segunda-feira, 6 de abril de 2026

Rússia denuncia cooperação ucraniana e japonesa na indústria de armamento... O Governo da Rússia criticou hoje a cooperação entre empresas japonesas e a indústria do armamento ucraniana, por considerar que ajuda a prolongar o conflito, ao cabo de quatro anos de invasão russa da Ucrânia.

Por  LUSA 

"Ao apoiar o regime neonazi de Zelensky [presidente da Ucrânia], o Japão se envolve cada vez mais no conflito ucraniano, prejudicando ainda mais as relações com a Rússia, que já se tinham deteriorado significativamente pelas ações de Tóquio", declarou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Maria Zakharova.

Quando passam já quatro anos desde a invasão russa à Ucrânia, esta colaboração "claramente apeada pelas autoridades oficiais" do Japão torna-se "abertamente hostil e prejudicial aos interesses de segurança" da Rússia, incluindo "a proteção da população civil".

"É evidente que estas decisões não contribuem para uma pronta resolução da situação na Ucrânia, antes prolongam o conflito", declarou Zakharova, em conferência de imprensa.

Moscovo reagia a um acordo fechado entre o fabricante de 'drones' japonês Terra Drone Corporation e a ucraniana Amazing Drones, considerando ainda como alvo legítimo quaisquer infraestruturas de produção de material militar.


Leia Também: Rússia confirma morte de comandante militar em acidente com avião na Crimeia

As autoridades russas confirmaram hoje a morte do comandante do Corpo de Aviação Mista da Frota do Norte, tenente-general Alexandr Otroshenko, na queda de um avião na Crimeia em 31 de março

Trump: Mais de 170 aeronaves envolveram resgate de pilotos dos EUA... O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, revelou hoje que mais de 170 aeronaves militares participaram na operação de resgate de dois pilotos de caças norte-americanos em território iraniano no fim de semana.

Por  LUSA 

Numa conferência de imprensa na Casa Branca, Trump especificou que a primeira missão envolveu 21 aeronaves e a segunda mobilizou 155 aparelhos, tendo permitido recuperar os militares em segurança.

O Presidente indicou ainda que dois aviões de transporte militar ficaram imobilizados na areia durante a operação e tiveram de ser destruídos no local.

Na mesma conferência de imprensa, Trump ameaçou um órgão de comunicação social norte-americano, que não identificou, com medidas legais, após alegadas fugas de informação sobre a operação de busca de um piloto desaparecido no Irão.

De acordo com o chefe de Estado, as autoridades iranianas só terão tido conhecimento do desaparecimento após a divulgação dessas informações, acrescentando que irá exigir a identificação da fonte responsável pela fuga.

Trump voltou também a endurecer o tom face a Teerão, afirmando que o Irão "pode ser destruído numa só noite", numa referência ao ultimato norte-americano para a reabertura do Estreito de Ormuz.

O Presidente norte-americano reiterou que o prazo para o restabelecimento da navegação naquela via estratégica está a terminar, avisando que, caso não seja cumprido, poderão ser lançados ataques contra infraestruturas críticas iranianas.

O mais recente ultimato de Trump expira às 1h00 (hora de Lisboa) de quarta-feira.

Estas declarações de Trump surgem num contexto de forte escalada militar, após o início, a 28 de fevereiro, da operação conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão.

Teerão respondeu à ofensiva com ataques contra interesses norte-americanos e israelitas nos países do Golfo Pérsico, além de bloquear o Estreito de Ormuz, o que fez disparar os preços do petróleo.

Huthis anunciam nova onda de ataques com Irão e Hezbollah contra Israel... Os rebeldes Huthis do Iémen afirmaram hoje ter lançado um novo ataque contra Israel, nomeadamente à cidade de Eilat, em conjunto com o Irão e o movimento pró-iraniano libanês Hezbollah.

Por  LUSA 

"O grupo, em colaboração com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (...) e a resistência islâmica no Líbano [Hezbollah], lançou uma salva de mísseis de cruzeiro e drones contra vários alvos vitais e militares pertencentes ao inimigo israelita", afirmou o porta-voz militar dos rebeldes xiitas iemenitas, Yahya Saree, num comunicado.

Os Huthis, que controlam a maior parte do norte do Iémen, juntaram-se à guerra em 28 de março para apoiar o Irão, um aliado.

Anteriormente, os rebeldes iemenitas tinham lançado ataques contra Israel e visado navios no Mar Vermelho e no Golfo de Áden durante a guerra na Faixa de Gaza, afirmando agir em solidariedade com os palestinianos do Hamas.

A operação de hoje "atingiu com sucesso os seus objetivos", indicou o porta-voz, sublinhando ainda que a milícia continuará com as "operações militares".

Os rebeldes iemenitas reivindicaram um ataque no sábado contra o aeroporto Ben Gurion, no centro de Israel.

"Atacámos o aeroporto Ben Gurion, na região de Telavive, bem como alvos militares vitais no sul de Israel", confirmaram na ocasião os Huthis, através da emissora Al Masirah, ligada aos rebeldes.

No sábado, o exército israelita anunciou ter detetado o lançamento de um míssil em direção a Israel a partir do Iémen.

Também no sábado, os Huthis anunciaram a detenção de várias pessoas acusadas de colaborar com os serviços secretos israelitas, alegando que o grupo tinha recolhido informações militares e económicas sensíveis no país.

O Serviço de Segurança e Informações, controlado pelos Huthis, referiu, num comunicado, que os detidos colaboraram diretamente com agências israelitas, incluindo os serviços de informações militares e a Mossad (serviços secretos).

De acordo com os Huthis, os suspeitos forneceram "coordenadas de instalações militares e de segurança, bem como informações relevantes sobre instalações económicas no Iémen".

Os rebeldes não revelaram o número de detidos nem apresentaram provas que sustentem as alegações.

Em novembro, as autoridades Huthis anunciaram a detenção de vários iemenitas acusados de espionagem a favor de Israel.

No mesmo mês, um tribunal controlado pelos rebeldes condenou à morte 17 pessoas acusadas de espionagem a favor de Israel, dos Estados Unidos e da Arábia Saudita.

Organizações de defesa dos direitos humanos e as Nações Unidas têm manifestado repetidamente preocupação com estas detenções, defendendo que muitos detidos, incluindo trabalhadores humanitários, foram acusados de espionagem sem provas suficientes nem o devido processo legal.

Os Huthis integram o chamado "eixo de resistência" liderado pelo Irão contra Israel, de que fazem parte outros grupos radicais da região, como o libanês Hezbollah e os palestinianos Hamas e Jihad Islâmica.

21 de Abril de 2026 - Apresentação do livro “O colono preto saiu do guarda-fato” de Sérgio Raimundo na UCCLA

Apresentação do livro “O colono preto saiu do guarda-fato” na UCCLA

Vai ter no dia 21 de abril, às 18 horas, a apresentação do livro “O colono preto saiu do guarda-fato” da autoria de Sérgio Raimundo, no auditório da UCCLA.

Com a chancela da editora Oficina de Textos, a obra será apresentada por Catarina Simão.

Sinopse:

"O colono preto saiu do guarda-fato" é um pequeno livro de crónicas sobre Moçambique, uma espécie de celebração, em jeito literário, dos 50 anos de independência. O livro aborda diversas temáticas ligadas a Moçambique com o intuito de provocar e questionar o leitor, convidando-o a refletir sobre os últimos acontecimentos que tiveram lugar em Moçambique e os 50 anos de independência. As crónicas deste livro seguem, em parte, a linhagem de escrita defendida por Jorge Amado "a história não deve ser explicada, mas contada".

Biografia:

Sérgio Raimundo nasceu em 1992, no bairro de Chamanculo, Maputo, Moçambique. É licenciado em Filosofia pela Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique, mestrado em Ciências de Educação pela Universidade de Algarve, Portugal. Atualmente, frequenta o doutoramento em Ciências da Comunicação no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Portugal. É escritor, professor, jornalista e cronista, colaborando em diversos órgãos de comunicação em Moçambique e Portugal. Vive dividido entre Moçambique e Portugal.

Publicou as seguintes obras: “Síntese e fragmentos da emoção”, poesia (2012); “Avental de um poeta doméstico”, poesia (2016); “A ilha dos mulatos”, romance (2020); “As ancas do camarada chefe” e “Peça desculpas, sua excelência”, crónicas (2023).

Foi Prémio Nacional de Slam Poetry (2011) - Moçambique; vencedor do concurso literário Fim do Caminho (conto, 2016) - Moçambique; menção honrosa na novela e poesia no Prémio Literário 10 de Novembro (2017 e 2018) - Moçambique; Prémio Africano de Imprensa Escrita da Merck Foundation (2018) - Quénia; Prémio Literário INCM/Eugénio Lisboa (2019), Portugal - Moçambique. Fez parte da Powerlist: lista das 100 figuras negras mais influentes da lusofonia (2023). Teve o segundo lugar do Prémio Literário António Mendes Moreira 2024, Portugal.

Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt 

Avenida da Índia n.º 110, 1300-300 Lisboa, Portugal | Tel. +351 218 172 950 | 

uccla@uccla.pt | www.uccla.pt Facebook Linkedin | Youtube | Instagram | Twitter |ISSUU

@Faladepapagaio

HOSPITAL NACIONAL "SIMÃO MENDES" REGISTA 116 CASOS NA URGÊNCIA MAS SEM ÓBITO DURANTE AS CELEBRAÇÕES DA PÁSCOA

 Rádio Sol Mansi   06. 04. 2026   

O Hospital Nacional "Simão Mendes" registou 116 atendimentos no serviço de urgência, durante as festividades da Páscoa, distribuídos entre os serviços de medicina e cirurgia. 

No balanço sobre as festividades da Páscoa, relativo aos casos que deram entrada no serviço de urgência da unidade hospitalar, o diretor clínico do Hospital Nacional "Simão Mendes", Bubacar Sissé, afirmou que, entre os acidentados de viaturas e motorizadas, se encontram duas crianças, fora de perigo.


Segundo o mesmo responsável, foram registados 83 casos no serviço de medicina, 15 no serviço de cirurgia e 18 em ortotraumatologia, não tendo  registado qualquer óbito.

Entretanto, na mesma ocasião, o diretor clínico do Hospital Nacional "Simão Mendes", Bubacar Sissé, recomendou uma maior atenção, sobretudo em casos dos acidentes que envolvem crianças, apelando para que os portadores  estejam sempre acompanhadas de adultos.

O responsável fez ainda uma comparação com as festas da Páscoa do ano passado, referindo que, no ano passado registou-se 175 casos nos diferentes serviços, dos quais 15 resultaram de acidentes  6 de agressões, não tendo  registado na altura, nenhum óbito.

HOSPITAL MILITAR PRINCIPAL DESTACA, PÁSCOA/2026 SEM MORTES E APELA PARA UMA RESPONSABILIDADE NO 1.º DE MAIO

 Rádio Sol Mansi   06/04/2926 

O Hospital Militar Principal considerou de positivo as celebrações da Páscoa, ao revelar que não foi registado qualquer óbito relacionado com as festividades, um dado encorajador que reflete maior consciência da parte dos populares.

A informação foi avançada pelo diretor clínico desta instituição, Arthur Semedo, que sublinhou no entanto, o registo de seis casos de acidentes durante esse período festivo, sendo quatro deles de viação. Apesar disso, todos os casos foram considerados ligeiros, sem gravidade.

Perante a aproximação das comemorações do 1.º de Maio, especialmente nas zonas balneares, Arthur Semedo deixou um apelo claro à população, a uma moderação no consumo das bebidas alcoólicas, e maior uma prudência por parte dos condutores.

“É importante que as pessoas celebrem com responsabilidade qualquer festividade mas com prudência, a fim de evitar tragédias que podiam ser prevenidas”, alertou.

Relativamente ao quadro clínico atual, o responsável destacou que o hospital continua a registar um número significativo de casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e de paludismo, doenças que continuam a representar um desafio para o sistema de saúde nacional.

O diretor clínico aproveitou ainda a ocasião, para exortar os pais e encarregados de educação, a reforçarem os cuidados com as crianças, incentivando o uso de redes mosquiteiras, como forma de prevenção contra o paludismo.

Rato que descobriu mais de 100 minas no Camboja é homenageado com estátua... Magawa, o famoso rato que localizou mais de 100 minas terrestres e outros explosivos no Camboja, foi homenageado com uma estátua, inaugurada na sexta-feira, na cidade de Siem Reap. Em 2020, o ágil roedor já tinha sido condecorado com uma medalha de ouro pela "bravura e devoção ao dever que salvou vidas".

Por  SIC Notícias

Esta é a primeira estátua do mundo dedicada a um rato detetor de minas terrestres, de acordo com a BBC. A homenagem, trabalhada por um conjunto de artistas, foi inaugurada em Siem Reap, no Camboja, na sexta-feira, a tempo do Dia Internacional de Sensibilização para as Minas, a 4 de abril.

Magawa, um rato gigante africano, viveu oito anos e, durante parte da sua vida, foi treinado pela organização de caridade belga Apopo antes de se mudar para o Camboja, onde começou, em 2016, a carreira de farejador de explosivos.

O gestor do programa da Apopo no Camboja, Michael Raine, afirmou, na sexta-feira, que o monumento dedicado a Magawa "é um lembrete para a comunidade internacional" do trabalho que ainda é preciso fazer quanto ao problema na região.

Magawa, o rato detetor de minas

Com o olfato apurado e treinado para detetar um composto químico dos explosivos, o roedor alertava os treinadores assim que farejava alguma mina. Depois de identificadas por Magawa, estas eram removidas em segurança.

Durante os anos de serviço, Magawa limpou mais de 141 mil metros quadrados de terreno, o equivalente a 20 campos de futebol. Em apenas 20 minutos, o animal conseguia percorrer e procurar uma área do tamanho de um campo de ténis.

Em 2020, o roedor recebeu uma medalha de ouro da associação britânica de bem-estar animal PSDA, que galardoa anualmente um animal pela sua bravura.

Magawa foi distinguido pela sua "bravura e devoção ao dever" e tornou-se no primeiro rato a receber a medalha nos 77 anos de história da instituição, considerada o equivalente para os animais da Cruz de Georges, a maior honra concedida a civis.

Após uma breve reforma devido à idade avançada que lhe roubou a rapidez e agilidade, Magawa acabou por morrer em 2022.

Segundo as Nações Unidas, mais de um milhão de pessoas continua a trabalhar e a viver em terrenos contaminados por minas e engenhos explosivos não detonados no Camboja, o que representa um risco constante para as populações.

Michael Raine acrescentou ainda que o Camboja tem como meta tornar-se um país livre de minas até 2030. A instituição de caridade tem vindo a treinar os seus roedores, também conhecidos como "HeroRATS", desde a década de 1990.

Treinados para prevenir tráfico e detetar tuberculose

Devido ao seu tamanho, os ratos não têm peso suficiente para acionar as minas, o que os torna numa opção mais segura para identificar os explosivos.

Ronin é outro rato treinado pela Apopo, que estabeleceu um novo recorde mundial em 2025 ao descobrir 109 minas terrestres e 15 explosivos não detonados desde 2021.

O trabalho de Ronin na província de Preah Vihear, no norte do Camboja, superou o recorde detido por Magawa.

Para além da identificação de explosivos, os roedores são treinados para prevenir o tráfico ilegal de animais selvagens na Tanzânia ao reconhecer odores de produtos frequentemente traficados, como chifres de rinoceronte, presas de elefante (marfim) e escamas de pangolim.

Segundo a instituição belga, os ratos também conseguem detetar a tuberculose.

Missão Artemis II chegou, oficialmente, à Lua... A cápsula Orion e os quatro astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch (da NASA) e Jeremy Hansen (da Agência Espacial Canadiana) entraram durante a manhã desta segunda-feira, dia 6, no campo gravitacional da Lua

Por  noticiasaominuto.com 

.Mais de 50 anos depois, uma nova missão tripulada da NASA voltou à Lua. A tripulação da Artemis II entrou, durante a manhã desta segunda-feira, no campo gravitacional do satélite natural da Terra e entra assim numa das fases mais entusiasmantes desta missão de dez dias.

Entre os objetivos desta missão Artemis II está levar a cápsula Orion a sobrevoar a face oculta da Lua, um momento que fará com que os astronautas estejam uma distância inédita do nosso planeta - ultrapassando efetivamente o anterior recorde estabelecido pela missão Apollo 13 que, em 1970, esteve a uma distância de 400.171 quilómetros.

No caso da Artemis II, conta a Reuters que o objetivo é atingir os 406.773 quilómetros de distância.

O momento deverá acontecer durante esta tarde e, conforme já anunciado previamente, será transmitido em direto não só através do YouTube, como também pela Netflix para os respetivos subscritores.

Serve recordar que, além do recorde de distância, a tripulação da Artemis II terá a oportunidade de assistir a um eclipse solar - com a Lua a cobrir completamente o Sol e um momento que deverá ser captado pelos telemóveis à disposição dos astronautas.

A NASA explicou que, durante o eclipse, o Sol ficará oculto à vista ao passar por detrás da Lua, da perspetiva da cápsula Orion, um fenómeno que não pode ser visto a partir da Terra.

Nesse momento, a tripulação observará a Lua praticamente escura, o que lhes dará a oportunidade de procurar por flashes de luz provocados por meteoróides que impactam a superfície lunar, partículas de poeira a elevar-se sobre a borda do satélite natural e alvos do espaço profundo, incluindo planetas.

Enquanto o Sol desliza por detrás da Lua, os astronautas poderão observar a coroa solar, a camada mais externa da atmosfera do Sol.

Kelsey Young, diretora do Departamento de Ciência e Exploração da NASA para a missão Artemis II, descreveu a oportunidade de observar o eclipse como "um momento poético" tanto para a tripulação como para a humanidade.

O que se segue para a missão Artemis II?

Uma vez estabelecido este recorde de distância, a tripulação da missão Artemis II iniciará a sua viagem de regresso à Terra - a qual deverá demorar cerca de quatro dias.

Prevê-se que a Orion faça uma reentrada controla na atmosfera no dia 10 de abri e que caia no oceano Pacífico, onde será resgatada pelas equipas da NASA.

É importante recordar que esta missão é apenas um dos passos previstos no programa Artemis que deverá levar ao objetivo da NASA - voltar a colocar seres humanos na Lua.

Este objetivo só deverá ser cumprido em 2028 com a missão Artemis IV, sendo que no próximo ano a NASA pretende testar mais alguns sistemas que serão usados no futuro com a Artemis III. 


Leia TambémTripulação da Artemis II verá eclipse solar inédito: fenómeno não pode ser visto da Terra

Os quatro astronautas da missão Artemis II terão a oportunidade de assistir a um eclipse solar quando, nesta segunda-feira, sobrevoarem a face oculta da Lua, batendo assim o recorde histórico de distância alcançado pela humanidade.