quinta-feira, 4 de julho de 2013

Egipto: Presidente Morsi deposto pelos militares


“SE O SEU ATAQUE ESTÁ INDO MUITO BEM, VOCÊ ESTÁ CAMINHANDO POR UMA EMBOSCADA”

CEDEAO disponibiliza para Guiné-Bissau quase 5 milhões de euros


A Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) disponibilizou quarta-feira para a Guiné-Bissau 3,1 mil milhões de francos (4,7 milhões de euros) para reabilitar três quartéis militares.

 O ato formal de entrega da verba ocorreu numa cerimônia no Palácio do Governo, no qual o embaixador da CEDEAO em Bissau, Ansumane Cissé, e os ministros guineenses da Defesa, Celestino de Carvalho, e das Finanças, Higino Mendes, rubricaram os protocolos de apoio.

 O representante da organização africana afirmou que se tratou de "um primeiro passo concreto" para a reforma do setor de Defesa e Segurança da Guiné-Bissau, destacando ser importante a execução correta das obras de reabilitação das casernas "para que o programa possa seguir os próximos passos".

 Os quartéis da Base Aérea e do Exército em Bissau e o aquartelamento de Buba (no sul) serão os beneficiários e serão totalmente remodelados e entregues dentro de oito meses.

 As obras foram entregues a 10 empresas guineenses, obras que o ministro das Finanças, Higino Mendes, disse querer ver "bem executadas".

 "Exorto as empresas a quem foram concedidas as obras para que façam o trabalho com profissionalismo. Vou ser vigilante na aplicação dos fundos", afirmou Mendes, frisando que "mais uma vez" a CEDEAO presta apoio à Guiné-Bissau.

 "Aquilo que se propala na imprensa, de que o programa da reforma do setor de Defesa e Segurança é só no papel, a partir de hoje é uma realidade com este apoio importante dos nossos irmãos da CEDEAO", observou Higino Mendes.

 VDR
Angop

Missão internacional irá avaliar situação na Guiné-Bissau


Uma missão que junta as principais organizações parceiras da Guiné-Bissau vai avaliar a situação no país entre os dias 06 e 10 deste mês, disse terça-feira em Bissau o representante da União Africana (UA), Ovídeo Pequeno.

A missão junta representantes da UA, da ONU, da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e da União Europeia (UE).

Segue-se a uma idêntica que ocorreu em Dezembro passado e tal como a primeira destina-se a avaliar a evolução da situação no país, na sequência do golpe de Estado ocorrido no ano passado, e o período de transição que se vive actualmente.

Ovídeo Pequeno, que terça-feira se reuniu com o ministro dos Negócios Estrangeiros do governo de transição, Delfim da Silva, disse aos jornalistas que a missão "irá ver os passos que já foram dados pelas autoridades de transição" e "analisar a possibilidade de apoio, quer a nível político quer a nível financeiro e técnico" para as eleições, marcadas para Novembro.

A Guiné-Bissau foi suspensa da UA devido ao golpe de Estado do ano passado e a questão do levantamento da suspensão também deverá ser discutida pela missão, disse Ovídeo Pequeno, acrescentando que há um "sentimento" de levantar a suspensão, embora seja necessário "ver no terreno como é que as coisas estão".

Em relação a um eventual apoio da UA para as eleições presidenciais e legislativas marcadas para 24 de Novembro o representante em Bissau da União Africana disse que a organização tem capacidade técnica para dar esse apoio, uma questão que vai ser analisada com a Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau.

A missão que estará no país na próxima semana, acrescentou, vai ver como é que "de forma coletiva e individual" se pode ajudar a Guiné-Bissau a realizar um processo eleitoral que seja transparente e como preparar também o período pós-eleitoral.
VDR
Angop

sábado, 29 de junho de 2013

Decidir o partido político que pretende votar a favor é como Verificação das cabines banheiro público para ver qual é o menos nojento

Decreto Presidencial Número 07/13 – Marcação das eleições Presidenciais e Legislativas

Audiência do PRT, Manuel Serifo Nhamajo com memros do PRS, Nbunhe Ncada e Florentino Mendes Pereira, para a auscultação sobre as eleições

By RGBPresidencia | Junho 28, 2013 - 3:22 pm 
Considerando a nova conjuntura fruto da Revisão da Acordo Político e do Pacto de Transição, Resolução n.1/PL/ANP/2013, que permitiram a remodelação do Governo de Transição, tornando-o ainda mais inclusivo.

Atendendo ainda que a dinâmica do processo de Transição impõe como horizonte as eleições gerais no País de modo a permitir o pronunciamento e escolha directa do povo guineense dos seus representantes nos órgãos de soberania.

Da auscultação aos diferentes partidos políticas, forças vivas da Nação e da colaboração activa da comunidade internacional sobre a data das próximas eleições, entende o Presidente da República de Transição estarem reunidas os pressupostos objectivos e legais que possibilitem com segurança a marcação da data das eleições Presidenciais e Legislativas.

Tendo em conta as garantias técnicas dadas pela Comissão Nacional de Eleições em corno estão reunidas todas as condições para a realização das eleições previstas para o segundo semestre do corrente ano.

Assim, ouvido o Governo, os partidos políticos e a Comissão Nacional de Eleições, o Presidente da República de Transição, decreta, nos termos da alínea f) do artigo 68º e do artigo 70º, ambos da Constituição da República conjugado com o no 3 do Artigo 1º da Resolução No 1/PL/ANP12013 (Pacto de Transição).

ARTIGO 1
É fixado o dia 24 do mês de Novembro do ano em curso para a realização das Eleições Presidenciais e Legislativas.


ARTIGO 2
Este Decreto Presidencial entra imediatamente em vigor.
Bissau, 28 de Junho de 2013.


Publique-se.
O Presidente da República de Transição
Manuel Serifo Nhamajo


Decreto Presidencial Número 07/13 – Marcação das eleições Presidenciais e Legislativas

A descoberta de Aladje

Aladje
(FIFA.com) Sábado 29 de junho de 2013.
Portugal tem uma arma secreta nesta Copa do Mundo Sub-20 da FIFA. Tão secreta, aliás, que nem mesmo os torcedores portugueses parecem saber quem ela é ou de onde saiu. E não é por acaso. Ao contrário de seus companheiros de seleção, Aladje, de 19 anos, nunca atuou nas categorias de base de clubes lusos ou sequer fincou raízes no país que acolhera anteriormente seu pai, família e tantos amigos.

Nascido em Guiné-Bissau e com ascendência portuguesa, o atacante trilhou um caminho diferente de outros talentos oriundos da nação africana, como os companheiros de equipe Bruma, Edgar Ié e Agostinho Cá – todos que, por sua vez, emigraram para Portugal bem mais jovens. E depois de passar dois anos na Itália, atuando por equipes menores, somente agora ele parece dar o passo decisivo para enfim se tornar conhecido na nação que escolheu defender.

A julgar pelos três gols que marcou na primeira fase do Mundial da Turquia, Aladje está, sim, no caminho certo. “É algo natural para mim: não sou conhecido porque nunca joguei em Portugal”, explica ao FIFA.com. “Mas agora meus amigos contam que as pessoas falam de mim por lá. Ainda preciso seguir trabalhando, mas um dia as pessoas vão me conhecer melhor.”

Pode parecer um objetivo simples, mas que tem muito valor para o atacante de 1,88 metro, descoberto até tardiamente por um empresário italiano após se destacar nos campos da Academia Vitalaise, em Bissau. Foi por essa razão que, em 2011, com 17 anos, Aladje acabou não fechando com equipes portuguesas que haviam mostrado interesse em seu passe. O destino acabou mesmo sendo a Itália, no Padova.

A primeira tentativa não chegou a ser bem sucedida, e Aladje partiria então para o Chievo Verona, que o emprestaria em seguida para o modesto Aprilia. Em apenas um ano, ele deixava Guiné-Bissau e ia parar na terceira divisão da Itália, em um país com língua diferente e diante de provações as quais muitos jovens da sua idade talvez não tivessem superado.

“Foi muito difícil, porque não falava a língua, não entendia o que o treinador me pedia”, conta o jogador, que agora se diz mais tranquilo no idioma após as aulas dos últimos meses. “E além disso dava muita saudade da família, dos amigos, de Guiné. Sempre ligava para o pessoal, que me dizia para ficar tranquilo, que o primeiro ano era sempre mais duro. No fundo, sabia que este período seria importante para mim.”

Não muito longe de Roma, Aladje lutava quase sozinho para não cair no ostracismo, mas uma temporada mais animadora no Aprilia acabou sendo suficiente para que ele desses dois saltos. O primeiro veio ainda no país da bota: ele assinou com o Sassuolo, recém-promovido para a elite do país. O outro foi exatamente onde ele tanto sonhara: em Portugal, onde conseguiu, no meio da temporada passada, participar de uma espécie de teste para jogadores que ainda estavam se desenvolvendo. Com Edgar Borges já como treinador, as portas da seleção juvenil portuguesa se abriram e ele voltaria à carga já no mês de junho, no Torneio de Toulon, quando marcou três gols na campanha.

Em pouco tempo, o centroavante se tornava peça fundamental da seleção portuguesa e, com tantos companheiros vindo de Guiné-Bissau, ele rapidamente se sentiu em casa. No ataque, o entrosamento com Bruma foi arrebatador e poderia sugerir que os dois conterrâneos fossem verdadeiras almas gêmeas. Longe disso. Enquanto o camisa 11 é brincalhão e está acostumado a dar entrevistas em seu país, Aladje é exatamente o oposto: tímido e de fala baixa, quase incompatível com o futebol vigoroso que apresenta nos jogos.

“Nisso sou mesmo o contrário do Bruma”, diz, quase envergonhado, se soltando apenas para falar da parceria de sucesso que vem fazendo com o atacante do Sporting – os dois já marcaram oito gols no torneio, alguns deles com assistências precisas de um para o outro. “Não tenho a habilidade dele. Ele é pequeno, rápido e faz coisas muito difíceis com a bola. Faz pouco tempo que jogamos juntos pela primeira vez, mas já estamos no entendendo melhor, e isso é bom para a equipe.”

Para a equipe e para o próprio Aladje, que vai, assim, construindo aos poucos seu próprio caminho com a camisa de Portugal e aumentando as chances de realizar alguns daqueles sonhos simples que sustenta. “Ainda quero um dia jogar em Portugal. Seria bom estar de volta para perto da família e dos amigos”, confirma ele, que parece mesmo não se importar com a “fama” repentina. “Quero é ficar conhecido pelo que faço dentro de campo.”

Partido Socialista português felicita marcação das eleições

Lisboa - O Partido Socialista português (PS) felicitou hoje a marcação das eleições na Guiné-Bissau e considera que estão reunidas as condições para restaurar as relações formais com as autoridades guineenses interinas. 
 
Numa nota enviada à imprensa, o PS incita à contribuição de todas as forças políticas no restabelecimento da ordem constitucional, através da realização das eleições, e desejou que o processo eleitoral decorra de acordo com os padrões internacionais de igualdade e liberdade política. 

   
O Presidente da República de transição da Guiné-Bissau, Serifo Nhamadjo, marcou as eleições gerais para 24 de Novembro, através de um decreto presidencial, depois de ouvidos os partidos políticos. 


A Guiné-Bissau vive um período de transição depois do golpe de Estado que a 12 de Abril de 2012 depôs  os governantes eleitos democraticamente.  
 
Em Maio do ano passado foi constituído um governo de transição para conduzir o país até às eleições, que deviam realizar-se no prazo de um ano.


Atrasos vários no processo levaram a que o período de transição fosse estendido até ao final deste ano. 
 
As representações na Guiné-Bissau da União Europeia e as Nações Unidas já afirmaram várias vezes que estão disponíveis para apoiar técnica e financeiramente a realização do escrutínio.




Presidente Serifo Nhamadjo marcou eleições gerais para 24 de Novembro


Uma proposta que à partida, reúne o consenso maioritário no seio da classe política da Guiné-Bissau

Para as Formações Politicas, ouvidas pelo Presidente de Transição, a data indicativa é praticável, mas implica, nomeadamente, a resolução de questões prévias, entre as quais, o aperfeiçoamento da componente técnica.

Neste particular, algumas formações politicas, ou seja, o Fórum dos Partidos Políticos, que apoiaram o golpe militar de 12 de Abril do corrente ano, e o Partido Republicano para Independência e Desenvolvimento (PRID) condicionam a realização do escrutínio a um processo de recenseamento biométrico.

Facto que exige a intervenção financeira da Comunidade Internacional, que segundo fontes de autoridades de transição, apenas pré dispuseram-se em apoiar o processo e não com certeza o recenseamento biométrico em específico, se bem que, para o efeito, além de factor tempo, obriga-se a uma mobilização algo extraordinária dos potenciais parceiros.

Seja como for, o PAIGC e o PRS, dois partidos maioritários na Guiné-Bissau, não apresentam qualquer objecção a data indicado pelo Chefe de Estado.

Ainda dos partidos políticos recebidos pelo Presidente de Transição conta-se PND, cujo líder, Iaia Djaló, defende ser imperativa que nestas eleições participem os guineenses que estão na diáspora. Diáspora que desde 1999 deixou de exercer o seu direito cívico, concretamente na escolha de líderes para presidir o destino do país.

Entretanto, a formalização da data do escrutínio geral, deverá ser anunciada nas próximas horas por Decreto Presidencial.

Lassana Casamá VOA

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Obama hails democracy in Africa during trip to Senegal


Barack Obama waves as he arrives at Dakar airport. Air Force One touched down in the Senegalese capital on Wednesday

US President Barack Obama has hailed the "amazing" strides that Africa has made in achieving democracy.

Mr. Obama made the comments in Senegal after meeting President Macky Sall on the first leg of his African tour.

He said Senegal was one of the US's "strongest partners" on the continent and was becoming a "great example" of good governance.

This is Mr. Obama's third visit to Africa since he became president in 2008. His trip is expected to focus on boosting economic ties and promoting good governance.

'Combat corruption'
All the countries he plans to visit - Senegal, South Africa and Tanzania - are stable democracies.

He has excluded from his itinerary Kenya, where his father was born, and Nigeria, Africa's biggest oil-producer, which has been hit by an Islamist insurgency.

The South African leg of his trip is expected to be overshadowed by the continuing critical condition of former President Nelson Mandela. The White House has said it will defer to the wishes of Mr. Mandela's family over whether the ex-leader is well enough to receive a visit from him in hospital.

US officials said the indictment of Kenyan President Uhuru Kenyatta at the International Criminal Court on charges of fuelling violence after the 2007 election, which he denies, made it politically impossible for Mr. Obama to visit the country, the AFP news agency reports.

Crowds welcomed Mr. Obama's motorcade in Senegal's capital, Dakar, on Thursday, cheering and waving home-made signs as he made his way to the presidential palace for a meeting with Mr. Sall, the Associated Press news agency reports.

Some in the crowd drummed and sang outside the palace gates as Mr. Sall and his wife, Marieme Faye Sall, welcomed them, it reports. Mr. Obama said Africa had made "great progress" in achieving democracy, singling out Senegal, Ghana, Sierra Leone, Ivory Coast and Niger for praise.

"Senegal is one of the most stable democracies in Africa and one of the strongest partners that we have in the region. It's moving in the right direction with reforms to deepen democratic institutions and as more Africans across this continent stand up and demand governments that are accountable and serve the people, I believe Senegal can be a great example," Mr. Obama said.

He is now due to visit the Supreme Court in Dakar to speak about the importance of an independent judiciary and the rule of law in Africa's development.

"It's not enough to have elections; it's not enough to have democratically elected leaders. You need to have independent judiciaries. You need to have confidence in the rule of law. You need to have efforts to combat corruption,'' Mr. Obama's foreign policy adviser Ben Rhodes is quoted by Associated Press news agency as saying.

"You need to have efforts to combat corruption because, frankly, not only is that good for democracy and respect for human rights, but it's critical to Africa's economic growth."

Mr. Obama, along with his wife and children, will also travel by ferry to Senegal's Goree Island, a memorial to Africans who were caught up in the Atlantic slave trade.

The visit is expected to be emotional because Mr. Obama is the son of an African and Michelle Obama is a descendant of slaves, correspondents say.

"A visit like this by an American president, any American president, is powerful," said White House spokesman Jay Carney.
"I think that will be the case when President Obama visits and I'm sure particularly so, given that he is African American."

On Sunday, Mr. Obama is expected to visit Robben Island, where Mr. Mandela was jailed for 18 of the 27 years he spent in prison, on the second leg of his African tour. However, it is unclear whether the visit will take place because of Mr. Mandela's deteriorating health, correspondents say.

Mr. Obama is due to end his African tour with a visit to Tanzania, where he will pay his respects at a memorial outside the US embassy in the main city, Dares Salaam, in honour of 11 people killed in a bombing by al-Qaeda in 1998.

BBC

Campanha de caju 2013: Intermediários falam em “grandes prejuízos”

Os comerciantes intermediários consideram que a presente campanha de caju está a ser “muito prejudicial” aos seus negócios, chegando às perdas a representar mais de milhão de francos cfa.
Em entrevista a ANG, Baila Seidi, um intermediário que opera há vários anos, afirmou que já sofreu um prejuízo que ronda 900 mil Fcfa e afirma que há colegas seus que sofreram perdas maiores. “Houve colegas que compraram 1 kg de caju a 200 Fcfa junto ao produtor e o venderam na balança a 150Fcfa”, informou desabafando Baila Seidi.
Solicitado a indicar as causas do insucesso da campanha deste ano, este comerciante imputa a “culpa” à crise político-militar provocada pelo golpe de Estado de Abril de 2012.
No entendimento de Bala Seidi, se não fosse essa situação, viriam mais empresários estrangeiros e em conseqüência, verificaria a concorrência, em termos de preço da compra da castanha guineense que, de acordo com especialistas, possui uma qualidade apreciável no mercado internacional.
Nesta fase final do processo, seidi pede ao governo a intervir com vista a minimizar as perdas na fileira de caju através da capitalização dos comerciantes que, por sua vez, comprarão o resto de caju na mata a um preço razoável. Visivelmente triste Seidi que opera nas regiões de Tombali e Bafata, afirmou que dos 500 toneladas que esperava comprar este ano, apenas comprou 200. Tudo porque, não está a ter o devido retorno face às despesas inerentes.
Quem também lamentou a sua situação ao repórter da ANG é o intermediário Ibraima Djaló que disse ter comprado a castanha na ilha de Onhucum, sector de Uno, a 175Fcfa o quilo mas que vê-se agora obrigada a vender a preço de 140 francos cfa o quilo. Djaló que fala em “imensas despesas, nomeadamente, o aluguer de viatura para o transporte do caju, da taxa de 175 mil Fcfa  que tem que pagar ao Ministério das Finanças e 52 mil cfa ao  Ministério de Comercio, apela igualmente ao executivo para intervir com o propósito de  “ minimizar as perdas que afectam os autores da fileira”.
Na mesma linha falou o comerciante Quintino Djedju que apelidou a presente campanha de “Um insucesso total”.
Entretanto, para além de pouca presença de comerciante e camiões de caju, o repórter da ANG constatou igualmente que hoje dia 26 ,na principal balança do país, sita junto ao Porto de Bissau que,  a castanha de caju estava a ser  comprada a  140Fcfa por quilograma. Facto que, segundo um comerciante, impede os intermediários de irem comprar o produto nas mãos dos produtores.
O caju e a pesca constituem 80% do volume da exportação da Guiné-Bissau.
Bissau, 26 Jun 13 (ANG)

terça-feira, 25 de junho de 2013

Jovem preso em Luanda por ter cartão de protesto

                                                              João Ambrósio

Um jovem foi detido na Sexta-feira passada por possuir um cartão criado para identificar os jovens que protestam a governação angolana.

Tudo aconteceu quando João Ambrósio de 20 anos de idade pediu ao seu amigo para plastificar uma folha de A4, onde continha dados como: cartão de identificação de cidadão em protesto permanente. Motivo de adesão: por uma angola mais justa. Ocupação: desempregado. Residência: Do Tio, província de Luanda assim como o seu respectivo nº do Bilhete de Identidade.

Segundo Pedro Sozinho irmão do jovem detido, até agora não foram informados sobre as razões que levaram à detenção do Jovem João Ambrósio.

“Questionei a polícia quando é que provavelmente ele devia sair, mas até agora não conseguiram nos dizer nem as causas da sua detenção,”disse.

A Voz da América sabe de fontes do Comando Geral da Polícia Nacional que João Ambrósio está a ser acusado de falsificação de documentos.

Pedro Sozinho disse no entanto que a detenção do seu irmão está relacionada a sua participação nas manifestações.

“Concluímos que o problema tem haver com a questão da manifestações já que é com a questão das manifestações, então como é este o caso a polícia que resolva” acrescentou.

Tentamos o contacto com o Porta-voz do Comando Geral, Aristófenes Santos o mesmo mostrou-se indisponível para qualquer esclarecimento.

VOA

Bissau-Kesnad Oil & Energy e Petroguin com acordo no Bloco 3 do offshore da Guiné-Bissau

A empresa costa-marfinense Kesnad Oil & Energy assinou, a 7 de Junho, com a Empresa Nacional de Prospeção e Exploração de Petróleo (PETROGUIN-EP), um acordo com o objetivo de avançar com a prospeção e exploração de hidrocarbonetos, no Bloco 3 do Offshore, dos menos profundos da Guiné-Bissau, revela a agência PNN.

A Petroguin-EP sublinha, em comunicado, que depois de cerca de um ano de negociações, a empresa pública culminou com este processo negocial de contrato de associação, em participação com a Kesnad Oil & Energy.


O projeto inclui o transporte de petróleo no e a partir do Bloco 3, com base nas licenças de pesquisa que serão conferidas às partes, pelo Governo da Guiné-Bissau.

Com a duração de cinco anos, as participações percentuais serão de 80%, para a Kesnad, e de 20% para a Petroguin-EP. No que diz respeito às despesas de pesquisa, a Guiné-Bissau (via Petroguin) tem zero de compromissos, recaindo sobre a Kesnad Oil & Energy a totalidade dos compromissos com custos operacionais e outros.


A PPN realça que se trata de mais uma etapa no discutido processo de prospeção e exploração de petróleo na Guiné-Bissau. OJE

Estado de saúde de Nelson Mandela é crítico

Nelson Mandela o primeiro presidente negro eleito na África do sul

O estado de saúde do primeiro Presidente negro da África do sul, Nelson Mandela, piorou nas últimas horas, o que levou as autoridades sul-africanas ao mais alto nível do estado a pedir a naçao e o mundo a rezarem por Madiba.

"O estado de saúde de Mandela tornou-se crítico", foi assim que o Presidente sul-africano, Jacob Zuma, se dirigiu esta segunda feira, 24 de junho, aos jornalistas, depois de ter visitado ontem à noite, aquele que o povo sul-africano chama afectuosamente, Madiba, no hospital de Pretória, onde está hospitalizado desde o dia 8 de junho.

Desde a hospitalização de Nelson Mandela, foi a primeira vez que as autoridades sul-africanas descreveram o estado de saúde do grande líder e estadista mundial, como sendo "crítico".

De notar que Jacob Zuma foi ao hospital acompanhado do antigo líder sindicalista e vice-presidente do ANC, Cyril Ramaphosa, que se avistaram com os médicos e com Graça Machel, esposa  de Nelson Mandela.

O comunicado divulgado à imprensa sublinha que a equipa médica que acompanha Madiba está a fazer tudo para melhorar o seu estado de saúde.

Aos 94 anos, o ícone da luta contra o apartheid está internado há três semanas devido a uma infecção pulmonar.

Mariamo Hassamo, correspondente da RFI na África do Sul, relata neste programa que as visitas a Nelson Mandela são rigorosamente restritas e a segurança em torno do hospital é reforçada.

Segundo ela, as informações sobre o estado de saúde de Mandela são cuidadosamente controladas pela presidência sul-africana. Sem informações, o clima de preocupação toma conta do país e os sul-africanos se preparam para dizer adeus a um de seus grandes heróis.

RFI

FAO Mentiu - Vitorino Nhany


O secretário-geral da UNITA, Vitorino Nhany, acusou a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), de mentir sobre a situação de fome e pobreza em Angola.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Terrorismo leva Estados Unidos a aumentar actividades em África

A visita do presidente Obama, a África destaca o envolvimento económico e comercial cada vez maior no continente. Da mesma forma que a presença militar americana em África tem vindo a crescer com o aumento das ameaças terroristas por toda a região.

Rapariga passa em frente a parede com graffitti sobre a rede al-Qaida numa zona de muçulmanos em Kano, norte da Nigeria.

O aumento do número de grupos militantes numa zona de África antes considerada “não afectada” como o Mali, levou os militares americanos a prestarem maior atenção e aumentar a sua presença na forma de programas de “construção de capacidade” como aquele em que os fuzileiros navais americanos treinam comandos africanos.

Os Estados Unidos aumentaram também as suas actividades de recolha de informações, observação e reconhecimento, colocando bases de aviões telecomandados em países como o Níger.
Tudo isto faz parte de um plano para fornecer assistência e segurança a África sem uma grande presença de pessoal americano no continente.

O general americano David Rodriguez assumiu recentemente o comando do Comando Estados Unidos-África (o AFRICOM), baseado na Alemanha.

“A história das nações africanas, o colonialismo, são razões que explicam porque não devemos ter ali uma presença em força mas usar uma pequena presença de forma criativa com soluções inovadoras para obter o mais possível de um pequeno número de pessoas, que ali estão por períodos curtos para exercícios, para levar a cabo operações, para contribuir para a capacidade local.”

A AFRICOM foi criada em 2008, e o seu enfâse inicial era projectos de desenvolvimento incluindo programas de desparasitação dos animais domésticos com soldados americanos, por vezes trajando à civil, trabalhando com aldeões.

Mas os analistas, como Richard Downie, dizem que uma tal política levou muitos a questionar o que estavam de facto os militares americanos a fazer em África.

“Houve muita consternação quando a AFRICOM foi lançada, sobretudo porque não foram explicados claramente os seus objectivos em África, pelo que as pessoas ficaram com muitas suspeitas.”

O aparecimento de ameaças terroristas levou as forças americanas a expandir as suas actividades de recolha de informações e outras operações militares.

Para o analista Downie as suspeitas dissiparam-se ao tornar-se claro que os Estados Unidos limitavam a sua presença no continente e definiam melhor a sua missão.

“A missão da AFRICOM tornou-se clara e optou por uma posição operacional mais tradicional. Acho que acabou por ajudar a imagem da AFRICOM em África. As pessoas compreendem um pouco melhor o que está a fazer em África.”

Os analistas dizem que também se tornou claro que a sua missão de “construção de capacidade” é uma missão a longo prazo. Os americanos estão a trabalhar com forças militares mal treinadas e em muitos casos pouco profissionalizadas. Um esforço que pode levar décadas a atingir os seus objectivos.

Guiné-Bissau: Viatura do Presidente da ANIE incendiada


Bissau (PNN, 21 de Junho de 2013) – A viatura do Presidente da Associação Nacional de Importadores e Exportadores (ANIE) da Guiné-Bissau, foi incendiada na madrugada desta sexta-feira, 21 de Junho, junto da sede da instituição, na Avenida dos Combatentes de Liberdade da Pátria, no mesmo prédio onde reside o responsável.

Contactado pela PNN, Amadu Iero Djamanca afirmou que se trata de uma polémica em torno da fracassada campanha de comercialização da castanha de caju, da época de 2013.
«Estava à espera porque, nos últimos dias, tenho vindo a receber ameaças via SMS, relativamente à minha posição face à presente campanha», revelou o responsável da ANIE.
De acordo com Amadu Iero Djamanca, o episódio aconteceu por volta das 4 horas da madrugada, quando foi acordado por um alarme, tendo acabado por perceber que se tratava da sua própria viatura, que estava em chamas.

Depois do sucedido, os autores da iniciativa deixaram uma carta dirigida ao Presidente da ANIE, com a seguinte mensagem: «Djamanca, és tu quem defende os estrangeiros, agora toma».
Reagindo ao acontecimento, Mamadu Saliu Lamba, Conselheiro do Presidente de transição para a área empresarial e um dos vice-Presidentes da Câmara do Comércio, condenou a situação, que considerou como grave.

«Estou muito triste por mais uma vez os guineenses enveredarem pela via da violência, por discordarem com Djamanca. Que façam o contrário, através de denúncias nos meios de comunicação social», disse Mamadu Saliu Lamba, acrescentando que, com esta situação, o sector privado ficou «muito mais pobre». O Conselheiro do Presidente de transição repudiou também o teor da carta endereçada ao Presidente da ANIE.

Saliu Lamba recomendou que seja feita justiça sobre o caso, uma vez que estas práticas de violência não podem continuar a registar-se na sociedade guineense.
De recordar que, em conferência de imprensa realizada a 17 de Junho, Amadu Djamanca responsabilizou a Câmara do Comércio pelas falhas dos últimos anos, registadas nas campanhas de comercialização do caju.
«A Câmara do Comércio é a única e exclusiva responsável pelas péssimas campanhas dos últimos anos», disse, na altura, Amadu Djamanca.

Neste encontro com a imprensa, o responsável máximo da ANIE negou que a Câmara do Comércio guineense representasse o sector privado nacional, ou fosse o único interlocutor do mesmo junto do Governo, como tem sido anunciado oficialmente.

«A sistemática e fraudulenta forma de procura de dinheiro fácil, sem a responsabilização da sua utilização, tem agravado o normal funcionamento das diferentes campanhas de caju, desde há algum tempo», referiu.

A ANIE sublinhou que, contrariamente ao que acontece nos outros países produtores de castanha de caju, as propostas apresentadas pela Câmara de Comércio têm vindo a contribuir para o disfuncionamento do mercado, proporcionando um mau ambiente para o desenvolvimento de negócios e para os preços para o consumidor.

Sobre este assunto, a Assembleia Nacional Popular aprovou uma resolução, exigindo a devolução de valor de 50 F.cfa (0,08 euros) por cada quilograma de castanha exportado pela Câmara de Comércio e Indústria.

sábado, 22 de junho de 2013

Michael Jackson passou dois meses sem uma boa noite de sono

Michael Jackson

Michael Jackson, 51, que faleceu em 2009, continua sendo alvo de notícias e de polêmicas.

A última, foi que antes de sua morte, o astro teria passado dois meses sem dormir direito.

Segundo um especialista revelou ao site da CNN, Michael Jackson usou um medicamento chamado propofol, receitado pelo médico Conrad Murray, que o impedia de ter um sono adequado durante as 60 noites que antecederam o seu falecimento.

De acordo com informação do Dr. Charles Czeisler, especialista em medicina do sono de Harvard, esse remédio que Michael fez uso, altera todo o ciclo do sono, e ainda deixa o paciente com a sensação de que dormiu normalmente.

O médico ainda afirmou que se o cantor não tivesse morrido de overdose, não viveria muito tempo mais por conta destes distúrbios de sono.Por Yahoo! Entretenimento

Por que é tão difícil dizer "não"?

Conheça as razões que te impedem de dizer "não" e os benefícios de negar pedidos.
A palavra pode ser pequena, mas seu peso no nosso cotidiano é enorme. Tanto que para muitas pessoas é simplesmente muito difícil pronunciar a palavra "não". Porém, sempre aceitar tudo traz diversos malefícios. "O 'não' é tão importante que ele é um dos pilares do nosso psiquismo. Quando dizemos não para nós percebemos que somos limitados, incapazes de todas as ações. Diretamente ligado ao respeito, ele facilita nossas escolhas e assim criamos e/ou aumentamos nossa saúde mental", acredita a psicóloga e psicoterapeuta Frinéa Souza Brandão, coordenadora da Neurofocus Psicoterapias.


Além disso, evitar essa palavra pode envenenar as relações pessoais, já que pode haver uma insatisfação por parte da pessoa, mas sem oportunidade do outro mudar sua conduta para melhorar a situação. "As pessoas que não sabem dizer 'não' sofrem caladas ou explodem em horas impróprias. Há uma possibilidade maior de criar internamente um rancor contra as pessoas que a rodeiam", pondera a psicóloga clínica Marisa de Abreu.

Mas se esse é seu caso, não é preciso se sentir mal, de acordo com as especialistas, todos têm ou terão um momento em que dizer "não" será a atitude mais difícil a ser feita. "Isso está diretamente ligado a decisões e tomar decisões nem sempre é fácil. Porém, existem pessoas com grau acentuado dessa dificuldade em função da rejeição e carências", ensina a psicóloga Lizandra Arita, da Arita Treinamentos.

São diversos os motivos que levam alguém a temer usar a palavra "não", e cada um pede uma solução específica. Separamos os mais comuns, que são explicados pelas especialistas.


Querer sempre agradar 
Alguns indivíduos têm a necessidade de sempre agradar os outros, e nesse cenário realmente fica difícil negar alguma coisa a alguém. "A criança que não se sente amada, fica numa busca incessante por reconhecimento. Ela faz tudo para agradar em busca de reconhecimento e quando não é correspondida, sente-se rejeitada. Esse sentimento gera nova necessidade de agradar para ganhar atenção e carinho", analisa Lizandra Arita.

Para a especialista, o primeiro passo é reconquistar sua autoestima, mesmo que seja por meio da psicoterapia. Marisa de Abreu também salienta a importância de aprender a ser mais assertivo. "A assertividade é a arte de identificar qual a hora certa e o jeito elegante de dizer 'não'", define.
 

Achar o problema do outro mais importante
Sim, de vez em quando a outra pessoa vai realmente ter um abacaxi maior que o seu para resolver. Mas pensar sempre assim é sinal de autoestima baixa, mais uma vez. "A pessoa nessa condição não se sente fortalecida e capaz o suficiente para negar algo para o outro que supostamente é mais importante que ela, mesmo que isso gere perdas e sacrifícios para ela própria", pondera Lizandra.

Nesses casos, o ideal é prestar atenção a como você se sente ao falar o "sim". Caso a sensação seja ruim, alguma coisa está errada. Mas não precisa dizer um "não" imediatamente, e sim um "vou pensar", acredita a especialista. A psicóloga Marisa de Abreu também tem suas dicas: "Demonstre que você reconhece o sentimento ou a posição da outra pessoa, sem desmerecê-la, mas coloque também o seu lado da questão. E feche com o que você quer que aconteça, fazendo uma nova proposta", ensina. 

Acreditar que pode fazer mais do que consegue
Por outro lado, uma autoestima nas alturas também pode tornar difícil dizer não. "Uma pessoa pode considerar que é mais poderosa do que realmente seria possível e com isso tenta reunir para si um número exagerado de atividades", avalia Marisa. Nesses casos, Frinéa Brandão sublinha a importância de dizer não a si mesmo, entrando em contato com a realidade.

Mas isso também pode ocorrer por medo de perder o emprego, no caso dos ambientes de trabalho. "O que muitas vezes a pessoa só percebe com o passar o tempo é que, abraçar o mundo não está diretamente ligado com segurança e eficiência. Ao contrário, pode gerar grande insegurança do próprio profissional quando ele percebe que não tem condições de corresponder às demandas", esclarece Lizandra.
 
Não querer deixar uma oportunidade escapar
Algumas pessoas acumulam muitas funções justamente porque não querem deixar uma oportunidade imperdível para trás. O problema aqui, na verdade é mais de julgamento. "Elas precisam entender que tudo na vida tem limite e na verdade as boas oportunidades são raras. O que acontece muitas vezes é que quem apresenta é muito bom de marketing", explica Marisa.


Nesses casos, é preciso saber muito bem o que se quer. "Defendo arduamente a elaboração de um projeto de vida para cada um dos meus pacientes e pessoas do meu relacionamento, porque uma pessoa que tem claro o que ela quer para a própria vida, carreira, relacionamento, a chance de responder corretamente a uma oportunidade é muito maior", argumenta Lizandra.
 


Ser muito prestativo
Existem também as pessoas que querem sempre ajudar e se dispõe a isso. Pode parecer uma qualidade, mas muitas vezes se torna um defeito que prejudica ninguém mais, ninguém menos do que o próprio prestativo. "Este exagero em ajudar a todos sem se importar com seu próprio bem-estar pode ser reflexo do vício pela adrenalina desfrutada a cada ato prestativo", ensina Marisa.
Essa também é uma forma de demonstrar insegurança. "Dependendo do grau, o indivíduo precisa de orientação de psicólogos. Se for um grau mais leve com a orientação de um amigo ou alguém querido da família o problema se resolve", ensina Frinéa. 

 Temer um conflito
Esse talvez seja o motivo mais comum para evitar dizer "não", medo de arrumar algum problema futuro. Para Marisa de Abreu, as pessoas tem medo de conflitos justamente por não saberem lidar com eles. "Mas você pode aprender que tem muito mais força do que acredita e perceber que o outro nem sempre é tão invencível como esperado", reforça a psicóloga.

Para Lizandra, tudo depende da forma como se lida com o assunto, afinal dizer "sim" ou "não" não deixa de ser uma decisão. "Acima de qualquer coisa deve-se avaliar os riscos, as consequências, as condições e as pessoas envolvidas no momento. Antes de decidir, pense", reitera.
 
Não querer rejeitar o outro
Outro problema da palavra "não" é que ela está intimamente ligada à rejeição. "Crianças que ouviram 'nãos' injustos, que atendiam mais a vontade dos adultos do que o cuidado com o pequeno, fazem a palavra se tornar algo doloroso, mesmo depois da pessoa crescer", explica a psicóloga Frinéa. Muitos evitam negar justamente para não causar essa sensação ruim no outro, até como uma ação de reflexo, já que eles mesmos se sentem rejeitados com as negativas.


Nesses casos vale lembrar que essa resposta nem sempre é ruim. "Evitar 'não', ao contrário do que muitos pensam, não é prova de amor. A ausência de uma negativa no momento certo priva a pessoa de se desenvolver emocionalmente para a vida", ressalta Lizandra. Portanto, no lugar de ajudar, você pode é estar atrapalhando.
Por Nathalie Ayres

Empresário quer internar Justin Bieber em clínica de reabilitação

Preocupado com excesso de maconha, bebidas e festas, agente quer colocar cantor em clínica de reabilitação


Empresário de Justin Bieber, 19, Scooter Braun quer internar o cantor em uma clínica de reabilitação. Segundo fontes do site internacional 'Radar Online', o agente estaria muito preocupado com o excesso de festas, bebidas e maconha.

"Justin está saindo com as pessoas erradas. Está se envolvendo em um incidente após o outro e Braun sempre esteve ao lado dele. Mas agora quer que ele vá para a reabilitação para aprender a se controlar e ficar longe das más influências em sua vida", disse uma fonte próxima ao astro pop.

E o empresário não é o único que está preocupado. Segundo o site, amigos íntimos e sua mãe também não aprovam o comportamento do cantor. Até os vizinhos estão reclamando das festas frequentes em sua mansão.

Angola: Filho do presidente preside a fundo de cinco mil milhões de dólares

José Filomeno dos Santos

Numa decisão que poderá aumentar a apreensão sobre a corrupção e nepotismo o filho  mais velho de José Eduardo dos Santos, José Filomeno, vai controlar o Fundo Soberano de Angola (FSDA), de cinco mil milhões de dólares.