O CE-FFGB, informa ainda que o sorteio será realizado no dia 15 de Janeiro de 2021 (sexta-feira) na sede na instância de rege o futebol Guineense.
Confira o comunicado oficial 👇
O CE-FFGB, informa ainda que o sorteio será realizado no dia 15 de Janeiro de 2021 (sexta-feira) na sede na instância de rege o futebol Guineense.
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© Anthony Kwan/Getty Images
Notícias ao Minuto 28/12/20
A ONU apelou hoje à libertação da jornalista chinesa independente Zhang Zhan, condenada esta segunda-feira a quatro anos de prisão pelas informações que recolheu sobre o surto inicial do novo coronavírus em Wuhan, no centro da China.
O apelo dirigido às autoridades chinesas foi feito pela Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, a ex-Presidente chilena Michelle Bachelet.
"Temos falado sobre este caso com as autoridades ao longo de 2020 e consideramos este caso com um exemplo das restrições excessivas à liberdade de expressão em relação à covid-19", afirmou a equipa de Michelle Bachelet numa mensagem publicada na rede social Twitter.
Um tribunal de Xangai condenou hoje Zhang Zhan a quatro anos de prisão.
Zhang Zhan viajou para Wuhan, em fevereiro passado, para recolher informações sobre o surto inicial da covid-19, ocorrido no final de dezembro de 2019, e a subsequente campanha de prevenção contra a doença e tratamento dos pacientes, mas desapareceu, em maio, sendo mais tarde revelado que tinha sido detida pela polícia em Xangai, no leste da China.
O tribunal considerou que Zhang Zhan tinha "provocado distúrbios" e "procurado problemas" com as notícias que fez sobre o surto em Wuhan.
A jornalista independente recusou-se a reconhecer as acusações, tendo considerado que as informações publicadas por si em plataformas chinesas como o WeChat ou nas redes sociais Twitter e YouTube não deveriam ter sido censuradas.
Segundo a organização não-governamental (ONG) Amnistia Internacional, o trabalho de Zhang Zhan centrou-se na denúncia das detenções de outros repórteres independentes e do assédio que foi feito a familiares de vítimas do novo coronavírus durante aquele que é considerado como o primeiro surto da pandemia da covid-19 e que posteriormente viria a ganhar proporções mundiais.
A organização Defensores dos Direitos Humanos na China revelou, em setembro passado, que a jornalista tinha sido presa por informar que os cidadãos de Wuhan receberam comida estragada, durante as 11 semanas de confinamento da cidade, ou que foram obrigados a pagar para realizarem testes de deteção do novo coronavírus.
A pandemia da doença covid-19 já provocou pelo menos 1.765.049 mortos resultantes de mais de 80,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus (SARS-Cov-2) detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Ministro do Interior sr Botche cande estregou esta manha uma viatura e 5 motorizadas ao departamento da investigação criminal....
Após á entrega de material, o Ministro cande pede uma gestão rigorosa dos materiais...
” Nas últimas semanas nós tivemos conhecimento do agravamento da situação de covid-19 no mundo e também em África da segunda vaga que esta a bater em Europa, América e que tambem ja atingiu o continente Africano”
Zhang Zhan 张展 |
Zhang Zhan foi condenada por "causar distúrbios" e "procurar problemas", uma acusação frequente contra jornalistas e ativistas dos Direitos Humanos na China, segundo o jornal Apple Daily, que citou um dos advogados..
Uma jornalista chinesa independente que noticiou o surto inicial do novo coronavírus em Wuhan, no centro da China, foi esta segunda-feira condenada a quatro anos de prisão por um tribunal de Xangai, segundo um jornal de Hong Kong.
Zhang Zhan viajou para Wuhan, em fevereiro passado, para reportar sobre o surto da covid-19 e a subsequente campanha de prevenção contra a doença e tratamento dos pacientes, mas desapareceu, em maio, sendo mais tarde revelado que foi detida pela polícia em Xangai, no leste da China.
A jornalista recusou-se a admitir as acusações, considerando que as informações publicadas por si em plataformas chinesas como o WeChat ou nas redes sociais Twitter e YouTube não deveriam ter sido censuradas.
De acordo com a Amnistia Internacional (AI), o seu trabalho em Wuhan focou-se no relato das prisões de outros repórteres independentes e o assédio de familiares de vítimas do novo coronavírus.
A organização Defensores dos Direitos Humanos na China revelou, em setembro passado, que a jornalista tinha sido presa por informar que os cidadãos de Wuhan receberam comida estragada, durante as 11 semanas de confinamento da cidade, ou que foram obrigados a pagar para realizarem testes de deteção do coronavírus.
Zhang Zhan, que foi presa no final de maio, iniciou uma greve de fome em setembro, o que fez com que ficasse numa condição física "muito fraca", segundo a sua defesa, que afirmou que as autoridades a alimentaram à força, recorrendo a um tubo.
Um outro advogado revelou a intenção da repórter, de 37 anos, de continuar a sua greve de fome "mesmo que morra na prisão".
Vários outros jornalistas independentes que viajaram para Wuhan no início do surto foram detidos ou desapareceram na China, enquanto as autoridades restringiram a cobertura e a imprensa oficial enalteceu a resposta de Pequim como eficaz e oportuna.
Em fevereiro, Chen Qiushi, que transmitiu vídeos ao vivo de Wuhan durante o bloqueio da cidade e difundiu reportagens nas redes sociais, desapareceu também. Dois outros jornalistas independentes - Li Zehua e Fang Bin - também foram detidos após cobrirem o surto em Wuhan.
No entanto, Zhang Zhan foi a primeira jornalista a ser formalmente punida com pena de prisão.
A China é o país que mais jornalistas detem no mundo, segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).
O regime chinês controla rigidamente a imprensa doméstica, enquanto bloqueia a maioria dos meios de comunicação estrangeiros, através de um sistema de censura online.
Em março passado, a China expulsou jornalistas dos órgãos New York Times, Washington Post e Wall Street Journal, num ataque sem precedentes contra a imprensa estrangeira.
Embora surtos esporádicos continuem a surgir, a China controlou amplamente o vírus, permitindo ao país retomar uma relativa normalidade.
As restrições à imprensa, no entanto, não foram suspensas, e a imprensa estatal chinesa passou a promover agressivamente teorias de que a pandemia teve origem fora do país, apesar de não haver evidências cientificas.
© Reuters
Por LUSA 28/12/20
O Presidente cessante dos EUA assinou no domingo o novo plano de estímulo à economia dos Estados Unidos, depois de vários dias de recusa e de milhões de pessoas perderem os seus subsídios de desemprego.
Donald Trump assinou o projeto de lei no valor de 2,3 biliões de dólares (1,9 biliões de euros) no domingo à tarde na sua residência em Mar-a-Lago, Florida, onde se encontra de férias, confirmou a Casa Branca.
Este valor inclui o segundo plano de estímulo aprovado este ano, de 900 mil milhões de dólares (737 mil milhões de euros) e 1,4 biliões de dólares (1,15 biliões de euros) para financiar a Administração até setembro de 2021.
Após cinco dias de recusa em assinar o projeto de lei e de exigir alterações, Trump recuou, aparentemente para evitar que os fundos para a administração se esgotassem hoje à noite e que centenas de milhares de empregados vissem o seu salário suspenso.
O Presidente disse que, embora esteja a assinar o projeto de lei, ainda espera que o Congresso aprove uma alteração no item que contempla o envio de um pagamento único de 600 dólares (492 euros) a milhões de contribuintes, numa resposta à devastação económica e financeira causada pela pandemia do novo coronavírus.
Após o seu próprio governo ter negociado esse montante, Trump exigiu aumentar o valor para dois mil dólares.
A mudança de opinião de Trump surgiu cinco dias após ter ameaçado bloquear o projeto de lei na terça-feira se este não fosse alterado em vários pontos, desde o aumento dos pagamentos diretos aos norte-americanos até à redução da ajuda estrangeira.
A recusa em assinar a lei fez com que dois programas que concediam subsídios de desemprego a entre dez e 14 milhões de norte-americanos expirassem no domingo, sendo agora renovados quando a lei entrar em vigor.
O bloqueio do Trump suscitou críticas de vários membros do seu partido, e se se tivesse prolongado até 01 de janeiro teria levado ao fim de uma proibição nacional de despejos, afetando cerca de 30 milhões de norte-americanos.
O resgate que Trump assinou inclui 300 dólares (246 euros) por semana em subsídios de desemprego, 325 mil milhões de dólares (266 mil milhões de euros) em ajuda às empresas (a maior parte para pagarem salários), 45 mil milhões de dólares (37 mil milhões de euros) para sistemas de transportes públicos, 82 mil milhões de dólares (67,1 mil milhões de euros) para escolas e milhares de milhões em cupões alimentares, assistência aos arrendatários e distribuição de vacinas.
Fatos entre PAIGC e PRS cabe cada um pensar e refletir.
PAIGC tá boia ku carros 🚗 na país ke governa 46 ano, PRS construí 2 puntu moderno na 2002 é tira norte di Guiné-Bissau na isolamento, na 2020 é kumpu puntu di madeira.
Entre é 2 partidos kim ku mas fasi algo pa país desenvolve?