sexta-feira, 30 de outubro de 2015

40 African leaders just made a fashion statement by donning Narendra Modi's signature look

Indian Prime Minister, Narendra Modi (centre) with the African leaders during a dinner hosted on the sidelines of the 3rd India Africa Forum Summit, in New Delhi.

Since being elected to office last year, Indian Prime Minister Narendra Modi’s sharp dressing and flamboyant wardrobe have consistently made headlines both in India and abroad. Yesterday, his government took his sartorial diplomacy a step further when over 40 African heads of state donned traditional Indian attire at a dinner held on the sidelines of the 3rd India-Africa Summit in New Delhi.
The African leaders were dressed in raw silk kurtas, “Modi jackets” and safas (Indian headgear), a look frequently sported by Modi. The only exceptions to the dress code were the presidents of Zimbabwe and South Africa, Robert Mugabe and Jacob Zuma. The summit is being held between Oct. 26 and 29, to boost economic ties between India and African countries.
President of Guine Bissau and Kenya
A sleeveless waist coast, the “Modi jacket” is a more colourful variant of the iconic “Nehru jacket” worn by India’s first Prime Minister, Jawaharlal Nehru. For the India-Africa summit, the Indian government had specially commissioned the Indian fashion label Biba to design bespoke jackets and kurtas in various colours for each leader. Last year, the Indian PM had also gifted a “Modi jacket” to Chinese President Xi Jinping during his visit to India.
In interviews, Modi has described his flair for “mixing and matching colours” as a gift from god. His attention to clothes is said to extend to designer glasses, pens and watches. Most of his clothes are made by his long-time Ahmedabad-based tailor Jade Blue, who even sells a trademarked "Modi kurta", the short-sleeved cotton tunic associated with the PM.
In January, Narendra Modi wore a dark pinstriped suit with his name monogrammed in dull gold stripes during a reception for U.S.

The most famous instance Modi’s sartorial flamboyance is the pinstripe bandhgala (an Indian suit) worn by him during US President Barack Obama’s visit to India in January. Its navy-blue fabric had his full name monogrammed in tiny letters into the golden pinstripe. Following public debates about the value of the suit, which allegedly cost around 1 million rupees or $15300, it was finally sold at a charity auction for approximately 43.1 million rupees or $693,000.
Narendra Modi greeting US President Barack Obama and first lady Michelle Obama on their arrival in New Delhi in January

During the same visit by Obama in January, Modi came under the Indian media’s scanner for changing his clothes thrice in a single day, even overtaking the American First Lady Michelle Obama. This record was surpassed during Modi’s recent visit to the US in September, when he donned four different outfits in a day, between visits to Tesla Motors, meetings with CEOs such as Google’s Sundar Pichai and Microsoft’s Satya Nadella, a Facebook town hall with CEO Mark Zuckerberg, and a reception by the Indian community.
Narendra Modi wearing a colourful Rajasthani turban at the Republic Day Parade in New Delhi, on Jan. 26, 2015

He has also been in the news for adopting the colourful headgear of different Indian states during his visits.
http://mashable.com/2015/10/29/india-africa-summit-narendra-modi-jacket/#GWoV9Ya_gGqj

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

No heart no brain and no courage - Guys why are you not Politicians?


 
The international bodies are there to defend leaders of developing countries as long as they stick to their mission. 

These leaders are made very powerful and wealthy, while the main population lives in misery. 

They encourage and propagate corruption among developing countries leaders through various international bodies such as the UN, OAU, etc... 

They openly criticize these powerful, wealthy and corrupt leaders but secretly reward them because the systems help to keep developing countries in perpetual crises. 

The main population living in misery and perpetual crises simply think on how to be among the survival, and thinking less on development; since survival is the first priority based on all human instinct.

Envelhecida e desequilibrada, China põe fim à política de filho único

A China terá 30 milhões de homens solteiros em 2020.

Há mais de 35 anos que a maioria dos chineses estava impedida de ter mais do que um filho. A sociedade chinesa está agora envelhecida, desequilibrada e a maioria não tem dinheiro para um segundo bebé.

A China pôs um fim à sua política de filho único e anunciou que, a partir de agora, as famílias podem ter dois filhos. A decisão foi oficializada nesta quinta-feira pelo Comité Central do Partido Comunista Chinês, que justificou a abertura como uma medida para minimizar o envelhecimento da população e reequilibrar uma demografia cada vez mais desequilibrada e masculina.

A decisão é o concluir de um encontro de quatro dias em Pequim, que esboçou o próximo plano de desenvolvimento quinquenal para 2016-2020. “Melhorar a estratégia de desenvolvimento demográfico”, lê-se no comunicado oficial divulgado pela agência de notícias do Estado, a Xinhua, e “implementar uma política abrangente para que os casais possam ter dois filhos”.
Estima-se que a política do filho comum, implementada em 1979 para controlar a explosão de nascimentos na China, tenha evitado o nascimento de 400 milhões de bebés chineses. No melhor dos casos, os casais que tivessem um segundo filho estavam sujeitos a uma multa. Mas esta medida restritiva acabou por vulgarizar práticas mais violentas, como o infanticídio, as esterilizações forçadas e abortos selectivos em favor de bebés homens. 

Por si só, a abertura do Estado para que haja mais nascimentos na China não deve bastar para contrariar substancialmente a curva do envelhecimento populacional. No ano passado, um décimo da população chinesa tinha mais de 65 anos. Estima-se que a meados deste século a fatia de quem tem mais de 60 anos aumente para um terço da sociedade. A população trabalhadora diminuiu pela primeira vez em 2012, despertando receios de que a China se torne primeiro uma sociedade envelhecida e só depois um país totalmente desenvolvido.
O envelhecimento na China fez com que a lei do filho único se tornasse gradualmente menos coerciva. Em 2013, o Estado permitiu que casais em que um dos pais fosse filho único tivesse dois bebés e nas zonas ruais, onde a liberdade natal foi sempre maior, é hoje autorizado um segundo nascimento caso o primeiro tenha sido o de uma menina – as cerca de 50 minorias étnicas na China são poupadas a esta lei. 
Mas o impacto da abertura de há dois anos foi mínimo. Principalmente porque na China é comparativamente caro ter e criar uma criança. Em Maio deste ano, de acordo com o New York Times, apenas 12% dos casais elegíveis para terem um segundo filho pediu autorização para o fazer. Em Pequim, onde os preços são mais altos do que no resto do país, apenas 6,7% dos casais fizeram o pedido.

“A taxa de natalidade na China é baixa e a sua população está a envelhecer rapidamente”, disse ao New York Times Mu Guangzong, professor de demografia na Universidade de Pequim, referindo-se ao fim da política de filho único. “Do ponto de vista da política, é uma coisa boa, já que vai ajudar a combater a escassez da mão-de-obra no futuro. Mas muitos pais não têm simplesmente condições económicas para criar mais filhos.”
Há desafios demográficos que já não podem ser evitados. Há hoje 105 homens para cada 100 mulheres na China – em 2014, por cada 116 rapazes nasceram apenas 100 raparigas. Daqui a cinco anos, haverá 30 milhões de homens solteiros no país.

Esta alteração surge pelo menos dez anos mais tarde do que  deveria”, diz à AFP Yong Cai, especialista em política infantil na Carolina do Norte, nos EUA.
O texto final do próximo plano de desenvolvimento a cinco anos será publicado apenas no próximo ano, mas nos próximos dias deve ser publicado um comunicado mais detalhado. Para além das alterações à política do filho único, o único elemento de destaque no novo plano, o Governo chinês propõe-se nos próximos cinco anos a abrir-se mais ao investimento estrangeiro, cortando em algumas medidas proteccionistas, aderir a mais zonas de livre comércio, abrir o acesso à educação e outros serviços de Estado e atingir um crescimento económico mais equitativo e ambientalmente responsável.
http://www.publico.pt/mundo/noticia/china-poe-fim-a-politica-de-filho-unico-1712712?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

Only the wearer knows where the shoe pinches. - Cada um sabe onde o sapato aperta.

Nowadays - Businesses in Guine Bissau are inactive  ?????
Nowadays  - Money circulates between elite groups only  ??????
Nowadays  - Prices of commodities keep going high beyond the reach of ordinary citizen  ?????

segunda-feira, 26 de outubro de 2015


COMUNICADO PAIGC/FRANÇA

"A direção de PAIGC Secção_França, respeitando os princípios e as instruções da Direcção Superior do partido e de acordo com o Departamento da Organização, dos Assuntos Políticos e Estratégicos, visto a necessidade de manter e reforçar a coesão do Partido, informa os seus militantes, amigos e simpatizantes, de que não tem, no seu programa nenhuma eleição agendada na Secção.
 De facto, a direcção, tem vindo a observar nesses últimos tempos movimentos de certos grupos tendo como objetivo de desestabilizar a direção através de campanhas de propaganda em nome do Partido.
 Qualquer eleição que venha a realizar-se aqui em França não é da responsabilidade da direcção do Partido de PAIGC Secção_Franca.
 A crise política que o Partido e o País atravessam nesse momento necessita uma profunda reflexão sobre a necessidade de preservar a coesão no seio do partido e não incentivar a divisão pelas manobras maquiavélicas dos bombeiros incendiários.
 A força do Partido foi sempre a unidade e luta pela paz e desenvolvimento do país.

 Apelemos a todos os militantes, amigos e simpatizantes do partido a unidade e a manterem-se vigilantes contra todas as manobra de propagandas baixas.
 Paris 24 outubro de 2015
 O Presidente Jorge Albino Monteiro"

Guiné-Bissau – Militares do batalhão dos Comandos da Guiné-Bissau patrulhar as ruas da capital como forma de garantir segurança...

Números de telefone Serviço de Patrulhar... 6991347 & 6938546

LEVI EBERECHUKU OBIAGU E O NOVO PRESIDENTE DA COMUNIDADE DE NIGERIANO EM GUINE BISSAU

sábado, 24 de outubro de 2015

Demissão & Denúncia

"O DG do INSS da Guine Bissau entregou hoje cedinho a sua carta de demissão ao actual MInistro da Função Pública, entidade que tutela o Instituto Nacional da Segurança Social. Segundo ele, a razão foi a tutela ter feito uma série de exigências financeiras que ele não tolera...
 Sr. DG, quanto ao Ministro cessante, a quem pagaste e a todo o seu elenco, viagens para irem assistir fado e comer bacalhau e cantar "cheira bem, cheira à Lisboa" - apresentaste a demissão?
 Quando compraste uma Dupla cabine nova nas mãos dos militares com o dinheiro do Instituto, pediste demissão?
 Quando deste um rombo dos cofres do INSS de 13 milhões para puxar um ramal da EAGB até à sua casa, demitiste?

 Estás mas é a brincar de espertalhão, mas se fosse eu a tutela mandava fazer uma sindicância ou auditoria antes de aceitar a sua carta de demissão porque tudo o que está aqui escrito, é a verdade é existem provas na DAF e Contabilidade da mesma instituição. Quem quiser que vá averiguar...
 Cidadão atento"
http://ditaduradoconsenso.blogspot.sn/2015/10/demissao-denuncia.html

Guiné-Bissau reconhece "valiosa contribuição" das Nações Unidas no país

O líder do Parlamento da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá, reconheceu hoje a "contribuição valiosa" das Nações Unidas para o desenvolvimento do país através de intervenções diretas nas ações propostas pelo Governo ao lado da população.

domingo, 2 de novembro de 2014

Angola regista primeiro caso suspeito de Ébola

Foi anunciado esta tarde o primeiro caso suspeito de Ébola no país.


Segundo, o programa Ecos e Factos da TPA, uma freira de nacionalidade angolana terá apresentado sintomas do vírus e está internada no Hospital Militar de Luanda, sob observação.

A freira vinha de Paris, passou por Brazzaville, Kinshasa e Cabinda, antes de chegar a Luanda.

Suspeita-se que a freira poderá ter contraído o vírus numa travessia de barco em Brazzaville.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Bebida Cientistas europeus revelam novos benefícios do consumo de cerveja

Cientistas europeus destacaram hoje os efeitos benéficos do consumo moderado de cerveja e rejeitaram o mito da "barriga de cerveja".


"O consumo moderado de cerveja em adição a uma dieta saudável, como a mediterrânica, ajuda a prevenir problemas cardiovasculares maiores, como o enfarte do miocárdio ou os acidentes vasculares cerebrais", afirmou Ramón Estruch, do Hospital Clínic de Barcelona, durante o VII Congresso Europeu sobre Cerveja e Saúde, realizado hoje em Bruxelas.

Vários centros de investigação, entre os quais o Centro de Investigação Cardiovascular (CSIC-ICCC) da Catalunha, a Universidade de Barcelona e o Hospital Clínic de Barcelona, realçaram os possíveis benefícios da cerveja, com ou sem álcool, na saúde cardiovascular, obesidade, nutrição e prevenção do envelhecimento celular.

Linda Badimón, diretora do CSIC-ICCC, destacou que a ingestão moderada de cerveja pode "favorecer a função cardíaca global".

As quantidades consideradas moderadas seriam dois copos (40cl) para homens e um copo (20cl) para mulheres, diariamente.

A investigadora Rosa Lamuela, da Universidade de Barcelona, adiantou que os polifenóis, substâncias encontradas maioritariamente em alimentos de origem vegetal, podem reduzir os riscos de problemas cardiovasculares e cancro, devido às suas propriedades antioxidantes.

"Na cerveja encontrámos até 50 tipos de polifenóis que, ingeridos pelo organismo, possuem efeitos benéficos sobre a pressão arterial, os lípidos ou a resistência à insulina", disse Rosa Lamuela no congresso, que reuniu cerca de 160 especialistas internacionais em medicina, nutrição e dietética, provenientes de 24 países.

A médica de saúde pública do Reino Unido Kathryn O'Sullivan desmentiu a crença da "barriga de cerveja", por "não possuir nenhum fundamento científico" e acrescentou que o consumo excessivo de qualquer tipo de álcool pode levar ao aumento de peso, mas não o consumo moderado.

A reidratação que a cerveja proporciona a desportistas foi outro dos aspetos destacados durante o congresso, com participantes no congresso a defenderem que a cerveja, ao contrário de outras bebidas alcoólicas, possui pouco álcool, muita água (95%) e potássio, o que a torna apta para a reidratação após exercício físico.

Dado que o excesso de exercício físico aumenta o risco de doenças no trato respiratório superior, a cerveja pode ser utilizada para reduzir a sua inflamação e infeção, já que possui elementos polifenólicos, declarou Johannes Scherr, da Universidade de Munique.

O congresso contou ainda com a presença de médicos de centros de investigação da Irlanda, Roménia, Itália, e Holanda.
http://www.noticiasaominuto.com/mundo/283605/cientistas-europeus-revelam-novos-beneficios-do-consumo-de-cerveja

Presidente indulta militares no caso 21 de Outubro

José Mário Vaz publicou o decreto que revoga, por indulto, a pena de prisão aplicada a todos os indivíduos condenados em conexão com o polémico caso de 21 de Outubro de 2012.


Os prisioneiros militares da Guiné-Bissau julgados e condenados a diferentes penas de prisão por atentado à segurança do Estado a 21 de Outubro de 2012 viram hoje, 30, as suas penas indultadas pelo presidente guineense.

Guiné-Bissau: Explosão de mina dá que pensar

Aquando do conflito político-militar de 7 de Junho de 1998, muitas zonas, palco de teatros de operações militares, foram minadas pelas então forças beligerantes.


A Guiné-Bissau já observou os dois dias de luto nacional na sequência da morte, no último fim-de-semana, de 22 pessoas vítimas da explosão de uma mina anti-tanque no troço que liga Bissorã à Encheia, localidades no norte do país.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Parceiros Guiné-Bissau vai à assembleia-geral da ONU pedir confiança renovada


Simões Pereira deverá viajar na quarta-feira para Nova Iorque para discursar na tarde de sexta-feira, dia 26.

"Vamos pedir que nos deem uma nova chance, que acreditem nos novos desígnios da nação", referiu em declarações feitas na segunda-feira.

O novo governo assumiu funções no início de julho após as eleições gerais deste ano que puseram fim ao regime de transição que tomou o poder depois do golpe de Estado de abril de 2012.

Em representação do país, Domingos Simões Pereira pretende consolidar o reatamento das relações diplomáticas com a comunidade internacional e garantir que há uma viragem no país rumo à estabilidade duradoura e desenvolvimento.

A comunidade internacional "precisa dar um sinal de confiança neste país e neste governo", destacou.

"A Assembleia Geral das Nações Unidas é o maior palco do concerto das nações. Vamos encontrar os nossos parceiros, tanto multilaterais [no quadro de organizações internacionais] como bilaterais [os próprios países], e vamos fazer uma advocacia a favor do país", explicou Domingos Simões Pereira.

Um apelo aos outros países "para que permitam realmente que o nosso programa seja implementado e possamos ir para a próxima mesa redonda numa condição de confiança", referiu.

O fim das sanções à Guiné-Bissau e a apoio "às necessidades mais básicas" do país são dois pontos essenciais, acrescentou o líder do governo guineense.

Domingos Simões Pereira viaja acompanhado por uma comitiva que inclui, entre outros, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Lopes da Rosa.

Para além do discurso em representação da Guiné-Bissau marcado para sexta-feira estão previstas outras atividades, entre as quais um encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Rui Machete.
Noticiasaominuto

Governo exonera direcção da Câmara Municipal de Bissau


O ministro da Administração Interna exonerou o presidente e o vice-presidente da Câmara Municipal de Bissau (CMB), António Artur Sanha e Marciano Indi, das funções que exerciam desde o período do golpe de Estado de 12 de Abril de 2012.

Um despacho assinado pelo titular da pasta da Administração Interna refere que a medida se enquadra na necessidade de reestruturação do Ministério em causa na implementação das exigências do actual Governo, de forma a responder aos desafios que se impõem na instituição.

Em consequência, o ministro da Administração Interna indicou ao secretário de Estado do Ordenamento do Território no sentido de assumir, de forma transitória, a direcção da Câmara Municipal de Bissau até à escolha dos novos titulares.
VOA

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Reforma das Forças Armadas dominam o debate na Guiné-Bissau

Na Guiné-Bissau, depois da nomeação e tomada de posse do novo chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Biague Na Tan, aguarda-se agora a indicação dos chefes dos ramos do exército.

Brigadeiro-general Biague Na Ntan nomeado novo Chefe do Estado-maior General das Forças Armadas


O Brigadeiro-general Biague Na Ntan (na reserva) foi nomeado o novo Chefe do Estado-maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau.

O decreto presidencial 41 foi divulgado nas primeiras horas da quarta-feira em Bissau, depois de um dia de consultas entre as chefias militares e civis guineenses.

Durante a noite de terça-feira, o Conselho de Ministros esteve reunido numa sessão extraordinária, para analisar a escolha submetida pelo Conselho Superior da Defesa Nacional (CSDN) que recaiu sobre Biague Na Ntan. A sua tomada de posse está marcada para esta quarta-feira, por cerca das 14 horas locais e terá lugar no Palácio da República.

Biague Na Ntan, natural de uma pequena aldeia chamada Finete (nos arredores de Bambadinca), era até aqui o actual Chefe da Casa Militar da Presidência da República da Guiné-Bissau. Na Ntan tinha sido nomeado para o cargo no passado dia 17 de Julho, pelo decreto Presidencial número 39 assinado pelo Presidente da República José Mário Vaz.

Militar na reserva, Biague Na Ntan era Comandante-geral do Corpo da extinta Guarda-fiscal, na altura quando Mário Vaz era ministro das Finanças, no governo de Carlos Gomes Júnior deposto a 12 de Abril de 2012.

Biague Na Ntan — que muitos consideram como “amigo pessoal” de José Mário Vaz — já desempenhou as funções do vice-Chefe do Estado-maior do Exército.

Na segunda-feira, o Presidente da República afastou António Indjai do cargo de Chefe do Estado-maior General das Forças Armadas.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Militar - Presidente da Guiné-Bissau exonerou Chefe das Forças Armadas

O Presidente da República da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, exonerou na segunda-feira o general António Indjai do cargo de Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), de acordo com um decreto presidencial.

O líder militar esteve à frente do golpe de Estado de 2012 e a sua substituição era admitida por círculos políticos e militares na sequência da eleição de novas autoridades, que tomaram posse em junho e julho.

"É o general António Indjai exonerado do cargo de Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas. Este decreto entra imediatamente em vigor", referem os dois únicos artigos do decreto presidencial lido pelas 21:30 de segunda-feira na Rádio Difusão Nacional.

O decreto é justificado "considerando que o processo de transição política terminou com a tomada de posse de órgãos de soberania democraticamente eleitos", refere o parágrafo que introduz os artigos.

De acordo com fonte presidencial, José Mário Vaz deverá marcar para hoje o Conselho Nacional da Defesa para realizar auscultações com vista à nomeação de um novo CEMGFA.

António Indjai era vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e passou a liderar os militares guineenses quando a 01 de abril de 2010 destituiu o então CEMGFA, Zamora Induta - tendo também detido, por algumas horas, o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, em mais um episódio da crónica instabilidade política e militar do país.

Entre outros motivos, Indjai acusou Induta de desrespeito às normas militares e uso de bens do exército em proveito próprio.

A 12 de abril de 2012 e após vários momentos de tensão com o governo, o general liderou os militares num golpe de Estado em que depôs o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior e o presidente da República interino, Raimundo Pereira.

Na altura, acusou-os de prepararem a entrada de forças militares estrangeiras no país, ao passo que os governantes diziam querer garantir a estabilidade no país.

O golpe de 2012 acabaria por interromper a segunda volta das eleições presidenciais.

A 18 de abril de 2013, António Indjai foi acusado pela justiça dos EUA de participação numa operação internacional de tráfico de drogas e armas, acusação que se mantém, recaindo sobre o general um mandado de captura norte-americano.

A acusação surgiu depois de um antigo líder da Marinha guineense, Bubo Na Tchuto, ter sido detido dias antes, a 04 de abril, em águas internacionais, perto de Cabo Verde, por uma equipa da agência de combate ao tráfico de droga norte-americana, juntamente com outros quatro guineenses.

Indjai permaneceu em Bissau e tem o seu papel tem sido comentando por diferentes figuras nos últimos meses.

Em junho, o então representante das Nações Unidas no país, José Ramos-Horta, defendeu o levantamento das sanções internacionais contra o general considerando ser a melhor forma de agir, "com pragmatismo e prudência, na reforma das forças armadas e na consolidação da estabilidade política no país".

Outra referência a Indjai foi feita por Elisabete Azevedo-Harman, analista da Chatham House, considerando que "o mandado de captura norte-americano pode precisar de ser atenuado, talvez mostrando através de canais diplomáticos que ele não será ativamente perseguido desde que permaneça em Bissau".

Num texto de análise publicado em maio no portal do Instituto Real de Relações Internacionais britânico, aquela investigadora em assuntos africanos acredita que vai ter quer ser "moldado um compromisso" para os militares se afastarem da esfera política e cortarem ligações com o crime organizado.

http://www.noticiasaominuto.com/mundo/276123/presidente-da-guine-bissau-exonerou-chefe-das-forcas-armadas?utm_source=rss-mundo&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed

quarta-feira, 30 de julho de 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

União Europeia ajuda Guiné-Bissau com 60 milhões de euros


Antes do anúncio, o Conselho da União Europeia suspendeu as medidas que limitavam a cooperação da UE com a Guiné-Bissau.

O Conselho da União Europeia suspendeu hoje as medidas que limitavam a cooperação da União Europeia(UE) com a Guiné-Bissau, na sequência da realização de eleições livres e credíveis. O anúncio foi feito poucas horas antes de a UE revelar a aprovação de um pacote de ajuda financeira à Guiné-Bissau, de médio prazo, no valor de 60 milhões de euros. 

O anúncio foi feito esta manhã, 16, em Bruxelas pelo ainda presidente da Comissão Europeia Durão Barroso, numa conferência de imprensa juntamente com o primeiro-ministro da Guiné-Bissau Domingos Simões Pereira.

Com esta ajuda, o Governo saído das eleições de 13 de Abril vai conseguir pagar parte dos salários dos funcionários públicos em atraso há sete meses, preparar o ano agrícola e a campanha da castanha e do cajú e ainda continuar o ano escolar que estava ameaçado de nulidade.

O pacote também vai contribuir para a distribuição regular de energia eléctrica e água às populações.

Entretanto, antes deste anúncio, o Conselho da União Europeia suspendeu as medidas que limitavam a cooperação da UE com a Guiné-Bissau.

A  Alta Representante da União Europeia  para os Negócios Estrangeiros e  Política de Segurança Catherine Ashton e o Comissário da UE responsável pelo Desenvolvimento Andris Piebalgs disseram  estar muito satisfeitos com esta decisão, uma vez que permite à União Europeia apoiar as autoridades no processo de reconstrução e estabilização do país.

A UE diz esperar que as autoridades da Guiné-Bissau dêem um carácter prioritário à execução dos seus compromissos, os quais foram assumidos durante o processo de consultas com o bloco em 2011 e que se referem, por exemplo, à reforma do sector da segurança, à renovação da hierarquia militar e à luta contra a impunidade.

Aliás, na conferência de imprensa de hoje em Bruxelas o primeiro-ministro da Guiné-Bissau Domingos Simões Pereira abordou a reforma do sector de defesa e segurança, dizendo que as decisões serão tomadas no seu devido tempo e depois de um amplo debate.
VOA.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Bruxelas Barroso recebe hoje primeiro-ministro da Guiné-Bissau


O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, recebe hoje, em Bruxelas, o novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, num encontro que marca o regresso à normalidade das relações entre as duas partes.

De acordo com o executivo comunitário, "esta visita é particularmente importante, pois marca o regresso à normalidade das relações entre a UE e Guiné-Bissau", e tem lugar apenas dois dias depois de o Conselho da União Europeia ter decidido retomar a cooperação plena com Bissau, levantando as medidas restritivas impostas em 2011.

Segundo a Comissão, José Manuel Durão Barroso e Domingos Simões Pereira discutirão apoio ao desenvolvimento e assistência, a necessidade de uma reforma do setor da segurança, e pescas.

No final do encontro, haverá lugar a uma conferência de imprensa conjunta na sede do executivo comunitário.

Depois da sua deslocação a Bruxelas, o primeiro-ministro da Guiné-Bissau, que tomou posse a 04 de julho passado, ruma a Lisboa, para uma visita a Portugal entre quinta-feira e domingo.
Noticiasaominuto