JOMAVISMO.

POVO I KA LIXO!

Bissau, 01 de Fevereiro de 2018.
O movimento 
Movimento dos Cidadaos Conscientes e Inconformados

Militantes do PAIGC regressam à sede em ambiente de festa


O novo primeiro-ministro, Artur Silva, ordenou hoje a retirada das forças de segurança nas imediações da sede do PAIGC, junto ao palácio da república.

Os delegados ao nono congresso celebram o regresso à sede em ambiente de euforia...

Braima Darame

Os tailandeses pensaram em um jeito inusitado de ficar na fila sem se cansar…


Fatos Desconhecidos

UNIOGBIS acolhe formação para agentes da PJ na linha verde para denúncia de crimes


Uma formação para elementos da Polícia Judicária (PJ) consagrada aos preparativos do lançamento de uma linha verde para a denúncias de crimes sociais na Guiné-Bissau está a decorrer no Escritório Integrado das Nações Unidas de Apoio à Consolidação da Paz (UNIOGBIS).

A formação, que é ministrada pela Conélia Vieira Té, Inspetora coordenadora da PJ e coordenadora da Brigada das Melheres e Menores, visa capacitar os agentes da PJ naquilo que, dentro em breve, será o manuseamento da linha verde que será posta à sua disposição para eventuais denúncias por parte dos cidadãos de cenários de violências ou crimes as mulheres e crianças no país.

Segundo Conélia Vieira Té, a referida “linha verde será uma mais-valia, porque sendo grátis, não se precisa de ter saldo para se ligar, torna-se fácil denunciar os crimes cometidos”, frisou.

Nós tentamos saber, da Rabiatu Djaló, agente da PJ da Brigada Anti-corrupção, Crimes contra a Economia Nacional e a Saúde Pública, se a disponibilização da linha verde irá ou não permitir o índice numérico das denúncias por parte da população. Ao que respondeu: “com a abertura dessa linha verde, vamos poder ter mais denúncias. Porque há pessoas que vivem em áreas distantes e não podem se deslocar para virem denunciar crimes por falta de meios económicos. Agora, tudo se tornará mais fácil”, vincou.

O curso é promovido pelas autoridades judiciais nacionais em colaboração coam a Seção do Estado de Direito e das Instituições (ROLSI), da UNIOGBIS.

ONU na Guiné-Bissau

CEDEAO anuncia sanções para líderes guineenses a partir de hoje

A Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental (CEDEAO) anunciou que a partir de hoje irá decretar sanções às individualidades e instituições da Guiné-Bissau que estejam a impedir que se acabe com a crise política no país lusófono.


A posição da CEDEAO vem expressa no comunicado final de uma missão de alto nível que a organização enviou a Bissau, chefiada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros do Togo, Robert Dussey, para ajudar a mediar a crise guineense.

A missão, também integrada pelo presidente da comissão da CEDEAO, Marcel de Souza, reuniu-se, desde quarta-feira, com as diversas partes em conflito na Guiné-Bissau, com vista a obter um entendimento quanto à aplicação do Acordo de Conacri.

Aquele acordo, proposto pela CEDEAO, visava a nomeação de um primeiro-ministro de consenso e a formação de um Governo integrado por todas as partes em conflito há cerca de três anos.

O nome do dirigente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) Augusto Olivais é apontado pela CEDEAO como sendo a figura de consenso, mas, na terça-feira, o Presidente guineense, José Mário Vaz, nomeou o também dirigente do PAIGC Artur Silva chefe do Governo.

Artur Silva tomou posse na quarta-feira, mas ainda não formou o seu Governo.

No entanto, o PAIGC, vencedor das últimas eleições legislativas e outras duas formações políticas com assento parlamentar, rejeitam o nome do primeiro-ministro nomeado.

No comunicado final da missão, a CEDEAO diz ter constatado que não foi nomeado um primeiro-ministro de consenso, tal como recomenda o Acordo de Conacri, assinado em outubro de 2016.

Em consequência, a comissão da organização, mandatada pelos chefes de Estado na última cimeira realizada na Etiópia, no passado dia 27 de janeiro, vai anunciar o nome das entidades a serem alvo de sanções, diz o comunicado.

Ainda não foi anunciado o tipo de sanções que serão aplicadas.

No comunicado final da reunião de Etiópia, a organização sub-regional apelou às outras organizações internacionais, nomeadamente a União Africana, a União Europeia e as Nações Unidas para considerarem as sanções a serem aplicadas aos líderes guineenses.

A missão da CEDEAO diz também estar convencida de que sem a nomeação de um primeiro-ministro de consenso não estarão criadas as condições para que as próximas eleições legislativas sejam credíveis.

A Guiné-Bissau vive uma crise política desde a demissão, pelo Presidente José Mário Vaz, do Governo do PAIGC liderado pelo primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, em agosto de 2015.

MB // VM
Lusa/Fim

ÚLTIMA HORA / URGENTE - A CEDEAO acaba de anunciar a efetivação das sanções: congelamento de contas, interdição de viagens entre outras medidas.


A delegação que terminou os contactos em Bissau, constatou que não estão reunidas as condições para a realização de eleições legislativas livres, justas e transparentes.
O Acordo de Conacri não está a ser cumprido pelo que a CEDEAO vai avançar com as sanções, a partir de 1 de Fevereiro. 

Robert Dussey, ministro dos Negócios Estrangeiros do Togo foi quem leu o comunicado final.
Por seu turno, Marcel de Souza, presidente da Comissão da CEDEAO explicou que tipo de sanções serão aplicadas.

Braima Darame

O coordenador do grupo dos quinze deputados expulsos do PAIGC afirmou hoje que não lhes interessa a governação do país, mas sim a reconciliação interna no seio do partido. Braima Camará fala também da posição do grupo dos quinze face à nomeação do novo primeiro-ministro.

Braima Darame

Vladimir Deuna - Direcção cessante do PAIGC que já entrou na caducidade tem estado a pisar a lei, desacatos e desobediência as decisões judiciais.

Bissau, 01 Fev 18(ANG) – Um grupo de militantes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) entregou hoje uma queixa no Ministério Público contra a direção do partido liderado por Domingos Simões Pereira.

Em declarações à imprensa após a deposição da queixa, Vladimir Deuna porta-voz do grupo disse que a iniciativa visa suspender a realização do IX Congresso dos libertadores porque grande número de militantes foram excluídos da lista de delegados à reunião magna do partido durante a realização de assembleias de base, secção, sector e região.

“O referido grupo de militantes em diferentes regiões do país entraram com providência cautelar nos Tribunais de Norte em Bissorã, do Sul em Buba e de Bafatá no leste e que os seus juízes declararam a suspensão imediata do IX Congresso do PAIGC”, explicou.

Vladimir Deuna disse que a Direcção cessante do PAIGC que já entrou na caducidade tem estado a pisar a lei, desacatos e desobediência as decisões judiciais.

“Como sendo os cidadãos guineenses, militantes e dirigentes do PAIGC entendemos que  isso não é coreto, porque o papel dos tribunais é de dirimir os conflitos para que não haja anarquia na sociedade e os cidadãos têm que respeitar as leis da República”, sustentou.
Deuna sublinhou que a justiça é pilar da democracia em qualquer Estado.

“É por causa disso que nós não queremos  que isso desemboque em violência e derrame de sangue. Vocês da imprensa têm estado a acompanhar atentamente o desenrolar da situação. O líder do PAIGC não está a respeitar a decisão judicial”, criticou.

“Prova disso, ontem quarta-feira, num dos hoteis da capital procedeu a abertura do Congresso do partido.Todos nós sabemos que o congresso está viciado e por isso não pode ter lugar enquanto não voltar em estaca zero para que todos os militantes com direito participassem em pé de igualdade”, frisou.

Consta que antes  de Deuna, há a registar três recursos de providência cautelar que terão  sido movidos por companheiros  contestatários de Deuna para impedir a realização do IX congresso do PAIGC.

O grupo que recorreu ao Tribunal regional de Bissau recebeu como resposta a absolvição da direção do PAIGC por falta de alegações sobre factos concretos susceptíveis de evidenciar alguma irregularidade na eleição de delegados.

Em relação ao Tribunal Regional de Sul, referido por agentes da POP na televisão pública guineense é o próprio Presidente desta instância que desmente a produção de qualquer providência cautelar que proibisse a realização do nono congresso.

A reação do tribunal de Sul veio depois de o tribunal ter sido referido como tendo solicitado as forças da ordem para impedir a realização do congresso.

O Tribunal do Norte terá decidido pela suspensão do congresso mas no dia seguinte produziu nova decisão que determina a suspensão dos efeitos da primeira decisão, quer dizer, segundo o advogado do PAIGC, Carlos Pinto Pereira, suspendeu o impedimento à realização do congresso. 

ANG/ÂC/SG

ÚLTIMA HORA: COMUNICADO CEDEAO




Ditaduraeconsenso

O Partido da Renovação Social defendeu hoje a realização das eleições legislativas, dentro do calendário eleitoral, como solução para a crise política vigente.

Domingos Quadé, um alto dirigente do partido, afirma que não foi discutida a aplicação do acordo de Conacri no encontro com a delegação da CEDEAO. 

Uma missão ministerial da CEDEAO retomou hoje os contactos com atores politicos em Bissau.


Braima Darame

URGENTE - ÚLTIMA HORA - PERSEGUIÇÃO: Ditadura de Consenso acaba de apurar junto de uma fonte que o ministério Público terá emitido um mandato, ordenado buscas na residência do presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira. Pode estar iminente.

Fonte: AAS

Ênis providências cautelares!!!

Walter Felix da Costa - NÔ pintcha, nha tio Pedro Duarte Gomes, nha mais velho Victor Felix Diouf, Calo Bissau, e outros meus queridos Mano Camaradas do nosso glorioso partido. 

AQUI ESTÁ MATRIAL VIVO CONTRA O NOSSO INEXISTENTE ILEGAL CONGRESSO.


Fonte: Walter Felix da Costa

ÚLTIMA HORA: Chegaram ameaças - não haverá congresso nem reuniões do PAIGC no hotel Ledger. Neste momento, o presidente do PAIGC está no hotel Azalai, acompanhado de elementos da comunidade internacional, dos líderes dos partidos integrantes do Colectivo, dos hóspedes e apoiantes.

 AAS

Xé - Agora Aguenta

PAM e autoridades traçam planos para eliminar a fome na Guiné-Bissau até 2030

Estratégia está alinhada ao Objetivos do Desenvolvimento Sustentável; governo declarou apoio à iniciativa; Agência da ONU defende adaptação das metas dos ODSs ao contexto guineense.

Foto: Ocha/Ivo Brandau
Amatijane Candé, de Bissau para a ONU News.

O Programa Alimentar Mundial, PAM, e o Ministério da Economia e Finanças da Guiné-Bissau começaram a elaborar a estratégia fome zero no país.

A parceria lançada esta quarta-feira visa melhorar a nutrição e garantir segurança alimentar a toda população, refletindo a nível acional o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável, ODS 2.

Horizonte 2030

A representante residente do PAM no país disse que o plano implica melhorar o acesso aos alimentos, eliminar a desnutrição e apoiar o aumento de renda e da produtividade nas pequenas agricultoras.

No seu discurso no lançamento da iniciativa, em Bissau, Kiyomi Kawaguchi falou da orientação de metas dos ODSs.

"Objetivos do Desenvolvimento Sustentável não se orientam com metas para todos os países, cada um adapta-se segundo suas prioridades, tanto humanas, como em direção ao planeta. Cada país precisa domesticar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável no seu contexto próprio, identificar brechas, priorizar opções e ter roteiros, passos sobre como chegar a 2030".

Compromisso

Para a representante, o alargamento da apropriação deste processo e o conteúdo a toda a nação são determinantes para o sucesso de políticas públicas e realização dos objetivos globais.

A responsável encorajou as autoridades guineenses pela abertura em apoiar as fases da elaboração do documento e reiterou o compromisso de apoio da agência.

"Permitirão que todos os parceiros e atores interessados engajassem no processo, aproveitando espaço para desenvolver uma estratégia inclusiva, participativa e apropriada por todas e todos baseado na pesquisa credível e análise de dados concretos. O PAM está engajado para apoiar qualquer país que precisa para domesticar o objetivo número dois".

Perspetivas

As previsões da agência da ONU apontam que, no futuro, o programa com o governo da Guiné-Bissau será baseado na estratégia fome zero lançado em cerimónia presidida pelo secretário-geral do Ministério da Economia e Finanças, Francisco Rosa Cá.

Estiveram presentes no evento, a diretora nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental, Helena Nosoline, o coordenador da equipa técnica, Carlos Cardoso, dirigentes da sociedade civil, funcionários públicos, ONGs e diplomatas.

Unmultimedia.org

Guiné-Bissau: Domingos Simões Pereira anuncia abertura do IX Congresso do PAIGC no jardim de hotel em Bissau

Depois de Domingos Simões Pereira ter garantido que o IX Congresso do PAIGC iria iniciar esta quarta-feira 31 de Janeiro, os militantes do partido, que tinham sido expulsos à força da sede partido, decidiram permanecer junto à sede da UNIOGBIS a aguardar pela confirmação do local onde poderia ser anunciada a abertura do Congresso. …Ler mais

Financiamento do Fundo Global contra SIDA


Graças ao financiamento do Fundo Global contra SIDA, Tuberculose e Malaria, o Ministério da Saúde Publica e o PNUD disponibilizaram testes diagnósticos rápidos e os medicamentos contra Paludismo em todos os centros de saúde na Guiné-Bissau
Todas as pessoas diagnosticadas com paludismo podem dirigir-se a esses centros de saúde e assim receber de forma gratuita os medicamentos receitados.

Caso não encontre os medicamentos em qualquer centro de saúde pública do país ou se for cobrado, ligue para 188 (sem custos). A chamada é gratuita para esse número e será atendido/a de forma anónima

ONU na Guiné-Bissau

GUINE BISSAU: DEMOCRACIA EM PERIGO NO PAIGC, ONDE A DIRECÇÃO CESSANTE AGARRA-SE AO PODER

UM AUTENTICO DRAMA HUMANO ESTE EX-LIDER E PRESIDENTE CESSANTE DO PAIGC. DOMINGOS SIMÕES PEREIRA QUER A TODO CUSTO PRESERVAR O PODER, FAZENDO DE CONTA QUE AINDA MANDA NO PARTIDO, MESMO SEM TER AS BASES COM ELE. E MAIS, COM O MANDATO CADUCO.


PAIGC, POR SER UM PARTIDO HISTÓRICO E LIBERTADOR MERECE SER DIRIGIDO POR GENTE SÃ, HUMILDE, SENSATO E SIMPLES. Gentes frustrados, desequilibrados, paranóicos esquizofrénicos, do tipo Domingos Simões Pereira nunca devem estar a frente do PAIGC.

O ex-Lider do PAIGC Domingos Simões Pereira, Presidente cessante do PAIGC quer a todo custo preservar o Estatuto do Presidente do partido, que lhe garante a imunidade para manter-se impune e longe das garras da justiça que o persegue por crimes de peculato e de abuso de poder. 

Estes crimes foram cometidos por dsp ao inventar e manipular o famigerado resgate aos bancos comerciais da praça, bem assim o Dinheiro de FUNPI, que desbaratou depois de forçar decreto, alterando disposições iniciais que privam o fundo do sector privado.

DSP e seu par Cipriano Cassamá lesaram o estado guineense, arrebentando com a economia nacional.

Na vã tentativa de manter a viva força o estatuto do Presidente do PAIGC o ex-lider falhado e frustrado conta com apoios maquiavélicos de algumas estruturas judiciais.

DSP É DE FACTO UM HOMEM EM FRANCO DESESPERO PARA SE AGRARRAR AO PODER E AO ESTATUTO DO PRESIDENTE DO PAIGC.

Só Isso justifica forçar  um Congresso sem conseguir controlar  as presenças e destrinçar os delegados de curiosos ou de convidados, etc…

Mas que desespero e descontrole?

O PODER CEGA CERTOS HOMENS COM AMBIÇÃO DESMEDIDA

Fonte: Ditaduradoprogresso

Abertura Oficial do IX Congresso Ordinário do PAIGC. Foi verificado o quórum, com a aprovação de todos os delegados presentes. Foi aprovado o lema do congresso: "Unidade, Disciplina, Progresso, Desenvolvimento". Último ponto, foi proposta a mesa do congresso, que foi aprovada por unanimidade